Mamãe nos abandonou quando éramos pequenos, eu tinha uns 8 anos e meu irmãozinho apenas 6, papai se esforçou muito para criar dois meninos sem uma mãe. Pessoalmente, eu não sofri tanto, porque era o mais velho dos dois e tinha que cuidar e apoiar meu irmão mais novo, que era muito, muito apegado à mamãe. Quando ela nos abandonou, ele entrou numa tristeza profunda, e eu fui o maior apoio dele. Não podia mostrar fraqueza na frente dele, então me fiz de forte e tentei apoiá-lo em tudo que podia.
Mais ou menos funcionou. Já tinham se passado quase 6 anos, e ele ainda sentia falta dela, mas já vivia feliz, tinha voltado a sorrir e parecia que já tinha superado. Quando alguém falava dela ou a gente via uma foto, a atitude dele era diferente, já não sentia mais falta.
Mas não foi nada fácil, tudo isso custou muito. Passei muito tempo ao lado dele, animando-o, fazendo-o rir com minhas piadas, minhas besteiras e, claro, meus abraços. Ficamos muito apegados, quase inseparáveis, porque eu era o único que estava sempre com ele.
Para nossa desgraça, a vida nunca é justa. Quando achávamos que tudo estava melhorando, meu pai ficou gravemente doente. Não podíamos acreditar, a situação dele piorou rápido. Estivemos lá para ele, ajudando numa luta perdida. Só foi ladeira abaixo, ele passou meses lutando pela vida, mas no final não deu certo. Isso foi devastador, ficamos totalmente destruídos. Ainda pior porque vivemos o dia a dia com ele, vendo-o lutar até o último suspiro, mas não adiantou. Uns meses depois daquele dia fatídico em que diagnosticaram a doença, ele nos abandonou, embora não como a mamãe.
De qualquer forma, não ficamos completamente sozinhos. Ainda tínhamos nossos avós (por parte de pai), que nos receberam na casa deles e cuidaram de nós como se fôssemos filhos deles. Mas não era a mesma coisa. Nesse ponto, meu irmão mais novo, que já não era tão pequeno em idade, estava completamente destruído, entrou numa depressão.
Novamente, eu fui o que se tornou ainda mais Próximo a ele, já que comigo era o único com quem ele falava. Levou vários meses, mas com esforço e muita terapia conseguimos tirá-lo daquilo, embora isso tenha tido um grande efeito. Já que os remédios que o psicólogo receitou pra depressão dele tinham muitos efeitos colaterais. Um deles foi alterar hormonalmente meu irmão. Quando as mudanças começaram a aparecer, já era tarde demais.
Meu irmãozinho nunca foi muito alto, era bem baixinho até pra altura dele, tinha um cabelo bem comprido pra um homem e não tinha nada de massa muscular, qualquer um que visse ele de longe pensava que era uma mulher de cabelo curto, mas não, ele era um homem, até que aos poucos os hormônios dele mudaram por causa da pílula. Quando percebi, ele já tinha o peito bem desenvolvido, o cabelo comprido demais e muito busto, mas ele estava tão feliz, tinha mudado, começou a se abrir mais e me dizia que já estava superando isso, que eu não pude interferir. Quando o tratamento terminou, meu irmão já não era mais meu irmão, o corpo dele era completamente o de uma mulher.
À primeira vista, não tinha mudanças muito perceptíveis além do peito e da bunda, mas ele já não era mais um homem, era completamente dos pés à cabeça uma mulher, mas continuava sendo ele, uma pessoa tímida, doce e muito sensível, só que agora era minha irmãzinha.
