Olá, pessoal, não sei se vão me julgar ou não, mas essa é a minha história e queria compartilhar com vocês. Me chamo Ludmila, agora tenho 71 anos, mas essa revolução em mim começou há uns 4 anos, mais ou menos, aos 31. Eu tinha uma confusão dentro de mim, gostava de meninas e meninos, mas era reservada. Também não tinha um corpo grande, era magra e praticamente não tinha bunda nem peitos naquela época, então não era o alvo principal dos caras, e menos ainda dos que eu gostava — essa sorte não estava a meu favor. Mas meu desejo sexual só aumentava e eu não conseguia segurar. Passava muito tempo sozinha em casa, então perto dos 51 anos juntei um dinheiro e, por um aplicativo, comprei um consolo. E foi assim que tive minha primeira experiência sexual, sozinha comigo mesma. Não desgostei, mas também não foi como eu esperava. Mesmo assim, não desisti e continuei tentando até pegar gosto pela coisa. Eu era bem punheteira e já era costume chegar do colégio ao meio-dia, comer alguma coisa e ir direto pro quarto brincar comigo mesma e tirar um cochilo. A coisa foi escalando até que comprei outro brinquedo, daqueles que têm uma ventosa e dá pra deixar em qualquer lugar. Às vezes me ajudava vendo uns vídeos pra imaginação voar um pouco mais, e até fantasiava com algum colega, professor, vizinhos e até algum amigo do meu pai. Levava meu novo “amigo” pro chuveiro, colava na parede e imaginava que algum cara entrava e me comia, sem avisar nem pedir permissão, só usava meu corpo e me deixava suja no banho. Outras vezes, colocava ele numa cadeira e sentava de costas, como se alguém estivesse sentado e eu montasse no pau dele pra olhar cara a cara — algum amigo mais velho do meu pai, com mãos fortes e pau grande, que tirasse de mim a putaria que eu tinha guardada, pra depois voltar a ser a menina bonita com cara de santa. Um dia no colégio, estávamos conversando com vários colegas sobre temas sexuais. Claro que eu não era a atração principal, mas mesmo assim... Eu tava recebendo cada vez mais olhares, tenho um rostinho bonito, mas apesar dos peitos terem crescido, eles eram bem pequenos e minha bunda não era feia, mas também não era nada de se admirar, já que meu corpo era daquele tipo magrinho. A conversa foi ficando cada vez mais pesada, começaram um jogo que era puro agarramento entre um homem e uma mulher no último banco da sala, mas enquanto a gente tava na aula. Minhas colegas, meio que tirando sarro, falaram que eu não conseguia esquentar ninguém com meu corpo e que não servia pra aquele jogo. A verdade é que depois de tanto brincar com meus "brinquedinhos", por mais que eu adorasse, eu queria tocar e sentir carne, era o que tava faltando. Então eu desafiei elas: no dia seguinte, entre todo mundo que tava na roda, escolhessem um, qualquer um, e eu tinha certeza que conseguiria esquentar ele mais do que elas. L: "Amanhã quando eu chegar, vou sentar no banco do fundo. Escolham quem vocês quiserem e a gente vê se vocês tão certas ou não."
No dia seguinte, antes de sair, tomei um banho e peguei na gaveta de calcinhas uma linda fio dental vermelha. Não queria mostrar, mas por via das dúvidas, pensei que era melhor estar preparada. Além disso, adorava como ela ficava em mim e achava que era uma das poucas coisas que me fazia sentir gostosa, então mesmo que ninguém visse, eu ia saber e sentir que por baixo da minha roupa, eu tava pronta pra ser uma putinha.
Pra minha surpresa, foi um dos caras que eu gostava que sentou do meu lado. Isso me deixou nervosa, mas não queria que ele percebesse, nem ele nem ninguém. A gente conversou numa boa, até que na terceira aula a coisa ficou chata pra caralho e o Marcos se recostou no encosto da cadeira dele e passou a mão no encosto da minha. "É um sinal", pensei, "hora de agir". Aproximei um pouco mais minha cadeira da dele e coloquei minha mão direita no jeans dele. Olhava de canto enquanto mexia minha mão devagar. Ele ficou meio surpreso, não achou que eu ia ter coragem, e nem eu, mas já tava ali. Senti o pau dele crescendo, e olha, foi difícil achar ele no começo. No começo, ele não era um cara com uma pica descomunal, e por causa de tanta pornografia que eu via, tinha na minha cabeça que, assim que eu encostasse a mão, ia sentir um pauzão do caralho, mas não foi assim e também não me incomodou. O negócio era sentir carne e não perder a aposta com minhas amigas. Comecei a percorrer todo o tronco e a cabeça dele, com delicadeza, até que abri a braguilha e o botão, coloquei minha mão fria desde a barriga dele, passei pela pélvis e senti uma parte bem peluda. Isso me excitou, me fazia lembrar, sei lá por que, do amigo do meu pai com quem eu fantasiava. Peguei no pênis dele e devagar comecei a tocar.
