O fim da minha madrasta Lourdes 1

O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo analO suor escorre pelas costas de Lourdes, minha madrasta, enquanto o enteado, com um pau de 20 centímetros bem grosso, tá furando o cu dela. O amante, deitado no sofá, tá metendo na buceta dela com um pau de 18 centímetros, e um terceiro pau de 17 centímetros, do amigo do amante, quase da mesma idade da Lourdes, tá enfiando na boca dela, fazendo ela engasgar, enquanto segura a cabeça dela. O cu da minha madrasta tá quicando na pélvis, enquanto enche a buceta dela de porra. O jovem amante, todo tesudo e exausto, chupava os peitos dela, enquanto o cu dela fazia plas, plas, plas com as palmadas que o enteado Franco dava, segurando ela pelos cabelos. Enquanto ela chupava o amigo do amante, o enteado dizia: "Tá gostando, sua puta?vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
AnalLourdes, minha madrasta, explodindo em múltiplos orgasmos que nunca conseguiu sentir com o próprio marido, Pablo.Sexo anal
vadiaUmas horas depois da putaria.milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
AnalEnquanto o enteado Franco ficou conversando com os amigos dele, os dois começaram a contar que a primeira vez foi com um deles saindo de uma balada e depois Lourdes tinha uma fantasia de fazer um menage e o amante dela chamou um amigo que era outro e, um mês depois do menage, fizeram uma festa com os três juntos. E o enteado, enquanto isso, continuava tirando mais informações sobre o que a puta da minha madrasta fazia, e eles continuavam contando que chegaram a comer ela com mais quatro amigos deles. O dono da casa me disse que ele era o titular e que, graças àquela noite na balada, conheceu uma puta VIP muito gostosa e deliciosa. Ele não sabia que ela tinha família e um enteado que também comia ela, rindo e zoando com o amigo dele. E o outro também começou a contar que com mais cinco amigos ele disse: "E a magrinha aguentou tudo!Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
AnalO enteado dela, Franco, só balançava a cabeça dizendo: "olha só a puta da minha madrasta!" E os dois perguntaram pra ele: "e aí, quantas vezes você já comeu ela, amigão? Ou já virou irmão de leite?" E começaram a rir. "Hoje foi a primeira vez", disse Franco, enquanto a madrasta dele, Lourdes, saía do banheiro já arrumada. "Vamos", ela disse, indo em direção à porta da entrada, e se despediu com um beijo em cada um deles. "Eu mando mensagem", disse minha madrasta, e foi em direção ao carro.Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
AnalNo caminho, eu falo pro meu enteado Franco: "Tá vendo que puta que minha madrasta acabou sendo?" Enquanto isso, eu tava me masturbando no banheiro imaginando você. Se eu soubesse antes que você era uma puta, já tinha te enfiado numa festa com meus amigos, dando risada pra caralho. Então você comeu cinco paus ao mesmo tempo. Ela me olhou e disse: "Uuh, te contaram isso?", falou Lourdes. "Mas nenhum pau é igual ao seu." E começou a me apalpar por cima da calça. Minha madrasta falou: "Aah, nem uma palavra pro seu pai!", disse ela. "Se não, a gente não vai mais transar!Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1Frei de repente o carro num descampado, pra que que você vai parar, esqueceu alguma coisa? ele disse enquanto Franco abriu a porta, desceu e foi até a porta do passageiro. Abriu a porta e ele já tava com o pau pra fora da calça, todo duro de novo. Uau, disse a madrasta. O enteado disse, pegando ela pelos cabelos, pra ela sair do carro e se deitar no banco de trás. Levantou o vestido dela e meteu no cu dela, que ainda tava todo dilatado. Começou a bombar de novo no cu dela enquanto dava tapas na bunda e falava: grita, puta, grita que você adora ter a bunda arrombada. E começou a meter mais e mais forte, até encher as costas dela de porra. O enteado subiu a calça e voltou pro banco dele pra ir pra casa do pai, enquanto a madrasta ficou deitada no banco de trás.Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo analQuando chegaram em casa, a madrastra Lourdes desceu rápido do carro, mas o enteado Franco foi mais rápido que ela e, pegando ela pelos cabelos, falou: "Pra onde você vai, puta? Ainda não terminei." Enquanto ela dizia: "Seu pai está lá em cima", o enteado mandou ela se ajoelhar e puxou o pau de novo. "Agora chupa ele de novo, puta", ele disse. E Lourdes começou a chupar o pau do enteado Franco, fazendo uma garganta profunda até ela ficar sem fôlego. O enteado começou a gemer, tapando a boca, e gozou na cara dela. Aí a madrastra Lourdes se levantou rápido pra entrar em casa, ajeitando o vestido, e ia sair sem se despedir, sem um beijo. Então Franco segurou ela pela mão e a pressionou contra a porta, e começaram a se beijar de língua, de um jeito sensual, enquanto o enteado...vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadiaAproveitou o momento de ver ela tão tesuda, com uma cara de excitada e tão puta. Ele começou a esfregar o pau duro nela de novo na buceta dela, e os dois começaram a se apalpar. Ele abria as nádegas dela, e ela pegava o pau dele com as duas mãos enquanto se esfregava na buceta molhada de tanto se tocar e da excitação dos dois. De repente, dentro de casa, ouviram barulhos de portas se fechando, e ela automaticamente disse: "A gente não se vê amanhã? Ou você não vai vir?" "Por que não?", respondeu o enteado, e eles se beijaram pela última vez.

