Depois de brigar com o Dante, fui com meu bebê pra casa de campo dos avós do Salvador e vivi um dos momentos mais inesquecíveis da minha vida. Ver ele grudado na minha teta, chupando com aquela desesperação, mas ao mesmo tempo com paixão e vontade de provar meu leite branco. Quando nossos olhares se cruzaram, eu sorri pra ele, e ele começou a passar a língua de cima pra baixo, me dando arrepios e uma excitação tremenda. Um dos dedos dele entrou por dentro da minha calça e da minha calcinha, acariciando os lábios da minha buceta inchada, desejosa por ele. Ele enfiava o dedo mais e mais fundo enquanto continuava passando a língua, sem desviar o olhar. Eu não aguentava mais e comecei a gemer cada vez mais alto. Com os outros dedos, ele apertava meus lábios inchados, e os outros entravam e saíam num frenesi perfeito que não dava mais, e eu comecei a gemer mais forte. — Ayyyyyy... Meu amor... Aaaaghhhhhhhh — Uuuufff... Assim... Assim, meu amor... Mmmmmmmmmmm Ele sentiu a umidade saindo da minha buceta e continuou se movendo devagar, mas com a outra mão levantou meu sutiã por completo e apertou minha outra teta, enquanto eu estava de novo com uma excitação tremenda. Minhas tetas, presas de tanta excitação e tesão, pingavam aos poucos aquele leite que ele tanto gostava. Caminhamos até um sofá bem grande e confortável, e ele me fez deitar nele pra ficarmos mais à vontade. Ele tirou toda a minha roupa de baixo, deixando um pouco abaixo dos meus joelhos. Se aproximou devagar, se ajoelhou, fez eu levantar uma perna e me lambeu entre as pernas, nas minhas nádegas e nos lábios da minha buceta. Lambeu devagar e sem pressa. Minha respiração pedia aos gritos pra ele me chupar até eu gozar, mas ele continuou com o jogo suave e sem pressa. Eu estava de novo com uma excitação enorme, quase explodindo. Quando ele se aproximou de novo, me olhou por cima e lambeu minhas duas tetas, apertou ambas bem juntinhas, uma na outra, e começou a passar a língua nelas, esticá-las, chupar devagar enquanto mantinha o olhar fixo nos meus olhos, bem preso, e isso fazia meu orgasmo ser iminente. Comecei a ofegar e ele, pacífico, chupava e soltava fazendo barulho. O dedo dele esfregava sem parar na minha pussy, e de tanta excitação que tinha me causado, arquei a cabeça para trás e gritei sem parar enquanto todos os meus fluidos jorravam com violência naqueles dedos maravilhosos do Salvador. Ele ergueu aqueles dedos encharcados e passou nos meus peitos, e novamente foi até eles para provar as duas coisas. Tirou toda a minha roupa e tirou a calça jeans e a cueca dele, encaixou minha bunda mais perto dele, vi que ele olhava meu corpo inteiro com calma enquanto ia me acariciando pela barriga, pelos meus peitos enormes e duríssimos, meu pescoço e meu rosto. Aquelas mãos tão especiais me acariciando, senti uma excitação tremenda de novo. Toquei ele no peito, tinha um peito bem peludo e, ao chegar nos mamilos dele, acariciei e ele gemeu e fechou os olhos. Vi que o cock dele estava bem duro e minhas mãos foram até ele, e nesse momento ele se levanta e me faz sentar em cima das pernas dele. Se acomoda melhor no sofá, nós dois completamente nus, com uma vontade tão forte de foder, mas aproveitando aquele momento exato. Minhas mãos percorriam o membro inteiro dele, estava duríssimo, as veias pareciam que iam explodir, os ovos inchados e bem duros, a respiração dele tentando disfarçar o tesão, mas já estávamos ambos desejando nos sentir muito mais íntimos. Ele aproximou o corpo dele de mim e beijei o pescoço dele, fui dando beijos curtos no rosto dele, no queixo, naquela maçã do rosto linda e enorme. Ele ofegava sem parar. Ao chegar na boca dele, parei e olhei nos olhos dele, e houve de novo aquela faísca, e ele se jogou para me beijar. Abríamos as bocas