Tinha 19 anos e minha vida tava prestes a mudar de um jeito que nem nos meus sonhos mais loucos eu imaginava. Morava em Santa Fé, uma cidade tranquila mas com aquele calor pegajoso do verão argentino que faz você suar só de existir. Um dia, fuçando grupos de WhatsApp de bicos temporários, vi um anúncio: precisavam de staff pra um showzão no parque de exposições. A atração principal eraEmilia MernesNão podia acreditar. Emilia, a rainha do pop urbano argentino, com aquela voz rouca e sexy, aquelas danças que te deixam hipnotizado, e um corpo que parece esculpido pelos deuses. Já tinha visto todos os vídeos dela, salvado cada foto gostosa que ela postava no Instagram. Mandei minhas informações e, para minha surpresa, me ligaram no dia seguinte.- Tá dentro, mano. Vai de camiseta preta e short por causa do calor.Eu ia estar lá, a metros dela, ajudando na produção do backstage. Meu coração batia forte só de pensar. Queria tirar uma foto com ela, custasse o que custasse. Algo pra ostentar pros amigos, mas no fundo, era mais que isso: era a chance de chegar perto daquela deusa que me deixava obcecado.
Os dias antes do show foram um caos interno. Não conseguia me concentrar em nada. Na faculdade, durante as aulas de administração, minha mente vagava pras curvas dela, praquele sorriso safado que ela fazia nos lives. De noite, sozinho no meu quarto, abria o perfil de Instagram dela e me perdia nos stories arquivados. Tinha prints dela de biquíni, com a água do mar escorrendo pela pele bronzeada, ou em tops apertados que marcavam os biquinhos duros de frio do ar condicionado.
Imaginava que era eu quem tirava aquele shortinho esportivo que ela usava nos ensaios, que meus dedos exploravam aquela buceta depilada e molhada que se insinuava nas fotos. Me masturbava com raiva, pensando na boca dela em volta do meu pau, nos gemidos dela enquanto eu comia ela de quatro. Gozava em jatos, sujando os lençóis, e depois ficava exausto, olhando a foto de perfil dela, desejando que o tempo voasse até o dia do show. Era uma ansiedade sexual que me consumia, misturada com nervosismo de fã. Não dormia direito, sonhava com ela, e ao acordar já tava com o pau duro de novo.
Finalmente o dia chegou. O sol batia como um forno, o ar era pesado e úmido. A gente se reuniu cedo no local, e o coordenador falou:- Por causa do calor, vão de short e camiseta do staff. Nada de jeans.Escolhi um short cinza claro, fininho, que abraçava bem minhas coxas. Erro fatal.
Enquanto montávamos o palco e testávamos as luzes, abri o Instagram por costume. A Emilia tinha postado um story: ela no quarto de hotel, com um vestido branco colado no corpo, decote em V profundo que deixava ver o começo dos peitos dela, e a câmera descendo devagar até as pernas cruzadas, onde um pedacinho da calcinha fio-dental preta aparecia. A legenda:Pronta pra detonar essa noite 🔥💋.
Reproduzi aquilo em loop. O sangue descendo, meu pau inchando sem controle. O short era elástico mas fino, e sem cueca por baixo (por causa do calor), marcou tudo. O volume grosso, a cabeça redonda pressionando o tecido, até as veias pulsando visíveis. Tentei disfarçar cruzando as mãos, andando curvado, mas cada movimento só piorava. Tinha que focar no trampo, mas minha mente estava naquela foto, imaginando o que tinha debaixo daquele vestido.
Tempo depois, o show começou com tudo. Emilia subiu no palco feito uma tempestade: conjunto prateado brilhante, shortinho que mal cobria a bunda redonda dela, top cropped que deixava à mostra o abdômen trincado e suado.
Dançava com uma energia sexual brutal, mexendo os quadris em círculos, mandando beijos pro público, suando sob as luzes. Cada música era um degrau a mais na minha excitação. Entre as faixas, ela ia pros bastidores pra trocas de roupa rápidas. Eu tava designado pros corredores laterais, ajudando com as transições.
