Follada no Parque 3 (final): novinha com 3

Era a vez de enfiar um pauzão no cu dela. Ocupei o lugar dela sentado pra ela me chupar, e ele ficou atrás dela apontando pro cu dela.

Tava difícil de entrar. Doía, mas ela não ia desistir, a Alicia queria ser comida no cu a qualquer custo pela maior rola que já tinha visto. A gente já tinha comido ela de cu duas vezes, mas ela queria provar aquela pica. "Tive uma ideia", ela disse. Ela se virou e chupou um pouco mais, enchendo de saliva. Que ideia boa, pra ela. Passou saliva nele toda enquanto olhava com tesão nos olhos dele. Ele tava durasso. Ela se virou de novo, botando a bunda pra cima. "Me come o cu", falou com voz de putinha. Ele cuspiu no cu dela. Ela gemeu. Partiu pra enfiar.

Enfiou a cabeça da pica de uma vez no cu dela. A rola dele encontrou um buraco apertado, mas menos do que de costume, grudento e molhado pela porra que já tinha lá dentro. Ela se assustou, sem falar nada. Entrou metade da pica no cu dela. Doía, mas ao mesmo tempo ela queria ser comida no cu. Ele tentava enfiar devagar. Não cabia mais, e tinha entrado pouco mais da metade. O cu dela doía e ela se sentia uma verdadeira putinha. Pensou em parar por causa da dor.

O pauzão continuava entrando no cu dela. Doía o cu, mas ela adorava saber a rola que tava ali, parou de chupar minha pica. Ela tinha se rendido à dor. "Você vai rasgar meu cu", reclamou a Alicia.

O cara que tava comendo ela riu, mas não tirou a pica. Ela pediu pra parar, vendo como a dor e o medo venceram a vontade de ser comida no cu. "Seu cu vai se acostumar com minha rola, cala a boca, putinha", respondeu. Ela olhou pra mim com minha pica na mão, e a dele no cu dela. "Não quero continuar", disse.

O outro pegou a cabeça da Alicia e enfiou na minha pica pra calar ela. Ao mesmo tempo, o pauzão entrou inteiro no cu dela. Ela tinha 19 cm de pica de um desconhecido no cu, e meus 15 cm na boca. Sentiu uma dor forte no cu, mas era Estranho, não era irritante. Deixou a pica inteira no cu dela sem mexer.
Alicia: tira ela, por favor.
Eu: Você não queria dar o cu? Você mijou na rua com a buceta de fora, chupou minha pica pingando mijo, andou com o cu pelado, eu te fodi, você comeu duas picas, uma gozada e outra no cu, ainda por cima comeu a gozada do seu cu, quer mesmo parar agora?

Ela ficou excitada lembrando de tudo, com a pica no cu e hesitou. O outro empurrou a cabeça dela de volta na minha pica, que ela engoliu inteira, e disse “vai, raposinha, faz o que sabe, você não tá em posição de reclamar”. Ela se esquentou ainda mais, se sentiu usada, e estava exatamente como sempre quis. Começou a chupar minha pica hipnotizada, com vontade. O cu dela começou a ser fodido devagar, tirando metade da pica e enfiando inteira de novo. A dor foi embora, tudo que antes era dor virou um prazer que ela nunca tinha sentido no cu. Enquanto chupava minha pica e era fodida no cu, o outro começou a apalpar a buceta dela de novo. Ela gemeu sem parar na minha pica. O prazer era imenso. Ela se entregou por completo. A pica entrava e saía do cu dela. Praquela pica tava apertado, mas o cu dela foi alargando. Ele parou de tocar a buceta dela e se colocou na frente dela, oferecendo a pica dele, do lado da minha.

“Queria ver o cu dela aberto recebendo um pauzão”, falei. Ela gemeu superexcitada. “Grava o cu dela”, falei, oferecendo meu celular. A raposinha desbocada da minha namorada largou minha pica e se jogou na outra que tinha gosto de cu dela. O do pauzão tirou a pica do cu dela de uma vez. Ela abafou um gemido na pica dele. Começou a gravar o cu dela pelado. Como já falei, é um cuzão, queria que todo mundo pudesse ver, era incrível. Restos de sêmen por perto, e o cu bem aberto. “Vou foder seu cu, raposinha”, ele disse e na hora enfiou de novo no cu dela, dessa vez fácil.

Eu curtia ver minha namorada assim, mas ela curtia ainda mais. A gêmea sendo penetrada na boca e no cu por aquele pauzão. Ainda sendo filmada. A pika entrava e saía do rabo dela quase inteira, pro vídeo.

