https://www.poringa.net/posts/relatos/6247842/La-confesion-de-jorgelina-pobre-cornudo.html
seguimos com as confissões de Jorgelina a pedido de
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
ESPERO QUE VOCÊS CURTAM TANTO QUANTO EU
OBRIGADO POR ME LER
POR COMENTAR
E PELOS PONTOS
Bom, o que eu não te contei é que tenho uma filha do meu relacionamento anterior, ela se chama Silvia e, assim como eu, é bem putinha e também mantém as aparências. Ela tá saindo agora com um cara chamado Fernando, mais velho que ela, uns trinta anos. Como a Silvia finge ser uma santinha pelo jeito de se vestir, o Fer não tira os olhos da minha bunda toda vez que a gente se encontra. Sabia que o otário até batia punheta pensando na minha raba. E claro, a Silvia, que não é boba nem nada, percebeu na hora. Por isso, um dia ela veio me visitar.
Silvia, sua velhota, tá brincando com o Fernando, é? Quer dar pra ele?
Ah não, gatinha, como é que você pensa isso, eu já tenho quem me coma, são os três caras do escritório.
Silvia e Marcelo não suspeitam de nada?
Acho que o corno desconfia de algo, mas não fala nada. Na real, acho que ele curte a ideia de ser cuck. Mas por que você tá perguntando do Fer? Aconteceu alguma coisa?
Silvia, cê tá deixando ele maluco, toda vez que a gente se vê você não para de mostrar essa buceta, cê não tem ideia de como ele fica.
Bom, que bom então, com certeza quando eu for embora você vai ter sua bela recompensa.
Silvia, você não sabe como me fode, mas eu conheço ele, bem. Faz uns dias que ele parou de me ver, acho que ele tá atrás de você.
Atrás de mim? Mas como? Faz tempo que não vejo ele, com certeza deve estar atrás de outra, mas não sou eu, isso é certeza.
Silvia, então esse filho da puta tá me traindo.
E se ele fode tão bem como você diz, com certeza sim, por que não traz ele pra casa um dia?
Silvia, o que você vai fazer? Vai comer ele?
Sim, gatinha, se tá tão afim da minha bunda, temos que aproveitar.
Silvia, e eu, o que eu ganho com isso?
Que ela pare de ficar procurando outra gostosa por um tempo, pelo menos.
Silvia, tá bom, mas se você der pra fer, eu vou foder você até seus males.
Aos três?
Silvia sim, para os três, não pense que vou foder o corno.
Sim, claro, o corno é um desastre na cama.
Será que a Silvia não é viado? Não conheço macho que goste de ser corno manso.
Bom, agora você conhece um, embora eu não ache que ele seja viado, acho que é mais um grande punheteiro e babaca.
Silvia, sério, ela não desconfia de nada?
Você sabe muito bem como eu me cuido, me deixa com isso, traz ele pra casa que depois da foda que vou dar nele, não vai dar vontade de ficar procurando outra.
Silvia, mas cê sabe, depois você vai me entregar pros seus vícios. Se o Fer tá me chifrando, eu também vou chifrar ele.
Te garanto que vão te deixar manca.
Foi assim que na sexta à tarde eles chegaram em casa. Eu tinha vestido uma leggins meio transparente com uma tanguinha vermelha por baixo, sabia muito bem que dava pra ver através e assim minha raba não passava despercebida, ainda mais pro Fer. O corno se preparava pra partida de futebol de sempre, quando voltasse a gente já teria jantado. A Silvia merecia um Oscar pela atuação de inocente, mas quando fui pra cozinha, ela ficou com o corno e o Fer não hesitou em vir atrás de mim.
Fer, você me deixa com tesão, Jorgelina.
O quão gostosa eu te deixo? Você seria capaz de fazer uma loucura?
Foder, te partia no meio aqui mesmo.
Hayyy siii, já entendi, mas tudo tem um preço.
Fer, eu pago, sem problema.
Para de chifrar a Silvia e vai morar com ela de uma vez, ahhh, ahhh, olha que essa bunda eu não dou nem pro meu marido
A Fer me deixou apoiada na mesa e ficou esfregando a bunda no pau dela, a mina tinha potência mesmo, tinha que acalmar ela senão eu não ia conseguir ir pra mesa. Me virei, abaixei a calça jeans dela e chupei o pau dela, em dois minutos já tava com a boca cheia, engoli tudo e falei pra ela.
Agora sim, pode ir pra mesa.
Fer, não me deixa assim.
Por enquanto sim, quando o corno for embora a gente continua, mas já sabe.