Nada disso ia me importar, fosse homem ou mulher, meu irmão era meu irmão, eu amo ele incondicionalmente, e ele esperava de mim um apoio que, claro, eu dei, embora agora ele estivesse um pouco mais estranho que o normal — vai, estranho não, incomum. Não sei se era porque virou mulher ou porque a depressão dele sarou, mas ele falava comigo com mais frequência e me mostrava muito mais carinho. Se antes éramos apegados, agora estávamos em outro nível. Mas isso não era o dia todo, porque eu saía pra trabalhar pra ajudar meus avós financeiramente, então até isso mudou, já que eu passava horas fora e voltava extremamente tarde. E quando eu voltava, lá estava ele esperando às 5, 6, 7 da manhã todo santo dia, de madrugada, pra me receber e cozinhar alguma coisa, porque eu voltava dos meus turnos morto de fome.
Ele levava muito bem essa parada de ter virado mulher, ou pelo menos eu acho, nunca perguntei exatamente o que ele sentia com isso, mas não sei, não parecia incomodado, embora nunca se acostumasse de vez. Por exemplo, ele continuava andando pela casa de cueca e às vezes peladão mesmo, desfilava de peito de fora como se fosse homem. Claro que eu dava bronca, porque não era só eu em casa, tinha meu avô e minha avó também, mas eles defendiam ele, já que era o netinho mimado e, além disso, não tava acostumado com o corpo dele. E situações assim aconteceram pra caramba, de vários tipos.
Quando ele fez 18 anos, algo na nossa relação mudou. Não sei exatamente o que foi, mas mudou. Como ele já era maior de idade, a gente decidiu voltar pra nossa casa de verdade. Íamos voltar pra lá depois de tudo que aconteceu, a gente nem tinha pisado mais lá, mas tomamos essa decisão. Eu tava indo muito bem no trampo, ia dar pra sustentar nós dois de sobra e pagar todas as contas. Na real, já tava fazendo isso, eu que bancava a casa toda dos meus avós. Mais ainda, deu até pra comprar um carro, de tão bem que eu ganhava. Não íamos ter problema financeiro nenhum, e meu irmão/irmã cuidava das tarefas domésticas de um jeito super eficiente, na verdade era ela que fazia tudo em casa dos avós. Então já éramos dois adultos completamente autossuficientes pra morar sozinhos, dois irmãos unidos enfrentando a vida.
A gente se adaptou super fácil à vida adulta, embora voltar pra casa tenha sido bem difícil. Minha irmã não queria fazer nada sozinha, sofria pra caramba pra dormir lá sozinha, então eu acompanhava ela pra dormir, a gente dormia junto na cama que era dos nossos pais. E quando eu trabalhava de noite, ela ficava acordada até eu voltar. Mas isso levou ao extremo, porque ela ficava completamente grudada em mim pra fazer tudo: dormir, comer, tudo. Eu me mexia pela casa, ela ia atrás de mim, até queria tomar banho comigo. No começo não quis, mas ela me chantageou dizendo que antes eu sempre tomava banho com ela naquela casa e agora não queria mais fazer isso. Eu não queria porque agora não era mais uma criança como naquela época, mas não tive outra opção. Entramos no banho juntos, e mesmo que no começo eu tenha entrado de cueca, ela me fez tirar. Tentei não olhar para o corpo dela, já que não era mais uma menina — agora era um adulto e tinha corpo de mulher, completamente desenvolvido. Mas ela se grudou em mim, e foi impossível não reagir a ela.
Minha irmãzinha percebeu, era muito evidente, afinal de contas minha pica tinha subido, eu tava de pau duro por causa da minha irmã! Mas ela, entre risadas, me disse: "Aih, parece que meu irmão tá bem animado aqui" (enquanto pegava na minha pica). Tentei tirar a mão dela, mas ela não deixou.
Irmãzinha: "Que vergonha ficar duro pela sua irmãzinha" (enquanto começou a me masturbar o pau).
Eu: "Primeiro, você já não é tão irmãzinha assim, e segundo, o que cê tá fazendo?"
Irmãzinha: "Vou ser sempre sua irmãzinha, e é bem óbvio o que tô fazendo, cuidando do meu irmão. Você ficou duro por minha causa, então eu tenho que resolver isso."
