Depois daquela dupla penetração que deixou nós três moídos, o colchão tava encharcado de porra, suor e buceta escorrendo. Marta desceu devagarinho de cima de mim, com as pernas tremendo e um rio branco descendo pelas coxas. Ela parou do lado da cama, pelada, peitos suados e bicos ainda duros que nem pedrinha. Me encarou, com aquele sorriso de puta satisfeita mas querendo mais.
— Gustavo… corno… olha como eu tô: buceta e cu cheios de porra alheia. Te excita saber que tua mulher é um receptáculo de pica alheia?
Eu fiquei largado, pau ainda pingando, respirando ofegante.
— Pra caralho que me excita, Marta. Tu é uma bucetuda insaciável e eu adoro te ver assim… usada, aberta, escorrendo.
Cacho riu baixinho do chão, segurando o pau que já começava a endurecer de novo.
— Esse corno é de ferro, véi. Quer que a gente continue arrombando ela ou já cansou de olhar?
Marta chegou perto de Cacho, pegou o pau dele com uma mão e começou a bater uma devagar enquanto me olhava nos olhos.
— Não, não cansa. Gustavo quer mais show. Né, corno? Quer ver como me enchem de novo, como me fazem gritar enquanto tu bate uma sozinho.
Eu assenti, sem conseguir falar muito. O pau pulsava só de ouvir ela falar “corno” com aquela voz rouca.
— Pode crer que sim… traz quem tu quiser, Marta. Chama outro fdp. Quero te ver com três pica hoje.
Ela soltou uma gargalhada suja, se abaixou e chupou a cabeça do pau do Cacho por um segundo, só pra me provocar.
— Olha só o corno ambicioso. Bom, já era. Mandei mensagem pro Maxi enquanto vocês dois me arrombavam. O cara da academia, aquele que sempre olha pro meu rabo quando vou fazer agachamento. Falei pra ele vir urgente, que tem uma bucetuda precisando de pica fresca.
Não passou nem quinze minutos e a campainha tocou de novo. Marta vestiu só a camisetinha branca sem nada por baixo, peitos marcados e cu de fora, e foi abrir descalça. Eu me ajeitei melhor na cama, encostado na cabeceira, pronto. para o espetáculo. Cacho sentou na cadeira do canto, pica na mão, esperando a vez.
Maxi entrou com cara de não entender porra nenhuma no começo, mas quando viu Marta quase pelada e eu largado na cama com a pica pra fora, os olhos dele brilharam.
— Eu… é isso que você me falou no Whats, Marta? O marido olhando?
Marta fechou a porta atrás dele, pegou na mão dele e levou direto pro quarto.
— Exato, cara. Gustavo é o corno oficial. Ele adora ver outros caras me comendo. Hoje já encheram minha buceta e o cu… agora é sua vez. Vem, tira tudo.
Maxi não hesitou. Tirou a camiseta, o short de academia e a cueca em dois segundos. A pica saltou pra fora, grossa, cheia de veias, mais comprida que a do Cacho. Marta ajoelhou na frente, segurou os ovos dele com uma mão e meteu na boca sem preâmbulos.
— Uff… que pica gostosa e fresquinha… — murmurou em volta da pica, chupando forte, fazendo aquele barulho de sucção que enchia o quarto.
Eu, da cama, olhava fixo pra ela, batendo uma devagar.
— Vai, Marta… mostra pro corno como se chupa uma pica de verdade. Engole até o fundo, puta.
Ela me olhou de lado, com a boca cheia, e empurrou mais fundo até os olhos encherem d’água. Maxi segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a bombar na boca dela, devagar no começo, mas cada vez mais forte.
— Porra, que boquete bom… você é uma profissional, hein.
Cacho levantou da cadeira, chegou por trás e enfiou dois dedos na buceta dela, ainda inchada e molhada.
— Tá escorrendo, Maxi. Prepara ela que vamos meter os três ao mesmo tempo.
Marta soltou a pica do Maxi com um “plop” molhado, virou e ficou de quatro no meio da cama, rabo pra cima, buceta e cu abertos e vermelhos de tanto uso.
— Vem, seus putos… as três picas dentro. Quero me sentir arrebentada, cheia, usada como a vagabunda que eu sou.
Maxi foi pra frente, meteu a pica na boca dela de novo. Cacho ajoelhou atrás e enfiou no cu dela, seco, sem dó. Eu me aproximei de gatinha, fiquei debaixo dela e apontei pro cu que ainda pingava gozo velho.
