

O suor escorre pelas costas da Lourdes, minha madrasta, enquanto o enteado, com um pau de 20 centímetros bem grosso, tá furando o cu dela. O amante, deitado no sofá, mete a buceta dela com um pau de 18 centímetros, e um terceiro pau de 17 centímetros, do amigo do amante, quase da mesma idade da Lourdes, enfia na boca dela, fazendo ela engasgar, enquanto segura a própria cabeça dela. O cu da minha madrasta quica na pélvis, enquanto enche a buceta dela de porra. O jovem amante, todo tesudo e exausto, chupa os peitos dela, enquanto o cu dela faz plas, plas, plas com as palmadas que o enteado Franco dá, puxando ela pelos cabelos. Enquanto ela chupa o amigo do amante, o enteado fala: "Tá gostando, né, puta?



Lourdes, minha madrasta, explodindo em múltiplos orgasmos que nunca conseguiu sentir com o próprio marido, Pablo.
Umas horas depois da putaria.


Enquanto o enteado Franco ficou conversando com os amigos dele, os dois começaram a contar que a primeira vez foi com um deles saindo de uma balada e depois Lourdes tinha uma fantasia de fazer um menage e o amante dela chamou um amigo que era outro e, um mês depois do menage, fizeram uma festa com os três juntos. E o enteado continuava tirando mais informações sobre o que a puta da minha madrasta fazia, e eles seguiam contando que chegaram a comer ela com mais quatro amigos deles. O dono da casa me disse que ele era o titular e que, graças àquela noite na balada, conheceu uma puta VIP muito gostosa e deliciosa. Ele não sabia que ela tinha família e um enteado que também comia ela, rindo e zoando com o amigo. E o outro também começou a contar que com mais cinco amigos ele disse: "E a magrinha aguentou firme!




O enteado dela, Franco, só balançava a cabeça dizendo: "olha só a puta da minha madrasta!" E os dois perguntaram: "E você, quantas vezes já comeu ela, amigo? Ou já virou irmão de leite?" E começaram a rir. "Hoje foi a primeira vez", disse Franco, enquanto a madrasta dele, Lourdes, saía do banheiro já arrumada. "Vamos", disse ela, indo em direção à porta da entrada, e se despediu com um beijo em cada um deles. "Eu mando mensagem", disse minha madrasta, e foi em direção ao carro.










No caminho, eu falo pro meu enteado Franco: "Viu só que puta que minha madrasta acabou sendo?" Enquanto isso, eu me masturbava no banheiro imaginando você. Se eu soubesse antes que você era uma puta, já tinha te enfiado numa festa com meus amigos, dando risada. Então você comeu cinco paus ao mesmo tempo. Ela me olhou e disse: "Uuh, te contaram isso?", falou Lourdes. "Mas nenhum pau igual ao seu." E começou a me apalpar por cima da calça. Minha madrasta dizendo: "Aah, nem uma palavra pro seu pai!", falou. "Senão a gente não vai mais transar!



Frei de repente o carro num descampado, pra que tu vai parar, esqueceu alguma coisa? ele disse, enquanto Franco abriu a porta, desceu e foi até a porta do passageiro. Abriu a porta, e ele já tava com o pau pra fora da calça, todo duro de novo. Uau, disse a madrasta dele. O enteado pegou ela pelos cabelos, mandou ela sair do carro e deitar no banco de trás. Levantou o vestido dela e meteu no cu dela, que ainda tava todo dilatado. Começou a bombar de novo no cu dela enquanto dava tapas na bunda e falava: grita, puta, grita que tu gosta de ter a bunda arrombada. E começou a meter mais e mais forte, até encher as costas dela de porra. O enteado subiu a calça e voltou pro banco dele pra ir pra casa do pai, enquanto a madrasta ficou deitada no banco de trás.






Quando chegaram em casa, a madrastra Lourdes desceu rápido do carro, mas o enteado Franco foi mais rápido que ela e, pegando ela pelos cabelos, disse: "Pra onde você vai, sua puta? Ainda não terminei." Enquanto ela dizia: "Seu pai está lá em cima", o enteado mandou ela se ajoelhar e puxou o pau de novo. "Agora chupa ele de novo, sua puta", ordenou. E Lourdes começou a chupar o pau do enteado Franco, fazendo uma garganta profunda até ela ficar sem fôlego. O enteado começou a gemer, tapando a boca, e gozou na cara dela. Aí a madrastra Lourdes se levantou rápido pra entrar em casa, ajeitando o vestido, e ia sair sem se despedir, sem um beijo. Então Franco pegou ela pela mão e a pressionou contra a porta, e começaram a se beijar de língua, sensual, enquanto o enteado...





Aproveitou o momento de ver ela tão gostosa e com uma cara de tesão e tão puta, ele começou a esfregar o pau duro nela de novo na buceta dela, e os dois começaram a se apalpar. Ele abria as nádegas dela, e ela pegava o pau dele com as duas mãos enquanto se esfregava na buceta molhada de tanto se tocar e de tanta excitação dos dois. De repente, dentro de casa, ouviram barulhos de portas se fechando, e ela automaticamente perguntou: "A gente não se vê amanhã? Ou você não vai vir?" "Por que não?", respondeu o enteado, e eles se beijaram pela última vez.Lourdes abriu a porta que ligava a garagem à cozinha da casa dela, entrando enquanto arrumava o vestido, enquanto o enteado Franco saiu pelo portão sem que o pai Pablo percebesse o que estava rolando com o próprio filho e com a esposa, a mãe do filho mais novo, na garagem da própria casa. Franco andando pela rua, falando sozinho: "Que puta que minha madrasta acabou sendo, coitado do corno do meu pai.