Numa dessas pausas, aconteceu o inesperado. Tava ajustando um biombo quando vi: o camarim da Emilia tinha uma cortina mal fechada, e a luz vazava. Ela tava de costas, tirando o short prateado. Só de fio dental preta e sutiã sem alças. Se inclinou pra pegar a próxima roupa, um body preto translúcido com brilhos. A bunda perfeita dela, firme, com o fio dental enfiado entre as nádegas, a pele brilhando de suor. Ela se virou por um instante, e eu peguei o perfil de um peito escapando do sutiã, o mamilo rosado aparecendo. Fiquei petrificado, com a boca seca e o pau batendo forte contra o short. Ela não me viu. Vestiu o body em segundos e voltou pro palco. Eu fiquei lá, respirando pesado, com a imagem gravada na retina. Minha excitação era insuportável; tive que ajustar o short disfarçadamente pra não me entregar.
Durante o resto do show, passei várias vezes perto do camarim principal. A porta tava entreaberta por causa da correria de maquiadores e assistentes. Num momento de descuido total, quando o corredor ficou vazio, entrei como um fantasma. O ar tava carregado do perfume dela: baunilha doce, coco tropical, misturado com suor fresco. Numa mesa, roupa bagunçada, lenços umedecidos, glitter… e numa cadeira, um fio dental preto de renda, ainda morno e com um leve cheiro dela. Não hesitei. Peguei, amassei no punho e meti no bolso do short. Saí rápido, o coração a mil. O tecido era macio, com um toque úmido na parte da frente. Apertei contra minha coxa enquanto voltava pro meu posto, sentindo uma onda de culpa e tesão. Era como ter um pedacinho dela comigo.
O show terminou em Êxtase. A Emilia se despediu com um encerramento brutal, jogando no chão, mandando beijos, a plateia enlouquecida. Ela sumiu pros bastidores. Esperei uns 25 minutos, fingindo que tava checando uns cabos. Meu chefe tava ocupado do outro lado. Caminhei pro camarim, bati de leve.- Sim? Quem é?A voz dela soou cansada, mas quente.- Desculpa, Emilia. Sou da equipe. Só queria te pedir uma coisa rápida.
- Entra, vai.Abri a porta. Lá estava ela: com a última roupa, saia preta brilhante curtíssima, top combinando bem justo, botas altas. Cabelo solto e molhado, maquiagem borrada sexy. Ela sorriu pra mim.
- O que rolou?perguntou ela.- Eh… podia tirar uma foto com você? Sei que cê tá cansada, mas…
Ayy, claro. Sem problema. Entra aí.Fechou a porta atrás de mim.
O camarim era íntimo, com espelhos, luzes suaves, o perfume dela envolvendo tudo. Minha pica já tava endurecendo só pelo cheiro.- Como você quer ela?perguntou, arrumando o cabelo.- Na frente do espelho, talvez. Assim dá pra ver que eu estive no seu camarim. Fica mais autêntico.Sorriu com um brilho safado.- Vale, adoro.Nós paramos: ela na frente, eu atrás. Peguei o celular.- Você tira ela? Acho que vai ser melhor assim.
- De uma vez, me dá.Ao passar por ela, minhas mãos pousaram na cintura dela. Apertei firme, sentindo o calor dela através do tecido. Ela não se afastou; pelo contrário, empurrou a bunda pra trás sutilmente.- Chega mais pra perto, você tá parecendo longesussurrou, me olhando pelo espelho.
Eu me encostei. Meu volume duro bateu na bunda dela. Ela sentiu e se mexeu devagar, se esfregando. Começou a tirar fotos enquanto se movia lentamente de um lado pro outro.- Não fica nervoso…disse baixinho, com voz rouca.
A fricção era elétrica. Segurei os quadris dela com mais força e comecei a empurrar seco, como se já estivesse penetrando ela. Ela gemia baixinho, arqueando as costas, tirando foto atrás de foto com caras de prazer.- Você gosta, né?Ela gemeu.- Demais…respondi, e dei um tapa firme na bunda dela. O som seco ecoou.- Ayy… mais.Dei mais uma, mais forte, deixando uma marca rosada na bunda dela. Ela se apertou contra mim, gemendo.Tira minha saia… me toca.Subi a saia dela até a cintura. Por baixo, uma calcinha fio dental vermelha mínima. Lembrei da preta no meu bolso, mas essa era fogo. Desci a fio dental devagar, expondo a buceta rosada, depilada, já brilhando de tesão. Enfiei dois dedos de uma vez, bombando fundo. Ela soltou um gemido longo, se apoiando no espelho.- Seu filho da puta… tá me molhando todariu entre gemidos.- E você uma puta gostosaSussurrei no ouvido dela, lambendo o pescoço enquanto esfregava o clitóris dela com o polegar.
