Relato
Tenho uns 10 anos comendo numa cozinha barata perto do meu trampo e posso dizer que tenho uma amizade foda com o seu Gabriel e a Margarida, os dois são casados e donos do lugar. Com o seu Gabriel, a amizade é bem respeitosa, porque me considero cliente dele, e com a Margarida, a esposa dele, é a mesma coisa. Mas vou ser bem sincero: a Margarida agrada vários colegas do serviço, não só por ser gostosa, mas também pela bunda bonita e pelo jeito que se veste.
Sempre de saia justa acima do joelho, desenhando uma bunda bem gostosa pra todo mundo, cochichando pra gente quando vira de costas... Nunca vi ela de calça, sempre de saia ou vestido. Às vezes até trombei com ela na loja comprando coisas pro negócio dela, grudada no celular 📱, imagino que falando com o marido, enquanto eu comprava umas paradas com a minha esposa..
Várias vezes tive a audácia de olhar pra bunda dela na frente da minha esposa, que ficava puta da vida e me chamava de sem-vergonha... Às vezes eu dava um jeito de escapar da minha esposa, fingindo que tinha esquecido alguma coisa, só pra encontrar a Margarita e dar um oi pra ela.
Confesso que, mesmo com a Margarita sendo educada e tirando um tempo pra me cumprimentar e largar o celular de lado, várias vezes eu estive a um passo de falar como ela era gostosa e pedir o número dela, mas acabei optando por me afastar. A Margarita não é uma mulher de peitar ninguém, não; ela é mais é muito simpática e até meio provocante do jeito que sorri. Nunca na vida pensei em desrespeitar ela — é uma parada que não curto — mas, se alguma vez passei do limite, foi quando vi ela caminhando na rua a caminho do negócio dela.
Exibindo uma saia totalmente justa colada na bunda dela, rebolando como nunca, lembro de ter alcançado ela e até assustado sem querer, e enquanto a gente conversava andando, ela sempre foi educada. Diante daquela visão, convidei ela pra sair, tomar alguma coisa e bater um papo... Claro que ela achou estranho e até franziu a sobrancelha, mas fui tão insistente que ela disse: "vou ver se consigo". Enquanto ela ia pro trabalho dela de comida, eu esperei longe, dentro de uma loja, fumando um cigarro. Nunca pensei que aquele dia ia ser algo que mudaria minha vida... Achei que ela não viria e pensei em terminar o cigarro e vazar, mas ela não demorou nada pra largar as coisas e em questão de minutos eu vi ela saindo do estabelecimento com bolsa na mão, andando do outro lado da calçada, como se estivesse me evitando, e cruzando por uma rua fechada, sumindo da vista do marido e olhando pra mim. Aquela atitude me deixou tão empolgado que senti borboletas no estômago por finalmente ficar a sós com a Margarita, algo que tentei várias vezes, mas dessa vez de algum jeito consegui. Quando me aproximei dela, ela perguntou pra onde a gente ia tomar o café e que tinha pouco tempo. Na hora, levei ela pro meu carro e preferi ir pra um shopping tomar alguma coisa e sumir das pessoas conhecidas... A conversa foi tranquila, embora estranha pra ela, que em várias ocasiões pareceu desconfortável e ficava olhando o celular. Minhas intenções eram outras: levar ela pra cama, mas não saber como dizer ou fazer fez a gente terminar o café e sair direto pro carro. A cara e a expressão da Margarita eram tipo quando você ganha um presente que não gosta ou simplesmente perdeu seu tempo. Então, sem rodeios, falei o motivo. Longe de sentir que ela fosse se irritar ou pensar mal de mim, meu sobrinho me ensinou: ela mostrou a mão e disse "sou casada". Do mesmo jeito, fiz o mesmo, mostrando que a gente tava na mesma situação, ambos casados, mas com uma atração própria. Margarita sorriu, balançando a cabeça de um lado pro outro, e sem mais, levei minha mão até a perna dela, totalmente de fora. Acho que nós dois sentimos. Um estalo, e imediatamente nossos lábios se cruzaram, sem parar de tocar suas pernas e suas coxas, me perdendo entre seu pescoço e os gemidos lascivos que já embaçavam os vidros. Nós dois envoltos em luxúria e, sem mais, levei a mão dela até minha calça; ela imediatamente pegou meu pau por cima do tecido, tentando puxá-lo, roçando contra minha cueca e minha ereção. Continuamos, até que abaixei o zíper e, diante da totalidade, ela começou a me masturbar enquanto eu tentava tirar os peitos dela do sutiã, apertando-os com força, enquanto gozávamos os dois... "Aqui não, aqui não" foram as palavras dela, e sem dizer nada pegamos a primeira saída para um hotel vagabundo perto dali. Margarita ajeitava a blusa, arrumava o cabelo e tentava abaixar a saia, sem antes apertar com força as pernas dela... Já no hotel, com o pau duro enquanto ela se deitava, vendo o corpo dela por inteiro, me despi na frente dela.
