Este relato é pra atualizar mais um pouco a relação com a minha irmã e também pra contar que a puta da minha prima já chegou. Ontem à noite, depois de um tempo que eu tinha postado meu último relato, minha irmã gritou da cozinha que a janta tava pronta. Saí do quarto só de cueca mesmo, porque o dia inteiro não me deu vontade de vestir mais nada. Chegando na cozinha, minha irmã ainda tava com a mesma minissaia que deixava metade ou mais da bunda dela à mostra.
Foi praticamente a mesma rotina do café da manhã e do almoço. Sentei e esperei ela me servir a comida, comemos conversando sobre umas coisas chatas, terminei, levantei e me joguei no sofá pra descansar um pouco. Ela levantou, lavou a louça suja e sentou do meu lado. Depois de um tempo, levantei e fui pro meu quarto dormir, e ela fez o mesmo. Hoje de manhã acordei e tive a ideia de ser mais cara de pau, então tirei a cueca que tava dormindo, deixando meu pau duro como toda manhã bem à vontade. Saí pra cozinha sem ela falar nada. Quando cheguei, minha surpresa foi ver que ela também decidiu ser mais ousada, embora um pouco menos que eu, porque pelo menos ela tava com alguma roupa, mas não muita, já que só usava um sutiã e uma tanguinha minúscula que sumia no meio daquela bunda gostosa dela.
Ao vê-la, foi inevitável dar uma batida no pau, ela tava cozinhando, então não me viu, mas percebeu minha presença porque, sem virar, falou:
Irmã: cê acha que agora dá pra colocar os pratos e copos?
Eu, sem responder, peguei uns copos e pratos e coloquei na bancada.
Irmã: valeu
Aí respondi falando que de nada, depois sentei na bancada esperando a comida ficar pronta. Sentei do lado da bancada que dava pra sala, de modo que ela ficava de frente pra mim. Enquanto ela terminava de cozinhar, continuei batendo uma, aproveitando aquela vista gostosa. Ela terminou de cozinhar e sentou na bancada na minha frente, serviu o café da manhã e a gente comeu enquanto conversava sobre a chegada da minha prima. Depois de comer, ela me pediu pra ajudar com a louça suja, porque tinha que se arrumar um pouco pra ir comigo buscar minha prima no aeroporto. Falei que sim, como agradecimento pela vista boa que tive enquanto comia. Quando levantei pra limpar a mesa, meu pau ficou à mostra pra ela, completamente duro e com gotas de porra escorrendo da ponta. Ao ver, ela mordeu um pouco o lábio inferior e depois falou:
Irmã: ei, irmão, por que cê tá pelado?
Eu: pelo mesmo motivo que você tá assim, irmã, por causa do calor que tá fazendo
Ela entendeu meu sarcasmo, porque na minha cidade agora é inverno, então tá meio frio, mas isso não importou pra nenhum de nós dois. Depois de alguns minutos, terminei de lavar a louça. Minha irmã ainda não tinha terminado de se vestir, então resolvi ir pro meu quarto pegar uma roupa e depois voltei pra sala pra me deitar no sofá pelado, do jeito que tava desde que acordei. Deixei a roupa do lado, pronta pra quando tivéssemos que ir buscar minha prima — era uma camiseta e uma calça preta, as duas coisas. Não ia colocar cueca, porque tinha algo planejado pro caminho de volta pra casa. Minha irmã saiu do quarto depois de um bom tempo. Cara, quando vi ela, parecia mais que tava indo de puta do que buscar minha prima no aeroporto, porque ela tava com um vestido bem curtinho, que deixava boa parte da bunda dela à mostra.
Ao me ver pelado deitado no sofá, ela disse: Irmã, que que cê tá fazendo assim? Não vai comigo? Eu: claro que vou, só tava te esperando. Irmã: nem pense que vou te levar assim. Eu: claro que não vou assim, você não ia conseguir dirigir de tanto olhar pra minha pica — falei e soltei uma gargalhada debochada.