Os sucos dela escorriam pelos meus dedos. Enfiei a língua no ouvido dela, depois desci de joelhos e chupei a bunda dela, saboreando o gosto. Ela tremia, empurrando a cara contra a minha. Gozou rápido, um jatinho quente molhando o chão, as pernas dela bambas.
Ela se virou, os olhos brilhando de tesão. Ajoelhou-se e puxou meu short pra baixo de uma vez.- Olha essa pica… grossa, cheia de veia. Não dá pra ficar assim, amor.disse, agarrando ela com as duas mãos, acariciando a cabeça inchada.
Enfiou inteira. Chupava com barulho obsceno, saliva escorrendo em fios pelo queixo dela, batom vermelho manchando minha pele. A língua dela girava em volta da glande, sugando forte, fazendo sons de estalo toda vez que tirava. Agarrei o cabelo dela num punho e empurrei até a garganta. Ela engasgava, gozadas profundas, lágrimas escorrendo pelas bochechas, mas não parava. Gemia vibrando em volta do meu pau, as mãos dela massageando minhas bolas.- Tirar fotosordenei, com voz rouca.
Ela pegou meu celular com a mão livre e tirou várias fotos enquanto chupava como se tivesse possuída, a cabeça subindo e descendo num ritmo frenético. O batom vermelho cobria meu pau como uma tatuagem.
Não aguentei mais. Tirei ela da boca e sentei no sofá. Ela subiu em cima, pernas abertas, a buceta escorrendo no meu colo. Ajeitou a cabeça na entrada e desceu devagar no começo, gemendo enquanto engolia centímetro por centímetro.- Ahhh… que grande, papai… me preenche todagemeu, olhos fechados.
Começou a se mover devagar, subindo e descendo, os peitos balançando por baixo do top. Arranquei o top dela de uma vez, expondo os peitos perfeitos, mamilos duros e rosados. Apertei eles com força, torcendo, fazendo ela gritar de prazer.— Mais rápido, sua putinha.Gemi, dando um tapa leve na cara dela.- Sim, papai… me fode como quiserrespondeu, acelerando.
Agora ela cavalgava com fúria: sentadas profundas, a bunda dela batendo nas minhas coxas com estalos barulhentos. Cada descida era um gemido agudo, a buceta dela me apertando como um punho molhado. Agarrei as nádegas dela, separando-as, enfiando um dedo no cu dela enquanto ela pulava.- Mmm… ahhh… Emilia, você é uma puta incrívelEu gemia, metendo pra cima pra enterrar ainda mais fundo nela.
Ela rodava a cintura em círculos, esfregando o clitóris na minha pélvis. Nós dois suando, o camarim cheirando a sexo puro. Ficamos assim por minutos intermináveis: ela gritando- Ai, papai! Você vai me quebrar!, eu respondendo com palmadas que deixavam as bundinhas dela vermelhas e inchadas.- Fica de quatroordenei, empurrando ela.
Ela se posicionou no sofá, rabo pra cima, buceta e cu expostos. Dei um tapa brutal que fez ela gritar.Ayyy… sim, mais…Apoiei a pica na entrada do cu dela. Tava lubrificada pelos fluidos dela e pela minha saliva de antes.— Não… pelo cu não, amor… vai me arrebentar.Protestou, mas a voz era de expectativa.- Fica quietinha, gostosa.Eu disse, dando mais um tapa nela.- Abri essa buceta pra mim.Enfiei a cabeça devagar, sentindo a resistência inicial. Ela gemeu, empurrando de volta. Entrei centímetro por centímetro, o cu dela apertado como um anel de fogo em volta do meu pau.- Ahhh… devagar, mano… tá doendo -, ela gemia.