Ela continuou me masturbando, eu tentei recusar, mas meus instintos falaram mais alto, e acabei me virando na direção dela, cara a cara. Minha mão se moveu sozinha e, de repente, nós dois estávamos nos masturbando um ao outro.
Eu: ah……………
Irmãzinha: Que porra de gozada, quanto tempo você não esvaziava isso?
Ela disse enquanto eu continuava me masturbando e a barriga dela ficava coberta de porra.
Foi aí que eu reagi e tirei minha mão da buceta dela. Depois disso, eu a repreendi, aquilo estava errado, éramos irmãos, não podíamos fazer uma coisa dessas, isso não ia se repetir. De jeito nenhum, ou pelo menos foi o que eu gritei pra ela, algo que só ia acabar naquilo, um grito.
Só que a minha bronca não durou nem dois dias, na outra noite fomos dormir como de costume juntos, eu não queria, mas de novo não tive escolha porque senão ela não dormia, mas de madrugada senti algo estranho.
Entre meio dormido, abro o olho e vejo minha irmãzinha chupando minha pica. Não consegui nem reagir.
Eu: Eii, o que cê tá fazendo!!
Irmãzinha: gutofdiff (te servindo) gofogfod (seu pau não parava de encostar na minha bunda) gigigognreg (tava muito duro)
Claro que não entendi nada, tentei tirar ela com o braço, mas ela começou a chupar mais forte, não conseguia me mexer, já tava perto de gozar e o prazer que eu sentia naquele momento me paralisou.
Depois de um tempinho, meu pau soltou toda a carga que tinha e minha irmãzinha recebeu tudo, engoliu tudo, não desperdiçou nem uma gota.
Eu: Eiii, o que você fez? Você percebe o que fez?
Irmãzinha: Sim... (enquanto passava os dedos ao redor dos lábios, levando os restos do meu sêmen para a boca) se eu cuspisse, ia sujar os lençóis, depois disso não sai mais.
Eu: Não tô falando disso, você chupou minha pica, tá maluca! Isso é errado.
Irmãzinha: Qual é, irmão, já somos dois adultos (dizia enquanto subia em cima de mim) agora sou uma mulher... isso é super normal.
Eu: (Tiro ela de cima de mim e grito) Claro que não, como vai ser normal. Somos irmãos!!!
Irmãzinha: Sim, mas eu te amo muito e não tenho mais ninguém, você é realmente tudo pra mim. Será que você não me ama? (Enquanto começa a chorar)
Eu: Claro que te amo (enquanto me aproximo e arrumo o cabelo dela atrás da orelha) mas isso não é algo que irmãos devam fazer, por mais que sejamos adultos.
Irmãzinha: (me olha fixamente) mas você não entende... (se aproxima de mim) será que é errado fazer isso com alguém que você ama?
Ela começa a me beijar, eu não queria fazer aquilo, tentei me afastar, mas não consegui, acabei correspondendo ao beijo. Será que foi errado? Talvez, mas fazer o quê, não importa, afinal parece que ela realmente quer isso e eu só quero fazer ela feliz, já que é minha irmãzinha.
O beijo fez a situação esquentar de novo, meu pau começou a endurecer outra vez, minha irmãzinha percebeu. Eu tava pelado, ela também, e ainda por cima tava em cima de mim, sentiu minha ereção.
Irmãzinha: Kkkkkk parece que você gostou do beijo (ela fala enquanto volta a massagear meu pau) agora quero ele dentro de mim.
