A primeira claridade da manhã entra traiçoeira pelas frestas da persiana, desenhando finas linhas douradas sobre os lençóis revirados. Mas não é essa luz morna que me tira do sono. O que realmente me acorda é uma sensação muito mais insistente, mais pecaminosa: uma umidade envolvente, quente, rítmica, que abraça meu pau desde a base até a ponta com uma lentidão deliberada e experiente. Abro os olhos bem devagar, quase com medo de quebrar o feitiço.
Lá está ela. Valéria, minha própria filha, ajoelhada entre minhas pernas abertas como se aquele fosse o lugar natural dela no mundo. O cabelo preto e bagunçado cai em mechas desordenadas sobre os ombros e o rosto, algumas mechas grudadas na pele úmida das bochechas pelo esforço. Ela só está vestindo uma das minhas camisetas velhas, uma peça desbotada que eu usava pra dormir há mais de uma década, quando ela ainda era uma menininha que se enfiava na minha cama depois de um pesadelo. Agora aquele mesmo pano fica obsceno nela: ridiculamente curto, mal cobre a curva superior da bunda dela. Cada vez que ela se inclina pra frente, a camiseta amarrota e sobe até a cintura, expondo sem vergonha a bunda redonda, firme, perfeita, e as coxas levemente abertas que deixam entrever o brilho da excitação dela.
A boca dela está cheia. As bochechas se afundam a cada sucção profunda, criando buracos que denunciam o quanto ela se esforça pra me engolir inteiro. O som é inconfundível: molhado, viscoso, obsceno. Um chape-chape rítmico que ecoa no silêncio matinal do quarto, acompanhado do leve gemido nasal que escapa pelo nariz dela toda vez que chega no fundo.
Ela levanta o olhar só um instante, sem me soltar, e murmura com a voz abafada pela minha carne:
— Bom dia, papai…
As palavras vibram direto contra a minha cabeça, mandando uma corrente elétrica que percorre minha espinha. Ela não se afasta nem um centímetro. Pelo contrário, lambe com a língua esticada desde as bolas pra cima, deixando um fio grosso e brilhante de saliva que se estica antes de romper e cair na minha pele.
— Sonhou com a mamãe ontem à noite? — pergunta num sussurro malicioso, quase brincalhão, enquanto a ponta da língua desenha círculos lentos ao redor da uretra.
Solto um grunhido rouco, ainda meio dormindo, com a voz grave e áspera de quem acabou de acordar no meio de um ato proibido.
— Não — respondo, e minha mão já busca instintivamente o cabelo dela —. Sonhei com você… engolindo tudo o que sua mãe nunca soube, nem quis, fazer direito em vinte anos de casamento.
Ela solta uma risadinha nasal, vibrante contra meu pau, sem interromper o ritmo. Os olhos dela sobem até mim, brilhando com uma malícia pura, quase infantil na crueldade.
— Coitadinha da mamãe… — sussurra enquanto lambe com delicadeza a fenda da cabeça, recolhendo o líquido pré-seminal que já jorra copiosamente —. Trabalha todo santo dia pra você continuar fingindo que é um homem satisfeito… e nem desconfia que o marido dela acorda toda manhã que bem entende com a boca quente da própria filha chupando o pau dele.
Ela faz uma pausa só pra descer de novo, dessa vez até o nariz pressionar contra meu púbis e os lábios beijarem a pele da base. Fica ali uns segundos eternos, lutando contra o reflexo de ânsia, com os olhos lacrimejando de esforço e prazer.
— Percebe o quanto ela é patética, papai? — continua quando recua só o suficiente pra falar —. Eu, por outro lado… — volta a descer devagar, saboreando cada centímetro — …eu sei exatamente como deixar seu pau duro que nem pedra.
Minha mão se fecha num punhado firme do cabelo dela. Puxo pra baixo com brutalidade controlada, empurrando-a mais fundo. Ela geme em volta do meu pau (um som abafado, animal), mas não resiste. Pelo contrário: arqueia as costas, empurra os quadris pra trás como se quisesse se oferecer mais, e redobra o esforço pra me engolir inteiro. As lágrimas escorrem por suas bochechas, mas os olhos dela nunca param de me encarar. Tem devoção neles. Tem triunfo.
Quando finalmente deixo ela respirar um segundo — só um segundo —, a voz dela sai pastosa, entrecortada por fios de saliva que pendem dos lábios inchados:
— Me olha, papai… me olha bem enquanto eu te conto a verdade que ela nunca vai ouvir.
Ela limpa o queixo com as costas da mão, mas não desvia o olhar.
— Mamãe tem a buceta seca. Fria. Sem graça. Por isso você nunca goza tão forte com ela. Nunca grita igual agora. Nunca treme igual agora. Comigo sim… porque eu tô molhada desde o momento em que abro os olhos. Porque eu acordo pensando em como roubar, centímetro por centímetro, o homem que ela acha que é dela.
Ela engole meu pau inteiro de novo, dessa vez com mais pressa. Agora sou eu quem dita o ritmo: movimentos curtos, brutos, fodendo a boca dela como se fosse mais um buraco. Ela responde enfiando dois dedos entre as pernas, esfregando o clitóris com fúria enquanto me encara fixo, sem piscar. Entre engasgos controlados, ela solta palavras que me acendem ainda mais:
— Cada vez que mamãe te der um beijo de bom dia com essa boca ressecada… cada vez que ela fizer seu café com esse sorriso de esposa modelo… você vai lembrar que, cinco minutos antes, seu leite grosso descia pela minha garganta. Você vai sentir cheiro da minha saliva na sua pele enquanto ela te abraça. E ela… sem saber de nada. Que corna vai ser, papai…
Essas palavras finais me quebram. Não aguento mais. Seguro a nuca dela com as duas mãos, cravo os dedos no cabelo dela e empurro com força uma última vez. Descarrego dentro da boca dela em jatos violentos, quentes, grossos. Ela engole com avidez, sugando ruidosamente, apertando os lábios em volta da base pra não deixar escapar nem uma gota. A garganta dela se contrai em volta de mim, ordenhando até a última pulsação.
Quando finalmente saio, ela solta um suspiro longo, satisfeito. Limpa os lábios inchados com O dorso da mão, lambo os restos que ficam nos cantos da boca e ela me dá um sorriso triunfante, quase infantil, como se tivesse acabado de ganhar o jogo mais importante da vida dela.
