
Leitura: 7 min. Anteriormente: Ela manda os sobrinhos se refrescarem na piscina enquanto continua extasiada, com o coração batendo forte pelo momento quente. Tira uma selfie para registrar como ficou cheia da porra dos sobrinhos e morde o lábio inferior tentando conter o fogo que sente por dentro.

Ela se levanta e caminha rebolando até a piscina.

Seus sobrinos a observam como tubarões esperando a presa cair na água. Eles percorrem o corpo da tia com o olhar, e ela decide dar mais um passo até a borda da piscina. Enquanto seus peitos balançam, ela se vira e se agacha, colocando os dedos nas tirinhas do seu thong vermelho molhado.

Ela desliza lentamente, sem olhar para os sobrinhos, sabendo que sua bunda, suas nádegas e o sulco que as separa são objetos de desejo para eles. Ela fica excitada ao imaginar que aqueles paus estão ficando duros de novo por causa dela. Cada centímetro que a calcinha fio-dental vai saindo do meio da sua bunda é uma eternidade de prazer para os sobrinhos. Quando está puxando o tecido fino da sua buceta, ouve-se o barulho da porta da frente tentando abrir. Apesar dos 40 graus de calor, um calafrio percorre a espinha de Micaela, que rapidamente puxa a calcinha para cima e corre para dentro de casa, agarrando o top que não havia usado. Desesperada, ela tenta colocá-lo olhando para trás, como se implorasse para que os sobrinhos entendessem a dica de que precisavam se vestir. Os sobrinhos, por sua vez, procuram seus shorts para cobrir a nudez, assim como a tia. Finalmente, ouve-se a chave cair no chão – a chave que, por sorte, os sobrinhos haviam deixado na fechadura. Esse detalhe deu aqueles segundos cruciais para salvar a situação. O marido voltou de surpresa e abre a porta, encontrando uma Micaela pálida. Ela o recebe com um sorriso nervoso, olha de lado para verificar se os sobrinhos estão vestidos. Inconscientemente, não cumprimenta o marido, e suas mãos tentam cobrir a vulva e os seios, como se estivesse nua. “Amor, queria te dar uma surpresa, não vai me cumprimentar?”, disse o marido, que já ostentava uma pequiga barriga e sinais de uma calvície incipiente. “Desculpa, amor, é que me assustei”, Micaela se desculpa, dando-lhe um beijinho rápido e um abraço morno. Ela não teve tempo de limpar os restos de porra dos sobrinhos do seu rosto, cabelo e peito. Eles haviam se misturado com o suor e perdido a cor esbranquiçada. O top estava seco, muito seco, contrastando com o resto do corpo suado e, principalmente, com a minúscula calcinha fio-dental vermelha, que estava encharcada e um pouco deslocada. O marido a olha de cima a baixo como... tentando entender o que havia acontecido com sua amada esposa. "Eu sou nojenta, eu sei, desculpa" reage rapidamente Micaela, enquanto pega sua mão para que ele entre. Seu marido, ao entrar, vê seus sobrinos já dentro de casa, molhados, com seus shorts marcando volumes proeminentes. Eles se cumprimentam e conversam sobre a mãe deles, que havia ficado em casa, e sobre o cansaço da viagem com tanto calor. Após se atualizarem brevemente, o marido diz que vai se trocar no quarto para também aproveitar a piscina. Micaela o acompanha, olhando para seus sobrinos com terror, como se estivesse prestes a ser descoberta na perversão que havia cometido com eles. Dentro do quarto, o marido se despe e diz: "Amor, acho que não dá pra você ficar de fio dental entrando na piscina com os sobrinhos, pode provocá-los, viu como estavam com os pacotes?" Micaela responde que, por usar tanto o maiô, não deu tempo de lavar e teve que usar um fio dental porque o calor era insuportável. "Mesmo assim, me esquentou um pouco te ver assim toda suada, parecia bem putinha, hehe" responde o marido, achando que a estava elogiando. "O que acha de nos tocarmos um pouco enquanto os sobrinhos se divertem na piscina?" Propõe o marido de forma retórica, não esperando um não como resposta. Ele se joga sobre Micaela e a beija enquanto a prende com seus braços. A porta ficou entreaberta, Micaela tenta deter seu marido invocando o pudor, mas sem sucesso. O marido chegou com tesão, e não só por causa do calor do ambiente. Ele mete sua língua quente na boca de sua esposa e, com uma mão, puxa de uma vez o fio dental vermelho que já estava encharcado de suor e fluidos. "Ah, você está bem molhadinha, parece que sentiu minha falta" diz seu marido de forma bestial. Ele mete dois dedos na buceta de sua esposa enquanto beija seu pescoço e seios. Em um momento, ele para e levanta a cabeça. Provou algo com sua boca que tem um gosto peculiar, não é só suor. Micaela teme que ele perceba que o que provou é o sêmen de seus sobrinhos e perceba o que fez. E antes que consiga conectar dois neurônios, ela pega com a mão o minúsculo membro do marido para masturbá-lo. Esse detalhe faz o marido se perder e fechar os olhos enquanto aproveita como seus escassos centímetros flácidos tentam ganhar vigor com o toque da esposa. "Abaixa e come ela, com certeza tava com saudades" diz o marido de forma vulgar. Ela sabe que não pode recusar, ao se abaixar lentamente sua nariz bate na barriga pálida, peluda e proeminente do marido. Ao chegar perto do pequeno membro do marido sente uma mistura de cheiros: mijo, restos de sêmen de masturbações e pouca higiene. Fecha os olhos com força e enfia na boca o minúsculo pênis do marido, sente ânsia de vômito e demonstra isso.