Lourdes - Como é que eu fui parar nessa situação, sendo uma putinha de uns jovens e do meu enteado Franco, que é bem dotado e eu adorei, passei um dia maravilhoso.














Uns dias depois do que aconteceu com meu enteado e uns amigos íntimos, meu marido saiu pra trabalhar. Depois de deixar meu filho Valentin na escola, fiquei com a casa só pra mim, já que tinha dado o dia de folga pra minha empregada Mary. Na noite anterior, meu marido Pablo me deu uma sessão de sexo medíocre com o micro-pau dele — se chegasse a 7 centímetros era muito — e me deixou frustrada e morrendo de vontade de gozar. Meu corpo tava todo quente e excitado, com vontade de continuar trepando e ser tratada como uma puta na cama, mas não rolou naquela madrugada. Minutos depois que meu marido saiu de casa com meu filho, eu me despi no sofá e peguei um grande amigo que é dono das minhas fantasias: o sugador de clitóris e uma rola preta de silicone bem grande. Comecei a chupar aquilo, desejando que fosse uma rola quente e jovem, bem gostosa, mas tinha que me contentar com aquele objeto de silicone, que é bem maior que o do meu marido e o dono dos meus orgasmos quando ele não tá por perto.
Rapidamente comecei a passar ele na minha bucetinha, que já começou a lubrificar com meus fluidos vaginais, e devagarzinho fui introduzindo ele na minha buceta molhada e apertadinha, enquanto com a outra mão segurava o sugador de clitóris. Aí já começaram a sair meus primeiros orgasmos enquanto eu mordia uma almofada do sofá. Deixei o sugador de clitóris fazer o trabalho dele, enquanto a pica de silicone ficou dentro da minha buceta até a metade, porque não entrava mais, de tão grande que era. Com a mão livre, comecei a apertar um dos meus peitos, enquanto minhas pernas se abriam cada vez mais. Larguei o sugador de clitóris no chão, peguei com a mão aquela pica preta de silicone que estava enfiada na minha buceta e comecei a meter e tirar devagar. Também, com a cabeça daquela coisa, esfreguei meu clitóris vermelhinho, que já tinha sido sugado, e junto com meus gemidos de satisfação que meus brinquedos favoritos estavam me dando, naquele mesmo momento, de olhos fechados e apertando meu mamilo com a mão que sobrou, comecei a tremer as pernas e elas foram ficando durinhas por um bom tempo, com o primeiro orgasmo múltiplo, molhando todo o lençol que coloquei no sofá. Comecei aquela manhã insatisfeita, porque aquilo não foi suficiente — eu queria mais e mais prazer. Aumentei a velocidade do sugador de novo no meu clitóris e com a pica dentro da minha buceta.










Minhas duas mãos percorrem meu corpo nu, molhado pela minha própria porra, deitada no sofá. Comecei a apertar meus peitos com força enquanto meus gemidos saíam da minha boca num tom bem alto, já que eu estava sozinha em casa. E num dos meus pensamentos, ou numa lembrança, pensei que era meu enteado Franco quem me fazia gemer de prazer enquanto me tornava sua submissa e me chamava de slut, enquanto me enforcava com as duas mãos e me fazia dizer que eu sou sua puta só pra ele e mais ninguém. E da minha boca saía aos gritos: "Sim, filhooooo, eu sou sua putaaaaa, sou sua slut, só pra você, love." Explodindo em outro orgasmo delicioso e mais intenso, que me fez virar de lado e cair no chão de tanto que minhas pernas tremiam, enquanto me dobrava de prazer no chão da sala, enquanto a cock preta de silicone de 23 centímetros com o sugador de clitóris ficaram no sofá, cheio da minha própria porra.



Depois de me acalmar por alguns minutos sentada no chão, tentando me controlar enquanto a tremedeira passava das minhas duas pernas, e ao recuperar a compostura, continuei com minha vida normal. Quando terminei meus afazeres diários de casa, já estava chegando a hora de ir pra escola buscar meu filho Valentin, já era quase meio-dia, já que minha empregada Mary estava de folga — folga que eu mesma tinha dado no dia anterior pra passar uma noite de sexo sem limites com meu marido Pablo, que me deixou frustrada e puta com ele. Peguei o celular que estava em cima da mesa e vi uma mensagem no WhatsApp de um número desconhecido e várias ligações e mensagens do meu marido. Acontece que ele precisava de uns papéis muito importantes pra um negócio, mas como eu não atendi, ele decidiu ligar pro sobrinho dele, Héctor, filho da irmã mais velha dele, Ana. Comecei a pensar, corri pra procurar os papéis e não encontrei em lugar nenhum na escrivaninha do meu marido Pablo. Mandei um WhatsApp: Lourdes - amor, desculpa, deixei o celular carregando enquanto tava lavando as roupas. Pablo - não se preocupa, amor, o Héctor, o filho mais velho da Ana, já me trouxe os papéis. Lourdes - sério?


