Os encontros foram passando, cada vez a gente se sentia melhor e foi se animando aos poucos pra mais. O sexo era sensacional, ela se deixava guiar e queria fazer umas paradas que vinham na cabeça dela, claro que eu topava tudo. Não demorou muito pra gente ficar de namorados, era algo que os dois queriam e, tirando o sexo, o relacionamento era muito bom, divertido, picante, tinha tudo. Ela organizou um jantar na casa dos pais dela, mesmo eles já me conhecendo, era pra formalizar que a gente tava namorando, então no meio da semana a gente fez isso. O jantar foi muito bom, eu já me dava bem com o pai da Luz antes e, agora que tava com ela, a relação também não tinha mudado, isso era ótimo. E com a mãe… bom, tinha o nosso segredo, mas era pra tentar esquecer ou pelo menos fingir que não rolou nada, mas pelo visto ela não tava com a mesma ideia. Ela tava vestida com sandálias e um short branco que ajudava a levantar um pouco a bunda dela, que tava bem apetitosa, e se eu prestasse atenção dava pra ver uma fio dental branquinha por baixo, isso me deixava com muito tesão, mesmo eu tentando não desviar o olhar pra ninguém me pegar, e uma regata, era verão e tava calor. Como eu tava contando, pelo visto ela não queria deixar o que rolou no passado, me dava uns olhares, fazia umas poses sugestivas quando ninguém tava vendo, só eu, ou vinha falar comigo e depois se virava e se abaixava pra “pegar alguma coisa”. A noite tava chegando ao fim, a Ana teve a ideia da gente ir almoçar no sábado e aproveitar a piscina. Algo me deu um mau pressentimento, mas eu olhei pra Luz como se nada tivesse rolando, e ela me olhou meio empolgada esperando minha aprovação. A gente tinha planos pra noite de sábado, sair pra comer algo, mas eu não ia mudar isso pra passar o dia na casa da família dela. Aceitei, e o pai dela falou: “Mas o churrasco é você que faz, eu já tô cansado de cozinhar sempre”. Eu adoro fazer churrasco, então topei sem problemas. Me preparei pra ir embora, me despedi, e a Luz me acompanhou até a porta, me beijou e Ele me disse: “Te amo, meu amor. Obrigado por vir e aceitar o do sábado. Se for tudo muito rápido, me fala e a gente vai mais devagar”. “A gente tá indo no ritmo que tem que ir, adoro estar com você, te quero”, respondi, beijei ela de novo e fui embora. No sábado de manhã, fui comprar tudo que precisava e fui na casa dela no meio da manhã. O calor tava de rachar, mas por sorte a piscina tava lá. O pai dela tava de short de futebol igual eu, mas sem camisa, me chamou pra fazer o mesmo e aceitei, tava quente demais, ainda mais cozinhando na churrasqueira. A Luz tava de biquíni azul claro com florzinhas, mas ainda de short jeans, enquanto a Ana tava igual, só que de biquíni branco. O tempo foi passando enquanto a gente conversava e tal, o pai recebeu uma ligação e foi pra dentro falar, a Luz levantou e falou que ia dar um mergulho. Desabotoou o short, rebolando a cintura foi descendo ele e caminhou até a piscina, com a mãe dela a gente viu ela indo, e sem olhar pra mim, ela disse. Ana: Que corpaço tem essa filha da puta, hein? Eu: Verdade, sim. O corpo da Luz me deixa louco e faz minha rola subir como ninguém, mas era demais falar isso. Ana: Cê gosta da bunda dela, né? Eu: Sim, verdade. Ana: Eu tinha o mesmo corpo quando tinha a idade dela, mas fazer o quê, os anos passam e ter filhos muda tudo. Eu: É claro, o corpo muda pra todo mundo. Ana: Sabia o que dizem, sobre sogras e filhas? Eu: Não faço ideia. Ana: Dizem que pra saber se você vai gostar da sua namorada a vida toda, tem que olhar pra sua sogra, se você gostar dela, é porque escolheu bem. Eu: Pensando bem, é uma boa frase. Acho que tem um fundo de verdade nisso também. Ana: Então, o que cê acha? Vai gostar da Luz a vida toda? Eu: Espero que sim. Ana: Não tem certeza? Eu: Não falei isso, o corpo dela agora me encanta. Ana: Vamos fazer o teste pra ver se você vai gostar da minha filha a vida toda. Eu: Como? Ana sorriu, eu tinha caído na armadilha dela e, como falei antes, pelo visto ela não ia deixar de lado o que rolou entre a gente. Olhou nos meus olhos e disse. Ana: "Agora vou levantar, vou tirar o short, quero que você olhe bem pra minha bunda e tudo que quiser. Mais tarde, você me diz se vai gostar da Luz pra vida toda ou não." Não deu tempo de responder, ela se levantou e começou a tirar o short com os