Olá, sou Ricardo, do México, e é a primeira vez que publico algo depois de ficar um tempão na página. Resolvi postar isso porque preciso desabafar e sei que aqui vários de vocês devem passar ou já passaram por algo parecido. Deixem nos comentários a opinião de vocês e se devo continuar postando.
Vou contar: minha namorada é uma joia rara, tem 25 anos. Se vocês vissem ela, não acreditariam que vem de uma família cristã super fechada. Quando a conheci, ela sempre andava de suéter folgado, super envergonhada, como se quisesse esconder o mulherão que é. A pele dela é morena; tem umas curvas que parecem esculpidas à mão, com quadris largos, os peitos são grandes e pesados, tamanho 34C, as pernas são levemente finas, mas longas, ela tem 1,70m, e a bunda dela não é muito grande, mas tem o suficiente pra chamar atenção.
Resumindo, estamos juntos há 5 anos e eu, sinceramente, viciei em pornô cuckold quase no começo do nosso relacionamento. Percebi que curtia muito aquilo e, no início, me sentia um doente, um bizarro por querer ver outro cara comendo minha mulher, mas o tesão falava mais alto. Até quando a gente transava, comecei a imaginá-la com conhecidos, e isso me deixava ainda mais excitado. Na verdade, tinha certeza de que, se um dia a gente se aprofundasse nesse mundo, vários conhecidos não hesitariam nem um pouco em aceitar ficar com ela.
Foi quando estávamos juntos há 2 anos que comecei a sondar o terreno. Um dia, conversando sobre nossas fantasias, ela me contou que curtia muito aqueles filmes italianos antigos. Disse que uma vez encontrou um em casa, em DVD, e nunca mais tirou da cabeça. Aproveitei pra falar que uma das minhas fantasias era ver pornô com minha parceira e, "brincando", decidimos colocar um italiano na tela. No começo, os dois estavam meio sem graça, mas aquilo terminou tão bem que resolvemos tornar parte da nossa rotina.
Em algum momento, deixei ela escolher os vídeos sozinha, pra ver os gostos dela e, de certa forma, imaginar com que tipos de homem ela gostaria de estar. Fiquei surpreso que ele procurava muito por velhos com novinhas, bem porcos. A gente se dava umas punhetas mútuas do caralho vendo a tela, ela ficava toda molhada e eu sentia que a pica ia explodir de tanto vê-la excitada. Depois eu montava ela de costas pra que ela visse direto a tela enquanto eu metia, e às vezes até falava "imagina que sou aquele senhor" e ela ficava mais louca, a ponto de gozar jorrando.
Um desses dias, depois de transar, a gente viu um vídeo de um casal numa praia de nudismo onde a coroa acabava comendo um estranho. Enquanto assistia, meus instintos me traíram e comecei a ficar duro de novo. Ela obviamente percebeu e me perguntou se eu gostaria de fazer algo assim, mas com uma cara meio confusa. Fiquei com medo de dizer que sim e ela me achar estranho, então só consegui falar que tinha a fantasia de ir a uma praia de nudismo. Ela ficou pensando e disse "e por que não? Além disso, seu aniversário já tá chegando, vamos comemorar numa praia de nudismo, eu pago o hotel e você a viagem". Ainda perguntei se ela tinha certeza, e ela disse que sim, que ver pornô já era algo parecido, ver gente pelada na nossa frente, então não tinha o que temer. Não hesitei nem um segundo e aceitei.
Chegou meu aniversário e no fim de semana seguinte já estávamos num hotel em Veracruz, e eu tava maluco. Ela vestiu um biquíni de uma peça com um decote em V que mostrava aqueles peitos gostosos que ela tem e marcava a buceta perfeitamente, deixando pouco pra imaginação. Mas antes de sair, colocou uma blusa folgada e um pareô por cima. Eu achei estranho e perguntei o que era. "Tô meio nervosa", ela disse. "Não tem nada a temer, além do mais você tem um corpo tão gostoso que vai fazer mais de um virar a cabeça." Ela só sorriu e fomos embora.
Saímos pra praia e, embora não tivesse muita gente, tinha de tudo: negros, brancos, senhoras com peitos operados, minas retas mas com uma bunda rajadas carnudas que dava para ver a quilômetros, casais de aposentados. Eu via tudo aquilo e o nervosismo começou a bater.
