Olá, como vocês estão!
Isso que vou contar aconteceu ontem e ainda não acredito.
Tô todo ferrado da cintura e pedi um horário pro quiroprático que vou sempre, sério, gente, a quiropraxia mudou minha vida.
A questão é que tava esperando minha vez e tinha uma mulher, ruiva, mais ou menos 1,70, mostrando umas pernas divinas. Ela entra no consultório nº 1 e eu no 2, então quando terminei a sessão fui o primeiro a sair e quando ela saiu me disse: "te soltou até a alma?" e a gente riu. Pergunto se eu precisava, sabe quando rola aquela tensão no ar? Pois é, ficamos os dois assim e ainda bem que reagi, senão passava por otário, mais do que já sou!
Pergunto: "E você mora por aqui?" "Não, sou da zona norte, e você?" ela disse. "Da zona sul", respondi. Ali, se eu hesitasse mais um segundo, perdia feio, então fui pra cima! "Quer tomar um café no bar da esquina?" "Adoraria, tô com fome."
O que aconteceu depois ainda não acredito. Ela me diz: "Moro a duas quadras e você me interessou, vamos!"
Olha, não sou de ficar nervoso nessas horas, mas te juro que minhas pernas tremiam.
Chegamos no prédio onde ela mora e, assim que fechou a porta do elevador, ela subiu em mim, me beijava com desespero, enfiou a mão sem perder tempo no meu pau. Eu tava meio travado até meu cérebro ligar e eu soltar as mãos também. Chegamos no andar e nos seguramos por precaução, não tinha ninguém, sorte, então ela me levou até o apartamento aos beijos molhados. Só aí caiu a ficha: não tinha camisinha! Peguei na porta pra descer correndo até a banca que vi uns metros atrás. Ela fala: "Vem, idiota, que eu tenho!" Sério, gente, me empurrou contra uma cadeira, me sentou quase à força, se despiu num piscar de olhos. Eu ali sentado, com a calça nos tornozelos e agora de cueca. "Mmmm, como me excita homem de cueca", ela diz, "teve sorte porque nunca uso roupa íntima" e ficou me olhando... "Ah, você é um degenerado bárbaro, hein", ela sobe em cima de mim, começa a me beijar, eu queria arrancar o... Calça, mas com os tênis não dava jeito. Ela colocou uma camisinha com a boca, quase morri! Chupou um pouco e subiu de novo. Ela me montou na cadeira com uma vontade do caralho, calculo que em 10 minutos já tinha gozado duas vezes e não dava sinal de parar.
Eu, nisso tudo, tava sentado ali, submissão total, sem poder fazer nada além de apalpar ela e deixar meio pelada, ainda com a calça nos tornozelos e a camiseta vestida. Apertava os peitos dela, a bunda e segurava pelos quadris pra meter bem fundo. Sabia que não ia aguentar muito antes de gozar, então me mentalizei: quando ela tivesse outro orgasmo, gozava junto com ela. E foi o que aconteceu.
Ela desceu, tirou a camisinha e começou a chupar de novo, deixou brilhando! Aí aproveitei e me despi completamente. Vi que ela deixou outra camisinha em cima da mesa, mas agora eu queria controlar a situação. Mandei ela sentar, meio que relutou, mas segurei firme no pulso dela, me ajoelhei e comecei a chupar aquela buceta toda melada de gozo. Com o dedão, comecei a fazer pressão no clitóris, ela só deixava rolar. Eu queria chegar no cu, porque numa passada disfarçada notei que tava bem dilatado. Levantei as pernas dela, coloquei nos meus ombros e cheguei onde queria. Dei uma chupada de cu de umas meia hora, ela se contorcia como podia, ainda na cadeira!
Peguei a camisinha e coloquei, queria comer ela daquele jeito, mas ela me parou na hora e falou com uma voz bem firme: "Não! Você vai sentar aqui e eu vou por cima de você!" Não consigo explicar como ela cavalgava! Virava de frente e me fazia chupar os peitos dela, depois virava de costas e me obrigava a masturbar ela. Acho que gozou umas 2 ou 3 vezes assim.
De costas, ela se jogou pra trás, mordeu minha orelha e disse: "Sabia que você era um degenerado bruto, sua cara entrega!" Chupou minha orelha e isso me matou, gozei na hora.
Levantamos, ela foi pro banheiro e eu fui arrumar um pouco a bagunça que fizemos. Ela disse: "Vamos tomar banho! Depois a gente toma um café e, como se nada tivesse acontecido, ele me acompanha até a porta. Eu pergunto: "Me passa teu número ou como a gente faz?" Anoto o número, falo: "Não me manda nada estranho, só me avisa quando a gente puder marcar a próxima sessão de quiropraxia?"
Esta manhã, estranhamente, o quiroprático me liga e fala: "Pode falar?" Eu respondo que sim, pergunto o que houve. "Ele te violou a coluna, né?" Aí caiu a ficha, o filho da puta contou tudo sobre mim pra ele. Ela também dá pra ele no consultório. Mas a melhor parte foi ele ter falado da sessão, né? Sim, e acho que já sei por quê! E ele me diz: "É, mano, ela é casada!