Lourdes abriu a porta que ligava a garagem à cozinha de casa, entrando enquanto arrumava o vestido. Enquanto isso, o enteado Franco saiu pelo portão sem que o pai dele, Pablo, percebesse o que estava rolando entre o próprio filho e a esposa, mãe do filho mais novo, na garagem da própria casa. Franco andando pela rua, falando sozinho: "Que puta que minha madrasta acabou sendo. Coitado do corno do meu pai.milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milfLourdes - Como é que eu fui parar nessa situação, sendo uma puta de uns jovens e do meu enteado Franco, que é bem dotado e adorei, foi uma delícia esse dia.madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo analUns dias depois do que aconteceu com meu enteado e uns amigos íntimos, meu marido saiu pra trabalhar. Depois de deixar meu filho Valentin na escola, fiquei com a casa vazia, já que tinha dado o dia de folga pra minha empregada Mary. Na noite anterior, meu marido Pablo me deu uma sessão de sexo medíocre com o micro-pau dele — se chegasse a 7 centímetros era muito — e me deixou frustrada e cheia de vontade de um orgasmo. Meu corpo tava muito quente e excitado, com vontade de continuar trepando e ser tratada como uma puta na cama, mas isso não aconteceu naquela madrugada. Minutos depois que meu marido saiu de casa com meu filho, eu me despi no sofá e peguei um grande amigo que é dono das minhas fantasias: o sugador de clitóris e uma cock de silicone preta bem grande. Comecei a chupar aquela rola, desejando que fosse uma cock quente e jovem, bem gostosa, mas tinha que me contentar com aquele objeto de silicone, que é bem maior que a do meu marido e o dono dos meus orgasmos quando ele tá fora.vadia
milfRapidamente comecei a passar ele na minha rachinha, que já começou a lubrificar com meus fluidos vaginais, e devagar fui introduzindo ele na minha buceta molhada e apertadinha, enquanto com a outra mão segurava o sugador de clitóris. Aí já começaram a sair meus primeiros orgasmos enquanto eu mordia uma almofada do sofá. Deixei o sugador de clitóris fazer o trabalho dele, enquanto deixei a cock de silicone dentro da minha buceta até a metade, porque não entrava mais de tão grande que era. Com a mão livre, comecei a apertar um dos meus peitos, enquanto minhas pernas se abriam cada vez mais. Larguei o sugador de clitóris no chão, peguei com a mão aquela cock preta de silicone que estava enfiada na minha buceta e comecei a meter e tirar devagar da minha buceta, e também com a cabeça daquela coisa esfreguei meu clitóris vermelho com o sugador. Junto com meus gemidos de satisfação que meus brinquedos favoritos me davam, e naquele mesmo momento, com os olhos fechados e apertando meu mamilo com a mão que sobrou, comecei a tremer as pernas e elas foram ficando bambas por um bom tempo com o primeiro orgasmo múltiplo, molhando todo o lençol que coloquei no sofá. Comecei aquela manhã insatisfeita, porque aquilo não foi suficiente — queria mais e mais prazer, aumentando a velocidade do sugador de novo no meu clitóris e com a cock dentro da minha buceta.madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milfMinhas duas mãos percorrem meu corpo nu, molhado pela minha própria porra, deitada no sofá. Comecei a apertar meus peitos com força enquanto meus gemidos saíam da minha boca num tom bem alto, já que eu estava sozinha em casa. E num dos meus pensamentos, ou numa lembrança, pensei que era meu enteado Franco quem me fazia gemer de prazer enquanto me tornava sua submissa e me chamava de puta, enquanto me sufocava com as duas mãos e me fazia dizer que eu sou a puta dele, só dele e de mais ninguém. E da minha boca saía aos gritos: "Sim, filhooooo, eu sou sua putaaaaa, sou sua puta, só pra você, love." Explodindo em outro orgasmo delicioso e mais intenso, que me fez virar de lado e cair no chão de tanto que minhas pernas tremiam, enquanto eu me dobrava de prazer no chão da sala, enquanto a piroca preta de silicone de 23 centímetros com o sugador de clitóris ficaram no sofá, cheio da minha própria porra.madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadiaDepois de me acalmar por alguns minutos sentada no chão, tentando controlar o tremor das minhas duas pernas e recuperar a compostura, segui com minha vida normal. Quando terminei minhas tarefas diárias de casa, já estava quase na hora de ir buscar meu filho Valentin na escola, era por volta do meio-dia. Já que minha empregada Mary estava de folga — eu mesma tinha dado o dia livre pra ela no dia anterior pra passar uma noite de sexo sem limites com meu marido Pablo, o que me deixou frustrada e puta com ele — peguei o celular que estava em cima da mesa e vi uma mensagem no WhatsApp de um número desconhecido, além de várias ligações e mensagens do meu marido. Acontece que ele precisava de uns documentos muito importantes pra um negócio, mas como eu não atendi, ele decidiu ligar pro sobrinho dele, Héctor, filho da irmã mais velha dele, Ana. Comecei a pensar, corri pra procurar os papéis e não encontrei em lugar nenhum na escrivaninha do meu marido Pablo. Mandei um WhatsApp: Lourdes - amor, desculpa, deixei o celular carregando enquanto lavava as roupas. Pablo - não se preocupa, amor, o Héctor, o filho mais velho da Ana, já me trouxe os papéis. Lourdes - sério?milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
AnalPablo - se meu sobrinho foi, ele começou a trabalhar na empresa, já que você não respondia, eu disse pra ele ir em casa buscar os papéis que eram urgentes pra reunião com meus sócios, e ele já trouxe, não se preocupa, amor, eu dei as chaves pra ele, como pensei que você talvez não estivesse em casa. A gente se vê à noite, love, tenho muito trabalho, te amo, amor. Aterrorizada e nervosa, comecei a revisar os outros WhatsApps. WhatsApp de um número desconhecido que não estava salvo: oi, minha querida tia, sou o Héctor, meu tio me pediu pra passar na casa de vocês pra pegar uns papéis e levar pra empresa urgente. Tia Lourdes? Vou entrar na sua casa, meu tio Pablo me deu a chave.Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo analSe tão se perguntando por que o sobrinho do meu marido me avisou, é porque a gente tem câmeras na entrada que mandam alerta pro celular, e não chamei a polícia porque pensei que era um ladrão. Mas os recados do WhatsApp não pararam por aí. Depois que o sobrinho do meu marido entrou em casa e ouviu meus gemidos altos e minha voz forte, o filho da puta do bastardo resolveu tirar umas fotos minhas e também me gravou uns vídeos de quando eu tava me satisfazendo sozinha no sofá. E ainda teve a cara de pau e a coragem de me mandar, já que eu não tinha ele salvo, mas ele me tinha por causa do grupo de família do WhatsApp, junto com um recado que dizia assim: "Quando parar de se masturbar e gritar que nem uma puta com esse brinquedo na sala, me manda um zap, tia Lourdes.vadia
milf
madrastaLourdes - Héctor, meu menino querido, apaga logo esse vídeo e não precisa falar comigo desse jeito. Eu sou a mulher do seu tio, e também vou contar pra sua mãe o que aconteceu com a voz.O fim da minha madrasta Lourdes 1
AnalHéctor - caralho, tia querida, demorou pra responder, ainda tava se masturbando? Você faz isso direto, tia? Lourdes - esse não é jeito de falar com sua tia, vou contar tudo pro seu tio Pablo, entendeu? Héctor - tia, a senhora é sempre tão escandalosa quando se masturba sozinha, geme bem alto, e não faz ideia do quanto isso me deixa de pau duro.Sexo anal
vadia
milf
madrastaO bastardo do Héctor, sobrinho do meu marido Pablo, tava de olho em mim desde aquela vez na festa de aniversário da mãe dele, a Ana, na casa dela, quando nos viu chegar com o Pablo. Eu tava com um vestido colado no corpo, com um decote que me valorizava muito. O Héctor, com seus 19 anos na época, já tava naquela fase de fogo no rabo. Nunca vi ele com mulher nenhuma, de tantas festas que a gente compartilhou, sempre o vi sozinho.

