Ana, Luz e eu 6

Uma sensação de cócegas, calor, umidade e prazer me fez acordar do sono profundo que eu curtia, depois de tudo que rolou algumas horas atrás. O que eu tava sentindo, ela, a Luz, que tava me causando. Levantei a cabeça do travesseiro e olhei pra baixo pra vê-la, mas ela não me olhou de volta. Com uma mão, ela segurava meu pau contra minha barriga, que não tava dura de vez, mas já bem acordada; com a outra, ela acariciava minhas bolas enquanto passava a língua e, de vez em quando, alternava, pegava uma delas pra enfiar inteira na boca, chupar um pouco, passar a língua e encher de saliva, antes de soltar de novo. Ela tava de quatro, apoiada nos cotovelos, com a raba escondida como se quisesse ficar mais à vontade. Claramente, isso era sobre ela: queria curtir o que tava fazendo e não usar a raba pra me esquentar. Então deixei ela quieta e coloquei as mãos atrás da nuca, tipo pra relaxar e de vez em quando dar uma olhada. Meu pau não demorou pra ficar duro, e tudo que ela fazia com minhas bolas agora também fazia com ele. Só tinha que aproveitar aquela boquete deliciosa, mesmo que às vezes ela raspasse um pouco com os dentes e me fizesse gemer. Acho que ela gostava de me fazer sentir um pouco de dor no meio de tanto prazer, porque fazia isso de vez em quando e, quando acontecia, me dava uma olhadinha rápida pra ver minha reação. Ela subiu em cima de mim, e eu tentei tirar as mãos de trás da cabeça pra agarrá-la, mas ela não deixou. "Deixa elas aí", ordenou. Com uma mão, segurava meu pau; com a outra, puxou a calcinha dela, fez duas ou três enfiadas só com a cabeça, gemia e parecia que tava doendo de tão quente que ela tava — daquelas dores que se curtem — até que conseguiu se ajeitar melhor e se animou a sentar de uma vez, enfiando tudo. Ela se contorceu, soltando um "Aii" de dor enquanto cravava as unhas no meu peito. Quando a dor passou e ela conseguiu se levantar, me segurou pelos pulsos enquanto eu mantinha as mãos atrás da nuca. cabeça, se movia pra frente e pra trás bem colada no meu corpo, minha pica tocava todos os cantos e paredes lá dentro, tava quente, dava pra sentir o calor. Ela gritava e gemia, fechando a boca com força, mostrando os dentes apertados. "Que dor, sua pica me parte", ela dizia, "Adoro sentir dor, adoro sua pica", continuava os movimentos "Me faz gozar, me faz gozar". Tentei fazer força pra segurar ela, mas não deixou "Fica assim, não se mexe, vou gozar". Eu tinha ficado calado esse tempo todo, mas não aguentava mais "Goza toda na minha boc..." não terminei a frase, com uma mão tapou minha boca e com a outra cravou as unhas no meu peito, me machucando um pouco. Acelerou os movimentos, se esfregando com mais força no meu corpo "Já vou, já v..." Terminou em cima de mim, ajeitou o cabelo que tinha ido tudo pro rosto, a cara dela e principalmente as bochechas estavam bem vermelhas. "Agora é sua vez" desceu até ficar na altura dos meus joelhos entre as pernas e se preparou pra chupar de novo, dessa vez passando a língua desde a base da pica até a ponta "Que gostoso que é o sabor da sua pica" disse. "Deve estar uma delícia com seu gozo" respondi. "Mmm não tinha pensado nisso, me excita ainda mais só de pensar". Continuou, fazia muito bem, tomando todo o tempo do mundo, queria gozar mas ao mesmo tempo não queria parar de aproveitar um boquete tão gostoso, até aí era tudo normal até que ela falou de novo, nesse momento acreditem, ativou tanta sacanagem e fantasia em mim, que eu não me reconhecia. Luz: Tenho umas coisas pra te contar e perguntar. Eu: Fala, pode falar. Luz: Eu tinha a bunda virgem, até você meter em mim, isso você já sabe. Mas tem mais... Eu: Que delícia foi te comer o cu, fala mais... Luz: Nunca tinha tomado gozo, de ninguém... Eu: Não acredito, você fez com muita vontade Luz: Porque me recomendaram e eu confiei, não me arrependo e agora vou engolir tudo de novo. Eu: Alguma amiga sua? Luz: Não, ela também gostou Eu: O quê? Não entendi Luz: Minha mãe, ela gostou do seu gozo e me disse pra eu chupar você. Fiquei branco, mudo, estupefato. Luz: Achou que eu não sabia? Eu: Posso explicar. Luz: Não quero sua explicação, quero