Uma vez dentro, comecei a bombear devagar no começo, saindo quase tudo e enfiando fundo. Ela enterrava o rosto no travesseiro, mordendo ele, as mãos agarradas no encosto. Acelerei: estocadas fortes, minhas bolas batendo na buceta dela. Agarrei o cabelo dela, puxando a cabeça dela pra trás, arqueando ela.- Tô te arrombando a buceta, entendeu? Você é minha agora -Gemi.- Sim, papai… arrebenta minha buceta… ahhh… não para nãoEla choramingava de prazer, lágrimas de êxtase.
Eu metia com tudo: ritmo selvagem, alternando fundo e rápido. O corpo dela tremia, a buceta escorrendo sucos pelas coxas dela. Não aguentei. Senti o orgasmo subindo.Vira pra cá. Abre essa boca, puta.Ele se ajoelhou rápido, cara vermelha, olhos vidrados. Esticou a língua ansiosa. Joguei a primeira gozada na bochecha dela, grossa e branca. Depois direto na boca, enchendo até transbordar pelos cantos. Ela tossiu um pouco, mas engoliu o que deu, o resto escorrendo pelo queixo e peitos.- Olha que gostosa você ficouEu disse, tirando fotos: close-up do rosto coberto dela, uma selfie com minha pica gotejando ao lado do sorriso satisfeito dela.- Limpa ela agora -Eu mandei.
Ela se aproximou devagar, língua de fora, lambendo da base até a ponta. Chupava suave, girando a língua em volta da glande sensível, sugando os restos de porra e os próprios sucos. Fazia sons molhados, me encarando com aquele olhar submisso. Enfiou o pau inteiro de novo, balançando a cabeça devagar, limpando cada veia, cada dobra. Os lábios vermelhos, inchados, deixavam marcas frescas. Brincava com a língua no freio, fazendo eu tremer de prazer pós-gozo. Passaram minutos assim: ela ajoelhada, adorando meu pau com devoção, tirando até a última gota. No fim, deixou ele brilhante, reluzente, como novo.
A gente se vestiu rápido, rindo nervoso. Trocamos números.- Pra repetir -— disse ela com uma piscadela.
Antes de ir, beijei ela fundo, línguas se enroscando, saboreando meu próprio gozo na boca dela.- Tchau, minha vida -sussurrou, com restos de porra no canto da boca.
Cheguei em casa exausto. Tomei um banho demorado, água quente lavando o suor e as lembranças. Me joguei na cama pelado. Bem quando fechava os olhos, o celular vibrou.
**Emilia Mernes:**Descansa aí, papi 💦Anexou uma foto: ela na cama do hotel, de fio dental preto rendado (idêntico ao que eu tinha no bolso), mordendo o dedo, os peitos quase cobertos por um lençol, olhar provocante.
Dormi com a pica dura de novo, sonhando com a próxima vez.
Os dias antes do show foram um caos interno. Não conseguia me concentrar em nada. Na faculdade, durante as aulas de administração, minha mente vagava pras curvas dela, praquele sorriso safado que ela fazia nos lives. De noite, sozinho no meu quarto, abria o perfil de Instagram dela e me perdia nos stories arquivados. Tinha prints dela de biquíni, com a água do mar escorrendo pela pele bronzeada, ou em tops apertados que marcavam os biquinhos duros de frio do ar condicionado.
Imaginava que era eu quem tirava aquele shortinho esportivo que ela usava nos ensaios, que meus dedos exploravam aquela buceta depilada e molhada que se insinuava nas fotos. Me masturbava com raiva, pensando na boca dela em volta do meu pau, nos gemidos dela enquanto eu comia ela de quatro. Gozava em jatos, sujando os lençóis, e depois ficava exausto, olhando a foto de perfil dela, desejando que o tempo voasse até o dia do show. Era uma ansiedade sexual que me consumia, misturada com nervosismo de fã. Não dormia direito, sonhava com ela, e ao acordar já tava com o pau duro de novo.
Finalmente o dia chegou. O sol batia como um forno, o ar era pesado e úmido. A gente se reuniu cedo no local, e o coordenador falou:- Por causa do calor, vão de short e camiseta do staff. Nada de jeans.Escolhi um short cinza claro, fininho, que abraçava bem minhas coxas. Erro fatal.