completamente, brincando com as línguas, mexendo e sentindo o fogo que saía de dentro delas. Nossas mãos já foram para o nosso sexo, as minhas para tocar e sentir como estava duro, e as dele Mãos pra me agarrar e me acomodar bem em cima dele, abrindo espaço pra enfiar o pau dele em mim. Use a palavra: buceta. Eu soltei devagar a boca dele e apoiei no ombro dele enquanto sentia o pau dele entrando devagarinho todo dentro de mim. Ele de novo me olhava fixamente até entrar tudo e não se mexeu. Só me acariciava devagar na minha bunda e a outra mão subia pelas minhas costas, me apertando mais contra o corpo dele. Sentir o pau dele dentro de mim dava movimentos sozinho e eu não me apressei em me mexer, porque tava curtindo esse momento de prazer e amor que a gente tava vivendo. Ele me olhou de novo, sorriu pra mim e achei que ia me beijar de novo, mas foi pros meus peitos. Começou a chupar um, enquanto mamava e me olhava nos olhos. Ao ver aquela cena de novo, fui me movendo suave em cima dele. Ele, sem soltar meu peito, me mexia um pouco mais e mais forte. Enquanto continuava chupando. Eu tava no auge do tesão quando senti a língua dele fazendo pressão pra mamar mais, e isso foi o mais excitante, e eu me mexia mais e mais forte. Ele me apertava mais contra o corpo dele e a mão segurava meu peito. Comecei a ofegar sem parar, ele soltou meu peito e me beijou. Senti na boca dele o gosto da minha porra, e aquele beijo molhado, com tanta saliva e porra, foi o que nos fez explodir.
Eu: — Mmmmmmmmmmm... Isso... Mmmmmmmmm
Salva: — Aaaaghhhhhhhhh, Yulita, meu amor... Vou gozar
Eu: — Mmmmmm sim... Eu também, eu também...
A gente se beijou de novo enquanto todo aquele tesão jorrava sem parar dos nossos sexos. Ele foi se movendo mais devagar, mas ainda dava pra sentir o quanto ele tava duro.
Salva: — Você não sabe como eu tava doido pra ficar com você de novo — enquanto ele afastava os meus cabelos do meu rosto.
Eu: — Sim, verdade, eu também — acariciando a bochecha dele.
Salva: — Como eu te amo, minha Chulita... Você não sabe o quanto eu te amo.
Eu: — Tanto assim?
Salva: — Muito, muitíssimo, demais...
Ele se aproximou e me beijou de novo, me dava beijos curtos, mas muito gostosos, e eu respondi com um beijo longo, mordendo até os lábios dele, puxando primeiro o de Abaixo, depois o de cima e ele prendeu minha boca completamente com a dele. Agora a boca dele brincava com meus lábios, me beijava, esticava um lábio e depois o outro. Esses movimentos fizeram a gente ficar com mais vontade de transar. Ele se ajeitou no sofá comigo por cima e colocou almofadas nas costas e no pescoço dele. Apoiei minhas mãos no peito dele enquanto cavalgava e, quando ia fechar os olhos, ele disse Salva:
- Só te peço pra me olhar e não desviar o olhar.
Eu:
- Tá bom...
Obedeci enquanto me mexia, ele só me segurava com uma mão na minha cintura pra marcar mais nossos movimentos e a outra pra afastar os cabelos que caíam pra frente. Eu me movia mais forte e mais forte. Aquele olhar tão penetrante me deixou com tesão naquele exato momento e eu me mexia cada vez mais forte. Já dava pra sentir minha pélvis batendo com mais força contra a dele, ouvindo aquele som que nossos corpos faziam. Mais e mais fomos aumentando nossos movimentos e eu estava no clímax total, tentei fechar os olhos, mas ele levantou meu olhar e me puxou bem perto do rosto dele, com nossos olhares frente a frente, e gozamos de novo de um jeito descomunal.
Depois que tudo saiu, ele me movia devagar pra fazer sair tudo enquanto acariciava meu pescoço e se jogou pra beijá-lo. Lambeu, beijou e com as duas mãos acariciava e beijava de novo. Uma das mãos dele foi pros meus peitos e os agarrou com as pontas dos dedos, acariciando devagar.
Salva:
- Você gosta assim?
Eu:
- Sim!!! Continua!! Adoro!!!
