Familia México-Colombiana 8

Mesmo depois de terminar a chamada, meu pau continuou duro como uma barra de ferro. Não baixou nem um pouco. Continuou pulsando, grosso, cheio de veias, com a cabeça inchada e brilhante de pré-gozo misturado com os restos da minha gozada anterior. Eu tinha limpado a porra da minha barriga, mas o desejo não ia embora. Pelo contrário: minhas bolas estavam cheias de novo, pesadas, e eu só conseguia pensar em enfiar essa rola num buraco quente e apertado. A imagem da Noralba abrindo a buceta e o cu na videchamada me deixou doente de tesão. Ouvi a chave na porta. —Héctor, cheguei. Me ajuda com as sacolas, amor —disse a Alejandra entrando com várias nas mãos. Ela vinha suada do supermercado, com aquela legging cinza que marcava perfeitamente a bunda e uma blusa solta. Mal a vi, meu pau deu um pulo dentro da cueca. Sem dizer uma palavra, caminhei direto até ela. A agarrei pela cintura por trás e a empurrei contra a mesa da cozinha. As sacolas caíram no chão. —Héctor, o que foi? —riu nervosa, mas sentiu na hora meu pau duro cravado entre as nádegas—. Meu Deus… você tá duro que nem pedra! —shhh —grunhi no ouvido dela, mordendo o lóbulo—. Hoje não vim pra conversar. Vim pra te comer do jeito que você mais gosta. Puxei a legging e a calcinha dela de uma vez, violentamente, até os joelhos. A buceta dela ficou exposta: rosada, depilada, com os lábios já um pouco inchados. Enfiei dois dedos sem avisar e os movi rápido, sentindo como ela ficou molhada na hora. —Você tá encharcada, gata. Já tava com vontade ou é porque sente que seu marido tá prestes a te arrebentar? Alejandra gemeu e se arqueou, empurrando a bunda pra trás. Tirei os dedos, limpei no rosto dela e abaixei minha cueca. Meu pau saltou livre, grosso e pesado. Esfreguei ele entre as nádegas dela, untando com os próprios fluidos. —Hoje vou arrombar todos os seus buracos, Ale. E enquanto te fodo, quero que saiba que acabei de bater uma. Ela ficou tensa, mas a buceta dela escorreu mais. —Em quem você tava pensando enquanto batia? —ofegou, embora a voz dela soasse mais Mais excitada do que com ciúmes. —Isso não importa. E agora vou te comer imaginando que é ela. Enfiei meu pau de uma só vez até o fundo da sua buceta. Alejandra soltou um grito abafado e se agarrou forte na mesa. —Caralho! Que grossa você está hoje! Você está me partindo… Comecei a foder ela com força, enfiadas longas e profundas que faziam suas nádegas baterem contra meus quadris. O som molhado do meu pau entrando e saindo enchia toda a cozinha. —Assim, gata… aperta essa buceta. Tá sentindo como ela abre? É isso que vou fazer com a outra quando tiver ela na minha frente. Vou enfiar esse pau todo até ela gritar. Alejandra gemeu cada vez mais alto. —Mais forte… enfia mais forte, Héctor… Ai, Deus! Você está acabando com a minha buceta! Agarrei seus peitos por baixo da blusa, apertando seus mamilos com força enquanto a fodia sem piedade. Puxei o pau de repente, brilhando com seus fluidos, e virei ela de frente para mim. —De joelhos. Agora. Alejandra se ajoelhou rápido, com as leggings ainda nos joelhos. Ela me olhou de baixo com os olhos vidrados de desejo. —Quer que eu chupe? —Quero que engula ele inteiro, como a minha putinha faminta que você é. Enfiei meu pau até sua garganta de uma vez. Ela tossiu, os olhos encheram de lágrimas, mas não recuou. Comecei a foder sua boca com enfiadas curtas e profundas, segurando sua cabeça com as duas mãos. —Engole tudo, gata… até as bolas. Isso aí… Imaginei a boca da Noralba enquanto sua irmã lambe minhas bolas. Porque aquela puta me disse que a irmã dela também está com tesão e quer pau. Alejandra gemeu em volta do meu pau, vibrando na minha cabeça. O som molhado era obsceno. Tirei o pau