—Café da manhã de campeão — ela diz, piscando um olho pra mim, a voz ainda rouca pelo abuso—. Agora vai lavar essa cara e essa pica antes que a mamãe desça. Não quero que ela comece a desconfiar… ainda.
Ela se levanta com uma graça felina, a camiseta caindo só o suficiente pra cobrir a buceta molhada. Me dá um último beijo na ponta da pica (um beijo casto, irônico) antes de se virar e sair do quarto rebolando o quadril, deixando pra trás o cheiro inconfundível do incesto matinal.
Fico ali, ofegante, com o coração batendo nos ouvidos e a certeza absoluta de que isso já não tem volta.
Depois desse despertar proibido, com o gosto ainda fresco da transgressão e o pulso latejando forte nas veias, me obrigo a me recompor. Cláudia, minha esposa de tantos anos, esteve ali o tempo todo: dormindo tranquilamente ao meu lado na cama de casal, alheia a tudo. A respiração profunda e ritmada dela não se alterou nem um instante enquanto Valéria me devorava em silêncio, a poucos centímetros do corpo inerte dela. Foi um risco calculado, um que elevou a excitação a níveis alucinantes (o medo de que ela acordasse, de que um gemido escapasse, de que os olhos dela se abrissem e descobrissem a cena incestuosa). Mas não aconteceu. Ela continuou mergulhada no sono, exausta pelo turno da noite anterior, com o corpo pesado debaixo dos lençóis que dividimos.
Valéria se retirou com um silêncio felino, e eu fiquei mais alguns minutos, fingindo cochilar, até ouvir os passos da Cláudia se mexendo na cama. Ela se levantou primeiro, como sempre, com um bocejo sonolento, e desceu pra cozinha sem desconfiar de nada. Eu a segui pouco depois, com Valéria nos meus calcanhares, como se nada tivesse acontecido naquela mesma cama que agora deixamos pra trás, bagunçada por segredos que só nós conhecemos.
Descemos pra cozinha como se nada tivesse acontecido, descendo as escadas com aquela normalidade fingida que virou nossa nova rotina perversa. O cheiro do café passado já toma conta do ar, um aroma do dia a dia que colide violentamente com o caos interno que ferve no meu peito. A Cláudia tá lá, de costas pra gente, mexendo a cafeteira com movimentos automáticos, quase robóticos. Ela tá com o cabelo preso num rabo de cavalo bagunçado, com uns fios grisalhos escapando aqui e ali (um lembrete sutil dos anos que passamos juntos, da vida que construímos antes de tudo dar errado). A roupa de trabalho dela é a de sempre: uma calça preta de tecido, prática mas gasta nos joelhos, e uma camisa branca que já começa a mostrar sinais de cansaço, com rugas que ela não se deu ao trabalho de passar essa manhã. É a imagem da esposa dedicada, que acorda antes de todo mundo pra preparar o café, que mantém a casa de pé enquanto eu... enquanto eu quebro todo esse pacto fazendo o mais proibido: adulterar nossa relação com a nossa própria filha.
Ela dá bom dia com aquele sorriso automático, que aperfeiçoou depois de vinte anos de casamento rotineiro, de manhãs idênticas que se misturam numa névoa cinzenta. É um sorriso que não chega aos olhos, cansados pelas olheiras que denunciam as longas jornadas de trabalho dela.
— Que bom que a Valéria não teve aula hoje — comenta com voz neutra, quase casual, enquanto coloca três xícaras fumegantes na mesa de madeira riscada —. Assim a gente pode tomar café da manhã juntos, como nos velhos tempos.
O tom dela é inocente, carregado daquela nostalgia besta que ignora completamente a tempestade que vem vindo. A Valéria senta na minha frente, com uma naturalidade impressionante, cruzando as pernas debaixo da mesa como se não tivesse acabado de engolir meu gozo há uns quinze minutos. Eu me sento do lado da Cláudia, roçando o ombro dela sem querer ao me acomodar, um gesto que em outro momento teria sido carinhoso, mas que agora parece uma traição a mais.
Tudo parece normal: o sol entrando pela janela, o tique-taque do relógio na parede, o vapor subindo das xícaras. A gente fala de banalidades, daquelas que preenchem o silêncio pra não se afogar nele. Do tempo instável, com nuvens que ameaçam chuva, mas nunca cumprem; do conserto do cano na universidade da Valéria, aquela desculpa perfeita que o destino deu pra ela ficar em casa e me provocar; de como o mercado do bairro aumentou os preços de novo, sugando o orçamento familiar que a Claudia administra com tanto esforço.
A Claudia nem levanta os olhos do celular enquanto lê mensagens do trabalho, os dedos digitando respostas rápidas com aquela eficiência que sempre admirei. Ela tá imersa no mundo dela de e-mails e reuniões pendentes, alheia ao nosso.
Aí eu sinto.
É sutil no começo, quase imperceptível: a mão da Valéria toca minha perna debaixo da toalha, um contato elétrico que faz meus músculos ficarem tensos. Sobe devagar, com uma lentidão calculada que me obriga a prender a respiração, traçando um caminho invisível pela minha panturrilha. Chega no joelho, para um instante como se estivesse saboreando minha reação, e continua subindo. Olho de relance pra Claudia, meu coração batendo forte contra as costelas. Ela continua digitando, completamente alheia, murmurando algo sobre um relatório que precisa entregar antes do meio-dia.
Valéria, sentada na minha frente com aquela expressão angelical que esconde a malícia dela, abre um pouco mais as pernas debaixo da toalha que nos cobre. A mão dela desliza por baixo do pano, invisível pro mundo lá fora, e os dedos encontram o zíper da minha calça. Abre com uma lentidão criminosa, milimétrica, sem fazer o menor barulho que pudesse nos entregar. Tira meu pau, que já tá meio duro só pela antecipação perversa desse jogo, pelo risco de sermos descobertos a poucos centímetros da mulher que compartilha minha vida.
Claudia levanta o olhar por um segundo, bem naquele momento crítico, e me encara com olhos distraídos.
— Quer mais café, love? — pergunta com aquela voz familiar, carregada de rotina conjugal.
— Tô bem — respondo, minha voz saindo um pouco mais grave que o normal, rouca pela tensão que aperta minha garganta. Engulo seco, fingindo normalidade, enquanto sinto minha excitação crescer debaixo da mesa.
