Um sonho recorrente

Era uma noite de verão. Entrei aqui pra ver qual era a onda. Postei por aqui se alguém tava a fim de conversar. Foi quando a Julieta me escreveu. Uma mulher de 50 anos que sentia vergonha do que tava fazendo. Me disse que o marido dela dormia e que ela visitava essas páginas com frequência e costumava se excitar com contos de infidelidade. Ela descobriu o site pelo filho, um dia fuçando o histórico. O filho já não mora mais com ela, mas ela ainda entra nas sombras pra encontrar uma dose de desejo e prazer que com o marido já não acha mais. Naquele dia que postei, ela me escreveu e me pediu desculpas, mas talvez o perdão tava pedindo pra ela mesma, inconscientemente, já que não queria fazer aquilo, mas o desejo era mais forte. "Só quero conversar", me disse, "e isso já me basta. Nos encontrarmos é impossível. Primeiro porque tenho marido, e segundo porque acho uma loucura o que tá rolando." Ela me contou da vida dela e eu da minha. Nós dois sentíamos que nos conhecíamos há anos, mesmo nunca tendo nos visto. O mais forte que a gente tinha dito foi numa noite em que falei "te mando um beijo" e ela respondeu "aonde?" hahaha, rapidinho saiu fora desse comentário e me deu tchau. Mas um dia foi diferente. Ela tinha conversado com uma amiga porque não parava de sonhar comigo e com aquelas conversas em que nem foto a gente trocava. Mas começou a se masturbar mais vezes e a falar dormindo. O medo tomava conta dela, mas o desejo a abraçava. Um dia, no meio de uma conversa, ela me mandou uma foto dos peitos dela e eram lindos. Mas me surpreendeu tanto que não soube como continuar. Falei: "Vamos nos ver e te prometo que vou fazer você não esquecer essa noite nunca mais." Ela disse que não e se desconectou. Não nos falamos por uma semana, até que do nada ela me disse: "Hoje meu marido não tá em casa e é hora de fazer algo por mim." Combinamos de nos encontrar e, sinceramente, o nervosismo tomou conta de mim. Fui buscá-la de carro e ela estava toda coberta, cheia de vergonha, mas gostosa como eu imaginava. A pele dela era macia e o cheiro dela era de desejo. Enquanto a gente ia pro taxi, quase não conversamos e ela ria meio sem graça. Chegamos no hotel e eu beijei ela de boca aberta, ela pediu pra ir devagar e eu virei ela, deixando ela de costas pra mim e, enquanto beijava o pescoço dela, uma mão tocava aqueles tecidos lindos que eu já tinha visto por foto e a outra mão descia por aquela calcinha que ia ficando molhada aos poucos. Ela mordia os lábios e, entre gemidos, sussurrava "não posso, é errado". Num momento, eu baixei a calça dela e comecei a chupar a buceta dela enquanto ela se contorcia em cima de um móvel do hotel. Num instante, ela me empurrou e agora sim. Ela disse "valeu, cara, mas agora é minha vez". Me jogou na cama, tirou minha calça e começou a chupar meus ossos e a pica como nunca tinham feito antes. "Tá gostando?" ela falava com a melhor voz de putinha. Ela me deu a melhor fodida da minha vida. Eu adoraria dizer que isso é real, mas é um sonho recorrente meu. Uma pessoa mais velha que joga todo o currículo dela na cama pra mim.

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