Voltamos. Aconteceu uma coisa comigo que preciso contar pra vocês.
Família, todo mundo de férias e tivemos que arrumar um lugar pra mascote da família. A parte feminina da família cuidou disso e o que conseguiu, segundo me contam pelas redes, foi uma hippona/mãe solo morando numa parte não tão legal do meu bairro na periferia. Esse negócio de hippona/mãe solo é minha descrição depois de conhecê-la. Fui com a patroa e a mascote, me mandaram descer, cumprimentar e fiquei surpreso, aí vem minha descrição. Uma mãe solo de 28-30 anos, gata, sorridente, simpática, num vestidinho solto e crocs. Pele branca, dava pra ver que estava arrumada de um jeito caseiro. Falo isso porque a cor, com certeza queria ser loira, mas ficou num laranja bem vagabundo com sobrancelhas completamente pretas, mas ao mesmo tempo, além de vagabundo, foi muito safado. Foi meu primeiro pensamento ao vê-la, hippona, arrumada de forma vagabunda, cabelo laranja, sobrancelhas pretas, boca grande, vestido solto curto, bicos marcando e minha safadeza a todo vapor. Foi só um oi, prazer, deixar o cachorro, falar besteira, concordar com a cabeça no que a patroa dizia e eu só pensando na cara de putona gostosa que a mãe solo tinha.
Uma semana depois, segundo encontro, ao ir buscar o cachorro, de novo conversar uns dois minutos, e escaneá-la de cima a baixo, dessa vez topzinho, shortinho, descalça, os bicos marcando de novo. Linda a hippona. Safadeza pura no pensamento.
Impossível aparecer na porta dela, tocar a campainha e falar "oi, cê tá a fim de transar, né?" Mas é foda, impossível também tirá-la da cabeça e o destino fez com que eu a encontrasse um dia de semana, meio-dia, no supermercado, um hipermercado bem conhecido da região. Eu sozinho, ela com a filha de uns poucos anos, foi um Oi, oi, e puxar uma conversinha "que momento legal", "que bom te ver de novo" e "igual digo", e nesses não mais que três minutos, descobri que chamam ela de Mery, mas o nome é Mariela, 27, mãe de uma bênção de 5 anos, separada. artista, pintora e ao mesmo tempo cuidadora de pets. Tudo em alguns minutos. Nesses minutos também deu tempo de trocar o número do celular. Com essa info já na agenda, todo dia eu via os status dela, as fotos, e a mina alternava entre fotos do filho, de algum bicho, de alguma obra artística que postava pra vender e alguma dela. Não queria parecer um stalker, mas não perdia tempo pra mandar um coração, elogiar ela e assim começamos a ter um contato muito mais frequente. Tava afim de investir, acelerar, comer ela, mas ao mesmo tempo queria ir devagar, sentir bem o terreno.
Eventualmente ela posta no status do WhatsApp um quadro à venda e eu mando mensagem falando que amei e que queria comprar. A gente conversou, ela agradeceu, falei que passaria naquele fim de tarde, ela sugeriu um horário e eu não podia, aí falei que passaria no dia seguinte meio-dia ou à tarde. Ela topou e no dia seguinte, umas 11h, mandei mensagem e combinamos que eu passava umas 14h. Era um horário perfeito porque dá pra sair de boa, tranquilo, por causa do calor, sem ninguém na rua.
Não estacionei na porta, mas sim na esquina, só caminhei uns 50 metros, mas o suficiente pra não deixar a caminhonete na cara estacionada bem na casa dela. Toquei a campainha, me apresentei, ela sai, sorrisão, me cumprimenta enquanto abre o portão, me convida pra entrar, aceito e vamos pra sala, ela me mostra o quadro, falo de novo que acho lindo, que é um trabalho maravilhoso, tão lindo quase quanto ela, ela ri e se afasta oferecendo algo gelado, vai pra cozinha e de lá pergunta se quero água, porque não tinha refrigerante, ou então cerveja, aceito cerveja. Volta com dois copos e uma Quilmes, senta no mesmo futon, a uma distância nem longe nem perto, a distância certa. Perguntei pelo filho dela e ela disse que tava na casa da mãe (mesmo terreno, mas no fundo morava essa senhora que era a avó), eu assenti com a cabeça enquanto ouvia latidos ao fundo. Mariela, vulgo Mery, tinha 27 anos, mãe de uma menina de 5, separada, o pai da menina não fazia parte da vida das duas. Moravam sozinhas, Mery não tinha namorado, tinha esse negócio tipo creche canina, se considerava artista, tinha quadros em casa, umas coisas de cerâmica e eu não parava de pensar naquela cara de putona gostosa que ela tinha.