—cuck… mete em mim também —pediu a Marta, com a voz cortada pela pica na garganta—. Quero as três picas ao mesmo tempo… me faz gritar.
Empurrei devagar, entrando no cu escorregadio. Senti a pica do Cacho roçando em mim através da parede fina, e os gemidos da Marta viraram um rugido constante.
O barulho era uma loucura: tapa tapa das coxas batendo, gemidos abafados, cuspe escorrendo, buceta estalando. Cheirava a sexo cru, suor de três machos, cu quente e gozo velho.
Marta gozou primeiro, tremendo inteira, apertando a gente tão forte que quase fez os três gozarem de uma vez.
—Tô gozando… com as três picas dentro… cuck, olha como me usam… sou sua puta, Gustavo… sua conchuda corna!
Maxi não aguentou mais, pegou na cabeça dela e se esvaziou na garganta. Ela engoliu tudo, tossindo um pouco mas sem soltar uma gota.
Cacho acelerou na buceta e gozou dentro, grunhindo igual um louco.
Eu empurrei três vezes mais e me esvaziei no cu, misturando meu gozo com tudo que já tinha dentro.
Nós quatro ficamos ofegantes, grudados, o colchão destruído. Marta se jogou entre nós, cu e buceta escorrendo pra todo lado, sorriso de orelha a orelha.
—Gustavo… cuck… viu como me encheram? Três picas, três porras… você gostou do show?
Acariciei o cu vermelho das palmadas.
—Muito, puta… mas da próxima a gente traz quatro. Quero te ver transbordando.
Cacho e Maxi riram, ainda com as picas pingando.
—Quando quiser, cuck. Martita aguenta mais.
Ela se virou, me olhou fixo e cuspiu um fio de gozo na minha boca.
—Claro que sim… sou uma conchuda tarada e daí.
Bom, seus cuzões, o que acharam dessa terceira rodada com tripla penetração e corno total? Fizeram ela voar imaginando que eram o Maxi ou o Cacho? Ou que eram o cuck Gustavo vendo tudo? Querem quarta parte com quatro paus, talvez no terraço ou num carro embaçado? Comentem, seus putos, que me excita ler vocês e saber o que essa puta fez com vocês. 🔥🍆💦🍆💦🍆💦
Beijos na bunda,
A puta que escreve
— Gustavo… corno… olha como eu tô: buceta e cu cheios de porra alheia. Te excita saber que tua mulher é um receptáculo de pica alheia?
Eu fiquei largado, pau ainda pingando, respirando ofegante.
— Pra caralho que me excita, Marta. Tu é uma bucetuda insaciável e eu adoro te ver assim… usada, aberta, escorrendo.
Cacho riu baixinho do chão, segurando o pau que já começava a endurecer de novo.
— Esse corno é de ferro, véi. Quer que a gente continue arrombando ela ou já cansou de olhar?
Marta chegou perto de Cacho, pegou o pau dele com uma mão e começou a bater uma devagar enquanto me olhava nos olhos.
— Não, não cansa. Gustavo quer mais show. Né, corno? Quer ver como me enchem de novo, como me fazem gritar enquanto tu bate uma sozinho.
Eu assenti, sem conseguir falar muito. O pau pulsava só de ouvir ela falar “corno” com aquela voz rouca.
— Pode crer que sim… traz quem tu quiser, Marta. Chama outro fdp. Quero te ver com três pica hoje.
Ela soltou uma gargalhada suja, se abaixou e chupou a cabeça do pau do Cacho por um segundo, só pra me provocar.
— Olha só o corno ambicioso. Bom, já era. Mandei mensagem pro Maxi enquanto vocês dois me arrombavam. O cara da academia, aquele que sempre olha pro meu rabo quando vou fazer agachamento. Falei pra ele vir urgente, que tem uma bucetuda precisando de pica fresca.
Não passou nem quinze minutos e a campainha tocou de novo. Marta vestiu só a camisetinha branca sem nada por baixo, peitos marcados e cu de fora, e foi abrir descalça. Eu me ajeitei melhor na cama, encostado na cabeceira, pronto. para o espetáculo. Cacho sentou na cadeira do canto, pica na mão, esperando a vez.
Maxi entrou com cara de não entender porra nenhuma no começo, mas quando viu Marta quase pelada e eu largado na cama com a pica pra fora, os olhos dele brilharam.