Lourdes — Para de falar assim comigo, sou sua tia e isso não é da sua conta. Aliás, vou contar pro seu tio agora mesmo, Héctor.

Héctor — Olha, minha querida tia Lourdes, você não vai fazer nada disso, entendeu? Tenho fotos e vídeo de você se masturbando e gozando, falando sozinha sobre o meu primo mais velho, o Franco, filho do seu próprio marido. Vou contar pro tio que você se masturbava pensando no seu enteado, sua pervertida. E também vou postar em todos os sites pornô que existirem. E aposto que você faria sucesso como atriz pornô, porque tem um corpo lindo, bem trabalhado, com um peito bonito e empinado, e uma bundinha redonda e durinha que me deixa louco toda vez que vejo. Por isso pedi pra minha mãe falar com o irmão dela se tinha um trampo pra mim, já que não tô indo pra faculdade por uns problemas que tive. E pra não ficar à toa, resolvi trabalhar como assistente do tio, só pra poder te ver mais vezes, minha querida tia Lourdes.

E se você precisar se masturbar e estiver com tesão, pode me ligar, tia. Você já tem meu número. Eu faria o favor com meu amigo, o cabeçudo, e você não precisaria mais brincar com brinquedos.O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo analE nos segundos ele me mandou uma foto dele, mas de baixo pra cima, mostrando a pica de 20 centímetros dele, que era bem grande e cabeçuda, como ele mesmo chamou na mensagem do WhatsApp, e além disso cheia de veias marcadas na lateral daquele membro incrível dele. Eu por um momento olhei a foto e fiquei pasma com aquele troço que ele tinha na idade dele. Me lembrei da última vez que estive com o primo dele, o Franco, ele também tinha daquele jeito, e pensei comigo mesma de quem eles teriam puxado essa herança, porque o micro-pênis de mais ou menos 7 centímetros que meu marido herdou, nem de longe se comparava com aquela monstruosidade de pica que os jovens daquela família têm, porque meu enteado Franco deve ter uns 20 ou 23 centímetros, mais ou menos também.vadia
milf
madrastaHéctor - sabe, tia Lourdes, eu já me masturbei pensando em você várias vezes, principalmente na festa da minha mãe, quando te vi com aquele vestido vermelho. Você tava um tesão naquela noite. Lembro que na hora que te cumprimentei, você esfregou esses peitos lindos que você tem no meu peito. Naquele momento, meu pau ficou duro e eu fui no banheiro me masturbar pensando em você, querida tia Lourdes.O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milfLembrando que naquele dia eu usei um vestido vermelho bem gostoso que o tio Pablo me comprou porque ele adora me ver bem vestida de um jeito bem sexy. Muitas vezes eu já pensei que ele é gay e eu sou a esposa troféu dele pros sócios, amigos e familiares.madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadiaLourdes - meu menino Héctor, você me lisonjeia, mas não pode, porque você é sobrinho do meu marido e filho da minha melhor cunhada Ana, e além disso é menor de idade para mim, e ainda sou casada com seu tio. Não é apropriado eu estar seduzindo um menor de idade, e essa história de você me gravar fazendo coisas pessoais é muito errada. Eu deveria contar para seu tio e sua mãe que você está me ameaçando, e postar aquele vídeo íntimo meu sem minha permissão é ainda pior, é quase um crime penal. Por isso, sobrinho, você pode apagar esse vídeo e eu não vou falar nada disso, Héctor. O que você me diz?milf
madrastaHéctor - aí, minha tia tão ingênua, por favor, só mais uma vez te ver pelada, sei que você deseja meu pau porque ficou muda só de ver a imagem, e se aceitar o que prometi, juro que vou apagar o vídeo. O que me diz? Por um momento eu pensei, mordi o lábio me imaginando de novo com um pau grande e jovem, quase do mesmo tamanho do do meu enteado Franco, o dono dos sonhos molhados, e imaginei o tesão de pensar que com meu enteado me diverti pra caralho e esse aí, que também é enorme, vou me divertir pra caramba também. Lourdes - te mando uma mensagem no WhatsApp quando seu tio e seu priminho não estiverem na minha casa naquele dia, e vai ser só uma vez, nada mais, pra você me ver mais de perto meu corpo pelado, porque acho que você me viu de longe, meu menino, jogando 😉☺️🫣 e com isso você para e apaga tudo que gravou naquele dia, entendeu?O fim da minha madrasta Lourdes 1Héctor - É sério mesmo, tia Lourdes?
Lourdes - É sério sim, seu pervertidinho, mas você vai apagar esse vídeo e vai ser só dessa vez, entendeu?