Fer sim, já sei, por isso não tem problema.
Quero ser a única com quem você pode botar chifre na minha filha. Agora vai pra mesa pra o corno não desconfiar de nada, toma, leva isso pra lá.
Dei uma tábua com uma picada que já tinha pronta, ele levou pra mesa e em minutos eu saí com as cervejas, coloquei na mesa e sentei do lado do meu corno manso, tava segura que ele não suspeitava de nada do que tinha rolado na cozinha, tomei um gole de cerveja mais pra enxaguar a boca e beijar meu corno, foi aí que o Fer falou pra Silvia que já era hora dela se mudar com ele, ficou de levar as coisas pro apê dele no sábado de manhã, foi uma alegria danada, todo mundo comemorou e claro que a Silvia disse que não aguentava até sábado, queria ir naquela noite mesmo, aí como o corno manso tinha futebol, deixaram pra sábado, o Fer tava obcecado em arrombar minha buceta e isso jogava a meu favor, por isso ficaram pra dormir em casa, quando o Marcelo foi embora, a Silvia foi arrumar as coisas e o Fer veio na hora no meu cangote, deixei ele me dominar e acabamos na minha cama, verdade seja dita, ele comia muito bem, agora entendia porque a Silvia cuidava tanto dele e sim, ele arrombou minha buceta, foi delicioso e quando ele tava me comendo de quatro, a Silvia saiu do quarto dela e chamou ele, cortou o sexo na hora, rapidinho nos vestimos e encontramos ela na cozinha, tomamos um drink e ela foi dormir.
Silvia, bom, parece que o Marcelo tá demorando pra voltar, vou dormir.
Fer, vai na frente, eu espero por você, quero falar com ele.
Assim que a Silvia foi embora, voltamos pro quarto pra continuar trepando. Ela não me dava trégua, me deixou exausta. Foi aí que, quando o Marcelo chegou, o corno nem percebeu que os chifrinhos dele tinham crescido um pouco mais. Tomamos uma cerveja e depois fomos pra cama. O Marce tava acabado. No sábado, a Silvia foi embora de casa com um sorriso nos lábios. A vida continuou normal pra mim e pro Marcelito também, embora agora eu me esfregasse no José e ele começasse a vir pra casa direto, deixando claro que flertava comigo na frente dele. E é aqui que começa outra história.
seguimos com as confissões de Jorgelina a pedido de
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
ESPERO QUE VOCÊS CURTAM TANTO QUANTO EU
OBRIGADO POR ME LER
POR COMENTAR
E PELOS PONTOS
Bom, o que eu não te contei é que tenho uma filha do meu relacionamento anterior, ela se chama Silvia e, assim como eu, é bem putinha e também mantém as aparências. Ela tá saindo agora com um cara chamado Fernando, mais velho que ela, uns trinta anos. Como a Silvia finge ser uma santinha pelo jeito de se vestir, o Fer não tira os olhos da minha bunda toda vez que a gente se encontra. Sabia que o otário até batia punheta pensando na minha raba. E claro, a Silvia, que não é boba nem nada, percebeu na hora. Por isso, um dia ela veio me visitar.
Silvia, sua velhota, tá brincando com o Fernando, é? Quer dar pra ele?
Ah não, gatinha, como é que você pensa isso, eu já tenho quem me coma, são os três caras do escritório.
Silvia e Marcelo não suspeitam de nada?
Acho que o corno desconfia de algo, mas não fala nada. Na real, acho que ele curte a ideia de ser cuck. Mas por que você tá perguntando do Fer? Aconteceu alguma coisa?
Silvia, cê tá deixando ele maluco, toda vez que a gente se vê você não para de mostrar essa buceta, cê não tem ideia de como ele fica.
Bom, que bom então, com certeza quando eu for embora você vai ter sua bela recompensa.
Silvia, você não sabe como me fode, mas eu conheço ele, bem. Faz uns dias que ele parou de me ver, acho que ele tá atrás de você.
Atrás de mim? Mas como? Faz tempo que não vejo ele, com certeza deve estar atrás de outra, mas não sou eu, isso é certeza.
Silvia, então esse filho da puta tá me traindo.
E se ele fode tão bem como você diz, com certeza sim, por que não traz ele pra casa um dia?
Silvia, o que você vai fazer? Vai comer ele?
Sim, gatinha, se tá tão afim da minha bunda, temos que aproveitar.
Silvia, e eu, o que eu ganho com isso?
Que ela pare de ficar procurando outra gostosa por um tempo, pelo menos.
Silvia, tá bom, mas se você der pra fer, eu vou foder você até seus males.
