Mais porra em outra noite de incesto

Nota: recomendo a leitura de "sêmen na noite incestuosa" para uma melhor compreensão deste conto:

Iván Chávez, com seu físico imponente de 1,82m de altura, ombros largos como uma porta, braços grossos e cheios de veias, peitoral definido e tanquinho, passava meses espreitando aquele rabo tão gostoso da Valentina, redondo, empinado e tonificado, que o deixava louco toda vez que via ele se mexendo sob as roupas justas.

— Você pode dormir no quarto do seu irmão… a cama dele é grande o suficiente para os dois. Não podemos ser grosseiros com seus tios e mandá-los para um hotel, moça… se quiser, se não, você já sabe onde fica a porta… — ele ouviu sua mãe dizer no meio da discussão que ela e Valentina estavam tendo sobre onde os tios que vinham visitar iriam dormir.

Nossa. Melhor sorte, impossível. Todos esses meses desejando em silêncio e sexualmente sua irmã, e agora seus pais se encarregavam de mandá-la direto para sua cama. Bom, sua mãe ordenou que ela passasse a noite com ele. Será que sua mãe era tão boba assim para não perceber a vontade que ele tinha da irmã? Ele sonhava em enfiar no cu dela, malhava pensando nela, batia uma pensando nela, não havia momento em que não aproveitasse para tirar fotos dela com o celular ou vídeos das poses que ela fazia ou de como ela rebolava aquele rabo delicioso quando andava.

Não, na verdade era porque sua mãe ainda achava que ele era um menino inocente que só pensava em futebol. Se ela soubesse quantas vezes ele tinha se masturbado com a calcinha da irmã… ou como já eram várias as mulheres que ele fazia gemer escandalosamente com seu pau (orgulhosamente grande e grosso), enquanto imaginava que quem ele estava comendo era a Valentina.

Sua irmã era uma mulher de nível profissional. Seu corpo parecia ter sido feito por deuses e polido à mão. Ela tinha um rabo e uns peitos de cair o queixo, que nem nas melhores baladas da cidade ele tinha encontrado iguais. A única carne pela qual ele era afeiçoado e sabia que nunca se cansaria era a da sua irmã.

E em parte ela tinha culpa. Sempre usava roupas bem provocantes. Decotes pronunciados que exibiam aquele par de tetas suculentas que ela tinha e jeans justos que realçavam aquele bumbum empinado.

Na sexta-feira chegaram os tios e já à noite estavam instalados no quarto de Valentina.

Por volta das 9 da noite, sua irmã foi tomar banho enquanto Ivan ficava na dele arrumando coisas no quarto. Ele já estava de pau duro só de pensar que aquela seria a primeira noite em que dormiriam juntos.

Foi nesse momento que seu tio entrou no quarto para dar boa noite. Ele estava acompanhado da tia, que logo se retirou, deixando-o conversando com o sobrinho.

— E você ainda torce pra esse time de futebol tão ruim? — perguntou, olhando todos os pôsteres e os múltiplos acessórios do time favorito de Ivan pendurados por todo o quarto.

— O que posso dizer… será que existe time melhor?

Estavam assim, no meio de um debate sobre futebol, quando de repente seu tio se abaixou e pegou do chão uma calcinha fio-dental.

— E isso? Também faz parte dos acessórios do seu time? — disse, fazendo graça, até perceber que aquela calcinha pertencia à Valentina. — Opa, desculpe…

— Sem problema, ela tinha deixado a roupa limpa aqui… deve ter caído quando ela foi pro banho… — Ivan explicou ao tio, que não parava de olhar aquela calcinha vermelha tão sexy.

Imaginou, como muitas vezes antes Ivan já havia feito, o quão bem aquela calcinha devia ficar no bumbum da irmã.

Se despediu cheio de nervosismo enquanto ouviam a porta do banho abrir e Valentina voltar para o quarto.

— Vou dormir… boa noite e desculpe pela…

— Relaxa, tio — disse Ivan e, depois de vê-lo sair, pegou a calcinha da irmã e saiu do quarto para escondê-la fora.

Ivan saiu rápido para o corredor, com o coração batendo forte, a calcinha vermelha ainda morna em sua mão. “Essa beleza não vou deixar aqui para ela encontrar e usar… não essa noite. "Quero que ela durma com o mínimo, que sinta tudo", pensou enquanto guardava a calcinha em uma gaveta da sala, longe do alcance dela. Seu pau latejava sob a calça, imaginando como Valentina ficaria sem aquele fio dental, apenas com a calcinha preta minúscula que ela certamente tinha colocado. Ele voltou ao quarto com um sorriso disfarçado, mas o volume na sua virilha já era evidente, grosso e marcado, pronto para o que viesse.

Entrou sorrindo, recém-banhado — embora na verdade tivesse tomado banho antes, mas o suor da excitação o fazia se sentir revigorado e vivo —, usando apenas uma cueca preta apertada e uma toalha no pescoço. Exatamente igual àquela foto que ele tinha tirado no espelho semanas atrás, a que ele agora sabia que Valentina tinha visto e guardado. O volume se marcava claramente sob o tecido, suas pernas grossas, venosas, cheias de músculo. Viu Valentina já debaixo dos lençóis, do lado direito, dando as costas para o centro da cama. "Olha só... já está aqui, na minha cama. Esse rabo tão gostoso esperando", pensou Iván, sentindo um calor subir pelo corpo.

