Meu melhor amigo Roberto era um cara fora do comum. Desde muito novo, ele se dedicou ao mercado imobiliário. O pai dele tinha deixado 10 apartamentos para alugar e 3 lojas. Com as manobras de compra, venda e aluguel, em alguns anos ele já tinha 15 apartamentos e 5 lojas. Com isso, ele tirava grana suficiente pra ser um vagabundo a vida inteira, mas continuava investindo: fundos, pagando prestações de outros apartamentos e ações. Ele era simplesmente foda pra negócios, muito boa pessoa, atlético, com um físico de dar inveja, muito gato e também inteligente. Mas, acima de tudo, era super simpático e gentil. Era o mais próximo da perfeição, sempre disposto a ajudar todo mundo, fazia doações pra cozinhas comunitárias, hospitais e gente com doenças complicadas. Era bonzinho demais.
A gente era amigo há muito tempo, na verdade, melhores amigos. Eu sou a única pessoa pra quem ele conta as coisas. E com toda essa descrição que fiz dele, eu realmente não conseguia acreditar quando ele se apaixonou pela Valéria. Sinceramente, nunca entendi. Ela é muito bonita, tem um corpaço de dar gosto, mas é literalmente um lixo de pessoa. Nunca tratou ele bem. Desde que estavam se conhecendo, ela dava ghosting nele. Nunca se interessou por ele, só ligava pro dinheiro dele. Mas lá estava o Roberto, apaixonado por ela, uma víbora em todos os sentidos. O pior foi quando começaram a namorar. Roberto vivia mal, mas continuava atrás dela. Não sei o que ela fez, parecia bruxaria, uma macumba com certeza. Ele reclamava, chorava, desabafava, mas no dia seguinte voltava pra ela. Não sei, nem dá pra dizer que ela chupava bem, porque essa loira nem satisfazia ele sexualmente. Ele vivia frustrado, me contava como ela sempre dizia não, não dava pra ele e, pra piorar, não deixava ele explorar nenhum fetiche. Mal e mal transavam um pouco e pronto. Era literalmente a coisa mais chata que já ouvi na vida, ainda mais tendo tanta mina por aí que... Morriam porque ele dava atenção pra elas, mas o pior de tudo era a inveja que eu sentia da Valéria. Ela não só não merecia meu amigo, como vivia cheia de luxos: passeava no Mercedes dele todo dia, ele levava ela pra comer em restaurantes caros, comprava flores, roupas, maquiagem, sapatos, chocolates, presentes, e por aí vai. E pra piorar, vivia viajando com ele, toda vez que podiam davam uma escapadinha: pra Mardel, pra Mendoza, pra Córdoba. Nas férias, ele levou ela pra conhecer a Europa! Viajaram pela França, Espanha, Alemanha, Portugal, Inglaterra e Itália!!!
Chegou uma hora que não aguentei mais e dei um jeito de resolver. Pelo meu amigo e pela inveja que sentia daquela sem-vergonha, fui numa bruxa contar sobre a macumba. Ela me disse que a Valéria tinha usado magia negra, e que era impossível desfazer aquilo sem usar o mesmo tipo de magia. Não tinha como tirar o encantamento, mas dava pra resolver, dava pra dar um jeito nos dois problemas. Ela me propôs uma troca: eu trocaria de corpo com a Valéria. Assim, eu poderia tratar melhor meu amigo e, de quebra, teria a vida dela. Não hesitei nem um segundo e aceitei o trato.
Acordei no corpo dela, eu era a Valéria, a magia negra tinha funcionado, agora finalmente podia tratar o Roberto como ele merecia e também podia pegar a vida da miserável da Valéria.
