Cada passo que me afastava dela pesava mais, e quando fechei a porta, a imagem dela já tinha se instalado na minha cabeça com uma clareza obsessiva. Tentei fazer tarefas, mas foi inútil; a luxúria voltava a crescer como se eu não tivesse gozado duas vezes naquele mesmo dia. Com ela veio o medo de ter que mentir pra ela de novo, e essa ansiedade me fazia querer voltar: eu sentia falta dela. Não tinham passado nem dez minutos, então fiz um trato comigo mesmo: desceria pra pegar água; se ela ainda estivesse no telefone, esperaria, e se tivesse desligado, imploraria pra retomarmos o que a gente tinha.
Desci na surdina, pisando onde as tábuas não rangessem. Da cozinha vinha o murmúrio da conversa dela; enchi um copo e me posicionei fora da vista dela pra escutar.
—Poderia desligar a qualquer hora— pensei —Vou esperar um minuto. Só um minuto, pra ver se ela termina.—
Esse foi o primeiro trato, quebrado quase na hora e substituído por outro, igualmente frágil.
Fiquei ali, imóvel na entrada da cozinha, bebendo água em goles lentos enquanto a voz dela chegava até mim, clara mas fragmentada. Ela falava naquele tom íntimo e confidencial que só usava com a irmã Linda.
—Tudo tá andando mais rápido do que a gente esperava, Lin— dizia mamãe, e aí baixou a voz, me forçando a aguçar o ouvido—. Você viu? Lin, ele já me tocou!… Eu sei. Ele tá obcecado!
A água engasgou na minha garganta. Tão falando de mim? Minha tia Linda sabe? Um arrepio percorreu minhas costas, mas não era só medo; tinha também uma curiosidade mórbida, uma necessidade de saber até onde o segredo ia. Mamãe sempre foi muito próxima da irmã, mas nunca imaginei que fosse a esse ponto.
A voz dela continuou, tecendo uma realidade que eu desconhecia: —Foi estranho no começo, mas a gente tá superando rápido. Não pensei que ele fosse se atrever hoje, nem que eu estaria tão receptiva. É estressante, mas emocionante.
Receptiva? Emocionante? As palavras ecoavam na minha cabeça. Então ela também queria?
Mamãe riu: —Ele não desconfia de nada. Pensei que ia fingir nervosismo, mas tô nervoso de verdade! As mãos dela tão tremendo e fica... cê sabe. É uma fofura. Que sorte.
Encostei as costas na parede, processando o que ouvi. Meu mundo tava desabando: não só minha mãe sabia, como ela e a Linda tinham planejado tudo. Eu era paciente dela... ou cobaia.
Ouvi outra frase e meu estômago embrulhou: — É maior do que você pensava, então me deve vinte... Pão-dura!
Me mexi e uma tábua rangeu. O tempo parou. Silêncio total.
— Lin? — ela falou tensa. — Preciso ir ver o que é.
Tampei a boca, tentando abafar minha respiração.
— Querido? — gritou da cozinha. — É você?
Subi as escadas com o coração batendo nos ouvidos. Me joguei na cama, mas o pânico não passou. Aí ouvi passos se aproximando. Cada pisada era um soco no meu peito; o enjoo me revirava enquanto a escuridão ameaçava fechar.
Uma sombra parou debaixo da porta.
— Cristóvão? Cê tá aí?
— Aham! — minha voz falhou.
— Posso entrar?
— Pode!
Ela entrou e o rosto dela apareceu. O pânico virou outra tensão, quase gostosa.
— Oi, querido. Tudo bem?
— Tudo! — respondi rápido demais. — O que foi?
Ela se apoiou na cama.
— Nada. Terminei com a Linda, vou tomar um banho.
— Ah, legal.
Ela me encarava com uma curiosidade de detetive e aquele sorriso safado que eu conhecia: metade investigadora, metade sedutora.
— Cê ficou aqui o tempo todo?
Acenei com força.
— Fiquei! Falando no telefone.
Silêncio. Senti que ela não acreditou, mas as palavras dela foram neutras.
— Precisa do banheiro?
Neguei.
— Todo seu.
Ela saiu e me mandou um beijo, um gesto tão maternal quanto cheio de cumplicidade. A porta fechou. Queria ter instalado uma câmera no banheiro. Precisava ver ela.
A água parou. Grudei na porta, escutando: a cortina, o gotejo, o silêncio. Minutos depois, a porta do banheiro rangeu. Espiei a cabeça.
— Mãe? Terminou?
Ela se virou, meio sorriso.
— Sim. Outra vontade?
Acenei.
— Aham. Podemos?
O sorriso dela se alargou; nos olhos dela dançava a luz que eu tinha ouvido na conversa.
—Claro. Me dá uns minutos. Primeiro quero vestir alguma coisa.
Eu assenti, mudo.
Ela deslizou pro quarto dela. Minha imaginação galopou: "vestir alguma coisa" só podia significar algo bom. Algo com a bunda dela.
Segurei a respiração e escutei. O arrastar dos pés atrás da porta, o gemido de uma gaveta abrindo e fechando, e depois o rangido inconfundível das molas da cama dela enquanto ela se deitava no colchão.
—Bom, querido —a voz dela chegou até mim através da madeira, cantante e quente—. A mamãe tá pronta pra você.
Foi um tiro de largada. Saí voando do meu quarto e percorri o corredor num sprint silencioso. Enquanto corria, me livrei da camisa e do shorts, deixando eles caírem no chão sem cerimônia. Não podia perder nem um segundo.
Abri a porta do quarto dela com uma lentidão trêmula. As luzes estavam apagadas, e o quarto tava mergulhado numa penumbra irreal. Os raios do sol da tarde entravam pelas frestas das persianas, desenhando linhas douradas no ar, onde minúsculas partículas de poeira flutuavam como se estivessem suspensas por fios invisíveis. Era uma atmosfera dos sonhos, irreal. Mas quando meus olhos encontraram a minha mãe, tudo o resto deixou de existir.
Tava de pé ao lado da penteadeira, completamente pelada, só com umas meias pretas transparentes subindo pelas pernas dela como uma segunda pele. O contraste era de cair o cu da bunda: a penumbra da renda contra a brancura deslumbrante das nádegas dela, se erguendo feito duas luas cheias. Fiquei olhando, hipnotizado, pra linha pálida onde o elástico demarcava o território da seda preta da pele nua. Era a imagem mais gostosa e proibida que eu já tinha visto na vida.
Mamãe balançava a bunda de um lado pro outro com um movimento lento e sensual, e as meias pretas acompanhavam cada balançada como se fossem extensão da própria pele dela. Elas se moldavam ao relevo mutante dos músculos dela, pintadas sobre cada curva pra realçar a forma. Quando ela se mexia, a textura visual também mudava: passava gradualmente do cetim brilhante pro fosco opaco, clareando quando um raio de sol beijava elas e sumindo na sombra quando a luz abandonava.
Fiquei olhando até que uma umidade inesperada embaçou meus olhos, mas nem isso fez eu desviar o olhar. Não queria piscar. Cada piscada era um quadro perdido desse filme que minha mente tava gravando pra eternidade.
— Você não tá de calcinha — apontei, minha voz saindo mais rouca do que eu esperava.
Mamãe virou a cabeça pra me olhar por cima do ombro, um movimento que fez o cabelo molhado dela cair como uma cortina sedosa pra um lado. Uma risadinha borbulhou na garganta dela.
— Oi pra você também, querido. Já tirei elas. Pensei em te poupar o trabalho.
— Eu gostava de tirar elas — respondi, e teve um fio inesperado no meu tom que nem eu mesmo reconheci.
Ela pareceu se surpreender, mas não se ofendeu. Pelo contrário, uma faísca de diversão dançou nos olhos dela.
— Ah. Bem… quer que eu coloque de novo?
Tirei a cueca de uma vez e me aproximei da cama com passo lento mas decidido.
— Não, mamãe. Assim tá perfeito.
Minha mão encontrou minha ereção e acariciou ela, sentindo ela pulsar com vida própria. Me ajoelhei e me arrastei até ela, com os olhos fixos na bunda dela como um peregrino diante de um altar. Sem pedir permissão, agarrei uma com força, apertando até doer; ela não resistiu. Era como argila molhada: cedia, se moldava, mas sempre voltava à forma. Empurrei com força suficiente pra fazer a bunda dela bater, e o som ecoou, molhado e obsceno.
— Não vai me pedir pra ser suave? — perguntei, minha voz quase um sussurro.
Mamãe balançou a cabeça, um Movimento lento e deliberado. Ela cruzou os braços e apoiou a bochecha neles, afundando o nariz no colchão.
—Dessa vez não, Cris. Só quero que você aproveite.
A submissão dela era um afrodisíaco mais potente que qualquer imagem.
—Nesse caso… posso pedir uma coisa?
—Mmm — ela gemeu, um som vibrante que senti através da cama—. Deixa eu adivinhar. Você quer que eu me mexa de novo? Posso fazer isso.
—Não. Bem, sim, mas não é isso. Você poderia…? — hesitei por um instante —. Se importaria de ficar de joelhos e arquear as costas?
O silêncio se instalou entre nós. Mamãe não se moveu. Só as ondas residuais da respiração dela percorriam lentamente a superfície das nádegas.
—Mas… querido — a voz dela soou pequena, quase infantil —, se eu fizer isso… você vai ver minha buceta.
Um músculo no meu pescoço se contraiu, mas mantive a voz firme.
—Já vi antes, lembra?
—A parte de trás! — protestou fracamente —. Mas tudo que… que é rosa está dentro. Isso é diferente.
—Quero ver — insisti, e não era um pedido. Era uma declaração.
Mamãe soltou um suspiro trêmulo.
—Meu Deus — murmurou, e na voz dela percebi aquela mistura exata de medo e excitação que antecede pular no vazio do topo de uma montanha-russa —. Se você realmente quer ver… tudo isso… então… quem eu tô enganando? Claro que você quer!
—Claro que quero! — repeti, um eco afirmativo.
Ao adotar a posição, as bochechas dela se separaram naturalmente, revelando o que sempre havia permanecido oculto atrás daquela muralha de carne exuberante.
Os lábios externos da buceta dela eram lisos, com as bordas ligeiramente mais escuras que o resto da pele, como pétalas de uma flor. Curvavam-se sutilmente para fora, emoldurando as partes mais íntimas que se aninhavam no centro. Mas foram os lábios internos, macios e rosados, que me tiraram o fôlego. Dobras delicadas, cobertas por um véu de umidade brilhante que reluzia na luz fraca do quarto. A textura era tão incrivelmente flexível que imaginei que se encolheriam ao menor toque. Os poucos pelinhos escuros que cobriam seu púbis também pareciam macios, cada cacho como um fragmento de seda fiada tecido num tapete preto e ondulado.
— Feliz? — ela perguntou, a voz tingida de uma vulnerabilidade que me atravessou.
Tive que passar a língua pelos lábios antes de conseguir articular palavra.
— É lindo, mãe.
— Fico feliz que você tenha gostado — ela disse, a voz tremendo um pouco —. É estranho... ser olhada assim, quero dizer.
Uma dinâmica de poder estranha pulsava no ar. Agora eu conhecia o segredo dela: nada disso era improvisado, havia um plano tecido entre ela e a Linda. Estávamos indo mais rápido do que ela tinha previsto, mas o desejo dela era genuíno. Não era o martírio materno que a movia; era algo mais primitivo, mais complexo. E ainda assim, eu acreditava nela quando dizia se sentir estranha. O desconforto era real, mas não o suficiente pra fazê-la recuar. E eu estava ansioso pra descobrir até onde a própria curiosidade dela a levaria.
— Bom — falei, minha voz surpreendentemente calma —, não preciso ficar só olhando.
Ela se tensionou de leve.
— Ah, não? — o tom era cauteloso, mas havia um brilho de expectativa nele —. Me dá um pouco de medo perguntar o que você preferia estar fazendo, mas... o que você tem em mente?
Passei a língua nos lábios, saboreando a antecipação.
— Quero te provar.
A buceta dela se contraiu visivelmente com minhas palavras, um espasmo involuntário, como se tentasse se esconder do meu olhar.
— Precisa fazer isso? — perguntou, a voz um fio.
— Quero. Você acabou de tomar banho, não foi?
Mamãe bufou, uma mistura de risada nervosa e exasperação.
— Essa não é a questão, Cristóbal! Não... você não pode fazer isso!
— Posso se você deixar — falei, minha voz saindo de algum lugar profundo e desconhecido. Mesmo sem ela ter dado permissão, comecei a deslizar devagar pra frente, aproximando meu rosto da penumbra quente entre as coxas dela —. Só precisa dizer sim, mamãe.
Dava pra ouvir o roçar dos dedos dela arranhando os lençóis enquanto travava uma batalha interna que eu só podia imaginar. Se ela realmente esperava que aquele dia se limitasse a mostrar a bunda, me deixar fazer isso era cruzar uma fronteira muito mais íntima. Era um pedido enorme, mas um pressentimento estranho, quase uma certeza, me dizia que ela ia topar.
— Vamos, mamãe. —supliquei, modulando minha voz com uma mistura de desejo e ternura—. Você me fez sentir bem o dia inteiro. Deixa eu fazer algo por você dessa vez.
Mamãe mudou o peso de um joelho para o outro, um movimento nervoso que fez suas nádegas balançarem suavemente.
—T-tá bom —sussurrou.
—Sério?
Ela assentiu com urgência, um movimento rápido e quase convulsivo.
—Aham! Sim. Só… só se você quiser, querido. Você não precisa fazer isso por mim.
Meu estômago roncou com uma mistura de antecipação e desejo.
—Não tô fazendo só por você.
O corpo dela estremeceu, uma onda que percorreu sua espinha e terminou num tremor das nádegas.
—Tá bom, Cristóbal. Pode… pode provar.
—Você pode vir pra beira da cama? —pedi.
Ela soltou um suspiro longo e trêmulo. Deslizou pra trás de joelhos até que os pés ficassem pendurados na borda do colchão, as nádegas oferecidas ao ar do quarto.
—Assim? —perguntou, com a voz pequena.
—Perfeito.
Me ajoelhei no chão, ficando cara a cara com o monumento da bunda dela. As duas nádegas enormes e brancas ladeavam meu campo de visão como outdoors anunciando todas as maravilhas escondidas no vale que as separava. Mas meus olhos só procuravam uma coisa.
—Ai, meu Deus — gemeu ela, a voz abafada contra o colchão —. Não acredito que estou deixando você fazer isso.