Enquanto montávamos o palco e testávamos as luzes, abri o Instagram por costume. A Emilia tinha postado um story: ela no quarto de hotel, com um vestido branco colado no corpo, decote em V profundo que deixava ver o começo dos peitos dela, e a câmera descendo devagar até as pernas cruzadas, onde um pedacinho da calcinha fio-dental preta aparecia. A legenda:Pronta pra detonar essa noite 🔥💋.
Reproduzi aquilo em loop. O sangue descendo, meu pau inchando sem controle. O short era elástico mas fino, e sem cueca por baixo (por causa do calor), marcou tudo. O volume grosso, a cabeça redonda pressionando o tecido, até as veias pulsando visíveis. Tentei disfarçar cruzando as mãos, andando curvado, mas cada movimento só piorava. Tinha que focar no trampo, mas minha mente estava naquela foto, imaginando o que tinha debaixo daquele vestido.Tempo depois, o show começou com tudo. Emilia subiu no palco feito uma tempestade: conjunto prateado brilhante, shortinho que mal cobria a bunda redonda dela, top cropped que deixava à mostra o abdômen trincado e suado.
Dançava com uma energia sexual brutal, mexendo os quadris em círculos, mandando beijos pro público, suando sob as luzes. Cada música era um degrau a mais na minha excitação. Entre as faixas, ela ia pros bastidores pra trocas de roupa rápidas. Eu tava designado pros corredores laterais, ajudando com as transições.Numa dessas pausas, aconteceu o inesperado. Tava ajustando um biombo quando vi: o camarim da Emilia tinha uma cortina mal fechada, e a luz vazava. Ela tava de costas, tirando o short prateado. Só de fio dental preta e sutiã sem alças. Se inclinou pra pegar a próxima roupa, um body preto translúcido com brilhos. A bunda perfeita dela, firme, com o fio dental enfiado entre as nádegas, a pele brilhando de suor. Ela se virou por um instante, e eu peguei o perfil de um peito escapando do sutiã, o mamilo rosado aparecendo. Fiquei petrificado, com a boca seca e o pau batendo forte contra o short. Ela não me viu. Vestiu o body em segundos e voltou pro palco. Eu fiquei lá, respirando pesado, com a imagem gravada na retina. Minha excitação era insuportável; tive que ajustar o short disfarçadamente pra não me entregar.
Durante o resto do show, passei várias vezes perto do camarim principal. A porta tava entreaberta por causa da correria de maquiadores e assistentes. Num momento de descuido total, quando o corredor ficou vazio, entrei como um fantasma. O ar tava carregado do perfume dela: baunilha doce, coco tropical, misturado com suor fresco. Numa mesa, roupa bagunçada, lenços umedecidos, glitter… e numa cadeira, um fio dental preto de renda, ainda morno e com um leve cheiro dela. Não hesitei. Peguei, amassei no punho e meti no bolso do short. Saí rápido, o coração a mil. O tecido era macio, com um toque úmido na parte da frente. Apertei contra minha coxa enquanto voltava pro meu posto, sentindo uma onda de culpa e tesão. Era como ter um pedacinho dela comigo.
O show terminou em Êxtase. A Emilia se despediu com um encerramento brutal, jogando no chão, mandando beijos, a plateia enlouquecida. Ela sumiu pros bastidores. Esperei uns 25 minutos, fingindo que tava checando uns cabos. Meu chefe tava ocupado do outro lado. Caminhei pro camarim, bati de leve.- Sim? Quem é?A voz dela soou cansada, mas quente.- Desculpa, Emilia. Sou da equipe. Só queria te pedir uma coisa rápida.
- Entra, vai.Abri a porta. Lá estava ela: com a última roupa, saia preta brilhante curtíssima, top combinando bem justo, botas altas. Cabelo solto e molhado, maquiagem borrada sexy. Ela sorriu pra mim.

- O que rolou?perguntou ela.- Eh… podia tirar uma foto com você? Sei que cê tá cansada, mas…
Ayy, claro. Sem problema. Entra aí.Fechou a porta atrás de mim.
O camarim era íntimo, com espelhos, luzes suaves, o perfume dela envolvendo tudo. Minha pica já tava endurecendo só pelo cheiro.- Como você quer ela?perguntou, arrumando o cabelo.- Na frente do espelho, talvez. Assim dá pra ver que eu estive no seu camarim. Fica mais autêntico.Sorriu com um brilho safado.- Vale, adoro.Nós paramos: ela na frente, eu atrás. Peguei o celular.- Você tira ela? Acho que vai ser melhor assim.