Pablo - se meu sobrinho foi, ele começou a trabalhar na empresa, já que você não respondia, eu disse pra ele ir em casa pegar os papéis que eram urgentes pra reunião com meus sócios, e ele já trouxe, não se preocupa, amor, eu dei as chaves pra ele, porque pensei que talvez você não estivesse em casa. A gente se vê à noite, love, tenho muito trabalho, te amo, amor. Aterrorizada e nervosa, comecei a revisar os outros WhatsApps. WhatsApp de um número desconhecido que não estava salvo: oi, minha querida tia, sou o Héctor, meu tio me pediu pra passar na casa de vocês pra pegar uns papéis e levar pra empresa urgente. Tia Lourdes? Vou entrar na sua casa, meu tio Pablo me deu a chave.





Se tão se perguntando por que o sobrinho do meu marido me avisou, é porque a gente tem câmeras na entrada que mandam alerta pro celular, e não chamei a polícia porque pensei que fosse um ladrão. Mas os recados do WhatsApp não pararam por aí. Depois que o sobrinho do meu marido entrou em casa e ouviu meus gemidos altos e minha voz forte, o filho da puta do bastardo resolveu tirar umas fotos minhas e também gravou uns vídeos de quando eu tava me satisfazendo sozinha no sofá. E ainda teve a cara de pau e a coragem de me mandar, já que eu não tinha ele salvo, mas ele me tinha por causa do grupo da família no WhatsApp, junto com uma mensagem que dizia assim: "Quando parar de se masturbar e gritar que nem uma puta com esse brinquedo na sala, me manda um zap, tia Lourdes.

Lourdes - Héctor, meu querido, apaga logo esse vídeo e não precisa falar comigo desse jeito. Eu sou a mulher do seu tio e também vou contar pra sua mãe o que aconteceu, falando sério.
Héctor - nossa tia querida, demorou pra responder, tava se masturbando ainda? Cê faz isso direto, tia? Lourdes - esse não é jeito de falar com sua tia, vou contar de verdade pro seu tio Pablo, entendeu? Héctor - tia, a senhora é sempre tão escandalosa quando se masturba sozinha, geme bem forte, e não faz ideia de como me deixa de pau duro.


O bastardo do Héctor, sobrinho do meu marido Pablo, tava de olho em mim desde aquela vez na festa de aniversário da mãe dele, a Ana, na casa dela quando nos viu chegar com o Pablo. Eu tava com um vestido colado no corpo, com um decote que valorizava muito, e o Héctor, já com seus 19 anos naquela época, eles tão tudo alvoroçado. Nunca vi ele com mulher nenhuma, de tantas festas que a gente compartilhou, sempre vi ele sozinho. Lourdes — Para de falar assim comigo, sou sua tia e isso não é da sua conta. Aliás, vou contar pro seu tio agora mesmo, Héctor.
Héctor — Olha, minha querida tia Lourdes, você não vai fazer nada disso, entendeu? Tenho fotos e vídeo de você se masturbando e gozando, falando sozinha sobre meu primo mais velho, o Franco, filho do seu próprio marido. Vou contar pro tio que você se masturbava pensando no seu enteado, sua pervertida. E também vou postar em todos os sites pornô que existem, e aposto que você vai fazer sucesso como atriz pornô, porque você tem um corpo lindo, bem trabalhado, com um peito bonito empinado e uma bundinha redonda e durinha que me enlouquece toda vez que vejo. Por isso pedi pra minha mãe falar com o irmão dela se ele tem um trampo pra mim, já que não tô indo pra faculdade por uns problemas que tive. E pra não ficar à toa, vou trabalhar como assistente do tio, pra poder te ver mais vezes, minha querida tia Lourdes.
E se você precisar se masturbar e estiver com tesão, pode me ligar, tia. Você já tem meu número. Eu faria o favor com meu amigo, o cabeçudo, e você não precisaria ficar brincando com brinquedos.








E nos segundos ele me mandou uma foto dele, mas de baixo pra cima, mostrando a pica dele de 20 centímetros, que era bem grande e cabeçuda, como ele mesmo chamou na mensagem do WhatsApp, e ainda cheia de veias marcadas na lateral daquele membro incrível dele. Eu, por um momento, olhei a foto e fiquei pasma com aquele troço que ele tinha na idade dele. Me lembrei da última vez que estive com o primo dele, o Franco, que também tinha uma daquele jeito, e pensei comigo mesma: de quem será que eles herdaram isso? Porque o micro-pênis de mais ou menos 7 centímetros que meu marido herdou não chega nem perto daquela monstruosidade de pica que os jovens daquela família têm. Meu enteado Franco deve ter uns 20 ou 23 centímetros, mais ou menos também.

Héctor - sabe, tia Lourdes, eu já me masturbei pensando em você várias vezes, principalmente na festa da minha mãe, quando te vi com aquele vestido vermelho. Você tava um fogão naquela noite. Lembro que na hora que te cumprimentei, você apertou esses peitos lindos que você tem no meu peito. Naquele momento, meu pau subiu e eu fui pro banheiro me masturbar pensando em você, minha querida tia Lourdes.



Lembrando que naquele dia eu usei um vestido vermelho bem gostoso que o tio Pablo dele me comprou porque ele adora que eu esteja bem vestida de um jeito bem sexy. Muitas vezes eu já pensei que ele é gay e eu sou a esposa troféu dele pros sócios, amigos ou familiares.