Depois de duas cervejas, quando ela voltou da cozinha, sentou um pouco mais perto de mim. Eu estava de roupa de escritório, e ela com um shortinho jeans e uma regatinha velha cortada na cintura, ou seja, bem curtinha mostrando a barriguinha. Com ela mais perto de mim, quando sirvo cerveja e vou alcançar o copo, um pouco da transpiração do copo cai na perninha dela e aproveito pra tirar aquelas gotinhas, e ela não falou nada, aí eu falei que pele linda você tem, meu amor, ela agradeceu, sorriu e eu falei, adoro seu sorriso, gostosa, e sem esperar resposta agarrei a nuca dela e beijei, e senti ela abrir a boca e meti a língua até a garganta dela e ela fez o mesmo. Em 20 segundos ela já estava no meu colo, se beijando, se pegando e eu beijando os peitos dela e sentindo ela já ofegar e muito tesuda. Ela em cima de mim, tirou minha camisa, ela já sem a regatinha, se pegando por uns minutos, e aí ela escorregou pra baixo, ajoelhou, tirou minha calça e colocou meu pau na boca dela sem perguntar, mas olhando nos meus olhos.
Ela me fez gozar rapidinho, me deixou de olho virado. Ela levanta, fala pra eu esperar, e volta em dois minutos, aparece pelada, me pega pela mão e me leva pro quarto dela. Verão sem ar condicionado, um calor do caralho, suado até o cu, mas a puta tava pegando fogo, muito gostosa a bebona Hipona, tatuada, com marca de fio dental de pegar sol e uma buceta totalmente depilada (e recentemente).
Ela se colocou de quatro sozinha sem falar nada, e assim por trás comecei a lamber a buceta dela e a bunda tudo junto, a punhetar ela, a passar a linguinha, brincar com a bunda dela, tudo ao mesmo tempo e sem duvidar e sem pensar, quando eu tava duro, meti. Coloquei assim, sem camisinha, e comecei a meter até o talo. Devagar, sentindo ela quente, ofegante, se mexendo, pedindo pra eu não parar. Assim, metendo de quatro, ela se levantava pra eu beijar o pescoço dela, e ela virava a cabeça pra chupar minha boca, e voltava a ficar de quatro. Na hora de gozar, avisei, e ela se virou e pediu pra eu deixar o presentinho todo na barriguinha dela. Fiz isso, e com os dedinhos dela, ela pegou tudo, tudinho. Terminamos tomando banho juntos, e eu voltei pro escritório com 12 chamadas perdidas e um quadro novo. Mais tarde, ela agradeceu o momento e a grana que deixei pelo quadro. Isso aconteceu há três semanas, e desde então nos encontramos várias vezes, nem sempre na casa dela. Mais experiências virão.
Família, todo mundo de férias e tivemos que arrumar um lugar pra mascote da família. A parte feminina da família cuidou disso e o que conseguiu, segundo me contam pelas redes, foi uma hippona/mãe solo morando numa parte não tão legal do meu bairro na periferia. Esse negócio de hippona/mãe solo é minha descrição depois de conhecê-la. Fui com a patroa e a mascote, me mandaram descer, cumprimentar e fiquei surpreso, aí vem minha descrição. Uma mãe solo de 28-30 anos, gata, sorridente, simpática, num vestidinho solto e crocs. Pele branca, dava pra ver que estava arrumada de um jeito caseiro. Falo isso porque a cor, com certeza queria ser loira, mas ficou num laranja bem vagabundo com sobrancelhas completamente pretas, mas ao mesmo tempo, além de vagabundo, foi muito safado. Foi meu primeiro pensamento ao vê-la, hippona, arrumada de forma vagabunda, cabelo laranja, sobrancelhas pretas, boca grande, vestido solto curto, bicos marcando e minha safadeza a todo vapor. Foi só um oi, prazer, deixar o cachorro, falar besteira, concordar com a cabeça no que a patroa dizia e eu só pensando na cara de putona gostosa que a mãe solo tinha.
Uma semana depois, segundo encontro, ao ir buscar o cachorro, de novo conversar uns dois minutos, e escaneá-la de cima a baixo, dessa vez topzinho, shortinho, descalça, os bicos marcando de novo. Linda a hippona. Safadeza pura no pensamento.
Impossível aparecer na porta dela, tocar a campainha e falar "oi, cê tá a fim de transar, né?" Mas é foda, impossível também tirá-la da cabeça e o destino fez com que eu a encontrasse um dia de semana, meio-dia, no supermercado, um hipermercado bem conhecido da região. Eu sozinho, ela com a filha de uns poucos anos, foi um Oi, oi, e puxar uma conversinha "que momento legal", "que bom te ver de novo" e "igual digo", e nesses não mais que três minutos, descobri que chamam ela de Mery, mas o nome é Mariela, 27, mãe de uma bênção de 5 anos, separada. artista, pintora e ao mesmo tempo cuidadora de pets. Tudo em alguns minutos. Nesses minutos também deu tempo de trocar o número do celular. Com essa info já na agenda, todo dia eu via os status dela, as fotos, e a mina alternava entre fotos do filho, de algum bicho, de alguma obra artística que postava pra vender e alguma dela. Não queria parecer um stalker, mas não perdia tempo pra mandar um coração, elogiar ela e assim começamos a ter um contato muito mais frequente. Tava afim de investir, acelerar, comer ela, mas ao mesmo tempo queria ir devagar, sentir bem o terreno.