Ele continuou, mas com os dedos indicador e do meio começou a esticar e soltar meu peito.
Salva:
- Você não sabe o quanto eu gosto dos seus peitos - continuava apertando mais forte.
Eu:
- Uuuuffff... E eu gosto que... Mmmmmmmm... Você faça assim comigo... Mmmmmmmmmmm... - ele continuava apertando mais meu peito e saíram umas gotas de gozo.
Salva:
- Posso?
Eu:
- Sim... Por um tempo podem ser seus.
Salva:
- Você é minha?
Eu:
- Por hoje e esses dias, sim!
Ele me beijou de novo, senti aquela língua bem dentro da minha boca e ele a mexia devagar. e pausado. Os beijos dele me esquentavam muito e eu me mexia mais em cima dele. As mãos dele foram pra minha cintura pra marcar nossos movimentos e de novo a gente gemia sem parar, os dois estávamos no clímax total quando sentia que nossa respiração era entrecortada e quebrada.
Eu: - Mmmm.... Aaaghhhh... Sim... Siii... Vou... Vou....
Salva: - Aaaaaggghhh... Yuli.. Ayyyy Yuli, meu amor... Mmmmmmm
Eu me apoiei no ombro dele e ele jogou a cabeça pra trás. De novo saía muito líquido dos nossos sexos. Quando a gente se recompôs, o pau dele ainda estava dentro de mim, mas eu estava mais apertada e sentindo os últimos espasmos do sêmen dele. A gente se olhou e sorriu.
Salva: - Você é linda!
Eu: - Valeu... A verdade é que foi incrível tudo isso... Eu precisava disso - vesti só a camiseta sem o sutiã - já que seu amigo ou ex-amigo não curte nada desse tipo de coisa.
Salva: - A verdade é que não achei que ele fosse tão babaca! Linda... Quer tomar um banho?
Eu: - Sim... Acho que vai ser o melhor, porque estou muito suada - sorri pra ele.
Salva: - Vai até o fundo do corredor e à esquerda fica o banheiro. Já te trago uma toalha.
Eu: - Ok, valeu. Vou dar uma olhada no Jere e já vou. - Passei pra ver ele e continuava muito confortável dormindo, bem à vontade. Fui pro banheiro, tirei a camiseta e meus peitos ficaram à mostra no espelho enorme que tinha, e pude ver meu corpo inteiro. Me sentia mais que bem, apesar de ter transado com outro homem que não era meu marido, sentia uma liberdade que nunca tinha sentido. Abri as torneiras, fui testando a água até ouvir Salvador batendo na porta. Abri sem hesitar, vejo ele parado. Ele se surpreende ao me ver assim, pego na mão dele e faço ele entrar. Aí me joguei nele, dando um beijo suave mas com língua, eu parecia outra mulher, totalmente diferente. Ele acariciou meu corpo, foi descendo devagar até chegar na minha barriga, continuou descendo até chegar na minha buceta e ali acariciou por fora, como se pedisse permissão. Eu peguei a mão dele, olhando nos olhos Ele percebeu que podia enfiar os dedos de novo e enfiou. Me levou assim até o chuveiro e entramos debaixo da água morna. Os dedos dele pareciam possuídos, entrando e saindo com muito mais vontade da minha buceta molhada. Eu já tava de novo prestes a gozar. Ele foi diminuindo o ritmo, tirou os dedos, me virou de costas e meus peitos ficaram encostados na parede fria. Me ajeitou e foi enfiando o pau dele. Entrava e saía. Era espetacular, uma sensação incrível! Não aguentei mais, comecei a gritar sem parar. Ele apoiou a cabeça nas minhas costas, me dando beijos, e eu joguei a cabeça pra trás. Com uma mão, ele me virou de lado e a gente se beijou. Sentia tudo que era meu escorrendo, parecia a água do chuveiro caindo. Com mais força, ele me segurou pra ter mais controle do meu corpo e poder me mover melhor. Começou me movendo devagar, eu me agarrava nos azulejos frios do box, enquanto sentia as mãos dele na minha cintura apertando, enquanto ele ia pra frente e pra trás, mas também pra cima e pra baixo. Com o frio da parede, eu já tava no auge de novo, quase gozando