Me masturbando enquanto a saia dela estava no meio da bunda. Sorrindo os dois pelo que ia rolar e me chamando pra deitar.
Sem falar nada, cuspiu no meu pau e, junto com a saliva, começou a lambuzar ele todo. Fiquei uns minutos só curtindo o cheiro do shampoo do cabelo dela e as chupadas que ela me dava. Me senti vitorioso naquele momento: tinha a esposa do seu Gabriel mamando meu pau — algo que ele faria comigo inúmeras vezes e que até meus colegas sonhavam em fazer, mas era eu quem estava vivendo esse sonho... Oooh aaah sim, sim, Margarita, assim, meu amor, isso! Chupa gostoso que é uma delícia... Margarita, a cada palavra que eu falava, ela se dedicava ainda mais a chupar meu pau, apertando minhas bolas com força.
Tendo ela aos meus pés, como tanto tinha desejado, o olhar dela se fixava em mim, se perdendo na minha pica enquanto me fazia um boquete profundo.
Peguei ela pelo cabelo quando ela ficou de quatro, mostrando a bunda na minha frente, bem na altura da minha pica. Sem mais delongas, comecei a meter devagar, enquanto ela soltava uns resmungos: Mmm mmm uufff uufff mm Aaaa aaa. Fui metendo aos poucos até tomar o controle total da situação.
Apoiei meu peso na bunda dela e meti meu pau como se fosse empurrando pro teto, sentindo o fundo da buceta dela. Essa posição ela gostava tanto que parou de ser quietinha e começou a gemer com gritos abafados. O jeito que ela gemia e as porradas que eu dava com força faziam a boca dela se abrir. Gritando: Aaaaa aaaaaa aaaaa mmmm mmm aaaaa asa siii siii siii que gostosa aaaa aaa. A posição ajudou pra caralho, ela se contorcia empurrando a bunda pra trás, procurando meu pau pra ser penetrada.
As palmadas eram fortes, eu pegava os peitos dela à minha vontade, apertando com força, e meu pau se enterrava na parede da buceta dela. Aaaa aaaa simmm simmm me fode me fode — essas eram as palavras que se ouviam sem parar por todo o quarto.
Os dois parecíamos cansados dessa posição, mas não parávamos de aproveitar. Eu não tirava os olhos do rosto dela e do jeito que ela gritava.
Margarita continuava numa transa gostosa, tocando minhas costas todas enquanto meu suor escorria no peito dela, tentando achar a boca dela.
E dizendo pra ela como nunca
Você é minha, Margarida, você é minha mmm mmm toma toma mmm mmm aaaaa asa
Siiiim siiiim sou sua aaa siiiim siiiim siiiiiim
As palavras dela foram ordens: nada de gozar dentro, se quiser na minha boca. E sim, não tinha discussão.
Vindo dentro da boca dela enquanto ela gritava, sentindo cair gota a gota na boca dela, e a Margarida não tirava os olhos dos meus...
Até ficar totalmente nua na cama, olhando o rostinho de satisfação dele. Lembrei como ela era linda e o quão gostosa eu achava ela com aquela minissaia curta e colada na bunda dela.
Sabendo o que eu tinha comido e o quanto ela tava gostosa
E o quão gostosa ela tava, ainda mais agora, sorrindo mais do que tudo.
Faz 2 anos que eu tô transando com a Margarita sem ninguém saber, sem ninguém imaginar o que rolou, ainda mais eu, que fico com ciúmes do jeito que os clientes e amigos olham pra ela.
Mas sabendo que ela é minha e que ainda podemos continuar nos vendo escondidos...