Lourdes - meu menino Héctor, você me elogia, mas não pode, porque você é sobrinho do meu marido e filho da minha melhor cunhada Ana, e além disso é menor de idade pra mim, e eu sou casada com seu tio, não é apropriado eu estar seduzindo um menor de idade. E essa sua mania de me gravar fazendo coisas pessoais é muito errado, e eu deveria contar pro seu tio e pra sua mãe que você está me ameaçando. E postar aquele vídeo íntimo meu sem minha autorização é ainda pior, é quase um crime penal. Por isso, sobrinho, você pode apagar esse vídeo e eu não vou falar nada disso, Héctor. O que você me diz?
Héctor - aí, minha tia tão ingênua, por favor, só mais uma vez te ver pelada, sei que deseja meu pau porque você ficou muda só de ver ele na imagem e, se aceitar o que prometi, te prometo que vou deletar o vídeo. O que me diz? Por um momento eu pensei, mordi o lábio me imaginando de novo com um pau grande e jovem, quase igual ao do meu enteado Franco, o dono dos sonhos molhados, e imaginei o tesão de pensar que com meu enteado me diverti pra caralho e esse aí, que também é bem grande, vou me divertir pra caramba também. Lourdes - te mando uma mensagem no WhatsApp quando seu tio e seu priminho não estiverem na minha casa naquele dia, e vai ser só uma vez, nada mais, pra você me ver mais de perto meu corpo pelado, porque acho que você me viu de longe, meu menino, tirando 😉☺️🫣 e com isso você para e apaga tudo que gravou naquele dia, entendeu?
Héctor - Sério mesmo, tia Lourdes?Lourdes - Sim, sério, seu pervertido. Mas você vai apagar aquele vídeo e vai ser só dessa vez, entendeu?
Franco - Claro, minha tia gostosa, entendi direitinho.
No dia seguinte, a manhã pareceu não ter fim, os minutos não passavam nunca. Enquanto meu marido começava a se vestir pra ir trabalhar e minha empregada Mary estava de saída pra levar meu filho Valentin na escola. Parecia que o tempo não passava, mas assim que fiquei sozinha, peguei o celular e mandei um WhatsApp.
Lourdes - Vem rápido, Héctor, tô te esperando.
Parece que o sobrinho pervertido do meu marido veio correndo pra minha casa assim que viu minha mensagem, porque ele chegou em dois minutos depois de receber. Mas eu já estava pronta na sala da minha casa, e falei com ele com uma voz de gata no cio. Eu, a tia Lourdes, estava usando aquele vestido vermelho que era a maior fantasia dele, aquele com que o sobrinho do meu marido Pablo já tinha se masturbado várias vezes pensando na tia gostosa dele.

Assim que ele entrou na minha casa e me viu parada na sala com o vestido vermelho que ele, uns dias atrás, me filmou batendo uma no sofá. Algo nele ganhou vida dentro da calça. Percebi o nervosismo dele, e eu, com uma voz de gata, perguntei.

Lourdes — Você não vai me dizer nada, não é? O sobrinho bem-dotado do meu marido Pablo ficou em silêncio, vidrado no meu corpo com aquele vestido vermelho que era dono da fantasia dele de comer a esposa jovem do tio velho, que todo mundo se perguntava como conseguiu me conquistar com aquele físico de senhor de idade. Já que, aos meus 39 anos, com um filho de 6, eu ainda me mantinha em forma como mulheres mais novas que eu. E fui me aproximando dele com passos sensuais, mexendo a cintura, enquanto o Héctor estava paralisado na porta da entrada. Fiquei bem na frente dele pra ele ver de pertinho como o vestido caía no meu corpo.




Lourdes - calma, Héctor, parece que é a primeira vez que você vê uma mulher de perto. Ele ainda todo inibido e paralisado, sem se mexer um centímetro, eu mordi o lábio e peguei as mãos dele e coloquei na minha bunda, e na mesma hora, sem perder mais tempo, passei minhas mãos pelos ombros dele e comecei a beijá-lo por um tempo na porta da minha casa. Ele apertava minha bunda, seguindo meus passos, e depois de tanto apalpar, peguei as mãos dele e o levei até o sofá que estava na sala, onde eu estava sentada antes esperando ele chegar, e disse: meu menino, pode ficar à vontade se quiser, falando isso?





Lourdes - Héctor, posso abaixar sua calça?, mordendo o lábio. O jovem sobrinho do meu marido, atrapalhado e como pôde, tirou a calça e a cueca como conseguiu, porque ele estava sentado no sofá e eu imediatamente me ajoelhei na frente dele, que estava sentado no sofá. Fiquei admirada ao lembrar que o primo mais velho dele, Franco, por parte do tio Pablo, que era meu enteado, também tinha uma buceta enorme — 20 centímetros, grossa, com as veias marcadas igual a ele. Mesmo Franco tendo quase a minha idade, uns anos mais novo que eu, e Héctor com a idade que tinha, recém um adolescente de 19 anos, tinha o mesmo tamanho, pelo contrário: a cabeça da buceta dele era muito grossa, o contorno não tão fino, mas comprido, quase 22 centímetros, algo parecido com o que eu imaginava, e parecia muito gostosa. Só de ver, comecei a me molhar com meus fluidos vaginais, que escorriam em gotas, molhando a micro fio-dental que eu usava por baixo do vestido, e me animei a perguntar: "De quem vocês puxaram essa herança?" Me referindo também ao primo Franco. "Porque a do seu tio é uma miséria", falei, me lambendo com a língua enquanto tocava com as duas mãos a buceta enorme dele, fazendo umas punhetas, subindo e descendo com as duas mãos, e ainda sobrava espaço, já que minhas mãos são pequenas.