outra vez. Quando sinto ele me abaixar devagar e me virar. Ele me beija muito de novo enquanto me levanta, e aí, com a minha buceta tão molhada pelo meu tesão quanto pela água, não custou nada ele me penetrar de novo. Dessa vez, ele segurou minha bunda com força, apertou, deu uns beliscões leves e eu gritei alto. Salva: - Tô te machucando? Eu: - Não, não... Adoro... Continua... Continua assim... Ele continuou beliscando enquanto me olhava, deu uns tapas leves na minha bunda. Entre o movimento, os tapas e sentir ele dentro de novo, eu tava prestes a gozar. Ouvi ele sussurrar no meu ouvido: Salva: - Morro de vontade de te comer assim todo dia. Foi tipo a chave mágica que abriu as portas do paraíso, e essas palavras soltaram meu orgasmo com tudo. Senti ele tentando acompanhar meu ritmo, os movimentos dele ficaram mais fortes e eu sentia a ponta do pau dele. pau prestes a explodir. Pra ajudá-lo, fiquei dando beijinhos na orelha dele, lambendo e mordendo os lóbulos, e isso fez ele gozar de um jeito tão intenso que desci devagar. Terminamos de lavar e enxaguar. Saímos pro quarto pra nos secar. Ele me olhava com atenção enquanto a toalha passava pelo meu corpo, e ficou parado observando tudo. Quando passei pela minha buceta, ele se aproximou e disse:
Salva: — Disso eu cuido!
Eu sorri e concordei com a cabeça. Deitei de barriga pra cima na cama, com as pernas dobradas na borda, e ele, do jeito que tava, se aproximou e começou a passar a língua. Deus... Não acreditava como ele fazia: enfiando a língua até o fundo, parecia que tava beijando meus lábios vaginais de novo, enquanto apertava mais forte minha bunda contra o rosto dele, como se eu coubesse inteira ali. Continuou por um bom tempo até que sinto ele enfiar um dedo e começar a me masturbar devagar na entrada dos meus lábios, acariciando meu ponto G. Isso me fez arquear e começar a gemer que nem uma louca. Meu orgasmo, de novo, era iminente, mas dessa vez não ia sair só meus fluidos, mas também um pouco de gozo. Dessa vez, com Salvador, era diferente: eu só gritava sem parar, e os espasmos eram constantes e fortes, tipo ondas bravias de uma tempestade. Gozei enquanto gritava sem parar, e meus peitos soltavam cada vez mais gotas de gozo. Tentei me recompor. Ouvi o Jeremías chorando. Levantei feito uma mola, me enrolei na toalha, fui buscar ele e trouxe comigo. Enquanto falava baixinho:
Eu: — Oi, meu amor... Cê tá com fome, meu pequenininho?
Cheguei no quarto e vi o Salvador só de cueca, me sorrindo.
Salva: — Uffff... Desculpa, bebezinho... Fizemos muito barulho com sua mamãe e te acordamos?
Eu: — Não sei se fomos nós ou se foi a fome! — Vi que ele instintivamente procurava meu peito com a boquinha, até conseguir pegar direitinho. Meus peitos, por causa do tempo que ele não mamava, Estavam grandes e inchadas. Salvador me olhava fixamente enquanto Jeremias estava grudado numa das minhas tetas.
Salva: - Uffff... Sortudo é o teu bebê que quando tem fome chora e tu dá assim na hora... Assim, de uma vez, põe essa teta linda pra fora e ele pega!
Eu ri: - Não tem nada pra invejar. Se tu também pegou e mamou!
Os dois rimos.
Salva: - Tu é divina. A mulher mais incrível que já conheci. Juro que ainda não acredito em tudo isso que a gente faz. Já que a gente tá nessa pausa, podia aproveitar e preparar algo pra comer.
Eu: - Sim, sim... Assim depois a gente podia...
Sorri de um jeito safado e sexy.
Salva: - Ufffff... Não começa que já tô querendo de novo...
A gente se sorriu, ele vestiu um short e foi pra cozinha de torso nu. Eu arrumei os travesseiros e o Jere continuava grudado, mamando devagar, com a mãozinha tentando apertar e "abraçar" meu peito.
