Vou contar como foi minha primeira vez.
Isso foi em dezembro de 2003 pra 2004, eu na época tinha 16 anos, tava no ensino médio e me inscrevi no clube San Cayetano, que fica bem do lado da igreja, pra fazer natação.
Durante o ano, fiz amizade com um homem de 59 anos, normal, nem barriga nem atlético. Durante o ano, nas aulas, a gente sempre fazia os exercícios em dupla juntos, ele era super gente boa, eu gostava muito dele. Quando podia, ele roçava na minha bunda, nas pernas, etc., mas eu não dei importância.
Na verdade, eu até gostava. Naquele dia, antes da última aula, a gente foi pro vestiário e tomou banho: ele num chuveiro e eu no da frente, mas ele deixou a cortina quase fechada.
Eu olhando, vejo que ele tá se masturbando e fiquei com muito tesão. Terminamos de tomar banho e fomos embora. Na aula seguinte, por ser 19 de dezembro, era piscina livre e depois a gente tinha que levar algo pra beber e comer pra fazer uma espécie de brinde na pista de patinação do clube. A aula era das 20h às 21h, e às 21h30 fechava a piscina e o vestiário, daí a gente ia pro brinde.
Chegou o dia. Na aula de piscina livre, a gente podia pular, brincar de jogos na piscina, etc. Então a gente tava nadando, fomos pro fundo pra nadar. Nisso, ele me agarra por trás brincando e tava de pau duro, e me encosta de um jeito. Aí eu fico naquela posição e jogo minha bunda pra trás, como dando um sim pra tudo. Nisso, me viro e agarro na cintura dele com minhas pernas pra sentir melhor. Olho nos olhos dele e falo: "Não, hein, que vou te arrebentar de beijo!" e dou risada. Ele me diz: "Não, aqui não, cachorro." Às 21h fechava a piscina e às 21h30 o vestiário, então a gente saiu e foi pro vestiário.
Ele me diz: "Hoje vou tomar banho no último chuveiro, aquele que tem a cortina marrom..." E pisca o olho pra mim.
Ele vai pro chuveiro, eu demoro um pouco, e por dentro penso: "Será que vou? O que faço?" Com 16 anos, todas essas perguntas passaram pela minha cabeça e eu disse... Fui. Fui pro chuveiro, a cortina tava fechada, abri e entrei, e lá tava ele com a água morna ligada. O bonner me pegou pelo rosto e me deu um beijão, falou "cachorrinho, como você me excita" e me apertou contra a parede. A gente se beijou por uns 5 minutos, aí nessa hora ele deu a entender pra eu descer e chupar a rola dele, que não era muito grande, mas tinha uma cabeça grossa. Tipo rolha de sidra hahaha. Foi minha primeira vez em tudo, até aquele momento eu só tinha beijado mina. Ele foi meu primeiro homem. Comecei a chupar ele e fiquei uns 10 minutos, ele me segurou forte pela cabeça e gozou — foi a única vez que não consegui engolir tanta porra, ele gozou direto na minha garganta. Levantei e a gente se beijou, ouvimos uns barulhos, aí ele saiu e depois eu. A gente se trocou, eu vesti uma bermuda sem cueca e fomos pro que era o brinde.
Chegamos lá, tava todo mundo conversando, o cara era moreno. Ele pegava o trem Sarmiento na estação de Liniers. Nisso, a gente tava no brinde, era umas 22h15, ele falou "aff, o trem já não vai passar mais tarde, vou ter que ir de ônibus ou ficar por aqui". Aí fui rápido e falei "olha, bem aqui na esquina tem uma pensão/hostel, se servir". "Ah, é? Vou dar uma olhada", ele falou. Eu fiquei lá e ele foi. Passou uns 15 minutos e ele voltou, falou "você é meu salvador, aluguei um quarto pra essa noite e ainda peguei o quarto 16, igual sua idade", e riu.