Aos três?
Silvia sim, para os três, não pense que vou foder o corno.
Sim, claro, o corno é um desastre na cama.
Será que a Silvia não é viado? Não conheço macho que goste de ser corno manso.
Bom, agora você conhece um, embora eu não ache que ele seja viado, acho que é mais um grande punheteiro e babaca.
Silvia, sério, ela não desconfia de nada?
Você sabe muito bem como eu me cuido, me deixa com isso, traz ele pra casa que depois da foda que vou dar nele, não vai dar vontade de ficar procurando outra.
Silvia, mas cê sabe, depois você vai me entregar pros seus vícios. Se o Fer tá me chifrando, eu também vou chifrar ele.
Te garanto que vão te deixar manca.
Foi assim que na sexta à tarde eles chegaram em casa. Eu tinha vestido uma leggins meio transparente com uma tanguinha vermelha por baixo, sabia muito bem que dava pra ver através e assim minha raba não passava despercebida, ainda mais pro Fer. O corno se preparava pra partida de futebol de sempre, quando voltasse a gente já teria jantado. A Silvia merecia um Oscar pela atuação de inocente, mas quando fui pra cozinha, ela ficou com o corno e o Fer não hesitou em vir atrás de mim.
Fer, você me deixa com tesão, Jorgelina.
O quão gostosa eu te deixo? Você seria capaz de fazer uma loucura?
Foder, te partia no meio aqui mesmo.
Hayyy siii, já entendi, mas tudo tem um preço.
Fer, eu pago, sem problema.
Para de chifrar a Silvia e vai morar com ela de uma vez, ahhh, ahhh, olha que essa bunda eu não dou nem pro meu marido
A Fer me deixou apoiada na mesa e ficou esfregando a bunda no pau dela, a mina tinha potência mesmo, tinha que acalmar ela senão eu não ia conseguir ir pra mesa. Me virei, abaixei a calça jeans dela e chupei o pau dela, em dois minutos já tava com a boca cheia, engoli tudo e falei pra ela.
Agora sim, pode ir pra mesa.
Fer, não me deixa assim.
Por enquanto sim, quando o corno for embora a gente continua, mas já sabe.
Fer sim, já sei, por isso não tem problema.
Quero ser a única com quem você pode botar chifre na minha filha. Agora vai pra mesa pra o corno não desconfiar de nada, toma, leva isso pra lá.
Dei uma tábua com uma picada que já tinha pronta, ele levou pra mesa e em minutos eu saí com as cervejas, coloquei na mesa e sentei do lado do meu corno manso, tava segura que ele não suspeitava de nada do que tinha rolado na cozinha, tomei um gole de cerveja mais pra enxaguar a boca e beijar meu corno, foi aí que o Fer falou pra Silvia que já era hora dela se mudar com ele, ficou de levar as coisas pro apê dele no sábado de manhã, foi uma alegria danada, todo mundo comemorou e claro que a Silvia disse que não aguentava até sábado, queria ir naquela noite mesmo, aí como o corno manso tinha futebol, deixaram pra sábado, o Fer tava obcecado em arrombar minha buceta e isso jogava a meu favor, por isso ficaram pra dormir em casa, quando o Marcelo foi embora, a Silvia foi arrumar as coisas e o Fer veio na hora no meu cangote, deixei ele me dominar e acabamos na minha cama, verdade seja dita, ele comia muito bem, agora entendia porque a Silvia cuidava tanto dele e sim, ele arrombou minha buceta, foi delicioso e quando ele tava me comendo de quatro, a Silvia saiu do quarto dela e chamou ele, cortou o sexo na hora, rapidinho nos vestimos e encontramos ela na cozinha, tomamos um drink e ela foi dormir.
Silvia, bom, parece que o Marcelo tá demorando pra voltar, vou dormir.
Fer, vai na frente, eu espero por você, quero falar com ele.
Assim que a Silvia foi embora, voltamos pro quarto pra continuar trepando. Ela não me dava trégua, me deixou exausta. Foi aí que, quando o Marcelo chegou, o corno nem percebeu que os chifrinhos dele tinham crescido um pouco mais. Tomamos uma cerveja e depois fomos pra cama. O Marce tava acabado. No sábado, a Silvia foi embora de casa com um sorriso nos lábios. A vida continuou normal pra mim e pro Marcelito também, embora agora eu me esfregasse no José e ele começasse a vir pra casa direto, deixando claro que flertava comigo na frente dele. E é aqui que começa outra história.
2 comentários - la confesion de jorgelina segunda parte