Estendemos nossas toalhas na areia e sentamos um pouco, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, quando olhei pra ela, já estava pelada, com aquela pele cor de canela, os peitos com os mamilos grandes e escuros bem durinhos por causa do vento, e a buceta carnuda e recém-depilada. Ao ver aquilo, fiquei igual um bicho e também tirei a roupa. Ela notou minha ereção e, em vez de ficar envergonhada, sorriu. Ficamos sentados um tempinho, e eu via como os filhos da puta que passavam devoravam as tetas dela com o olhar. Depois passou um grupo de negões com umas mulheres fenomenais de rabo e uma branquinha com umas tetas caídas que quase chegavam no umbigo, mas era uma delícia. Achei que minha mina tinha percebido que eu tava perdido nelas, mas ela tava focada nas pirocas daqueles negões, e notei como ela mordeu levemente o lábio enquanto a buceta dela se lubrificava. Com aquela cena, entrei no mar pra me acalmar, porque sentia que ia gozar sozinho.
Da água, vi como vários caras se aproximavam dela pra papear. Ela, toda diva, sorria pra eles, e com uns dava bola, com outros não. Quando voltou pra mim na água, soltou a bomba: "Vários me perguntaram se eu precisava de óleo, e um cara chegou com o pau bem duro perguntando se podia sentar comigo". Ela falou isso com uma cara de safada que eu nunca tinha visto. Me confessou que ver que a desejavam tanto a deixava com muito tesão. Mesmo estando na água, fiquei duro que nem pedra de novo, e ela percebeu, me olhou, e pelo tesão que tava, confessei que minha fantasia real era vê-la com outro, igual ao vídeo que a gente tinha visto. Ela ficou paralisada, não disse nada e pediu pra voltar pro hotel porque "tava com fome". Pensei: "Já era, ferrei tudo, ela me mandou pro caralho por doente".
Quando chegamos no hotel, o restaurante não tava servindo, então ela subiu pro quarto pra tomar banho e eu fui buscar comida num lugar a duas esquinas. Depois de uns 40 Subi pro quarto com a comida, entrei e encontrei ela pelada, toda largada na cama com o celular na mão. Ela pediu pra eu sentar e botou o vídeo da praia que a gente tinha visto. Na tela, um negão tava metendo sem dó na coroa enquanto o marido assistia. Ela começou a me masturbar com uma força... cuspiu na própria mão e me encarava fixo nos olhos. "O quanto você quer isso, meu amor? Quer me ver assim? Quer ver como me enchem?", ela perguntava enquanto os dedos subiam e desciam. Conforme o vídeo avançava, ela disse que também queria aquilo, e que até queria me ver com outra. Perguntei se era sério e ela falou: "Me toca". Colocou minha mão na buceta dela e tava fervendo. Os lábios de baixo estavam inchados e uma umidade que sujou meus dedos no primeiro toque. Era real. Não aguentei mais. Assim que senti o gozo vindo, ela se encostou no meu pau, segurou firme e deixou eu esporrar tudo na cara dela. Ela ficou saboreando, se limpando com os dedos e chupando eles enquanto me dizia que da próxima vez, aquele esperma ia estar misturado com o de outra pessoa.
Não conseguia acreditar que tudo aquilo tava acontecendo, e enfiando os dedos até o fundo perguntei "com quem você gostaria de fazer?" Entre querer falar e os gemidos que soltava, ela disse "Aquele senhor que tava de pau duro" me olhando nos olhos "Fecha os olhos e me diz como ele é?" "Era um senhor de uns 50, a rola dele é igual a sua mas mais grossa, tava com tanta vontade de chupar e sentir na minha boca, engoliria toda e depois pediria pra ele meter" toda essa descrição me deixou duro de novo, tirei meus dedos e meti inteiro dizendo pra ela imaginar que era a do senhor "o que mais você gostaria?" "Que chupasse meus peitos, cuspisse na minha boca e me enforcasse enquanto mete bem fundo" ela dizia enquanto gemia "depois montaria nele pra enquanto eu tô pulando ele poder chupar meus bicos, e adoraria que me fazer um oral, sentir a barba dele na minha buceta e encher ela de meus fluidos pra depois ele me beijar e gozar dentro de mim" quando ouvi isso não aguentei mais e gozei dentro dela, e ela gozou um pouco também.
Ficamos deitados um tempinho, e quando recuperamos as forças comemos antes que a comida esfriasse de vez. Ela estava envergonhada e me perguntou "Você acha que eu sou errada por pensar tudo isso?" Sorri e falei que nada me faria mais feliz durante aquela viagem do que fazer algo assim, e aproveitei pra perguntar se ela realmente gostaria de me ver com outra pessoa "Sim, na verdade em algum momento eu gostaria de fazer um menage contigo e um homem ou alguma mulher, mas também adoraria te ver comendo outra porque me dá tesão, seria tipo uma sessão pornô só pra mim" Pelo impulso do momento ou pelo tesão que voltou, só consegui falar "Agora vamos tomar banho e se você tiver sorte e o cara ainda estiver na praia às 6, quando a gente voltar hoje, você come ele" ela se animou e me deu um sorriso sutil, igual quando fica excitada com alguma coisa.