Franco - Claro, minha tia gostosa, entendi sim.

No dia seguinte, a manhã pareceu não ter fim, os minutos não passavam nunca, enquanto meu marido começava a se vestir pra ir trabalhar e minha empregada Mary se preparava pra levar meu filho Valentin na escola. Parecia que o tempo não passava, mas assim que fiquei sozinha, peguei o celular e mandei um WhatsApp.

Lourdes - Vem rápido, Héctor, tô te esperando.

Parece que o sobrinho pervertido do meu marido correu até minha casa assim que viu minha mensagem, porque ele chegou em dois minutos depois de receber. Mas eu já estava pronta na sala da minha casa, e falei com ele com uma voz de gata. Eu, a tia Lourdes, estava usando aquele vestido vermelho, o mesmo das melhores fantasias dele, aquele com que o sobrinho do meu marido Pablo já tinha se masturbado várias vezes pensando na tia gostosa dele.Anal
Sexo analAssim que ele entrou na minha casa e me viu parada na sala com o vestido vermelho que ele, uns dias atrás, me gravou batendo uma no sofá. Algo nele ganhou vida dentro da calça. Percebi o nervosismo dele e eu, com uma voz de gata, perguntei.vadia
milf
madrastaLourdes — Você não vai me dizer nada, por acaso? O sobrinho bem-dotado do meu marido Pablo ficou em silêncio, hipnotizado no meu corpo com aquele vestido vermelho que era dono da fantasia dele de comer a esposa jovem do tio velho, que se perguntavam como ele conseguiu me conquistar com aquele físico de um senhor de idade, já que aos meus 39 anos, com um filho de 6, eu ainda me mantinha em forma como mulheres mais jovens que eu. E eu me aproximei dele com passos sensuais, mexendo minha cintura, enquanto Héctor estava paralisado na porta de entrada. Fiquei bem na frente dele pra ele ver de perto como o vestido caía no meu corpo.O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrastaLourdes - calma, Héctor, parece que é a primeira vez que você vê uma mulher de perto. Ele ainda sem reação e paralisado, sem se mexer um centímetro. Eu mordi o lábio, peguei as mãos dele e coloquei na minha bunda, e sem perder mais tempo, passei minhas mãos pelos ombros dele e comecei a beijá-lo por um tempo na porta da minha casa. Ele apertava minha bunda, seguindo meus passos, e depois de tanto apalpar, peguei as mãos dele, levei-o até o sofá da sala, onde eu estava sentada esperando ele chegar, e disse: meu menino, pode ficar à vontade se quiser, falando isso?O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1Lourdes — Héctor, posso abaixar sua calça?, eu disse, mordendo o lábio.
O jovem sobrinho do meu marido, atrapalhado e como pôde, tirou a calça e a cueca, já que estava sentado no sofá. Imediatamente, me ajoelhei na frente dele, que continuava sentado. Fiquei admirada ao lembrar que o primo mais velho dele, Franco, filho do tio Pablo — que era meu enteado — também tinha uma pica enorme, de 20 centímetros, grossa, com as veias marcadas, igual a ele.
Mesmo Franco tendo quase a minha idade, uns anos mais novo que eu, e o Héctor, com a idade que tinha — um adolescente de 19 anos —, tinha o mesmo tamanho. Pelo contrário, a cabeça do pau dele era bem grossa, o contorno não tão fino, mas comprido, quase 22 centímetros. Era algo parecido com o que eu imaginava, e parecia muito gostosa. Só de olhar, comecei a me molhar, com meus fluidos vaginais escorrendo em gotas, encharcando a micro fio-dental que eu usava por baixo do vestido.
Me animei e perguntei:
— De quem vocês herdaram isso?
Ele disse que era igual ao primo Franco também.
— Porque a do seu tio é uma miséria — falei, me lambendo com a língua enquanto tocava com as duas mãos aquela pica enorme, fazendo umas punhetas, subindo e descendo com as duas mãos, e ainda sobrava espaço, já que minhas mãos são pequenas.Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrastaLentamente me agachei assim, e comecei a passar minha língua desde os testículos até a cabeça enorme da pica dele, sentindo o corpo dele se tensionar e a cabeça dele cair pra trás, se recostando no sofá, dizendo: "que gostoso, tia Lourdes, continua assim". E comecei a saborear o pré-gozo que saía da cabeça da pica linda dele, com um gosto meio salgado que eu achava delicioso. Imediatamente levantei o olhar, olhando fixo nos olhos dele, vendo ele morder os lábios de tanta excitação que eu causava com minha boca e minha língua na pica dele, e sorri ao ver ele tão excitado.