mesmos movimentos que a filha dela, a diferença é que ela tinha um rabo ainda mais avantajado e custou mais, mas no fim conseguiu. A calcinha dela ficava bem escondida entre as nádegas e só no final da bunda dava pra ver um triângulo branco. Ela andou de um jeito meio provocante e, antes de chegar na piscina, se abaixou sem dobrar os joelhos pra pegar uma bola que tava no gramado e jogar de volta na água, assim mostrou aquele cuzão aberto e finalmente dava pra ver a calcinha inteira. Continuou até a piscina e a Luz, brincando, gritou: "Mãããe, não faz assim. Vai assustar meu namorado!" Ana respondeu: "Acho que não, se ele não se assusta com o seu lombo, filha, muito menos com o meu." As duas riram e daqui a pouco tavam me chamando pra entrar na piscina, falando pra não ter vergonha, que tava calor demais. E olha, a verdade é que a tesão que eu tava de ver a Luz e a minha sogra, depois do que ela tinha feito, me deu um tesão do caralho e meu pau já não tava mais dormindo, pulsava dentro da minha cueca e acho que dava pra perceber, mas já não tava nem aí. Entrei na piscina, a gente brincou um pouco com a bola e outras merdas, enquanto meu sogro cuidava do churrasco com o filhinho dele. Alguma mão escapava, eu tentava não fazer nada fora do lugar, mas a Luz num momento que ninguém tava olhando pegou no meu pau, que pra surpresa dela não tava dormindo, e ela mordeu o lábio. Minha sogra, por outro lado, fez a mesma coisa, alguma roçada da bunda dela ou encostando os peitos em mim, até que deu um tapa e, igual a filha, pegou no meu pau fazendo exatamente o mesmo gesto, mordendo o lábio. Fiquei quieto num canto por um tempo, não podia sair da piscina porque meu pau tinha acordado e eu tinha que esperar ele acalmar. Pra piorar, a Luz chegou perto e quis me tocar. Quando falei pra ela, tive que segurar e avisar que se o pai dela me pedisse pra ir, não dava pra sair de pau duro. Ela fez uma carinha triste de brincadeira, mas entendeu e falou no meu ouvido que não ia me salvar. Como responder que entre ela e a mãe dela tinham me deixado excitado pra caralho, e que quem ia ter que se preparar pra mais tarde era ela, queria foder ela até não aguentar mais. Sentaram pra comer e eu fiquei servindo a comida da churrasqueira, toda vez que alguém pedia algo eu levava ou a pessoa vinha até mim. E sim, minha sogra pediu um pedaço de carne, quando ofereci levar pra ela, respondeu que vinha escolher pessoalmente. Olhou a churrasqueira e falou: quero aquele, apontando pra algo na grelha. Mais alguma coisa? Ofereci. Ana: Sim, quero linguiça, tem pra me dar? Era óbvio o duplo sentido. Eu: Tenho sim, como você gosta? Ana: Bem durinha, tem alguma? Eu: Posso arrumar uma pra você. Mas agora não tenho. Ana: Tá bom, me dá mais tarde. A gente tava falando um monte de putaria baixinho, com minha namorada a poucos metros, era inacreditável. O dia continuou, voltamos pra piscina, mas não teve mais graça porque todo mundo tava junto, mas tanto a Luz quanto a Ana faziam algo pra me provocar, tipo mostrar a bunda ou algo assim. Meu sogro tomou banho e meu cunhado foi atrás, eles iam pra casa de um parente, eu e a Luz tínhamos outros planos, então tive que esperar ela tomar banho e se trocar, pra depois ir pra minha casa fazer o mesmo, antes de sair pro nosso encontro. O problema não foi nada disso, o problema mesmo foi quando os outros foram embora e a Luz entrou no banheiro, e eu fiquei sozinho com a Ana. O banheiro ficava no segundo andar, e a Ana gritou: Vai demorar muito como sempre? A Luz respondeu: Não, mãe, dessa vez vou demorar mais, tenho um encontro e tenho que ficar bonita. Os olhos da Ana mudaram quando me olhou depois dessa resposta, sorriu, abriu a boca e passou a língua por toda volta. O contorno da boca dela. A gente tava na cozinha de pé, ela virou pra abrir a geladeira se abaixando igual antes, sem dobrar os joelhos e ficou olhando na bandeja onde a gente tinha deixado a carne que sobrou. Ana: Vamoo ver, cadê que tá? Enquanto com uma mão ela ia acariciando um pouco a bunda esquerda dela. Eu: Não sei o que cê tá procurando. Tava nervoso, mas a situação me excitava. Ana: Cê sabe o que eu tô procurando. Eu: Não, não sei. Ana: Tô procurando o salaminho duro que pedi pra você hoje. Será que tá aqui ou em outro lugar? Agora ela tirou a parte de dentro da calcinha do meio da bunda