seu gozo agora. Eu: Isso não está certo. Mentira, por mais que eu gostasse muito da Luz, não me importava que ela soubesse da mãe dela. Luz: Cala a boca e aproveita, igual eu estou fazendo. Minha mãe te fez um teste e você passou. Eu: Que teste? Luz: Ela gosta que obriguem ela, puxem o cabelo dela e deem palmadas. Mesmo ela tendo dito que não, você fez, então ela me disse que você é um macho de verdade, que vai fazer tudo que eu precisar. Eu: O que seria tudo que você precisa? Luz: Se você tiver que me comer com amor, você vai fazer. Se você tiver que me foder gostoso, você vai fazer. Se você tiver que fazer algo à força, você vai fazer. E se você tiver que arrebentar meu cu, você vai fazer. Você vai me tratar como uma dama e como uma puta, do seu jeito. Eu: Não acredito nisso tudo. Vou te arrebentar toda, sua puta. Luz: Agora não, agora me deixa aproveitar isso. Eu: Você mesma disse, se eu tiver que te obrigar, vou fazer. Levantei e fiquei atrás dela, arrastei ela de bruços até a beirada da cama, de modo que o tronco dela ficasse no colchão, a bunda na borda e as pernas penduradas. Eu: Agora se segura, porque agora você vai pagar, puta, agora você vai me conhecer. Cuspi na minha mão e passei na ponta da pica, subi o pé esquerdo na cama e com as duas mãos separei as nádegas dela, com os dedos para fora, tinha um pouco de saliva acumulada na boca e deixei cair no cuzinho rosado dela, aí ela entendeu o que eu ia fazer. Ela se virou, me olhando com cara de terror, pedindo por favor que não, que não estava preparada e que ia doer muito. Eu: Gostaram de fazer tudo aquilo com a outra puta? Agora aguenta. Apoiei a cabeça, e o cu dela estava fechado com força, tentando barrar a entrada da minha pica, mas não ia conseguir. Eu: Vou arrebentar seu cu mesmo que você aperte, a única coisa que você vai conseguir assim é que te doa mais. Aos poucos foi relaxando, entendeu que a sorte não tava do lado dela e que tinha que ceder. Meu pau nesse ponto já tava todo inchado, venoso e de tão duro, já tava doendo. Com cada centímetro que entrava, sentia que algo apertava demais e algo relaxava, e assim sucessivamente. Quando minhas bolas chegaram a encostar na buceta dela, começou a bombada, forte, bem forte. De vez em quando parava pra cuspir nela um pouco, ela reclamava e me dizia coisas tipo “Você tá rasgando meu cu todo” “Não vou conseguir sentar” “Para pelo amor de Deus, não aguento mais” “Tá doendo muito” “Te prometo que nunca mais faço nada com a minha mãe”. Click fez a cabeça, me veio uma ideia, depois vocês já vão saber qual é. Ela parou de reclamar e agora só gemia, o cu e o reto dela tinham se acostumado com meu pau, continuei o mais forte que pude, até que meu corpo ficou colado no dela e descarreguei toda minha porra bem fundo nela. Entre uma coisa e outra, fazia pouco mais de uma hora que a gente tava transando, vocês imaginam que minhas bolas ficaram vazias. Nem tentei ajudar ela a subir na cama, ela fez como pôde, aos poucos, sem forças, me olhando como quem pede ajuda, mas não ajudei, e quando conseguiu, dormiu na hora. Quando acordou, eu já não tava mais na cama, ela saiu do quarto, e eu tava vendo TV no sofá, “Se veste, vou te levar pra sua casa”, ela não respondeu e pegou as coisas dela, se vestiu e entrou no carro, ninguém disse uma palavra no caminho até chegar na porta da casa dela. Ela quis me dar um beijo e eu recusei, ela percebeu que eu tava “puto”, embora quem devia estar puta era ela, afinal, enquanto eu tava querendo ficar com ela, eu tava comendo a mãe dela. “A gente pode conversar depois?”, “Acho difícil, Luz, talvez seja melhor não”. Os olhos dela ficaram vidrados, como se fosse chorar “Eu te amo, me dá outra chance, você é meu primeiro homem em tudo e não quero te perder”, “Vou pensar, Luz, eu também te amo, mas não sei”, “Vou esperar sua mensagem,” Pensa direito, por favor, não quero te perder", "Talvez você já tenha me perdido, Luz, preciso pensar nisso". Ela desceu do carro e eu esperei ela entrar. Voltei pra casa com um sorriso no rosto, o plano que tinha bolado estava começando a tomar forma.

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