Subida em cima de mim, enquanto a gente se beijava, comecei a encostar meu pau na buceta dela, roçando os lábios, olhei pra ela e perguntei se era isso que ela realmente queria. Ela não hesitou nem um segundo e balançou a cabeça que sim. Devagar, comecei a empurrar meu membro na buceta virgem dela, enquanto entrava, dava pra ouvir o gemido de dor dela. Com muito cuidado, fui enfiando até que entrou tudo, e ela soltou outro gemido. Uma vez lá dentro, comecei a mexer bem devagar, não queria machucar ela. Ela começou a gemer um pouco, ainda doía um pouco, mas já tava sentindo o que era ser mulher. Comecei a me mover um pouco mais rápido, mas sempre com cuidado, enquanto a beijava, ela gemia. Já não éramos mais irmãos, agora a gente tinha dado mais um passo.
Depois de um tempo, eu a deitei na cama. Já tinha tirado a virgindade dela, mas ainda não tinha gozado, ainda tava duro e com vontade, e a buceta dela já tava moldada pra começar a parte boa. Então abri as pernas dela e comi de papai e mamãe. Óbvio que não fui bruto, fui com cuidado, ainda era a primeira vez dela, então fui bem cuidadoso, mas comecei a ser um pouco mais bruto nas metidas, um vai-e-vem bem forte, num ritmo bom, enquanto ela enroscava as pernas na minha lombar e gemia bem alto, me abraçando e gritando pra eu ser gentil. Claro que eu obedeci, mas também não ia ser extremamente delicado, ia mostrar pra minha irmãzinha o que era uma boa foda. Então minhas estocadas não eram rápidas, mas eram fortes e profundas, de uma vez eu enfiava cada centímetro do meu pau dentro do colo do útero dela, até o fundo, pra tirar inteiro e meter de novo. Cada vez que eu chegava no fundo, ela gritava bem alto, mas eu não parei, continuei e continuei, até chegar no meu limite.
Solté mi carga adentro suyo, le había bombeado la concha con mi semen, no lo podía creer, me había excedido, le había acabado adentro a mi hermanita. La cuál no se quejo en absoluto, termino jadeando, sin fuerzas, mientras veía como de su vagina chorreaba mi semen. Esto no era más que solo él principio de todo. Sólo acababa de empezar. Fin.
Continuará???
Aca les dejo unos post perdidos en el tiempo, que seguramente no viste, para entrenerse mientras sacó el proximo capitulo de este
https://www.poringa.net/posts/stories/5718522/The-failed-experiment.html
https://www.poringa.net/posts/stories/5703711/The-Ring-GB-Story.html
https://www.poringa.net/posts/stories/5902022/Secretary.html
Mais ou menos funcionou. Já tinham se passado quase 6 anos, e ele ainda sentia falta dela, mas já vivia feliz, tinha voltado a sorrir e parecia que já tinha superado. Quando alguém falava dela ou a gente via uma foto, a atitude dele era diferente, já não sentia mais falta.
Mas não foi nada fácil, tudo isso custou muito. Passei muito tempo ao lado dele, animando-o, fazendo-o rir com minhas piadas, minhas besteiras e, claro, meus abraços. Ficamos muito apegados, quase inseparáveis, porque eu era o único que estava sempre com ele.
Para nossa desgraça, a vida nunca é justa. Quando achávamos que tudo estava melhorando, meu pai ficou gravemente doente. Não podíamos acreditar, a situação dele piorou rápido. Estivemos lá para ele, ajudando numa luta perdida. Só foi ladeira abaixo, ele passou meses lutando pela vida, mas no final não deu certo. Isso foi devastador, ficamos totalmente destruídos. Ainda pior porque vivemos o dia a dia com ele, vendo-o lutar até o último suspiro, mas não adiantou. Uns meses depois daquele dia fatídico em que diagnosticaram a doença, ele nos abandonou, embora não como a mamãe.
De qualquer forma, não ficamos completamente sozinhos. Ainda tínhamos nossos avós (por parte de pai), que nos receberam na casa deles e cuidaram de nós como se fôssemos filhos deles. Mas não era a mesma coisa. Nesse ponto, meu irmão mais novo, que já não era tão pequeno em idade, estava completamente destruído, entrou numa depressão.