Esbocei um sorriso que ela não podia ver, carregado de uma arrogância que não era totalmente minha.
— Você adora, mamãe.
— Eu… cala a boca! — protestou, mas não havia convicção na reclamação.
Fechei os olhos, respirei fundo e deixei o aroma dela encher meus pulmões. Não quis deixá-la na expectativa: estiquei a língua e deixei o calor dela, denso e tangível, me guiar. Minhas bochechas ficaram ladeadas pela pressão macia das nádegas dela enquanto eu abria caminho até o centro, ansiando por aquela compressão, aquele calor. Virei a cabeça, separando suavemente a carne dela com meu rosto… até que encontrei.
O mel dela cobriu minha língua com um sabor intenso e profundo. Limpo, mas inegavelmente cru. Era a essência da feminilidade dela, reduzida àquele estalo ácido nas minhas papilas: esmagadoramente humana.
Passei a ponta da língua e encontrei o espacinho entre o clitóris dela e o capuz rosado que o protegia. Enfiei a ponta debaixo daquele botão sensível e fiz um círculo pequeno que fez ela tremer na hora.
—OooOOhhHHH... caralho! —gemeu, um som agudo e surpreso que eu nunca tinha ouvido dela antes.
Mergulhei no clitóris dela, desenhando círculos pequenos com a ponta da língua. Uma pulsação reveladora naquela pérola minúscula me confirmou que eu tava no caminho certo, e a confirmação definitiva veio quando senti a perna esquerda dela começar a tremer e se contrair no ritmo dos meus movimentos. Me concentrei naquela área, provocando uma intensidade que roubava a capacidade dela de falar.
—Caralho! —ofegou—. Isso me deixa... s-sensível...
—Huh —foi minha única resposta, abafada contra a carne dela. —Quero que você goze —falei, e as palavras vibraram contra a pele dela.
O tempo entre as respirações dela tava encurtando perigosamente.
—Sério? Você... quero dizer... p-posso ajudar, então?
Não quis tirar a língua pra responder. Soltei um grunhido afirmativo. Não sabia o que ela tinha em mente, mas a resposta veio quase na hora quando senti a ponta dos dedos dela roçando minha língua, também procurando o centro dela.
Engoli uma bocada generosa dos sucos dela e respirei fundo, mesmo estando tão encharcada que parecia que eu tava sugando água de uma esponja.
—Continuo, mãe?
—Sim! —gritou, a voz dela rasgada pela urgência—. Sim, querida! Continua!
Nem lembro o momento exato em que comecei a me masturbar. Foi como se minha mão tivesse tomado uma decisão autônoma, sem consultar meu cérebro, respondendo instintivamente ao chamado primitivo do cheiro e dos gemidos dela.
—Continua assim, querida —ordenou a mãe, a voz dela ganhando um tom de autoridade que só o desejo pode dar.
Esmaguei minha língua contra a buceta dela, cobrindo ela inteira de uma passada. Desde o clitóris, tracei uma linha longa que afundou minha língua entre as dobras escorregadias dela. Senti como os lábios dela se curvavam ao meu redor, criando um canal através da carne molhada dela. Passei a língua por aquele sulco uma e outra vez: pra cima, pra baixo. Tinha algo meditativo no movimento, um ritmo hipnótico.
As reações da mamãe, no entanto, não tinham nada de calma. Os gemidos dela, cada vez mais frequentes, me indicavam quando eu tinha encontrado um ponto sensível. Um desses pontos ficou exposto quando minha língua mergulhou na poça de suco acumulada na entrada da buceta dela.
— Aí! — gritou a mamãe —. Dentro! Mete a língua pra dentro, meu amor!
Tracei um círculo em volta da entrada dela, preparando-a. A concentração do suco dela era tão intensa que tudo que eu tinha provado antes empalidecia; minha língua flutuava naquele xarope grosso como se a gravidade não existisse. Enfiei o mais fundo que pude, lambendo o veludo plissado das paredes internas dela, esfregando contra a carne como se tentasse imprimir cada papila gustativa nela. Eu tinha uma fome voraz que só podia ser saciada devorando-a com abandono.
— Mais forte! — implorou desesperada —. Come a buceta da mamãe!
Nunca tinha ouvido uma mulher falar assim fora da internet, mas sabia que ela não fazia aquilo por mim; a vulgaridade dela era a gasolina que alimentava meu fogo.
A mamãe batia no clitóris absorta no prazer dela, mais focada em si mesma do que em mim. Não me importei; era gratificante ser quem a fazia feliz. Minha obsessão pela bunda dela ficou de lado pra focar no que ela precisava. Peguei uma dobra carnuda entre meus lábios e mordisquei de leve, me afastando depois pra saborear a sensação. Era o oposto do que ela tinha pedido, mas queria excitá-la mais antes do grande final.
— Mais forte! — uivou, a voz rasgada —. Por favor! A mamãe já tá quase... só... faz mais forte, porra!
Não quis arriscar a ira de uma mulher prestes a gozar. Atendi ao pedido desesperado dela. Enfiei a língua de novo na cavidade cremosa, ensopando bem no líquido doce dela. Depois de saturada, a Endureci o máximo que pude e comecei a massagear o clitóris dela com dezenas de movimentos rápidos e precisos.
Fechei os lábios em volta da buceta dela e chupei com tanta força que senti minhas bochechas afundarem. No vácuo parcial da minha boca, isolei minha língua pra conseguir roçar mais fácil o botão pulsante que exigia atenção. Chupei ainda mais forte, puxando ele pra fora do esconderijo debaixo da carne.
Minha mandíbula tava doendo. Sentia a língua pesada, lerda por causa da tensão muscular acumulada. Mas eu tava decidido a aguentar. Apertei o rosto, ignorando a ardência que pedia uma pausa.
—Vou gozar —mamãe cantarolou, a voz dela fraca e distante, toda a energia concentrada no movimento furioso dos dedos no clitóris.
De repente, ela parou. Uma pausa breve, talvez de menos de um segundo, onde o corpo dela ficou completamente imóvel. Foi a calmaria antes da tempestade. Então, um furacão furioso sacudiu ela, torcendo ela contra meu rosto quando o orgasmo finalmente a alcançou.
—Porraaa!
O corpo dela se tensionou como um arco. A curvatura acentuada das costas se inverteu, arqueando pra fora enquanto cada músculo se contraía numa sinfonia de prazer. Era como se o gozo fosse um cobertor físico envolvendo ela, a aura tão magnificamente intensa que comprimia todo o ser dela numa bola apertada de sensações.
—C-continua! —ela gemeu, a voz um fiozinho quebrado.
Enfiei o mais fundo que pude entre as nádegas dela, minha língua chicoteando o clitóris sem piedade enquanto ela apertava ele contra minha boca. Era óbvio que ela não tava nem aí se eu conseguia respirar. Quando tentei, só consegui que um pouco do pelo da buceta dela entrasse no meu nariz, fazendo cócegas insuportáveis. Mas não queria desistir. Então fiz o que qualquer homem faria: parei de respirar. O ar nos meus pulmões ficou rançoso, viciado, mas aguentei.
Um torrente quente banhou minha língua com a ambrosia pela qual eu começava a ficar viciado; eu gostava tanto que imaginava usá-la pra adoçar meu café, alimentando minha obsessão desde o despertar. Os tremores violentos da mamãe começaram a se acalmar, seu lamento suavizando até um gemido fraco, embora seus músculos ainda estivessem tensos, relutantes em abandonar o auge. Eu diminuí o movimento e lambi preguiçosamente sua entrada, ainda sensível. Me surpreendi com meu próprio controle; entre nós dois, transbordávamos energia pra abastecer uma cidade pequena.
Mamãe desabou na cama, exausta, a barriga esmagada contra o colchão. Ela estava tão profundamente relaxada que, à primeira vista, parecia dormindo. A respiração dela, funda e lenta, era a única coisa que denunciava que ainda estava consciente.
— Ai, meu bem — murmurou, a voz pastosa e distante —. Isso foi… foi maravilhoso.
— Mamãe? — perguntei, minha voz ainda trêmula pelo que acabava de acontecer.
Ela emitiu um zumbido de satisfação, o corpo relaxado contra o colchão.
— O que foi, Cristobal?
— A gente pode fazer agora?
Ela tinha descido do êxtase, mas eu ainda estava num estado de excitação quase dolorosa. Ver o corpo dela se entregar ao clímax tinha despertado algo ciumento em mim: eu também queria o que ela tinha tido.
— Não consigo esperar mais — confessei, limpando o rastro do suco dela do queixo —. Tô pegando fogo, mamãe. Preciso de você. Agora.
Ela ronronou, uma vibração quente que percorreu suas costas.
— Pode usar a bunda da mamãe, meu bem. Como você quer brincar com ela?
O menu de possibilidades era infinito, mas uma opção se destacava entre as outras.
— Você tem óleo? Quero que ela fique brilhante. Escorregadia.
— Gaveta de cima — apontou com a cabeça pro criado-mudo —. Garrafa branca.
Encontrei o óleo mineral e, quando me virei, ela já tinha adotado a posição: de bruços, cabeça apoiada nos braços cruzados, nádegas levemente erguidas numa oferenda silenciosa.
— Sobe — disse, e rebolou a bunda. Com um movimento que fez sua carne balançar.
Montei nas pernas dela, o peso do meu corpo distribuído entre meus joelhos e as coxas dela. A bunda dela descansava na minha frente como uma tela virgem esperando minha intervenção.
— O que eu posso fazer? — perguntei, esperando ansiosamente um cheque em branco.
— Você conhece as regras, querido.
— Eu sei. Só pensei que talvez a gente pudesse tentar algo novo.
— Já não quer mais brincar com a bunda da mamãe? — A voz dela oscilava entre o maternal e o abertamente sexual com uma facilidade que me desmontava.
— Sim! Claro que sim. Mas... sabe o que é uma masturbação russa? — perguntei, e diante do silêncio dela, continuei —: Quero fazer isso. Mas com seu cu.
— Ooooohhh — ela sussurrou, e eu senti ela processando a ideia —. É pra isso que serve o óleo? Quer que as nádegas da mamãe fiquem escorregadias pra poder... foder elas?
Senti uma veia pulsar no meu pescoço.
— Deus, acho que nunca vou me acostumar a ouvir você falar assim.
— Que bom. Gosto de deixar as pessoas nervosas.
— Não tô nervoso! — A mentira foi tão transparente que nem me dei ao trabalho de sustentar.
— Ahã, claro, querido. Do mesmo jeito que você não vai "acidentalmente" escorregar pra dentro da buceta quente e molhada da mamãe, né?
Fiquei sem palavras, preso entre a excitação e a vergonha de ser tão previsível.
— Não sei do que você tá falando — murmurei.
Ela deu de ombros com uma indiferença calculada.
— Se você diz. Só toma cuidado com onde mete isso. Não tomo anticoncepcional, lembra?
Lembrava. A imagem de um possível futuro cruzou minha mente como um relâmpago, tão excitante quanto aterrorizante. Mas me forcei a afastá-la. Ainda não.
Destampei o vidro e deixei cair as primeiras gotas na nádega direita dela; o óleo se espalhou em círculos brilhantes absorvendo a luz. Apertei mais e um fio prateado escorregou preguiçosamente pela encosta da curva dela como mercúrio vivo. Logo a pele dela se cobriu de arrepios sob o líquido frio. Espalhei o óleo com as palmas, massageando em círculos largos, sentindo como a textura se transformava sob meus dedos. Enfiei os dedos no vale profundo, aplicando mais óleo direto no cu dela, vendo o líquido se acumular nas rugas da carne mais íntima dela.
Quando terminei, a bunda dela brilhava igual um espelho pálido, mais óleo do que pele.
—Você é bom com as mãos —ela disse.
—Valeu, mãe.
Ela fez a bunda vibrar com uma sacudida vigorosa.
—Já tá pronto pra foder meu cu?
—Porra, sim —rosnei.
Ela esticou o pescoço pra me olhar por cima do ombro, um gesto mais simbólico que prático.
—Não se iluda, senhor. Tô falando da minha bunda.
Sorri e dei um tapa suave numa nádega.
—Eu sei. Vou ter cuidado... quase sempre.
O resmungo dela confirmou que ela revirou os olhos.
—Pelo amor de Deus, se comporta, querido. Só porque não posso engravidar pelo cu não significa que você pode meter lá.
Balancei a bunda dela com as duas mãos.
—Isso é tudo que eu preciso. Só de enfiar entre essas maravilhas já tô satisfeito.
—Então se apressa. Tão esperando.
Segurei minha piroca pela base e guiei ela pro vale que se abria na minha frente. Quando a cabeça afundou na maciez da bunda dela, um arrepio subiu pelas minhas costas. Era como mergulhar em veludo molhado, uma sobrecarga sensorial que nublava meus sentidos. A carne se moldou em volta do meu pau, envolvendo ele num abraço quente e seguro.
—Ainda vê a cabeça? —ela perguntou curiosa—. Ou já sumiu?
—Sumiu, mãe! —exclamei—. Caralho, que bunda enorme você tem!
—Empurra, amor —ela me incentivou.
Obedeci, afundando mais fundo naquele calor denso. A pressão era inacreditável; dava pra ver as covinhas se formando nas nádegas dela enquanto ela apertava os músculos de propósito.
—Tá fazendo isso de propósito? —perguntei.
—Aham. Tá gostando?
Assenti, mudo de prazer. Ela soltou uma risadinha satisfeita e mudou a técnica, alternando apertões longos com pequenas compressões rítmicas. Cada aperto era mais forte que o anterior, até que senti como se uma prensa macia estivesse massageando meu pau com uma intensidade perfeitamente calibrada.
Apertei as bundas dela por fora, juntando ainda mais enquanto tirava meu pau. A cabeça saiu do esconderijo e bateu na minha barriga com um estalo molhado.
—Meu Deus —ela suspirou—. Você tá muito duro, amor.
—Isso é... incrível —consegui falar—. Nunca senti nada igual.
Ela mexeu os quadris, criando ondas na pele oleosa.
—Tem muito mais de onde veio isso. Você ainda não vai gozar, né?
—Ainda não —garanti.
Com as bundas dela bem apertadas, o canal entre elas ficou mais estreito. Enfiei a ponta de novo, me maravilhando como as bundas dela se abriam pra me receber e depois se fechavam ao meu redor no abraço mais acolhedor que dá pra imaginar.
—Até o fundo dessa vez —ela insistiu.