Aí, como sempre, a gente foi andando praquele lado porque pra ir pra minha casa tenho que passar por aquele hotel. Mas antes passamos por uma banca e ele falou "ah, esqueci de comprar cigarro, me espera na esquina que eu te dou tchau antes de você ir". Voltou e veio com uma Coca Booty, duas cervejas e falou "provisões pra noite, você vai fazer o quê? Vai com seus amigos ou jogar no computador a noite toda?" E eu falei "não, não tenho nada pra fazer, na verdade posso ficar até umas 2". Às 3 da manhã, liguei pra minha mãe e avisei que ia sair com meus amigos, e ela disse "legal, e o que você está esperando pra ligar pra sua casa?". Fui pro orelhão, liguei e avisei que tava saindo, e ela disse: "vamos pro quarto".
Subimos, entramos, ela ligou o ventilador de teto. O quarto tinha uma cama de solteiro, uma cadeira, uma mesinha e uma cozinha tipo camping, era espaçoso.
Aí ela disse: "Viu quando eu te peguei?" Me arrependi de ter mais gente por perto e o short no meio do caminho. E eu fiquei com vergonha, baixei o olhar. "Não, cachorro, não tenha vergonha. Sei que você gostou, senão não tinha apertado."
Então ela se aproximou e me beijou contra a parede, e me colocou em cima da mesinha. Disse no meu ouvido: "Só o que você quiser." Tirou minha camiseta e continuou me beijando, e baixou minha bermuda — que nessa altura já tava muito excitado — e me chupou. Na quinta chupada, gozei que nem um touro na boca dela. Ela se levantou e me beijou, passando meu próprio gozo pra minha boca.
Ela disse: "Vem, vamos pra cama, brincar um pouco." Então me levou pra cama, me deitou e começou a me beijar e acariciar. Chupei a rola dela. Aí, da bolsa, ela tirou um gel e camisinhas sabor morango — que nunca usamos, hahahahaha.
Ela disse: "Fica de quatro e apoia o peito na cama." Começou a beijar minha bunda, chupar meu cu, enfiar a língua. De repente, senti algo frio — era o gel. Ela me lambuzou de gel e, pela primeira vez, senti algo entrando: eram os dedos dela, um por um, depois dois, até quatro. Ela meteu e disse: "Olha pra mim, é do tamanho da minha rola. Seu cuzinho tá pronto. Você tá?" E eu respondi: "Siiiiiiiiiiiiiiiiiiim!"
Ela sentou na cama, de frente pra mim. Eu subi nas pernas dela como se fosse abraçá-la, e aí a gente se masturbou com as picas juntas, nos beijando. Eu tava muito excitado, e ela disse: "Agora, daqui pra frente, tudo que acontecer vai ser porque você quer e deseja. Pode descer, se deixar cair, ou como preferir." E eu me deixei cair e enfiei a rola dela. Doeu. Ela tapou minha boca com um beijo e disse: "Fica quieto, agora se acostuma a ter ela dentro. Se mexe como e quando quiser." Aí a dor passou e eu comecei a cavalgar. Ficamos 15 minutos, eu tava que nem uma cadela no cio e gozei. Lá dentro me fez derreter. A gente se beijou e, sem tirar ela de dentro, ele falou: "vira". E com a pica dentro, eu virei, ficando de costas pra ele. E aí senti ele tomando o controle. Me segurou pela cintura e ficou me comendo por uns 20 minutos, e gozou de novo. Saiu de dentro de mim e me fez limpar a pica dele. A gente descansou um pouco, se beijou, e ele falou: "vamos continuar? Você aguenta, né?" Tava doendo minha bunda, mas eu tava muito tesuda. Ele mandou eu ficar de pé, me encostou na parede, chupou meu cu de novo, me apertou e me comeu selvagemente, num vai e vem entre suave e selvagem. Me levou pra cama e colocou minhas perninhas no ombro dele. Enquanto eu olhava pra ele, via como ele era safado, e ali eu soube que ele seria meu namorado, meu tudo, e que ficaria na história da minha vida. Gozou de novo e se deixou cair em cima de mim. Eu morava a 10 quadras do hostel, fui andando pra casa com a buceta arrombada. Fiquei de namorado com ele um ano depois. Ele foi morar em Misiones e nunca mais soube dele, mas ele foi meu primeiro grande amor e meu macho.