Depois que acordei, o Roberto chegou trazendo café da manhã na cama, com um sorriso gentil agradeci, ele ficou chocado, tocou minha testa e perguntou se eu estava bem, era estranho eu ser tão educada, mas só respondi que sim meio séria, tinha que disfarçar um pouco, não podia deixar ele perceber. Tentei agir o mais seca possível, mas de vez em quando escapava algo num tom amoroso, era muito difícil, ainda mais tendo o Roberto do lado e ainda por cima a voz da Valéria era literalmente angelical, não entendo como ela conseguia soar tão escrota.
Como de costume, saímos pra passear, ele comprou tudo que pedi, era realmente uma vida de mimalha total, embora o Roberto fosse meio grudento, vivia em cima de mim, querendo abraçar, beijar, apalpar, pegar e agarrar, mas eu não deixava, porque sabia que a Valéria não fazia isso, mas pra mim não incomodava.
Quando pedi pra ele comprar um livro edição especial que queria ler há muito tempo, ele disse sim na hora, mas que ia ter que ganhar algo em troca com um olhar bem sedutor enquanto me encarava, foi estranho, me senti meio assediada, era um lado do Roberto que não conhecia, mas bom, se ele ia me dar aquele livro, tava disposta a qualquer coisa, custava mais que toda minha roupa, literalmente.
Peguei no volume dele enquanto ele dirigia e falei fuck you, um prêmio, se você se comportar, mas ele nem esperou chegar em casa, abriu a braguilha e deixou o pau dele de fora, fiquei surpresa, mas não ia me deixar intimidar ali, então comecei a bater uma pra ele, mas ele me parou. "Isso vale pra você um livro etiqueta platina edição limitada?" Ele disse com voz debochada.
Não passou nem um segundo e eu me joguei na pica dele, nunca tinha chupado uma antes, mas não ia me intimidar ali, então comecei a mamar enquanto ele dirigia. Era estranho, excitante e ao mesmo tempo estranho, me sentia suja mas ao mesmo tempo com tesão, era uma puta muito safada.
Ruberto não hesitou nem um segundo e segurou minha cabeça, me fazendo descer cada vez mais, queria que eu engolisse inteira, enquanto soltava uns gemidos leves e dirigia com uma mão, algo muito sexy. Com muito esforço, engoli como pude, a pica dele não era muito grande, mas era minha primeira vez e ainda por cima garganta profunda.
Chegou um momento em que me engasguei e parei, comecei a tossir, ele me olhou de canto e soltou de novo: "Bom, pelo visto não vale tanto assim."
Então começou o segundo round. Subi em cima dele e comecei a rebolar, enquanto o beijava e entre um beijo e outro dizia que isso valia mais que um livro platina edição limitada, que depois disso ele teria que me levar na melhor viagem da minha vida, enquanto nos beijávamos e eu rebolava na pica dele. Eu não aguentava mais de tão puta, estava adorando, era o melhor sexo da minha vida, a pica dele entrando toda me fascinava.
Enquanto eu subia o top, deixando os peitos de fora, a resposta dele foi: "Vou te dar a melhor viagem do mundo." E continuou me comendo, mas só por um tempinho, porque já tava no limite. Percebi porque o pau dele pulsou e soltou toda a carga dentro de mim. Minha cara de surpresa disse tudo, mas ele ignorou. "Pra isso você toma as pílulas, né?" Eu tomava as pílulas? (Pensei) (Bom, acho que sim). Depois de gozar, ele começou a dar tapas na minha bunda e mexeu minha cintura com as mãos pra garantir que ficasse tudo dentro até a última gota. Ele adorava fazer creampie, disso eu já sabia, mas em cima do carro não esperava.
Roberto começou a desconfiar que tinha algo estranho, mas não falou nada. Deixou pra lá, porque queria ver qual era, o que ia rolar. Então, depois de comprar meu livro, chegamos em casa e ele já começou a planejar a viagem que íamos fazer. Naquela mesma noite, comprou as passagens e no dia seguinte a gente viajou.