— E aí, qual foi? — disse ele com naturalidade, jogando a toalha em uma cadeira. — Já se acomodou? Minha mãe me disse que você fica aqui o fim de semana. Sem problema, a cama é gigante.

Valentina sorriu nervosa, sem virar completamente.

— É… não tinha jeito. Meus tios ficaram com meu quarto.

Iván riu baixinho enquanto se enfiava debaixo dos lençóis, do lado esquerdo, sentindo o calor imediato do corpo dela a apenas alguns centímetros. "Deus, ela cheira a sabonete fresco e a ela... se eu me aproximar um pouco, sinto esse rabo contra mim. Não vou conseguir dormir com esse pau duro assim", pensou, sua mente já imaginando como esfregá-lo "acidentalmente" nela durante a noite.

— Relaxa, não vou te morder. Mas você tá estranha desde que cheguei. Tudo bem?

— Tudo bem — mentiu ela, com a voz um pouco trêmula.

Iván apagou a luz do teto. Só ficou a pequena lâmpada de cabeceira acesa.

— Boa noite, Val.

— Boa noite, Iván… Ele ficou parado no início, mas sua respiração acelerava. O silêncio era total, só se ouvia a dos dois. Em sua cabeça não paravam as imagens e pensamentos: "Ela está quase nua sob aquele roupão... se eu me virar, esbarro meu pau na bunda dela. Essa bunda que eu sonhei em foder mil vezes. Se ela se mexer um pouco, eu enfio nela aqui mesmo. É minha irmã, mas caralho, é a mulher mais gostosa que já vi. Esta noite vai acontecer algo, eu sinto". Cada segundo que passava, sua excitação crescia, esperando o momento perfeito para "acordar" e se aproximar. A noite mal havia começado, e ele já planejava como fazer aquele desejo proibido virar realidade.

Iván Chávez esperou cerca de 30 ou 40 minutos até Valentina adormecer para dar seu primeiro passo. "Essa puta já deve estar roncando... essa bunda tão gostosa e suculenta, pronta para ser profanada. Se eu finjo que estou dormindo, ninguém vai me culpar por 'acidentalmente' esfregar nela com meu pau duro como um mastro", pensou, sua mente transbordando de imagens sujas: imaginava como aquela carne macia de suas nádegas se abriria para ele, como seu pau grosso a partiria ao meio, deixando-a pingando e suplicando por mais em segredo. Quando o fez, se aproximou dela com a intenção de abraçá-la por trás, fingindo estar dormindo. Afinal, ninguém poderia recriminá-lo por aquele ato estando "dormindo", ou poderia?

Ele estava prestes a abraçá-la, depois de ter fingido roncos por cerca de 2 minutos - aqueles roncos graves e rítmicos que saíam de sua garganta musculosa, como um touro em repouso -, quando de repente ouviu como na sala ao lado os molas da cama rangiam com força. O barulho era inconfundível: um vai e vem rítmico, como se alguém estivesse metendo com fúria.

"Que filho da puta é meu tio Juan Luis...", pensou Iván, certo de que a calcinha vermelha de Valentina que havia encontrado antes o havia excitado tanto que agora ele estava descontando na pobre de sua tia Martha. "Com certeza ele fica excitado sabendo que está fodendo na cama onde minha irmã dorme... essa cama que cheiro dela, da bucetinha virgem e das curvas de puta em potencial. Porra, se eu estivesse lá, meteria nela pensando na Valentina, imaginando que é o cu dela batendo nas minhas bolas". Ele disse a si mesmo, sabendo que essa ideia também o tinha excitado muitas vezes: quantas punhetas ele tinha batido no banheiro cheirando a calcinha da Valentina, fantasiando com invadir o quarto dela e montar nela como um animal, deixando a porra marcando território nos lençóis. "Enfim, ele pode estar na cama da minha irmã, mas eu tenho ela bem do meu lado... esse corpo de deusa, com peitos que eu morro de vontade de morder e um cu que pede pra ser açoitado e recheado".

Ele foi se colando devagar na Valentina até que, deslizando um braço por cima dela - seu braço venoso e forte, como uma cobra possessiva -, puxou ela pra trás com força, como se fosse dele por direito. Com a cueca abaixada até os joelhos num movimento rápido e sorrateiro, encostou o pau nu diretamente no cu dela, coberto só pela calcinha preta minúscula. O contato foi elétrico: a pica grossa, venosa e latejante, quente como um ferro em brasa, afundou na maciez daquela carne tonificada. "Deus, que firmeza... esse cu é uma obra-prima, redondo e empinado, como dois melões maduros prontos pra serem devorados. Sinto cada curva, cada tremor da pele morena clara contra meu pau... se eu apertar mais um pouco, o tecido rasga e eu entro por trás, arrebento ela até gritar meu nome em silêncio", pensou o Iván, a mente inundada de luxúria mórbida.