Isso foi em dezembro de 2003 pra 2004, eu na época tinha 16 anos, tava no ensino médio e me inscrevi no clube San Cayetano, que fica bem do lado da igreja, pra fazer natação.
Durante o ano, fiz amizade com um homem de 59 anos, normal, nem barriga nem atlético. Durante o ano, nas aulas, a gente sempre fazia os exercícios em dupla juntos, ele era super gente boa, eu gostava muito dele. Quando podia, ele roçava na minha bunda, nas pernas, etc., mas eu não dei importância.
Na verdade, eu até gostava. Naquele dia, antes da última aula, a gente foi pro vestiário e tomou banho: ele num chuveiro e eu no da frente, mas ele deixou a cortina quase fechada.
Eu olhando, vejo que ele tá se masturbando e fiquei com muito tesão. Terminamos de tomar banho e fomos embora. Na aula seguinte, por ser 19 de dezembro, era piscina livre e depois a gente tinha que levar algo pra beber e comer pra fazer uma espécie de brinde na pista de patinação do clube. A aula era das 20h às 21h, e às 21h30 fechava a piscina e o vestiário, daí a gente ia pro brinde.
Chegou o dia. Na aula de piscina livre, a gente podia pular, brincar de jogos na piscina, etc. Então a gente tava nadando, fomos pro fundo pra nadar. Nisso, ele me agarra por trás brincando e tava de pau duro, e me encosta de um jeito. Aí eu fico naquela posição e jogo minha bunda pra trás, como dando um sim pra tudo. Nisso, me viro e agarro na cintura dele com minhas pernas pra sentir melhor. Olho nos olhos dele e falo: "Não, hein, que vou te arrebentar de beijo!" e dou risada. Ele me diz: "Não, aqui não, cachorro." Às 21h fechava a piscina e às 21h30 o vestiário, então a gente saiu e foi pro vestiário.
Ele me diz: "Hoje vou tomar banho no último chuveiro, aquele que tem a cortina marrom..." E pisca o olho pra mim.
Ele vai pro chuveiro, eu demoro um pouco, e por dentro penso: "Será que vou? O que faço?" Com 16 anos, todas essas perguntas passaram pela minha cabeça e eu disse... Fui. Fui pro chuveiro, a cortina tava fechada, abri e entrei, e lá tava ele com a água morna ligada. O bonner me pegou pelo rosto e me deu um beijão, falou "cachorrinho, como você me excita" e me apertou contra a parede. A gente se beijou por uns 5 minutos, aí nessa hora ele deu a entender pra eu descer e chupar a rola dele, que não era muito grande, mas tinha uma cabeça grossa. Tipo rolha de sidra hahaha. Foi minha primeira vez em tudo, até aquele momento eu só tinha beijado mina. Ele foi meu primeiro homem. Comecei a chupar ele e fiquei uns 10 minutos, ele me segurou forte pela cabeça e gozou — foi a única vez que não consegui engolir tanta porra, ele gozou direto na minha garganta. Levantei e a gente se beijou, ouvimos uns barulhos, aí ele saiu e depois eu. A gente se trocou, eu vesti uma bermuda sem cueca e fomos pro que era o brinde.
Chegamos lá, tava todo mundo conversando, o cara era moreno. Ele pegava o trem Sarmiento na estação de Liniers. Nisso, a gente tava no brinde, era umas 22h15, ele falou "aff, o trem já não vai passar mais tarde, vou ter que ir de ônibus ou ficar por aqui". Aí fui rápido e falei "olha, bem aqui na esquina tem uma pensão/hostel, se servir". "Ah, é? Vou dar uma olhada", ele falou. Eu fiquei lá e ele foi. Passou uns 15 minutos e ele voltou, falou "você é meu salvador, aluguei um quarto pra essa noite e ainda peguei o quarto 16, igual sua idade", e riu.
