De novo, to postando isso aqui porque me deletaram. đ TĂŽ saindo da faculdade, voltando pra casa, atravesso o estacionamento atĂ© que ouço uma voz. Estranho: Ei, gatinha, vem cĂĄ. Eu (Vou atĂ© o estranho, um senhor jĂĄ de idade, do lado de fora de um carro): Sim? Precisa de algo, senhor? Estranho: Meu nome Ă© (VocĂȘ) como Ă© seu nome, princesa? Eu: Umm, oi, me chamo Paola. Nessa hora, o senhor me abraça Ă força e sinto as mĂŁos dele entre minhas nĂĄdegas, tentando enfiar o dedo no meu cu. Eu: Ei, ei, ei! Qual Ă© o seu problema?! VocĂȘ: NĂŁo se preocupa, menina (Me dĂĄ um tapa e belisca uma das minhas nĂĄdegas) NinguĂ©m tĂĄ olhando, vocĂȘ vai adorar o que vou fazer com vocĂȘ. Eu: NĂŁo, qual Ă© o seu problema? VocĂȘ tira a carteira e esfrega todo aquele dinheiro na minha cara enquanto me propĂ”e virar puta. Eu (Nervosa, mas algo dentro de mim impressionada com a quantidade de dinheiro): Nossa, Ă© muita grana. VocĂȘ: Anda, putinha, sĂł um pouquinho, vem, entra no meu carro. Eu entro no carro com vocĂȘ, enquanto vocĂȘ sorri, sabendo que me conquistou. Um tempo depois, chegamos a um motel onde vocĂȘ paga um quarto, subimos e agora eu tĂŽ de joelhos. Eu: Isso Ă© novo, nĂŁo faço ideia de por que fiz isso... VocĂȘ (Tirando a pica pra fora, esfrega primeiro na minha cara e coloca do lado do meu rosto pra eu sentir o quanto sua pica Ă© grossa e comprida): Chupa, putinha, que nĂŁo tenho muito tempo. Eu (Abrindo a boca devagar enquanto mantenho contato visual): TĂĄ bom, senhor, jĂĄ vouâ
Nesse momento, vocĂȘ enfia a boca de surpresa enquanto admira minha carinha de inocente e curte uma mulher jovem e ingĂȘnua pra profanar.
JĂĄ faz um tempo que aguento essa sua pica enorme dentro de mim, mesmo nĂŁo conseguindo enfiar ela toda na boca e sĂł dando pra pegar uns centĂmetros por causa da minha inexperiĂȘncia e do quanto ela Ă© grossa. TĂŽ chupando enquanto afundo minhas bochechas pra curtir a pica na minha boca. Logo depois que vocĂȘ decidir que te agradei com a boca, vocĂȘ me tira toda a roupa, sĂł deixando meu sutiĂŁ, me coloca de quatro e, sem se importar se minha buceta tĂĄ seca ou nĂŁo, se sou virgem ou nĂŁo, começa a profanar meu cuzinho enfiando quase toda a sua pica enquanto eu aperto os dentes e viro a cabeça pra tentar ver, sem sucesso, a surra de pica que vocĂȘ tĂĄ me dando.
Eu (Sem parar de gemer com culpa) VocĂȘ: Toma isso, puta, toma tudo!!! Tudo isso continua enquanto vou me acostumando a sentir um pau grosso e enorme dentro das minhas paredes vaginais e sinto uma leve ardĂȘncia, (talvez seja porque vocĂȘ me passou alguma coisa ou rasgou minha buceta). Agora, depois de continuar faminto pelo meu corpo inocente, vocĂȘ me vira de lado, tira atĂ© meu sutiĂŁ, segura minha perna e começa a me penetrar sem piedade, aproveitando o que o dinheiro pode te pagar, enquanto percebe que agora eu estou começando a gostar.
Eu (mordendo o lĂĄbio): Mmm... Assim, mais, mais gostoso, assim...
VocĂȘ: Falei pra vocĂȘ, putinha, que vocĂȘ ia adorar o que eu ia fazer, e tĂŽ cumprindo.
Eu: NĂŁo entendo ~Ah~ Como Ă© possĂvel? Isso Ă© tĂŁo sujo, foder com um estranho, ser uma puta, por que eu sou uma boa menina?