Ele tinha certeza que a Valentina sentia toda a magnitude do pau dele porque tinha ido parar justo naquele canalzinho gostoso que se formava entre as nádegas: a cabeça inchada roçando no tecido fino, o tronco grosso como um antebraço pressionando contra a carne macia, as veias pulsando contra a pele dela. "Ela tá presa... meu pau entre esses cacetes gordos e suculentos, como um cachorro-quente num pão quente e molhado. Se eu mexer o quadril, Sinto como desliza, como seu cu se abre um pouquinho mais a cada vez... caralho, dá pra sentir o cheiro da excitação dela, essa puta tá toda molhada, eu sei. Começou a mover os quadris para esfregar no canalzinho tão gostoso, devagar no início, depois mais insistente, enquanto os gemidos dos tios já ultrapassavam as paredes: os PLOC das palmadas na bunda, os gemidos roucos da tia pedindo "mais forte, seu cabrão", o tio rosnando como um cachorro no cio. Isso me deixou ainda mais excitado: "Escuta isso, irmãzinha... imagina que sou eu te dando palmadas, te enfiando no cu enquanto te chamo de minha putinha particular. Seus peitos balançando, sua buceta escorrendo... vou te engravidar um dia, te encher de porra até você não conseguir andar, isso eu te prometo agora mesmo...".

Sabia que não ia durar muito e, mesmo querendo chegar a algo mais naquela noite - como baixar sua calcinha e penetrá-la de uma vez, sentir a virgindade dela se rompendo em volta do meu pau grosso -, não consegui evitar derramar toda a porra nela. Foi um torrente: jatos quentes, grossos e abundantes, respingando na sua bunda, escorrendo pela curva das nádegas, pingando entre suas coxas e encharcando o tecido. "Litros de sêmen... minha porra marcando sua bunda como meu território. Se ela acordar agora, vai sentir o pegajoso, o quente... e vai saber que o irmão usou ela como uma putinha no escuro". Foi tanta porra que soltei que sabia que se a Valentina não estava acordada ainda, com certeza ia acordar ao sentir a bunda úmida e pegajosa, cheirando a sexo proibido.

Fiquei com muito medo de que ela fosse fazer um escândalo do qual eu não sairia bem - imaginava meus pais invadindo o quarto, me vendo com o pau ainda pingando, a Valentina gritando incesto - e me virei imediatamente, fechando os olhos para fingir estar dormindo mais uma vez. "Se ela me dedurar, tô fodido... mas caralho, valeu a pena sentir essa bunda contra meu pau. Tomara que ela tenha gostado em segredo, a putinha".

Logo comecei a sentir a Valentina se mexendo na cama e fiquei com ainda mais medo. Começou a roncar para que pensara que estaba dormido, afinal, se sua irmã fosse levar a fofoca pros pais e mostrasse a calcinha encharcada de porra, sua única defesa seria alegar um sonho molhado: "Tava sonhando com uma vadia da academia, não com minha irmã... mas na real eu sempre sonho em foder essa gostosa de curvas perfeitas".

Não sei quanto tempo tinha passado, mas seus medos ficaram mais intensos quando sentiu Valentina se levantando e saindo do quarto, sorrateira como uma puta na madrugada.

"Porra, em meio minuto meus pais vão estar aqui...", ele pensou no pior e ficou imóvel tentando esconder a culpa, o pau ainda meio duro dentro da cueca, cheirando a sêmen fresco.

Passaram mais ou menos 5 minutos, depois 10, depois 15 e seus pais ainda não tinham aparecido. Os nervos estavam corroendo ele por dentro. Não sabia o que fazer, a impaciência pra saber onde Valentina tinha ido estava matando. "E se ela foi pro quarto dos meus tios e se juntou a eles num ménage?? Imagina ela aí, de joelhos chupando o pau do tio enquanto a tia lambe a buceta dela... não, essa merda só acontece nos filmes pornô e nas histórias eróticas que eu leio escondido. Na vida real ela com certeza tá contando pros meus pais... mas o que eles vão fazer? Por que tão demorando tanto pra vir me ver e me xingar ou até me bater? E se tão consolando ela, limpando minha porra da bunda dela enquanto a mãe fala que eu sou um tarado?"

Os nervos tomaram conta dele completamente. Não dava mais pra ficar parado, muito menos deitado. "Preciso ver que porra tá acontecendo... se eu pegar ela fazendo alguma coisa, talvez eu possa chantagear pra foder mais vezes."

