día duro en la oficina

São 19h30 da noite. Todo mundo já foi embora do escritório. Quase não tem mais ninguém por lá. Na verdade, só restamos eu e a Nuria.
Nuria…, sempre a Nuria, com aquele corpo de uma garota de 26 anos. Cabelo castanho até os ombros, olhos verdes, com seus 1,60 de altura sempre elevados por uns saltos que, sem serem exagerados, emagrecem ainda mais as pernas já naturalmente finas dela. Os peitos dela.

Nuria sempre sorri. Mesmo quando eu olho descaradamente pra ela, mesmo quando, como hoje à tarde, fixo meus olhos nela muito mais do que o normal e do que é decente. Eu devoro ela com o olhar, a consumo na minha mente. E ela…, ela se deixa olhar.

Ela é divorciada, eu sou casado. Nunca rolou nada entre a gente, embora eu nunca tenha perdido a esperança de que rolasse, ou melhor, de tê-la: de tê-la nas minhas mãos, de poder acariciar o corpo dela, de poder sentir os peitos dela tremendo com as investidas do meu pau na buceta suculenta dela.

Hoje ela tá especialmente gostosa, ou eu tô especialmente com tesão. Não sei bem por quê, mas hoje ela me atrai mais do que de costume, e ela percebe. Não fala nada, mas percebe.día duro en la oficinaSó falta a gente imprimir uns extratos de conta de dois clientes, e aí a gente termina o expediente. Pra qualquer pessoa normal, isso seria uma notícia boa. Pra mim, significa ficar longe dessa deusa do desejo e da luxúria.

Nuria passa na minha frente, vai até a impressora pegar os últimos documentos que mandou imprimir. Mas quem tá impressionado sou eu, babando enquanto fico admirando a bunda magnífica dela: redonda, levemente volumosa, protegida por aqueles quadris que eu vejo como os mais gostosos do mundo, onde eu queria me agarrar até perder o juízo e a noção de tudo. Olho pra ela sem conseguir evitar, enquanto meu pau, também sem conseguir evitar, endurece e fica duro dentro da minha calça.

Hoje ela tá de blusa transparente, sutiã preto, saia e salto alto preto, bem justinhos. São uma segunda pele. Não consigo perceber o menor sinal da calcinha dela, exceto pelo sutiã. Acho que deve ser uma fio-dental minúscula, também preta, pra ninguém encontrar o que eu tava procurando: o rastro dela, a marca dela.sexoAgora sou eu quem dá a ordem de impressão de outros documentos. Chega a hora de terminar, muito a meu pesar. De novo gozei me masturbando em casa, debaixo da água morna do chuveiro, imaginando a boca macia e doce da Nuria, imaginando suas mãos quentes e ternas, imaginando seus mamilos na minha boca... minha pica na buceta dela.

Chego na impressora antes que ela tenha se afastado dela. Por um momento pensei que ela estava me esperando. Mas não pode ser, pra que ela faria isso?

Espero a máquina terminar de cuspir as 17 páginas do documento que mandei imprimir, Nuria não diz nada e se abaixa ao meu lado. Me viro quando sinto o corpo dela se curvar, ela fez isso de forma sensual, suave, como se estivesse me convidando pra algo mais do que olhar suas formas deliciosas.

Me sinto tão atraído por ela, pelas curvas dela, pela sensualidade dela e pelo aroma suave do perfume misturado com o cheiro do próprio corpo, que me encosto nela. Encosto minha pica dura e ereta na bunda dela, se encaixando com harmonia e simplicidade no vale que a legging desenha entre as nádegas dela.

Uma onda de medo me percorre. Nuria vai se afastar, vai falar alguma merda e vazar dali, ofendida e irritada. Mas nada disso acontece, ela cola o corpo mais no meu, sinto o calor do corpo dela na minha pica, mesmo com os dois vestidos.vadiaNão preciso de mais sinais, sei o suficiente, e sei o que vou fazer.
Empurro minha colega contra a copiadora, tão quente quanto nós dois, cuspindo páginas pela fenda, fazendo ela se levantar de novo, e esfrego com força meu pau, cada vez mais duro e mais quente, na bunda da Nuria.