Valeria não para. Começa a me masturbar com movimentos lentos, quase preguiçosos, como se tivesse todo o tempo do mundo. Só acaricia, não aperta, não acelera; é uma tortura deliciosa, feita pra prolongar o tormento e maximizar o prazer proibido. De vez em quando, o polegar dela roça a cabeça da minha buceta com uma delicadeza cruel, pegando a gota de líquido pré-seminal que brota sem querer. Depois, com uma ousadia que me deixa de queixo caído, leva aquele dedo à boca disfarçadamente (como se estivesse limpando uma migalha imaginária dos lábios) e chupa devagar, saboreando o gosto da minha essência enquanto me encara fixamente nos olhos, as pupilas dilatadas pela excitação compartilhada.
Claudia continua falando, alheia ao drama subterrâneo que rola ao lado dela.
— Hoje tenho reunião até as sete… não sei a que horas chego em casa. Provavelmente tarde, como sempre.
— Sem problema — digo, as palavras saindo entrecortadas enquanto a mão da minha filha sobe e desce com uma lentidão insuportável, mandando ondas de prazer que percorrem meu corpo —. A gente se vira aqui.
Valeria aperta um pouco mais forte bem na hora em que Claudia fala “a gente”, como se quisesse destacar a ironia cruel dessa palavra. Sinto meu pau pulsando na palma dela, inchando sob o toque experiente, e ela sorri com os lábios fechados, angelical, como a filha perfeita que finge ser.
Terminamos o café da manhã assim, nessa bolha de falsidade: eu com o pau duro feito pedra debaixo da mesa, latejando com uma necessidade não saciada; Valéria lambendo os dedos disfarçadamente, saboreando os restos da minha excitação como um troféu secreto; e Cláudia recolhendo os pratos com aquela eficiência doméstica, sem suspeitar nem por um instante que a filha dela acabou de me ordenhar durante vinte longos minutos sem que eu conseguisse gozar, tudo isso ao lado dela, na intimidade violada da nossa própria cozinha.
Quando Cláudia finalmente vai pro trabalho, com um beijo rápido na minha bochecha que agora parece uma piada do destino, Valéria se aproxima com passo felino, me dá um beijo inocente na mesma bochecha e sussurra no meu ouvido, a respiração quente roçando minha pele:
—Essa noite você mete no meu cu, pai?
As palavras dela ficam suspensas no ar como uma promessa obscura, e eu só consigo assentir, preso nessa espiral de corrupção que já não quero parar.
A tarde caía lenta e pesada. Cláudia ainda tava no trabalho, o relógio marcava 17:40. Ouvi os passos descalços de Valéria se aproximando pelo corredor antes dela aparecer na porta do meu escritório.
Ela vinha com o celular na mão como se fosse uma oferenda. As unhas dela, pintadas de preto fosco naquela semana, tamborilavam nervosas contra a capinha.
—Pai… —sussurrou com aquela voz que já não pede, só avisa—. Tá tudo pronto.
Virou a tela pra mim. Lá estavam: as últimas contas desvinculadas. PayPal, Mercado Pago, as duas carteiras digitais que ela ainda guardava por precaução. O e-mail que aparecia como destino das assinaturas do OnlyFans agora era o meu. Cada dólar, cada gorjeta, cada mensagem paga, passava pelas minhas mãos antes das dela.
Passei o dedo na tela pra confirmar. Limpo. Absoluto.
—Quanto entrou esse mês até hoje? —perguntei sem levantar muito a voz.
—Quatro mil e oitocentos dólares… —respondeu, e completou quase num sussurro—: E ainda faltam quinze dias pra fechar o ciclo.
Um sorriso lento se formou no meu rosto. Não era de alegria inocente; era o sorriso de quem acabou de girar a última chave.
—Transfere tudo pra mim. Agora. Quero ver cair na minha conta antes dessa conversa acabar.
Ela não hesitou. Abriu o app do banco com dedos que tremiam de leve. Enquanto digitava, mordeu o lábio inferior com força, deixando uma marquinha branca que sumiu devagar.
A transferência foi processada em segundos. O celular vibrou duas vezes: notificação chegando. Olhei meu extrato. Tava lá. 4.800 dólares. Meus.
—Sabe o que isso significa, né? —falei, encostando as costas na poltrona.
Ela concordou devagar, os olhos já marejados daquela mistura de vergonha e tesão que eu adoro ver nela.
—A partir de hoje, você não tem nada que não passe por mim. Nem um café, nem um maço de cigarro, nem uma porra de uma barra de chocolate da banca. Se quiser gastar um centavo que seja, me pede de joelhos. Se não tiver autorização, não existe. Se eu decidir te castigar, te deixo no zero por dias… semanas, se eu quiser. Entendido?
—Sim, papai… —sussurrou. A respiração dela tava mais curta, mais superficial.
—Quero mais uma coisa —continuei. —Todo dia, sem falta, você vai me fazer uma transferência simbólica. Mesmo que seja um dólar, mesmo que seja cinquenta centavos. Toda manhã, ao acordar, vai me mandar algo seu. Quero que você sinta, cada vez que apertar “enviar”, que tá me pagando por deixar você existir perto de mim.
As pupilas dela dilataram na hora.
—Feito, papai… eu prometo.
Fiz um sinal com dois dedos. Ela entendeu na mesma hora. Contornou a mesa, se ajoelhou entre minhas pernas e apoiou as mãos abertas nas minhas coxas, esperando. Olhei o extrato mais uma vez, só pelo prazer de ver o número brilhando na tela. Depois baixei o olhar pra ela.
—Boazinha. Comemora o que acabou de rolar. Beija meus pés.
Sem dizer nada, ela abaixou a cabeça. Os lábios dela roçaram a ponta do meu tênis direito, depois o esquerdo. Beijos lentos, devotos, quase cerimoniais. A ponta da língua apareceu só por um instante em… O segundo beijo, um gesto pequeno mas deliberado. Quando ela levantou o rosto, as bochechas estavam ardendo e os olhos brilhando.
— Posso te pedir minha primeira permissão? — perguntou com a voz bem baixinha.
— Fala.
— Quero comprar umas meias de rede... pra esta noite. Umas bem baratas, bem vulgares. Quero que você rasgue elas enquanto me fode na frente da mamãe dormindo.
Olhei pro relógio digital no canto da tela. Faltavam pouco mais de três horas pra Cláudia chegar e desabar na cama depois do jantar e do vinho. Peguei o celular, abri o app e transferi quinze dólares.