Alicia com voz doce de putinha, tirando a pika de outro da boca, e enquanto batia uma pra ele disse: “Me fode o cu, mete em mim, quero que me fodam o cu”.
– “O que você é?” – ele perguntou –
Alicia: “Sou sua putinha”. Disse que era a putinha dele. Isso me deixou muito excitado, eu sempre tinha dito que ela era uma puta e ela dizia que era minha puta, ao que eu respondia que era de qualquer um. Essa era a confirmação dela, ela estava se revelando como puta, e a gente adorava. “Sou sua putinha, sua putinha, sou sua putinha, arrebenta meu cu por favor” disse com voz doce entre gemidos.
Eu: Que promíscua você é, raposa nojenta, finalmente tem o que merece
Alicia: “Bom, quero mais”, disse ela gemendo, e voltando a chupar a pika.

O vídeo do cu dela estava ficando do caralho. Ela estava engolindo aquele pauzão pelo cu como se fosse nada. As vistas de quem a fodia eram maravilhosas. “Que cu de puta” ele disse. “Fode, fode, fode ele pra mim” – disse Alicia com voz doce e provocante. Ela me olhou, e disse “sou a putinha dele”, e me beijou na boca com gosto de pika, porra e o próprio cu. Ficamos muito excitados eu e ela.

O prazer que ela recebia no cu e o quanto se sentia uma puta a fazia capaz de qualquer coisa e queria tudo. O que fodia a boca dela queria humilhá-la, e colocou o cu na cara dela na minha frente. “Chupa meu cu, Promíscua” ele disse. Ela, toda feliz, afundava a cara entre as nádegas dele. O cu cheirava a suor, e isso a deixava louca. Tinha um pauzão no cu, um cu na cara dela e minha pika na reserva. Ela chupava desesperada aquele ânus.

Ela parou de chupar o cu e pegou na minha pika. Enquanto o pauzão acelerava a fodida. Metia e tirava inteira rápido e forte. Ela chupava minha pika possessa, como se a vida dela dependesse disso. Teria chupado qualquer um que passasse, não ligava, só queria chupar pika e ser usada. A pika entrava e saía do cu dela. Inteiro forte, rápido e inteiro. Ela revirou os olhos, tirou meu pau da boca e começou a gemer alto no parque. Tava sentindo um prazer imenso que nunca tinha sentido antes e tava uma cachorra como nunca. Tava chorando de tesão, as lágrimas escorrendo. “Vou mijar” disse a Alicia gemendo alto. E de fato, um jato saiu da buceta dela enquanto ela gemia pra caralho. “A putinha mijou, enquanto tão fodendo o cu dela, a vagabunda, Deus”, disse o outro.

O pauzão saiu do cu dela e ficou debaixo do jato, molhou ele com os fluidos dela pra meter de novo. Ela chegou no ápice da excitação, molhou a mão e levou à boca provando a própria gozada, gemendo alto. Gritou como nunca sem se importar de estar na rua, até porque às 3 da manhã não ia dar nada. Nunca tinha sentido aquele prazer antes, caiu desabada nas minhas pernas, enquanto o pau ainda tava no cu dela, precisava descansar uns minutos, mas o pau não dava trégua.

O vídeo acabou, e ela me devolveu o celular, “hora de trocar” disse. “Vagabunda, fica de joelhos”. A puta do caralho obedeceu. “Hora de gozar” ele disse. Nós três ficamos em volta dela como no começo, ela pegou meu pau primeiro, e engoliu ele todo, me olhando nos olhos.

-“Onde a gente goza?” perguntaram.
Eu: “Cara ou boca, o que vocês quiserem”.

Ela não respondeu, queria as duas opções. Chupava um pau e batia punheta pros outros dois com uma mão. Nunca tinha se sentido tão puta como naquela noite, tava disposta a tudo. Nunca tinha curtido tanto. Chupava meu pau, eu ia gozar e tirei ele. “Toma” falei. Me afastei um pouco e ela colocou a cara e abriu a boca pra não desperdiçar nada. Gozei como nunca enchendo a cara dela. Ela engoliu o que caiu na boca e tava sorrindo. Tava feliz sendo uma puta. Saí de lado, e ela continuou com o outro pau, deixando o pauzão pro final. Gozou na boca dela, ela mesma mostrou o esperma e engoliu tudo. Ele se afastou deixando uma vista espetacular chupando. O pauzão enquanto meu sêmen ainda escorria na cara dela, escorrendo por ela.
Chupava aquele pau com tesão, olhava pro pau, pra ele, pra nós… tava feliz. “Cê tá gostando, putinha?” ele perguntou. Ela concordou com um “ahã” com o pau na boca. Tirou o pau da boca.