Lourdes - Você tá gostando, né, Héctor, do que eu tô fazendo com minha língua?

Héctor - Tô adorando, tia Lourdes, você é demais.

Lourdes - Não me chama de tia, por favor. Me chama pelo nome.

Héctor - Sim, tia... quer dizer, desculpa, Lourdes.

Lourdes - Assim que eu gosto, Héctor. E lembra da sua promessa de apagar aqueles vídeos, sim?

Voltei imediatamente ao meu trabalho e engoli de uma vez a pica enorme dele na minha boca pequena. Não cabia toda aquela carne enorme na minha boca, e com uma das minhas mãos ainda faltava engolir mais, já sentindo falta de ar também. Minha própria saliva, que era bastante, escorria pelo meu rosto, que já estava todo despenteado e vermelho de tanto tentar fazer um boquete profundo, mas não conseguia — a pica dele era grande demais. E eu me afogava com aquela coisa monstruosa, mas ao mesmo tempo não queria tirar da boca. Queria continuar espremendo e saboreando aquele gosto de jovem, e ter aquela sensação de ter aquela pica de cabeça grossa e deliciosa no lugar do micro-pênis de 7 centímetros do meu marido Pablo todos os dias. Não podia desperdiçar aquela oportunidade com aquela pica grossa do jovem sobrinho do meu marido Pablo. Era alucinante de ver quando eu movia minha língua por todo o membro dele pra dar mais prazer e satisfação pra aquele jovem. Ele não durou muito; em poucos minutos gozou dentro da minha boca, enquanto me segurava pela cabeça pra eu engolir todo o sêmen dele ao mesmo tempo. tava sufocando, não conseguia respirar, bati nas pernas dele pra ele me soltar. quando me soltou, enquanto ele tirava o pau da minha boca, o leite escorreu pelos meus lábios e com a língua eu coloquei de volta na minha boca o pouco de sêmen que não tinha engolido. comecei a me saborear com a língua e perguntei toda ofegante, sem conseguir falar, enquanto minhas mãos ainda no pau dele, masturbando devagar, subia e descia com as duas mãos no membro dele todo lubrificado pela minha saliva. Lourdes - gostou, coração? Héctor - sim, amei, LourdesO fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milfCom minhas mãos ainda naquela rola grossa dele, masturbando como se estivesse espremendo, na cabeça bem inchada, roxa, pra tirar até a última gota, comecei a lamber com minha língua e chupar com minha boca aquela cabeçona da rola dele. Saiu o último jato que restava, ele soltou um gemido forte, puxando meus cabelos. Comecei a saborear o leite dele escorrendo pelo pau, com um gosto meio salgado, gostoso, de um jovem bem dotado, do jeito que eu gostava, uma mulher muito tarada. Levantei, deixando meu vestido cair no chão. Não tinha ficado satisfeita com aquela sessão de boquete que tinha dado. Eu já queria aquela rola enorme dentro da minha buceta, mas tinha que deixar meu jovem amante se recuperar porque a ferramenta dele estava mole, e era muito maior que a miséria de pau que meu marido Paulo tinha. Sentei do lado dele, toda nua, só com minha micro calcinha fio dental branca, e aí pude ver o rosto dele: era um poema.madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
AnalLourdes - vem cá, meu Héctor, você já tinha visto uma de verdade? Me referindo à minha buceta molhada, abrindo meus lábios vaginais com os dedos. Héctor negou com a cabeça, dizendo que sim. Peguei a mão dele, que era maior que a minha, dedos longos e grossos, e coloquei na minha buceta, e com os dedos dele, coloquei sobre meu clitóris para ele começar a esfregar. Ele ainda era meio desajeitado e inexperiente, parecia que era a primeira vez que tocava uma buceta de verdade. Ele começou a acariciar em círculos, como eu mandava, e ainda por cima, na hora, me dava uma certa dor, percebendo que ele não sabia o que era o clitóris de uma mulher, e pelo movimento bruto dos dedos grandes dele na minha buceta, e de vez em quando ele enfiava um de cada vez, parecia que era a rola do meu marido Pablo, os dedos dele. E eu comecei a me molhar ainda mais com os fluidos vaginais que ele me causava, e soltei um gemido de prazer.Sexo anal
vadia
