Nos surpreendeu os dois, além disso, pela cara dela parecia brava, não sabia o que dizer.
Ana: Não é tão difícil, filha, eu tô no 4 e seu namorado tá rasgando minha bunda.
Com a leveza que a mãe respondeu, agora a Luz também estava surpresa.
Luz: Mas... mas como?
Ana: Simples, filha, ele tá metendo a pica no meu cu, vai, genro, continua.
Eu molhei a pica de novo e comecei a bombar de novo, enquanto elas conversavam.
Luz: Tá usando minha calcinha fio dental?
Ana: Ah, sim, pensei que seu namorado ia gostar e ele gostou. Você acha que fica bom em mim?
Luz: Você não pode ser tão puta.
Ana: A gente tá tirando essa dúvida, se eu for mais puta que você, seu namorado tem que me convidar de novo, e se eu perder, tenho que fazer o que ele quiser.
Luz: Isso não vai acontecer, eu vou ser mais puta que você. E você, guri, o que vai querer é que ela não volte mais.
Eu: Não sei, acho que ela tá ganhando de você.
Os olhos dela se encheram de raiva ao ouvir minha resposta, ficou incrédula.
Ana: Vai, papai, me castiga e arromba toda essa bundinha, que se eu ganhar, volto pra provar essa pica.
Era o momento de ter as duas no auge da putaria e eu não ia desperdiçar.
Forte e fundo, puxava o cabelo e dava tapas na bunda. Soltava meu instinto mais baixo com a maior grosseria possível.
Luz: Você não vai ganhar de mim, esse macho é meu.
Ela se ajoelhou no chão do meu lado, fazendo cara de bebê, abrindo a boca e colocando a língua pra fora.
Luz: Você vai dar o leite pra mim? Eu sou mais puta.
Eu: Você quer tomar meu leite, puta?
Luz: Sim, todinho, bebê.
Eu: Mas ela tá sendo mais puta agora, tô arrombando a bunda dela.
Luz: Não é verdade, essa é a diferença. Por esse cu já passaram muitas picas, já tá arrombado. Já a minha bundinha você desvirginou, só sua pica que rasgou ela.
Respirei fundo olhando pra cima, o que a Luz falava me excitava muito mais do que o que a Ana dizia.
Eu: É que eu gosto de arrombar uma bunda boa.
Ela se levantou na hora do chão e subiu o corpo em cima do da mãe do mesmo jeito, os dois rabos ali. Um em cima do outro, o da mãe e o da filha, minha sogra e minha namorada.
Luz: Eu não tenho uma bunda gostosa? Faz em mim. Falou colocando um dedo na boca e babando.
Mudei pra bunda da Luz, ela gemia e gritava, falava putaria de vez em quando, mas tava doendo e eu tive que molhar a pica pra meter de novo.
Ana: Deixa essa garota que ainda falta muito, continua com minha bunda.
Voltei pra Ana repetindo tudo igual, enquanto a Luz não parava de cuspir nos próprios dedos e enfiar na própria bunda, tentando encher ela com o máximo de saliva possível.
Luz: Volta, meu amor, olha como preparei pra você.
Troquei de novo, já tava perto de gozar e na verdade nem sabia como tinha aguentado tanto.
Ana: Volta pra mim, termina o que começou.
Luz: Senti como minha bunda aperta sua pica, a minha você tá arrombando de verdade.
Ana: Minha bunda aguenta mais, tira essa vontade.
Luz: Cala a boca, puta.
Ana: Até ela fala, eu sou mais puta, vem.
Luz: Não tira de mim, por favor, sou toda sua. Olha, minha bunda é muito mais gostosa.
Ana: Mas em mim ele bate e me trata como puta, isso ele gosta mais.
Luz: Faz comigo também, me bate, sou sua puta.
Já tava quase gozando, faltavam só segundos.
Ana: Quem encher a bunda de porra primeiro, ganha.
O que eu ia fazer? Como ia sair dessa?
Continuei mais um pouco com a Luz, até que minhas bolas começaram a subir e descer com força, o formigamento dentro tinha chegado e minha pica tinha que escolher.
Comecei a descarregar na Luz, já não dava pra tirar a rola daquela bunda, mas no meio da gozada e num momento de lucidez, troquei pra Ana e a bunda dela também recebeu bastante porra.
Me separei das duas e sentei morto num outro sofá perto.
Luz: Ganhei de você, não foi tão puta assim.
Disse, juntando um pouco de porra que saía do cu dela pra mostrar pra mãe.
Mas a Ana fez o mesmo: Eu ganhei, olha como sai a porra.
As duas se olharam, olharam pras mãos e logo depois pra mim, como se buscassem uma explicação.
Eu: Foi uma competição muito difícil, e ainda é. Difícil escolher. Então, por enquanto, decido que foi um EMPATE.
Elas se olharam, com raiva, desejo, luxúria e um pouco de tudo.
Ia ser difícil escolher, era verdade, mas eu podia tomar todo o tempo do mundo, agora que sabia que a Luz não ia se arrepender e que a mãe dela tinha se apaixonado pela minha pica. Levantei e, enquanto andava até o quarto, falei pra elas:
Eu: Por um tempo não me incomodem, quero descansar. Nem sei se a gente vai conseguir resolver isso hoje, talvez leve mais tempo. Pensem no melhor jeito de ganhar, são duas putas, com certeza alguma ideia vai surgir.