Chegamos à noite na Disney, era uma viagem que sempre quis de verdade, então assim que chegamos ele já ia cobrar e eu tava disposta a dar, era meu agradecimento pra ele. Transar na varanda enquanto os outros andares podiam nos ouvir era algo que me excitava, me deixava com muito tesão, segurar os gemidos enquanto ele me comia. Roberto era muito bom de cama, tenho que admitir, ele sabe onde enfiar a pica, então me deixava gemendo enquanto a cidade inteira podia nos ver.
De novo, essa era uma atitude estranha, Roberto desconfiava que tinha algo errado. A Valéria que ele conhecia tava agindo diferente e fazendo coisas que normalmente não fazia, mas não tava desagradando ele, pelo contrário, ele tava muito feliz com essa Valéria, então não falou nada e continuou comendo ela.
A foda continuou lá dentro, Valéria recuou, sentia que estavam olhando pra ela, então quis sair da sacada, algo que Roberto não concordava, mas não disse nada, ainda mais quando Valéria ficou de quatro no chão pra começar a chupar ele, era estranho, Valéria nunca descia, ela chupar ele 2 vezes em 3 dias era suspeito, mas foi pra compensar ele, então vamos supor que ele acreditou, mesmo assim não disse nada, tava aproveitando a vista e a chupada.
Chupada que terminou gozando dentro da boca dela, e a putinha tava de quatro sorrindo enquanto abria a boquinha pra receber tudo bem dentro, sem desperdiçar nada. Enquanto engolia, falou: "Agora você vai ter que me compensar com o melhor tour turístico da minha vida", pra disfarçar a putaria que tinha feito.
Mas foi assim mesmo: no outro dia, Roberto levou ela pra conhecer os parques da Disney, comer e passear por lá, trocou o iPhone pelo modelo mais novo, comprou um iPad, os AirPods, roupa de marca e tudo que ela quisesse. Mas claro, não foi de graça.
Depois disso, Roberto se aproveitou da "generosidade" da Valéria e quis realizar uma das suas fantasias. Valéria já sabia bem do que se tratava, mas topou ajudar ele — erro grave, ela não fazia ideia onde estava se metendo. Roberto era um depravado sexual, ela sabia que ele tinha um apetite sexual enorme, mas não sabia o tamanho disso. O pobre do cu dela pagou o preço da ignorância. Mesmo assim, ela estava disposta, porque achava que a Valéria era uma sem graça e que era o mínimo que ela podia fazer depois de terem realizado todas as fantasias dela. Então não recuou, apertou os dentes e, entre lágrimas e gemidos, aguentou feito uma campeã a maior surra anal da vida dela. Meteram nela até não poder mais, literalmente arrebentaram o cuzinho dela, furaram bem fundo e com força, tanto que naquela noite ela dormiu de bruços porque não conseguia sentar, e no dia seguinte comeu em pé por causa da dor anal que ficou.
Foi aí que Roberto percebeu que essa não era a Valéria. Não tinha chance da Valéria que ele conhecia deixar comer o cu dela, mas ele ficou calado. Essa Valéria era ainda melhor, mais carinhosa e muito mais disposta a tudo. Ele ia acabar se aproveitando disso.
No dia seguinte, foram passear de iate pelos rios, coisa que só playboy faz, mas Roberto e seu apetite sexual não iam conseguir curtir um momento romântico. E Valéria, que já estava pegando gosto por transar como mulher, não ia dizer não pro ex-melhor amigo, agora namorado.
Então, no iate, os dois se pelaram e começaram a transar, mas Roberto não teve pena. Depois de comer o cu dela, ele queria provar de novo. Valéria não queria, ainda tava doendo, inchado e ardendo, mas ela ia satisfazer ele em tudo, porque pra ela ele era tudo. Então ela deixou, mas pediu pra ele ir devagar. Dessa vez foi assim: enquanto puxava o cabelo dela e a deixava de quatro, ele enfiou só a pontinha e, bem devagar, mais um pedaço. Dessa vez não foi até o fundo nem rápido, foi com amor, como se quisesse que ela fosse se acostumando a sempre entregar o cu e, de quebra, não sentir mais dor, porque ele também não queria machucar ela. Então, dessa vez, Valéria curtiu de verdade, tava gemendo igual uma puta no iate enquanto levava no cu.
