Vivendo com minha cunhada - 2

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Continuei largado na minha cama, recuperando o fôlego com a mente vazia, como se estivesse em transe, até que o som do meu celular me trouxe de volta à realidade. — Gordo, tá tudo bem? Tô super estressada, a plantão tá um caos. — Era minha mulher.
Um balde de água fria e realidade caiu em cima de mim.


Entrei numa crise de nervos: o que eu tinha feito?, e se minha mulher descobrisse?, se minha cunhada falasse, tudo ia pro caralho...
Levantei e corri ainda pelado pro banheiro; entrei de supetão sem bater.
Clara se surpreendeu, mas em nenhum momento se escondeu.
— Não sei o que você tá pensando, mas não vai rolar. — Ela falou com uma voz doce, mas firme.
—Não, não, nada, queria te falar que não sei o que deu em mim agora há pouco... Só queria saber se tava tudo bem e se isso ficava entre a gente. Me deixei levar pela situação, me desculpa.


Uns segundos de silêncio que pareceram eternos até que ela me respondeu.
—Não se preocupa, eu também me deixei levar, nunca pensei que uma situação dessas fosse rolar... curti, mas a gente deixa isso por aqui; não quero problema. Não pode se repetir.


Eu não parava de olhar pra ela, hipnotizado. E, como se guardasse aquela imagem pela última vez, saí e fechei a porta do banheiro sem soltar um pio.


—Ale, para —minha cunhada me segurou—. Quer ficar mais um pouco? Olhar não é nada demais, né?
—Pra isso servem os olhos, pra apreciar beleza. —Não sei de onde tirei essa linha, mas ela sorriu relaxada.
—Beleza, "gostosa", se você diz —e continuou seu banho sob meu olhar atento.


Vivendo com minha cunhada - 2




Não sei como chegamos a essa situação, mas ela me deixava completamente louco. Eu não parava de olhar pra ela quando ela quebrou o silêncio.


—Quer me ajudar? E me ofereceu a esponja.


Sem hesitar, comecei a passar a mão de leve na bunda dela, meio sem jeito... percebi que ela tava gostando pelo jeito que empinava a rabeta pra trás.
Eu tinha um close da buceta dela; era uma delícia.


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Me animei a roçar ela com meu polegar e senti como ela tremeu.


Vivendo com minha cunhada - 2






Nem hesitei e fui acariciando ela cada vez mais fundo, ela soltou uns gemidinhos leves.


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Meu pau de novo tava duro igual um cacete; ela se afastou e colocou debaixo do jato d'água pra se enxaguar e quando virou o rosto me viu batendo uma, mordeu o lábio e me fez um pequeno sinal com o olhar pra eu acompanhar ela.


Rapidamente me enfiei no chuveiro, colado no corpo dela. Não fui nada sutil e tentei enfiar minha rola na buceta dela.


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Vivendo com minha cunhada - 2




Ela brincou um pouco com aquele jogo, se movia devagar pra sentir ela entre as nádegas, mas de repente se virou bruscamente, sabendo que aquele limite não podia ser ultrapassado.
Pego com carinho na rola, encho de sabão e vou acariciando, tocava nos meus ovos com toda a moleza. Aperto forte o tronco e, me inclinando, passo ela pelos meus peitos.


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Me arrasto debaixo d'água e começo a bater uma, primeiro devagar e depois rápido até gozar nela.

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Minhas pernas tremiam enquanto ela se enxaguava com toda a naturalidade.


Ela fechou o chuveiro e me disse: —Um pouco de privacidade, né, hahahaha.


—Hahaha, vou te deixar na paz então. —E me mandei pra tentar manter a sanidade num dia muito doido.




Lembrei da mensagem da minha mulher e respondi: "Fica tranquila, amor, vai com calma, o dia já vai se normalizar".


Continua?...

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