Empurrei até minhas coxas baterem nas bundas dela. Do outro lado do vale, perto da base das costas dela, dava pra ver a ponta do meu pau aparecendo entre a carne branca. Até sentia minhas bolas apertadas entre as pernas fechadas dela, mergulhadas na poça de óleo acumulado.
—Porra —foi tudo que consegui dizer.
—Me fode com força, amor. Dentro e fora.
Comecei a me mexer, deslizando meu pau pelo sulco encharcado. Cada estocada produzia um som molhado e safado, o atrito das nossas peles oleosas criando uma sinfonia obscena. Quando eu tirava, uma sucção suave puxava de volta, e com a ajuda do lubrificante, o som era de alguém fodendo um pote de cola líquida.
Mal conseguia segurar as bundas escorregadias dela; minhas mãos subiam gradualmente dos lados pro topo da curva, acumulando óleo entre os dedos a cada passada. Levava aquele lubrificante acumulado de volta pra fenda, banhando meu pau uma e outra vez.
—Tá meio escorregadio, né? —ela disse com um sorrisinho—. Acho que alguém usou óleo demais.
—Tô nem aí —respondi firme—. Tá com uma cara incrível. Valeu a pena.
Ela murmurou alguma coisa pra si mesma e depois levantou a cabeça. —Tenho uma ideia melhor.
Dei um tapa numa das nádegas dela, criando ondas na superfície brilhante.
—Me conta.
—Tira teu pau, gostoso.
—Mas, mãe!
—Sem mas. Só um segundo. Confia em mim.
Fazer aquilo foi emocionalmente devastador, mas obedeci.
—Tá bom. E agora?
Ela enfiou um braço debaixo da barriga e deslizou a mão entre as pernas. Dois dedos se moveram no espaço entre as coxas dela.
—Vem —disse ela—. Aqui. Vai ser gostoso entre minhas coxas.
Levei um segundo pra processar.
—Posso... posso fazer isso?
—Se quiser experimentar, sim. Acho que você vai gostar.
Meu pau seguiu o calor que irradiava de entre as pernas dela, guiado também pelo movimento dos dedos. Pressionei a ponta contra as pontas dos dedos dela, e ela envolveu a cabeça do pau com os dedos, puxando enquanto eu empurrava. Devagar, centímetro por centímetro, meu pau deslizou entre as coxas dela.
A sensação era radicalmente diferente. A pele da parte interna das coxas dela era incrivelmente macia, e estava encharcada numa mistura do próprio mel dela e do óleo mineral. Tinha a textura de um marshmallow quente derretendo em volta do meu pau.
A buceta dela irradiava um calor denso como névoa contra a parte de cima da minha pica, enquanto a parte de baixo era acariciada pelos pelos macios das coxas dela. Sensações diferentes que se juntavam pra criar o prazer mais extraordinário que eu já tinha sentido.
—Porra, mãe —eu ofeguei.
—Só mais um pouco —ela me incentivou—. Pode apoiar o peso em mim.
Eu me inclinei devagar, deixando o peso cair aos poucos até minha barriga pressionar as costas dela. Ela estendeu a mão e acariciou minha nuca, as unhas arranhando de leve meu couro cabeludo. Um arrepio percorreu meu corpo inteiro.
—Bom garoto. Assim. Relaxa.
Sentir o coração dela batendo contra meu peito, o calor dela me envolvendo, era quase tão bom quanto o sexo em si. Talvez melhor.
Eu empurrei minha pica com força entre as coxas dela até os pelos molhados da buceta dela fazerem cócegas na minha ponta. Era tão abundante e macio quanto o pelo de um filhote de veado.
Mãe apertou as pernas com toda a força.
—Aí está.
Eu beijei o ombro dela, meus lábios parando um segundo na pele dela.
—Eu gosto de ficar assim tão perto de você.
Ela mexeu os quadris devagar, esfregando minha pica entre as coxas molhadas.
—Eu também, querido.
—Tô muito pesado?
—Nada disso. Você vai me abraçar?
Eu a envolvi com meus braços na hora, um por baixo da barriga dela, o outro por cima dos peitos. Apertei ela contra mim com uma força que uma camisa de força invejaria.
Ela ronronou, um som profundo que durou vários segundos.
—Você tá fingindo que tá dentro da minha buceta, querido?
Eu gemi sem querer.
—S-sim.
—Bom. Eu também. —Ela deu duas batidinhas na minha nuca—. Então continua fingindo e me fode.
Eu comecei a me mexer, saindo devagar e voltando a entrar um pouco mais rápido. A cada estocada, a bunda dela batia nas minhas coxas com aquele tapa molhado que eu já conhecia, embora agora abafado pelo nosso peso junto.
—Porra, mãe! —eu gemi.
—De novo! —ela gritou—. De novo, querido! —Ai, meu Deus, amor! —ela gritou de repente, a voz abafada contra o colchão—. Tá acertando meu clitóris!
—É? —perguntei, a voz rouca.
—Aham! Bem ali! Continua batendo bem ali!
Ela acentuava cada palavra com cada estocada, marcando o ritmo das minhas cadeiras com os gemidos.
—Mais forte! Mais forte!
Mas aí aconteceu. Na minha inexperiência, calculei mal a distância. Quando joguei as cadeiras pra trás, um centímetro a mais do que devia, minha rola escorregou entre as coxas dela... e aí, um pequeno desvio muscular, a ponta encontrou uma abertura diferente.
—Espera, amor! Espera! —O grito dela foi mais agudo do que qualquer outro que eu já tinha ouvido.
Ela se jogou pra frente, tentando escapar do meu aperto, mas era tarde. Eu parei, sim, mas não antes da ponta da minha rola se encaixar firme entre os lábios escorregadios dela.
E fiquei ali, paralisado, preso num transe de tesão tão gostoso que não conseguia me forçar a recuar.
—Amor —ela sussurrou, a voz agora doce, quase resignada—. Espera... Esse é meu... Espera um segundo.
Eu abracei ela com mais força, os braços tensos em volta do corpo dela.
—Porra, mãe.
Ela deu um tapinha na minha nuca com ansiedade, como quem tenta acalmar um bicho excitado.
—Eu sei, eu sei. Mas não tem problema. Ainda não é tarde. É... é só a cabeça?
Na voz dela, tinha uma pergunta, uma esperança de que a gente pudesse parar naquela linha, se convencer de que só a ponta, só um pouquinho, não contava de verdade.
Mas os dois sabíamos que estávamos mentindo.
Eu forcei a glande pra expandir, alargando a abertura dela enquanto inchava, tampando a entrada como uma rolha imperfeita numa garrafa apertada demais.
—Aham.
—Meu Deus —ela murmurou de repente, a voz quebrada pela consciência do que tava rolando—. V-você... tá dentro de mim. Amor, por favor. N-não podemos fazer isso.
Eu cravei os dentes na nuca dela, mordiscando de leve a pele salgada.
—Por que não? Você passou o dia todo me provocando. Dia.
Quando mamãe inspirou, a respiração dela veio errática e entrecortada, como se o ar se recusasse a entrar nos pulmões dela.
— Você prometeu, lembra? É que… isso tá acontecendo rápido demais. Não pensei que…
— Te ouvi — interrompi, minha voz sem emoção —. Falando no telefone com a Linda.
Mamãe soltou um gemido nervoso, quase um miado de angústia.
— Meu Deus. Devia ter imaginado que você tava me ouvindo.
Suavizei meu tom, acompanhando as palavras com beijinhos molhados no ombro dela.
— Você quer isso, mamãe. Eu sei. Só precisa falar. Mas preciso ouvir você dizer.
Ela tinha movido a mão livre — a que não estava enroscada na minha nuca — pra minha perna, e apertava minha coxa com a força de quem se agarra a uma boia no meio do naufrágio.
— Não… não sei.
Me mexi leve, quase imperceptível, aliviando o impulso de empurrar mais fundo ao deixar a cabeça do meu pau brincar bem na entrada da buceta dela. Não era nem um centímetro de avanço real, mas dava pra sentir a pressão do anel muscular se apertando bem debaixo da glande, me tentando, me chamando.
— Vai ser tão gostoso, mamãe. Você não quer?
— Eu… eu… — A respiração dela acelerou enquanto as unhas se cravavam na minha pele —. E se… e se você só colocar a pontinha? Dá pra fazer isso, querido? Tá bom pra você? Pode… pode manter a cabeça dentro, só isso. Você vai se sentir bem, né?
Nunca tinha visto ela tão desesperada. Mesmo sem saber da conspiração dela com a Linda, teria percebido o conflito interno que a rasgava. Ela protestava fraquinho, sim, mas a buceta dela me apertava com uma urgência que contradizia todas as palavras, como se quisesse me chupar até o fundo.
Mas eu sabia mais que isso. E esse conhecimento tornou minha próxima decisão muito mais fácil.
— Quero te foder, mamãe — falei, minha voz firme apesar do tremor que me percorria —. Só quero que você também queira.
Houve um silêncio denso, carregado de eletricidade. Então, tão baixo que quase não ouvi: —Sim… eu desejo. —Uma pausa—. Sim, querido. Eu também quero. Mas depois disso… não tem volta.
—Não quero voltar.
Ela gemeu, um som pequeno e assustado, como um filhote perdido.
—Estou com medo, querido. E se isso for uma ideia ruim?
Avancei mais um pouco, enfiando a cabeça o suficiente para que o músculo que cercava a entrada da buceta dela se agarrasse ao meu freio com uma tenacidade desesperada.
—E se for uma boa ideia?
Ouvi ela morder o lábio, hesitando, balançando à beira do precipício.
—Você não tem medo? —perguntou, e a voz dela era mais fina que papel de seda.
—Não, mamãe. Eu quero isso. Faz tempo que quero. Te desejo. Sua bunda, sim, mas isso… —Enfatizei minhas palavras com um pequeno empurrão que cravou mais um centímetro da minha pica na buceta dela—. Isso sempre foi o que eu realmente queria.
Pela primeira vez desde que os alarmes dispararam, mamãe soltou um som que não era de pânico. Foi uma risadinha, pequena, mas inconfundível.
—Você me enganou.
Beijei a nuca dela de novo, inspirando fundo o aroma da pele suada.
—Você se deixou enganar.
Ela assentiu, um movimento lento e relutante, uma rendição.
—Deixei, né? Meu Deus, querido, me desculpa… sou a pior mãe do mundo.
—Você é a melhor —sussurrei contra a pele dela—. Te amo. Vou te amar, aconteça o que acontecer.
Ela mexeu levemente a bunda, um movimento quase imperceptível, mas carregado de significado.
—Não tá dizendo isso só pra eu deixar você me foder, né?
Aos poucos, o lado brincalhão dela estava ressurgindo das cinzas do medo.
—Tá funcionando?
Ela soltou um grunhido que soou como rendição total.
—Quer descobrir?
Um formigamento elétrico percorreu meu couro cabeludo.
—Como?
—Empurra mais um pouco. E aí a gente vê se eu te paro.
Obedeci, deslizando mais um centímetro da minha pica grossa na buceta da minha mãe.
—E se você não me parar?
Ela soltou um ronronar lascivo, profundo e vibrante.
—Então acho que você vai bater no fundo. Não é?
Apertei meus lábios contra as costas dela e a abracei com mais força, deixando meu peso ancorá-la na cama, meu corpo agindo como um cobertor pesado que a mantivesse calma.
—A melhor mãe do mundo.
Então, deixei meu corpo cair sobre o dela, fazendo com que meu pau se enterrasse fundo na buceta dela. Não foi uma estocada; foi uma rendição à gravidade. Meu pau, já tão molhado, não teve escolha a não ser buscar as profundezas. E fez isso sem resistência. A buceta dela estava tão encharcada que tinha virado uma substância escorregadia impossível, um lubrificante perfeito que eliminava qualquer atrito. Meu pau deslizou para dentro daquela toca de paredes quentes como se sempre tivesse pertencido ali, afastando carne viscosa pelo caminho até que beijou a boca do útero dela com a ponta.
Uma onda de calor envolveu meu pau, densa e vibrante. Não era só temperatura; era um clima interno, um ecossistema de sensações que o acolhia. O revestimento interno dela era cheio de cristas de carne magnificamente grossas que se enrolavam ao meu redor como videiras vivas. Senti como se mil dedos invisíveis massageassem cada centímetro da minha pele.
—Ooooohhh, porra —gemeu mamãe, um som longo e agudo que parecia vir do fundo da alma dela—. Meu Deus, querido. Você realmente fez isso.
Mordisqueei o lóbulo dela, de leve.
—Não, mamãe. Você que fez. Você levou tudo.
Ela parecia me ouvir pela metade, perdida na imensidão da sensação.
—Meu filho… caralho. Meu filho está dentro de mim.
Exalei ar quente contra a nuca dela.
—E é uma sensação incrível.
Com uma certeza quase hidráulica, as paredes da mamãe se fecharam ao meu redor. Uma ondulação lenta percorreu o túnel lá dentro, uma onda peristáltica como a de uma garganta tentando me engolir por completo. Espirais de músculo se contraíam em pulsos alternados, apertando e soltando num ritmo que parecia deliberado, quase ensaiado.
Minha pica estava enterrada na barriga dela, cercada por carne quente e molhada. Uma porção de dobras e cristas forravam as entranhas dela, mais macias que pétalas de uma flor recém-aberta. Era uma bainha sem costuras, tão flexível que era difícil acreditar que era real, mas cada aperto mecânico me lembrava que eu não estava imaginando nada.
—Gosto quando você aperta assim —sussurrei no ouvido dela.
—Assim? —ela perguntou, e ao mesmo tempo deu uma contração muscular repentina, aplicando uma pressão firme e uniforme ao longo de toda a minha pica. Era tão intenso que parecia que ela tinha pulado minha pele pra massagear direto minhas terminações nervosas. Cada pulso acelerado deixava a massagem mais profunda, mais completa.
—Q-quão forte você consegue apertar?
—Tem certeza que quer descobrir? —O tom dela era de brincadeira, mas a pergunta era retórica—. Toma aqui, querido.
As paredes dela ficaram mais densas conforme ela as compactava, apertando como punhos segurando um lençol. Os músculos internos dela começaram uma série de contrações sobrepostas, criando momentos de pressão dupla, como duas mãos invisíveis se torcendo em direções opostas. A maquinaria intrincada lá dentro estava projetada pra fazer uma coisa só, e fazia aquilo maravilhosamente bem: tava polindo meu pau até deixar ele brilhando. Imaginei que podia ter visto meu próprio reflexo sorrindo pra mim da cabeça se eu conseguisse tirar ele.