VocĂȘ: Porque as boas meninas adoram ser profanadas e corrompidas, igual eu tĂŽ fazendo com vocĂȘ agora. Me diz, vocĂȘ Ă© virgem?
Eu: NĂŁo, eu transava escondido com um namorado.
VocĂȘ: Olha como vocĂȘ fala, putinha. PromĂscua, sem vergonha. Hora de se posicionar.
Eu: Posição pra quĂȘ?... RĂĄpido, vocĂȘ me vira de lado e me coloca por cima de vocĂȘ, agora podendo, com a ajuda da gravidade, fazer vocĂȘ sentar gostoso.
Eu: Ah ah ah Ah!!! Porra, caralho.
VocĂȘ: Isso, sua puta, me monta direito.
Eu: Sim! Me toca, sinto ardor e coceira por todo lado, me toca e apaga meu fogo, papai!!! Sinto suas mĂŁos nas minhas coxas e cintura enquanto começo a gostar da foda que vocĂȘ tĂĄ me dando e vocĂȘ decide que jĂĄ tĂĄ quase na hora de gozar, aĂ mete uma posição mais hardcore.
Eu me agacho e vocĂȘ começa a segurar minha bunda redonda nos seus braços fortes enquanto enfia toda a sua pica na minha bucetinha jĂĄ inchada. Eu: Ahhhhh!!! Porra, sim, papai, arrebenta meu corpo todo, nĂŁo para, nĂŁo para, Ai!! ~Ah ah ah~ VocĂȘ: Isso mesmo, putinha, grita igual uma cadela no cio. VocĂȘ começa a me foder atĂ© o ponto em que eu começo a gritar a plenos pulmĂ”es enquanto sinto o calor e o inchaço na minha xoxota jĂĄ toda arrebentada. Como num passe de mĂĄgica, sua virilidade e machismo me colocam por cima de vocĂȘ e, com minhas Ășltimas forças, começo a cavalgar de costas atĂ© vocĂȘ gozar e me encher com seu leite quente.
Tu: O que vocĂȘ diz, Paola? Quer ser minha putinha pessoal?
Eu: JĂĄ nĂŁo importa mais nada, eu realmente quero ser sua putinha amante!!!
Tu: EntĂŁo recebe minha semente
Eu ouço um gemido rouco e rĂĄpido vindo de vocĂȘ enquanto sinto seu pau pulsar e, de repente, minha visĂŁo se turva ao sentir um lĂquido quente e grosso sendo disparado dentro da minha buceta profanada e abusada. Levanto meus quadris e tiro com cuidado seu pau da minha xota e noto aquele lĂquido inconfundĂvel que prova que agora vocĂȘ Ă© o Ășnico dono da minha buceta.
Eu: Ahh... Ah... Ah... Ah... Adorei.
--------------------------------Fim----------------------------------
EpĂlogo: Depois daquele encontro sexual, virei sua putinha e logo engravidei de vocĂȘ, atĂ© ter 4 filhos porque vocĂȘ nĂŁo parava de me engravidar quando gozava sempre dentro da minha buceta. Larguei a faculdade e virei dona de casa.
Nesse momento, vocĂȘ enfia a boca de surpresa enquanto admira minha carinha de inocente e curte uma mulher jovem e ingĂȘnua pra profanar.
JĂĄ faz um tempo que aguento essa sua pica enorme dentro de mim, mesmo nĂŁo conseguindo enfiar ela toda na boca e sĂł dando pra pegar uns centĂmetros por causa da minha inexperiĂȘncia e do quanto ela Ă© grossa. TĂŽ chupando enquanto afundo minhas bochechas pra curtir a pica na minha boca. Logo depois que vocĂȘ decidir que te agradei com a boca, vocĂȘ me tira toda a roupa, sĂł deixando meu sutiĂŁ, me coloca de quatro e, sem se importar se minha buceta tĂĄ seca ou nĂŁo, se sou virgem ou nĂŁo, começa a profanar meu cuzinho enfiando quase toda a sua pica enquanto eu aperto os dentes e viro a cabeça pra tentar ver, sem sucesso, a surra de pica que vocĂȘ tĂĄ me dando.