Quando minha mão fria agarrou o membro dele, ele se retorceu um pouco, mas uns segundos depois relaxou. Comecei a bater uma pra ele devagar e, pela minha pouca experiência, de forma atrapalhada. Minhas outras amigas já não eram mais virgens e tinham mais prática do que eu, assim como meus colegas, mas eu tinha algo que elas não tinham: se chama atitude e um cérebro tarado. Quando consegui deixar ele duro, era complicado bater uma daquele jeito, então ele se sentou um pouco mais, me ajudando com as duas mãos. Puxei as roupas dele e tirei a pica dele pra fora. Ele não me ajudava em nada, mas isso me excitava pra caralho. Eu pensava que era uma putinha e tinha que satisfazer o macho que estava do meu lado, bom, "macho".
Com a mão esquerda, segurei a base da pica dele, puxando a pele pra baixo e descobrindo a cabeça toda. A cor era uma mistura de moreno ou vinho, já que o cara era moreno. O contraste com minhas mãos brancas me agradou, embora não fosse uma pica bonita. Meus dedos da mão direita foram até minha boca pra molhar com saliva e brincar com a cabeça dele, só com a ponta dos dedos, e quando secava, repetia o processo.
O cara virava os olhos, mas se fazia de durão, típico de um homem que não quer dar o braço a torcer. Eu gostava do desafio, mas não sabia como ele aguentava sem gozar. Eu queria ver isso, nunca tinha visto ao vivo. Comecei a falar com ele:
Eu: O que foi?
Ele: Nada, por quê?
Eu: Te notei nervoso, nunca te... Tocaram assim? M: Na real, não. Você manda muito bem… L: Então aproveita. Comecei a bater uma pra ele mais forte, meio com raiva. Que que esse filho da puta tem que não goza? Queria ver o leite jorrar em primeira pessoa. L: Não vai gozar? M: Tô com vontade, mas me ajuda mais um pouco. O que mais esse filho da puta queria? Já era hora e ele tava enrolando a agonia dos dois. L: Olha isso. Puxei a tira da minha calcinha fio dental por cima da minha calça de moletom. L: Gostou? M: Sim. L: Que foi, não consegue falar? M: Não. Com mais vontade, masturbei ele, cuspi nos meus dedos e olhava fixo. Já não ligava pra quem tava por perto. Mesmo que ninguém pudesse ver pra carteira do fundo, essa era uma regra rígida que todo mundo seguia. L: Posso ser muito puta se eu quiser. Falei olhando pra professora. Ele não respondia, então me joguei pra trás, me apoiando no peito dele, e falei bem perto. L: Ninguém te tocou assim, né? M: … L: Tá esperando o que pra gozar pra mim? M: … L: Se for gostoso, eu tomo tudo. Nunca tinha provado uma gota de porra, mas não queria deixar claro. Continuei no meu foco, na pica dele. L: Por que você não tira minha calcinha e me come gostoso? Não aguenta, né? M: Adoraria. L: Por que não tira ela? Assim eu sento na sua pica. M: Vou fazer uma hora dessas. L: A calcinha que eu tô é um fiozinho bem enfiado no fundo da racha. M: Não sabia que você era tão puta. Ai, ai, vai sair porra. Ele se agarrou na carteira dele e na minha, ficou tenso e, de repente, começou a jorrar leite pra todo lado. Sujou a roupa dele, um pouco da minha e a carteira. A pica pulsava forte e ele gemia baixinho. Quando terminou, falei: L: Eu era a lenta, mas você não serviu nem pra tirar minha calcinha. A partir daí, espalhou que eu era a melhor batendo punheta, então vários queriam brincar comigo, tipo o Marcos. E, mesmo que eu fizesse a difícil, depois cedia. Praticamente todas as picas da sala passaram pelas minhas mãos, e em quase todos os cantos da escola, eu tinha batido uma pra alguém. Daqui a pouco, se eu animar, conto essas histórias. Óbvio que sim. Se eu leio vários comentários me incentivando. Mas por enquanto, saibam que as gotas que sobraram nas minhas mãos eu provei, e agora virei a melhor punheteira de toda a turma. Sem contar que a gente tava quase indo pra Bariloche na viagem de formatura, mas enfim, isso é outra história.
No dia seguinte, antes de sair, tomei um banho e peguei na gaveta de calcinhas uma linda fio dental vermelha. Não queria mostrar, mas por via das dúvidas, pensei que era melhor estar preparada. Além disso, adorava como ela ficava em mim e achava que era uma das poucas coisas que me fazia sentir gostosa, então mesmo que ninguém visse, eu ia saber e sentir que por baixo da minha roupa, eu tava pronta pra ser uma putinha.