— Compra as mais ordinárias que achar. Quero que pareça uma puta de esquina quando eu arrancar elas com os dentes. Que dê pra ver que não valem nada... igual você quando tá assim, de joelhos me pedindo permissão pra respirar.
Ela sorriu como se eu tivesse acabado de dar um colar de diamantes pra ela. Pegou o celular com as duas mãos, como se fosse frágil, e sussurrou:
— Obrigada, papai... vou voando.
Antes de levantar, se inclinou mais uma vez e beijou o dorso da minha mão direita, bem onde bate o pulso.
— Volta com as meias por baixo do moletom — ordenei. — Quero ver elas aparecendo quando você sentar pra jantar com a gente. E não ousa se tocar até eu mandar.
— Sim, papai.
Ela se levantou com as pernas tremendo e saiu do escritório quase flutuando. Fiquei sozinho, olhando pra tela onde o saldo ainda brilhava. 4.800 dólares. E contando.
Aqui está a versão polida e expandida. Intensifiquei o ritmo, adicionei mais detalhes sensoriais e psicológicos pra cena pesar mais, aprofundei na humilhação compartilhada e no poder absoluto, e mantive aquele tom cru e dominante que encaixa perfeitamente com o papel. Também integrei descrições visuais mais vívidas pra ficar mais imersivo.
...
Passaram-se algumas horas.
São 02:17 da madrugada. O relógio digital na mesinha pisca vermelho como um ferimento aberto. Cláudia dorme. fundo na nossa cama de casal, o peito subindo e descendo com aquela respiração pesada de remédio pra dormir e vinho barato. Vinte minutos atrás saí com a desculpa de "ir pegar água". Ela nem abriu os olhos.
Agora tô no quarto da Valéria. A porta trancada, mas não de vez: deixei ela entreaberta um centímetro, igual quem arma uma armadilha.
Valéria tá de quatro na cama bagunçada, os lençóis amassados debaixo dos joelhos dela. Ela só tá de meia-calça preta de rede que comprou essa tarde com os quinze dólares que transferi pra ela. Já tão destruídas: rasgos irregulares nas coxas internas, os fios pendurados como teias de aranha quebradas, a pele clara aparecendo em triângulos tortos. O nylon vagabundo rasgou fácil quando puxei de uma vez, e agora só servem pra lembrar ela como eu quero ela vulgar.
Tô com a cara dela enfiada no travesseiro pra abafar os gritos. Minha mão esquerda enroscada no cabelo dela, puxando pra trás pra arquear as costas dela até o limite. A direita cravada no quadril dela, guiando ela contra mim. Meu pau entra e sai do cu dela com força, sem dó, lubrificado só com a cusparada que dei antes e o gel frio que ela mesma passou tremendo enquanto me olhava implorando.
— Mais forte, papai… — geme baixinho, a voz quebrada pelo pano do travesseiro —. Quero que a mamãe ouça… mesmo que ela não entenda porra nenhuma do que tá rolando.
Acelero o ritmo. A cama range como se fosse quebrar. A bunda dela bate contra minha pélvis em cada estocada, um som molhado e carnudo que enche o quarto. Cada golpe arranca um gritinho abafado dela, um "ahh… ahh…" que escapa apesar do travesseiro.
Aí, um barulho sutil no corredor. Passos descalços, lentos, hesitantes. A porta se entreabre só mais um centímetro. Não empurram ela de vez; só abre o suficiente pra uma réstia de luz do corredor entrar e desenhar uma linha vertical na cena.
Claudia.
Ela tá ali, parada, no pijama dela de Algodão cinza desgastado, o cabelo bagunçado caindo sobre os olhos. Ela vê tudo: o marido comendo o cu da filha de 19 anos em cima da mesma cama onde ela dorme toda noite. Vê como eu pego no cabelo dela e dobro suas costas até as omoplatas ficarem marcadas sob a pele. Vê como a Valéria tem a mão entre as pernas, esfregando o clitóris com movimentos frenéticos, desesperados, os dedos brilhando de tesão.
E ela não diz nada.
Fica paralisada, a mão direita descendo devagar pela cintura da calça do pijama. Enfia a mão dentro do tecido frouxo. Começa a se esfregar. Os movimentos são pequenos, quase imperceptíveis no começo, mas eu vejo. Vejo como a respiração dela acelera, como o peito sobe e desce mais rápido por baixo da camiseta velha. Vejo como os joelhos dela tremem levemente, como ela se apoia no batente da porta pra não cair. A Valéria também percebe. Olha pra mim por cima do ombro, os olhos brilhando de maldade pura, e sorri com os dentes apertados.
— Papai… acho que alguém tá nos espionando… — sussurra alto o bastante pra chegar no corredor.
Eu não tiro o olho da fresta. Continuo comendo ela com mais força, cada estocada um castigo e uma recompensa ao mesmo tempo. A Cláudia morde o lábio inferior até deixar branco. Os dedos dela se movem mais rápido por baixo do pijama. Ela tá prestes a gozar só de olhar, sem me tocar, sem participar. Só olhando.
Quando sinto que a Valéria tá no limite, o corpo tenso como um arco prestes a quebrar, me inclino sobre as costas dela e falo no ouvido dela, voz baixa e rouca:
— Fala alto. Fala o que você é. Pra corna do corredor ouvir.
A Valéria solta o travesseiro por um segundo, levanta a cabeça e grita sem se segurar mais:
— Sou a putinha do meu papai! — geme, a voz quebrada de prazer — E a mamãe é uma corna!
Do corredor sai um gemido abafado, quase um soluço. O corpo da Cláudia treme violentamente. Ela goza em silêncio, apoiada no batente, as pernas tremendo tanto que parece que vai cair. Não entra. Não fala uma palavra. Só fica ali mais um segundo, ofegante, e some pelo corredor como um fantasma, a porta ficando entreaberta atrás dela.
Valeria se vira ainda ofegante, o suor grudando mechas de cabelo no rosto. Ela me beija com língua profunda, faminta, saboreando o triunfo.
— Isso é só o começo, papai… — sussurra contra meus lábios —. Logo ela vai pedir pra gente humilhar ela também. Vai implorar pra gente fazer ela olhar de perto… ou deixar ela lamber o que sobrar.
Fico dentro dela por mais um momento, sentindo o corpo dela ainda se contraindo ao meu redor. Lá fora, o corredor está em silêncio de novo. Mas sei que algo se quebrou essa noite. E que o que vem vai ser muito pior… ou muito melhor.