Lentamente me agachei assim, e comecei a passar minha língua desde os testículos até a cabeça enorme do pau dele, sentindo o corpo dele se tensionar e a cabeça dele cair pra trás, se recostando no sofá, dizendo "que gostoso, tia Lourdes, continua assim". E comecei a saborear o pré-gozo que escorria pela cabeça do pau lindo dele, com um gosto meio salgado que eu achava delicioso. Imediatamente levantei o olhar, encarando ele bem nos olhos, vendo ele morder os lábios de tanta excitação que eu tava causando com minha boca e minha língua no pau dele, e sorri ao ver ele tão excitado.Lourdes - Cê tá gostando, né, Héctor, do que eu tô fazendo com minha língua?
Héctor - Tô adorando, tia Lourdes, você é demais.
Lourdes - Não me chama de tia, por favor, me chama pelo nome.
Héctor - Sim, tia... ah, desculpa, Lourdes.
Lourdes - Assim que eu gosto, Héctor. E lembra da sua promessa de apagar aqueles vídeos, sim?
Voltei imediatamente ao meu trabalho e engoli de uma vez o pau enorme dele na minha boca pequena. Não cabia toda aquela carne enorme na minha boca, e com uma das mãos ainda faltava engolir mais, já sentindo falta de ar, com minha própria saliva, que era muita, escorrendo pelo meu rosto, que já tava todo desgrenhado e vermelho de tanto tentar fazer um boquete profundo. Mas não conseguia, o pau dele era grande demais, e eu me engasgava com aquela coisa monstruosa, mas ao mesmo tempo não queria tirar da boca. Queria continuar espremendo e saboreando aquele gosto de jovem, e ter aquela sensação de ter aquele pau de cabeça grossa e deliciosa no lugar do micropênis de 7 centímetros do meu marido Pablo todo dia. Não podia desperdiçar aquela oportunidade com aquele pau grosso do jovem sobrinho do meu marido Pablo. Era alucinante de ver quando eu mexia minha língua por todo o membro dele pra dar mais prazer e satisfação praquele jovem. Ele não durou muito, em poucos minutos gozou dentro da minha boca enquanto me segurava pela cabeça pra eu engolir todo o sêmen dele, ao mesmo tempo que tava sufocando, não conseguia respirar, bati nas pernas dele pra ele me soltar. quando me soltou, enquanto ele tirava o pau da minha boca, o esperma escorria pelos meus lábios e eu, com a língua, enfiava de volta na minha boca o pouco de porra que não tinha engolido. comecei a me saborear com a língua e perguntei toda ofegante, sem conseguir falar direito, enquanto minhas mãos ainda no pau dele masturbando devagar, subindo e descendo com as duas mãos naquele membro todo lubrificado pela minha saliva. Lourdes – gostou, meu bem? Héctor – sim, adorei, Lourdes




Com minhas mãos ainda naquela rola grossa dele, masturbando como se estivesse espremendo, na cabeça bem inchada, de um roxo arroxeado, pra tirar até a última gota, comecei a lamber com minha língua e a chupar com minha boca aquela cabeçona da rola dele. Saiu o último jato que restava, ele soltou um gemido forte, puxando meus cabelos. Comecei a saborear o gozo dele que escorria pelo pau, com um gosto meio salgado, gostoso, de um jovem bem dotado — do jeito que eu, uma mulher muito tarada, adorava. Levantei, deixando meu vestido cair no chão. Não tinha ficado satisfeita com aquela sessão de oral que tinha dado. Eu já queria aquela rola enorme dentro da minha buceta, mas tinha que deixar meu jovem amante se recuperar, porque a ferramenta dele estava mole — e era muito maior que a miséria de pau que meu marido Paulo tinha. Sentei do lado dele, toda nua, só com minha micro fio dental, que era só um fio branco, e aí pude ver o rosto dele: era um poema.

Lourdes - vem aqui, meu Héctor, você já tinha visto uma de verdade? me referindo à minha buceta molhada, abrindo meus lábios vaginais com os dedos. Héctor negou com a cabeça, então peguei a mão dele, que era maior que a minha, dedos longos e grossos, e coloquei na minha buceta, e com os dedos dele coloquei sobre meu clitóris para ele começar a esfregar. Ele ainda era meio desajeitado e inexperiente, parecia que era a primeira vez que tocava uma buceta de verdade. Ele começou a acariciar em círculos, como eu mandava, e ainda assim, no começo, me dava um pouco de dor, percebendo que ele não sabia o que era o clitóris de uma mulher, e pelo movimento bruto dos dedos grandes dele na minha buceta, e de vez em quando ele enfiava um de cada vez, parecia que era a rola do meu marido Pablo, os dedos dele. E eu comecei a ficar ainda mais molhada com os fluidos vaginais que ele me causava, e soltei um gemido de prazer.