Novamente, eu fui o que se tornou ainda mais Próximo a ele, já que comigo era o único com quem ele falava. Levou vários meses, mas com esforço e muita terapia conseguimos tirá-lo daquilo, embora isso tenha tido um grande efeito. Já que os remédios que o psicólogo receitou pra depressão dele tinham muitos efeitos colaterais. Um deles foi alterar hormonalmente meu irmão. Quando as mudanças começaram a aparecer, já era tarde demais.
Meu irmãozinho nunca foi muito alto, era bem baixinho até pra altura dele, tinha um cabelo bem comprido pra um homem e não tinha nada de massa muscular, qualquer um que visse ele de longe pensava que era uma mulher de cabelo curto, mas não, ele era um homem, até que aos poucos os hormônios dele mudaram por causa da pílula. Quando percebi, ele já tinha o peito bem desenvolvido, o cabelo comprido demais e muito busto, mas ele estava tão feliz, tinha mudado, começou a se abrir mais e me dizia que já estava superando isso, que eu não pude interferir. Quando o tratamento terminou, meu irmão já não era mais meu irmão, o corpo dele era completamente o de uma mulher.
À primeira vista, não tinha mudanças muito perceptíveis além do peito e da bunda, mas ele já não era mais um homem, era completamente dos pés à cabeça uma mulher, mas continuava sendo ele, uma pessoa tímida, doce e muito sensível, só que agora era minha irmãzinha.Nada disso ia me importar, fosse homem ou mulher, meu irmão era meu irmão, eu amo ele incondicionalmente, e ele esperava de mim um apoio que, claro, eu dei, embora agora ele estivesse um pouco mais estranho que o normal — vai, estranho não, incomum. Não sei se era porque virou mulher ou porque a depressão dele sarou, mas ele falava comigo com mais frequência e me mostrava muito mais carinho. Se antes éramos apegados, agora estávamos em outro nível. Mas isso não era o dia todo, porque eu saía pra trabalhar pra ajudar meus avós financeiramente, então até isso mudou, já que eu passava horas fora e voltava extremamente tarde. E quando eu voltava, lá estava ele esperando às 5, 6, 7 da manhã todo santo dia, de madrugada, pra me receber e cozinhar alguma coisa, porque eu voltava dos meus turnos morto de fome.
Ele levava muito bem essa parada de ter virado mulher, ou pelo menos eu acho, nunca perguntei exatamente o que ele sentia com isso, mas não sei, não parecia incomodado, embora nunca se acostumasse de vez. Por exemplo, ele continuava andando pela casa de cueca e às vezes peladão mesmo, desfilava de peito de fora como se fosse homem. Claro que eu dava bronca, porque não era só eu em casa, tinha meu avô e minha avó também, mas eles defendiam ele, já que era o netinho mimado e, além disso, não tava acostumado com o corpo dele. E situações assim aconteceram pra caramba, de vários tipos.Quando ele fez 18 anos, algo na nossa relação mudou. Não sei exatamente o que foi, mas mudou. Como ele já era maior de idade, a gente decidiu voltar pra nossa casa de verdade. Íamos voltar pra lá depois de tudo que aconteceu, a gente nem tinha pisado mais lá, mas tomamos essa decisão. Eu tava indo muito bem no trampo, ia dar pra sustentar nós dois de sobra e pagar todas as contas. Na real, já tava fazendo isso, eu que bancava a casa toda dos meus avós. Mais ainda, deu até pra comprar um carro, de tão bem que eu ganhava. Não íamos ter problema financeiro nenhum, e meu irmão/irmã cuidava das tarefas domésticas de um jeito super eficiente, na verdade era ela que fazia tudo em casa dos avós. Então já éramos dois adultos completamente autossuficientes pra morar sozinhos, dois irmãos unidos enfrentando a vida.