Depois de um tempo, comecei a sentir um cheiro gostoso e suspirei enquanto via o Jere soltando meu peito devagar, voltando a dormir. Tentei tirar a auréola da boca dele e coloquei ele no meu ombro pra arrotar. Quando ouvi o barulhinho, olhei a fralda, troquei e levei ele pra sala, onde tava a cadeirinha, e deitei ele. Coloquei um vestido sem nada por baixo. Fui olhando as fotos de família que tinha na casa: os avós do Salvador com ele e os outros irmãos. Uma foto dos pais dele no casamento, outra do nascimento de um deles, e não consegui parar de olhar a carinha angelical daquele bebê. Sorri e fui pra cozinha.
Ouvi o Salvador falando no viva-voz enquanto cozinhava. Quando cheguei mais perto, sorri pra ele e percebi que tava em videochamada. Ainda bem que entrei em silêncio. Quando Salvador se virou, disse:
Salva: - Já te contei tudo e aqui tô eu com o motivo da minha pausa no sítio dos teus sogros, mãe.
Eu fiquei toda vermelha.
- Vem cá, dá um oi, senão ela não acredita...
Me aproximei do celular e vi a Ramona, mãe do Salvador. que tava de óculos e sorrindo pra caramba
Ramona: — Oi, gata... Oi, como cê tá?
Eu: — Oi, Ramona, tudo bem. E a senhora?
Ramona: — Tudo ótimo, agora fico tranquila sabendo que meu filho tá bem e com você — eu sorri pra ela — bom, crianças, vou dormir
Salva: — Vai, mãe, dorme sossegada que a gente precisa comer
Ramona: — Ok, bom apetite e obrigada por me contar, filho
Salva: — Como sempre, mãe. Um beijo e manda um abraço pro pai — nós dois acenamos e ela desligou
Eu: — Ai, que vergonha... Não sabia que...
Salva: — Shhh — ele colocou o dedo na minha boca e se aproximou — calma. É que ela me ligou porque viu a Irene sozinha e quando perguntou por mim, ela disse que eu tinha vindo pra cá, ela achou que a gente tinha brigado e eu contei tudo
Eu: — Tudo o quê?
Salva: — Tudo: que esse bebê que ela espera não é meu, que a gente tá junto por causa do seu marido, que eu continuo apaixonado por uma única mulher e que eu tava com você e ela não acreditou até você aparecer, e isso deu a prova perfeita de que eu não tava mentindo. Ela disse que já desconfiava, porque desde antes do aniversário dela eu tava estranho e ela não quis insistir, e quando chegou o aniversário dela, aquela suposta namorada e tudo que veio depois, tipo tantas postagens que eu fazia, ela não entendia porque eu tinha um olhar diferente e não me via feliz. No dia antes de eu vir, passei na casa dela e pedi a chave pro meu pai e a gente conversou um pouco, e meu olhar e minha felicidade já eram completamente os mesmos de antes. Agora ela sabe o motivo
CONTINUA...
Eu: — Mmmmmmmmmmm... Isso... Mmmmmmmmm
Salva: — Aaaaghhhhhhhhh, Yulita, meu amor... Vou gozar
Eu: — Mmmmmm sim... Eu também, eu também...
A gente se beijou de novo enquanto todo aquele tesão jorrava sem parar dos nossos sexos. Ele foi se movendo mais devagar, mas ainda dava pra sentir o quanto ele tava duro.
Salva: — Você não sabe como eu tava doido pra ficar com você de novo — enquanto ele afastava os meus cabelos do meu rosto.
Eu: — Sim, verdade, eu também — acariciando a bochecha dele.
Salva: — Como eu te amo, minha Chulita... Você não sabe o quanto eu te amo.
Eu: — Tanto assim?
Salva: — Muito, muitíssimo, demais...
Ele se aproximou e me beijou de novo, me dava beijos curtos, mas muito gostosos, e eu respondi com um beijo longo, mordendo até os lábios dele, puxando primeiro o de Abaixo, depois o de cima e ele prendeu minha boca completamente com a dele. Agora a boca dele brincava com meus lábios, me beijava, esticava um lábio e depois o outro. Esses movimentos fizeram a gente ficar com mais vontade de transar. Ele se ajeitou no sofá comigo por cima e colocou almofadas nas costas e no pescoço dele. Apoiei minhas mãos no peito dele enquanto cavalgava e, quando ia fechar os olhos, ele disse Salva:
- Só te peço pra me olhar e não desviar o olhar.