Aquela maquinaria interna deu um último pulso, mais longo e profundo que os anteriores, e encerrou a performance com uma liberação lenta que me deixou sem fôlego. Meu corpo inteiro transbordava energia contida.
—Meu Deus —ofeguei.
—Forte o suficiente, querido? —ela perguntou num tom alegre enquanto aliviava a tensão—. Te falei que conseguia.
Empurrei um pouco pra frente, mesmo não tendo mais espaço pra avançar. Adorava sentir a pressão na ponta do meu pau ao apertar contra o colo do útero dela.
—Você é incrível.
Sabia que tava me repetindo, mas era um pensamento tão avassalador que não deixava espaço pra mais nada.
—Mostra pra mamãe como é bom —ela ronronou, encorajadora.
Sabia exatamente do que ela tava falando. Não perdi tempo: recuei o quadril, me preparando pra próxima estocada. O ar fora da buceta dela era surpreendentemente frio em comparação, mesmo a temperatura do quarto não tendo mudado. Mais estranho ainda, meu pau ficava mais leve, como se tivesse se acostumado tanto com a pressão dos abraços dela que ficar sem ela diminuía a gravidade ao meu redor. Imediatamente pulsou em protesto, exigindo voltar pro calor.
Empurrei pra frente sem hesitar, me enterrando de novo naquelas camadas de veludo molhado e trêmulo.
Mamãe se contraiu mais rápido daquela vez, e quis acreditar que era porque a buceta dela já me reconhecia, porque sabia o que eu queria. O aperto dela era suave mas firme, o anel dela elástico o bastante pra esticar e forte o suficiente pra selar meu pau lá dentro, onde nenhum ar frio e covarde pudesse tocar ele.
Ao recuar, senti uma sucção que resistia em me soltar, como se minha presença lá dentro fosse necessária pra ela. Meu pau ficava sem peso ao sair pra recuperar todo o peso ao empurrar, uma transição que me lembrava seu calor e apertinho. Nossos gemidos se entrelaçavam: os meus, um ronco profundo; os dela, um lamento agudo que dominava tudo. Se sobrepunham em ondas sincronizadas, criando um ritmo tão natural quanto a respiração que soava celestial naquela série de grunhidos desesperados.
— Isso, garoto bonito, meu amor! — gritou mamãe, a voz trêmula de esforço —. Assim, assim! Minha nossa!
— Te amo, mamãe! — gemi, sem perceber o quanto minha boca estava perto do ouvido dela.
— Também te amo! — respondeu ainda mais alto, como se precisasse se impor ao barulho do atrito da nossa pele —. Meu Deus! Continua assim, pela mamãe!
Cada estocada desencadeava uma emoção tão intensa quanto a sensação física. Meu pau era uma chave e a buceta dela, uma porta para algo maior do que eu. O mais impactante era saber que aquela euforia, embora parecesse feita pra mim, não era; o corpo dela só fazia o que era biologicamente programado. Mas eu interpretava aquilo como uma história escrita exclusivamente pra mim. Me senti escolhido: pelo destino, por ela, pela sorte que me levou até aquele momento. Foi a primeira vez que me senti realmente homem, realizando um desejo que tinha germinado na minha mente muito antes de eu mesmo perceber.
Com o tempo, meus pensamentos começaram a se desfazer. Sucumbi à vertigem do prazer que corria por cada fibra do meu corpo, recuperando e perdendo a consciência em intervalos. Comecei a me preocupar com o quanto aquilo era bom. Sabia que não aguentaria muito mais, então diminuí o ritmo, tentando prolongar o inevitável.
Fiquei parado um momento, com o pau enterrado até o fundo, me esfregando na bunda dela enquanto pressionava com todo o peso as nádegas dela, fazendo-as se espalharem pros lados. Um pensamento atravessou a névoa de prazer: um lembrete urgente.
— Você não toma anticoncepcional — falei, minha voz rouca.
Mamãe soltou um grunhido animal, tão profundo que parecia vir do estômago. Não fez perguntas inúteis; sabia exatamente por que eu tinha mencionado aquilo.
— Você tá muito perto, né?
Soprei, ofeguei, respirei fundo tentando enganar meu corpo, pensando ingenuamente que o ar poderia me acalmar.
— Sim. Sim, mamãe. Já já.
Ela arrulhou, um som misturado de preocupação e desejo.
— Ooooohhh, Deus. V-você devia tirar, não?
Grunhi, frustrado.
— Não quero.
Ela tremia da cabeça aos pés como se estivesse pelada no meio de uma ventania.
— N-não, não podemos. — De novo aquele tom, aquela súplica disfarçada que pedia pra eu contradizer ela. Confirmou minhas suspeitas ao acrescentar, fracamente—: Né?
Apertei a ponta do meu pau contra o colo do útero dela, enchendo ela até a borda com toda a carne que eu conseguia enfiar.
—Não vou parar.
Mamãe se contorceu debaixo de mim.
—O-que? Querido, v-você tem que parar. Não podemos… ter um bebê.
A realidade bateu nela como uma paulada, deixando ela sem fôlego enquanto processava a possibilidade iminente de estarmos a segundos de cometer um erro irreversível.
—Não vou parar — repeti, minha voz firme apesar do tremor —. Se quer que eu pare, para você.
Eu teria deixado ela ir se ela realmente tivesse lutado contra mim. Não tava disposto a me impor; não cruzaria essa linha por mais que desejasse o que tinha do outro lado. Naquele ponto onde a vaidade e a moral se encontravam, eu precisava que ela tomasse a decisão.
—Não… não consigo — admitiu, a voz dela quebrada —. Não… não sei. Só… por favor, querido. Não me faz escolher. Isso é errado.
—Tá errado o dia inteiro — apontei, meu tom surpreendentemente calmo —. Você só precisa deixar rolar. Então, se você realmente não quer que eu goze dentro de você…
—Porra! — gritou quando uma estocada firme afundou meu pau ainda mais na barriga dela.
—… então você tem que me parar — concluí.
—E… e se eu não parar?
A voz dela era aguda mas fraca, como se a mera sugestão de me deixar esvaziar dentro dela a aterrorizasse e excitasse igualmente.
—Então vou te engravidar, mamãe — ofeguei com uma confiança que me surpreendeu. Me senti estranhamente empoderado; acho que era a adrenalina.
—Ah — sussurrou, tão baixinho que mal ouvi.
Minhas bolas se apertaram contra meu corpo, descansando no vão quente e molhado entre as coxas dela.
—Vai sair, mamãe.
Ela se mexeu inquieta debaixo de mim, mas os nervos dela não me convenceram de que ela realmente queria que eu me afastasse.
—Meu Deus! Meu Deus! Espera, espera, espera! Não sei o que fazer!
Tinha tanta coisa em jogo na decisão dela. Não invejava a situação em que a tinha colocado, forçando ela a escolher entre a gratificação imediata e uma consequência que mudaria nossas vidas para sempre. Nós dois sabíamos que era perigoso, e ambos esperávamos que o outro tomasse a decisão difícil. Desse impasse, desse beco sem saída, nasceu uma única palavra.
Ao ouvi-la, deixou de importar tudo o que existia fora do quarto. Ouvi como seus lábios, ressecados de tanto ofegar, se separavam com dificuldade. Com a boca entreaberta, ela disse o único que eu ansiava escutar:
— Valeu.
Eu estava no fio da navalha, e sua permissão abriu as comportas. Empurrei em direção a ela com uma determinação feroz, como se tentasse penetrá-la ainda mais, entregar cada centímetro do meu ser a um orgasmo cujo início já parecia mais intenso que qualquer clímax que eu tivesse alcançado sozinho. Meus dedos se curvaram, arranhando os lençóis em busca de uma força extra que não era necessária; já estava tão fundo quanto humanamente possível.
— Meu Deus! — gritei, em êxtase absoluto.
— Vai! Vai! — repetiu mamãe, seus dedos cravados na minha nuca com uma força sobre-humana.
Suas unhas se fincaram na minha pele enquanto o esperma jorrava em borbotões, cordas grossas que quase doíam ao sair. Perdi a conta de quantas vezes gozei; o prazer permanecia imutável, uma serenidade avassaladora que saturou meus sentidos.
Mamãe apertou as pernas com força, envolvendo meu pau num casulo de carne e calor. Tinha passado um ano trancado num bunker de obsessão, e a buceta dela era a luz cegante que finalmente tinha encontrado.
Me agarrei a ela como se o teto fosse desabar. Os bíceps ardiam, uma cãibra pedia para eu relaxar, mas desistir não era opção. Afundei os dentes no ombro dela e gritei, liberando cada grama de emoção acumulada para aquele instante. Era a culminação da minha vida: cada foto escondida, cada sessão às escondidas, cada momento de culpa tinha me levado até ali. Se não tivesse tanto controle, teria chorado de alegria.
— Mamãe...
Ela se apertou contra mim, pressionando as nádegas contra o meu corpo. minhas pernas.
—Tô aqui. Mamãe tá aqui. Solta tudo, gostosa.
Meu pulso martelava nos meus ouvidos, mas eu agradecia: era a prova de que não tinha me sobrecarregado com aquela felicidade sobrenatural. Rugi contra a orelha dela até a tensão ceder, e aí só consegui respirar, meus ombros subindo e descendo num ritmo quase meditativo. Com a satisfação avassaladora de ter inseminado minha mãe, me senti mais perto do céu do que nunca.
—Porra, mãe!
Ela acariciou minha nuca com ternura.
—Respira, querido. Comigo.
Inspirei e expirei em uníssono com ela.
—Não acredito que a gente fez isso — sussurrei.
—Eu também não. Inacreditável.
Sorri contra a pele dela.
—Porra, inacreditável.
Ela deu uns tapinhas na minha perna.
—Você me abraça?
—Contanto que eu não precise me mexer.
Ela riu, divertida.
—Meu filho tá acabado depois de gozar na buceta da mamãe.
—Não fala assim enquanto eu ainda tô dentro, senão vai endurecer de novo.
A gente virou com cuidado até ficar encaixados como colherinhas; meu pau continuava dentro dela, bem instalado.
—Ah, isso é gostoso — murmurou.
Abracei ela com força, enfiando o nariz no cabelo dela.
—Antes eu adorava ficar agarradinho assim. Agora também.
Ela entrelaçou os dedos nos meus.
—Não acha estranho?
Sorri com a pergunta absurda.
—Pergunta isso agora que ainda sinto você me apertando?
Ela deu de ombros, sorrindo.
—Tudo bem se a gente ficar assim? Quero espremer até a última gota.
—Perfeito pra mim.
Mesmo que aquela intimidade pós-gozo fosse tecnicamente mais tranquila do que tudo que a gente tinha feito antes, tinha um romantismo estranhamente surreal nela que fazia parecer importante.
—Gosto de ficar perto de você.
Mamãe riu baixinho.
—Você gosta de ficar dentro de mim, querido. Não é a mesma coisa.
—Não! — insisti, apertando o abraço —. Bom, sim, isso também. Mas gosto de te abraçar assim. Quase tanto quanto te foder. Vale, talvez não tanto, mas muito.
Ela apertou a bunda contra minha virilha, num movimento brincalhão.
—Acho que você pode risca isso da sua lista de desejos.
— Como é que você sabe o que tem na minha lista de desejos?
— Mães percebem essas coisas — disse ela, cheia de si —. Peguei algumas pistas.
Um frio nervoso revirou meu estômago.
— Hã… tipo o quê?
— Mmm. Tal uns olhares furtivos aqui e ali. Principalmente pra minha bunda.
— Você sabia… sabia da minha obsessão? Esse tempo todo?
Não devia ter me surpreendido, mas as palavras dela indicavam um conhecimento que ia além do que eu achava que ela e a tia Linda estavam tramando pelas minhas costas.
— Claro que sabia, querido. Você é muito, muito óbvio. Achou mesmo que dava pra acumular centenas de fotos sem eu perceber?
— …Sim — admiti, me sentindo subitamente idiota —. Sim, eu achava.
— Sinto estourar sua bolha, mas não comecei a usar shorts apertados por acaso, sem motivo nenhum.
— Você fez isso por mim?
Ela passou a ponta dos dedos no meu antebraço, um gesto carinhoso que contrastava com a crueza de tudo que a gente tinha compartilhado.
— Fiz pelos dois. Via como você ficava feliz, e eu… bom, ainda sou mulher. Gosto de me sentir desejada. Não me sentia assim desde que seu pai morreu. Me fazia sentir especial quando você me olhava.
— Desculpa, mãe. Não pensei no quanto devia ser difícil pra você.
Ela se apressou em me corrigir.
— Não quero que isso seja sobre ele — disse rápido —. Só tô dizendo que não fui a única que se beneficiou de eu me vestir mais gostosa. Era inofensivo… ou pelo menos eu achava. Não era pra ter chegado tão rápido a isso, mas tô feliz.
— Não trocaria por nada — acariciei o cabelo dela —. Amanhã também?
Mamãe riu com prazer.
— Acesso à minha buceta todo dia?
Eu mordi o lábio.
— E quem sabe outras coisas?
Ela endireitou as costas contra meu peito.
— Aposto que você tem mil ideias. Paciência, querido.
— Mas…
Ela suspirou, mas tava sorrindo.
— Sim, podemos transar amanhã também. Se o seu pau aguentar.
Ela riu, mas eu tava falando sério. Mesmo que doesse, eu ia encontrar forças pra Foder ela de novo. Era tudo o que eu queria pro futuro: estar com ela.
Nossa tentativa de reprimir meus impulsos tinha falhado, mas entendi que era pra ser assim. Ela tinha querido que acontecesse. Mesmo que a gente tenha avançado mais rápido do que o planejado, aquela ligação me deu a confiança de que seríamos felizes juntos.
Nunca tinha me apaixonado, mas o nosso negócio era muito mais do que luxúria. Era importante numa escala que eu não entendia completamente. Mesmo assim, sabia o que queria: desejava ela inteira, o mais vezes possível.
A partir daquele dia, tudo mudou sem volta. Mamãe começou a andar seminua pela casa a meu pedido, e eu não conseguia desviar o olhar. O que começou como um jogo perverso virou costume, e o sexo se instalou nas nossas vidas com naturalidade até virar rotina diária. A gente não conseguia ficar um sem o outro, e mesmo sabendo que nosso segredo tinha que ser guardado, não éramos capazes de abrir mão disso.