da sua boca, coberto de saliva grossa que escorria de seus lábios. —Vira de costas. Quero seu cu. —Héctor… está muito grande hoje… vai doer —suplicou, mas já estava se colocando de quatro no chão da cozinha, abrindo as nádegas com as mãos. Cuspi grosso direto no seu cuzinho e enfiei dois dedos primeiro, abrindo ela. Depois coloquei a cabeça do meu pau e empurrei devagar mas sem parar. —Relaxa, Bebê… me deixa entrar. Essa bunda também é minha. Centímetro a centímetro fui abrindo ela. Quando estava completamente enterrado até as bolas dentro do seu cu, Alejandra soltou um gemido longo e trêmulo. —Está muito fundo… você tá me arrebentando a bunda… Ahhh! Comecei a me mover mais rápido, metendo com força. Minhas bolas batiam na sua buceta encharcada. Meti a mão por baixo e esfreguei o clitóris com força enquanto sodomizava ela. —Você gosta que eu te dê no cu? Fala. —Sim… eu gosto… sou sua putinha… goza dentro do meu cu… me enche de porra quente, Héctor… Quero sentir você me enchendo! Não aguentei mais. Senti as bolas contraírem e comecei a gozar com força. Jatos grossos e quentes inundaram o interior do cu dela. Continuei metendo enquanto me esvaziava, espremendo até a última gota dentro dela. Quando terminei, tirei o pau devagar. Seu buraco ficou aberto, vermelho, e um fio grosso de sêmen branco começou a escorrer e descer pelas suas coxas. Alejandra ficou ofegante no chão, tremendo, com a bunda ainda levantada. Limpei o pau na sua nádega e disse com voz calma mas firme: —Levanta e vamos pra nossa cama, quero continuar transando, até essa vontade de gozar passar. Ela virou a cabeça, ainda respirando ofegante. —Claro que sim! Quer que eu chame a Erika ou alguém? Sorri. —Não, hoje quero me concentrar em você e quero experimentar algo novo. Alejandra mordeu o lábio, ainda com minha porra saindo do seu cu. —Você é um filho da puta… —sussurrou, mas nos seus olhos tinha muita excitação. —Eu sei. E por isso você adora. Fui pro banheiro, já pensando na mensagem que ia mandar pra Noralba: “Se prepara, Nora. E fala pra sua irmã colocar algo fácil de tirar. Porque eu vou foder as duas até não conseguirem andar. Quero vê-las de joelhos compartilhando meu pau, quero gozar nos seus peitos e depois abrir o cu das duas. Você tá pronta pra isso, vadia?” Meu pau endureceu de novo só de pensar. Depois do banho rápido, saí do banho ainda com o corpo quente e o pau meio duro pendurado pesado entre as pernas. Alejandra já estava no quarto, pelada na cama, com as pernas levemente abertas e uma mão entre as coxas, se tocando devagar enquanto me olhava com olhos vidrados. A porra que eu tinha deixado na bunda dela ainda brilhava nas coxas, um rastro branco e grosso que descia lento até os lençóis. —Vem aqui —ela disse com voz rouca, mordendo o lábio inferior—. Você ainda não acabou comigo, né? Sorri de lado e me aproximei. Peguei o celular da mesinha de cabeceira, coloquei no modo avião pra nada interromper e ativei a câmera. Apoiei contra o abajur da mesinha, ajustando o ângulo pra gravar a cama toda: nossos rostos, os corpos, tudo sem piedade. —O que você tá fazendo? —ela perguntou, mas a voz tremia de excitação, não de medo. —Quero gravar a gente. Quero te ver depois. Quero ver como você se abre pra mim, como goza gritando meu nome. E quero que você também veja quando estiver sozinha e mostre pra Erika e pra Raquel, pra quem você quiser, e se toque pensando nisso. Ela mordeu o lábio com mais força e abriu as pernas de vez, expondo a buceta ainda inchada e vermelha do que eu tinha feito com ela na cozinha. Os grandes lábios estavam abertos, o clitóris aparecendo grosso e brilhante. —Me grava então… me grava como a vadia que eu sou pra você.

0 comentários - Familia México-Colombiana 8