Ana: Não é tão difícil, filha, eu tô no 4 e seu namorado tá rasgando minha bunda.
Com a leveza que a mãe respondeu, agora a Luz também estava surpresa.
Luz: Mas... mas como?
Ana: Simples, filha, ele tá metendo a pica no meu cu, vai, genro, continua.
Eu molhei a pica de novo e comecei a bombar de novo, enquanto elas conversavam.
Luz: Tá usando minha calcinha fio dental?
Ana: Ah, sim, pensei que seu namorado ia gostar e ele gostou. Você acha que fica bom em mim?
Luz: Você não pode ser tão puta.
Ana: A gente tá tirando essa dúvida, se eu for mais puta que você, seu namorado tem que me convidar de novo, e se eu perder, tenho que fazer o que ele quiser.
Luz: Isso não vai acontecer, eu vou ser mais puta que você. E você, guri, o que vai querer é que ela não volte mais.
Eu: Não sei, acho que ela tá ganhando de você.
Os olhos dela se encheram de raiva ao ouvir minha resposta, ficou incrédula.
Ana: Vai, papai, me castiga e arromba toda essa bundinha, que se eu ganhar, volto pra provar essa pica.
Era o momento de ter as duas no auge da putaria e eu não ia desperdiçar.
Forte e fundo, puxava o cabelo e dava tapas na bunda. Soltava meu instinto mais baixo com a maior grosseria possível.
Luz: Você não vai ganhar de mim, esse macho é meu.
Ela se ajoelhou no chão do meu lado, fazendo cara de bebê, abrindo a boca e colocando a língua pra fora.
Luz: Você vai dar o leite pra mim? Eu sou mais puta.
Eu: Você quer tomar meu leite, puta?
Luz: Sim, todinho, bebê.
Eu: Mas ela tá sendo mais puta agora, tô arrombando a bunda dela.
Luz: Não é verdade, essa é a diferença. Por esse cu já passaram muitas picas, já tá arrombado. Já a minha bundinha você desvirginou, só sua pica que rasgou ela.
Respirei fundo olhando pra cima, o que a Luz falava me excitava muito mais do que o que a Ana dizia.
Eu: É que eu gosto de arrombar uma bunda boa.
Ela se levantou na hora do chão e subiu o corpo em cima do da mãe do mesmo jeito, os dois rabos ali. Um em cima do outro, o da mãe e o da filha, minha sogra e minha namorada.
Luz: Eu não tenho uma bunda gostosa? Faz em mim. Falou colocando um dedo na boca e babando.
Mudei pra bunda da Luz, ela gemia e gritava, falava putaria de vez em quando, mas tava doendo e eu tive que molhar a pica pra meter de novo.
Ana: Deixa essa garota que ainda falta muito, continua com minha bunda.
Voltei pra Ana repetindo tudo igual, enquanto a Luz não parava de cuspir nos próprios dedos e enfiar na própria bunda, tentando encher ela com o máximo de saliva possível.
Luz: Volta, meu amor, olha como preparei pra você.
Troquei de novo, já tava perto de gozar e na verdade nem sabia como tinha aguentado tanto.
Ana: Volta pra mim, termina o que começou.
Luz: Senti como minha bunda aperta sua pica, a minha você tá arrombando de verdade.
Ana: Minha bunda aguenta mais, tira essa vontade.
Luz: Cala a boca, puta.
Ana: Até ela fala, eu sou mais puta, vem.
Luz: Não tira de mim, por favor, sou toda sua. Olha, minha bunda é muito mais gostosa.
Ana: Mas em mim ele bate e me trata como puta, isso ele gosta mais.
Luz: Faz comigo também, me bate, sou sua puta.
Já tava quase gozando, faltavam só segundos.
Ana: Quem encher a bunda de porra primeiro, ganha.
O que eu ia fazer? Como ia sair dessa?
Continuei mais um pouco com a Luz, até que minhas bolas começaram a subir e descer com força, o formigamento dentro tinha chegado e minha pica tinha que escolher.
Comecei a descarregar na Luz, já não dava pra tirar a rola daquela bunda, mas no meio da gozada e num momento de lucidez, troquei pra Ana e a bunda dela também recebeu bastante porra.
Me separei das duas e sentei morto num outro sofá perto.
Luz: Ganhei de você, não foi tão puta assim.
Disse, juntando um pouco de porra que saía do cu dela pra mostrar pra mãe.
Mas a Ana fez o mesmo: Eu ganhei, olha como sai a porra.
As duas se olharam, olharam pras mãos e logo depois pra mim, como se buscassem uma explicação.
Eu: Foi uma competição muito difícil, e ainda é. Difícil escolher. Então, por enquanto, decido que foi um EMPATE.
Elas se olharam, com raiva, desejo, luxúria e um pouco de tudo.
Ia ser difícil escolher, era verdade, mas eu podia tomar todo o tempo do mundo, agora que sabia que a Luz não ia se arrepender e que a mãe dela tinha se apaixonado pela minha pica. Levantei e, enquanto andava até o quarto, falei pra elas:
Eu: Por um tempo não me incomodem, quero descansar. Nem sei se a gente vai conseguir resolver isso hoje, talvez leve mais tempo. Pensem no melhor jeito de ganhar, são duas putas, com certeza alguma ideia vai surgir.
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