milfLourdes - mais devagar, Héctor. Na hora, por que eu pedi, ele começou a esfregar mais devagar lá dentro. Minha buceta já estava pronta, molhada e lubrificada pra receber aquela pica enorme que balançava entre as pernas dele, já dura de novo. Mas eu queria mais prazer daqueles dedos jovens e inexperientes. Enquanto ele esfregava meu clitóris, comecei a beijá-lo, língua se cruzando com a dele, e na mesma hora enfiei a cara dele entre meus peitos pra ele lamber e chupar meus mamilos. Eu já estava em êxtase. Sem perguntar nada, empurrei ele pro sofá. Ele ficou sentado me olhando, sem entender nada do que eu queria dele. De pé na frente do sobrinho do meu marido, Pablo, abaixei a tanga — aquela fio dental branca que escorreu pelas minhas pernas — e montei em cima dele, abrindo minha bunda com as mãos. O pau dele, duro, batia na minha buceta devagar. Peguei a pica dele com uma mão e fui enfiando devagar na minha buceta. Quando entrou até a metade, quase gozei na hora. E quando sentei de vez, aquela pica enorme entrou toda na minha buceta apertada. Soltei um gemido, mais de dor. Peguei ele pelas bochechas e falei, com uma cara de dor e mais ainda de satisfação por ter aquela pica enorme toda enfiada dentro da minha buceta.madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1Lourdes — parabéns, Héctor, já é um homenzinho. Dei risada dele ao ver que era a primeira vez com uma mulher mais velha, e ele não acreditava que com a ferramenta que tinha não conseguia comer uma garota da idade dele. Talvez fosse tímido, ou talvez, ao verem a monstruosa pica dele, as moças recuassem. Comecei a pular em cima da pica enorme dele num ritmo acelerado, montava como uma puta safada, com as minhas nádegas batendo no corpo dele, fazendo uns sons eróticos demais: plaf, plaf, plaz. Eu só gemia, puxava os cabelos dele enquanto oferecia meus peitos redondinhos e empinados para Héctor, o sobrinho do meu marido Pablo, pra ele chupar, e também sufocava ele com essas duas tetas, apertando a cabeça dele contra mim.Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1Lourdes - se quiser, pode me dar umas palmadas na minha bunda, falei com a voz trêmula de tanto cavalgar nele. Héctor, você não me ouviu, né? Me dá umas porras de palmadas, me trata como a puta que eu sou, isso me excita ainda mais, coração. A primeira palmada que ele me deu foi devagar e com medo de me machucar. Lourdes - mais forte, me dá mais forte, coração. Já tava perdida no prazer, queria que me dominassem como o Franco fazia, ele sim me tratava como uma puta de verdade, com aquela rola jovem e deliciosa que me fazia falta há tanto tempo, desde aquela festa que o Franco me deu com meus dois amantes. A segunda palmada foi ainda melhor e aos poucos os sons eram plaf, plaf, plaz da minha bunda batendo nele e plaz, plaf, plaz, soava enquanto eu levava palmada na minha bunda. O Héctor já tinha se soltado, me batia com vontade, eu continuava montando num ritmo mais acelerado, louca por aquela rola que entrava e saía da minha buceta, abrindo minha buceta apertada. Eu já gritava antes de gemer, era uma puta no cio. Deus, esse menino tá me comendo gostoso demais. Depois de uns 20 minutos de uma boa cavalgada na rola enorme dele, o Héctor gozou dentro da minha buceta, me enchendo com o leite grosso e gostoso dele. Eu fiquei sentada com a rola dele já murcha dentro de mim, enquanto o sêmen escorria pelas pernas dele. A gente começou a se beijar fogosamente, com puxões de cabelo e tapas na cara, ele apertava meu pescoço com muita paixão. Ficamos assim, com essa violência entre nós, por mais uns dois minutos, até a rola dele ficar mais murcha que o normal, a ponto de sair sozinha da minha buceta. Eu me levantei na frente dele, colocando minha buceta na cara dele pra ele lamber o próprio leite que escorria pelas minhas pernas. Chupa os teus próprios filhos, falei rindo enquanto apertava a cabeça dele na minha pélvis. Já toda cansada e ofegante, sentei do lado dele enquanto o beijava, ele apertava meus peitos com força e mordeu meu lábio, puxando ele pra perto. Eu gostei muito, Lourdes, ele falou no meu pescoço. enquanto ele me beijava, eu comecei a brincar com minhas mãos no pau mole dele, e quando percebi que ele tava ficando cada vez mais duro de novo, o boner dele tava no ponto com aquela ferramenta.Anal
Sexo anal
vadia
milfMas, ao ver a hora no celular, ainda tínhamos tempo demais. Falei: "Vamos lavar essa bagunça que a gente fez, coração", e fomos pro banheiro. Já que estamos aqui e ainda dá tempo do meu filho Valentim chegar da escola, a gente pode tomar banho junto, o que você acha, coração? Fui me dirigindo ao banheiro enquanto ele enfiava um dedo no meu cu por trás. Eu tirava a mão dele, mas ele continuava tentando me dedar no ânus. Eu fazia cara de enjoada, porque sabia que por ali ia doer demais — já que, no fim das contas, o Franco, meu enteado, já tinha me penetrado uma vez e doeu tanto que fiquei quase uma semana sem conseguir sentar direito, de tão fudida que aquele enteado pervertido me deixou.