Tenho uns 10 anos comendo numa cozinha barata perto do meu trampo e posso dizer que tenho uma amizade foda com o seu Gabriel e a Margarida, os dois são casados e donos do lugar. Com o seu Gabriel, a amizade é bem respeitosa, porque me considero cliente dele, e com a Margarida, a esposa dele, é a mesma coisa. Mas vou ser bem sincero: a Margarida agrada vários colegas do serviço, não só por ser gostosa, mas também pela bunda bonita e pelo jeito que se veste.
Sempre de saia justa acima do joelho, desenhando uma bunda bem gostosa pra todo mundo, cochichando pra gente quando vira de costas... Nunca vi ela de calça, sempre de saia ou vestido. Às vezes até trombei com ela na loja comprando coisas pro negócio dela, grudada no celular 📱, imagino que falando com o marido, enquanto eu comprava umas paradas com a minha esposa..
Várias vezes tive a audácia de olhar pra bunda dela na frente da minha esposa, que ficava puta da vida e me chamava de sem-vergonha... Às vezes eu dava um jeito de escapar da minha esposa, fingindo que tinha esquecido alguma coisa, só pra encontrar a Margarita e dar um oi pra ela.
Confesso que, mesmo com a Margarita sendo educada e tirando um tempo pra me cumprimentar e largar o celular de lado, várias vezes eu estive a um passo de falar como ela era gostosa e pedir o número dela, mas acabei optando por me afastar. A Margarita não é uma mulher de peitar ninguém, não; ela é mais é muito simpática e até meio provocante do jeito que sorri. Nunca na vida pensei em desrespeitar ela — é uma parada que não curto — mas, se alguma vez passei do limite, foi quando vi ela caminhando na rua a caminho do negócio dela.
Exibindo uma saia totalmente justa colada na bunda dela, rebolando como nunca, lembro de ter alcançado ela e até assustado sem querer, e enquanto a gente conversava andando, ela sempre foi educada. Diante daquela visão, convidei ela pra sair, tomar alguma coisa e bater um papo... Claro que ela achou estranho e até franziu a sobrancelha, mas fui tão insistente que ela disse: "vou ver se consigo". Enquanto ela ia pro trabalho dela de comida, eu esperei longe, dentro de uma loja, fumando um cigarro. Nunca pensei que aquele dia ia ser algo que mudaria minha vida... Achei que ela não viria e pensei em terminar o cigarro e vazar, mas ela não demorou nada pra largar as coisas e em questão de minutos eu vi ela saindo do estabelecimento com bolsa na mão, andando do outro lado da calçada, como se estivesse me evitando, e cruzando por uma rua fechada, sumindo da vista do marido e olhando pra mim. Aquela atitude me deixou tão empolgado que senti borboletas no estômago por finalmente ficar a sós com a Margarita, algo que tentei várias vezes, mas dessa vez de algum jeito consegui. Quando me aproximei dela, ela perguntou pra onde a gente ia tomar o café e que tinha pouco tempo. Na hora, levei ela pro meu carro e preferi ir pra um shopping tomar alguma coisa e sumir das pessoas conhecidas... A conversa foi tranquila, embora estranha pra ela, que em várias ocasiões pareceu desconfortável e ficava olhando o celular. Minhas intenções eram outras: levar ela pra cama, mas não saber como dizer ou fazer fez a gente terminar o café e sair direto pro carro. A cara e a expressão da Margarita eram tipo quando você ganha um presente que não gosta ou simplesmente perdeu seu tempo. Então, sem rodeios, falei o motivo. Longe de sentir que ela fosse se irritar ou pensar mal de mim, meu sobrinho me ensinou: ela mostrou a mão e disse "sou casada". Do mesmo jeito, fiz o mesmo, mostrando que a gente tava na mesma situação, ambos casados, mas com uma atração própria. Margarita sorriu, balançando a cabeça de um lado pro outro, e sem mais, levei minha mão até a perna dela, totalmente de fora. Acho que nós dois sentimos. Um estalo, e imediatamente nossos lábios se cruzaram, sem parar de tocar suas pernas e suas coxas, me perdendo entre seu pescoço e os gemidos lascivos que já embaçavam os vidros. Nós dois envoltos em luxúria e, sem mais, levei a mão dela até minha calça; ela imediatamente pegou meu pau por cima do tecido, tentando puxá-lo, roçando contra minha cueca e minha ereção. Continuamos, até que abaixei o zíper e, diante da totalidade, ela começou a me masturbar enquanto eu tentava tirar os peitos dela do sutiã, apertando-os com força, enquanto gozávamos os dois... "Aqui não, aqui não" foram as palavras dela, e sem dizer nada pegamos a primeira saída para um hotel vagabundo perto dali. Margarita ajeitava a blusa, arrumava o cabelo e tentava abaixar a saia, sem antes apertar com força as pernas dela... Já no hotel, com o pau duro enquanto ela se deitava, vendo o corpo dela por inteiro, me despi na frente dela.
