Calor e Exploração com Juli, puta nudista 1

Introdução: Uns dias atrás, Juli e Laura vieram aqui na nossa casa nudista e a gente se esquentou lembrando como passamos uma época de muito tesão e exploração. E a ideia de escrever essas histórias nos deixou com muito calor, além de nos permitir voltar a brincar com o que a gente tanto gosta. Então aqui estamos, escrevendo o primeiro capítulo. Se vocês gostarem, comentem e ajudem a gente a continuar, porque teve muita brincadeira e exploração (além de sexo e putaria). Pra deixar a leitura mais gostosa, contamos que aqui estamos Pepe e Juli, escrevendo pelados depois de fumar um, enquanto nos tocamos devagar (prometemos não gozar até terminar de escrever, será que conseguimos?). É assim que queremos que nos leiam, bebês.

Laura é uma amiga nossa, uma hippie fumona, que quando fuma fica com um tesão danado e adora brincar com a gente. É mãe solteira de uma menina que cresceu com a gente e a gente foi tipo tios dela.

Conheço a Laura há muitos anos e ela sempre foi uma senhora até se drogar, aí virava uma puta insaciável, disposta a qualquer coisa por uma pica (ou várias à disposição). Com ela já fumamos e fizemos trios, orgias, em festas, em qualquer lugar, a putinha fica viciada em gozo.

Laura tem uma filha que, bem aprendida com a mãe, já saiu putinha desde nova. Teve uma época que a gente já via ela trazendo os primeiros namoradinhos. Com a Lau tenho um vínculo próximo, costumo ir uma vez por semana na casa dela, nem sempre a gente trepa, embora a gente sempre transe quando a Lau se droga hahaha.

Questão é que pra Juli eu sou quase um tio e a Lau vinha tentando encarar o assunto do sexo, mas Juli não dava bola, então ela me pediu pra conversar com ela. Foi uma conversa muito gostosa e Juli me agradeceu por nenhum homem ter ouvido ela daquele jeito, me abraçou e ficamos vendo um filme.

Desde aquele dia, nossa relação mudou pra sempre. Primeiro porque ela começou a ser muito carinhosa, demais. Começou a andar pela casa com menos roupa (Lau e Juli, quando estão sozinhas, quase andam peladas), começou a sentar em cima de mim, a se pendurar eu retribuía indo mais, levava presentinhos pra ela
e cada vez a gente falava mais de sexo e que ela, com seus 17 anos, era virgem e que os caras da idade dela entediavam ela e que queria aprender com alguém com experiência. E de vez em quando fazia piadas sobre como a mãe dela se divertia comigo e que se ela não podia ver pra aprender já que andava nua com a mãe. Imaginem uma mina com cara de putinha me secando, querendo ver a gente transar com a mãe dela. A pica ficou dura e a putinha percebeu e começou a brincar com isso. Quando eu ia vê-la, me dava beijos mais longos, se grudava em mim, depois começou a me abraçar por baixo da camiseta e começou a ver como eu ficava excitado. Depois disso, eu comia a Laura igual bicho, a mina deixava minha pica dura de um jeito lindo.

Tudo desandou um dia que a Juli, na teoria, tava na escola e a gente se esquentou com a Lau depois de fumar um baseado e ela tava me chupando, eu no sofá e ela de quatro, igual uma gata, e de repente a voz da Juli

J: assim que queria pegar vocês

Enquanto entrava e encontrava a mãe dela de quatro com minha pica na boca. A Lau se ajeitou rápido e eu tentei esconder a pica, mas tava dura demais. A putinha da Juli sentou no sofá e dizia

J: ahhh, parece que tá com calor, é, faz calor aqui

Enquanto tirava a camiseta. Eu não aguentava mais de tesão, a surpresa deixou ela num lugar de poder que ela usava pra conduzir a situação.

J: aii, mãe, não se tapa, a gente sempre se vê pelada e você, Pepe, continua tão tímido? Por que não anda pelado igual a gente? É injustoo (fazendo cara de putinha)

E a putinha começou a me fazer cócegas até que eu a afastei com as mãos e ela conseguiu o que queria, ver minha pica. Assim que usei a mão pra tirar a dela, ela olhou pra minha pica dura, por causa da chupada da Lau e da situação. Além disso, ela é cabeçuda e cheia de veias e tava explodindo de dura.

J: ai, Pepe, que pica linda, por que você escondia, que malvado. Deixa eu ver como é que é…

A putinha me agarrou a cock e me apertou, tive que fazer muito esforço pra não gozar com a puta que a Juli tava e essas tetas que escapam do sutiã. Mas nisso entrou a Laura…

L: O que cê tá fazendo, sua putinha, não pode. Primeiro é minha (enquanto tirava a mão dela e a puta da Lau pegava na minha cock) e segundo cê tem 17, não se liga?

J: Mas mãe, as picas que eu vi não são nem metade disso e eu passo mal. Queria aprender com o Pepe, deixa ele me ensinar, por favor… (com uma voz de puta)

Enquanto isso, imaginem eu, pelado, com a Laura segurando minha cock dura enquanto a Juli tava de saia curta, sutiã (na verdade a parte de cima do biquíni), implorando pra mãe pegar na minha cock.