Mas Roberto não era a pessoa excelente que Valéria pensava que era. Quando percebeu que ela tava disposta a satisfazer ele em tudo, ele se entregou. Percebeu que não era a sua Valéria, mas quem ia perder a chance de realizar todas as fantasias? Pois é, Roberto não.
Ele fez ela se vestir de coelhinha, ficou uma delícia, a loira era gostosa, ainda mais vestida de coelhinha da Playboy, era gostosa ao quadrado, gostosa pra caralho, e no meio disso tudo, Valéria se sentia uma puta submissa, realizando as fantasias dele, mas não sabia por que gostava, era estranho, mas não conseguia parar.
Naquela noite, ela experimentou o que é não conseguir se mexer na cama, enquanto estava amarrada, gemendo igual uma puta de bunda pra cima, à mercê do macho dela, com um pompom de coelho enfiado no cu enquanto levava pica, mas ela tava feliz, gemendo que nem uma vagabunda, parecia que tinha encontrado seu lugar, satisfazendo o antigo melhor amigo dela, porque a ex-namorada dele não merecia ele, mas ela sim.
Embora o fato de agradá-lo em tudo tenha ido longe demais, porque literalmente ela o agradava em tudo. Cada fantasia que Roberto tinha, ela realizava, adorava fazer isso e Roberto, que mostrou seu lado mais cruel, sendo meio egoísta, dominador e doente sexual, não perdoou nada. Fez ela chupar o pau dele toda vez que ele quis, enquanto colocava um cinto e a sufocava, ou uma correia e dava tapas nela enquanto ela só engolia o pau dele. Fazia ela engolir o esperma dele, também colocava na comida, como cereais ou bolachas, e até no café. E, bom, metia no cu dela quase toda noite, não deixou o cu dela descansar nunca mais. Essas eram as consequências de ser namorada dele, mas Valéria não parecia muito horrorizada, lá estava ela feliz engolindo a verdade do perfeito Roberto, porque a ex-namorada dele não merecia isso. Fim.
A gente era amigo há muito tempo, na verdade, melhores amigos. Eu sou a única pessoa pra quem ele conta as coisas. E com toda essa descrição que fiz dele, eu realmente não conseguia acreditar quando ele se apaixonou pela Valéria. Sinceramente, nunca entendi. Ela é muito bonita, tem um corpaço de dar gosto, mas é literalmente um lixo de pessoa. Nunca tratou ele bem. Desde que estavam se conhecendo, ela dava ghosting nele. Nunca se interessou por ele, só ligava pro dinheiro dele. Mas lá estava o Roberto, apaixonado por ela, uma víbora em todos os sentidos. O pior foi quando começaram a namorar. Roberto vivia mal, mas continuava atrás dela. Não sei o que ela fez, parecia bruxaria, uma macumba com certeza. Ele reclamava, chorava, desabafava, mas no dia seguinte voltava pra ela. Não sei, nem dá pra dizer que ela chupava bem, porque essa loira nem satisfazia ele sexualmente. Ele vivia frustrado, me contava como ela sempre dizia não, não dava pra ele e, pra piorar, não deixava ele explorar nenhum fetiche. Mal e mal transavam um pouco e pronto. Era literalmente a coisa mais chata que já ouvi na vida, ainda mais tendo tanta mina por aí que... Morriam porque ele dava atenção pra elas, mas o pior de tudo era a inveja que eu sentia da Valéria. Ela não só não merecia meu amigo, como vivia cheia de luxos: passeava no Mercedes dele todo dia, ele levava ela pra comer em restaurantes caros, comprava flores, roupas, maquiagem, sapatos, chocolates, presentes, e por aí vai. E pra piorar, vivia viajando com ele, toda vez que podiam davam uma escapadinha: pra Mardel, pra Mendoza, pra Córdoba. Nas férias, ele levou ela pra conhecer a Europa! Viajaram pela França, Espanha, Alemanha, Portugal, Inglaterra e Itália!!!