Me masturbando enquanto a saia dela estava no meio da bunda. Sorrindo os dois pelo que ia rolar e me chamando pra deitar.
Sem falar nada, cuspiu no meu pau e, junto com a saliva, começou a lambuzar ele todo. Fiquei uns minutos só curtindo o cheiro do shampoo do cabelo dela e as chupadas que ela me dava. Me senti vitorioso naquele momento: tinha a esposa do seu Gabriel mamando meu pau — algo que ele faria comigo inúmeras vezes e que até meus colegas sonhavam em fazer, mas era eu quem estava vivendo esse sonho... Oooh aaah sim, sim, Margarita, assim, meu amor, isso! Chupa gostoso que é uma delícia... Margarita, a cada palavra que eu falava, ela se dedicava ainda mais a chupar meu pau, apertando minhas bolas com força.
Tendo ela aos meus pés, como tanto tinha desejado, o olhar dela se fixava em mim, se perdendo na minha pica enquanto me fazia um boquete profundo.
Peguei ela pelo cabelo quando ela ficou de quatro, mostrando a bunda na minha frente, bem na altura da minha pica. Sem mais delongas, comecei a meter devagar, enquanto ela soltava uns resmungos: Mmm mmm uufff uufff mm Aaaa aaa. Fui metendo aos poucos até tomar o controle total da situação.
Apoiei meu peso na bunda dela e meti meu pau como se fosse empurrando pro teto, sentindo o fundo da buceta dela. Essa posição ela gostava tanto que parou de ser quietinha e começou a gemer com gritos abafados. O jeito que ela gemia e as porradas que eu dava com força faziam a boca dela se abrir. Gritando: Aaaaa aaaaaa aaaaa mmmm mmm aaaaa asa siii siii siii que gostosa aaaa aaa. A posição ajudou pra caralho, ela se contorcia empurrando a bunda pra trás, procurando meu pau pra ser penetrada.
As palmadas eram fortes, eu pegava os peitos dela à minha vontade, apertando com força, e meu pau se enterrava na parede da buceta dela. Aaaa aaaa simmm simmm me fode me fode — essas eram as palavras que se ouviam sem parar por todo o quarto.
Os dois parecíamos cansados dessa posição, mas não parávamos de aproveitar. Eu não tirava os olhos do rosto dela e do jeito que ela gritava.
Margarita continuava numa transa gostosa, tocando minhas costas todas enquanto meu suor escorria no peito dela, tentando achar a boca dela.
E dizendo pra ela como nunca Você é minha, Margarida, você é minha mmm mmm toma toma mmm mmm aaaaa asa
Siiiim siiiim sou sua aaa siiiim siiiim siiiiiim
As palavras dela foram ordens: nada de gozar dentro, se quiser na minha boca. E sim, não tinha discussão.
Vindo dentro da boca dela enquanto ela gritava, sentindo cair gota a gota na boca dela, e a Margarida não tirava os olhos dos meus...
Até ficar totalmente nua na cama, olhando o rostinho de satisfação dele. Lembrei como ela era linda e o quão gostosa eu achava ela com aquela minissaia curta e colada na bunda dela.
Sabendo o que eu tinha comido e o quanto ela tava gostosa
E o quão gostosa ela tava, ainda mais agora, sorrindo mais do que tudo.
Faz 2 anos que eu tô transando com a Margarita sem ninguém saber, sem ninguém imaginar o que rolou, ainda mais eu, que fico com ciúmes do jeito que os clientes e amigos olham pra ela.
Mas sabendo que ela é minha e que ainda podemos continuar nos vendo escondidos...
4 comentários - Minha amante gostosa