Acabou se levantando pra sair de fininho do quarto. Olhou pros dois lados do corredor e a escuridão e o silêncio eram totais. Virou pra esquerda, em direção ao quarto da Valentina – agora ocupado pelos tios – e viu que a porta tava fechada. Colocou o ouvido na porta pra tentar escutar alguma coisa, mas nada, só os roncos do tio que com certeza tinha caído exausto depois de se esvaziar na tia, imaginando talvez a bunda da Valentina.
"No banheiro...", pensou, e imediatamente se dirigiu ao banheiro, seu pau já começando a endurecer de novo só com a ideia de espiá-la.
Caminhava com rumo certo quando, de repente, a porta do quarto dos pais estava aberta.
"Com certeza ela está lá dentro, eles nunca deixam a porta aberta. O que será que ela está contando? Vai mostrar a porra na sua bunda, vai dizer que o filho é um degenerado que sonha em foder a própria irmã?"
Aproximou-se da porta tentando aguçar ao máximo a audição, mas sem olhar para dentro.
De repente, escutou um som bem conhecido... um chupado molhado, sugante, como lábios em volta de algo carnudo.
"O que é isso?", perguntou-se alarmado e inquieto. "Parece um chupando... alguém mamando? Mamãe e papai fodendo? Não, papai ronca que nem um urso."
Levado pela curiosidade, espiou para dentro do quarto e o que viu o deixou gelado: sua irmã mais nova estava mamando o pau do pai, que parecia estar completamente dormido!
Olhou para sua mãe Carmen e ela também estava dormindo, o lençol que a cobria tinha escorregado um pouco e deixava ver parte dos seios nus — aqueles peitos maduros e caídos, com mamilos escuros que o Iván tinha espiado uma vez quando criança, mas agora o excitavam de forma pervertida: "Caralho, mamãe ainda tem uns peitos decentes... mas nada como os da Valentina, firmes e prontos para morder."
Olhou novamente para Valentina e ela se esforçava para engolir o pau inteiro do pai. Enfiava fundo, as bochechas afundadas com a sucção, depois tirava para dar linguadas por todo o tronco venoso e grosso, lambendo a cabeça inchada como se fosse um sorvete derretido. "Quem diria... minha irmã, uma profissional em mamar pau. Olha como ela engole, que puta experiente... essa boca carnuda que sempre quis foder, chupando a pica de onde a gente saiu. Deus, que... morbo... se ela soubesse que eu vi, eu a chantagearia para que chupasse a minha também, para que engula meu leite enquanto digo que ela é minha raposa da família".

Imediatamente, ele sentiu o pau ficar duro como um carvalho, pulsando dentro da cueca, pingando pré-gozo só com a cena: "Aquela puta... mamando o papai como se fosse seu amante. Quero entrar e me juntar, enfiar meu pau por trás enquanto ela chupa... foder ela entre nós dois, encher ela de porra da família".

Valentina chupava com uma intensidade tão impressionante que Iván sentiu inveja do pai, Manuel. "Como eu queria que ela me chupasse assim no meu quarto... seus lábios carnudos em volta do meu pau, sua língua lambendo minhas bolas grandes... eu a obrigaria a engolir tudo, a se engasgar com minha grossura até chorar de prazer".

Quando Valentina estava mais vidrada que nunca no pau do papai – chupando com gemidos abafados, massageando os testículos pesados como se quisesse ordenhá-los –, sua mãe começou a se mexer e, ao perceber, Valentina soltou imediatamente a pica do papai e a cobriu com o lençol, o pau ainda brilhando de saliva e ereto como uma lança.

"Valentina…?", perguntou sua mãe com voz grossa, sonolenta, confusa. Iván correu direto para seu quarto, o coração batendo forte, o pau duro roçando no tecido.

Não soube o que aconteceu depois, mas tinha certeza de que Valentina enganou sua mãe muito bem, pois não houve nenhum alvoroço. "Esperta... mentindo como uma profissional. Agora sei que ela é tão pervertida quanto eu... isso abre portas, irmãzinha, vou te foder até você admitir que quer".

Só quando começava a amanhecer que ele sentiu Valentina entrar na cama dele de novo, sorrateira, seu corpo ainda quente e trêmulo.