Eu:
- Tá bom...
Obedeci enquanto me mexia, ele só me segurava com uma mão na minha cintura pra marcar mais nossos movimentos e a outra pra afastar os cabelos que caíam pra frente. Eu me movia mais forte e mais forte. Aquele olhar tão penetrante me deixou com tesão naquele exato momento e eu me mexia cada vez mais forte. Já dava pra sentir minha pélvis batendo com mais força contra a dele, ouvindo aquele som que nossos corpos faziam. Mais e mais fomos aumentando nossos movimentos e eu estava no clímax total, tentei fechar os olhos, mas ele levantou meu olhar e me puxou bem perto do rosto dele, com nossos olhares frente a frente, e gozamos de novo de um jeito descomunal.
Depois que tudo saiu, ele me movia devagar pra fazer sair tudo enquanto acariciava meu pescoço e se jogou pra beijá-lo. Lambeu, beijou e com as duas mãos acariciava e beijava de novo. Uma das mãos dele foi pros meus peitos e os agarrou com as pontas dos dedos, acariciando devagar.
Salva:
- Você gosta assim?
Eu:
- Sim!!! Continua!! Adoro!!!
Ele continuou, mas com os dedos indicador e do meio começou a esticar e soltar meu peito.
Salva:
- Você não sabe o quanto eu gosto dos seus peitos - continuava apertando mais forte.
Eu:
- Uuuuffff... E eu gosto que... Mmmmmmmm... Você faça assim comigo... Mmmmmmmmmmm... - ele continuava apertando mais meu peito e saíram umas gotas de gozo.
Salva:
- Posso?
Eu:
- Sim... Por um tempo podem ser seus.
Salva:
- Você é minha?
Eu:
- Por hoje e esses dias, sim!
Ele me beijou de novo, senti aquela língua bem dentro da minha boca e ele a mexia devagar. e pausado. Os beijos dele me esquentavam muito e eu me mexia mais em cima dele. As mãos dele foram pra minha cintura pra marcar nossos movimentos e de novo a gente gemia sem parar, os dois estávamos no clímax total quando sentia que nossa respiração era entrecortada e quebrada.
Eu: - Mmmm.... Aaaghhhh... Sim... Siii... Vou... Vou....
Salva: - Aaaaaggghhh... Yuli.. Ayyyy Yuli, meu amor... Mmmmmmm
Eu me apoiei no ombro dele e ele jogou a cabeça pra trás. De novo saía muito líquido dos nossos sexos. Quando a gente se recompôs, o pau dele ainda estava dentro de mim, mas eu estava mais apertada e sentindo os últimos espasmos do sêmen dele. A gente se olhou e sorriu.
Salva: - Você é linda!
Eu: - Valeu... A verdade é que foi incrível tudo isso... Eu precisava disso - vesti só a camiseta sem o sutiã - já que seu amigo ou ex-amigo não curte nada desse tipo de coisa.
Salva: - A verdade é que não achei que ele fosse tão babaca! Linda... Quer tomar um banho?
Eu: - Sim... Acho que vai ser o melhor, porque estou muito suada - sorri pra ele.
Salva: - Vai até o fundo do corredor e à esquerda fica o banheiro. Já te trago uma toalha.