Quando cheguei no banheiro, me ajoelhei na frente dele e, sentada no vaso, comecei a masturbá-lo. Coloquei o pau dele de novo na minha boca, ainda meio mole, e comecei a sentir ele endurecer na minha boca. Comecei a chupar de novo no banheiro, metendo e tirando com agressividade, enquanto ele me puxava pela cabeça, apertando meu rosto contra o corpo dele, me forçando a fazer um garganta profunda. Eu engasgava e ficava sem ar, mas ele continuava rápido, como se estivesse me fodendo pela boca, com o pau entrando e saindo. Eu me engasgava com aquele pedaço de carne que já tava na maior ereção. Ele começou a gemer forte e gozou de novo — não sei se era o terceiro orgasmo dele naquela manhã — enchendo minha boca com aquele esperma quente e grosso. E acabou o dia pra nós dois.

Eu imaginava que ele ia continuar tentando me forçar a abrir meu cu fechado, mas como ele percebeu que eu me esquivava e fazia cara de enjoada, sem tocar no assunto, ele parou de me passar a mão. E, assim como o Héctor, sobrinho do meu marido Pablo, me prometeu, ele automaticamente apagou os vídeos e as fotos na minha frente. Depois de tomar banho comigo, ele se trocou. Eu vi que já era hora do meu filho Valentim chegar da escola com minha empregada Mary. Quando ele se despediu de mim na Na porta da minha casa, a gente se deu um baita beijo de língua, enquanto ele apertava minha bunda e levantava a toalha que eu tava usando. Ele começou a abrir minhas nádegas com as mãos, brincando com minha raba, e nós dois não queríamos desgrudar os lábios. Até que eu me afastei dele, falando: "Já é tarde, amor". Ele me deu um tapa forte na bunda e disse: "Na próxima, essa bunda linda vai ser minha". "Na próxima", eu falei com um sorriso no rosto. "Não acredito nisso", respondi, e ele foi embora feliz pelo que aconteceu a manhã toda com a esposa do tio dele. E eu, assim que o sobrinho do meu marido Pablo foi embora da minha casa, me deitei no meu quarto, completamente satisfeita depois de muito tempo. Mas ao pensar que Héctor não me mandou nada, nem uma mensagem, nem perguntou como eu tava, os dias começaram a virar um inferno. Saber que ele tava a poucas quadras da minha casa, enquanto eu era mal atendida no sexo que meu marido fazia, me deixava com muito tesão e uma puta vontade de ser bem comida. Eu tava numa fase em que me sentia gostosa e fogosa, e meu marido não me satisfazia. Já era mais um dia sem receber um orgasmo, tava sozinha e prestes a pegar meus brinquedos de silicone e meu sugador de clitóris. Falei: "Foda-se isso", e mandei uma mensagem no WhatsApp pro Héctor.madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadiaVem rápido, tô toda molhada e preciso de você, ou talvez precise dessa pica linda que você tem, meu querido sobrinho Héctor. Ele não demorou pra me responder: "Já tô indo correndo, minha querida Tia Lourdes". Quando chegou em casa, tocou a campainha. Eu fui com uma camisola transparente que deixava os meus bicos aparecendo, durinhos de tanto me excitar sozinha. Abri a porta sabendo que era ele. Quando fiz ele entrar, peguei na mão dele na hora e levei ele até o sofá. Não demorei nada pra tirar a camisola.milf
madrastame ajoelhando de quatro no sofá, empinando bem a raba e com as duas mãos me abrindo pra ele não ter trabalho de penetrar meu cu, exatamente como ele mandou na despedida da última vez que vi o sobrinho do meu marido Pablo. Ele automaticamente baixou as calças, tirando aquela pica linda com a cabeça já bem dura, começou a brincar com meu cu com os dedos grossos cheios da própria saliva, e parecia que era a pica meia-boca do meu marido Pablo. Ele começou a dedilhar, enfiando até três dedos enquanto eu mordia o sofá pra não começar a gemer igual uma puta, e senti um alívio.O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo analAo tirar os dedos do meu cu, ele começa a esfregar o pau na minha buceta molhada dos meus fluidos vaginais. E quando sinto ele colocar a cabeça grossa do belo pau dele na entrada do meu cu, já bem dilatado pelos dedos grossos e compridos dele, com um único empurrão — segurando minha cintura com uma mão e com a outra puxando meu cabelo — a cabeça entrou. Enquanto eu soltava um grito de dor e prazer ao mesmo tempo, ele começou a me comer com fúria, puxando meus cabelos. Me agarrou pela cintura com as duas mãos e me montou como um garanhão, rápido, entrando e saindo com o pau até a metade do meu cu. Eu gemia cada vez mais forte, quase gritando para ele parar, que estava me machucando, e eu continuava gemendo como uma puta no cio. Mordia uma almofada do sofá para não gritar tanto, e ele, com tanta investida, estava prestes a ter o primeiro orgasmo da manhã.vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1Lourdes - com uma voz quase como se estivesse chorando, pedia: "bate na minha bunda e fala que sou sua puta... aaaaaaah mmmmmm deeeus siiiiiii papaiiiii continua não paraaaa."
Héctor - começou a dar tapas com força na minha bunda, nas duas nádegas, por um bom tempo, enquanto falava num tom bem rude e violento, me enforcando com a mão no pescoço e dizia: "você é minha puta favorita da família, tia Lourdes."
Lourdes - sim, papai, sou sua puta... me come, me come mais e mais forte, que eu tô gostando de ser sua submissa.Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1Parece que ganhou mais coragem porque começou a falar cada vez mais alto, e eu respondia que sim, que era a putinha dele. Mas ele começou a me chamar de raposa, vadia, infiel, dizendo: "Que puta de rabo você se tornou, tia". Isso me excitou ainda mais, fazendo eu tomar a iniciativa. Comecei a ter um orgasmo enquanto ele me comia o cu como um animal, e quanto mais me insultava, mais eu gozava. Ele começou a levantar minhas perninhas enquanto continuava me penetrando com violência, me dando tapas na bunda que já estava vermelha, até roxa, com hematomas da violência dele no meu corpo. É isso que mais me excita: ser tratada como uma puta incestuosa.