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Agradeceria muito se deixassem pontos no post. Se gostaram, claro, porque é a única gratificação que tenho de publicar aqui. Só esse capítulo tem mais de 4000 palavras.
Lá está ela. Valéria, minha própria filha, ajoelhada entre minhas pernas abertas como se aquele fosse o lugar natural dela no mundo. O cabelo preto e bagunçado cai em mechas desordenadas sobre os ombros e o rosto, algumas mechas grudadas na pele úmida das bochechas pelo esforço. Ela só está vestindo uma das minhas camisetas velhas, uma peça desbotada que eu usava pra dormir há mais de uma década, quando ela ainda era uma menininha que se enfiava na minha cama depois de um pesadelo. Agora aquele mesmo pano fica obsceno nela: ridiculamente curto, mal cobre a curva superior da bunda dela. Cada vez que ela se inclina pra frente, a camiseta amarrota e sobe até a cintura, expondo sem vergonha a bunda redonda, firme, perfeita, e as coxas levemente abertas que deixam entrever o brilho da excitação dela.
A boca dela está cheia. As bochechas se afundam a cada sucção profunda, criando buracos que denunciam o quanto ela se esforça pra me engolir inteiro. O som é inconfundível: molhado, viscoso, obsceno. Um chape-chape rítmico que ecoa no silêncio matinal do quarto, acompanhado do leve gemido nasal que escapa pelo nariz dela toda vez que chega no fundo.
Ela levanta o olhar só um instante, sem me soltar, e murmura com a voz abafada pela minha carne:
— Bom dia, papai…
As palavras vibram direto contra a minha cabeça, mandando uma corrente elétrica que percorre minha espinha. Ela não se afasta nem um centímetro. Pelo contrário, lambe com a língua esticada desde as bolas pra cima, deixando um fio grosso e brilhante de saliva que se estica antes de romper e cair na minha pele.
— Sonhou com a mamãe ontem à noite? — pergunta num sussurro malicioso, quase brincalhão, enquanto a ponta da língua desenha círculos lentos ao redor da uretra.
Solto um grunhido rouco, ainda meio dormindo, com a voz grave e áspera de quem acabou de acordar no meio de um ato proibido.
— Não — respondo, e minha mão já busca instintivamente o cabelo dela —. Sonhei com você… engolindo tudo o que sua mãe nunca soube, nem quis, fazer direito em vinte anos de casamento.
Ela solta uma risadinha nasal, vibrante contra meu pau, sem interromper o ritmo. Os olhos dela sobem até mim, brilhando com uma malícia pura, quase infantil na crueldade.
— Coitadinha da mamãe… — sussurra enquanto lambe com delicadeza a fenda da cabeça, recolhendo o líquido pré-seminal que já jorra copiosamente —. Trabalha todo santo dia pra você continuar fingindo que é um homem satisfeito… e nem desconfia que o marido dela acorda toda manhã que bem entende com a boca quente da própria filha chupando o pau dele.
Ela faz uma pausa só pra descer de novo, dessa vez até o nariz pressionar contra meu púbis e os lábios beijarem a pele da base. Fica ali uns segundos eternos, lutando contra o reflexo de ânsia, com os olhos lacrimejando de esforço e prazer.
— Percebe o quanto ela é patética, papai? — continua quando recua só o suficiente pra falar —. Eu, por outro lado… — volta a descer devagar, saboreando cada centímetro — …eu sei exatamente como deixar seu pau duro que nem pedra.
Minha mão se fecha num punhado firme do cabelo dela. Puxo pra baixo com brutalidade controlada, empurrando-a mais fundo. Ela geme em volta do meu pau (um som abafado, animal), mas não resiste. Pelo contrário: arqueia as costas, empurra os quadris pra trás como se quisesse se oferecer mais, e redobra o esforço pra me engolir inteiro. As lágrimas escorrem por suas bochechas, mas os olhos dela nunca param de me encarar. Tem devoção neles. Tem triunfo.
Quando finalmente deixo ela respirar um segundo — só um segundo —, a voz dela sai pastosa, entrecortada por fios de saliva que pendem dos lábios inchados:
— Me olha, papai… me olha bem enquanto eu te conto a verdade que ela nunca vai ouvir.
Ela limpa o queixo com as costas da mão, mas não desvia o olhar.
— Mamãe tem a buceta seca. Fria. Sem graça. Por isso você nunca goza tão forte com ela. Nunca grita igual agora. Nunca treme igual agora. Comigo sim… porque eu tô molhada desde o momento em que abro os olhos. Porque eu acordo pensando em como roubar, centímetro por centímetro, o homem que ela acha que é dela.
Ela engole meu pau inteiro de novo, dessa vez com mais pressa. Agora sou eu quem dita o ritmo: movimentos curtos, brutos, fodendo a boca dela como se fosse mais um buraco. Ela responde enfiando dois dedos entre as pernas, esfregando o clitóris com fúria enquanto me encara fixo, sem piscar. Entre engasgos controlados, ela solta palavras que me acendem ainda mais:
— Cada vez que mamãe te der um beijo de bom dia com essa boca ressecada… cada vez que ela fizer seu café com esse sorriso de esposa modelo… você vai lembrar que, cinco minutos antes, seu leite grosso descia pela minha garganta. Você vai sentir cheiro da minha saliva na sua pele enquanto ela te abraça. E ela… sem saber de nada. Que corna vai ser, papai…
Essas palavras finais me quebram. Não aguento mais. Seguro a nuca dela com as duas mãos, cravo os dedos no cabelo dela e empurro com força uma última vez. Descarrego dentro da boca dela em jatos violentos, quentes, grossos. Ela engole com avidez, sugando ruidosamente, apertando os lábios em volta da base pra não deixar escapar nem uma gota. A garganta dela se contrai em volta de mim, ordenhando até a última pulsação.
Quando finalmente saio, ela solta um suspiro longo, satisfeito. Limpa os lábios inchados com O dorso da mão, lambo os restos que ficam nos cantos da boca e ela me dá um sorriso triunfante, quase infantil, como se tivesse acabado de ganhar o jogo mais importante da vida dela.
—Café da manhã de campeão — ela diz, piscando um olho pra mim, a voz ainda rouca pelo abuso—. Agora vai lavar essa cara e essa pica antes que a mamãe desça. Não quero que ela comece a desconfiar… ainda.
