Tenho 49 anos, me separei do meu marido faz pouco tempo. Conheci um homem jovem numa festa e, com ele, experimentei coisas novas no meu despertar sexual — ele abriu minha mente para coisas maravilhosas e inéditas. Hoje vou contar uma dessas aventuras, e espero que vocês queiram saber mais.
Um dia, ele chegou com uma caixa de presente com um laço e disse: "Isso é pra nós". Antes disso, já tínhamos tido encontros sexuais; ele já tinha me ensinado umas coisinhas gostosas, como sexo oral e anal, entre outras que vou contar depois em outros contos eróticos. Naquele dia, fiquei assustada — nunca tinha usado uma roupa assim. Quando vesti, fiquei toda vermelha de vergonha. Tranquei até a porta do meu quarto, porque não queria que meus filhos me vissem naquele momento.
Me viava como nunca antes. Me deu uma vontade danada de levar minha mão na buceta e acariciar ela devagar, queria me comer sozinha, fiquei com vergonha de me excitar daquele jeito, sério, eu me via muito puta, mas não vulgar, isso me levou ao limite, tive que me masturbar na frente do espelho, veio minha filha na cabeça, mas isso é outra história.
Naquele dia, sentei na casa dele e ele mandou eu ir de lingerie por baixo, só coberta com um casaco, ele pagou o Uber, me senti uma puta, e o motorista do Uber me olhava de canto, pelo retrovisor, ele me ligou e falou: "Diz aí, já vou, amor", o motorista mal mexia os olhos, imagino as punhetas que ele bateria pra mim na imaginação dele.
Quando cheguei no prédio dela, até o porteiro me olhou. No começo, me senti envergonhada, desconfortável, mas depois comecei a curtir e fiquei com tesão. Sempre causei olhares, mas nunca como dessa vez. Sou uma mulher gostosa, mas hoje me senti nas nuvens.
Quando cheguei no apartamento dele, ele abriu a porta e eu entrei. A primeira coisa que ele falou foi pra eu tirar o casaco. Ele olhou no meu rosto, passou a mão na minha bochecha e disse "te amo". Isso não me esquentou, mas me acendeu mais do que os olhares. Quis dar um beijo de cortesia, mas ele disse: "Ainda não, tenho outra surpresa."
A surpresa eram umas cordas pretas. Isso me deixou nervosa, mas ele primeiro mandou: "Desfila pra mim como uma expert." Comecei a me mexer feito uma puta. Eu já vinha quente com os olhares do motorista do Uber, do porteiro e de um ou outro que me viu. No começo, me movia normal, mas sem perceber, tinha um vibrador na buceta e outro num peito. Fiquei com vergonha, mas ele disse: "Continua."
Quando terminei de me masturbar e desfilar, ele falou: "Senta, é hora de usar a outra surpresa." Sentei, ele amarrou minhas mãos, tirou o pau pra fora e eu comecei a chupar ele com um desejo incontrolável. E o filho da puta ainda dizia: "Pensa no teu filho enquanto faz isso.
Depois do boquete, ele começou a me penetrar, mas antes só puxou minha calcinha fio dental, me disse que hoje eu ia aprender algo novo. Começou com as estocadas, mas dessa vez eu tava muito feliz, me sentia como uma novinha abrindo seu presente. Ele me metia meio devagar, comparado com o que eu tava acostumada.
Depois do boquete, ele começou a me penetrar, mas antes só puxou minha calcinha fio dental pra baixo, me disse que hoje eu ia aprender algo novo. Começou com as estocadas, mas dessa vez eu tava muito feliz, me sentia como uma novinha de quinze anos abrindo seu presente. Ele me metia meio devagar, comparado com o que eu tava acostumada.
Paro as cordas, me amarro dos pés à boca como uma potranca, me colocou de quatro e começou a me empurrar. No começo, me senti humilhada, suja, até estuprada, mas a excitação e aquelas entradas e saídas me deixavam muito molhada. Ele dizia: "Mexe essa bunda, sua puta." Se eu não fazia direito, puxava a corda como se eu fosse um animal, e isso, ao contrário, me excitava ainda mais. Comecei a rebolar como ele tinha me ensinado, depois pra cima e pra baixo, pros lados, em círculo. Ele falava: "Assim, assim, assim...
Depois ele me disse "me surpreende". Eu parei e ele sentou na cadeira, e eu comecei a cavalgar nele com a corda na boca e falei: "agora quem manda sou eu". Fiz todas as minhas manobras de sexo quando senti um movimento no pau dele, me dando o sinal de que ele já ia gozar. Me virei e falei: "goza na minha boca, quero essa porra".
