Despedida de solteiro (parte 6)

Depois de uma frase tão reveladora, pelada daquele jeito, ela me diz: "Vamos tomar um mate?". Eu topei, não dava pra ficar andando pelado pela casa dela, mas ela sim. Descemos pra cozinha, ela botou a chaleira no fogo e preparou tudo. Foi uma pausa gostosa entre a primeira trepada e o que já era promessa da segunda. Ela puxava papo e eu não parava de olhar pra ela, admirando aquele rabão que ela tinha.
Peitos pequenos, mas daqueles que dava pra se divertir bem... a bunda, bom, era uma maravilha, nem preciso falar. Me dava um tesão danado ver ela toda nua, nem a fio dental tinha vestido, que ficava linda nela. Enquanto me passava o mate, fui direto ao assunto.
Y: Teve novidades desde Mar del Plata?
L: Mandou áudio, sim... tá um bêbado danado, deve ter se juntado com a galera do bar, costuma ir com um dos grupos que fica com "os borrachos"... esquece, até amanhã de meio-dia ou de tarde ele já disse que não volta.
Y: Ele não volta depois do jogo? — perguntei sem vergonha.
L: Nãooo! Não, esquece... não volta, e ainda mais se o River ganhar... sabe a putaria que eles fazem? E se perderem também não podem voltar porque ele foi de carro com dois caras daqui e se pegar uma blitz na estrada, tchau...
Y: Ah, claro! Tem a polícia rodoviária fazendo teste de bafômetro...
L: Sim... falei pra ele ir de ônibus, ele disse que preferia ir de carro e eu falei que se tomarem o carro dele por dirigir bêbado, nem venha me procurar porque não vou estar...
Laura tava mais a fim de mandar o marido pra puta que pariu do que de continuar trepando comigo. Dava pra ver que ela curtia a cornagem que tava aplicando na própria casa dele, e pensando bem, se não fosse eu, seria outro, disso não tinha dúvida.
A pausa se estendeu, umas três ou quatro horas, fácil. Tomamos aqueles mates que ela prometeu, amargos e com churros que ela tinha trazido da praia. Conversamos, contamos coisas como se nos conhecêssemos há anos. Fiquei com aquela sensação de que ela confiava em mim. porque era exatamente um completo desconhecido. Contei pra ela sobre a Vanina e o que tinha descoberto, ela sorriu e disse que foi foda como eu deixei ela na rodoviária... com aquele sorriso safado ela fala "Então nós dois estamos nos vingando..." e eu respondo que de certa forma, sim. Ela se levanta, me pega pela mão e diz "Quero me vingar de novo..." e me leva pro sofá.
A gente se beija, ela vai sentar em cima de mim e eu falo "Os caras tão lá em cima, os fi...", não me deixou terminar a frase, enfiou toda a minha pica a seco na buceta dela e começou a rebolar. O fim da tarde tava chegando e ela, motivada pela raiva do marido e a vontade de reavivar a libido, se movia em cima de mim e gozava como se fosse a primeira vez que transava com alguém. Não ligou pra hora, nem pro jogo, nem se o marido entrasse pela porta. Eu ligava, não queria uma bala na testa... mas fazer o quê, o risco também valia a pena.
Coloquei ela de papo pra cima e meti uma senhora foda. Ela gemia e se contorcia... falava "Assim, buceta!" babando, arqueava as costas e tinha espasmos... tipo micro orgasmos, tava o tempo todo na beira de explodir.
Ela sentou em cima de mim de novo, esfregava a buceta na minha pélvis e gemia mais alto... tava me molhando inteiro e dizia "Adoro como você me come, cara..." o que deixava minha pica ainda mais dura. Tava me excitando pra caralho, e ela tava igual ou mais tarada. Enfiei o dedo no cu dela pra ver se reclamava, mas nem ligou. Na verdade, parecia que tava adorando.Despedida de solteiro (parte 6)Acabou, uma e outra vez... ela tirou toda a vontade que a putinha tava sentindo, e eu felizão de satisfazer ela. Quis avançar um pouco mais depois de ter enfiado o dedo no cu dela, e apoiei a ponta da piroca enquanto ela tava de quatro e ela disse: "Cê gosta de ir rápido, né, gatinho... mas hoje não." Hoje não, bateu na minha cabeça na hora a possibilidade de outro dia, talvez, mas quando?
Não importava, agora eu tinha coisas mais importantes pra me preocupar. A gente continuou um tempão de quatro, tentamos outras coisas também, e avisei que tava perto. Ela se levanta e senta na mesa. Me puxa de costas pra ela, e começa a bater uma pra mim. Sussurrava perto do meu ouvido: "Vai, bebê, me dá o gozo..." enquanto sacudia minha piroca mais forte e intenso. Ela me deixou assim uns minutos até que não aguentei mais, soltei tudo que tinha. Espirrou em mim, na mão dela... um pouco no chão também, enquanto ela gemia no meu ouvido e dizia "Siim..." com luxúria.FeriasDepois de gozar, eu viro e a gente se beija, intenso. Meu pau ainda meio duro, encostado na porta da buceta, ela tão molhada com um pouco de gozo que nem ligou e me empurrou devagar pra dentro dela, soltando um gemido de prazer... a buceta dela foi ficando molinha enquanto a gente se beijava, não queria transar, mas queria sentir aquele último pedaço de pau duro dentro dela, como uma despedida.

A gente ficou um tempão no sofá, anoiteceu e ela fala: "Vai por via das dúvidas... não acho que vou voltar, mas a gente não vai se arriscar, certo?" Concordei, também não queria confusão. Falei que provavelmente ia embora amanhã, mas ela não se alarmou.

L: "Daqui a duas semanas volto pra Buenos Aires... quem sabe a gente se fala", ela disse, pra minha surpresa.

Y: "Eu gostaria, sim... a gente pode se ver lá"

L: "Sim, bebê", ela falou, me olhando com um certo jeito de ternura.

Provavelmente mentia, provavelmente não. Naquela altura já não me importava, já tinha feito o que queria com ela. A gente se beijou e eu fui pro meu apê, cansado e com as pernas bambas. Mas feliz...

3 comentários - Despedida de solteiro (parte 6)

Buenísima esta saga! Porfa no nos hagas esperar mucho para la próxima entrega!!! +10
Muy buena como se va dando esta historia de vengaza !! segui narrando!
kokiCD +1
Muy buen relato y muy bien escrito
+ 10