Isso que vou contar aconteceu ontem e ainda não acredito.
Tô todo ferrado da cintura e pedi um horário pro quiroprático que vou sempre, sério, gente, a quiropraxia mudou minha vida.
A questão é que tava esperando minha vez e tinha uma mulher, ruiva, mais ou menos 1,70, mostrando umas pernas divinas. Ela entra no consultório nº 1 e eu no 2, então quando terminei a sessão fui o primeiro a sair e quando ela saiu me disse: "te soltou até a alma?" e a gente riu. Pergunto se eu precisava, sabe quando rola aquela tensão no ar? Pois é, ficamos os dois assim e ainda bem que reagi, senão passava por otário, mais do que já sou!
Pergunto: "E você mora por aqui?" "Não, sou da zona norte, e você?" ela disse. "Da zona sul", respondi. Ali, se eu hesitasse mais um segundo, perdia feio, então fui pra cima! "Quer tomar um café no bar da esquina?" "Adoraria, tô com fome."
O que aconteceu depois ainda não acredito. Ela me diz: "Moro a duas quadras e você me interessou, vamos!"
Olha, não sou de ficar nervoso nessas horas, mas te juro que minhas pernas tremiam.
Chegamos no prédio onde ela mora e, assim que fechou a porta do elevador, ela subiu em mim, me beijava com desespero, enfiou a mão sem perder tempo no meu pau. Eu tava meio travado até meu cérebro ligar e eu soltar as mãos também. Chegamos no andar e nos seguramos por precaução, não tinha ninguém, sorte, então ela me levou até o apartamento aos beijos molhados. Só aí caiu a ficha: não tinha camisinha! Peguei na porta pra descer correndo até a banca que vi uns metros atrás. Ela fala: "Vem, idiota, que eu tenho!" Sério, gente, me empurrou contra uma cadeira, me sentou quase à força, se despiu num piscar de olhos. Eu ali sentado, com a calça nos tornozelos e agora de cueca. "Mmmm, como me excita homem de cueca", ela diz, "teve sorte porque nunca uso roupa íntima" e ficou me olhando... "Ah, você é um degenerado bárbaro, hein", ela sobe em cima de mim, começa a me beijar, eu queria arrancar o... Calça, mas com os tênis não dava jeito. Ela colocou uma camisinha com a boca, quase morri! Chupou um pouco e subiu de novo. Ela me montou na cadeira com uma vontade do caralho, calculo que em 10 minutos já tinha gozado duas vezes e não dava sinal de parar.
Eu, nisso tudo, tava sentado ali, submissão total, sem poder fazer nada além de apalpar ela e deixar meio pelada, ainda com a calça nos tornozelos e a camiseta vestida. Apertava os peitos dela, a bunda e segurava pelos quadris pra meter bem fundo. Sabia que não ia aguentar muito antes de gozar, então me mentalizei: quando ela tivesse outro orgasmo, gozava junto com ela. E foi o que aconteceu.
Ela desceu, tirou a camisinha e começou a chupar de novo, deixou brilhando! Aí aproveitei e me despi completamente. Vi que ela deixou outra camisinha em cima da mesa, mas agora eu queria controlar a situação. Mandei ela sentar, meio que relutou, mas segurei firme no pulso dela, me ajoelhei e comecei a chupar aquela buceta toda melada de gozo. Com o dedão, comecei a fazer pressão no clitóris, ela só deixava rolar. Eu queria chegar no cu, porque numa passada disfarçada notei que tava bem dilatado. Levantei as pernas dela, coloquei nos meus ombros e cheguei onde queria. Dei uma chupada de cu de umas meia hora, ela se contorcia como podia, ainda na cadeira!
Peguei a camisinha e coloquei, queria comer ela daquele jeito, mas ela me parou na hora e falou com uma voz bem firme: "Não! Você vai sentar aqui e eu vou por cima de você!" Não consigo explicar como ela cavalgava! Virava de frente e me fazia chupar os peitos dela, depois virava de costas e me obrigava a masturbar ela. Acho que gozou umas 2 ou 3 vezes assim.
De costas, ela se jogou pra trás, mordeu minha orelha e disse: "Sabia que você era um degenerado bruto, sua cara entrega!" Chupou minha orelha e isso me matou, gozei na hora.
Levantamos, ela foi pro banheiro e eu fui arrumar um pouco a bagunça que fizemos. Ela disse: "Vamos tomar banho! Depois a gente toma um café e, como se nada tivesse acontecido, ele me acompanha até a porta. Eu pergunto: "Me passa teu número ou como a gente faz?" Anoto o número, falo: "Não me manda nada estranho, só me avisa quando a gente puder marcar a próxima sessão de quiropraxia?"
Esta manhã, estranhamente, o quiroprático me liga e fala: "Pode falar?" Eu respondo que sim, pergunto o que houve. "Ele te violou a coluna, né?" Aí caiu a ficha, o filho da puta contou tudo sobre mim pra ele. Ela também dá pra ele no consultório. Mas a melhor parte foi ele ter falado da sessão, né? Sim, e acho que já sei por quê! E ele me diz: "É, mano, ela é casada!
1 comentários - Comido por uma ruiva gostosa