- De uma vez, me dá.Ao passar por ela, minhas mãos pousaram na cintura dela. Apertei firme, sentindo o calor dela através do tecido. Ela não se afastou; pelo contrário, empurrou a bunda pra trás sutilmente.- Chega mais pra perto, você tá parecendo longesussurrou, me olhando pelo espelho.
Eu me encostei. Meu volume duro bateu na bunda dela. Ela sentiu e se mexeu devagar, se esfregando. Começou a tirar fotos enquanto se movia lentamente de um lado pro outro.- Não fica nervoso…disse baixinho, com voz rouca.
A fricção era elétrica. Segurei os quadris dela com mais força e comecei a empurrar seco, como se já estivesse penetrando ela. Ela gemia baixinho, arqueando as costas, tirando foto atrás de foto com caras de prazer.- Você gosta, né?Ela gemeu.- Demais…respondi, e dei um tapa firme na bunda dela. O som seco ecoou.- Ayy… mais.Dei mais uma, mais forte, deixando uma marca rosada na bunda dela. Ela se apertou contra mim, gemendo.Tira minha saia… me toca.Subi a saia dela até a cintura. Por baixo, uma calcinha fio dental vermelha mínima. Lembrei da preta no meu bolso, mas essa era fogo. Desci a fio dental devagar, expondo a buceta rosada, depilada, já brilhando de tesão. Enfiei dois dedos de uma vez, bombando fundo. Ela soltou um gemido longo, se apoiando no espelho.- Seu filho da puta… tá me molhando todariu entre gemidos.- E você uma puta gostosaSussurrei no ouvido dela, lambendo o pescoço enquanto esfregava o clitóris dela com o polegar.
Os sucos dela escorriam pelos meus dedos. Enfiei a língua no ouvido dela, depois desci de joelhos e chupei a bunda dela, saboreando o gosto. Ela tremia, empurrando a cara contra a minha. Gozou rápido, um jatinho quente molhando o chão, as pernas dela bambas.
Ela se virou, os olhos brilhando de tesão. Ajoelhou-se e puxou meu short pra baixo de uma vez.- Olha essa pica… grossa, cheia de veia. Não dá pra ficar assim, amor.disse, agarrando ela com as duas mãos, acariciando a cabeça inchada.
Enfiou inteira. Chupava com barulho obsceno, saliva escorrendo em fios pelo queixo dela, batom vermelho manchando minha pele. A língua dela girava em volta da glande, sugando forte, fazendo sons de estalo toda vez que tirava. Agarrei o cabelo dela num punho e empurrei até a garganta. Ela engasgava, gozadas profundas, lágrimas escorrendo pelas bochechas, mas não parava. Gemia vibrando em volta do meu pau, as mãos dela massageando minhas bolas.- Tirar fotosordenei, com voz rouca.
Ela pegou meu celular com a mão livre e tirou várias fotos enquanto chupava como se tivesse possuída, a cabeça subindo e descendo num ritmo frenético. O batom vermelho cobria meu pau como uma tatuagem.
Não aguentei mais. Tirei ela da boca e sentei no sofá. Ela subiu em cima, pernas abertas, a buceta escorrendo no meu colo. Ajeitou a cabeça na entrada e desceu devagar no começo, gemendo enquanto engolia centímetro por centímetro.- Ahhh… que grande, papai… me preenche todagemeu, olhos fechados.
Começou a se mover devagar, subindo e descendo, os peitos balançando por baixo do top. Arranquei o top dela de uma vez, expondo os peitos perfeitos, mamilos duros e rosados. Apertei eles com força, torcendo, fazendo ela gritar de prazer.— Mais rápido, sua putinha.Gemi, dando um tapa leve na cara dela.- Sim, papai… me fode como quiserrespondeu, acelerando.