Meses depois, mamãe engravidou. Quando ela me contou, com aquele misto de medo e empolgação, nós dois sabíamos que aquela criança seria nosso elo pra sempre. Nove meses depois, nasceu uma menina linda, nossa filha e irmã ao mesmo tempo. Agora, três anos depois, mamãe espera outro filho. E a gente continua na mesma, transando todo dia sempre que dá, como se a obsessão daquele adolescente de dezoito anos tivesse virado a única verdade que nós dois estamos dispostos a aceitar.
FIN
Desci na surdina, pisando onde as tábuas não rangessem. Da cozinha vinha o murmúrio da conversa dela; enchi um copo e me posicionei fora da vista dela pra escutar.
—Poderia desligar a qualquer hora— pensei —Vou esperar um minuto. Só um minuto, pra ver se ela termina.—
Esse foi o primeiro trato, quebrado quase na hora e substituído por outro, igualmente frágil.
Fiquei ali, imóvel na entrada da cozinha, bebendo água em goles lentos enquanto a voz dela chegava até mim, clara mas fragmentada. Ela falava naquele tom íntimo e confidencial que só usava com a irmã Linda.
—Tudo tá andando mais rápido do que a gente esperava, Lin— dizia mamãe, e aí baixou a voz, me forçando a aguçar o ouvido—. Você viu? Lin, ele já me tocou!… Eu sei. Ele tá obcecado!
A água engasgou na minha garganta. Tão falando de mim? Minha tia Linda sabe? Um arrepio percorreu minhas costas, mas não era só medo; tinha também uma curiosidade mórbida, uma necessidade de saber até onde o segredo ia. Mamãe sempre foi muito próxima da irmã, mas nunca imaginei que fosse a esse ponto.
A voz dela continuou, tecendo uma realidade que eu desconhecia: —Foi estranho no começo, mas a gente tá superando rápido. Não pensei que ele fosse se atrever hoje, nem que eu estaria tão receptiva. É estressante, mas emocionante.
Receptiva? Emocionante? As palavras ecoavam na minha cabeça. Então ela também queria?
Mamãe riu: —Ele não desconfia de nada. Pensei que ia fingir nervosismo, mas tô nervoso de verdade! As mãos dela tão tremendo e fica... cê sabe. É uma fofura. Que sorte.
Encostei as costas na parede, processando o que ouvi. Meu mundo tava desabando: não só minha mãe sabia, como ela e a Linda tinham planejado tudo. Eu era paciente dela... ou cobaia.
Ouvi outra frase e meu estômago embrulhou: — É maior do que você pensava, então me deve vinte... Pão-dura!
Me mexi e uma tábua rangeu. O tempo parou. Silêncio total.
— Lin? — ela falou tensa. — Preciso ir ver o que é.
Tampei a boca, tentando abafar minha respiração.
— Querido? — gritou da cozinha. — É você?
Subi as escadas com o coração batendo nos ouvidos. Me joguei na cama, mas o pânico não passou. Aí ouvi passos se aproximando. Cada pisada era um soco no meu peito; o enjoo me revirava enquanto a escuridão ameaçava fechar.
Uma sombra parou debaixo da porta.
— Cristóvão? Cê tá aí?
— Aham! — minha voz falhou.
— Posso entrar?
— Pode!
Ela entrou e o rosto dela apareceu. O pânico virou outra tensão, quase gostosa.
— Oi, querido. Tudo bem?
— Tudo! — respondi rápido demais. — O que foi?
Ela se apoiou na cama.
— Nada. Terminei com a Linda, vou tomar um banho.
— Ah, legal.
Ela me encarava com uma curiosidade de detetive e aquele sorriso safado que eu conhecia: metade investigadora, metade sedutora.
— Cê ficou aqui o tempo todo?
Acenei com força.
— Fiquei! Falando no telefone.
Silêncio. Senti que ela não acreditou, mas as palavras dela foram neutras.
— Precisa do banheiro?
Neguei.
— Todo seu.
Ela saiu e me mandou um beijo, um gesto tão maternal quanto cheio de cumplicidade. A porta fechou. Queria ter instalado uma câmera no banheiro. Precisava ver ela.
A água parou. Grudei na porta, escutando: a cortina, o gotejo, o silêncio. Minutos depois, a porta do banheiro rangeu. Espiei a cabeça.
— Mãe? Terminou?
Ela se virou, meio sorriso.
— Sim. Outra vontade?
Acenei.
— Aham. Podemos?
O sorriso dela se alargou; nos olhos dela dançava a luz que eu tinha ouvido na conversa.
—Claro. Me dá uns minutos. Primeiro quero vestir alguma coisa.
Eu assenti, mudo.
Ela deslizou pro quarto dela. Minha imaginação galopou: "vestir alguma coisa" só podia significar algo bom. Algo com a bunda dela.
Segurei a respiração e escutei. O arrastar dos pés atrás da porta, o gemido de uma gaveta abrindo e fechando, e depois o rangido inconfundível das molas da cama dela enquanto ela se deitava no colchão.
—Bom, querido —a voz dela chegou até mim através da madeira, cantante e quente—. A mamãe tá pronta pra você.
Foi um tiro de largada. Saí voando do meu quarto e percorri o corredor num sprint silencioso. Enquanto corria, me livrei da camisa e do shorts, deixando eles caírem no chão sem cerimônia. Não podia perder nem um segundo.
Abri a porta do quarto dela com uma lentidão trêmula. As luzes estavam apagadas, e o quarto tava mergulhado numa penumbra irreal. Os raios do sol da tarde entravam pelas frestas das persianas, desenhando linhas douradas no ar, onde minúsculas partículas de poeira flutuavam como se estivessem suspensas por fios invisíveis. Era uma atmosfera dos sonhos, irreal. Mas quando meus olhos encontraram a minha mãe, tudo o resto deixou de existir.
Tava de pé ao lado da penteadeira, completamente pelada, só com umas meias pretas transparentes subindo pelas pernas dela como uma segunda pele. O contraste era de cair o cu da bunda: a penumbra da renda contra a brancura deslumbrante das nádegas dela, se erguendo feito duas luas cheias. Fiquei olhando, hipnotizado, pra linha pálida onde o elástico demarcava o território da seda preta da pele nua. Era a imagem mais gostosa e proibida que eu já tinha visto na vida.
Mamãe balançava a bunda de um lado pro outro com um movimento lento e sensual, e as meias pretas acompanhavam cada balançada como se fossem extensão da própria pele dela. Elas se moldavam ao relevo mutante dos músculos dela, pintadas sobre cada curva pra realçar a forma. Quando ela se mexia, a textura visual também mudava: passava gradualmente do cetim brilhante pro fosco opaco, clareando quando um raio de sol beijava elas e sumindo na sombra quando a luz abandonava.Fiquei olhando até que uma umidade inesperada embaçou meus olhos, mas nem isso fez eu desviar o olhar. Não queria piscar. Cada piscada era um quadro perdido desse filme que minha mente tava gravando pra eternidade.
— Você não tá de calcinha — apontei, minha voz saindo mais rouca do que eu esperava.
Mamãe virou a cabeça pra me olhar por cima do ombro, um movimento que fez o cabelo molhado dela cair como uma cortina sedosa pra um lado. Uma risadinha borbulhou na garganta dela.
— Oi pra você também, querido. Já tirei elas. Pensei em te poupar o trabalho.
— Eu gostava de tirar elas — respondi, e teve um fio inesperado no meu tom que nem eu mesmo reconheci.
Ela pareceu se surpreender, mas não se ofendeu. Pelo contrário, uma faísca de diversão dançou nos olhos dela.
— Ah. Bem… quer que eu coloque de novo?
Tirei a cueca de uma vez e me aproximei da cama com passo lento mas decidido.
— Não, mamãe. Assim tá perfeito.
Minha mão encontrou minha ereção e acariciou ela, sentindo ela pulsar com vida própria. Me ajoelhei e me arrastei até ela, com os olhos fixos na bunda dela como um peregrino diante de um altar. Sem pedir permissão, agarrei uma com força, apertando até doer; ela não resistiu. Era como argila molhada: cedia, se moldava, mas sempre voltava à forma. Empurrei com força suficiente pra fazer a bunda dela bater, e o som ecoou, molhado e obsceno.
— Não vai me pedir pra ser suave? — perguntei, minha voz quase um sussurro.
Mamãe balançou a cabeça, um Movimento lento e deliberado. Ela cruzou os braços e apoiou a bochecha neles, afundando o nariz no colchão.
—Dessa vez não, Cris. Só quero que você aproveite.
A submissão dela era um afrodisíaco mais potente que qualquer imagem.
—Nesse caso… posso pedir uma coisa?
—Mmm — ela gemeu, um som vibrante que senti através da cama—. Deixa eu adivinhar. Você quer que eu me mexa de novo? Posso fazer isso.
—Não. Bem, sim, mas não é isso. Você poderia…? — hesitei por um instante —. Se importaria de ficar de joelhos e arquear as costas?
O silêncio se instalou entre nós. Mamãe não se moveu. Só as ondas residuais da respiração dela percorriam lentamente a superfície das nádegas.
—Mas… querido — a voz dela soou pequena, quase infantil —, se eu fizer isso… você vai ver minha buceta.
Um músculo no meu pescoço se contraiu, mas mantive a voz firme.
—Já vi antes, lembra?
—A parte de trás! — protestou fracamente —. Mas tudo que… que é rosa está dentro. Isso é diferente.
—Quero ver — insisti, e não era um pedido. Era uma declaração.
Mamãe soltou um suspiro trêmulo.
—Meu Deus — murmurou, e na voz dela percebi aquela mistura exata de medo e excitação que antecede pular no vazio do topo de uma montanha-russa —. Se você realmente quer ver… tudo isso… então… quem eu tô enganando? Claro que você quer!
—Claro que quero! — repeti, um eco afirmativo.
Ao adotar a posição, as bochechas dela se separaram naturalmente, revelando o que sempre havia permanecido oculto atrás daquela muralha de carne exuberante.
Os lábios externos da buceta dela eram lisos, com as bordas ligeiramente mais escuras que o resto da pele, como pétalas de uma flor. Curvavam-se sutilmente para fora, emoldurando as partes mais íntimas que se aninhavam no centro. Mas foram os lábios internos, macios e rosados, que me tiraram o fôlego. Dobras delicadas, cobertas por um véu de umidade brilhante que reluzia na luz fraca do quarto. A textura era tão incrivelmente flexível que imaginei que se encolheriam ao menor toque. Os poucos pelinhos escuros que cobriam seu púbis também pareciam macios, cada cacho como um fragmento de seda fiada tecido num tapete preto e ondulado.— Feliz? — ela perguntou, a voz tingida de uma vulnerabilidade que me atravessou.
Tive que passar a língua pelos lábios antes de conseguir articular palavra.
— É lindo, mãe.
— Fico feliz que você tenha gostado — ela disse, a voz tremendo um pouco —. É estranho... ser olhada assim, quero dizer.Uma dinâmica de poder estranha pulsava no ar. Agora eu conhecia o segredo dela: nada disso era improvisado, havia um plano tecido entre ela e a Linda. Estávamos indo mais rápido do que ela tinha previsto, mas o desejo dela era genuíno. Não era o martírio materno que a movia; era algo mais primitivo, mais complexo. E ainda assim, eu acreditava nela quando dizia se sentir estranha. O desconforto era real, mas não o suficiente pra fazê-la recuar. E eu estava ansioso pra descobrir até onde a própria curiosidade dela a levaria.
— Bom — falei, minha voz surpreendentemente calma —, não preciso ficar só olhando.
Ela se tensionou de leve.
— Ah, não? — o tom era cauteloso, mas havia um brilho de expectativa nele —. Me dá um pouco de medo perguntar o que você preferia estar fazendo, mas... o que você tem em mente?
Passei a língua nos lábios, saboreando a antecipação.
— Quero te provar.
A buceta dela se contraiu visivelmente com minhas palavras, um espasmo involuntário, como se tentasse se esconder do meu olhar.
— Precisa fazer isso? — perguntou, a voz um fio.
— Quero. Você acabou de tomar banho, não foi?
Mamãe bufou, uma mistura de risada nervosa e exasperação.
— Essa não é a questão, Cristóbal! Não... você não pode fazer isso!
— Posso se você deixar — falei, minha voz saindo de algum lugar profundo e desconhecido. Mesmo sem ela ter dado permissão, comecei a deslizar devagar pra frente, aproximando meu rosto da penumbra quente entre as coxas dela —. Só precisa dizer sim, mamãe.
Dava pra ouvir o roçar dos dedos dela arranhando os lençóis enquanto travava uma batalha interna que eu só podia imaginar. Se ela realmente esperava que aquele dia se limitasse a mostrar a bunda, me deixar fazer isso era cruzar uma fronteira muito mais íntima. Era um pedido enorme, mas um pressentimento estranho, quase uma certeza, me dizia que ela ia topar.
— Vamos, mamãe. —supliquei, modulando minha voz com uma mistura de desejo e ternura—. Você me fez sentir bem o dia inteiro. Deixa eu fazer algo por você dessa vez.
Mamãe mudou o peso de um joelho para o outro, um movimento nervoso que fez suas nádegas balançarem suavemente.
—T-tá bom —sussurrou.
—Sério?
Ela assentiu com urgência, um movimento rápido e quase convulsivo.
—Aham! Sim. Só… só se você quiser, querido. Você não precisa fazer isso por mim.
Meu estômago roncou com uma mistura de antecipação e desejo.
—Não tô fazendo só por você.
O corpo dela estremeceu, uma onda que percorreu sua espinha e terminou num tremor das nádegas.
—Tá bom, Cristóbal. Pode… pode provar.
—Você pode vir pra beira da cama? —pedi.
Ela soltou um suspiro longo e trêmulo. Deslizou pra trás de joelhos até que os pés ficassem pendurados na borda do colchão, as nádegas oferecidas ao ar do quarto.
—Assim? —perguntou, com a voz pequena.
—Perfeito.
Me ajoelhei no chão, ficando cara a cara com o monumento da bunda dela. As duas nádegas enormes e brancas ladeavam meu campo de visão como outdoors anunciando todas as maravilhas escondidas no vale que as separava. Mas meus olhos só procuravam uma coisa.—Ai, meu Deus — gemeu ela, a voz abafada contra o colchão —. Não acredito que estou deixando você fazer isso.
Esbocei um sorriso que ela não podia ver, carregado de uma arrogância que não era totalmente minha.
— Você adora, mamãe.
— Eu… cala a boca! — protestou, mas não havia convicção na reclamação.