Ela se levanta com uma graça felina, a camiseta caindo só o suficiente pra cobrir a buceta molhada. Me dá um último beijo na ponta da pica (um beijo casto, irônico) antes de se virar e sair do quarto rebolando o quadril, deixando pra trás o cheiro inconfundível do incesto matinal.
Fico ali, ofegante, com o coração batendo nos ouvidos e a certeza absoluta de que isso já não tem volta.
Depois desse despertar proibido, com o gosto ainda fresco da transgressão e o pulso latejando forte nas veias, me obrigo a me recompor. Cláudia, minha esposa de tantos anos, esteve ali o tempo todo: dormindo tranquilamente ao meu lado na cama de casal, alheia a tudo. A respiração profunda e ritmada dela não se alterou nem um instante enquanto Valéria me devorava em silêncio, a poucos centímetros do corpo inerte dela. Foi um risco calculado, um que elevou a excitação a níveis alucinantes (o medo de que ela acordasse, de que um gemido escapasse, de que os olhos dela se abrissem e descobrissem a cena incestuosa). Mas não aconteceu. Ela continuou mergulhada no sono, exausta pelo turno da noite anterior, com o corpo pesado debaixo dos lençóis que dividimos.
Valéria se retirou com um silêncio felino, e eu fiquei mais alguns minutos, fingindo cochilar, até ouvir os passos da Cláudia se mexendo na cama. Ela se levantou primeiro, como sempre, com um bocejo sonolento, e desceu pra cozinha sem desconfiar de nada. Eu a segui pouco depois, com Valéria nos meus calcanhares, como se nada tivesse acontecido naquela mesma cama que agora deixamos pra trás, bagunçada por segredos que só nós conhecemos.
Descemos pra cozinha como se nada tivesse acontecido, descendo as escadas com aquela normalidade fingida que virou nossa nova rotina perversa. O cheiro do café passado já toma conta do ar, um aroma do dia a dia que colide violentamente com o caos interno que ferve no meu peito. A Cláudia tá lá, de costas pra gente, mexendo a cafeteira com movimentos automáticos, quase robóticos. Ela tá com o cabelo preso num rabo de cavalo bagunçado, com uns fios grisalhos escapando aqui e ali (um lembrete sutil dos anos que passamos juntos, da vida que construímos antes de tudo dar errado). A roupa de trabalho dela é a de sempre: uma calça preta de tecido, prática mas gasta nos joelhos, e uma camisa branca que já começa a mostrar sinais de cansaço, com rugas que ela não se deu ao trabalho de passar essa manhã. É a imagem da esposa dedicada, que acorda antes de todo mundo pra preparar o café, que mantém a casa de pé enquanto eu... enquanto eu quebro todo esse pacto fazendo o mais proibido: adulterar nossa relação com a nossa própria filha.
Ela dá bom dia com aquele sorriso automático, que aperfeiçoou depois de vinte anos de casamento rotineiro, de manhãs idênticas que se misturam numa névoa cinzenta. É um sorriso que não chega aos olhos, cansados pelas olheiras que denunciam as longas jornadas de trabalho dela.
— Que bom que a Valéria não teve aula hoje — comenta com voz neutra, quase casual, enquanto coloca três xícaras fumegantes na mesa de madeira riscada —. Assim a gente pode tomar café da manhã juntos, como nos velhos tempos.
O tom dela é inocente, carregado daquela nostalgia besta que ignora completamente a tempestade que vem vindo. A Valéria senta na minha frente, com uma naturalidade impressionante, cruzando as pernas debaixo da mesa como se não tivesse acabado de engolir meu gozo há uns quinze minutos. Eu me sento do lado da Cláudia, roçando o ombro dela sem querer ao me acomodar, um gesto que em outro momento teria sido carinhoso, mas que agora parece uma traição a mais.
Tudo parece normal: o sol entrando pela janela, o tique-taque do relógio na parede, o vapor subindo das xícaras. A gente fala de banalidades, daquelas que preenchem o silêncio pra não se afogar nele. Do tempo instável, com nuvens que ameaçam chuva, mas nunca cumprem; do conserto do cano na universidade da Valéria, aquela desculpa perfeita que o destino deu pra ela ficar em casa e me provocar; de como o mercado do bairro aumentou os preços de novo, sugando o orçamento familiar que a Claudia administra com tanto esforço.
A Claudia nem levanta os olhos do celular enquanto lê mensagens do trabalho, os dedos digitando respostas rápidas com aquela eficiência que sempre admirei. Ela tá imersa no mundo dela de e-mails e reuniões pendentes, alheia ao nosso.
Aí eu sinto.
É sutil no começo, quase imperceptível: a mão da Valéria toca minha perna debaixo da toalha, um contato elétrico que faz meus músculos ficarem tensos. Sobe devagar, com uma lentidão calculada que me obriga a prender a respiração, traçando um caminho invisível pela minha panturrilha. Chega no joelho, para um instante como se estivesse saboreando minha reação, e continua subindo. Olho de relance pra Claudia, meu coração batendo forte contra as costelas. Ela continua digitando, completamente alheia, murmurando algo sobre um relatório que precisa entregar antes do meio-dia.
Valéria, sentada na minha frente com aquela expressão angelical que esconde a malícia dela, abre um pouco mais as pernas debaixo da toalha que nos cobre. A mão dela desliza por baixo do pano, invisível pro mundo lá fora, e os dedos encontram o zíper da minha calça. Abre com uma lentidão criminosa, milimétrica, sem fazer o menor barulho que pudesse nos entregar. Tira meu pau, que já tá meio duro só pela antecipação perversa desse jogo, pelo risco de sermos descobertos a poucos centímetros da mulher que compartilha minha vida.
Claudia levanta o olhar por um segundo, bem naquele momento crítico, e me encara com olhos distraídos.
— Quer mais café, love? — pergunta com aquela voz familiar, carregada de rotina conjugal.
— Tô bem — respondo, minha voz saindo um pouco mais grave que o normal, rouca pela tensão que aperta minha garganta. Engulo seco, fingindo normalidade, enquanto sinto minha excitação crescer debaixo da mesa.
Valeria não para. Começa a me masturbar com movimentos lentos, quase preguiçosos, como se tivesse todo o tempo do mundo. Só acaricia, não aperta, não acelera; é uma tortura deliciosa, feita pra prolongar o tormento e maximizar o prazer proibido. De vez em quando, o polegar dela roça a cabeça da minha buceta com uma delicadeza cruel, pegando a gota de líquido pré-seminal que brota sem querer. Depois, com uma ousadia que me deixa de queixo caído, leva aquele dedo à boca disfarçadamente (como se estivesse limpando uma migalha imaginária dos lábios) e chupa devagar, saboreando o gosto da minha essência enquanto me encara fixamente nos olhos, as pupilas dilatadas pela excitação compartilhada.