Minha irmã ficou calada, como se concordasse, eu me levantei e peguei a roupa pra me vestir. Saímos de casa rumo ao aeroporto, no caminho conversamos sobre umas coisas sem muita importância. Chegando no aeroporto, minha irmã estacionou o carro e aí entramos pra esperar minha prima. Ela chegou depois de uns 15 ou 20 minutos, vestindo uma blusa preta e um shortinho justo que marcava a bunda gostosa dela e deixava as pernas deliciosas à mostra.
Abracei ela apertando a bunda enorme e gostosa dela com minhas mãos, apertava e apalpava na frente de todo mundo sem eles saberem que aquela puta era minha prima. Depois de nos separarmos, ela cumprimentou minha irmã do mesmo jeito, com um abraço. Depois de nos cumprimentar, caminhamos até o carro pra ir pra casa. Chegando no carro, coloquei as malas da minha prima no porta-malas. Minha irmã falou pra ela sentar no banco do carona pra ir conversando no caminho, mas eu disse que ela ia no banco de trás comigo porque queria que ela me desse um boquete (minha prima já sabe que contei tudo sobre a gente pra minha irmã, e também sabe de tudo que rolou entre eu e minha irmã). Minha prima me obedeceu e sentou atrás comigo. Enquanto a gente saía do estacionamento, ela subiu no meu colo, com a buceta dela em cima da minha pica. A gente se beijava de boca aberta enquanto eu apalpava a bunda enorme dela e ela esfregava a buceta na minha pica. Ficamos assim até sair do estacionamento. Saindo, continuamos nos beijando mais um pouco até que eu parei de beijar minha prima e mandei ela começar a chupar minha pica. Ela, como a boa puta que é, me obedeceu, desceu de mim e se ajoelhou no chão do carro pra começar a chupar minha pica.
Ele fazia tão gostoso que até minha irmã ficou de olho em como ele fazia, tanto que quase bateu o carro numa das vezes que virou pra nos ver pelo retrovisor.
Eu: com cuidado, irmã.
Irmã: pois é, vocês me distraem.
Eu: gosta tanto de ver minha puta chupando pau?
Irmã: não, não é isso, só é muito difícil dirigir enquanto vocês estão fazendo isso.
Eu: então para o carro, porque não vou mandar essa puta parar de chupar.
Minha irmã não respondeu, mas me obedeceu e parou o carro. Depois de uns 5 minutos, percebi ela se tocando na buceta bem discretamente enquanto nos observava pelo retrovisor. Isso me deixou louco, então comecei a comer a boca da minha prima.
O que minha irmã mais gostou foi que ela começou a se esfregar na buceta dela com um pouco mais de descaro, não tanto, mas o suficiente pra eu notar. Ficamos assim uns 10 minutos, eu chupando a boca da minha prima e minha irmã se tocando por baixo do vestido. Depois desses 10 minutos, em que dei uns pequenos intervalos pra minha prima pegar ar, acabei soltando vários jatos de porra na garganta dela, e ela engoliu tudo sem desperdiçar uma gota. Quando terminou de engolir meu leite, ela levantou do chão e sentou do meu lado pra finalmente começar a conversar com minha irmã. Minha irmã ligou o carro e seguiu rumo a casa enquanto elas batiam papo. Chegando em casa, mandei minha prima entrar, se pelar e ficar de quatro no sofá, porque a broxada só tinha me deixado com mais vontade de foder ela. Ela me deu um beijo e fez o que eu mandei. Enquanto isso, eu desci as malas dela e minha irmã entrou em casa. Pensei que ela fosse pro quarto dela, mas a putinha ficou na sala pra assistir toda a foda que eu ia dar na minha prima. Mas isso eu conto num próximo relato. Tô há dias querendo postar essa história, mas como podem imaginar, tô meio ocupado comendo minha prima e tentando convencer minha irmã a fazer o mesmo. Tô perto de conseguir a segunda, então tenham paciência. Acreditem, vai valer a pena esperar pelas histórias que vêm por aí.