Aí, como sempre, a gente foi andando praquele lado porque pra ir pra minha casa tenho que passar por aquele hotel. Mas antes passamos por uma banca e ele falou "ah, esqueci de comprar cigarro, me espera na esquina que eu te dou tchau antes de você ir". Voltou e veio com uma Coca Booty, duas cervejas e falou "provisões pra noite, você vai fazer o quê? Vai com seus amigos ou jogar no computador a noite toda?" E eu falei "não, não tenho nada pra fazer, na verdade posso ficar até umas 2". Às 3 da manhã, liguei pra minha mãe e avisei que ia sair com meus amigos, e ela disse "legal, e o que você está esperando pra ligar pra sua casa?". Fui pro orelhão, liguei e avisei que tava saindo, e ela disse: "vamos pro quarto".
Subimos, entramos, ela ligou o ventilador de teto. O quarto tinha uma cama de solteiro, uma cadeira, uma mesinha e uma cozinha tipo camping, era espaçoso.
Aí ela disse: "Viu quando eu te peguei?" Me arrependi de ter mais gente por perto e o short no meio do caminho. E eu fiquei com vergonha, baixei o olhar. "Não, cachorro, não tenha vergonha. Sei que você gostou, senão não tinha apertado."
Então ela se aproximou e me beijou contra a parede, e me colocou em cima da mesinha. Disse no meu ouvido: "Só o que você quiser." Tirou minha camiseta e continuou me beijando, e baixou minha bermuda — que nessa altura já tava muito excitado — e me chupou. Na quinta chupada, gozei que nem um touro na boca dela. Ela se levantou e me beijou, passando meu próprio gozo pra minha boca.
Ela disse: "Vem, vamos pra cama, brincar um pouco." Então me levou pra cama, me deitou e começou a me beijar e acariciar. Chupei a rola dela. Aí, da bolsa, ela tirou um gel e camisinhas sabor morango — que nunca usamos, hahahahaha.
Ela disse: "Fica de quatro e apoia o peito na cama." Começou a beijar minha bunda, chupar meu cu, enfiar a língua. De repente, senti algo frio — era o gel. Ela me lambuzou de gel e, pela primeira vez, senti algo entrando: eram os dedos dela, um por um, depois dois, até quatro. Ela meteu e disse: "Olha pra mim, é do tamanho da minha rola. Seu cuzinho tá pronto. Você tá?" E eu respondi: "Siiiiiiiiiiiiiiiiiiim!"
Ela sentou na cama, de frente pra mim. Eu subi nas pernas dela como se fosse abraçá-la, e aí a gente se masturbou com as picas juntas, nos beijando. Eu tava muito excitado, e ela disse: "Agora, daqui pra frente, tudo que acontecer vai ser porque você quer e deseja. Pode descer, se deixar cair, ou como preferir." E eu me deixei cair e enfiei a rola dela. Doeu. Ela tapou minha boca com um beijo e disse: "Fica quieto, agora se acostuma a ter ela dentro. Se mexe como e quando quiser." Aí a dor passou e eu comecei a cavalgar. Ficamos 15 minutos, eu tava que nem uma cadela no cio e gozei. Lá dentro me fez derreter. A gente se beijou e, sem tirar ela de dentro, ele falou: "vira". E com a pica dentro, eu virei, ficando de costas pra ele. E aí senti ele tomando o controle. Me segurou pela cintura e ficou me comendo por uns 20 minutos, e gozou de novo. Saiu de dentro de mim e me fez limpar a pica dele. A gente descansou um pouco, se beijou, e ele falou: "vamos continuar? Você aguenta, né?" Tava doendo minha bunda, mas eu tava muito tesuda. Ele mandou eu ficar de pé, me encostou na parede, chupou meu cu de novo, me apertou e me comeu selvagemente, num vai e vem entre suave e selvagem. Me levou pra cama e colocou minhas perninhas no ombro dele. Enquanto eu olhava pra ele, via como ele era safado, e ali eu soube que ele seria meu namorado, meu tudo, e que ficaria na história da minha vida. Gozou de novo e se deixou cair em cima de mim. Eu morava a 10 quadras do hostel, fui andando pra casa com a buceta arrombada. Fiquei de namorado com ele um ano depois. Ele foi morar em Misiones e nunca mais soube dele, mas ele foi meu primeiro grande amor e meu macho.
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