Agora ela cavalgava com fúria: sentadas profundas, a bunda dela batendo nas minhas coxas com estalos barulhentos. Cada descida era um gemido agudo, a buceta dela me apertando como um punho molhado. Agarrei as nádegas dela, separando-as, enfiando um dedo no cu dela enquanto ela pulava.- Mmm… ahhh… Emilia, você é uma puta incrívelEu gemia, metendo pra cima pra enterrar ainda mais fundo nela.
Ela rodava a cintura em círculos, esfregando o clitóris na minha pélvis. Nós dois suando, o camarim cheirando a sexo puro. Ficamos assim por minutos intermináveis: ela gritando- Ai, papai! Você vai me quebrar!, eu respondendo com palmadas que deixavam as bundinhas dela vermelhas e inchadas.- Fica de quatroordenei, empurrando ela.
Ela se posicionou no sofá, rabo pra cima, buceta e cu expostos. Dei um tapa brutal que fez ela gritar.Ayyy… sim, mais…Apoiei a pica na entrada do cu dela. Tava lubrificada pelos fluidos dela e pela minha saliva de antes.— Não… pelo cu não, amor… vai me arrebentar.Protestou, mas a voz era de expectativa.- Fica quietinha, gostosa.Eu disse, dando mais um tapa nela.- Abri essa buceta pra mim.Enfiei a cabeça devagar, sentindo a resistência inicial. Ela gemeu, empurrando de volta. Entrei centímetro por centímetro, o cu dela apertado como um anel de fogo em volta do meu pau.- Ahhh… devagar, mano… tá doendo -, ela gemia.
Uma vez dentro, comecei a bombear devagar no começo, saindo quase tudo e enfiando fundo. Ela enterrava o rosto no travesseiro, mordendo ele, as mãos agarradas no encosto. Acelerei: estocadas fortes, minhas bolas batendo na buceta dela. Agarrei o cabelo dela, puxando a cabeça dela pra trás, arqueando ela.- Tô te arrombando a buceta, entendeu? Você é minha agora -Gemi.- Sim, papai… arrebenta minha buceta… ahhh… não para nãoEla choramingava de prazer, lágrimas de êxtase.
Eu metia com tudo: ritmo selvagem, alternando fundo e rápido. O corpo dela tremia, a buceta escorrendo sucos pelas coxas dela. Não aguentei. Senti o orgasmo subindo.Vira pra cá. Abre essa boca, puta.Ele se ajoelhou rápido, cara vermelha, olhos vidrados. Esticou a língua ansiosa. Joguei a primeira gozada na bochecha dela, grossa e branca. Depois direto na boca, enchendo até transbordar pelos cantos. Ela tossiu um pouco, mas engoliu o que deu, o resto escorrendo pelo queixo e peitos.- Olha que gostosa você ficouEu disse, tirando fotos: close-up do rosto coberto dela, uma selfie com minha pica gotejando ao lado do sorriso satisfeito dela.- Limpa ela agora -Eu mandei.
Ela se aproximou devagar, língua de fora, lambendo da base até a ponta. Chupava suave, girando a língua em volta da glande sensível, sugando os restos de porra e os próprios sucos. Fazia sons molhados, me encarando com aquele olhar submisso. Enfiou o pau inteiro de novo, balançando a cabeça devagar, limpando cada veia, cada dobra. Os lábios vermelhos, inchados, deixavam marcas frescas. Brincava com a língua no freio, fazendo eu tremer de prazer pós-gozo. Passaram minutos assim: ela ajoelhada, adorando meu pau com devoção, tirando até a última gota. No fim, deixou ele brilhante, reluzente, como novo.
A gente se vestiu rápido, rindo nervoso. Trocamos números.- Pra repetir -— disse ela com uma piscadela.
Antes de ir, beijei ela fundo, línguas se enroscando, saboreando meu próprio gozo na boca dela.- Tchau, minha vida -sussurrou, com restos de porra no canto da boca.
Cheguei em casa exausto. Tomei um banho demorado, água quente lavando o suor e as lembranças. Me joguei na cama pelado. Bem quando fechava os olhos, o celular vibrou.
**Emilia Mernes:**Descansa aí, papi 💦Anexou uma foto: ela na cama do hotel, de fio dental preto rendado (idêntico ao que eu tinha no bolso), mordendo o dedo, os peitos quase cobertos por um lençol, olhar provocante.
Dormi com a pica dura de novo, sonhando com a próxima vez.
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