Foi praticamente a mesma rotina do café da manhã e do almoço. Sentei e esperei ela me servir a comida, comemos conversando sobre umas coisas chatas, terminei, levantei e me joguei no sofá pra descansar um pouco. Ela levantou, lavou a louça suja e sentou do meu lado. Depois de um tempo, levantei e fui pro meu quarto dormir, e ela fez o mesmo. Hoje de manhã acordei e tive a ideia de ser mais cara de pau, então tirei a cueca que tava dormindo, deixando meu pau duro como toda manhã bem à vontade. Saí pra cozinha sem ela falar nada. Quando cheguei, minha surpresa foi ver que ela também decidiu ser mais ousada, embora um pouco menos que eu, porque pelo menos ela tava com alguma roupa, mas não muita, já que só usava um sutiã e uma tanguinha minúscula que sumia no meio daquela bunda gostosa dela.
Ao vê-la, foi inevitável dar uma batida no pau, ela tava cozinhando, então não me viu, mas percebeu minha presença porque, sem virar, falou: Irmã: cê acha que agora dá pra colocar os pratos e copos?
Eu, sem responder, peguei uns copos e pratos e coloquei na bancada.
Irmã: valeu
Aí respondi falando que de nada, depois sentei na bancada esperando a comida ficar pronta. Sentei do lado da bancada que dava pra sala, de modo que ela ficava de frente pra mim. Enquanto ela terminava de cozinhar, continuei batendo uma, aproveitando aquela vista gostosa. Ela terminou de cozinhar e sentou na bancada na minha frente, serviu o café da manhã e a gente comeu enquanto conversava sobre a chegada da minha prima. Depois de comer, ela me pediu pra ajudar com a louça suja, porque tinha que se arrumar um pouco pra ir comigo buscar minha prima no aeroporto. Falei que sim, como agradecimento pela vista boa que tive enquanto comia. Quando levantei pra limpar a mesa, meu pau ficou à mostra pra ela, completamente duro e com gotas de porra escorrendo da ponta. Ao ver, ela mordeu um pouco o lábio inferior e depois falou:
Irmã: ei, irmão, por que cê tá pelado?
Eu: pelo mesmo motivo que você tá assim, irmã, por causa do calor que tá fazendo
Ela entendeu meu sarcasmo, porque na minha cidade agora é inverno, então tá meio frio, mas isso não importou pra nenhum de nós dois. Depois de alguns minutos, terminei de lavar a louça. Minha irmã ainda não tinha terminado de se vestir, então resolvi ir pro meu quarto pegar uma roupa e depois voltei pra sala pra me deitar no sofá pelado, do jeito que tava desde que acordei. Deixei a roupa do lado, pronta pra quando tivéssemos que ir buscar minha prima — era uma camiseta e uma calça preta, as duas coisas. Não ia colocar cueca, porque tinha algo planejado pro caminho de volta pra casa. Minha irmã saiu do quarto depois de um bom tempo. Cara, quando vi ela, parecia mais que tava indo de puta do que buscar minha prima no aeroporto, porque ela tava com um vestido bem curtinho, que deixava boa parte da bunda dela à mostra.
Ao me ver pelado deitado no sofá, ela disse: Irmã, que que cê tá fazendo assim? Não vai comigo? Eu: claro que vou, só tava te esperando. Irmã: nem pense que vou te levar assim. Eu: claro que não vou assim, você não ia conseguir dirigir de tanto olhar pra minha pica — falei e soltei uma gargalhada debochada.Minha irmã ficou calada, como se concordasse, eu me levantei e peguei a roupa pra me vestir. Saímos de casa rumo ao aeroporto, no caminho conversamos sobre umas coisas sem muita importância. Chegando no aeroporto, minha irmã estacionou o carro e aí entramos pra esperar minha prima. Ela chegou depois de uns 15 ou 20 minutos, vestindo uma blusa preta e um shortinho justo que marcava a bunda gostosa dela e deixava as pernas deliciosas à mostra.