-“Cê gosta do meu pau?”
Alicia: “Eu gosto de todos os paus, mas esse é incrível.”
-“Me convence a deixar você continuar, Promíscua.”
Alicia: “Ai, meu Deus, eu preciso chupar esse pau, ele é uma delícia, quero chupar ele, por favor, eu imploro.” Disse de novo com a voz doce de putinha.
Alicia: “Eu amo ele no meu cu e na minha boca, sou sua putinha, sua putinha chupadora de pau, preciso dele na minha boca, por favor, deixa eu chupar.”

Ele esfregou o pau nos restos do meu sêmen que ainda tava na cara da Alicia, cuspiu na cara dela e enfiou na boca dela. Ela passava a língua por todo o pau dele olhando nos olhos dele. A cena era impressionante. A putinha sorriu encantada e disse “quero sêmen.” Enfiou o pau na boca, não dava pra saber se ele tava fodendo a boca dela, ou se a boca dela tava fodendo o pau dele. A putinha queria o sêmen na boca dela, adorava o gosto do sêmen e queria provar mais, mas a ideia de ele gozar na cara dela no meio da rua, humilhando ela, era excitante, então deixou ele escolher.

Quando ele tava quase lá, tirou o pau da boca dela, que tavam ligados por um fio de pré-sêmen e saliva, e disse “vou gozar.”

Ela entendeu o recado na perfeição e disse “enche minha cara com seu sêmen, por favor” e se posicionou pra receber minha gozada, cabeça inclinada e boca aberta. Tava implorando por um jato de sêmen na cara, a putinha. Todos nós távamos excitadíssimos com o que ela acabou de dizer. Ele descarregou sêmen na cara e boca dela toda, enchendo ela completamente de sêmen. Entrou uma boa quantidade na boca dela, mas a cara ficou cheia, sujando o cabelo dela. Ela engoliu o que tava na boca, e depois de um “Ahhh” exausta, agradeceu ele. Ainda por cima, a rabuda de merda limpou o pau dele com a boca, como sinal de agradecimento. Aquele pau tinha deixado ela maluca. Aproveitei. e tirei uma foto dela com a cara cheia de porra e a boca no pau.

A putinha, nua e exausta, sentou no banco, toda melada de sêmen. "Caralho, que gostosa que você é", disseram os dois. Ela ficou com vergonha por um segundo, mas logo pensou que não era hora pra isso. "Dá pra repetir?", um deles me perguntou. "Por mim, podem foder ela toda semana ou todo dia", respondi. Ela riu, satisfeita, e se levantou. Passou o vestido no rosto pra limpar a porra, enquanto todo mundo se vestia. "Que paus gostosos vocês têm, como me comeram", disse ela, sem nenhuma vergonha. "Você não merece menos", falou o outro. "E aí, como tá seu cu?" enquanto ela colocava o sutiã e o vestido todo sujo de porra. "Pô, satisfeito e aberto, do jeito que você deixou…", respondeu contente. Eu e minha namorada nos beijamos, era uma mistura de cheiros e gostos excitante.

Eles iam embora, mas o do pauzão disse que queria levar uma lembrança. Ela, sem pensar duas vezes, deu a calcinha dela com cheiro de buceta e cu, e disse: "pra você lembrar de mim e bater uma, porque puta merda, que pau que você tem, é pra aproveitar e fazer ela gozar". Ela nunca tinha dado a calcinha dela nem saído sem ela na rua, e agora ia fazer isso por outro. Ele cheirou, embriagado, na frente dela, e disse "obrigado", e foi embora, e ela respondeu "não, não, obrigada a você".

Eu e minha namorada estávamos felizes, ela tinha virado uma putinha de verdade e, a partir dali, sabíamos que íamos nos divertir sem parar.

Eu: Gostou? perguntei.
Alicia: Nossa, amei.

Fiquei tranquilo e pedi se podia chupar o cu dela, que não tinha feito isso a noite toda. Ela topou, pra alegria dos dois. Tava aberto e o gosto era mais de pau e porra do que de cu. Além disso, tinha ficado bem mais largo do que antes.

Depois de aproveitar o cu dela, fomos pro carro. Ela, bem comida e com a buceta de fora, sem calcinha. Aproveitei isso no carro a caminho de casa, passando a mão gostoso, e ela até dormiu. Tinha ficado totalmente destruída. Era normal, aquela noite a gente tinha realizado muitas das nossas fantasias sexuais e era só o começo. Essa história foi a primeira de muitas que compartilhamos, curtindo o sexo sem limites.

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