Eventualmente ela posta no status do WhatsApp um quadro à venda e eu mando mensagem falando que amei e que queria comprar. A gente conversou, ela agradeceu, falei que passaria naquele fim de tarde, ela sugeriu um horário e eu não podia, aí falei que passaria no dia seguinte meio-dia ou à tarde. Ela topou e no dia seguinte, umas 11h, mandei mensagem e combinamos que eu passava umas 14h. Era um horário perfeito porque dá pra sair de boa, tranquilo, por causa do calor, sem ninguém na rua.
Não estacionei na porta, mas sim na esquina, só caminhei uns 50 metros, mas o suficiente pra não deixar a caminhonete na cara estacionada bem na casa dela. Toquei a campainha, me apresentei, ela sai, sorrisão, me cumprimenta enquanto abre o portão, me convida pra entrar, aceito e vamos pra sala, ela me mostra o quadro, falo de novo que acho lindo, que é um trabalho maravilhoso, tão lindo quase quanto ela, ela ri e se afasta oferecendo algo gelado, vai pra cozinha e de lá pergunta se quero água, porque não tinha refrigerante, ou então cerveja, aceito cerveja. Volta com dois copos e uma Quilmes, senta no mesmo futon, a uma distância nem longe nem perto, a distância certa. Perguntei pelo filho dela e ela disse que tava na casa da mãe (mesmo terreno, mas no fundo morava essa senhora que era a avó), eu assenti com a cabeça enquanto ouvia latidos ao fundo. Mariela, vulgo Mery, tinha 27 anos, mãe de uma menina de 5, separada, o pai da menina não fazia parte da vida das duas. Moravam sozinhas, Mery não tinha namorado, tinha esse negócio tipo creche canina, se considerava artista, tinha quadros em casa, umas coisas de cerâmica e eu não parava de pensar naquela cara de putona gostosa que ela tinha.
Depois de duas cervejas, quando ela voltou da cozinha, sentou um pouco mais perto de mim. Eu estava de roupa de escritório, e ela com um shortinho jeans e uma regatinha velha cortada na cintura, ou seja, bem curtinha mostrando a barriguinha. Com ela mais perto de mim, quando sirvo cerveja e vou alcançar o copo, um pouco da transpiração do copo cai na perninha dela e aproveito pra tirar aquelas gotinhas, e ela não falou nada, aí eu falei que pele linda você tem, meu amor, ela agradeceu, sorriu e eu falei, adoro seu sorriso, gostosa, e sem esperar resposta agarrei a nuca dela e beijei, e senti ela abrir a boca e meti a língua até a garganta dela e ela fez o mesmo. Em 20 segundos ela já estava no meu colo, se beijando, se pegando e eu beijando os peitos dela e sentindo ela já ofegar e muito tesuda. Ela em cima de mim, tirou minha camisa, ela já sem a regatinha, se pegando por uns minutos, e aí ela escorregou pra baixo, ajoelhou, tirou minha calça e colocou meu pau na boca dela sem perguntar, mas olhando nos meus olhos.
Ela me fez gozar rapidinho, me deixou de olho virado. Ela levanta, fala pra eu esperar, e volta em dois minutos, aparece pelada, me pega pela mão e me leva pro quarto dela. Verão sem ar condicionado, um calor do caralho, suado até o cu, mas a puta tava pegando fogo, muito gostosa a bebona Hipona, tatuada, com marca de fio dental de pegar sol e uma buceta totalmente depilada (e recentemente).
Ela se colocou de quatro sozinha sem falar nada, e assim por trás comecei a lamber a buceta dela e a bunda tudo junto, a punhetar ela, a passar a linguinha, brincar com a bunda dela, tudo ao mesmo tempo e sem duvidar e sem pensar, quando eu tava duro, meti. Coloquei assim, sem camisinha, e comecei a meter até o talo. Devagar, sentindo ela quente, ofegante, se mexendo, pedindo pra eu não parar. Assim, metendo de quatro, ela se levantava pra eu beijar o pescoço dela, e ela virava a cabeça pra chupar minha boca, e voltava a ficar de quatro. Na hora de gozar, avisei, e ela se virou e pediu pra eu deixar o presentinho todo na barriguinha dela. Fiz isso, e com os dedinhos dela, ela pegou tudo, tudinho. Terminamos tomando banho juntos, e eu voltei pro escritório com 12 chamadas perdidas e um quadro novo. Mais tarde, ela agradeceu o momento e a grana que deixei pelo quadro. Isso aconteceu há três semanas, e desde então nos encontramos várias vezes, nem sempre na casa dela. Mais experiências virão.
4 comentários - A dona da creche gostosa