dela, esticando por cima da nádega, deixando tudo à mostra. Eu: Acho que não tá aí. Ana: Não, claro que não tá aqui. Tá ali. Não respondi. Ana: Cê gosta do que vê? Eu: Sim, adoro, mas a gente não pode, sou o namorado da sua filha. Ela se levantou e veio andando na minha direção, quando chegou bem na minha frente se ajoelhou e no mesmo movimento baixou minha roupa até o tornozelo. Ana: Sua boca diz que não, mas seu pau diz que sim. Quem eu vou ouvir? Eu: Não sei. Ana: Então vou descobrir sozinha. De uma bocada só enfiou minha rola inteira na boca dela, o nariz batia na minha pélvis e eu me segurava firme na bancada, sentia que ia me chupar até a alma pelo pau. Chupava e chupava, com tanta saliva que molhou minhas bolas e começou a massagear elas, numa hora parou de chupar pra falar comigo, me olhando do chão ajoelhada igual uma puta enquanto me batia uma. Ana: Cê gostou da foto que a Luz te mandou outro dia? Eu: Como cê sabe disso? Ana: É minha filha, tem confiança comigo. Me contou tudo. Eu: Como assim tudo? Se a foto me deixou louco. Ana: Ela não tinha coragem de te mandar, nunca fez isso, mas se encontrasse um homem como você, tinha que fazer. Eu: Um homem como eu? Ana: Sim, com um pau enorme, além de que cê come bem. Eu: Como cê sabe disso? Ana: Ela me contou como você pegou ela no banheiro, coitadinha, deixou ela de cama. Será que cê consegue deixar uma mulher como eu de cama? Eu: Gosto de desafios, encaro até as duas ao mesmo tempo. Ana: Vou considerar. levar em conta, quero que você me foda como fode ela no chuveiro. Eu: Que puta de merda que você é. Agora vou te dar uma prova. Levantei ela e com um empurrão joguei na bancada, ela ficou com os peitos apoiados e me dando uma visão infernal da bunda e cuspi na minha pica "Abre" falei e com as duas mãos ela separou as pernas, de uma só enfiada já tava dentro, metendo e metendo. Eu: Que gostosa que você tem a buceta Ana: Aaai sim, você gosta? Eu: Adoro ter uma sogra tão puta assim. Ana: Como você come bem, por favor. Cuida da menina que você vai matar ela se comer assim. Eu: Ela saiu aguentadora igual você, vou treinar bem essa puta também. Ana: Para para, vem. Me pegou pela mão e me levou pro sofá, me fez sentar lá, subiu em cima e começou a cavalgar "Não quero que você se canse me comendo, essa noite você tem que comer bem a minha menina". Como alguém pode estar pensando que vou comer a filha algumas horas depois, enquanto tá me comendo agora? Só tem uma resposta, ela deve ser muito puta. Continuou cavalgando e cada vez mais forte, dava pra ver que ia gozar, passei a mão na testa e enfiei um dedo na boca dela, ao tirar fui buscar o cu dela. Ana: Aaai não não, não seja filho da puta. Ela abriu uma nádega pra me ajudar e enfiei no cu dela. Ana: Uff por deus como isso me excita, adoro, você vai me fazer gozar já, tá me fazendo doer o cu. Eu: Só com meu dedo dói o cu? Imagina quando eu meter a pica, você vai chorar que nem uma puta. Ana: Você vai fazer meu cu outro dia? Eu: Não, vou arrebentar ele todo, você vai ver. Ela gemia e os movimentos dela ficavam cada vez mais fortes, meu dedo continuava dentro, me xingava de vez em quando, até que gozou, muito muito forte. E não tive pena de esperar ela. Eu: Agora é minha vez. Ajoelhei ela com um empurrão, e agarrei o cabelo dela com uma mão enquanto batia punheta com a outra. Você vai engolir tudo, puta, falava. Até que tava quase gozando e segundos antes, ordenei ela abrir a boca. Ela tirou sua língua, pensando que ia gozar de longe, puta burra, eu tinha outros planos. Enfiei a pica até o fundo, deixando a cabeça na garganta dela. Ela tentava se afastar, mas eu segurava ela pelos cabelos com as duas mãos. Enchi a garganta dela de porra e deixei a rola na boca dela. Ela tossia e tinha ânsia, mas até eu decidir, não ia soltar. Quando soltei, ela deu uma bocada de ar, tava vermelha. Eu: "Agora você também vai ser minha puta." Dei um tapa na cara dela, ela me olhou estupefata, mas não disse que não. Ajeitei minha roupa e fiquei no sofá. Daí a pouco veio a Luz, radiante e linda, minha loira. Olhei pra ela e sorri: "Você tá linda, meu amor", falei de forma carinhosa. "Obrigada, bebê, me arrumei pra você", respondeu. Quem diria, né? Minutos atrás, eu tinha a mãe dela de joelhos, engolindo minha pica e tomando minha porra.
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