Subimos no carro e partimos pra minha casa, pra tomar um banho, me trocar e ir pro encontro que a gente tinha. Luz: Demorei muito? Desculpa, love. Eu: Não, tranquilo, além disso valeu a pena, você tá linda. Luz: Sua mãe não te deixou louco, né? Eu: Haha, só um pouco, mas de boa. Luz: Você se divertiu um pouco ou foi um tédio? Eu: Nada, me diverti um tempão com minha sogra. Luz: Te deixou cansado? Eu: Como assim? Luz: Tipo, porque às vezes ela fala pra caramba. Eu: Na real, ela não fala tanto. Quando ela perguntou se me deixou cansado, pensei que era outra coisa e me deu uma sensação estranha, me safei. Mas beleza, além disso respondi a verdade, não falo muito, Ana, como ia falar, se eu tava com a pica na boca? Não acham isso meio erótico? De um lado tinha a Luz, que me encantava completamente, tava me apaixonando, mas do outro lado o tesão e a fantasia de comer mãe e filha, juntas ou separadas, e ainda saber que se a mãe era tão puta assim, inevitavelmente a filha seria uma hora. Chegamos em casa, entrei no chuveiro e quando terminei me enrolei na toalha quase sem secar o corpo pra pegar a roupa que tinha esquecido no quarto. A Luz tava deitada na cama com o celular e assim que entrei, largou o celular e mordeu o lábio, chegou perto de mim e, quase do umbigo, passou a língua pelo meu torso, subiu pelo pescoço até a orelha, "que tesão que você tá", disse me agarrando a rola por cima da toalha. Começou a me beijar apaixonadamente enquanto continuava me tocando até que disse: "Não vamos a lugar nenhum, me faz sua a noite toda." Como eu podia resistir a um pedido desses? Tirei forças de onde não tinha e respondi: "Não, Luz, hoje a gente vai ter nosso encontro. Se você quer mais alguma coisa, vai ter que merecer." Ela me olhou desconcertada, mas entrou na brincadeira na hora, tinha que mostrar que o homem sou eu, e não sou nenhum cara que larga tudo por uma foda, quer minha pica? Beleza, dá um jeito de ganhar ela. Com esse tipo de situação, a mulher fica ainda mais sedenta. Vagabunda e provocante, se um homem não facilita as coisas pra ela. Fomos ao restaurante e, como sempre, ela chamava toda a atenção, claro que a bunda linda dela também. Comemos e bebemos algo, ela apimentava o jantar com algum comentário, olhares e atitudes, enquanto eu tentava não ceder tão rápido pra ela. O jogo estava indo bem e nós dois gostávamos, por exemplo, em um momento ela disse: “Queimei a bunda toda hoje” e eu respondi: “Bom, depois passo um creminho pra você”, ao que ela respondeu com um olhar bem provocante e jogando um olhar pra minha virilha: “De qual?”. Rimos, e o garçom veio perguntar se queríamos sobremesa. Olhei pra Luz e ela respondeu: “Vou rápido ao banheiro e a gente decide”. Ela foi pro banheiro e o garçom se retirou. Enquanto esperava, recebo uma mensagem, era ela do banheiro, me mandando uma foto. Tava me mostrando a bunda com um fio dental enterrado entre as nádegas, uma delícia, me deixou com muito tesão. Luz: E se foda a sobremesa, vamos pra casa? Eu: Essa seria a sobremesa? Luz: Descobre ou você quer comer sorvete? Eu: Prefiro descobrir. Luz: Parece que o jogo acabou, e já ganhei o que queria. Eu: Não, gata, ainda falta você sentir meu pau. Luz: Então me leva pra sua casa, quero ver se ganho o jogo. Ela voltou e, enquanto chegava, trocamos sorrisos. Eu já tinha adiantado e pago o garçom, então levantei e falei: “Vamos, já paguei”. Fomos de carro pra minha casa e nisso ela começou a acariciar minha perna e um pouco mais. Luz: Já ganhei? Eu: Ainda não, mas tá perto. Luz: Posso dar uns beijinhos antes de chegar? Só pra não parecer tão longa a viagem. Eu: Tá bom, só um pouco. Se passar do limite, não vou te dar nem em casa nem no carro. Ajudei um pouco a desabotoar minha calça e abaixar a cueca, e ela começou a cheirar meu pau e dar beijinhos, e pequenas carícias, parecia apaixonada. Luz: Amo seu pau, o cheiro, o gosto, como ele fica duro, como é grande, tô apaixonada. Eu: Muito bem, continua. então vai ser sua, você tá merecendo. Tô apaixonado na sua bunda, adoro. Luz: Quer acariciar um pouco enquanto dirige? Arrumei a roupa dela de um jeito que dava pra acariciar a bunda dela enquanto dirigia. Eu: Sua bunda me enlouquece, e adoro como essa fio dental fica em você. Luz: Depois te conto de onde veio essa fio dental. Puxa se quiser. Puxei, e toquei na buceta dela toda molhada e quente, não precisei de esforço nenhum pra enfiar um dedo, e assim, encharcado do jeito que tava, comecei a fazer movimentos circulares no cu dela, só por fora, de cima pra baixo também, ela gemia