Lourdes - mais devagar, Héctor. O imediato, por que eu disse aquilo, ele começou a esfregar mais devagar lá dentro. Minha buceta já estava pronta, molhada e lubrificada pra receber aquela pica enorme que balançava entre as pernas dele, já dura de novo. Mas eu queria mais prazer daqueles dedos jovens e inexperientes. Enquanto ele esfregava meu clitóris, comecei a beijá-lo, língua se cruzando com a dele, e logo enfiei a cara dele entre meus peitos pra ele lamber e chupar meus mamilos. Eu já estava em êxtase. Sem perguntar nada, empurrei ele pro sofá. Ele ficou sentado, me olhando sem entender nada do que eu queria dele. De pé na frente do sobrinho do meu marido, Pablo, abaixei a tanga — aquela fio branco que escorregou pelas minhas pernas — e montei em cima dele, abrindo minha bunda com as mãos. O pau dele, duro, batia na minha buceta devagar. Peguei a pica dele com uma mão, enfiando devagar na minha buceta, e quando entrou até a metade, quase gozei na hora. Quando me sentei de vez, a pica enorme dele entrou toda na minha buceta apertada. Soltei um gemido, mais de dor. Peguei ele pelas bochechas e falei, com uma cara de dor e mais de satisfação por ter aquela pica enorme toda enfiada dentro da minha buceta.

Lourdes - parabéns, Héctor, já é um homenzinho. Eu ri dele ao ver que era a primeira vez com uma mulher mais velha que ele, e ele não podia acreditar que com a ferramenta que ele tinha não conseguia comer uma mina da idade dele. Talvez fosse tímido, ou talvez, ao verem a pica monstruosa dele, as garotas recuassem. Comecei a pular em cima da pica enorme dele num ritmo acelerado, montando como uma puta safada em cima de uma pica jovem. Minhas nádegas batiam no corpo dele, fazendo uns sons eróticos demais: plaf, plaf, plaz. Eu só gemia, puxava os cabelos dele enquanto oferecia meus peitos redondinhos e empinados para Héctor, o sobrinho do meu marido Pablo, pra ele chupar, e também sufocando ele com esses dois peitos, apertando a cabeça dele contra mim.




Lourdes - se quiser, pode me dar umas palmadas na minha bunda, falei com a voz trêmula de tanto cavalgar nele. Héctor, você não me ouviu, né? Me dá umas porras de palmadas, me trata como a puta que eu sou, isso me excita ainda mais, amor. A primeira palmada que ele me deu foi devagar e com medo de me machucar. Lourdes - mais forte, me dá mais forte, amor. Já estava perdida no prazer, queria que me dominassem como o Franco fazia, ele sim me tratava como uma puta de verdade, com aquela rola jovem e deliciosa que me fazia tanta falta há muito tempo, desde aquela festa que o Franco me deu com meus dois amantes. A segunda palmada foi ainda melhor e aos poucos os sons eram plaf, plaf, plaz da minha bunda batendo nele e plaz, plaf, plaz, soava quando eu era palmada na minha bunda, o Héctor já tinha se soltado, me dava tapas com vontade. Eu continuava montando num ritmo mais acelerado, enquanto estava louca por aquela rola que entrava e saía da minha buceta, abrindo minha buceta apertada. Eu já gritava antes de gemer, era uma puta no cio. Meu Deus, esse menino tá me comendo gostoso demais. Depois de uns 20 minutos de uma boa cavalgada na rola enorme dele, o Héctor gozou dentro da minha buceta, me enchendo com o esperma grosso e gostoso dele. Eu fiquei sentada com a rola dele já mole dentro de mim, enquanto o sêmen escorria pelas pernas dele. Começamos a nos beijar fogosamente, com puxões de cabelo e tapas na cara. Ele apertava meu pescoço com muita paixão. Ficamos assim, com essa violência entre nós, por mais uns dois minutos, até que a rola dele ficou mais mole que o normal, a ponto de sair sozinha da minha buceta. Eu me levantei na frente dele, colocando minha buceta na cara dele para ele lamber o próprio gozo que escorria pelas minhas pernas. Chupa seus próprios filhos, falei rindo enquanto apertava a cabeça dele na minha pélvis. Já toda cansada e ofegante, sentei ao lado dele enquanto o beijava. Ele apertava meus peitos com força e mordeu meu lábio, puxando-o para ele. Eu gostei muito, Lourdes, ele falou no meu pescoço. enquanto ele me beijava, eu comecei a brincar com minhas mãos no pau mole dele, e quando percebi que ele tava ficando cada vez mais duro de novo, o boner já tava no ponto com aquela ferramenta.