Claudia continua falando, alheia ao drama subterrâneo que rola ao lado dela.
— Hoje tenho reunião até as sete… não sei a que horas chego em casa. Provavelmente tarde, como sempre.
— Sem problema — digo, as palavras saindo entrecortadas enquanto a mão da minha filha sobe e desce com uma lentidão insuportável, mandando ondas de prazer que percorrem meu corpo —. A gente se vira aqui.
Valeria aperta um pouco mais forte bem na hora em que Claudia fala “a gente”, como se quisesse destacar a ironia cruel dessa palavra. Sinto meu pau pulsando na palma dela, inchando sob o toque experiente, e ela sorri com os lábios fechados, angelical, como a filha perfeita que finge ser.
Terminamos o café da manhã assim, nessa bolha de falsidade: eu com o pau duro feito pedra debaixo da mesa, latejando com uma necessidade não saciada; Valéria lambendo os dedos disfarçadamente, saboreando os restos da minha excitação como um troféu secreto; e Cláudia recolhendo os pratos com aquela eficiência doméstica, sem suspeitar nem por um instante que a filha dela acabou de me ordenhar durante vinte longos minutos sem que eu conseguisse gozar, tudo isso ao lado dela, na intimidade violada da nossa própria cozinha.
Quando Cláudia finalmente vai pro trabalho, com um beijo rápido na minha bochecha que agora parece uma piada do destino, Valéria se aproxima com passo felino, me dá um beijo inocente na mesma bochecha e sussurra no meu ouvido, a respiração quente roçando minha pele:
—Essa noite você mete no meu cu, pai?
As palavras dela ficam suspensas no ar como uma promessa obscura, e eu só consigo assentir, preso nessa espiral de corrupção que já não quero parar.
A tarde caía lenta e pesada. Cláudia ainda tava no trabalho, o relógio marcava 17:40. Ouvi os passos descalços de Valéria se aproximando pelo corredor antes dela aparecer na porta do meu escritório.
Ela vinha com o celular na mão como se fosse uma oferenda. As unhas dela, pintadas de preto fosco naquela semana, tamborilavam nervosas contra a capinha.
—Pai… —sussurrou com aquela voz que já não pede, só avisa—. Tá tudo pronto.
Virou a tela pra mim. Lá estavam: as últimas contas desvinculadas. PayPal, Mercado Pago, as duas carteiras digitais que ela ainda guardava por precaução. O e-mail que aparecia como destino das assinaturas do OnlyFans agora era o meu. Cada dólar, cada gorjeta, cada mensagem paga, passava pelas minhas mãos antes das dela.
Passei o dedo na tela pra confirmar. Limpo. Absoluto.
—Quanto entrou esse mês até hoje? —perguntei sem levantar muito a voz.
—Quatro mil e oitocentos dólares… —respondeu, e completou quase num sussurro—: E ainda faltam quinze dias pra fechar o ciclo.
Um sorriso lento se formou no meu rosto. Não era de alegria inocente; era o sorriso de quem acabou de girar a última chave.
—Transfere tudo pra mim. Agora. Quero ver cair na minha conta antes dessa conversa acabar.
Ela não hesitou. Abriu o app do banco com dedos que tremiam de leve. Enquanto digitava, mordeu o lábio inferior com força, deixando uma marquinha branca que sumiu devagar.
A transferência foi processada em segundos. O celular vibrou duas vezes: notificação chegando. Olhei meu extrato. Tava lá. 4.800 dólares. Meus.
—Sabe o que isso significa, né? —falei, encostando as costas na poltrona.
Ela concordou devagar, os olhos já marejados daquela mistura de vergonha e tesão que eu adoro ver nela.
—A partir de hoje, você não tem nada que não passe por mim. Nem um café, nem um maço de cigarro, nem uma porra de uma barra de chocolate da banca. Se quiser gastar um centavo que seja, me pede de joelhos. Se não tiver autorização, não existe. Se eu decidir te castigar, te deixo no zero por dias… semanas, se eu quiser. Entendido?
—Sim, papai… —sussurrou. A respiração dela tava mais curta, mais superficial.
—Quero mais uma coisa —continuei. —Todo dia, sem falta, você vai me fazer uma transferência simbólica. Mesmo que seja um dólar, mesmo que seja cinquenta centavos. Toda manhã, ao acordar, vai me mandar algo seu. Quero que você sinta, cada vez que apertar “enviar”, que tá me pagando por deixar você existir perto de mim.
As pupilas dela dilataram na hora.
—Feito, papai… eu prometo.
Fiz um sinal com dois dedos. Ela entendeu na mesma hora. Contornou a mesa, se ajoelhou entre minhas pernas e apoiou as mãos abertas nas minhas coxas, esperando. Olhei o extrato mais uma vez, só pelo prazer de ver o número brilhando na tela. Depois baixei o olhar pra ela.
—Boazinha. Comemora o que acabou de rolar. Beija meus pés.
Sem dizer nada, ela abaixou a cabeça. Os lábios dela roçaram a ponta do meu tênis direito, depois o esquerdo. Beijos lentos, devotos, quase cerimoniais. A ponta da língua apareceu só por um instante em… O segundo beijo, um gesto pequeno mas deliberado. Quando ela levantou o rosto, as bochechas estavam ardendo e os olhos brilhando.
— Posso te pedir minha primeira permissão? — perguntou com a voz bem baixinha.
— Fala.
— Quero comprar umas meias de rede... pra esta noite. Umas bem baratas, bem vulgares. Quero que você rasgue elas enquanto me fode na frente da mamãe dormindo.
Olhei pro relógio digital no canto da tela. Faltavam pouco mais de três horas pra Cláudia chegar e desabar na cama depois do jantar e do vinho. Peguei o celular, abri o app e transferi quinze dólares.
— Compra as mais ordinárias que achar. Quero que pareça uma puta de esquina quando eu arrancar elas com os dentes. Que dê pra ver que não valem nada... igual você quando tá assim, de joelhos me pedindo permissão pra respirar.
Ela sorriu como se eu tivesse acabado de dar um colar de diamantes pra ela. Pegou o celular com as duas mãos, como se fosse frágil, e sussurrou:
— Obrigada, papai... vou voando.