Iván não se moveu nem disse nada. Estava realmente surpreso com a atitude dela. Nunca teria imaginado ela chupando o pau do papai: "Minha irmãzinha virgem... ou talvez não mais. Chupando aquele pau grosso como uma puta no cio. Quero provar essa boca, quero que ela Olha enquanto ela me chupa, sabendo que sou seu irmão e que vou arrebentar ela".
Ele não conseguiu dormir e, quando ouviu que alguns já estavam começando a se levantar na casa, fez o mesmo. Olhou para Valentina e ela dormia como um anjo. "Quem diria... dormindo inocente depois de mamar rola e talvez mais. Aquele corpo debaixo dos lençóis, pronto para ser explorado".
Viu que a porta do quarto dela estava entreaberta e pensou em dar uma olhada no corpo dela debaixo das cobertas. Afinal, ninguém o veria e ela parecia estar bem cansada. "Só uma espiadinha... ver aquele rabo que eu melado ontem à noite, cheirar se ainda tem cheiro do meu leite".
Ele foi puxando as cobertas devagar até que o corpo dela, coberto apenas pelo seu roupão curto de cetim rosa, ficou exposto à sua vista. "Que delícia, aquelas pernas torneadas e brancas estavam lindas... macias como seda, prontas para eu abrir e enfiar a língua na sua buceta". Levantou um pouco o roupão dela com a intenção de ver mais e que surpresa: sua calcinha estava manchada de sangue, um vermelho vivo misturado com algo grudento!
Imediatamente a cobriu de novo com as cobertas e se levantou. "Que porra tinha acontecido na noite passada entre minha irmã e meu pai depois que eu fui pro meu quarto? Ele tirou o cabaço dela? Enfiou aquela rola grossa na buceta dela enquanto ela dormia? Caralho, que tesão... papai comendo a própria filha, rompendo o hímen com aquela pica... E ela gostou, a putinha safada".
Ele desceu e sua mãe Carmen já estava na cozinha com seu pai Manuel discutindo, tensos como se algo os estivesse corroendo.
Depois desceram seus tios e os ânimos se acalmaram um pouco, mas mesmo assim não pararam de discutir.
Quando estavam prestes a tomar café da manhã, Valentina desceu feita uma deusa. Ela parecia diferente, era como se parecesse mais mulher: o cabelo molhado, brilhando como seda negra; a pele morena clara reluzente, suas curvas acentuadas sob a roupa casual, peitos firmes balançando a cada passo, bunda empinada rebolando. "Lindíssima... agora com essa aura de comida, de mulher que sabe o que é uma pica por dentro. Quero jogar ela na mesa e foder na frente de todo mundo".
Tentou ver a reação do pai, mas ele nem sequer virou para olhar, ainda estava discutindo com a mãe.
"Valentina, você estava no quarto ontem à noite, não estava?", perguntou a mãe ao vê-la, encarando-a fixamente.
Valentina hesitou por um segundo. Olhou para todos: o pai evitava seus olhos, Iván a observava com uma mistura de medo e culpa (certamente pensando naquilo da bunda), os tios alheios a tudo, mas o tio Juan Luis a devorando com o olhar, como sempre.
"Não, mãe...", disse com voz firme. "Iván dormiu comigo. Pergunte a ele se eu saí do quarto".
Sua mãe virou para olhar Iván. Ele engoliu seco, pálido, mas seguiu o jogo.
"Sim, mãe... Valentina nunca saiu do quarto", mentiu, com a voz um pouco trêmula, pensando: "Te cubro a bunda, irmãzinha... mas em troca, você mesma vai me dar e logo".
"Eu te disse", atirou o pai para a mãe. "Tudo foi produto do seu sonambulismo".
"Bom...", murmurou a mãe, hesitante, mas já mais convencida. "Mas isso não te livra de ter que lavar o lençol. Olha só, ter manchado de sangue... certamente saiu do seu nariz enquanto dormia e, como você toma esses remédios, nem percebeu...".
Imediatamente veio à mente de Iván: sangue no lençol da cama dos pais e sangue na calcinha de Valentina. Enigma resolvido: sua irmã tinha perdido a virgindade com a pica do pai.
Olhou para Valentina e ela o encarava de forma estranha. Parecia ao mesmo tempo surpresa com seu olhar e ressentida com o que acontecera na noite anterior. "Ela sabe que eu sei de algo... mas não tudo. Aquele olhar, como se quisesse me foder por vingança. Vou usar isso para chantageá-la, para enfiar minha pica naquela buceta recém-desvirginada".
"Você está bem?", perguntou enquanto seus pais iam para a cozinha e seus tios conversavam entre si.
"Sim, e você?"
"Também...", disse, tentando ligar os pontos em sua mente. A única certeza no assunto era que seu pai tomava remédio para dormir e isso sempre o derrubava. Por isso, ao ver Valentina chupando o pau dele tão selvagemente, nunca o teria visto acordar, mas, "enfiar o pau sem ter consciência plena?"
"Papai a comeu dormindo... mas ela provocou, a putinha. Agora somos dois que a marcamos: eu na bunda, ele na boceta. Isso é só o começo... vou fazer ela implorar por mais, admitir que quer o pau do irmão mais velho enchendo ela toda noite".

Se fosse assim, Iván sentiu duas coisas: espanto com a atitude tão puta da irmã Valentina — aquela deusa de curvas perfeitas que se revelou uma raposa insaciável, chupando o pau do papai como se fosse sua sobremesa favorita, engolindo com uma maestria que o deixou com ciúmes e com tesão ao mesmo tempo — e tristeza pelo pai Manuel, que não pôde desfrutar plenamente do quão maravilhoso deve ter sido desvirgar a própria filha. "Papai a estourou dormindo, sem saborear como aquela boceta virgem se abria para ele, como as paredes apertadas ordenhavam ele... mas eu vou reconquistar, farei aquela boceta ser minha, e depois roubarei a bunda também. Papai ficou com o hímen, mas eu conquistarei o cu dela, a farei completamente minha, a encherei de porra em todos os buracos até que ela não pense em mais ninguém além do irmão mais velho comendo ela como um animal", pensou Iván, seu pau endurecendo só com a ideia, imaginando como Valentina gemeria seu nome em segredo, o corpo voluptuoso tremendo sob ele, os peitos balançando e a bunda se abrindo para sua grossura.

Naquele dia, seu tio Juan Luis propôs a Valentina e a ele irem a um jogo de futebol à tarde — o Club León jogando no Estádio León, com toda a paixão que Iván adorava —, e Iván imediatamente aceitou, sua mente já tramando como usar o passeio para se aproximar mais dela. "Perfeito... o estádio cheio de gente, cerveja rolando, e aquela bunda gostosa rebolando nas arquibancadas. Talvez ela fique um pouco bêbada e se solte mais essa... Que noite", pensou com tesão, lembrando da porra que ele tinha deixado nas nádegas dela na noite anterior. Valentina disse que pensaria, mas no fim acabou indo com eles, e até no estádio tomou várias cervejas, rindo das jogadas, seus lábios carnudos brilhando com a espuma, seus peitos firmes pressionando contra a blusa justa cada vez que ela pulava animada. Ivan não conseguia parar de olhar pra ela, seu pau meio duro nos shorts, fantasiando em jogá-la nos banheiros do estádio e comer a boca dela ali mesmo, entre o rugido da multidão.