Obviamente continuaraaaaaaaaaaaaaaa…………………………………………………………
Um dia, ele chegou com uma caixa de presente com um laço e disse: "Isso é pra nós". Antes disso, já tínhamos tido encontros sexuais; ele já tinha me ensinado umas coisinhas gostosas, como sexo oral e anal, entre outras que vou contar depois em outros contos eróticos. Naquele dia, fiquei assustada — nunca tinha usado uma roupa assim. Quando vesti, fiquei toda vermelha de vergonha. Tranquei até a porta do meu quarto, porque não queria que meus filhos me vissem naquele momento.

Me viava como nunca antes. Me deu uma vontade danada de levar minha mão na buceta e acariciar ela devagar, queria me comer sozinha, fiquei com vergonha de me excitar daquele jeito, sério, eu me via muito puta, mas não vulgar, isso me levou ao limite, tive que me masturbar na frente do espelho, veio minha filha na cabeça, mas isso é outra história. Naquele dia, sentei na casa dele e ele mandou eu ir de lingerie por baixo, só coberta com um casaco, ele pagou o Uber, me senti uma puta, e o motorista do Uber me olhava de canto, pelo retrovisor, ele me ligou e falou: "Diz aí, já vou, amor", o motorista mal mexia os olhos, imagino as punhetas que ele bateria pra mim na imaginação dele.
Quando cheguei no prédio dela, até o porteiro me olhou. No começo, me senti envergonhada, desconfortável, mas depois comecei a curtir e fiquei com tesão. Sempre causei olhares, mas nunca como dessa vez. Sou uma mulher gostosa, mas hoje me senti nas nuvens.
Quando cheguei no apartamento dele, ele abriu a porta e eu entrei. A primeira coisa que ele falou foi pra eu tirar o casaco. Ele olhou no meu rosto, passou a mão na minha bochecha e disse "te amo". Isso não me esquentou, mas me acendeu mais do que os olhares. Quis dar um beijo de cortesia, mas ele disse: "Ainda não, tenho outra surpresa."A surpresa eram umas cordas pretas. Isso me deixou nervosa, mas ele primeiro mandou: "Desfila pra mim como uma expert." Comecei a me mexer feito uma puta. Eu já vinha quente com os olhares do motorista do Uber, do porteiro e de um ou outro que me viu. No começo, me movia normal, mas sem perceber, tinha um vibrador na buceta e outro num peito. Fiquei com vergonha, mas ele disse: "Continua."
Quando terminei de me masturbar e desfilar, ele falou: "Senta, é hora de usar a outra surpresa." Sentei, ele amarrou minhas mãos, tirou o pau pra fora e eu comecei a chupar ele com um desejo incontrolável. E o filho da puta ainda dizia: "Pensa no teu filho enquanto faz isso.
Depois do boquete, ele começou a me penetrar, mas antes só puxou minha calcinha fio dental, me disse que hoje eu ia aprender algo novo. Começou com as estocadas, mas dessa vez eu tava muito feliz, me sentia como uma novinha abrindo seu presente. Ele me metia meio devagar, comparado com o que eu tava acostumada.
Depois do boquete, ele começou a me penetrar, mas antes só puxou minha calcinha fio dental pra baixo, me disse que hoje eu ia aprender algo novo. Começou com as estocadas, mas dessa vez eu tava muito feliz, me sentia como uma novinha de quinze anos abrindo seu presente. Ele me metia meio devagar, comparado com o que eu tava acostumada.
Paro as cordas, me amarro dos pés à boca como uma potranca, me colocou de quatro e começou a me empurrar. No começo, me senti humilhada, suja, até estuprada, mas a excitação e aquelas entradas e saídas me deixavam muito molhada. Ele dizia: "Mexe essa bunda, sua puta." Se eu não fazia direito, puxava a corda como se eu fosse um animal, e isso, ao contrário, me excitava ainda mais. Comecei a rebolar como ele tinha me ensinado, depois pra cima e pra baixo, pros lados, em círculo. Ele falava: "Assim, assim, assim...
Depois ele me disse "me surpreende". Eu parei e ele sentou na cadeira, e eu comecei a cavalgar nele com a corda na boca e falei: "agora quem manda sou eu". Fiz todas as minhas manobras de sexo quando senti um movimento no pau dele, me dando o sinal de que ele já ia gozar. Me virei e falei: "goza na minha boca, quero essa porra".
Obviamente continuaraaaaaaaaaaaaaaa…………………………………………………………
0 comentários - De dona de casa a putinha submissa e insaciável