La Nena, el final.

Era sábado e era o último dia que a Mafer ia ficar sozinha em casa. Ela queria que tudo fosse perfeito no encontro com o Carlos e tinha preparado tudo: petiscos, vinho e uma música suave.
De tarde, ela se aventurou a ir na casa do Carlos e falar com a esposa dele, pedindo pra ela conversar com ele pra que cuidasse da casa enquanto ela saía pra dançar. E, dada a grande amizade entre o Carlos e o pai da Mafer, além dela ser uma garotinha que tinha acabado de fazer 18 anos, a esposa inocente não desconfiou de nada.

Quando o Carlos chegou em casa, levou um susto: a própria esposa pediu pra ele ir na casa do Daniel porque a filha dele tinha uma festa e queria alguém de confiança pra cuidar da casa. Carlos aceitou, meio relutante.

Depois de tomar banho e vestir roupas leves, ele foi pra casa do Daniel, onde a impaciente Mafer esperava por ele, vestindo uma transparência que deixava à mostra uma lingerie de renda. Ela estava maquiada sutilmente e com o cabelo solto.

— Cê tá uma gostosa, Nena.
— É a nossa primeira noite juntos e quero que seja especial.
— Cê parece toda uma mulher.
— É que já sou sua mulher e hoje à noite você vai ser meu homem, meu macho e meu dono.

Eles se beijaram com ternura e jantaram um pouco. Depois de algumas taças de vinho, a paixão tomou conta dos corpos deles.

— Quero que você faça o que quiser comigo, Carlos.
— Tá gostando do que eu fiz até agora?
— Sim, meu amor. Na primeira vez, você me mostrou a grossura do seu pau e como é um orgasmo. Na segunda, você me fez gozar e provar o gosto do seu rabo bem gostoso. Na terceira, engoli seu leite e você me meteu com força. Quero continuar aprendendo com você.
— Hoje à noite vamos dormir juntos e vou fazer algo novo com você, se você estiver disposta.
— Claro, meu amor, tô disposta a tudo.

Carlos beijou ela com paixão, e Mafer o guiou até o quarto. Ela tirou o vestido enquanto ele beijava o pescoço dela e acariciava os peitos dela. A excitação apareceu nos mamilos dela, e o sutiã foi jogado de lado pra que os lábios do Carlos lambessem cada um. um daqueles peitinhos macios, depois tirou a calcinha dela, pegou nos pés dela e lambeu os dedos um por um, e assim foi subindo devagar até a jovem bucetinha que já tava molhada e pronta pro que viesse.
Carlos lambeu devagar cada lábio da buceta, enfiando a ponta da língua na bucetinha e brincando com o clitóris. Os dedos dele entravam lá dentro da vagina e acariciavam em volta do cu, Mafer não segurava os gemidos e gritava.
— Continua, meu amor... Aiiii que gostosoooo!! ... Isso, assim assim!! … Continua continua!!! … Que delícia!!! … Aiiii eu amo! — Os vários orgasmos terminaram com uma gozada forte e um grito de paixão.

Enquanto Mafer se recuperava do primeiro orgasmo, Carlos se pelou e deitou do lado dela, beijou ela com força e pegou na mão dela, guiando até o pau dele. Mafer acariciava a vara dura com cuidado, coçava as bolas e passava a mão suave. Quando se recuperou um pouco, quis retribuir o favor pro Carlos e desceu até o pedaço duro de carne e começou a lamber devagar desde a base das bolas até a ponta da cabeça, saboreando as gotinhas de porra que mal apareciam. Depois abriu a boca o máximo que conseguiu e engoliu o que deu daquele membro grosso, tentava enfiar tudo na boquinha dela mas não conseguiu nem chegar na metade, o resto ela passava a mão com força e desespero.

Carlos tava no paraíso, às vezes segurava o cabelo de Mafer e ajudava no boquete, às vezes só admirava como parte do pau dele sumia naquela boquinha; depois de um tempo, Carlos se tensionou e gozou, enchendo a garganta de Mafer de porra grossa e quente, que ela engoliu até a última gota.