— Eu… é isso que você me falou no Whats, Marta? O marido olhando?
Marta fechou a porta atrás dele, pegou na mão dele e levou direto pro quarto.
— Exato, cara. Gustavo é o corno oficial. Ele adora ver outros caras me comendo. Hoje já encheram minha buceta e o cu… agora é sua vez. Vem, tira tudo.
Maxi não hesitou. Tirou a camiseta, o short de academia e a cueca em dois segundos. A pica saltou pra fora, grossa, cheia de veias, mais comprida que a do Cacho. Marta ajoelhou na frente, segurou os ovos dele com uma mão e meteu na boca sem preâmbulos.
— Uff… que pica gostosa e fresquinha… — murmurou em volta da pica, chupando forte, fazendo aquele barulho de sucção que enchia o quarto.
Eu, da cama, olhava fixo pra ela, batendo uma devagar.
— Vai, Marta… mostra pro corno como se chupa uma pica de verdade. Engole até o fundo, puta.
Ela me olhou de lado, com a boca cheia, e empurrou mais fundo até os olhos encherem d’água. Maxi segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a bombar na boca dela, devagar no começo, mas cada vez mais forte.
— Porra, que boquete bom… você é uma profissional, hein.
Cacho levantou da cadeira, chegou por trás e enfiou dois dedos na buceta dela, ainda inchada e molhada.
— Tá escorrendo, Maxi. Prepara ela que vamos meter os três ao mesmo tempo.
Marta soltou a pica do Maxi com um “plop” molhado, virou e ficou de quatro no meio da cama, rabo pra cima, buceta e cu abertos e vermelhos de tanto uso.
— Vem, seus putos… as três picas dentro. Quero me sentir arrebentada, cheia, usada como a vagabunda que eu sou.
Maxi foi pra frente, meteu a pica na boca dela de novo. Cacho ajoelhou atrás e enfiou no cu dela, seco, sem dó. Eu me aproximei de gatinha, fiquei debaixo dela e apontei pro cu que ainda pingava gozo velho.
—cuck… mete em mim também —pediu a Marta, com a voz cortada pela pica na garganta—. Quero as três picas ao mesmo tempo… me faz gritar.
Empurrei devagar, entrando no cu escorregadio. Senti a pica do Cacho roçando em mim através da parede fina, e os gemidos da Marta viraram um rugido constante.
O barulho era uma loucura: tapa tapa das coxas batendo, gemidos abafados, cuspe escorrendo, buceta estalando. Cheirava a sexo cru, suor de três machos, cu quente e gozo velho.
Marta gozou primeiro, tremendo inteira, apertando a gente tão forte que quase fez os três gozarem de uma vez.
—Tô gozando… com as três picas dentro… cuck, olha como me usam… sou sua puta, Gustavo… sua conchuda corna!
Maxi não aguentou mais, pegou na cabeça dela e se esvaziou na garganta. Ela engoliu tudo, tossindo um pouco mas sem soltar uma gota.
Cacho acelerou na buceta e gozou dentro, grunhindo igual um louco.
Eu empurrei três vezes mais e me esvaziei no cu, misturando meu gozo com tudo que já tinha dentro.
Nós quatro ficamos ofegantes, grudados, o colchão destruído. Marta se jogou entre nós, cu e buceta escorrendo pra todo lado, sorriso de orelha a orelha.
—Gustavo… cuck… viu como me encheram? Três picas, três porras… você gostou do show?
Acariciei o cu vermelho das palmadas.
—Muito, puta… mas da próxima a gente traz quatro. Quero te ver transbordando.
Cacho e Maxi riram, ainda com as picas pingando.
—Quando quiser, cuck. Martita aguenta mais.
Ela se virou, me olhou fixo e cuspiu um fio de gozo na minha boca.
—Claro que sim… sou uma conchuda tarada e daí.
Bom, seus cuzões, o que acharam dessa terceira rodada com tripla penetração e corno total? Fizeram ela voar imaginando que eram o Maxi ou o Cacho? Ou que eram o cuck Gustavo vendo tudo? Querem quarta parte com quatro paus, talvez no terraço ou num carro embaçado? Comentem, seus putos, que me excita ler vocês e saber o que essa puta fez com vocês. 🔥🍆💦🍆💦🍆💦
Beijos na bunda,
A puta que escreve
2 comentários - Marta e Gustavo parte 5 - três paus