Uma primeira onda de prazer indescritível toma conta de mim. Já não consigo pensar em nada, me comporto como uma máquina, como um ser projetado para dar e receber prazer.
Agarro com as duas mãos a saia da Nuria e puxo com força, até deixá-la na altura dos joelhos. A calcinha fio-dental, a minúscula calcinha fio-dental preta e a meia-calça ainda estão no lugar, mas não vão impedir o que tem que acontecer.

Imediatamente, desabotoo e me livro da minha calça e da minha cueca. Ambas caem juntas no chão, onde me desfaço delas com os pés, sem que a Nuria tenha parado um só instante de rebolinar o corpo, de mexer a bunda, de me oferecer seus buracos.

Com uma das mãos, afasto a tira fina da calcinha fio-dental dos seus dois buracos: a bunda e a buceta. Ela está encharcada, quente e pulsante. Direciono meu pau, cada vez mais duro, mais grosso e mais comprido, para a entrada da buceta dela. Deixo ali por uns instantes, quero sentir a umidade no meu cabo, e quero que ela sinta meu cabo queimando na buceta molhada dela.

Em seguida, segurando minha colega pelos quadris, deslizo meu pau dentro da buceta dela, empalando ela por completo, afundando nas entranhas dela até o fundo, numa só estocada, sem aplicar muita força, mas sem parar, provocando um primeiro gemido de prazer.

A buceta dela arde, queima meu pau. Meu pau agradece, sentindo a necessidade ansiosa de foder aquela maravilha de buceta.mediasA buceta dela arde, queima meu pau. Meu pau agradece, sentindo a necessidade ansiosa de foder aquela maravilha de buceta.

Começo a me mover dentro dela. Tirando e metendo o pau quase por completo, repetindo a penetração uma e outra vez, em todo o percurso, enquanto minhas mãos se agarram, uma nos peitos, e a outra no cabelo dela, puxando ela contra mim, pra facilitar a penetração.

- Me fode, filho da puta – ela diz
- É o que vou fazer. Vou te foder de uma vez, sua puta – eu respondo.

Aumento o ritmo, fico mais rápido, mais intenso, mais forte. Ao mesmo tempo, consigo virar o rosto dela pra beijar com raiva os lábios dela. São mais doces do que eu jamais imaginei.

Enquanto fodo sem parar a buceta quente e molhada dela, percebo que uma das mãos dela tá massageando e estimulando o próprio clitóris. Os gemidos dela são constantes, o tesão não para de aumentar, e minhas bolas começam a inchar, enchendo de porra.

Minhas estocadas são cada vez mais fortes, cada vez enterro mais meu pau na buceta dela, fazendo minhas bolas baterem na bunda de mulher madura, de corpo irresistível.

É meu sonho realizado. É o momento em que todas as punhetas, toda a porra derramada, todos os tesões que tive que esconder, vão explodir.oficina de trabalhoAs consequências das minhas investidas e da própria estimulação fazem Nuria gozar. Ela goza entre gemidos constantes de prazer, cada vez mais potentes e seguidos, até terminar num som longo e gutural que sai do fundo da garganta dela, enquanto da buceta dela jorra uma fonte de fluidos que molham e encharcam a buceta dela e a minha.día duro en la oficinaAgora vou eu. Como ela sem piedade, sem delicadeza. Com força, com brutalidade, com intensidade. Como ela até o fundo, metendo como nunca fiz, mostrando toda a paixão e toda a vontade que ela despertou em mim.
Minhas bolas doem, resultado da pressão que a buceta dela está fazendo.sexoMeu pau não aguenta mais e, enquanto bato com força na bunda dela, marcando meus dedos na pele branca, um jorro potente e abundante do meu néctar sacode as entranhas dela, se misturando com os próprios fluidos dela. Continuo metendo várias vezes mais, enquanto outros tantos jorros, menos potentes, mas igualmente intensos, se derramam lá dentro.vadiaUm minuto depois, com a pica ainda dura, o pulso acelerado e a testa brilhando de suor, saio de dentro dela.

Nuria se vira, sorri ao me olhar e me dá a boca dela, me beijando do jeito mais sensual e provocante que ninguém nunca tinha feito.mediasDe repente, um som estridente e quase insuportável enche o ambiente, carregado de cheiro de sexo e prazer.oficina de trabalho

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