Eu (Sem parar de gemer com culpa) VocĂȘ: Toma isso, puta, toma tudo!!! Tudo isso continua enquanto vou me acostumando a sentir um pau grosso e enorme dentro das minhas paredes vaginais e sinto uma leve ardĂȘncia, (talvez seja porque vocĂȘ me passou alguma coisa ou rasgou minha buceta). Agora, depois de continuar faminto pelo meu corpo inocente, vocĂȘ me vira de lado, tira atĂ© meu sutiĂŁ, segura minha perna e começa a me penetrar sem piedade, aproveitando o que o dinheiro pode te pagar, enquanto percebe que agora eu estou começando a gostar.
Eu (mordendo o lĂĄbio): Mmm... Assim, mais, mais gostoso, assim... VocĂȘ: Falei pra vocĂȘ, putinha, que vocĂȘ ia adorar o que eu ia fazer, e tĂŽ cumprindo.
Eu: NĂŁo entendo ~Ah~ Como Ă© possĂvel? Isso Ă© tĂŁo sujo, foder com um estranho, ser uma puta, por que eu sou uma boa menina?
VocĂȘ: Porque as boas meninas adoram ser profanadas e corrompidas, igual eu tĂŽ fazendo com vocĂȘ agora. Me diz, vocĂȘ Ă© virgem?
Eu: NĂŁo, eu transava escondido com um namorado.
VocĂȘ: Olha como vocĂȘ fala, putinha. PromĂscua, sem vergonha. Hora de se posicionar.
Eu: Posição pra quĂȘ?... RĂĄpido, vocĂȘ me vira de lado e me coloca por cima de vocĂȘ, agora podendo, com a ajuda da gravidade, fazer vocĂȘ sentar gostoso.
Eu: Ah ah ah Ah!!! Porra, caralho. VocĂȘ: Isso, sua puta, me monta direito.
Eu: Sim! Me toca, sinto ardor e coceira por todo lado, me toca e apaga meu fogo, papai!!! Sinto suas mĂŁos nas minhas coxas e cintura enquanto começo a gostar da foda que vocĂȘ tĂĄ me dando e vocĂȘ decide que jĂĄ tĂĄ quase na hora de gozar, aĂ mete uma posição mais hardcore.
Eu me agacho e vocĂȘ começa a segurar minha bunda redonda nos seus braços fortes enquanto enfia toda a sua pica na minha bucetinha jĂĄ inchada. Eu: Ahhhhh!!! Porra, sim, papai, arrebenta meu corpo todo, nĂŁo para, nĂŁo para, Ai!! ~Ah ah ah~ VocĂȘ: Isso mesmo, putinha, grita igual uma cadela no cio. VocĂȘ começa a me foder atĂ© o ponto em que eu começo a gritar a plenos pulmĂ”es enquanto sinto o calor e o inchaço na minha xoxota jĂĄ toda arrebentada. Como num passe de mĂĄgica, sua virilidade e machismo me colocam por cima de vocĂȘ e, com minhas Ășltimas forças, começo a cavalgar de costas atĂ© vocĂȘ gozar e me encher com seu leite quente.
Tu: O que vocĂȘ diz, Paola? Quer ser minha putinha pessoal? Eu: JĂĄ nĂŁo importa mais nada, eu realmente quero ser sua putinha amante!!!
Tu: EntĂŁo recebe minha semente
Eu ouço um gemido rouco e rĂĄpido vindo de vocĂȘ enquanto sinto seu pau pulsar e, de repente, minha visĂŁo se turva ao sentir um lĂquido quente e grosso sendo disparado dentro da minha buceta profanada e abusada. Levanto meus quadris e tiro com cuidado seu pau da minha xota e noto aquele lĂquido inconfundĂvel que prova que agora vocĂȘ Ă© o Ășnico dono da minha buceta.
Eu: Ahh... Ah... Ah... Ah... Adorei. --------------------------------Fim----------------------------------
EpĂlogo: Depois daquele encontro sexual, virei sua putinha e logo engravidei de vocĂȘ, atĂ© ter 4 filhos porque vocĂȘ nĂŁo parava de me engravidar quando gozava sempre dentro da minha buceta. Larguei a faculdade e virei dona de casa.
1 comentĂĄrios - Minha fantasia suja