Perdi a conta de quantas vezes gozei dentro e fora dela, na boquinha carnuda dela, nos peitos dela, na bunda quente e vermelha de tanto que eu tinha batido. Nossos corpos estavam encharcados de fluidos genitais, suor e saliva. Não queria parar de foder ela. Tinha muitas fantasias acumuladas por mais de dez anos. Desejava com toda minha energia colocá-la de quatro, puxar o cabelo dela com uma mão e foder o cu dela enquanto a outra mão batia naquela bundinha deliciosa, macia, grande e apertada.Forcei ela a se estimular o clitóris com a mãozinha dela enquanto eu comia ela de quatro. Ela gemia, as pernas tremiam, mas não parava de se masturbar enquanto meu pau penetrava ela uma e outra vez. Um estrondo acompanhou os gemidos dela, de novo aquele som lindo e excitante. Como se uma represa transbordasse entre as pernas dela. Ela gozava em jatos e respingava nas minhas pernas. Cheirava a mar, a sexo, a luxúria.
Nunca vou esquecer as caras dela, os olhos virando brancos, a boquinha se apertando enquanto gritava de prazer. Gozei, de novo gozei dentro da buceta dela. O branco do meu leite se misturava com o rio transparente que escorria pelas pernas dela. A vulva dela escorria, gotejava, era um manjar que pedia para ser chupado, sugado e saboreado. Ela apertava com a vagina dela meu pau pulsante e não me soltava. A mão dela, aquela com que ela se masturbava, parou e ainda molhada pelo squirt dela, levou até o peito dela, apertou, levou até os lábios, mordeu o mamilo e ao mesmo tempo me olhou com um tom brincalhão e safado. Me perguntou: gostou?
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