um pouco e rebolava a rabeta pra eu continuar acariciando ali. Chegamos na minha casa e mal terminei de fechar a porta, a gente se beijou e se apalpou sem parar, espera aqui que ela disse e foi pro banheiro, quando saiu foi pro meu quarto enquanto eu tava olhando ela da sala, antes de fechar a porta disse: Luz: Já mereci? Eu: Ainda não. Luz: Espera eu te chamar então e vem. Não esperou nem eu responder e fechou a porta, bem forte, diga-se de passagem. Ouvi um “Vem” e quando abri a porta, não era meu quarto, era o próprio paraíso, ela tava de sutiã preto rendado e a fio dental que tinha mostrado antes, mas agora dava pra ver inteira, era um fio que mal cobria as partes e em cima da cintura três tiras da mesma grossura, destacando ainda mais o corpo dela. Luz: Lembra do que te falei outro dia? Que minha rabeta era virgem? Eu: Sim, como vou esquecer. Luz: Isso vai mudar agora, me faz toda sua, faz o que quiser comigo. Não esperei nem um segundo e me joguei naquela obra-prima, chupava, beijava e passava os dedos nas bordas, ela só gemia, minha língua ia lubrificando e dilatando cada vez mais o cu dela, fiquei nisso por um bom tempo até ver que já era suficiente e precisava de outras coisas, peguei um lubrificante que tinha comprado pra um dos nossos encontros anteriores e fui derramando na rabeta dela, meus dedos estavam besuntados. Com o que eu falei antes, e mais um pouco dos sucos dela, porque eu masturbava ela de vez em quando. Ela se arqueou, tanto que conseguia apoiar quase todo o tronco na cama, deixando a bunda bem empinada. Eu: "Tá pronta?" Luz: "Isso quem diz é você, eu não sei, tenho a bunda virgem." Eu: "Se prepara porque isso vai mudar agora." Lubrifiquei meu pau bem completo, e coloquei ela numa posição que os dois ficassem confortáveis. Minha cabeça entrou, quase sem dificuldade, ela só disse um "Ai" e relaxou de novo. Eu me mexia devagar, sem tirar a cabeça, só brincando com ela e cada vez mais um pouco do tronco, de vez em quando jogava mais lubrificante. Eu: "Tá bom assim ou quer mais pau?" Luz: "Falta muito?" Eu: "Só tem metade pra dentro." Luz: "Ah, deus, você vai me rasgar toda. Já te falei, faz o que quiser comigo." Devagar, mas sem parar, entrou completamente, ela se agarrou nos lençóis enquanto reclamava um pouco. Depois de uns minutos, conseguiu relaxar de novo e começou a se masturbar enquanto eu arrebentava a buceta dela. Eu: "Tá gostando?" Luz: "Tô amando, sabia que tinha que esperar o cara certo pra desvirginar minha bunda." Eu: "Essa bunda só vai sentir o meu pau, vai ser só o meu." Luz: "Sim, meu amor, só o seu. Me dá mais, mais forte." Me segurei na cintura dela e comecei a meter como ela pediu, umas palmadas boas escapavam, a pele branca dela ficava vermelha na hora. Ela gemia e pedia mais, se tocava forte e até mexia a bunda pra trás pra eu penetrar mais forte, e quem aguentava as investidas era eu. Luz: "Gostou da foto que te mandei outro dia?" Eu: "Sim, não te imaginava assim." Luz: "Eu também não, minha mãe falou pra te mandar uma coisa assim." Eu: "E você obedeceu, ela quer te transformar numa puta." Luz: "Não, eu pedi pra ela me ajudar a ser SUA puta." Eu: "Tá indo bem, olha como você já senta sozinha na bunda." Luz: "Tô amando, você tá me partindo no meio, que prazer. A calcinha fio dental foi ela que me deu também, pra esse encontro." Eu: "Que bom ter uma sogra tão puta, e com uma filha igual. Luz: Se eu vou ser tão puta quanto minha mãe, então termina comigo agora, já gozei, enche minha bunda de porra. Eu: Sua bunda vai ficar ardendo de tão quente que tá minha porra, senta sozinha vai. Coloquei as mãos na minha cintura e me firmei, agora ela tinha que pegar minha pica com a bunda dela, enfiava bem fundo e forte, já tava com as nádegas vermelhas de tão forte que fazia, além de alguns castigos meus. Luz: Enche minha bunda de porra vai. Movimentos Luz: Enche minha bunda de porra, não aguento mais. Movimentos Luz: Vai pai, já quebrou minha bunda pequena, ela era virgem e agora você quebrou tudo com essa pica. Eu: Uff sim puta assim. Luz: Você desvirginou minha bunda, quebrou ela, agora enche de porra. Agarrei as nádegas dela, me grudei nela, bem fundo e comecei a ter espasmos, sentia minhas bolas descendo pra tomar força pra subir e minha pica explodir de porra, caí derrubado sobre ela e abracei, um tempo ficou com a pica dentro recuperando o ar, até que ela dormiu e eu tirei, o cu dela escorria minha porra. Ela se grudou em mim, e por um tempo, ficamos dormindo.
2 comentários - Ana, Luz e eu 5
Pd: puede resubir 6 y 7,no estan 😪