A gente se adaptou super fácil à vida adulta, embora voltar pra casa tenha sido bem difícil. Minha irmã não queria fazer nada sozinha, sofria pra caramba pra dormir lá sozinha, então eu acompanhava ela pra dormir, a gente dormia junto na cama que era dos nossos pais. E quando eu trabalhava de noite, ela ficava acordada até eu voltar. Mas isso levou ao extremo, porque ela ficava completamente grudada em mim pra fazer tudo: dormir, comer, tudo. Eu me mexia pela casa, ela ia atrás de mim, até queria tomar banho comigo. No começo não quis, mas ela me chantageou dizendo que antes eu sempre tomava banho com ela naquela casa e agora não queria mais fazer isso. Eu não queria porque agora não era mais uma criança como naquela época, mas não tive outra opção. Entramos no banho juntos, e mesmo que no começo eu tenha entrado de cueca, ela me fez tirar. Tentei não olhar para o corpo dela, já que não era mais uma menina — agora era um adulto e tinha corpo de mulher, completamente desenvolvido. Mas ela se grudou em mim, e foi impossível não reagir a ela.
Minha irmãzinha percebeu, era muito evidente, afinal de contas minha pica tinha subido, eu tava de pau duro por causa da minha irmã! Mas ela, entre risadas, me disse: "Aih, parece que meu irmão tá bem animado aqui" (enquanto pegava na minha pica). Tentei tirar a mão dela, mas ela não deixou. Irmãzinha: "Que vergonha ficar duro pela sua irmãzinha" (enquanto começou a me masturbar o pau).
Eu: "Primeiro, você já não é tão irmãzinha assim, e segundo, o que cê tá fazendo?"
Irmãzinha: "Vou ser sempre sua irmãzinha, e é bem óbvio o que tô fazendo, cuidando do meu irmão. Você ficou duro por minha causa, então eu tenho que resolver isso."
Ela continuou me masturbando, eu tentei recusar, mas meus instintos falaram mais alto, e acabei me virando na direção dela, cara a cara. Minha mão se moveu sozinha e, de repente, nós dois estávamos nos masturbando um ao outro.
Eu: ah…………… Irmãzinha: Que porra de gozada, quanto tempo você não esvaziava isso?
Ela disse enquanto eu continuava me masturbando e a barriga dela ficava coberta de porra.
Foi aí que eu reagi e tirei minha mão da buceta dela. Depois disso, eu a repreendi, aquilo estava errado, éramos irmãos, não podíamos fazer uma coisa dessas, isso não ia se repetir. De jeito nenhum, ou pelo menos foi o que eu gritei pra ela, algo que só ia acabar naquilo, um grito.
Só que a minha bronca não durou nem dois dias, na outra noite fomos dormir como de costume juntos, eu não queria, mas de novo não tive escolha porque senão ela não dormia, mas de madrugada senti algo estranho.
Entre meio dormido, abro o olho e vejo minha irmãzinha chupando minha pica. Não consegui nem reagir. Eu: Eii, o que cê tá fazendo!!
Irmãzinha: gutofdiff (te servindo) gofogfod (seu pau não parava de encostar na minha bunda) gigigognreg (tava muito duro)
Claro que não entendi nada, tentei tirar ela com o braço, mas ela começou a chupar mais forte, não conseguia me mexer, já tava perto de gozar e o prazer que eu sentia naquele momento me paralisou.
Depois de um tempinho, meu pau soltou toda a carga que tinha e minha irmãzinha recebeu tudo, engoliu tudo, não desperdiçou nem uma gota.Eu: Eiii, o que você fez? Você percebe o que fez?
Irmãzinha: Sim... (enquanto passava os dedos ao redor dos lábios, levando os restos do meu sêmen para a boca) se eu cuspisse, ia sujar os lençóis, depois disso não sai mais.
Eu: Não tô falando disso, você chupou minha pica, tá maluca! Isso é errado.
