Sou a Titi, tenho 32 anos, sou de Maracaibo. Meu marido é da Colômbia, nos conhecemos na minha cidade, onde ele tinha vindo morar com os pais. No ano retrasado, decidimos sair da Venezuela porque a situação tava muito ruim, e viemos pro Chile pra ver se conseguÃamos dar um jeito de tirar um visto pros EUA. Viemos morar num cortiço que uma amiga recomendou, no centro de Santiago. Chegamos com 5 mil dólares guardados, então pagamos o ano inteiro adiantado de um quarto que tinha perto da estação de metrô. Tudo normal, mas foi muito difÃcil arrumar emprego, sabe? Meu marido começou a pedir dinheiro, vender curativo pra ferida e lavar vidro de carro, e eu só cuidava do menino, que entrou na creche esse ano. Aà chegou o ano e começaram os problemas. Ficamos devendo pro dono do cortiço, não tÃnhamos de onde tirar dinheiro. Mais de 10 mil pesos minhas amigas não podiam me emprestar, e o aluguel era 390, era muita grana. Os meses passaram e começaram a ameaçar a gente. Um dia, o filho veio com um primo pra nos expulsar na base da porrada, disseram que iam chamar a polÃcia. Eu, assustada, meu menino tava na escolinha, já tinha saÃdo, tava sozinha e pedi pra eles, por favor, que não tÃnhamos pra onde ir. O primo ficou olhando pro meu decote e me fez uma proposta. Falou: "Me deixa entrar com você e a gente esquece isso por uns dias". Eu perguntei: "Pra quê você quer entrar comigo?" Ele me olhou com cara de porco, e eu falei: "Ah, não, não posso, sou casada". Ele disse: "É a única solução que conheço pra problemas assim". Eu falei que não dava, que era melhor a gente ir embora. Então eles disseram pra gente vazar. E foram embora. Contei pro meu marido antes de dormir o que o cara queria, e ele disse que ia matar aquele filho da puta, que no dia seguinte não ia trabalhar, ia encher ele de porrada. Pedi pra ele se acalmar, que não tÃnhamos pra onde ir. Aà a gente conversou e ele me perguntou se eu faria isso. Eu disse que sim, desde que deixassem a gente ficar por causa do menino. Passaram uns dias, e no fim de semana eles voltaram pra pedir que a gente fosse embora, mas dessa vez vieram com a polÃcia, nos acusando de Tráfico de pequena quantidade. Chamei esse cara e falei: "Diz pra eles irem embora que a gente resolve aqui". Ele me olhou com uns olhões enormes, foi pra lá, e disseram que não podiam ir. Na hora eu entendi o que tinha dito, então deixei todo mundo entrar pra ver que não tinha nada de estranho. Depois, os carabineiros foram embora, anotaram meu nome e falaram que, por eu estar ilegal, iam ter que me denunciar. Foi horrÃvel. Depois disso, esse menino ficou e me pediu desculpa, meio que tentando me abraçar. Eu falei: "Não faz como se a gente se conhecesse". Pedi distância e definimos os termos: nada de sexo oral, sexo anal e tinha que ser com camisinha, e ele me perdoava a dÃvida. Ele disse que eram muitos meses de dÃvida (era outubro de 2025 e a gente devia desde março), então ele falou: "Cada sexo por três meses". Eu concordei e falei: "Vamos logo". Aà ele pediu pra eu tirar o sutiã e disse: "Que peitão você tem". Começou a lamber como se fosse um cachorro. Eu tentava pensar em outra coisa, mas a respiração dele e a lÃngua estavam me levando. Não queria admitir, mas enquanto ele chupava e apalpava, já tava me excitando. Continuou um tempo até que decidiu abaixar as calças dele, baixou as minhas e a calcinha, me deu uns beijos na bunda e pediu pra eu ficar de quatro. Eu fiquei e perguntei: "E a camisinha?" Ele disse: "Não trouxe". Aà eu falei: "Não, não pode ser assim". Sentei e ele perguntou: "E você não tem?" Eu respondi: "Não, eu tenho marido". Ele disse: "Você não se cuida?" Falei: "Por enquanto não, não tenho dinheiro". Ele falou: "Vamos fazer por trás". Eu disse que não, que prometi ao meu marido que por ali não. Ele perguntou: "Então o que a gente faz? A gente já tá aqui." E eu não sabia o que fazer, então falei: "Vou te chupar um pouco". Ele disse: "Tá bom, mas não é a mesma coisa". Eu falei: "Aproveita, vira de costas". Ele virou de costas e eu comecei a chupar. Tava bem limpo e eu adoro quando cheira bem. Cheirava a jovenzinho, ele tinha uns 20 anos, então cheirava a novo. Comecei a ficar nervosa, queria fazer rápido e morder. Me excitou demais, eu tava tipo louca chupando ele. Pau quando ele foi embora e eu cuspi o sêmen dele no pau dele e ele me falou "por favor não para" e tentou me empurrar, mas eu falei "não, até aqui só" e ele me disse "não, por favor continua" e se levantou e começou a me procurar, ele estava como que extasiado. Eu falei "não, até aqui, e mais ainda não conseguia falar direito porque tinha a boca toda pegajosa" e ele me disse "não, é que eu preciso entrar". Numa pequena briga, mas quente, que a gente teve, ele ficou em cima das minhas nádegas com o pau semi-ereto e tentando entrar na minha buceta. Eu pedia "não, por favor, ainda tem restos de sêmen" e ele insistiu até que meteu. Colocou a mão na minha boca e começou a colocar todo o peso dele em cima de mim, fazia minhas nádegas quicarem. Eu estava tão excitada que comecei a lamber os dedos das mãos dele, e ele me colocou de quatro e começou a me comer. Eu não aguentei e tive um orgasmo longuÃssimo, nisso ele também gozou dentro e eu fiquei mal. Os dois jogados na cama e ele me disse "quer que eu te perdoe por mais três meses?" Eu falei "o que você quer que eu faça?" "Me empresta o cu" eu falei "tá bom". Me deitei de conchinha e bem ternamente com o pau mole ele começou a meter no meu cu. No começo ardeu, mas estava tão lubrificado pelo sêmen e pequenininho que cresceu dentro e me excitou. Ele gozou dentro e me disse "já deu, preciso de um café", mas eu não tinha, então ele falou "já não importa". Me agradeceu e disse que falaria com o tio dele. Passou uma semana e o filho do dono voltou. Eu falei "mas eu falei com seu primo" e ele me disse "sim, ele me disse, mas eu sou o encarregado, não ele" e me olhou com cara de... Eu estava sozinha e já não me importava mais com nada, então entrei e ele me comeu em cima de um futon de quatro pela buceta, mas pedi pra ele gozar nas minhas nádegas por causa de gravidez. E não sei por que, mas tive outro orgasmo muito rápido. Realmente não sei por que, com meu marido eu tenho muita dificuldade, sempre me esfrego como uma louca quando a gente transa pra gozar, termino até com o pulso cansado, mas com esses meninos foi muito fácil. Não sei se é a infidelidade ou a carne. Jovem. Bom, a gente morou lá até janeiro, quando viemos morar no Peru. Aqui tem trabalho e não preciso recorrer à prostituição, mas não nego que o sexo de infiel é o melhor sexo que existe.
4 comentários - chantajeada 😞