Eles se deitaram de novo abraçados e depois de meia hora de conversa fiada, voltaram pra putaria. Dessa vez, Carlos subiu em cima dela e começou a meter devagar enquanto beijava os peitos dela e acariciava as coxas e a bunda. Depois, ele deitou de barriga pra cima e Mafer subiu em cima, e a bucetinha dela devorava o pau. completamente, subia e descia num ritmo lento e constante, gozava com cada entrada e cada saída daquela pica maravilhosa que a fazia delirar de tesão até que um orgasmo forte a derrubou sobre o peito dele.
—Faz comigo o que você queria fazer, por favor, Carlos.
—Tem certeza?
—Claro, meu amor, sou toda sua.
Carlos a colocou de quatro e lambeu as nádegas e a racha até chegar no cu, cuspiu nele e com os dedos molhava as bordas daquele rabo ainda virgem, depois passou um pouco de lubrificante no cu e na cabeça da pica e começou a esfregar ela na bunda, aquele buraco parecia pequeno demais pra pica do Carlos, mas ele queria meter.
Assim que Mafer sentiu a ponta no cu, deu um pulo de medo, mas Carlos segurou ela com força pela cintura e começou a tentar enfiar o pau.
O cu da Mafer estava muito apertado, não entrava nem a ponta e doía um pouco cada tentativa, ele lubrificou de novo, mandou ela colocar o rosto no travesseiro pra deixar a bunda mais levantada, e continuou tentando até que, numa enfiada forte, conseguiu enfiar a cabeça. Mafer apertava o travesseiro com força e não dizia nada, mas o corpo frágil tremia. Carlos quis continuar, mas ouviu os soluços da Mafer, ela tava chorando de dor. Ele decidiu tirar a cabeça e viu o pau com sangue, e uma gota tinha manchado o lençol branco.
—Me desculpa, Mafer, não queria te machucar.
—Não para, Carlos, continua, por favor.
—Não, meu amor, tá doendo muito e você não vai aguentar mais.
—Só faz, Carlos, não se preocupa comigo.
—Não, Mafer, vamos pro banheiro, por favor.
Mafer mal conseguia andar, o cu ardia e ela se sentia mal. No banheiro, Carlos lavou ela e limpou a pica, voltaram pra cama e dormiram abraçados. De manhã, transaram de novo como loucos e, no meio do tesão, Mafer prometeu que logo estaria pronta pra dar o cu.
Aquela noite terminou e Carlos foi pra casa enquanto Mafer olhava a mancha vermelha no lençol, era uma Lembrança daquela noite e uma promessa pendente para seu amado.
Nos dias seguintes, depois de acalmar a dor no cu, Mafer se dedicou a pesquisar sobre sexo anal e conseguiu cremes e consolos pra praticar a penetração. Ela praticava toda vez que tomava banho e antes de dormir, até que decidiu que já estava pronta pro Carlos. Marcou com ele num motel à tarde, Carlos pediu licença no trabalho e foi encontrá-la. As amostras de amor foram insuficientes, tantos dias sem se ver tinham parecido uma eternidade.

— Nena, meu amor, como você tá? Senti muito sua falta.
— Também senti muito sua falta, meu amor, mas sei que essa espera valeu a pena.

Os dois se despirram com desespero e Carlos colocou ela de quatro, mas não ficou atrás dela, e sim debaixo dela, no sentido contrário, na posição 69, e começou a chupar a buceta dela com desejo furtivo. Mafer não ficou pra trás e pegou a pica com as duas mãos e meteu na boca. Continuaram se dando sexo oral mutuamente até que ela teve o primeiro orgasmo. Carlos deitou ela de barriga pra cima, levantou as pernas dela e penetrou de uma vez só. Mafer sentiu a pica tocando a alma dela e gozou como nunca, enquanto Carlos dava fortes estocadas com paixão desmedida, até que os dois gozaram ao mesmo tempo, inundando a buceta com os sucos dos dois. Carlos caiu exausto em cima dela, sem tirar a pica.

— É a primeira vez que te sinto tão tarado — ela disse.
— É que você não sabe a vontade que eu tava de te foder de novo. Você me deixa louco.
— Você também me deixa louca. Quando quiser, é só me chamar que eu venho correndo igual uma puta no cio pra fazer o que você quiser.
— Tudo o que eu quiser… tem certeza?
— Agora tenho certeza, por isso te chamei. Já tô preparada pra você, meu cu tá te esperando.

Mafer chupou a pica dele de novo até deixar dura, lubrificou o cu e ficou de quatro, oferecendo a raba.
Carlos lubrificou a pica e, devagar, tentou enfiar a cabeça, mas lembrou da vez anterior e parou.
— Não, Mafer, não quero te machucar de novo.
— Agora eu tô preparada, Carlos, só me pega e enfia no meu cu.
— Sei não, talvez doa e não quero te ver chorar.

Mafer percebeu que Carlos tava com medo e decidiu fazer ela mesma. Deitou Carlos de barriga pra cima, lubrificou de novo o cu dele e a pica, montou em cima, colocou na entrada do cu e foi se sentando devagar. Doía, não dava pra negar, os consolos que ela usava não eram nada perto da grossa vara do Carlos, mas sabia que aguentava. Carlos olhava assustado enquanto aquela mina se esforçava pra enfiar o pau dele no cu, via a expressão de dor a cada milímetro que descia até finalmente sentar de vez. Ela abriu os olhos e encarou ele, que tava entre surpreso e satisfeito.

— Agora sim sou completamente sua, meu amor, pode meter no meu cu do jeito que quiser e quando quiser.

Carlos virou ela e meteu de novo devagar, começou a bombar mais rápido admirando aquele cuzinho pequeno engolindo o pau dele até o talo. Era incrível como ela aguentava tanta porrada até ele gozar dentro daquele cu lindo e delicado.

Depois daquele dia, Mafer e Carlos se viam quase todo dia. Ele arrumava qualquer desculpa e ela fazia valer a pena. Ela tinha um mestre do sexo que deixava ela louca e ele tinha a criatura mais gostosa... sua Neném.La Nena, el final.

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