A partir daí, minha rotina diária mudou completamente. Quando ficava sozinha em casa, enquanto meu marido Pablo trabalhava e meu filho Valentin estava na escola, eu virava a putinha do meu jovem sobrinho do Pablo. E até meu marido Pablo estava percebendo minha mudança de humor em relação a ele — eu nem tocava mais nele na cama. Minha forma de vestir sempre foi a mesma, mas comecei a me vestir de forma mais provocante e sexy ao mesmo tempo. Tinha um brilho especial nos meus olhos de tanta festa que a gente fazia, quase todos os dias, mais de cem horas ou mais de sexo e puros orgasmos.Anal
Sexo analHéctor começou a ficar mais confiante comigo e um dia, sem avisar, me comeu pelo cu até arrebentar. Saiu sangue do lado do ânus e aquilo já não tava mais me agradando. Ele já me estuprava, nem falava nada, só chegava na minha casa sabendo que eu tava sozinha, me forçava e me amarrava na minha própria cama, onde eu dormia com meu marido Pablo. Nem me perguntava quando me comia pelo cu, que já tava todo arrebentado por causa do tamanho da pica dele. E quando eu falei que pelo cu não dava, que tava machucado e que eu quase não conseguia nem sentar de tanta dor, ele respondeu puto que eu era a putinha dele e que, se ele quisesse me penetrar pelo cu o dia inteiro, ele ia fazer. E foi isso que ele fez o dia todo: me estuprou pelo meu cu machucado e arrebentado. Já não fechava mais de tanto dar o cu, e eu já pertencia ao Héctor, minha buceta toda arrebentada de tanto anal o dia inteiro.vadia
milf
madrastaEle começou a notar que eu tava evitando ele e não dava mais a buceta, e começou a me forçar de novo, a me bater, a me maltratar, até me dava cintada na bunda enquanto eu tava amarrada de bruços na mesa da sala de jantar. E com o passar dos dias, ele foi ficando muito mais dominante, até o ponto em que me fez implorar pra ele arrebentar meu cu com um desodorante enquanto continuava me comendo na buceta. Isso me deixou a mil, eu era a putinha dele e ele adorava. E eu, quando via o pau dele, virava uma submissa idiota que fazia tudo que ele mandava. Já tinha chegado num ponto em que eu só dependia dele, precisava do corpo dele, do pau dele, do esperma dele, dos insultos dele, das humilhações dele. E quando passavam dois ou três dias sem ele me tocar, eu ficava com uma ansiedade danada e implorava em silêncio pra ele vir e me comer do jeito que ele mais gostava. Às vezes eu mandava fotos sexy e mensagens pedindo, por favor, pra ele vir e me comer como uma puta infiel. E muitas vezes ele me desprezava só pra me mostrar quem tinha o poder e o controle, e isso me deixava ainda mais louca e me fazia desejar ele cada vez mais.O fim da minha madrasta Lourdes 1
Anal
Sexo anal
vadia
milf
madrastaUma tarde, depois que ele me comeu como sempre, mas dessa vez gozou nos meus peitos porque disse que assim ia me marcar como a putinha dele. Ele tava sentado no sofá quando me falou isso.O fim da minha madrasta Lourdes 1
AnalHéctor – Eu conversei com meu primo Franco, o filho corno do seu marido, meu tio Pablo, e também com uns amigos conhecidos. Além disso, você nunca me contou que meu primo Franco, seu enteado, também te comeu igual uma puta – fiquei sabendo agora. Então você é a puta do seu enteado também, sua puta de merda. Enquanto ele me dava tapas na cara, eu, com lágrimas nos olhos, disse: "Foi só uma vez, e eu adorei transar com ele também, assim como adoro quando você me come, meu amor.Sexo anal
vadiaAh, e por sinal, meus amigos tão doidos por você também. Mostrei uma foto sua quando tava fazendo a booty, e eles falaram que você é muito gostosa. Fiquei pálida quando ouvi ele falar desse jeito pros amigos, e ainda foi capaz de contar pro Franco, meu enteado, que ele tava me comendo escondido do tio dele, que era o pai do Franco. Falei: "Você é louco, como você se atreve a contar isso? Era uma coisa íntima só nossa.milf
madrasta
O fim da minha madrasta Lourdes 1Héctor - Cala a boca, puta! Já falei pra eles que se quiserem te comer, não precisam nem me perguntar, e que você ia adorar dar pra eles.
Lourdes - Mas o quê?! Você ficou maluco?! Isso é quase como se você estivesse me prostituindo!
Héctor - Exato, Lourdes, porque é isso que as putas fazem, não é? E você é uma puta, digo, minha puta, e vai fazer tudo que eu mandar. Entendeu, puta?

0 comentários - O fim da minha madrasta Lourdes 1