Fechei os olhos, respirei fundo e deixei o aroma dela encher meus pulmões. Não quis deixá-la na expectativa: estiquei a língua e deixei o calor dela, denso e tangível, me guiar. Minhas bochechas ficaram ladeadas pela pressão macia das nádegas dela enquanto eu abria caminho até o centro, ansiando por aquela compressão, aquele calor. Virei a cabeça, separando suavemente a carne dela com meu rosto… até que encontrei.
O mel dela cobriu minha língua com um sabor intenso e profundo. Limpo, mas inegavelmente cru. Era a essência da feminilidade dela, reduzida àquele estalo ácido nas minhas papilas: esmagadoramente humana.
Passei a ponta da língua e encontrei o espacinho entre o clitóris dela e o capuz rosado que o protegia. Enfiei a ponta debaixo daquele botão sensível e fiz um círculo pequeno que fez ela tremer na hora.—OooOOhhHHH... caralho! —gemeu, um som agudo e surpreso que eu nunca tinha ouvido dela antes.
Mergulhei no clitóris dela, desenhando círculos pequenos com a ponta da língua. Uma pulsação reveladora naquela pérola minúscula me confirmou que eu tava no caminho certo, e a confirmação definitiva veio quando senti a perna esquerda dela começar a tremer e se contrair no ritmo dos meus movimentos. Me concentrei naquela área, provocando uma intensidade que roubava a capacidade dela de falar.
—Caralho! —ofegou—. Isso me deixa... s-sensível...
—Huh —foi minha única resposta, abafada contra a carne dela. —Quero que você goze —falei, e as palavras vibraram contra a pele dela.
O tempo entre as respirações dela tava encurtando perigosamente.
—Sério? Você... quero dizer... p-posso ajudar, então?
Não quis tirar a língua pra responder. Soltei um grunhido afirmativo. Não sabia o que ela tinha em mente, mas a resposta veio quase na hora quando senti a ponta dos dedos dela roçando minha língua, também procurando o centro dela.
Engoli uma bocada generosa dos sucos dela e respirei fundo, mesmo estando tão encharcada que parecia que eu tava sugando água de uma esponja.
—Continuo, mãe?
—Sim! —gritou, a voz dela rasgada pela urgência—. Sim, querida! Continua!
Nem lembro o momento exato em que comecei a me masturbar. Foi como se minha mão tivesse tomado uma decisão autônoma, sem consultar meu cérebro, respondendo instintivamente ao chamado primitivo do cheiro e dos gemidos dela.
—Continua assim, querida —ordenou a mãe, a voz dela ganhando um tom de autoridade que só o desejo pode dar.
Esmaguei minha língua contra a buceta dela, cobrindo ela inteira de uma passada. Desde o clitóris, tracei uma linha longa que afundou minha língua entre as dobras escorregadias dela. Senti como os lábios dela se curvavam ao meu redor, criando um canal através da carne molhada dela. Passei a língua por aquele sulco uma e outra vez: pra cima, pra baixo. Tinha algo meditativo no movimento, um ritmo hipnótico.
As reações da mamãe, no entanto, não tinham nada de calma. Os gemidos dela, cada vez mais frequentes, me indicavam quando eu tinha encontrado um ponto sensível. Um desses pontos ficou exposto quando minha língua mergulhou na poça de suco acumulada na entrada da buceta dela.
— Aí! — gritou a mamãe —. Dentro! Mete a língua pra dentro, meu amor!
Tracei um círculo em volta da entrada dela, preparando-a. A concentração do suco dela era tão intensa que tudo que eu tinha provado antes empalidecia; minha língua flutuava naquele xarope grosso como se a gravidade não existisse. Enfiei o mais fundo que pude, lambendo o veludo plissado das paredes internas dela, esfregando contra a carne como se tentasse imprimir cada papila gustativa nela. Eu tinha uma fome voraz que só podia ser saciada devorando-a com abandono.
— Mais forte! — implorou desesperada —. Come a buceta da mamãe!
Nunca tinha ouvido uma mulher falar assim fora da internet, mas sabia que ela não fazia aquilo por mim; a vulgaridade dela era a gasolina que alimentava meu fogo.
A mamãe batia no clitóris absorta no prazer dela, mais focada em si mesma do que em mim. Não me importei; era gratificante ser quem a fazia feliz. Minha obsessão pela bunda dela ficou de lado pra focar no que ela precisava. Peguei uma dobra carnuda entre meus lábios e mordisquei de leve, me afastando depois pra saborear a sensação. Era o oposto do que ela tinha pedido, mas queria excitá-la mais antes do grande final.
— Mais forte! — uivou, a voz rasgada —. Por favor! A mamãe já tá quase... só... faz mais forte, porra!
Não quis arriscar a ira de uma mulher prestes a gozar. Atendi ao pedido desesperado dela. Enfiei a língua de novo na cavidade cremosa, ensopando bem no líquido doce dela. Depois de saturada, a Endureci o máximo que pude e comecei a massagear o clitóris dela com dezenas de movimentos rápidos e precisos.
Fechei os lábios em volta da buceta dela e chupei com tanta força que senti minhas bochechas afundarem. No vácuo parcial da minha boca, isolei minha língua pra conseguir roçar mais fácil o botão pulsante que exigia atenção. Chupei ainda mais forte, puxando ele pra fora do esconderijo debaixo da carne.
Minha mandíbula tava doendo. Sentia a língua pesada, lerda por causa da tensão muscular acumulada. Mas eu tava decidido a aguentar. Apertei o rosto, ignorando a ardência que pedia uma pausa.
—Vou gozar —mamãe cantarolou, a voz dela fraca e distante, toda a energia concentrada no movimento furioso dos dedos no clitóris.
De repente, ela parou. Uma pausa breve, talvez de menos de um segundo, onde o corpo dela ficou completamente imóvel. Foi a calmaria antes da tempestade. Então, um furacão furioso sacudiu ela, torcendo ela contra meu rosto quando o orgasmo finalmente a alcançou.
—Porraaa!
O corpo dela se tensionou como um arco. A curvatura acentuada das costas se inverteu, arqueando pra fora enquanto cada músculo se contraía numa sinfonia de prazer. Era como se o gozo fosse um cobertor físico envolvendo ela, a aura tão magnificamente intensa que comprimia todo o ser dela numa bola apertada de sensações.
—C-continua! —ela gemeu, a voz um fiozinho quebrado.
Enfiei o mais fundo que pude entre as nádegas dela, minha língua chicoteando o clitóris sem piedade enquanto ela apertava ele contra minha boca. Era óbvio que ela não tava nem aí se eu conseguia respirar. Quando tentei, só consegui que um pouco do pelo da buceta dela entrasse no meu nariz, fazendo cócegas insuportáveis. Mas não queria desistir. Então fiz o que qualquer homem faria: parei de respirar. O ar nos meus pulmões ficou rançoso, viciado, mas aguentei.
Um torrente quente banhou minha língua com a ambrosia pela qual eu começava a ficar viciado; eu gostava tanto que imaginava usá-la pra adoçar meu café, alimentando minha obsessão desde o despertar. Os tremores violentos da mamãe começaram a se acalmar, seu lamento suavizando até um gemido fraco, embora seus músculos ainda estivessem tensos, relutantes em abandonar o auge. Eu diminuí o movimento e lambi preguiçosamente sua entrada, ainda sensível. Me surpreendi com meu próprio controle; entre nós dois, transbordávamos energia pra abastecer uma cidade pequena.Mamãe desabou na cama, exausta, a barriga esmagada contra o colchão. Ela estava tão profundamente relaxada que, à primeira vista, parecia dormindo. A respiração dela, funda e lenta, era a única coisa que denunciava que ainda estava consciente.
— Ai, meu bem — murmurou, a voz pastosa e distante —. Isso foi… foi maravilhoso.
— Mamãe? — perguntei, minha voz ainda trêmula pelo que acabava de acontecer.
Ela emitiu um zumbido de satisfação, o corpo relaxado contra o colchão.
— O que foi, Cristobal?
— A gente pode fazer agora?
Ela tinha descido do êxtase, mas eu ainda estava num estado de excitação quase dolorosa. Ver o corpo dela se entregar ao clímax tinha despertado algo ciumento em mim: eu também queria o que ela tinha tido.
— Não consigo esperar mais — confessei, limpando o rastro do suco dela do queixo —. Tô pegando fogo, mamãe. Preciso de você. Agora.
Ela ronronou, uma vibração quente que percorreu suas costas.
— Pode usar a bunda da mamãe, meu bem. Como você quer brincar com ela?
O menu de possibilidades era infinito, mas uma opção se destacava entre as outras.
— Você tem óleo? Quero que ela fique brilhante. Escorregadia.
— Gaveta de cima — apontou com a cabeça pro criado-mudo —. Garrafa branca.
Encontrei o óleo mineral e, quando me virei, ela já tinha adotado a posição: de bruços, cabeça apoiada nos braços cruzados, nádegas levemente erguidas numa oferenda silenciosa.
— Sobe — disse, e rebolou a bunda. Com um movimento que fez sua carne balançar.
Montei nas pernas dela, o peso do meu corpo distribuído entre meus joelhos e as coxas dela. A bunda dela descansava na minha frente como uma tela virgem esperando minha intervenção.
— O que eu posso fazer? — perguntei, esperando ansiosamente um cheque em branco.
— Você conhece as regras, querido.
— Eu sei. Só pensei que talvez a gente pudesse tentar algo novo.
— Já não quer mais brincar com a bunda da mamãe? — A voz dela oscilava entre o maternal e o abertamente sexual com uma facilidade que me desmontava.
— Sim! Claro que sim. Mas... sabe o que é uma masturbação russa? — perguntei, e diante do silêncio dela, continuei —: Quero fazer isso. Mas com seu cu.
— Ooooohhh — ela sussurrou, e eu senti ela processando a ideia —. É pra isso que serve o óleo? Quer que as nádegas da mamãe fiquem escorregadias pra poder... foder elas?
Senti uma veia pulsar no meu pescoço.
— Deus, acho que nunca vou me acostumar a ouvir você falar assim.
— Que bom. Gosto de deixar as pessoas nervosas.
— Não tô nervoso! — A mentira foi tão transparente que nem me dei ao trabalho de sustentar.
— Ahã, claro, querido. Do mesmo jeito que você não vai "acidentalmente" escorregar pra dentro da buceta quente e molhada da mamãe, né?
Fiquei sem palavras, preso entre a excitação e a vergonha de ser tão previsível.
— Não sei do que você tá falando — murmurei.
Ela deu de ombros com uma indiferença calculada.
— Se você diz. Só toma cuidado com onde mete isso. Não tomo anticoncepcional, lembra?
Lembrava. A imagem de um possível futuro cruzou minha mente como um relâmpago, tão excitante quanto aterrorizante. Mas me forcei a afastá-la. Ainda não.
Destampei o vidro e deixei cair as primeiras gotas na nádega direita dela; o óleo se espalhou em círculos brilhantes absorvendo a luz. Apertei mais e um fio prateado escorregou preguiçosamente pela encosta da curva dela como mercúrio vivo. Logo a pele dela se cobriu de arrepios sob o líquido frio. Espalhei o óleo com as palmas, massageando em círculos largos, sentindo como a textura se transformava sob meus dedos. Enfiei os dedos no vale profundo, aplicando mais óleo direto no cu dela, vendo o líquido se acumular nas rugas da carne mais íntima dela.
Quando terminei, a bunda dela brilhava igual um espelho pálido, mais óleo do que pele.
—Você é bom com as mãos —ela disse.
—Valeu, mãe.
Ela fez a bunda vibrar com uma sacudida vigorosa.
—Já tá pronto pra foder meu cu?
—Porra, sim —rosnei.
Ela esticou o pescoço pra me olhar por cima do ombro, um gesto mais simbólico que prático.
—Não se iluda, senhor. Tô falando da minha bunda.
Sorri e dei um tapa suave numa nádega.
—Eu sei. Vou ter cuidado... quase sempre.
O resmungo dela confirmou que ela revirou os olhos.
—Pelo amor de Deus, se comporta, querido. Só porque não posso engravidar pelo cu não significa que você pode meter lá.
Balancei a bunda dela com as duas mãos.
—Isso é tudo que eu preciso. Só de enfiar entre essas maravilhas já tô satisfeito.
—Então se apressa. Tão esperando.
Segurei minha piroca pela base e guiei ela pro vale que se abria na minha frente. Quando a cabeça afundou na maciez da bunda dela, um arrepio subiu pelas minhas costas. Era como mergulhar em veludo molhado, uma sobrecarga sensorial que nublava meus sentidos. A carne se moldou em volta do meu pau, envolvendo ele num abraço quente e seguro.
—Ainda vê a cabeça? —ela perguntou curiosa—. Ou já sumiu?
—Sumiu, mãe! —exclamei—. Caralho, que bunda enorme você tem!
—Empurra, amor —ela me incentivou.
Obedeci, afundando mais fundo naquele calor denso. A pressão era inacreditável; dava pra ver as covinhas se formando nas nádegas dela enquanto ela apertava os músculos de propósito.
—Tá fazendo isso de propósito? —perguntei.
—Aham. Tá gostando?
Assenti, mudo de prazer. Ela soltou uma risadinha satisfeita e mudou a técnica, alternando apertões longos com pequenas compressões rítmicas. Cada aperto era mais forte que o anterior, até que senti como se uma prensa macia estivesse massageando meu pau com uma intensidade perfeitamente calibrada.
Apertei as bundas dela por fora, juntando ainda mais enquanto tirava meu pau. A cabeça saiu do esconderijo e bateu na minha barriga com um estalo molhado.—Meu Deus —ela suspirou—. Você tá muito duro, amor.
—Isso é... incrível —consegui falar—. Nunca senti nada igual.
Ela mexeu os quadris, criando ondas na pele oleosa.
—Tem muito mais de onde veio isso. Você ainda não vai gozar, né?
—Ainda não —garanti.
Com as bundas dela bem apertadas, o canal entre elas ficou mais estreito. Enfiei a ponta de novo, me maravilhando como as bundas dela se abriam pra me receber e depois se fechavam ao meu redor no abraço mais acolhedor que dá pra imaginar.
—Até o fundo dessa vez —ela insistiu.
Empurrei até minhas coxas baterem nas bundas dela. Do outro lado do vale, perto da base das costas dela, dava pra ver a ponta do meu pau aparecendo entre a carne branca. Até sentia minhas bolas apertadas entre as pernas fechadas dela, mergulhadas na poça de óleo acumulado.
—Porra —foi tudo que consegui dizer.
—Me fode com força, amor. Dentro e fora.