Vou contar: minha namorada é uma joia rara, tem 25 anos. Se vocês vissem ela, não acreditariam que vem de uma família cristã super fechada. Quando a conheci, ela sempre andava de suéter folgado, super envergonhada, como se quisesse esconder o mulherão que é. A pele dela é morena; tem umas curvas que parecem esculpidas à mão, com quadris largos, os peitos são grandes e pesados, tamanho 34C, as pernas são levemente finas, mas longas, ela tem 1,70m, e a bunda dela não é muito grande, mas tem o suficiente pra chamar atenção.
Resumindo, estamos juntos há 5 anos e eu, sinceramente, viciei em pornô cuckold quase no começo do nosso relacionamento. Percebi que curtia muito aquilo e, no início, me sentia um doente, um bizarro por querer ver outro cara comendo minha mulher, mas o tesão falava mais alto. Até quando a gente transava, comecei a imaginá-la com conhecidos, e isso me deixava ainda mais excitado. Na verdade, tinha certeza de que, se um dia a gente se aprofundasse nesse mundo, vários conhecidos não hesitariam nem um pouco em aceitar ficar com ela.
Foi quando estávamos juntos há 2 anos que comecei a sondar o terreno. Um dia, conversando sobre nossas fantasias, ela me contou que curtia muito aqueles filmes italianos antigos. Disse que uma vez encontrou um em casa, em DVD, e nunca mais tirou da cabeça. Aproveitei pra falar que uma das minhas fantasias era ver pornô com minha parceira e, "brincando", decidimos colocar um italiano na tela. No começo, os dois estavam meio sem graça, mas aquilo terminou tão bem que resolvemos tornar parte da nossa rotina.
Em algum momento, deixei ela escolher os vídeos sozinha, pra ver os gostos dela e, de certa forma, imaginar com que tipos de homem ela gostaria de estar. Fiquei surpreso que ele procurava muito por velhos com novinhas, bem porcos. A gente se dava umas punhetas mútuas do caralho vendo a tela, ela ficava toda molhada e eu sentia que a pica ia explodir de tanto vê-la excitada. Depois eu montava ela de costas pra que ela visse direto a tela enquanto eu metia, e às vezes até falava "imagina que sou aquele senhor" e ela ficava mais louca, a ponto de gozar jorrando.
Um desses dias, depois de transar, a gente viu um vídeo de um casal numa praia de nudismo onde a coroa acabava comendo um estranho. Enquanto assistia, meus instintos me traíram e comecei a ficar duro de novo. Ela obviamente percebeu e me perguntou se eu gostaria de fazer algo assim, mas com uma cara meio confusa. Fiquei com medo de dizer que sim e ela me achar estranho, então só consegui falar que tinha a fantasia de ir a uma praia de nudismo. Ela ficou pensando e disse "e por que não? Além disso, seu aniversário já tá chegando, vamos comemorar numa praia de nudismo, eu pago o hotel e você a viagem". Ainda perguntei se ela tinha certeza, e ela disse que sim, que ver pornô já era algo parecido, ver gente pelada na nossa frente, então não tinha o que temer. Não hesitei nem um segundo e aceitei.
Chegou meu aniversário e no fim de semana seguinte já estávamos num hotel em Veracruz, e eu tava maluco. Ela vestiu um biquíni de uma peça com um decote em V que mostrava aqueles peitos gostosos que ela tem e marcava a buceta perfeitamente, deixando pouco pra imaginação. Mas antes de sair, colocou uma blusa folgada e um pareô por cima. Eu achei estranho e perguntei o que era. "Tô meio nervosa", ela disse. "Não tem nada a temer, além do mais você tem um corpo tão gostoso que vai fazer mais de um virar a cabeça." Ela só sorriu e fomos embora.
Saímos pra praia e, embora não tivesse muita gente, tinha de tudo: negros, brancos, senhoras com peitos operados, minas retas mas com uma bunda rajadas carnudas que dava para ver a quilômetros, casais de aposentados. Eu via tudo aquilo e o nervosismo começou a bater.
Estendemos nossas toalhas na areia e sentamos um pouco, e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, quando olhei pra ela, já estava pelada, com aquela pele cor de canela, os peitos com os mamilos grandes e escuros bem durinhos por causa do vento, e a buceta carnuda e recém-depilada. Ao ver aquilo, fiquei igual um bicho e também tirei a roupa. Ela notou minha ereção e, em vez de ficar envergonhada, sorriu. Ficamos sentados um tempinho, e eu via como os filhos da puta que passavam devoravam as tetas dela com o olhar. Depois passou um grupo de negões com umas mulheres fenomenais de rabo e uma branquinha com umas tetas caídas que quase chegavam no umbigo, mas era uma delícia. Achei que minha mina tinha percebido que eu tava perdido nelas, mas ela tava focada nas pirocas daqueles negões, e notei como ela mordeu levemente o lábio enquanto a buceta dela se lubrificava. Com aquela cena, entrei no mar pra me acalmar, porque sentia que ia gozar sozinho.