Eu: - Ok, valeu. Vou dar uma olhada no Jere e já vou. - Passei pra ver ele e continuava muito confortável dormindo, bem à vontade. Fui pro banheiro, tirei a camiseta e meus peitos ficaram à mostra no espelho enorme que tinha, e pude ver meu corpo inteiro. Me sentia mais que bem, apesar de ter transado com outro homem que não era meu marido, sentia uma liberdade que nunca tinha sentido. Abri as torneiras, fui testando a água até ouvir Salvador batendo na porta. Abri sem hesitar, vejo ele parado. Ele se surpreende ao me ver assim, pego na mão dele e faço ele entrar. Aí me joguei nele, dando um beijo suave mas com língua, eu parecia outra mulher, totalmente diferente. Ele acariciou meu corpo, foi descendo devagar até chegar na minha barriga, continuou descendo até chegar na minha buceta e ali acariciou por fora, como se pedisse permissão. Eu peguei a mão dele, olhando nos olhos Ele percebeu que podia enfiar os dedos de novo e enfiou. Me levou assim até o chuveiro e entramos debaixo da água morna. Os dedos dele pareciam possuídos, entrando e saindo com muito mais vontade da minha buceta molhada. Eu já tava de novo prestes a gozar. Ele foi diminuindo o ritmo, tirou os dedos, me virou de costas e meus peitos ficaram encostados na parede fria. Me ajeitou e foi enfiando o pau dele. Entrava e saía. Era espetacular, uma sensação incrível! Não aguentei mais, comecei a gritar sem parar. Ele apoiou a cabeça nas minhas costas, me dando beijos, e eu joguei a cabeça pra trás. Com uma mão, ele me virou de lado e a gente se beijou. Sentia tudo que era meu escorrendo, parecia a água do chuveiro caindo. Com mais força, ele me segurou pra ter mais controle do meu corpo e poder me mover melhor. Começou me movendo devagar, eu me agarrava nos azulejos frios do box, enquanto sentia as mãos dele na minha cintura apertando, enquanto ele ia pra frente e pra trás, mas também pra cima e pra baixo. Com o frio da parede, eu já tava no auge de novo, quase gozando outra vez. Quando sinto ele me abaixar devagar e me virar. Ele me beija muito de novo enquanto me levanta, e aí, com a minha buceta tão molhada pelo meu tesão quanto pela água, não custou nada ele me penetrar de novo. Dessa vez, ele segurou minha bunda com força, apertou, deu uns beliscões leves e eu gritei alto. Salva: - Tô te machucando? Eu: - Não, não... Adoro... Continua... Continua assim... Ele continuou beliscando enquanto me olhava, deu uns tapas leves na minha bunda. Entre o movimento, os tapas e sentir ele dentro de novo, eu tava prestes a gozar. Ouvi ele sussurrar no meu ouvido: Salva: - Morro de vontade de te comer assim todo dia. Foi tipo a chave mágica que abriu as portas do paraíso, e essas palavras soltaram meu orgasmo com tudo. Senti ele tentando acompanhar meu ritmo, os movimentos dele ficaram mais fortes e eu sentia a ponta do pau dele. pau prestes a explodir. Pra ajudá-lo, fiquei dando beijinhos na orelha dele, lambendo e mordendo os lóbulos, e isso fez ele gozar de um jeito tão intenso que desci devagar. Terminamos de lavar e enxaguar. Saímos pro quarto pra nos secar. Ele me olhava com atenção enquanto a toalha passava pelo meu corpo, e ficou parado observando tudo. Quando passei pela minha buceta, ele se aproximou e disse:
Salva: — Disso eu cuido!
Eu sorri e concordei com a cabeça. Deitei de barriga pra cima na cama, com as pernas dobradas na borda, e ele, do jeito que tava, se aproximou e começou a passar a língua. Deus... Não acreditava como ele fazia: enfiando a língua até o fundo, parecia que tava beijando meus lábios vaginais de novo, enquanto apertava mais forte minha bunda contra o rosto dele, como se eu coubesse inteira ali. Continuou por um bom tempo até que sinto ele enfiar um dedo e começar a me masturbar devagar na entrada dos meus lábios, acariciando meu ponto G. Isso me fez arquear e começar a gemer que nem uma louca. Meu orgasmo, de novo, era iminente, mas dessa vez não ia sair só meus fluidos, mas também um pouco de gozo. Dessa vez, com Salvador, era diferente: eu só gritava sem parar, e os espasmos eram constantes e fortes, tipo ondas bravias de uma tempestade. Gozei enquanto gritava sem parar, e meus peitos soltavam cada vez mais gotas de gozo. Tentei me recompor. Ouvi o Jeremías chorando. Levantei feito uma mola, me enrolei na toalha, fui buscar ele e trouxe comigo. Enquanto falava baixinho:
Eu: — Oi, meu amor... Cê tá com fome, meu pequenininho?
Cheguei no quarto e vi o Salvador só de cueca, me sorrindo.
Salva: — Uffff... Desculpa, bebezinho... Fizemos muito barulho com sua mamãe e te acordamos?