Irmãzinha: Qual é, irmão, já somos dois adultos (dizia enquanto subia em cima de mim) agora sou uma mulher... isso é super normal.
Eu: (Tiro ela de cima de mim e grito) Claro que não, como vai ser normal. Somos irmãos!!!
Irmãzinha: Sim, mas eu te amo muito e não tenho mais ninguém, você é realmente tudo pra mim. Será que você não me ama? (Enquanto começa a chorar)
Eu: Claro que te amo (enquanto me aproximo e arrumo o cabelo dela atrás da orelha) mas isso não é algo que irmãos devam fazer, por mais que sejamos adultos.
Irmãzinha: (me olha fixamente) mas você não entende... (se aproxima de mim) será que é errado fazer isso com alguém que você ama?
Ela começa a me beijar, eu não queria fazer aquilo, tentei me afastar, mas não consegui, acabei correspondendo ao beijo. Será que foi errado? Talvez, mas fazer o quê, não importa, afinal parece que ela realmente quer isso e eu só quero fazer ela feliz, já que é minha irmãzinha.O beijo fez a situação esquentar de novo, meu pau começou a endurecer outra vez, minha irmãzinha percebeu. Eu tava pelado, ela também, e ainda por cima tava em cima de mim, sentiu minha ereção.
Irmãzinha: Kkkkkk parece que você gostou do beijo (ela fala enquanto volta a massagear meu pau) agora quero ele dentro de mim.
Subida em cima de mim, enquanto a gente se beijava, comecei a encostar meu pau na buceta dela, roçando os lábios, olhei pra ela e perguntei se era isso que ela realmente queria. Ela não hesitou nem um segundo e balançou a cabeça que sim. Devagar, comecei a empurrar meu membro na buceta virgem dela, enquanto entrava, dava pra ouvir o gemido de dor dela. Com muito cuidado, fui enfiando até que entrou tudo, e ela soltou outro gemido. Uma vez lá dentro, comecei a mexer bem devagar, não queria machucar ela. Ela começou a gemer um pouco, ainda doía um pouco, mas já tava sentindo o que era ser mulher. Comecei a me mover um pouco mais rápido, mas sempre com cuidado, enquanto a beijava, ela gemia. Já não éramos mais irmãos, agora a gente tinha dado mais um passo.
Depois de um tempo, eu a deitei na cama. Já tinha tirado a virgindade dela, mas ainda não tinha gozado, ainda tava duro e com vontade, e a buceta dela já tava moldada pra começar a parte boa. Então abri as pernas dela e comi de papai e mamãe. Óbvio que não fui bruto, fui com cuidado, ainda era a primeira vez dela, então fui bem cuidadoso, mas comecei a ser um pouco mais bruto nas metidas, um vai-e-vem bem forte, num ritmo bom, enquanto ela enroscava as pernas na minha lombar e gemia bem alto, me abraçando e gritando pra eu ser gentil. Claro que eu obedeci, mas também não ia ser extremamente delicado, ia mostrar pra minha irmãzinha o que era uma boa foda. Então minhas estocadas não eram rápidas, mas eram fortes e profundas, de uma vez eu enfiava cada centímetro do meu pau dentro do colo do útero dela, até o fundo, pra tirar inteiro e meter de novo. Cada vez que eu chegava no fundo, ela gritava bem alto, mas eu não parei, continuei e continuei, até chegar no meu limite.
Solté mi carga adentro suyo, le había bombeado la concha con mi semen, no lo podía creer, me había excedido, le había acabado adentro a mi hermanita. La cuál no se quejo en absoluto, termino jadeando, sin fuerzas, mientras veía como de su vagina chorreaba mi semen. Esto no era más que solo él principio de todo. Sólo acababa de empezar. Fin.Continuará???
Aca les dejo unos post perdidos en el tiempo, que seguramente no viste, para entrenerse mientras sacó el proximo capitulo de este
https://www.poringa.net/posts/stories/5718522/The-failed-experiment.html
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