Mas, ao ver a hora no celular, ainda tínhamos tempo de sobra, eu disse: "vamos lavar essa bagunça que a gente fez, coração", e fomos pro banheiro. "Já que estamos aqui e ainda dá tempo do meu filho Valentim chegar da escola, a gente pode tomar banho juntos, o que você acha, coração?", falei indo pro banheiro enquanto ele enfiava um dedo no meu cu por trás. Eu tirei a mão dele, mas ele continuava tentando me dedar no ânus. Eu fingia que não queria, porque sabia que ia doer pra caralho, já que, no final, o Franco, meu enteado, já tinha me penetrado uma vez e doeu por uma semana, não conseguia nem sentar direito de tanta porrada que aquele filho da puta do meu enteado me deu naquela vez.Quando chegamos no banheiro, me ajoelhei na frente dele e, sentada no vaso, comecei a masturbá-lo e coloquei o pau dele de novo na boca, não tão duro, e comecei a sentir ele endurecer na minha boca. Comecei a chupar de novo no banheiro, metia e tirava com agressividade, ele me puxando pela cabeça, apertando meu rosto contra o corpo dele, me forçando a fazer garganta profunda. Eu engasgava e ficava sem ar, enquanto ele continuava rápido, como se estivesse me penetrando com força pela boca. O pau dele entrava e saía, e eu me engasgava com aquele pedaço de carne que já tava no máximo da ereção. Ele começou a gemer alto e gozou de novo — não sei se era o terceiro orgasmo dele naquela manhã — enchendo minha boca com a porra quente e grossa dele. E o dia acabou pra nós dois.
Eu imaginava que ele ia continuar tentando me forçar a penetrar meu cu fechado, mas como ele percebeu que eu me esquivava e fingia que não queria, ele parou de me encher o saco. E, assim como o Héctor, sobrinho do meu marido Pablo, me prometeu, ele automaticamente apagou os vídeos e as fotos na minha frente. Depois de tomar banho comigo, ele se trocou. Eu vi que já era hora do meu filho Valentim chegar da escola com minha empregada Mary. Quando ele se despediu de mim na Na porta da minha casa, a gente se deu um baita beijo de língua, enquanto ele apertava minha bunda e levantava a toalha que eu tava usando. Ele começou a abrir minhas nádegas com as mãos, brincando com minha raba, e nós dois não queríamos desgrudar os lábios. Até que eu me afastei dele, falando: "Já é tarde, amor". Ele me deu um tapa forte na bunda e disse: "Da próxima, essa buceta gostosa vai ser minha". "Da próxima", eu falei com um sorriso no rosto. "Não acredito nisso", respondi, e ele foi embora feliz pelo que aconteceu a manhã toda com a esposa do tio dele. E eu, assim que o sobrinho do meu marido Pablo foi embora da minha casa, me deitei no meu quarto, completamente satisfeita depois de muito tempo. Mas ao pensar que Héctor não me mandou nada, nem uma mensagem, nem perguntou como eu tava, os dias começaram a virar um inferno, sabendo que ele tava a umas ruas da minha casa e eu tava sendo mal atendida com o sexo que meu marido fazia. Eu tava com tesão e morrendo de vontade de ser bem comida, já que eu tava numa fase em que me sentia linda e fogosa, e meu marido não me satisfazia. E já era mais um dia sem receber um orgasmo, tava sozinha e prestes a pegar meus brinquedos de silicone e meu sugador de clitóris. Falei: "Foda-se isso", e mandei uma mensagem no WhatsApp pro Héctor.




Vem rápido, tô toda molhada e preciso de você, ou talvez precise daquela pica linda que você tem, meu querido sobrinho Héctor. Ele não demorou pra me responder: "Já tô indo correndo, minha querida Tia Lourdes." Quando chegou em casa, tocou a campainha. Eu fui com uma camisola transparente que deixava os meus bicos aparecendo, durinhos de tanto me excitar sozinha. Abri a porta sabendo que era ele, e quando fiz ele entrar, peguei na mão dele na hora e levei ele pro sofá. Não demorei nada pra tirar a camisola.
me ajoelhando de quatro no sofá, empinando bem a raba e com as duas mãos me abrindo pra ele não ter trabalho de penetrar meu cu, exatamente como ele mandou na despedida da última vez que vi o sobrinho do meu marido Pablo. Ele automaticamente baixou as calças, tirando aquela pica linda com a cabeça já bem dura, começou a brincar com meu cu com os dedos grossos cheios da própria saliva, e parecia até a pica meia-boca do meu marido Pablo. Ele começou a me dedar, enfiando até três dedos, enquanto eu mordia o sofá pra não começar a gemer igual uma puta, e senti um alívio.

Ao tirar os dedos do meu cu, ele começa a esfregar o pau na minha buceta molhada dos meus fluidos. E quando sinto ele colocar a cabeça grossa do pau lindo dele na entrada do meu cu, já bem dilatado pelos dedos grossos e compridos dele, com uma única estocada, segurando minha cintura com uma mão e com a outra puxando meu cabelo, ele enfiou a cabeça. Enquanto eu soltava um grito de dor e prazer ao mesmo tempo, ele começou a me comer com fúria, puxando meus cabelos, me agarrou pela cintura com as duas mãos e me montou como um garanhão, rápido, entrando e saindo com o pau até a metade do meu cu. Eu gemia cada vez mais forte, quase gritando para ele parar, que estava me machucando, e eu continuava gemendo como uma puta no cio, mordendo uma almofada do sofá para não gritar tanto. E ele, com tanta estocada, estava prestes a ter o primeiro orgasmo da manhã.