Chegou uma hora que não aguentei mais e dei um jeito de resolver. Pelo meu amigo e pela inveja que sentia daquela sem-vergonha, fui numa bruxa contar sobre a macumba. Ela me disse que a Valéria tinha usado magia negra, e que era impossível desfazer aquilo sem usar o mesmo tipo de magia. Não tinha como tirar o encantamento, mas dava pra resolver, dava pra dar um jeito nos dois problemas. Ela me propôs uma troca: eu trocaria de corpo com a Valéria. Assim, eu poderia tratar melhor meu amigo e, de quebra, teria a vida dela. Não hesitei nem um segundo e aceitei o trato.
Acordei no corpo dela, eu era a Valéria, a magia negra tinha funcionado, agora finalmente podia tratar o Roberto como ele merecia e também podia pegar a vida da miserável da Valéria.Depois que acordei, o Roberto chegou trazendo café da manhã na cama, com um sorriso gentil agradeci, ele ficou chocado, tocou minha testa e perguntou se eu estava bem, era estranho eu ser tão educada, mas só respondi que sim meio séria, tinha que disfarçar um pouco, não podia deixar ele perceber. Tentei agir o mais seca possível, mas de vez em quando escapava algo num tom amoroso, era muito difícil, ainda mais tendo o Roberto do lado e ainda por cima a voz da Valéria era literalmente angelical, não entendo como ela conseguia soar tão escrota.
Como de costume, saímos pra passear, ele comprou tudo que pedi, era realmente uma vida de mimalha total, embora o Roberto fosse meio grudento, vivia em cima de mim, querendo abraçar, beijar, apalpar, pegar e agarrar, mas eu não deixava, porque sabia que a Valéria não fazia isso, mas pra mim não incomodava.
Quando pedi pra ele comprar um livro edição especial que queria ler há muito tempo, ele disse sim na hora, mas que ia ter que ganhar algo em troca com um olhar bem sedutor enquanto me encarava, foi estranho, me senti meio assediada, era um lado do Roberto que não conhecia, mas bom, se ele ia me dar aquele livro, tava disposta a qualquer coisa, custava mais que toda minha roupa, literalmente.
Peguei no volume dele enquanto ele dirigia e falei fuck you, um prêmio, se você se comportar, mas ele nem esperou chegar em casa, abriu a braguilha e deixou o pau dele de fora, fiquei surpresa, mas não ia me deixar intimidar ali, então comecei a bater uma pra ele, mas ele me parou. "Isso vale pra você um livro etiqueta platina edição limitada?" Ele disse com voz debochada.
Não passou nem um segundo e eu me joguei na pica dele, nunca tinha chupado uma antes, mas não ia me intimidar ali, então comecei a mamar enquanto ele dirigia. Era estranho, excitante e ao mesmo tempo estranho, me sentia suja mas ao mesmo tempo com tesão, era uma puta muito safada.Ruberto não hesitou nem um segundo e segurou minha cabeça, me fazendo descer cada vez mais, queria que eu engolisse inteira, enquanto soltava uns gemidos leves e dirigia com uma mão, algo muito sexy. Com muito esforço, engoli como pude, a pica dele não era muito grande, mas era minha primeira vez e ainda por cima garganta profunda.
Chegou um momento em que me engasguei e parei, comecei a tossir, ele me olhou de canto e soltou de novo: "Bom, pelo visto não vale tanto assim."