Tá se engasgando, gulosa, hein?" diz o marido com uma voz mais rouca. Micaela tenta não respirar, mas quando o faz sente nojo. Um novo engasgo com tosse faz com que saia de sua boca o que ela estava chupando. Para evitar que o marido se ofenda, ela vai em direção à cama mostrando a bunda bem suada.

O marido a agarra pelo braço e a gira para uma pose clássica, a do missionário. Ele sobe sobre a esposa e, sem nenhuma preliminar, tenta enfiar seu pênis, que não está totalmente duro. É difícil para ele, e para ela também, porque ela já secou toda a excitação que havia conseguido com seus sobrinhos na piscina. Micaela desvia o olhar para a porta aberta, consegue sentir seus sobrinos ali, ouvindo todo o espetáculo. Tenta frear o marido, pede para ele não fazer barulho. Passam-se uns longuíssimos 30 segundos quando se ouve o bufado final do marido, ele goza dentro da esposa e sai imediatamente, deitando-se ao lado dela. Respira ofegante, suado, tem dificuldade para recuperar o fôlego e tenta secar o suor do rosto com a mão. Olha para a esposa com ternura e sorri, enquanto vai fechando os olhos sem querer, adormecendo. Micaela levanta-se da cama. Quase não sentiu nada da ejaculação do marido, muito pouco da fricção e, com tão pouco tempo, nem sequer conseguiu se estimular imaginando que estava com outro, ou com outros… Vai em busca de um roupão, depois sai do quarto e vê seus sobrinos no sofá, sentados com os celulares na mão e fones de ouvido. Eles trocam olhares nervosos, ela sabe que ouviram e viram, eles sabem que a tia sabe, mas fingem que não aconteceu nada. “Vocês têm que ir embora”, diz Micaela em voz baixa, implorando. Os sobrinos se levantam e a cercam, a olham como se ela estivesse nua, mas ela está coberta com um grande roupão branco de banho. Ambos continuam vestidos apenas com as bermudas de banho, Marcos fica de frente para ela, bem perto. Micaela olha nos olhos dele como se pedisse piedade. Marcos coloca o dedo nos lábios de Micaela, indicando que ela fique quieta. Ela abre um pouco os lábios, permitindo que o sobrino brinque um pouco com eles. Mas ele não para, continua descendo um pouco mais pelo queixo, pelo pescoço e abre o roupão por cima, tentando decotar a peça. Micaela balança a cabeça dizendo “não”, e nesse momento Agustín, por trás Ele se aproxima tanto que ela sente seu hálito na nuca e suas mãos em seus quadris. Marcos continua abrindo o roupão de cima para baixo até chegar ao decote tão desejado. Ali pode apreciar como o peito de sua tia se infla de excitação - Micaela agora tenta se conter, mas não consegue, a insatisfação que o marido lhe causou agora virou fogo. Agustín, por trás, desliza as mãos para dentro da dobra do roupão, tentando abrir por baixo o que seu irmão está abrindo por cima. "Nnnn" balbucia Micaela, movendo a cabeça muito pouco como se tentasse registrar que estava resistindo. Agustín se apoia totalmente por trás, fazendo-a sentir a dureza e o tamanho de seu membro ereto. Micaela vira a cabeça para olhá-lo enquanto morde o lábio inconscientemente. Marcos lançou um ataque, levando a mão por dentro do roupão até alcançar os seios nus de sua tia. Agora Micaela volta a olhar para Marcos - está cercada, tenta detê-los com o olhar, mas quando vai por um, o outro realiza outra ação. Agustín puxou o roupão, mostrando as pernas de sua tia, e o levou ao extremo de deixar seus quadris nus, finalmente conseguindo puxá-lo com força até que só restasse o roupão preso por um cinto minúsculo, porque agora a barriga e a buceta de sua tia estavam expostas.