Comecei a me mexer, deslizando meu pau pelo sulco encharcado. Cada estocada produzia um som molhado e safado, o atrito das nossas peles oleosas criando uma sinfonia obscena. Quando eu tirava, uma sucção suave puxava de volta, e com a ajuda do lubrificante, o som era de alguém fodendo um pote de cola líquida.
Mal conseguia segurar as bundas escorregadias dela; minhas mãos subiam gradualmente dos lados pro topo da curva, acumulando óleo entre os dedos a cada passada. Levava aquele lubrificante acumulado de volta pra fenda, banhando meu pau uma e outra vez.
—Tá meio escorregadio, né? —ela disse com um sorrisinho—. Acho que alguém usou óleo demais.
—Tô nem aí —respondi firme—. Tá com uma cara incrível. Valeu a pena.
Ela murmurou alguma coisa pra si mesma e depois levantou a cabeça. —Tenho uma ideia melhor.
Dei um tapa numa das nádegas dela, criando ondas na superfície brilhante.
—Me conta.
—Tira teu pau, gostoso.
—Mas, mãe!
—Sem mas. Só um segundo. Confia em mim.
Fazer aquilo foi emocionalmente devastador, mas obedeci.
—Tá bom. E agora?
Ela enfiou um braço debaixo da barriga e deslizou a mão entre as pernas. Dois dedos se moveram no espaço entre as coxas dela.
—Vem —disse ela—. Aqui. Vai ser gostoso entre minhas coxas.
Levei um segundo pra processar.
—Posso... posso fazer isso?
—Se quiser experimentar, sim. Acho que você vai gostar.
Meu pau seguiu o calor que irradiava de entre as pernas dela, guiado também pelo movimento dos dedos. Pressionei a ponta contra as pontas dos dedos dela, e ela envolveu a cabeça do pau com os dedos, puxando enquanto eu empurrava. Devagar, centímetro por centímetro, meu pau deslizou entre as coxas dela.
A sensação era radicalmente diferente. A pele da parte interna das coxas dela era incrivelmente macia, e estava encharcada numa mistura do próprio mel dela e do óleo mineral. Tinha a textura de um marshmallow quente derretendo em volta do meu pau.
A buceta dela irradiava um calor denso como névoa contra a parte de cima da minha pica, enquanto a parte de baixo era acariciada pelos pelos macios das coxas dela. Sensações diferentes que se juntavam pra criar o prazer mais extraordinário que eu já tinha sentido.—Porra, mãe —eu ofeguei.
—Só mais um pouco —ela me incentivou—. Pode apoiar o peso em mim.
Eu me inclinei devagar, deixando o peso cair aos poucos até minha barriga pressionar as costas dela. Ela estendeu a mão e acariciou minha nuca, as unhas arranhando de leve meu couro cabeludo. Um arrepio percorreu meu corpo inteiro.
—Bom garoto. Assim. Relaxa.
Sentir o coração dela batendo contra meu peito, o calor dela me envolvendo, era quase tão bom quanto o sexo em si. Talvez melhor.
Eu empurrei minha pica com força entre as coxas dela até os pelos molhados da buceta dela fazerem cócegas na minha ponta. Era tão abundante e macio quanto o pelo de um filhote de veado.
Mãe apertou as pernas com toda a força.
—Aí está.
Eu beijei o ombro dela, meus lábios parando um segundo na pele dela.
—Eu gosto de ficar assim tão perto de você.
Ela mexeu os quadris devagar, esfregando minha pica entre as coxas molhadas.
—Eu também, querido.
—Tô muito pesado?
—Nada disso. Você vai me abraçar?
Eu a envolvi com meus braços na hora, um por baixo da barriga dela, o outro por cima dos peitos. Apertei ela contra mim com uma força que uma camisa de força invejaria.
Ela ronronou, um som profundo que durou vários segundos.
—Você tá fingindo que tá dentro da minha buceta, querido?
Eu gemi sem querer.
—S-sim.
—Bom. Eu também. —Ela deu duas batidinhas na minha nuca—. Então continua fingindo e me fode.
Eu comecei a me mexer, saindo devagar e voltando a entrar um pouco mais rápido. A cada estocada, a bunda dela batia nas minhas coxas com aquele tapa molhado que eu já conhecia, embora agora abafado pelo nosso peso junto.
—Porra, mãe! —eu gemi.
—De novo! —ela gritou—. De novo, querido! —Ai, meu Deus, amor! —ela gritou de repente, a voz abafada contra o colchão—. Tá acertando meu clitóris!
—É? —perguntei, a voz rouca.
—Aham! Bem ali! Continua batendo bem ali!
Ela acentuava cada palavra com cada estocada, marcando o ritmo das minhas cadeiras com os gemidos.
—Mais forte! Mais forte!
Mas aí aconteceu. Na minha inexperiência, calculei mal a distância. Quando joguei as cadeiras pra trás, um centímetro a mais do que devia, minha rola escorregou entre as coxas dela... e aí, um pequeno desvio muscular, a ponta encontrou uma abertura diferente.
—Espera, amor! Espera! —O grito dela foi mais agudo do que qualquer outro que eu já tinha ouvido.
Ela se jogou pra frente, tentando escapar do meu aperto, mas era tarde. Eu parei, sim, mas não antes da ponta da minha rola se encaixar firme entre os lábios escorregadios dela.
E fiquei ali, paralisado, preso num transe de tesão tão gostoso que não conseguia me forçar a recuar.
—Amor —ela sussurrou, a voz agora doce, quase resignada—. Espera... Esse é meu... Espera um segundo.
Eu abracei ela com mais força, os braços tensos em volta do corpo dela.
—Porra, mãe.
Ela deu um tapinha na minha nuca com ansiedade, como quem tenta acalmar um bicho excitado.
—Eu sei, eu sei. Mas não tem problema. Ainda não é tarde. É... é só a cabeça?
Na voz dela, tinha uma pergunta, uma esperança de que a gente pudesse parar naquela linha, se convencer de que só a ponta, só um pouquinho, não contava de verdade.
Mas os dois sabíamos que estávamos mentindo.
Eu forcei a glande pra expandir, alargando a abertura dela enquanto inchava, tampando a entrada como uma rolha imperfeita numa garrafa apertada demais.
—Aham.
—Meu Deus —ela murmurou de repente, a voz quebrada pela consciência do que tava rolando—. V-você... tá dentro de mim. Amor, por favor. N-não podemos fazer isso.
Eu cravei os dentes na nuca dela, mordiscando de leve a pele salgada.
—Por que não? Você passou o dia todo me provocando. Dia.
Quando mamãe inspirou, a respiração dela veio errática e entrecortada, como se o ar se recusasse a entrar nos pulmões dela.
— Você prometeu, lembra? É que… isso tá acontecendo rápido demais. Não pensei que…
— Te ouvi — interrompi, minha voz sem emoção —. Falando no telefone com a Linda.
Mamãe soltou um gemido nervoso, quase um miado de angústia.
— Meu Deus. Devia ter imaginado que você tava me ouvindo.
Suavizei meu tom, acompanhando as palavras com beijinhos molhados no ombro dela.
— Você quer isso, mamãe. Eu sei. Só precisa falar. Mas preciso ouvir você dizer.
Ela tinha movido a mão livre — a que não estava enroscada na minha nuca — pra minha perna, e apertava minha coxa com a força de quem se agarra a uma boia no meio do naufrágio.
— Não… não sei.
Me mexi leve, quase imperceptível, aliviando o impulso de empurrar mais fundo ao deixar a cabeça do meu pau brincar bem na entrada da buceta dela. Não era nem um centímetro de avanço real, mas dava pra sentir a pressão do anel muscular se apertando bem debaixo da glande, me tentando, me chamando.
— Vai ser tão gostoso, mamãe. Você não quer?
— Eu… eu… — A respiração dela acelerou enquanto as unhas se cravavam na minha pele —. E se… e se você só colocar a pontinha? Dá pra fazer isso, querido? Tá bom pra você? Pode… pode manter a cabeça dentro, só isso. Você vai se sentir bem, né?
Nunca tinha visto ela tão desesperada. Mesmo sem saber da conspiração dela com a Linda, teria percebido o conflito interno que a rasgava. Ela protestava fraquinho, sim, mas a buceta dela me apertava com uma urgência que contradizia todas as palavras, como se quisesse me chupar até o fundo.
Mas eu sabia mais que isso. E esse conhecimento tornou minha próxima decisão muito mais fácil.
— Quero te foder, mamãe — falei, minha voz firme apesar do tremor que me percorria —. Só quero que você também queira.
Houve um silêncio denso, carregado de eletricidade. Então, tão baixo que quase não ouvi: —Sim… eu desejo. —Uma pausa—. Sim, querido. Eu também quero. Mas depois disso… não tem volta.
—Não quero voltar.
Ela gemeu, um som pequeno e assustado, como um filhote perdido.
—Estou com medo, querido. E se isso for uma ideia ruim?
Avancei mais um pouco, enfiando a cabeça o suficiente para que o músculo que cercava a entrada da buceta dela se agarrasse ao meu freio com uma tenacidade desesperada.
—E se for uma boa ideia?
Ouvi ela morder o lábio, hesitando, balançando à beira do precipício.
—Você não tem medo? —perguntou, e a voz dela era mais fina que papel de seda.
—Não, mamãe. Eu quero isso. Faz tempo que quero. Te desejo. Sua bunda, sim, mas isso… —Enfatizei minhas palavras com um pequeno empurrão que cravou mais um centímetro da minha pica na buceta dela—. Isso sempre foi o que eu realmente queria.
Pela primeira vez desde que os alarmes dispararam, mamãe soltou um som que não era de pânico. Foi uma risadinha, pequena, mas inconfundível.
—Você me enganou.
Beijei a nuca dela de novo, inspirando fundo o aroma da pele suada.
—Você se deixou enganar.
Ela assentiu, um movimento lento e relutante, uma rendição.
—Deixei, né? Meu Deus, querido, me desculpa… sou a pior mãe do mundo.
—Você é a melhor —sussurrei contra a pele dela—. Te amo. Vou te amar, aconteça o que acontecer.
Ela mexeu levemente a bunda, um movimento quase imperceptível, mas carregado de significado.
—Não tá dizendo isso só pra eu deixar você me foder, né?
Aos poucos, o lado brincalhão dela estava ressurgindo das cinzas do medo.
—Tá funcionando?
Ela soltou um grunhido que soou como rendição total.
—Quer descobrir?
Um formigamento elétrico percorreu meu couro cabeludo.
—Como?
—Empurra mais um pouco. E aí a gente vê se eu te paro.
Obedeci, deslizando mais um centímetro da minha pica grossa na buceta da minha mãe.
—E se você não me parar?
Ela soltou um ronronar lascivo, profundo e vibrante.
—Então acho que você vai bater no fundo. Não é?
Apertei meus lábios contra as costas dela e a abracei com mais força, deixando meu peso ancorá-la na cama, meu corpo agindo como um cobertor pesado que a mantivesse calma.
—A melhor mãe do mundo.
Então, deixei meu corpo cair sobre o dela, fazendo com que meu pau se enterrasse fundo na buceta dela. Não foi uma estocada; foi uma rendição à gravidade. Meu pau, já tão molhado, não teve escolha a não ser buscar as profundezas. E fez isso sem resistência. A buceta dela estava tão encharcada que tinha virado uma substância escorregadia impossível, um lubrificante perfeito que eliminava qualquer atrito. Meu pau deslizou para dentro daquela toca de paredes quentes como se sempre tivesse pertencido ali, afastando carne viscosa pelo caminho até que beijou a boca do útero dela com a ponta.
Uma onda de calor envolveu meu pau, densa e vibrante. Não era só temperatura; era um clima interno, um ecossistema de sensações que o acolhia. O revestimento interno dela era cheio de cristas de carne magnificamente grossas que se enrolavam ao meu redor como videiras vivas. Senti como se mil dedos invisíveis massageassem cada centímetro da minha pele.
—Ooooohhh, porra —gemeu mamãe, um som longo e agudo que parecia vir do fundo da alma dela—. Meu Deus, querido. Você realmente fez isso.Mordisqueei o lóbulo dela, de leve.
—Não, mamãe. Você que fez. Você levou tudo.
Ela parecia me ouvir pela metade, perdida na imensidão da sensação.
—Meu filho… caralho. Meu filho está dentro de mim.
Exalei ar quente contra a nuca dela.
—E é uma sensação incrível.
Com uma certeza quase hidráulica, as paredes da mamãe se fecharam ao meu redor. Uma ondulação lenta percorreu o túnel lá dentro, uma onda peristáltica como a de uma garganta tentando me engolir por completo. Espirais de músculo se contraíam em pulsos alternados, apertando e soltando num ritmo que parecia deliberado, quase ensaiado.
Minha pica estava enterrada na barriga dela, cercada por carne quente e molhada. Uma porção de dobras e cristas forravam as entranhas dela, mais macias que pétalas de uma flor recém-aberta. Era uma bainha sem costuras, tão flexível que era difícil acreditar que era real, mas cada aperto mecânico me lembrava que eu não estava imaginando nada.
—Gosto quando você aperta assim —sussurrei no ouvido dela.
—Assim? —ela perguntou, e ao mesmo tempo deu uma contração muscular repentina, aplicando uma pressão firme e uniforme ao longo de toda a minha pica. Era tão intenso que parecia que ela tinha pulado minha pele pra massagear direto minhas terminações nervosas. Cada pulso acelerado deixava a massagem mais profunda, mais completa.
—Q-quão forte você consegue apertar?
—Tem certeza que quer descobrir? —O tom dela era de brincadeira, mas a pergunta era retórica—. Toma aqui, querido.
As paredes dela ficaram mais densas conforme ela as compactava, apertando como punhos segurando um lençol. Os músculos internos dela começaram uma série de contrações sobrepostas, criando momentos de pressão dupla, como duas mãos invisíveis se torcendo em direções opostas. A maquinaria intrincada lá dentro estava projetada pra fazer uma coisa só, e fazia aquilo maravilhosamente bem: tava polindo meu pau até deixar ele brilhando. Imaginei que podia ter visto meu próprio reflexo sorrindo pra mim da cabeça se eu conseguisse tirar ele.
Aquela maquinaria interna deu um último pulso, mais longo e profundo que os anteriores, e encerrou a performance com uma liberação lenta que me deixou sem fôlego. Meu corpo inteiro transbordava energia contida.
—Meu Deus —ofeguei.
—Forte o suficiente, querido? —ela perguntou num tom alegre enquanto aliviava a tensão—. Te falei que conseguia.