Abracei ela apertando a bunda enorme e gostosa dela com minhas mãos, apertava e apalpava na frente de todo mundo sem eles saberem que aquela puta era minha prima. Depois de nos separarmos, ela cumprimentou minha irmã do mesmo jeito, com um abraço. Depois de nos cumprimentar, caminhamos até o carro pra ir pra casa. Chegando no carro, coloquei as malas da minha prima no porta-malas. Minha irmã falou pra ela sentar no banco do carona pra ir conversando no caminho, mas eu disse que ela ia no banco de trás comigo porque queria que ela me desse um boquete (minha prima já sabe que contei tudo sobre a gente pra minha irmã, e também sabe de tudo que rolou entre eu e minha irmã). Minha prima me obedeceu e sentou atrás comigo. Enquanto a gente saía do estacionamento, ela subiu no meu colo, com a buceta dela em cima da minha pica. A gente se beijava de boca aberta enquanto eu apalpava a bunda enorme dela e ela esfregava a buceta na minha pica. Ficamos assim até sair do estacionamento. Saindo, continuamos nos beijando mais um pouco até que eu parei de beijar minha prima e mandei ela começar a chupar minha pica. Ela, como a boa puta que é, me obedeceu, desceu de mim e se ajoelhou no chão do carro pra começar a chupar minha pica.
Ele fazia tão gostoso que até minha irmã ficou de olho em como ele fazia, tanto que quase bateu o carro numa das vezes que virou pra nos ver pelo retrovisor. Eu: com cuidado, irmã.
Irmã: pois é, vocês me distraem.
Eu: gosta tanto de ver minha puta chupando pau?
Irmã: não, não é isso, só é muito difícil dirigir enquanto vocês estão fazendo isso.
Eu: então para o carro, porque não vou mandar essa puta parar de chupar.
Minha irmã não respondeu, mas me obedeceu e parou o carro. Depois de uns 5 minutos, percebi ela se tocando na buceta bem discretamente enquanto nos observava pelo retrovisor. Isso me deixou louco, então comecei a comer a boca da minha prima.
O que minha irmã mais gostou foi que ela começou a se esfregar na buceta dela com um pouco mais de descaro, não tanto, mas o suficiente pra eu notar. Ficamos assim uns 10 minutos, eu chupando a boca da minha prima e minha irmã se tocando por baixo do vestido. Depois desses 10 minutos, em que dei uns pequenos intervalos pra minha prima pegar ar, acabei soltando vários jatos de porra na garganta dela, e ela engoliu tudo sem desperdiçar uma gota. Quando terminou de engolir meu leite, ela levantou do chão e sentou do meu lado pra finalmente começar a conversar com minha irmã. Minha irmã ligou o carro e seguiu rumo a casa enquanto elas batiam papo. Chegando em casa, mandei minha prima entrar, se pelar e ficar de quatro no sofá, porque a broxada só tinha me deixado com mais vontade de foder ela. Ela me deu um beijo e fez o que eu mandei. Enquanto isso, eu desci as malas dela e minha irmã entrou em casa. Pensei que ela fosse pro quarto dela, mas a putinha ficou na sala pra assistir toda a foda que eu ia dar na minha prima. Mas isso eu conto num próximo relato. Tô há dias querendo postar essa história, mas como podem imaginar, tô meio ocupado comendo minha prima e tentando convencer minha irmã a fazer o mesmo. Tô perto de conseguir a segunda, então tenham paciência. Acreditem, vai valer a pena esperar pelas histórias que vêm por aí.
3 comentários - Cada dia mais perto de comer minha irmã parte 5