Então começou o segundo round. Subi em cima dele e comecei a rebolar, enquanto o beijava e entre um beijo e outro dizia que isso valia mais que um livro platina edição limitada, que depois disso ele teria que me levar na melhor viagem da minha vida, enquanto nos beijávamos e eu rebolava na pica dele. Eu não aguentava mais de tão puta, estava adorando, era o melhor sexo da minha vida, a pica dele entrando toda me fascinava.
Enquanto eu subia o top, deixando os peitos de fora, a resposta dele foi: "Vou te dar a melhor viagem do mundo." E continuou me comendo, mas só por um tempinho, porque já tava no limite. Percebi porque o pau dele pulsou e soltou toda a carga dentro de mim. Minha cara de surpresa disse tudo, mas ele ignorou. "Pra isso você toma as pílulas, né?" Eu tomava as pílulas? (Pensei) (Bom, acho que sim). Depois de gozar, ele começou a dar tapas na minha bunda e mexeu minha cintura com as mãos pra garantir que ficasse tudo dentro até a última gota. Ele adorava fazer creampie, disso eu já sabia, mas em cima do carro não esperava.Roberto começou a desconfiar que tinha algo estranho, mas não falou nada. Deixou pra lá, porque queria ver qual era, o que ia rolar. Então, depois de comprar meu livro, chegamos em casa e ele já começou a planejar a viagem que íamos fazer. Naquela mesma noite, comprou as passagens e no dia seguinte a gente viajou.
Chegamos à noite na Disney, era uma viagem que sempre quis de verdade, então assim que chegamos ele já ia cobrar e eu tava disposta a dar, era meu agradecimento pra ele. Transar na varanda enquanto os outros andares podiam nos ouvir era algo que me excitava, me deixava com muito tesão, segurar os gemidos enquanto ele me comia. Roberto era muito bom de cama, tenho que admitir, ele sabe onde enfiar a pica, então me deixava gemendo enquanto a cidade inteira podia nos ver.De novo, essa era uma atitude estranha, Roberto desconfiava que tinha algo errado. A Valéria que ele conhecia tava agindo diferente e fazendo coisas que normalmente não fazia, mas não tava desagradando ele, pelo contrário, ele tava muito feliz com essa Valéria, então não falou nada e continuou comendo ela.
A foda continuou lá dentro, Valéria recuou, sentia que estavam olhando pra ela, então quis sair da sacada, algo que Roberto não concordava, mas não disse nada, ainda mais quando Valéria ficou de quatro no chão pra começar a chupar ele, era estranho, Valéria nunca descia, ela chupar ele 2 vezes em 3 dias era suspeito, mas foi pra compensar ele, então vamos supor que ele acreditou, mesmo assim não disse nada, tava aproveitando a vista e a chupada.
Chupada que terminou gozando dentro da boca dela, e a putinha tava de quatro sorrindo enquanto abria a boquinha pra receber tudo bem dentro, sem desperdiçar nada. Enquanto engolia, falou: "Agora você vai ter que me compensar com o melhor tour turístico da minha vida", pra disfarçar a putaria que tinha feito.Mas foi assim mesmo: no outro dia, Roberto levou ela pra conhecer os parques da Disney, comer e passear por lá, trocou o iPhone pelo modelo mais novo, comprou um iPad, os AirPods, roupa de marca e tudo que ela quisesse. Mas claro, não foi de graça.