Ao sair do estádio, Valentina já estava bem tonta, seus olhos castanhos escuros vidrados e um sorriso safado nos lábios, quando uma multidão se aglomerou nos corredores de saída, empurrões e corpos apertados por todos os lados. "Olha como ela anda cambaleando... aquele bumbum empinado gritando pra ser apalpado. Se não fosse pelo tio, eu mesmo botaria a mão nela aqui", pensou Ivan, excitado com o caos.

Seu tio Juan Luis fez um sinal pra ele passar na frente da Valentina e que ele cuidaria dela por trás. "Você anda na frente dela porque com tanta gente e como ela vem de bêbada podem empurrar e ela cai...", disse o tio com aquele olhar intenso sob o bigode grosso, sua voz rouca disfarçando o tesão que Ivan agora reconhecia - o mesmo que tinha sentido ao abraçá-la naquela manhã.

Ivan obedeceu inocente às palavras do tio - ou fingiu, embora uma parte dele já suspeitasse, lembrando como o tio tinha olhado pra ela quando chegou, devorando suas curvas com os olhos - e digo inocente porque quando Valentina disse, com voz um pouco trêmula pela cerveja: "Ivan, anda logo que tem alguém me apalpando...", naquele momento Ivan entendeu as intenções do tio. "O filho da puta... me passou pra frente pra eu não perceber como ele, estando atrás, tá apertando aquele bumbum suculento, apertando aquelas nádegas que eu meliei ontem à noite. Caralho, que tesão... o tio comendo a tia na cama deles e agora apalpando a sobrinha como uma puta barata na multidão. Se ela soubesse, eu me juntaria, enfiaria meus dedos por frente enquanto ele aperta por trás", pensou Iván, seu pau endurecendo com a ideia proibida, imaginando Valentina presa entre a família, gemendo em segredo.
O grande filho da puta estava apalpando a bunda dela enquanto botava a culpa nos outros: "Não se preocupa, Valentina... já vamos sair... é que tem muita gente...", dizia o grande cínico, sua mão grande e áspera deslizando pela curva dos glúteos dela sob o short de jeans, apertando disfarçadamente, sentindo a firmeza tonificada que Iván conhecia tão bem.
Mas isso não parou aí; quando embarcaram no metrô, com a mesma quantidade ou até mais gente que nos corredores -corpos amontoados, cheiros de suor e cerveja-, seu tio deu a mesma instrução de ficar na frente de Valentina enquanto ele ficava atrás.
"De novo... o velho tarado quer mais daquela bunda. Vou deixar, pra ver se ele aquece ela tanto que hoje à noite eu como ela", pensou Iván, sua excitação crescendo com o clima familiar proibido.
Novamente Valentina disse que alguém estava apalpando ela, mostrando certa insatisfação, sua voz trêmula: "De novo... alguém tá tocando na minha bunda, Iván...". Em dado momento, Iván se virou de frente para ela e, enquanto a via cara a cara -seus olhos profundos olhando para ele com uma mistura de incômodo e algo mais obscuro, talvez excitação-, disse: "Fico assim pra ver se alguém te toca... não se preocupa, eu te protejo".
Valentina pareceu ficar mais confortável dessa forma, seu corpo roçando no dele a cada movimento do metrô, até que, numa freada brusca, Valentina se atirou para frente e colou os peitos quase na cara dele -aqueles seios cheios e firmes pressionando contra seu peito marcado, o cheiro da pele morena clara e cerveja invadindo-o.
"Deus, que peitos... macios e pesados, os mamilos duros roçando em mim. Quero morder, chupar até ela gritar", pensou Iván, seu pau duro pressionando contra sua coxa.
"Desculpa...", murmurou ela, corada. "Você sabe O quê? Melhor você trocar de lugar, porque assim vai ficar muito difícil..."

E não teve jeito, ele teve que se virar de novo, mesmo que sua mente gritasse para ficar ali, esfregando-se nela.

Ao fazer isso, ficou de frente mais uma vez para o espelho da porta do metrô e, ao se afastar um pouco, percebeu como, através de um dos espelhos do vagão, conseguia ver seu tio.

"Que idiota eu fui de não perceber antes...", pensou Iván. E, aparentemente, seu tio também não percebia que estava sendo observado, porque em questão de segundos, Iván viu a mão aberta do homem passar pela bunda de Valentina com um descaramento e uma desfaçatez que só vem quando você sabe que vai botar a culpa em outro e vão acreditar. A mão do tio apertando, massageando aqueles glúteos redondos, os dedos afundando na carne tonificada, talvez roçando o cuzinho.

"Olha o filho da puta... apertando a bunda da minha irmã como se fosse dele. Essa bunda que é minha, que eu melado com meu sêmen. Que tesão... o tio comendo ela com a mão enquanto eu fico olhando, e ela fica toda molhadinha calada. Se ela soubesse que eu tô vendo..."

Durante todo o caminho, ele com certeza deve ter apalpado ela — apertando, beliscando, talvez até deslizando um dedo pela costura do short — e, mesmo quando Valentina não disse mais nada, Iván pôde ver como ela desceu do vagão com as bochechas coradas, os olhos vidrados e as pernas trêmulas.

"Poxa, parece que a putinha acabou ficando excitada... essa buceta deve estar escorrendo agora, pronta pro meu pau essa noite. O tio esquentou ela pra mim, o otário."