L: Deus, que puta que me saiu, mas não posso falar nada.

A gente riu e aliviou um pouco o clima, mas a Laura não soltava minha cock.

L: Olha Juli, entendo que cê queira brincar com essa cock linda (enquanto me masturbava devagar, mas vocês não sabem o tesão que me dava)…

A Lau tava muito sem vergonha por causa do baseado, então perdeu o filtro e continuou:

L: É uma cock bonita, não vou negar (enquanto passava a língua na cabeça bem dura), mas primeiro eu tô usando ela (falou isso e meteu na boca, começou a chupar, eu não aguentava gozar, ainda mais que minha cock é muito leiteira, ia explodir). Segundo, cê ainda tem 17, então não pode. Mas entendo que queira experimentar e adoraria que cê pudesse testar com alguém carinhoso e empático como o Pepe, mas vamos ter que botar condições. Cê toparia, Pepe?

J: Aiii sim, não quero ninguém mais no mundo que o Pepe (enquanto me abraçava)

L: E o que cê acha, Pepe?

Imaginem essa pergunta naquele momento, lembrem, eu pelado, pernas abertas no sofá, a Lau pelada segurando minha cock e a Juli de sutiã e short, mas me olhando a cock como uma puta desejosa.

Pepe: Que proposta, adoraria aprender e brincar com a Juli, mas quando ela fizer 18.

J: Obrigada, te amoo, mas falta muito. Posso olhar enquanto isso? (a putinha insistia) Não, vai pro teu quarto.
J: Que vai mudar? Já tão peladas e você acabou de chupar ele, além disso vou bater uma pensando em vocês e volto quando menos esperarem.
L: Garota insolente, vai pro quarto (enquanto apontava pra cima da escada, soltando meu pau, erro grave, a safada da Juli tava esperando esse momento e agarrou meu pau enquanto a mãe soltava. Além disso, eu não conseguia parar de imaginá-la batendo uma pensando na gente).

Quando a Juli agarrou meu pau e me olhou nos olhos com aquela cara de puta, meu pau explodiu. Gozei com um nível de tesão nunca visto. Caiu no meu peito, nas pernas da Lau, nos peitos da Lau e um pouco perto da boca da Juli, a putinha passou a língua, se lambendo e disse:

J: Que gostoso seu leite, Pepe, quando vou ganhar um pouco mais?? (mimando como uma puta)

L: Não pode ser tão piranha assim, filha.
J: Quem será que puxei, né?

Risadas que aliviaram a tensão, mas eu ainda todo gozado, a Juli tinha acabado de provar meu leite e a Laura tava cheia de porra, eu no paraíso.

L: Olha, Julieta, hoje você passou do limite, já vamos conversar, vai dormir e deixa a gente terminar o que tava fazendo (como pra aliviar, ajudou mas deixou a Julieta mais ousada).

J: Fala sério, cê sabe que o melhor é eu aprender com o Pepe, ainda mais com a pica linda que ele tem…

L: Nem pense nisso (e a Laura agarrou meu pau todo melado de porra, era uma porquinha quando fumava).

J: Mas por que não deixa? Se eu tô com muita, muita vontade, é injusto..

L: Olha, garota, eu adoraria que você aprendesse com o Pepe, ele é uma delícia e vai te fazer ver estrelas de prazer, depois vai ser difícil achar alguém tão bom assim (risos) mas quando fizer 18.
J: Tá bom, mas a gente pode ficar mais à vontade com o Pepe, depois de hoje já nos conhecemos quase tudo, só faltou eu (e a putinha começou a desatar a parte de cima do biquíni que usava como top).

L: Não, para, vamos conversar e botar regras, hoje não, e vai pro teu quarto.

J: Tá bom, tá bom, mas não perguntem se vou me tocar. pensando em certa buceta se não quiserem saber
Risadas.

Enquanto Julieta sobe no quarto, Laura me diz (enquanto acaricia minha pica toda gozada e ela ainda com meu gozo na cara e nos peitos).

L: a menina saiu piranha, hein, vai cuidar dela pra mim, né? Adoraria que você ensinasse ela, tenho medo dela se apaixonar por você, sabe que seria muito difícil um vínculo assim…

P: sim, eu sei, vamos conversar direito e pensar em como lidar com isso, eu adoraria
L: se você adoraria é comer ela, vi como ela te deixou tesudo, taradinho hahaha

P: quer que eu minta? HahahaEnquanto conversávamos isso, sinto cair na buceta gozada a parte de cima do biquíni, um short e uma calcinha fio dental vermelha linda, enquanto ela dizia:

J: Não vou precisar disso, talvez inspire vocês.

Nós nos olhamos, eu e a Laura, e rimos enquanto ela sussurrava no meu ouvido, apertando meu pau já duro pela última sequência e as xotas da Laura todas gozadas:

L: Que difícil isso vai ser…

E começamos a nos beijar, e tivemos um sexo muito furioso e fogoso.

Continua…

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