Eu: — Não sei se fomos nós ou se foi a fome! — Vi que ele instintivamente procurava meu peito com a boquinha, até conseguir pegar direitinho. Meus peitos, por causa do tempo que ele não mamava, Estavam grandes e inchadas. Salvador me olhava fixamente enquanto Jeremias estava grudado numa das minhas tetas.
Salva: - Uffff... Sortudo é o teu bebê que quando tem fome chora e tu dá assim na hora... Assim, de uma vez, põe essa teta linda pra fora e ele pega!
Eu ri: - Não tem nada pra invejar. Se tu também pegou e mamou!
Os dois rimos.
Salva: - Tu é divina. A mulher mais incrível que já conheci. Juro que ainda não acredito em tudo isso que a gente faz. Já que a gente tá nessa pausa, podia aproveitar e preparar algo pra comer.
Eu: - Sim, sim... Assim depois a gente podia...
Sorri de um jeito safado e sexy.
Salva: - Ufffff... Não começa que já tô querendo de novo...
A gente se sorriu, ele vestiu um short e foi pra cozinha de torso nu. Eu arrumei os travesseiros e o Jere continuava grudado, mamando devagar, com a mãozinha tentando apertar e "abraçar" meu peito.
Depois de um tempo, comecei a sentir um cheiro gostoso e suspirei enquanto via o Jere soltando meu peito devagar, voltando a dormir. Tentei tirar a auréola da boca dele e coloquei ele no meu ombro pra arrotar. Quando ouvi o barulhinho, olhei a fralda, troquei e levei ele pra sala, onde tava a cadeirinha, e deitei ele. Coloquei um vestido sem nada por baixo. Fui olhando as fotos de família que tinha na casa: os avós do Salvador com ele e os outros irmãos. Uma foto dos pais dele no casamento, outra do nascimento de um deles, e não consegui parar de olhar a carinha angelical daquele bebê. Sorri e fui pra cozinha.
Ouvi o Salvador falando no viva-voz enquanto cozinhava. Quando cheguei mais perto, sorri pra ele e percebi que tava em videochamada. Ainda bem que entrei em silêncio. Quando Salvador se virou, disse:
Salva: - Já te contei tudo e aqui tô eu com o motivo da minha pausa no sítio dos teus sogros, mãe.
Eu fiquei toda vermelha.
- Vem cá, dá um oi, senão ela não acredita...
Me aproximei do celular e vi a Ramona, mãe do Salvador. que tava de óculos e sorrindo pra caramba
Ramona: — Oi, gata... Oi, como cê tá?
Eu: — Oi, Ramona, tudo bem. E a senhora?
Ramona: — Tudo ótimo, agora fico tranquila sabendo que meu filho tá bem e com você — eu sorri pra ela — bom, crianças, vou dormir
Salva: — Vai, mãe, dorme sossegada que a gente precisa comer
Ramona: — Ok, bom apetite e obrigada por me contar, filho
Salva: — Como sempre, mãe. Um beijo e manda um abraço pro pai — nós dois acenamos e ela desligou
Eu: — Ai, que vergonha... Não sabia que...
Salva: — Shhh — ele colocou o dedo na minha boca e se aproximou — calma. É que ela me ligou porque viu a Irene sozinha e quando perguntou por mim, ela disse que eu tinha vindo pra cá, ela achou que a gente tinha brigado e eu contei tudo
Eu: — Tudo o quê?
Salva: — Tudo: que esse bebê que ela espera não é meu, que a gente tá junto por causa do seu marido, que eu continuo apaixonado por uma única mulher e que eu tava com você e ela não acreditou até você aparecer, e isso deu a prova perfeita de que eu não tava mentindo. Ela disse que já desconfiava, porque desde antes do aniversário dela eu tava estranho e ela não quis insistir, e quando chegou o aniversário dela, aquela suposta namorada e tudo que veio depois, tipo tantas postagens que eu fazia, ela não entendia porque eu tinha um olhar diferente e não me via feliz. No dia antes de eu vir, passei na casa dela e pedi a chave pro meu pai e a gente conversou um pouco, e meu olhar e minha felicidade já eram completamente os mesmos de antes. Agora ela sabe o motivo
CONTINUA...
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