Micaela olha para baixo e vê que sua nudez agora está exposta aos sobrinhos. O roupão, de forma hipócrita, cobre apenas um braço, um antebraço e as costas. Os mamilos da tia ficam eretos com o toque dos dedos jovens do sobrino. Lá embaixo, ela sente novamente a lubrificação na vulva, pois outro par de mãos brinca em seus quadris desnudos. Por trás, Agustín desliza as mãos por baixo do roupão e sobe acariciando as pernas da tia. Micaela olha para baixo, alternando entre o rosto doce do sobrino e as mãos que tocam a pele de suas coxas. Marcos abaixou o shorts sem pedir permissão. O membro enorme está brilhante, duro e pronto para ser satisfeito por uma mulher madura. Ela fica séria, assustada porque sabe que o marido está a poucos metros, dormindo. Coloca as mãos no peito e no braço de Marcos, balançando a cabeça em negação, seus olhos grandes gritando o que a voz não pode. Enquanto isso, as mãos de Agustín já subiram até as nádegas e os lábios da tia. "Aaaa" escapa da boca de Micaela em tom abafado, seguido por um "mmmpff" ao cerrar os lábios com força. A roupa de Agustín também caiu no chão, ao lado dos pés da tia. Isso faz com que ela olhe para baixo e perceba que, tanto por trás quanto pela frente, estava sendo assediada e ameaçada por dois membros que superam os 20 centímetros. Marcos pega sua mão e Agustín a guia por trás. Marcos se senta na poltrona e a convida a sentar sobre ele, com uma perna de cada lado. Na dúvida, Agustín empurra por trás e Micaela obedece. Coloca uma perna de cada lado e se aproxima trêmula do físico definido do sobrino. Pousa as mãos no peito dele, como tentando marcar distância, mas seus quadris avançam como desafiando o "dever ser". Enquanto hesita, sente o membro quente de Agustín se acomodando entre suas nádegas. Não esperava por isso, pois ainda estava avaliando como escapar de Marcos.

Sinta o calor daquele pau duro e enorme, ela fica excitada ao saber que ele cobre toda a sua fenda anal e tenta abrir caminho entre as nádegas. As mãos de Marcos tocam novamente os peitos de sua tia, agora o roupão cai pelos lados e deixa seus seios expostos, o nó do cinto permanece firme, impedindo que a peça hipócrita que só cobre a cintura e a parte inferior das costas se solte. Ela se aproxima mais de Marcos, vendo como aquele membro enorme já roça seus lábios inchados e úmidos. Suas mãos tremem, sua respiração está ofegante e, após olhar para o sobrinho nos olhos, ela diz: "não, não, por favor". Imediatamente depois, ela se deixa cair lentamente, sentindo a cabeça enorme daquele pênis abrindo sua boceta. "Aaaah" — escapa dela, e ela tampa a boca. Ela continua descendo, engolindo cada centímetro do falo enorme do sobrinho, e sua mão vai para trás para tocar o abdômen de Agustín.

Nesse movimento, ela toca o pau dele e perde o controle, se deixa cair completamente e também aperta com força o falo do Agustín, que por trás também estava esperando a sua vez. Agustín segura seu queixo e obriga ela a virar o rosto para enfiar sua língua dentro da boca da tia. “mmfff” se escuta da parte da Micaela. E parece que agora ela não vai conseguir sair dessa situação. (Este relato pertence a hectornieto em Cuento Relatos)
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