Ao chegarem em casa, seus pais já estavam no quarto e sua tia Martha esperava Juan Luis no deles. Já eram quase 11 da noite. Nossa, como o tempo tinha passado rápido. Tinha chegado a hora de dormir mais uma vez com sua linda irmã e, melhor ainda, pelo visto, ela vinha quentinha pelas carícias no metrô.

"Ela tá excitada... sinto no olhar dela. Hoje à noite ela não escapa, vou enfiar meu pau na boceta e depois no cu, vou tirar a virgindade dela por trás, vou fazer ela gritar meu nome enquanto eu encho ela. De porra", pensou Iván, seu pau já duro só de antecipar.
Em questão de minutos, os dois já estavam debaixo dos lençóis. Valentina tinha ido ao banheiro tomar banho e se trocar - voltando com aquela calcinha preta minúscula e o roupão curto de cetim rosa, seu cabelo preto longo ainda úmido, cheirando a sabão e excitação reprimida -, e Iván novamente dormia de cueca preta apertada, seu volume marcado e pronto.
Novamente ele esperou cerca de 30 minutos, fingindo roncos graves, e como se fosse uma repetição da noite anterior, seus tios começaram a transar fazendo barulho no quarto ao lado: molas rangendo, TAPA! de palmadas na bunda, gemidos roucos da tia pedindo "mais forte, seu cabrão", o tio rosnando. "De novo... o tio fodendo na cama dele, pensando talvez na bunda que apalpou hoje. Mas eu tenho o prêmio de verdade aqui".
Iván, por sua vez, virou-se fazendo-se de dormindo novamente e abraçou Valentina, colando-a contra sua pica com seu braço forte. Dessa vez foi mais fácil e ele até sentiu como se ela mesma tivesse jogado a bunda para trás, pressionando contra seu volume. "A putinha... ela quer, sente ele duro e procura. Essa bunda firme prendendo meu pau entre suas nádegas, como um vício quente e macio".
Novamente ele podia sentir a firmeza da bunda dela apertando seu pau entre os dois globos carnudos. "Aaaahhh... que sensação gostosa! Essa carne tonificada, vascularizada pela academia, tremendo contra meu pau grosso. Quero arrebentar ela, sentir como ela se abre para mim".
Começou a mover os quadris para esfregar o pau nela como na noite anterior, só que dessa vez seria diferente. Sim, dessa vez ele não estava disposto a deixar Valentina ter que sair do quarto para mamar um pau. Dessa vez ele estava decidido que ela mamaria o dele e não o do pai, que nem perceberia. "Chega de papai... agora você é minha, putinha. Vou foder a buceta que ele arrombou e depois o cu virgem, vou te conquistar completamente".
Valentina, por sua parte, parecia acreditar que a noite anterior se repetiria em todos os seus momentos, pois discretamente movia a bunda para acelerar sua vinda. "Acho que ela acha que, uma vez terminado tudo, poderia ir para o quarto dos meus pais e repetir a noite... chupando aquela pica velha enquanto eu espero. Não, esta noite você fica aqui, não precisa sair, gostosa...".

Armando-se de coragem, Ivan se afastou e, após baixar a cueca até os tornozelos -sua pica saltando livre, grossa e venosa, a cabeça inchada pingando pré-gozo-, pegou o elástico da calcinha de Valentina e fez o mesmo, puxando-a para baixo com um movimento rápido, expondo sua bunda nua e sua buceta ainda sensível pela desvirginação recente.

Valentina deu um pequeno sobressalto, um gemido abafado escapando de seus lábios carnudos: "Ivan... o quê...?", mas não fez mais nada, seu corpo tremendo, talvez de antecipação.

Novamente ele encostou o pau agora em sua bunda nua e começou a esfregá-lo, a pele macia e quente contra seu tronco pulsante. Pressionou um pouco mais e sua pica afundou em seu canalzinho, alargando-a levemente, sentindo sua umidade escorrendo por suas veias. "Deus, ela tá molhada... o tio esquentou e agora eu colho".

Em seguida, após algumas investidas a mais -roçando a entrada de sua buceta, sentindo os fluidos quentes cobrindo-o-, posicionou-a na entrada de sua buceta, a cabeça pressionando contra os lábios inchados.

Valentina tentou se afastar, um sussurro nervoso: "Ivan, não... espera...", mas Ivan já havia passado uma mão por sua barriga para segurá-la mais perto dele e impossibilitar sua fuga, sua palma pressionando seu abdômen plano, roçando o monte de Vênus.

Apertou um pouco e sua pica começou a se encher de seus fluidos, a glande abrindo caminho. E assim, pouco a pouco, a glande de sua pica foi envolvida pela vagina mais gostosa e apertada que ele já teve na vida, as paredes ainda sensíveis apertando-o como um vício.

"Hmmm...", gemeu Valentina, sinalizando que estava mais desperta do que nunca, sua voz rouca e trêmula.

