Sempre curti a cara de patricinha dela, daquelas que olham pra todo mundo como se fossem lixo. Desde que comecei a trabalhar naquela empresa, era assim: a filha do dono, uma mina gostosa e metida, muito fresca, se achava a dona do mundo. A gente já se queria, mas ela tinha o namorado rico.
Como uma boa garota gostosa, ela gosta de ser obedecida, de ter o controle, de eu ser o brinquedo dela com aquela cara de dama refinada. Mas hoje eu ia descobrir o quão puta ela era.
Coloco as mãos dela sobre a escrivaninha e deixo ela mostrar aquela bunda fina, me dando esse espetáculo, bem torneadinha, era daquelas que malhava todo dia. Quando comecei a meter por trás, ela começou a gemer e a rebolar, como uma profissional. Dava pra ver que ela adorava sexo e sabia aproveitar.
Entrar e sair... abaixando a calcinha dela no chão, eu começava a penetrar aquele corpinho dessa metida, que hoje era meu brinquedo. A garota gostosa era minha, de forma clandestina, num escritório onde a gente trabalhava. Hoje eu ia fazer hora extra: ia comer a filha do dono e ainda ia ser pago por isso.
Com a carinha de mocinha gostosa, a Yummy olhava como se sentava no meu pau depois de eu ter penetrado ela contra a escrivaninha. Colocar ela pra cavalgar em cima de mim, queria saber o quanto ela era boa, o que a menina Yummy tinha pra mostrar, como ela se mexia... eu tava com essa curiosidade.
Sim, ela era muito boa. Ela se movia de cima pra baixo, balançava pra frente e pra trás com força, num ritmo rápido e em círculos. Era uma expert, com aquela cintura de expert me montava com loucura e luxúria.
Quando ela se debruçou sobre a escrivaninha, eu meti com tudo que tinha. Ela me olhava com aquela carinha de menina fina, mas dava como uma profissional. Adorava ser comida com força, não colocava limites, abria as pernas com tesão. Era insaciável. Por trás daquela menina delicada, só tinha uma gostosa faminta de sexo, e eu tava ali pra dar o que ela pedia.
Quando gozei na cara dela, ela me deu aquele olhar de dama humilhada, com minha porra na boca dela.
Como uma boa garota gostosa, ela gosta de ser obedecida, de ter o controle, de eu ser o brinquedo dela com aquela cara de dama refinada. Mas hoje eu ia descobrir o quão puta ela era.
Coloco as mãos dela sobre a escrivaninha e deixo ela mostrar aquela bunda fina, me dando esse espetáculo, bem torneadinha, era daquelas que malhava todo dia. Quando comecei a meter por trás, ela começou a gemer e a rebolar, como uma profissional. Dava pra ver que ela adorava sexo e sabia aproveitar.
Entrar e sair... abaixando a calcinha dela no chão, eu começava a penetrar aquele corpinho dessa metida, que hoje era meu brinquedo. A garota gostosa era minha, de forma clandestina, num escritório onde a gente trabalhava. Hoje eu ia fazer hora extra: ia comer a filha do dono e ainda ia ser pago por isso.
Com a carinha de mocinha gostosa, a Yummy olhava como se sentava no meu pau depois de eu ter penetrado ela contra a escrivaninha. Colocar ela pra cavalgar em cima de mim, queria saber o quanto ela era boa, o que a menina Yummy tinha pra mostrar, como ela se mexia... eu tava com essa curiosidade.
Sim, ela era muito boa. Ela se movia de cima pra baixo, balançava pra frente e pra trás com força, num ritmo rápido e em círculos. Era uma expert, com aquela cintura de expert me montava com loucura e luxúria.
Quando ela se debruçou sobre a escrivaninha, eu meti com tudo que tinha. Ela me olhava com aquela carinha de menina fina, mas dava como uma profissional. Adorava ser comida com força, não colocava limites, abria as pernas com tesão. Era insaciável. Por trás daquela menina delicada, só tinha uma gostosa faminta de sexo, e eu tava ali pra dar o que ela pedia.
Quando gozei na cara dela, ela me deu aquele olhar de dama humilhada, com minha porra na boca dela.
0 comentários - Cara bonita recatada, mas mais gostosa que todas