Pra minha surpresa, foi um dos caras que eu gostava que sentou do meu lado. Isso me deixou nervosa, mas não queria que ele percebesse, nem ele nem ninguém. A gente conversou numa boa, até que na terceira aula a coisa ficou chata pra caralho e o Marcos se recostou no encosto da cadeira dele e passou a mão no encosto da minha. "É um sinal", pensei, "hora de agir". Aproximei um pouco mais minha cadeira da dele e coloquei minha mão direita no jeans dele. Olhava de canto enquanto mexia minha mão devagar. Ele ficou meio surpreso, não achou que eu ia ter coragem, e nem eu, mas já tava ali. Senti o pau dele crescendo, e olha, foi difícil achar ele no começo. No começo, ele não era um cara com uma pica descomunal, e por causa de tanta pornografia que eu via, tinha na minha cabeça que, assim que eu encostasse a mão, ia sentir um pauzão do caralho, mas não foi assim e também não me incomodou. O negócio era sentir carne e não perder a aposta com minhas amigas. Comecei a percorrer todo o tronco e a cabeça dele, com delicadeza, até que abri a braguilha e o botão, coloquei minha mão fria desde a barriga dele, passei pela pélvis e senti uma parte bem peluda. Isso me excitou, me fazia lembrar, sei lá por que, do amigo do meu pai com quem eu fantasiava. Peguei no pênis dele e devagar comecei a tocar.
Quando minha mão fria agarrou o membro dele, ele se retorceu um pouco, mas uns segundos depois relaxou. Comecei a bater uma pra ele devagar e, pela minha pouca experiência, de forma atrapalhada. Minhas outras amigas já não eram mais virgens e tinham mais prática do que eu, assim como meus colegas, mas eu tinha algo que elas não tinham: se chama atitude e um cérebro tarado. Quando consegui deixar ele duro, era complicado bater uma daquele jeito, então ele se sentou um pouco mais, me ajudando com as duas mãos. Puxei as roupas dele e tirei a pica dele pra fora. Ele não me ajudava em nada, mas isso me excitava pra caralho. Eu pensava que era uma putinha e tinha que satisfazer o macho que estava do meu lado, bom, "macho".
Com a mão esquerda, segurei a base da pica dele, puxando a pele pra baixo e descobrindo a cabeça toda. A cor era uma mistura de moreno ou vinho, já que o cara era moreno. O contraste com minhas mãos brancas me agradou, embora não fosse uma pica bonita. Meus dedos da mão direita foram até minha boca pra molhar com saliva e brincar com a cabeça dele, só com a ponta dos dedos, e quando secava, repetia o processo.
O cara virava os olhos, mas se fazia de durão, típico de um homem que não quer dar o braço a torcer. Eu gostava do desafio, mas não sabia como ele aguentava sem gozar. Eu queria ver isso, nunca tinha visto ao vivo. Comecei a falar com ele:
Eu: O que foi?
Ele: Nada, por quê?
Eu: Te notei nervoso, nunca te... Tocaram assim? M: Na real, não. Você manda muito bem… L: Então aproveita. Comecei a bater uma pra ele mais forte, meio com raiva. Que que esse filho da puta tem que não goza? Queria ver o leite jorrar em primeira pessoa. L: Não vai gozar? M: Tô com vontade, mas me ajuda mais um pouco. O que mais esse filho da puta queria? Já era hora e ele tava enrolando a agonia dos dois. L: Olha isso. Puxei a tira da minha calcinha fio dental por cima da minha calça de moletom. L: Gostou? M: Sim. L: Que foi, não consegue falar? M: Não. Com mais vontade, masturbei ele, cuspi nos meus dedos e olhava fixo. Já não ligava pra quem tava por perto. Mesmo que ninguém pudesse ver pra carteira do fundo, essa era uma regra rígida que todo mundo seguia. L: Posso ser muito puta se eu quiser. Falei olhando pra professora. Ele não respondia, então me joguei pra trás, me apoiando no peito dele, e falei bem perto. L: Ninguém te tocou assim, né? M: … L: Tá esperando o que pra gozar pra mim? M: … L: Se for gostoso, eu tomo tudo. Nunca tinha provado uma gota de porra, mas não queria deixar claro. Continuei no meu foco, na pica dele. L: Por que você não tira minha calcinha e me come gostoso? Não aguenta, né? M: Adoraria. L: Por que não tira ela? Assim eu sento na sua pica. M: Vou fazer uma hora dessas. L: A calcinha que eu tô é um fiozinho bem enfiado no fundo da racha. M: Não sabia que você era tão puta. Ai, ai, vai sair porra. Ele se agarrou na carteira dele e na minha, ficou tenso e, de repente, começou a jorrar leite pra todo lado. Sujou a roupa dele, um pouco da minha e a carteira. A pica pulsava forte e ele gemia baixinho. Quando terminou, falei: L: Eu era a lenta, mas você não serviu nem pra tirar minha calcinha. A partir daí, espalhou que eu era a melhor batendo punheta, então vários queriam brincar comigo, tipo o Marcos. E, mesmo que eu fizesse a difícil, depois cedia. Praticamente todas as picas da sala passaram pelas minhas mãos, e em quase todos os cantos da escola, eu tinha batido uma pra alguém. Daqui a pouco, se eu animar, conto essas histórias. Óbvio que sim. Se eu leio vários comentários me incentivando. Mas por enquanto, saibam que as gotas que sobraram nas minhas mãos eu provei, e agora virei a melhor punheteira de toda a turma. Sem contar que a gente tava quase indo pra Bariloche na viagem de formatura, mas enfim, isso é outra história.
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