Depois disso, Roberto se aproveitou da "generosidade" da Valéria e quis realizar uma das suas fantasias. Valéria já sabia bem do que se tratava, mas topou ajudar ele — erro grave, ela não fazia ideia onde estava se metendo. Roberto era um depravado sexual, ela sabia que ele tinha um apetite sexual enorme, mas não sabia o tamanho disso. O pobre do cu dela pagou o preço da ignorância. Mesmo assim, ela estava disposta, porque achava que a Valéria era uma sem graça e que era o mínimo que ela podia fazer depois de terem realizado todas as fantasias dela. Então não recuou, apertou os dentes e, entre lágrimas e gemidos, aguentou feito uma campeã a maior surra anal da vida dela. Meteram nela até não poder mais, literalmente arrebentaram o cuzinho dela, furaram bem fundo e com força, tanto que naquela noite ela dormiu de bruços porque não conseguia sentar, e no dia seguinte comeu em pé por causa da dor anal que ficou.Foi aí que Roberto percebeu que essa não era a Valéria. Não tinha chance da Valéria que ele conhecia deixar comer o cu dela, mas ele ficou calado. Essa Valéria era ainda melhor, mais carinhosa e muito mais disposta a tudo. Ele ia acabar se aproveitando disso.
No dia seguinte, foram passear de iate pelos rios, coisa que só playboy faz, mas Roberto e seu apetite sexual não iam conseguir curtir um momento romântico. E Valéria, que já estava pegando gosto por transar como mulher, não ia dizer não pro ex-melhor amigo, agora namorado.
Então, no iate, os dois se pelaram e começaram a transar, mas Roberto não teve pena. Depois de comer o cu dela, ele queria provar de novo. Valéria não queria, ainda tava doendo, inchado e ardendo, mas ela ia satisfazer ele em tudo, porque pra ela ele era tudo. Então ela deixou, mas pediu pra ele ir devagar. Dessa vez foi assim: enquanto puxava o cabelo dela e a deixava de quatro, ele enfiou só a pontinha e, bem devagar, mais um pedaço. Dessa vez não foi até o fundo nem rápido, foi com amor, como se quisesse que ela fosse se acostumando a sempre entregar o cu e, de quebra, não sentir mais dor, porque ele também não queria machucar ela. Então, dessa vez, Valéria curtiu de verdade, tava gemendo igual uma puta no iate enquanto levava no cu.Mas Roberto não era a pessoa excelente que Valéria pensava que era. Quando percebeu que ela tava disposta a satisfazer ele em tudo, ele se entregou. Percebeu que não era a sua Valéria, mas quem ia perder a chance de realizar todas as fantasias? Pois é, Roberto não.
Ele fez ela se vestir de coelhinha, ficou uma delícia, a loira era gostosa, ainda mais vestida de coelhinha da Playboy, era gostosa ao quadrado, gostosa pra caralho, e no meio disso tudo, Valéria se sentia uma puta submissa, realizando as fantasias dele, mas não sabia por que gostava, era estranho, mas não conseguia parar.
Naquela noite, ela experimentou o que é não conseguir se mexer na cama, enquanto estava amarrada, gemendo igual uma puta de bunda pra cima, à mercê do macho dela, com um pompom de coelho enfiado no cu enquanto levava pica, mas ela tava feliz, gemendo que nem uma vagabunda, parecia que tinha encontrado seu lugar, satisfazendo o antigo melhor amigo dela, porque a ex-namorada dele não merecia ele, mas ela sim.
Embora o fato de agradá-lo em tudo tenha ido longe demais, porque literalmente ela o agradava em tudo. Cada fantasia que Roberto tinha, ela realizava, adorava fazer isso e Roberto, que mostrou seu lado mais cruel, sendo meio egoísta, dominador e doente sexual, não perdoou nada. Fez ela chupar o pau dele toda vez que ele quis, enquanto colocava um cinto e a sufocava, ou uma correia e dava tapas nela enquanto ela só engolia o pau dele. Fazia ela engolir o esperma dele, também colocava na comida, como cereais ou bolachas, e até no café. E, bom, metia no cu dela quase toda noite, não deixou o cu dela descansar nunca mais. Essas eram as consequências de ser namorada dele, mas Valéria não parecia muito horrorizada, lá estava ela feliz engolindo a verdade do perfeito Roberto, porque a ex-namorada dele não merecia isso. Fim.
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