E naquele momento também Iván começou a gemer: "Aaaahhhh... Valentina... que buceta gostosa...".
Mais uma estocada e seu pau já estava completamente enterrado na buceta da irmã até as bolas, seus ovos pesados roçando suas coxas.
"Estou comendo ela... finalmente estou comendo ela!!!", gritou de emoção na mente, o tesão inundando-o: "Minha própria irmã, aquela puta que a mãe nos obrigou a dividir a cama... agora eu encho, reclamo depois do pai. Sua buceta apertada, virgem até ontem à noite, agora minha, escorrendo por causa da minha grossura".
E começou um ritmo semilento nas suas investidas que logo ganhou força e velocidade, o som de carne contra carne ecoando, suas bolas batendo na sua bunda: PLOC! PLOC!
"Aaaahhhh hmmmm...",
Iván gemeu enquanto Valentina tentava abafar seus próprios gemidos até que não foi mais possível e ela também começou a gemer com força: "Aaaahhhh hmmmm... Iván... meu Deus... está tão grosso... me enche toda...".
O som das bolas dele batendo na bunda dela ecoava pelas quatro paredes, misturado com os gemidos dos tios ao lado: "Escuta isso, puta... igual a eles, mas nós somos irmãos... mais gostoso... incesto puro, sua buceta engolindo o pau do seu irmão".
Agora que estava dentro da bocetinha da irmã, não podia parar de se maravilhar com o quão gostosa e apertadinha ela estava. "Ela envolve e aperta o pau de um jeito tão delicioso que, se não soubesse que o pai tinha desvirginado ela na noite anterior, juraria que era virgem. Que foda maravilhosa!! Boa demais para dizer que incesto é errado ou proibi-lo! Quero engravidar ela, encher de porra até crescer um irmãozinho nosso na barriga dela... puro tesão".
Depois de 10 minutos de investidas brutais -ela arqueando as costas, empurrando contra ele, seus peitos balançando sob o roupão-, Iván sentiu o orgasmo se aproximando, mas não queria terminar ali. "Não... a buceta é reconquista, mas agora o cu... vou desvirginar ela por trás, fazer dela minha completamente". Ele puxou o A pica na sua buceta com um som úmido, encharcado, e a posicionou na entrada do seu cu, a cabeça pressionando contra o anel apertado, lubrificada pelos seus fluidos.
Valentina se tensionou: "Iván... não, por aí não... é virgem... dói... muitooo".

"Shhh... relaxa, putinha... o pai tirou sua virgindade da frente, mas eu vou tirar a do seu rabo... você vai ser toda minha, de hoje em diante serei o único homem na sua vida…", murmurou ele, empurrando devagar, sua mão descendo para massagear seu clitóris, distraindo-a. A cabeça do pau abriu caminho, o anel cedendo com um estalo, a dor misturada com prazer fazendo ela gemer alto: "Aaaahhhh... Iván... você me rasga... é tão grossa... oh Deus, dói mas... aaaahhhh".

Iván empurrou mais, centímetro a centímetro, seu pau grosso invadindo o cu virgem, as paredes apertadas como um punho quente. "Que apertado... esse cu é meu, virgem pra mim... sinto cada veia pulsando dentro, seu rabo me engolindo como uma puta anal. Estou... fodendo o cu da minha irmã enquanto os tios transam do lado".

Começou a meter, devagar no início, depois mais rápido: "Aaaahhhh... que rabo gostoso... vou arrombar você, Valentina... engole meu pau...".

Ela gemeu descontrolada: "Hmmmm... Iván... você me destrói... aaaahhhh... mas não para... eu gosto... ohhh...".

Depois de minutos de enfiadas anais brutais -suas bolas batendo na sua buceta encharcada, sua mão apertando seus peitos, beliscando os mamilos-, Iván começou a encher suas entranhas de porra: jatos quentes, grossos, inundando seu cu, escorrendo pelas suas coxas. "Toma minha porra... encho suas tripas, putinha... agora você é minha, só minha... chega de pai, chega de tio pegando... meu sêmen marcando seu cu virgem".

Valentina soltou um gemido que tenho certeza de que pelo menos seus tios devem ter ouvido: "Aaaahhhh... Iván... você goza dentro de mim... oh Deus... siiim...".

Terminando de esvaziar todo seu leite, ele tirou o pau devagar, um fio de sêmen conectando-os, sua mente fervilhava: "Desvirguei ela pelo cu... a reconquistei completamente. Agora é minha". Naquela noite, tenho certeza de que Valentina não precisou se levantar para procurar pelo pai. E ainda bem que não o fez, pois sua mãe Carmen, que tinha ficado inquieta desde a noite anterior, havia passado a noite em claro. Iván soube disso porque, poucos minutos depois de ter esvaziado a porra dentro de Valentina e se coberto com os lençóis, ouviu sua mãe espiando pela porta do quarto. Tenho certeza de que ela também ouviu o gemido intenso de Valentina, mas provavelmente pensou que eram seus tios, depois de se certificar de que eles dormiam como anjinhos.

Na manhã seguinte, seu tio Juan Luis, ao se despedir, disse-lhe sem que ninguém percebesse, num sussurro rouco: "Você é um safado, Iván... percebi que ontem à noite você não perdoou nem sua irmã...".

Iván ficou surpreso, mas na hora o tio disse algo que o deixou ainda mais espantado: "Tudo bem, cara, não faça essa cara de susto, nunca vou contar... afinal, é um pecado que um dia todos cometemos...".

Desde aquela noite, Valentina visita Iván todas as noites e chupa seu pau — engolindo fundo, lambendo suas bolas como uma profissional — ou monta nele, cavalgando seu pau grosso com sua buceta ou cu, gemendo baixinho. Ambos sempre ficam de olhos fechados e sem falar, fingindo que é um sonho, um segredo proibido…Mais porra em outra noite de incesto

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