Da água, vi como vários caras se aproximavam dela pra papear. Ela, toda diva, sorria pra eles, e com uns dava bola, com outros não. Quando voltou pra mim na água, soltou a bomba: "Vários me perguntaram se eu precisava de óleo, e um cara chegou com o pau bem duro perguntando se podia sentar comigo". Ela falou isso com uma cara de safada que eu nunca tinha visto. Me confessou que ver que a desejavam tanto a deixava com muito tesão. Mesmo estando na água, fiquei duro que nem pedra de novo, e ela percebeu, me olhou, e pelo tesão que tava, confessei que minha fantasia real era vê-la com outro, igual ao vídeo que a gente tinha visto. Ela ficou paralisada, não disse nada e pediu pra voltar pro hotel porque "tava com fome". Pensei: "Já era, ferrei tudo, ela me mandou pro caralho por doente".
Quando chegamos no hotel, o restaurante não tava servindo, então ela subiu pro quarto pra tomar banho e eu fui buscar comida num lugar a duas esquinas. Depois de uns 40 Subi pro quarto com a comida, entrei e encontrei ela pelada, toda largada na cama com o celular na mão. Ela pediu pra eu sentar e botou o vídeo da praia que a gente tinha visto. Na tela, um negão tava metendo sem dó na coroa enquanto o marido assistia. Ela começou a me masturbar com uma força... cuspiu na própria mão e me encarava fixo nos olhos. "O quanto você quer isso, meu amor? Quer me ver assim? Quer ver como me enchem?", ela perguntava enquanto os dedos subiam e desciam. Conforme o vídeo avançava, ela disse que também queria aquilo, e que até queria me ver com outra. Perguntei se era sério e ela falou: "Me toca". Colocou minha mão na buceta dela e tava fervendo. Os lábios de baixo estavam inchados e uma umidade que sujou meus dedos no primeiro toque. Era real. Não aguentei mais. Assim que senti o gozo vindo, ela se encostou no meu pau, segurou firme e deixou eu esporrar tudo na cara dela. Ela ficou saboreando, se limpando com os dedos e chupando eles enquanto me dizia que da próxima vez, aquele esperma ia estar misturado com o de outra pessoa.
Não conseguia acreditar que tudo aquilo tava acontecendo, e enfiando os dedos até o fundo perguntei "com quem você gostaria de fazer?" Entre querer falar e os gemidos que soltava, ela disse "Aquele senhor que tava de pau duro" me olhando nos olhos "Fecha os olhos e me diz como ele é?" "Era um senhor de uns 50, a rola dele é igual a sua mas mais grossa, tava com tanta vontade de chupar e sentir na minha boca, engoliria toda e depois pediria pra ele meter" toda essa descrição me deixou duro de novo, tirei meus dedos e meti inteiro dizendo pra ela imaginar que era a do senhor "o que mais você gostaria?" "Que chupasse meus peitos, cuspisse na minha boca e me enforcasse enquanto mete bem fundo" ela dizia enquanto gemia "depois montaria nele pra enquanto eu tô pulando ele poder chupar meus bicos, e adoraria que me fazer um oral, sentir a barba dele na minha buceta e encher ela de meus fluidos pra depois ele me beijar e gozar dentro de mim" quando ouvi isso não aguentei mais e gozei dentro dela, e ela gozou um pouco também.
Ficamos deitados um tempinho, e quando recuperamos as forças comemos antes que a comida esfriasse de vez. Ela estava envergonhada e me perguntou "Você acha que eu sou errada por pensar tudo isso?" Sorri e falei que nada me faria mais feliz durante aquela viagem do que fazer algo assim, e aproveitei pra perguntar se ela realmente gostaria de me ver com outra pessoa "Sim, na verdade em algum momento eu gostaria de fazer um menage contigo e um homem ou alguma mulher, mas também adoraria te ver comendo outra porque me dá tesão, seria tipo uma sessão pornô só pra mim" Pelo impulso do momento ou pelo tesão que voltou, só consegui falar "Agora vamos tomar banho e se você tiver sorte e o cara ainda estiver na praia às 6, quando a gente voltar hoje, você come ele" ela se animou e me deu um sorriso sutil, igual quando fica excitada com alguma coisa.
5 comentários - De cristiana a hotwife Pt1