Lourdes - com uma voz quase como se estivesse chorando, pedia: "bate na minha bunda e diz que sou sua putinha... aaaaaaah mmmmmm deeeus siiiim papaiiiii continua não paraaa." Héctor - começou a dar tapas fortes na minha bunda, nas duas nádegas, por um bom tempo, enquanto falava num tom bem rude e violento, me enforcando com a mão no pescoço e dizia: "você é minha putinha favorita da família, tia Lourdes."
Lourdes - sim, papai, sou sua putinha, me come, me come mais e mais forte, que eu tô gostando de ser sua submissa.





Pareceu ganhar mais coragem porque começou a falar cada vez mais alto e eu respondia que sim, que era a putinha dele, mas ele começou a me chamar de raposa, puta infiel, que puta do rabo você acabou sendo, tia. Isso me deixou mais excitada ainda, ele tomou a iniciativa, começou a me fazer gozar enquanto me comia o cu igual um animal, e quanto mais me xingava, mais eu gostava. Ele começou a levantar minhas perninhas enquanto continuava me penetrando o cu com violência e me dando tapas na bunda, que já estava vermelha, até com hematomas de tanta violência que ele usava no meu corpo. É isso que mais me excita: ser tratada como uma puta incestuosa.A partir daí, minha rotina diária mudou completamente. Quando ficava sozinha em casa, enquanto meu marido Pablo trabalhava e meu filho Valentin estava na escola, eu virava a putinha do meu jovem sobrinho do meu marido Pablo. E até meu marido Pablo começou a perceber minha mudança de humor com ele — eu nem tocava mais nele na cama. Minha forma de me vestir sempre foi a mesma, mas comecei a me vestir de um jeito mais provocante e sexy ao mesmo tempo. Meus olhos ganharam um brilho especial de tanta festa que eu levava quase todos os dias, mais de cem horas ou mais de sexo e puros orgasmos.

Héctor começou a ficar mais confiante comigo e um dia, sem avisar, me pegou pelo cu até arrebentar. Saiu sangue do lado do ânus e aquilo já não tava mais me agradando. Ele já me estuprava, nem falava nada, chegava na minha casa sabendo que eu tava sozinha, me forçava e me amarava na minha própria cama, onde eu dormia com meu marido Pablo. Nem me perguntava quando me comia pelo cu, todo arrebentado por causa do tamanho da pica dele. E quando eu falei que pelo cu não dava, porque tava machucado e eu quase não conseguia nem sentar de tanta dor, ele respondeu puto que eu era a putinha dele e que, se ele quisesse me penetrar pelo cu o dia inteiro, ele ia fazer. E foi isso que ele fez: o dia todo me estuprou pelo meu cu machucado e arrebentado. Já não fechava mais de tanto dar o cu, e eu já pertencia ao Héctor, minha buceta toda arrombada de tanto anal o dia inteiro.

Ele começou a notar que eu tava evitando ele e não dava a bunda, e começou a me forçar de novo, me bater, me maltratar, até me dava cintada na bunda enquanto eu tava amarrada de bruços na mesa da sala de jantar. E com o passar dos dias, ele ficou muito mais dominante, a ponto de me fazer implorar pra ele arrebentar meu cu com um desodorante enquanto continuava me comendo na buceta — e isso me deixava a mil, eu era a putinha dele, e ele adorava. E quando eu via o pau dele, virava uma submissa idiota que fazia tudo que ele mandava. Já tinha chegado num ponto em que eu só dependia dele, precisava do corpo dele, do pau dele, do esperma dele, dos insultos dele, das humilhações dele. E quando passavam dois ou três dias sem ele me tocar, eu ficava cheia de ansiedade e implorava em silêncio pra ele vir e me comer do jeito que ele mais gostava. Às vezes mandava fotos sexy e mensagens pedindo, por favor, pra ele vir e me comer como uma puta infiel, e ele muitas vezes me desprezava pra me mostrar quem tinha o poder e o controle — e isso me deixava ainda mais doida, me fazia desejar ele mais e mais.




Uma tarde, depois que ele me comeu como sempre, mas dessa vez gozou nos meus peitos porque disse que assim ia me marcar como a putinha dele. Ele tava sentado no sofá quando me falou isso.
Héctor – Eu conversei com meu primo Franco, o filho corno do seu marido, meu tio Pablo, e uns amigos conhecidos também. Além disso, você nunca me contou que meu primo Franco, seu enteado, também te comeu igual uma puta — fico sabendo agora, então você é a puta do seu enteado também, sua puta de merda. Enquanto ele me dava tapas na cara, eu, com lágrimas nos olhos, falei: foi só uma vez, e adorei transar com ele também, assim como adoro como você me come, meu amor.
Ah, e por sinal, meus amigos tão doidos por você também. Mostrei uma foto sua fazendo a Booty e eles falaram que você é muito gostosa. Fiquei pálida quando ouvi ele falar desse jeito pros amigos, e ainda teve a cara de pau de contar pro Franco, meu enteado, que ele tava me comendo escondido do tio dele, que era o pai do Franco. Falei: "Você é louco? Como você ousa contar isso? Era uma coisa íntima só nossa.

Héctor - Cala a boca, puta! Já falei que se eles quiserem te comer, não precisam nem me pedir, e que você ia adorar fazer isso. Lourdes - Mas o quê?! Você ficou maluco?! Isso é quase como se você estivesse me prostituindo!
Héctor - Exato, Lourdes, porque é isso que as putas fazem, não é? E você é uma puta, digo, minha puta, e vai fazer tudo que eu mandar. Entendeu, puta?
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