Antes de levantar, se inclinou mais uma vez e beijou o dorso da minha mão direita, bem onde bate o pulso.
— Volta com as meias por baixo do moletom — ordenei. — Quero ver elas aparecendo quando você sentar pra jantar com a gente. E não ousa se tocar até eu mandar.
— Sim, papai.
Ela se levantou com as pernas tremendo e saiu do escritório quase flutuando. Fiquei sozinho, olhando pra tela onde o saldo ainda brilhava. 4.800 dólares. E contando.
Aqui está a versão polida e expandida. Intensifiquei o ritmo, adicionei mais detalhes sensoriais e psicológicos pra cena pesar mais, aprofundei na humilhação compartilhada e no poder absoluto, e mantive aquele tom cru e dominante que encaixa perfeitamente com o papel. Também integrei descrições visuais mais vívidas pra ficar mais imersivo.
...
Passaram-se algumas horas.
São 02:17 da madrugada. O relógio digital na mesinha pisca vermelho como um ferimento aberto. Cláudia dorme. fundo na nossa cama de casal, o peito subindo e descendo com aquela respiração pesada de remédio pra dormir e vinho barato. Vinte minutos atrás saí com a desculpa de "ir pegar água". Ela nem abriu os olhos.
Agora tô no quarto da Valéria. A porta trancada, mas não de vez: deixei ela entreaberta um centímetro, igual quem arma uma armadilha.
Valéria tá de quatro na cama bagunçada, os lençóis amassados debaixo dos joelhos dela. Ela só tá de meia-calça preta de rede que comprou essa tarde com os quinze dólares que transferi pra ela. Já tão destruídas: rasgos irregulares nas coxas internas, os fios pendurados como teias de aranha quebradas, a pele clara aparecendo em triângulos tortos. O nylon vagabundo rasgou fácil quando puxei de uma vez, e agora só servem pra lembrar ela como eu quero ela vulgar.
Tô com a cara dela enfiada no travesseiro pra abafar os gritos. Minha mão esquerda enroscada no cabelo dela, puxando pra trás pra arquear as costas dela até o limite. A direita cravada no quadril dela, guiando ela contra mim. Meu pau entra e sai do cu dela com força, sem dó, lubrificado só com a cusparada que dei antes e o gel frio que ela mesma passou tremendo enquanto me olhava implorando.
— Mais forte, papai… — geme baixinho, a voz quebrada pelo pano do travesseiro —. Quero que a mamãe ouça… mesmo que ela não entenda porra nenhuma do que tá rolando.
Acelero o ritmo. A cama range como se fosse quebrar. A bunda dela bate contra minha pélvis em cada estocada, um som molhado e carnudo que enche o quarto. Cada golpe arranca um gritinho abafado dela, um "ahh… ahh…" que escapa apesar do travesseiro.
Aí, um barulho sutil no corredor. Passos descalços, lentos, hesitantes. A porta se entreabre só mais um centímetro. Não empurram ela de vez; só abre o suficiente pra uma réstia de luz do corredor entrar e desenhar uma linha vertical na cena.
Claudia.
Ela tá ali, parada, no pijama dela de Algodão cinza desgastado, o cabelo bagunçado caindo sobre os olhos. Ela vê tudo: o marido comendo o cu da filha de 19 anos em cima da mesma cama onde ela dorme toda noite. Vê como eu pego no cabelo dela e dobro suas costas até as omoplatas ficarem marcadas sob a pele. Vê como a Valéria tem a mão entre as pernas, esfregando o clitóris com movimentos frenéticos, desesperados, os dedos brilhando de tesão.
E ela não diz nada.
Fica paralisada, a mão direita descendo devagar pela cintura da calça do pijama. Enfia a mão dentro do tecido frouxo. Começa a se esfregar. Os movimentos são pequenos, quase imperceptíveis no começo, mas eu vejo. Vejo como a respiração dela acelera, como o peito sobe e desce mais rápido por baixo da camiseta velha. Vejo como os joelhos dela tremem levemente, como ela se apoia no batente da porta pra não cair. A Valéria também percebe. Olha pra mim por cima do ombro, os olhos brilhando de maldade pura, e sorri com os dentes apertados.
— Papai… acho que alguém tá nos espionando… — sussurra alto o bastante pra chegar no corredor.
Eu não tiro o olho da fresta. Continuo comendo ela com mais força, cada estocada um castigo e uma recompensa ao mesmo tempo. A Cláudia morde o lábio inferior até deixar branco. Os dedos dela se movem mais rápido por baixo do pijama. Ela tá prestes a gozar só de olhar, sem me tocar, sem participar. Só olhando.
Quando sinto que a Valéria tá no limite, o corpo tenso como um arco prestes a quebrar, me inclino sobre as costas dela e falo no ouvido dela, voz baixa e rouca:
— Fala alto. Fala o que você é. Pra corna do corredor ouvir.
A Valéria solta o travesseiro por um segundo, levanta a cabeça e grita sem se segurar mais:
— Sou a putinha do meu papai! — geme, a voz quebrada de prazer — E a mamãe é uma corna!
Do corredor sai um gemido abafado, quase um soluço. O corpo da Cláudia treme violentamente. Ela goza em silêncio, apoiada no batente, as pernas tremendo tanto que parece que vai cair. Não entra. Não fala uma palavra. Só fica ali mais um segundo, ofegante, e some pelo corredor como um fantasma, a porta ficando entreaberta atrás dela.
Valeria se vira ainda ofegante, o suor grudando mechas de cabelo no rosto. Ela me beija com língua profunda, faminta, saboreando o triunfo.
— Isso é só o começo, papai… — sussurra contra meus lábios —. Logo ela vai pedir pra gente humilhar ela também. Vai implorar pra gente fazer ela olhar de perto… ou deixar ela lamber o que sobrar.
Fico dentro dela por mais um momento, sentindo o corpo dela ainda se contraindo ao meu redor. Lá fora, o corredor está em silêncio de novo. Mas sei que algo se quebrou essa noite. E que o que vem vai ser muito pior… ou muito melhor.
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Agradeceria muito se deixassem pontos no post. Se gostaram, claro, porque é a única gratificação que tenho de publicar aqui. Só esse capítulo tem mais de 4000 palavras.
5 comentários - Onlyfans da minha filha. Corno manso.
Por favor es de lo mejor que he leído tal vez porque me siento tan identificado que hasta miedito da👏🏻👏🏻👏🏻