Empurrei um pouco pra frente, mesmo não tendo mais espaço pra avançar. Adorava sentir a pressão na ponta do meu pau ao apertar contra o colo do útero dela.
—Você é incrível.
Sabia que tava me repetindo, mas era um pensamento tão avassalador que não deixava espaço pra mais nada.
—Mostra pra mamãe como é bom —ela ronronou, encorajadora.
Sabia exatamente do que ela tava falando. Não perdi tempo: recuei o quadril, me preparando pra próxima estocada. O ar fora da buceta dela era surpreendentemente frio em comparação, mesmo a temperatura do quarto não tendo mudado. Mais estranho ainda, meu pau ficava mais leve, como se tivesse se acostumado tanto com a pressão dos abraços dela que ficar sem ela diminuía a gravidade ao meu redor. Imediatamente pulsou em protesto, exigindo voltar pro calor.
Empurrei pra frente sem hesitar, me enterrando de novo naquelas camadas de veludo molhado e trêmulo.
Mamãe se contraiu mais rápido daquela vez, e quis acreditar que era porque a buceta dela já me reconhecia, porque sabia o que eu queria. O aperto dela era suave mas firme, o anel dela elástico o bastante pra esticar e forte o suficiente pra selar meu pau lá dentro, onde nenhum ar frio e covarde pudesse tocar ele.
Ao recuar, senti uma sucção que resistia em me soltar, como se minha presença lá dentro fosse necessária pra ela. Meu pau ficava sem peso ao sair pra recuperar todo o peso ao empurrar, uma transição que me lembrava seu calor e apertinho. Nossos gemidos se entrelaçavam: os meus, um ronco profundo; os dela, um lamento agudo que dominava tudo. Se sobrepunham em ondas sincronizadas, criando um ritmo tão natural quanto a respiração que soava celestial naquela série de grunhidos desesperados.
— Isso, garoto bonito, meu amor! — gritou mamãe, a voz trêmula de esforço —. Assim, assim! Minha nossa!
— Te amo, mamãe! — gemi, sem perceber o quanto minha boca estava perto do ouvido dela.
— Também te amo! — respondeu ainda mais alto, como se precisasse se impor ao barulho do atrito da nossa pele —. Meu Deus! Continua assim, pela mamãe!
Cada estocada desencadeava uma emoção tão intensa quanto a sensação física. Meu pau era uma chave e a buceta dela, uma porta para algo maior do que eu. O mais impactante era saber que aquela euforia, embora parecesse feita pra mim, não era; o corpo dela só fazia o que era biologicamente programado. Mas eu interpretava aquilo como uma história escrita exclusivamente pra mim. Me senti escolhido: pelo destino, por ela, pela sorte que me levou até aquele momento. Foi a primeira vez que me senti realmente homem, realizando um desejo que tinha germinado na minha mente muito antes de eu mesmo perceber.Com o tempo, meus pensamentos começaram a se desfazer. Sucumbi à vertigem do prazer que corria por cada fibra do meu corpo, recuperando e perdendo a consciência em intervalos. Comecei a me preocupar com o quanto aquilo era bom. Sabia que não aguentaria muito mais, então diminuí o ritmo, tentando prolongar o inevitável.
Fiquei parado um momento, com o pau enterrado até o fundo, me esfregando na bunda dela enquanto pressionava com todo o peso as nádegas dela, fazendo-as se espalharem pros lados. Um pensamento atravessou a névoa de prazer: um lembrete urgente.
— Você não toma anticoncepcional — falei, minha voz rouca.
Mamãe soltou um grunhido animal, tão profundo que parecia vir do estômago. Não fez perguntas inúteis; sabia exatamente por que eu tinha mencionado aquilo.
— Você tá muito perto, né?
Soprei, ofeguei, respirei fundo tentando enganar meu corpo, pensando ingenuamente que o ar poderia me acalmar.
— Sim. Sim, mamãe. Já já.
Ela arrulhou, um som misturado de preocupação e desejo.
— Ooooohhh, Deus. V-você devia tirar, não?
Grunhi, frustrado.
— Não quero.
Ela tremia da cabeça aos pés como se estivesse pelada no meio de uma ventania.
— N-não, não podemos. — De novo aquele tom, aquela súplica disfarçada que pedia pra eu contradizer ela. Confirmou minhas suspeitas ao acrescentar, fracamente—: Né?
Apertei a ponta do meu pau contra o colo do útero dela, enchendo ela até a borda com toda a carne que eu conseguia enfiar. —Não vou parar.
Mamãe se contorceu debaixo de mim.
—O-que? Querido, v-você tem que parar. Não podemos… ter um bebê.
A realidade bateu nela como uma paulada, deixando ela sem fôlego enquanto processava a possibilidade iminente de estarmos a segundos de cometer um erro irreversível.
—Não vou parar — repeti, minha voz firme apesar do tremor —. Se quer que eu pare, para você.
Eu teria deixado ela ir se ela realmente tivesse lutado contra mim. Não tava disposto a me impor; não cruzaria essa linha por mais que desejasse o que tinha do outro lado. Naquele ponto onde a vaidade e a moral se encontravam, eu precisava que ela tomasse a decisão.
—Não… não consigo — admitiu, a voz dela quebrada —. Não… não sei. Só… por favor, querido. Não me faz escolher. Isso é errado.
—Tá errado o dia inteiro — apontei, meu tom surpreendentemente calmo —. Você só precisa deixar rolar. Então, se você realmente não quer que eu goze dentro de você…
—Porra! — gritou quando uma estocada firme afundou meu pau ainda mais na barriga dela.
—… então você tem que me parar — concluí.
—E… e se eu não parar?
A voz dela era aguda mas fraca, como se a mera sugestão de me deixar esvaziar dentro dela a aterrorizasse e excitasse igualmente.
—Então vou te engravidar, mamãe — ofeguei com uma confiança que me surpreendeu. Me senti estranhamente empoderado; acho que era a adrenalina.
—Ah — sussurrou, tão baixinho que mal ouvi.
Minhas bolas se apertaram contra meu corpo, descansando no vão quente e molhado entre as coxas dela.
—Vai sair, mamãe.
Ela se mexeu inquieta debaixo de mim, mas os nervos dela não me convenceram de que ela realmente queria que eu me afastasse.
—Meu Deus! Meu Deus! Espera, espera, espera! Não sei o que fazer!
Tinha tanta coisa em jogo na decisão dela. Não invejava a situação em que a tinha colocado, forçando ela a escolher entre a gratificação imediata e uma consequência que mudaria nossas vidas para sempre. Nós dois sabíamos que era perigoso, e ambos esperávamos que o outro tomasse a decisão difícil. Desse impasse, desse beco sem saída, nasceu uma única palavra.
Ao ouvi-la, deixou de importar tudo o que existia fora do quarto. Ouvi como seus lábios, ressecados de tanto ofegar, se separavam com dificuldade. Com a boca entreaberta, ela disse o único que eu ansiava escutar:
— Valeu.
Eu estava no fio da navalha, e sua permissão abriu as comportas. Empurrei em direção a ela com uma determinação feroz, como se tentasse penetrá-la ainda mais, entregar cada centímetro do meu ser a um orgasmo cujo início já parecia mais intenso que qualquer clímax que eu tivesse alcançado sozinho. Meus dedos se curvaram, arranhando os lençóis em busca de uma força extra que não era necessária; já estava tão fundo quanto humanamente possível.
— Meu Deus! — gritei, em êxtase absoluto.
— Vai! Vai! — repetiu mamãe, seus dedos cravados na minha nuca com uma força sobre-humana.
Suas unhas se fincaram na minha pele enquanto o esperma jorrava em borbotões, cordas grossas que quase doíam ao sair. Perdi a conta de quantas vezes gozei; o prazer permanecia imutável, uma serenidade avassaladora que saturou meus sentidos.
Mamãe apertou as pernas com força, envolvendo meu pau num casulo de carne e calor. Tinha passado um ano trancado num bunker de obsessão, e a buceta dela era a luz cegante que finalmente tinha encontrado.
Me agarrei a ela como se o teto fosse desabar. Os bíceps ardiam, uma cãibra pedia para eu relaxar, mas desistir não era opção. Afundei os dentes no ombro dela e gritei, liberando cada grama de emoção acumulada para aquele instante. Era a culminação da minha vida: cada foto escondida, cada sessão às escondidas, cada momento de culpa tinha me levado até ali. Se não tivesse tanto controle, teria chorado de alegria.
— Mamãe...
Ela se apertou contra mim, pressionando as nádegas contra o meu corpo. minhas pernas.
—Tô aqui. Mamãe tá aqui. Solta tudo, gostosa.
Meu pulso martelava nos meus ouvidos, mas eu agradecia: era a prova de que não tinha me sobrecarregado com aquela felicidade sobrenatural. Rugi contra a orelha dela até a tensão ceder, e aí só consegui respirar, meus ombros subindo e descendo num ritmo quase meditativo. Com a satisfação avassaladora de ter inseminado minha mãe, me senti mais perto do céu do que nunca.—Porra, mãe!
Ela acariciou minha nuca com ternura.
—Respira, querido. Comigo.
Inspirei e expirei em uníssono com ela.
—Não acredito que a gente fez isso — sussurrei.
—Eu também não. Inacreditável.
Sorri contra a pele dela.
—Porra, inacreditável.
Ela deu uns tapinhas na minha perna.
—Você me abraça?
—Contanto que eu não precise me mexer.
Ela riu, divertida.
—Meu filho tá acabado depois de gozar na buceta da mamãe.
—Não fala assim enquanto eu ainda tô dentro, senão vai endurecer de novo.
A gente virou com cuidado até ficar encaixados como colherinhas; meu pau continuava dentro dela, bem instalado.
—Ah, isso é gostoso — murmurou.
Abracei ela com força, enfiando o nariz no cabelo dela.
—Antes eu adorava ficar agarradinho assim. Agora também.
Ela entrelaçou os dedos nos meus.
—Não acha estranho?
Sorri com a pergunta absurda.
—Pergunta isso agora que ainda sinto você me apertando?
Ela deu de ombros, sorrindo.
—Tudo bem se a gente ficar assim? Quero espremer até a última gota.
—Perfeito pra mim.
Mesmo que aquela intimidade pós-gozo fosse tecnicamente mais tranquila do que tudo que a gente tinha feito antes, tinha um romantismo estranhamente surreal nela que fazia parecer importante.
—Gosto de ficar perto de você.
Mamãe riu baixinho.
—Você gosta de ficar dentro de mim, querido. Não é a mesma coisa.
—Não! — insisti, apertando o abraço —. Bom, sim, isso também. Mas gosto de te abraçar assim. Quase tanto quanto te foder. Vale, talvez não tanto, mas muito.
Ela apertou a bunda contra minha virilha, num movimento brincalhão.
—Acho que você pode risca isso da sua lista de desejos.
— Como é que você sabe o que tem na minha lista de desejos?
— Mães percebem essas coisas — disse ela, cheia de si —. Peguei algumas pistas.
Um frio nervoso revirou meu estômago.
— Hã… tipo o quê?
— Mmm. Tal uns olhares furtivos aqui e ali. Principalmente pra minha bunda.
— Você sabia… sabia da minha obsessão? Esse tempo todo?
Não devia ter me surpreendido, mas as palavras dela indicavam um conhecimento que ia além do que eu achava que ela e a tia Linda estavam tramando pelas minhas costas.
— Claro que sabia, querido. Você é muito, muito óbvio. Achou mesmo que dava pra acumular centenas de fotos sem eu perceber?
— …Sim — admiti, me sentindo subitamente idiota —. Sim, eu achava.
— Sinto estourar sua bolha, mas não comecei a usar shorts apertados por acaso, sem motivo nenhum.
— Você fez isso por mim?
Ela passou a ponta dos dedos no meu antebraço, um gesto carinhoso que contrastava com a crueza de tudo que a gente tinha compartilhado.
— Fiz pelos dois. Via como você ficava feliz, e eu… bom, ainda sou mulher. Gosto de me sentir desejada. Não me sentia assim desde que seu pai morreu. Me fazia sentir especial quando você me olhava.
— Desculpa, mãe. Não pensei no quanto devia ser difícil pra você.
Ela se apressou em me corrigir.
— Não quero que isso seja sobre ele — disse rápido —. Só tô dizendo que não fui a única que se beneficiou de eu me vestir mais gostosa. Era inofensivo… ou pelo menos eu achava. Não era pra ter chegado tão rápido a isso, mas tô feliz.
— Não trocaria por nada — acariciei o cabelo dela —. Amanhã também?
Mamãe riu com prazer.
— Acesso à minha buceta todo dia?
Eu mordi o lábio.
— E quem sabe outras coisas?
Ela endireitou as costas contra meu peito.
— Aposto que você tem mil ideias. Paciência, querido.
— Mas…
Ela suspirou, mas tava sorrindo.
— Sim, podemos transar amanhã também. Se o seu pau aguentar.
Ela riu, mas eu tava falando sério. Mesmo que doesse, eu ia encontrar forças pra Foder ela de novo. Era tudo o que eu queria pro futuro: estar com ela.
Nossa tentativa de reprimir meus impulsos tinha falhado, mas entendi que era pra ser assim. Ela tinha querido que acontecesse. Mesmo que a gente tenha avançado mais rápido do que o planejado, aquela ligação me deu a confiança de que seríamos felizes juntos.
Nunca tinha me apaixonado, mas o nosso negócio era muito mais do que luxúria. Era importante numa escala que eu não entendia completamente. Mesmo assim, sabia o que queria: desejava ela inteira, o mais vezes possível.
A partir daquele dia, tudo mudou sem volta. Mamãe começou a andar seminua pela casa a meu pedido, e eu não conseguia desviar o olhar. O que começou como um jogo perverso virou costume, e o sexo se instalou nas nossas vidas com naturalidade até virar rotina diária. A gente não conseguia ficar um sem o outro, e mesmo sabendo que nosso segredo tinha que ser guardado, não éramos capazes de abrir mão disso.
Meses depois, mamãe engravidou. Quando ela me contou, com aquele misto de medo e empolgação, nós dois sabíamos que aquela criança seria nosso elo pra sempre. Nove meses depois, nasceu uma menina linda, nossa filha e irmã ao mesmo tempo. Agora, três anos depois, mamãe espera outro filho. E a gente continua na mesma, transando todo dia sempre que dá, como se a obsessão daquele adolescente de dezoito anos tivesse virado a única verdade que nós dois estamos dispostos a aceitar.
FIN
7 comentários - Obcecado pela Bunda da Mamãe 3
Parte 2?