Transando com um taxista

Fala, galera, tudo bem? Espero que estejam super bem. Pra ser sincera, nunca pensei que fosse contar isso, mas o destino e minha safadeza me levaram a descobrir essa página tão foda e ler vários relatos super excitantes que me fizeram fantasiar e até me tocar um pouco kkkk. Então criei coragem pra contar o que considero meu começo como uma putinha, mesmo que soe meio feio kkkk.

Meu nome é Valentina e tenho 27 anos. O que vou contar aconteceu há uns 2 anos e alguns meses. Quem mora na CDMX sabe que no verão o calor muitas vezes é insuportável, e é quando aproveito pra usar minhas melhores saias, vestidos e blusas pra exibir meu corpo. Não quero parecer metida, mas me considero uma garota chamativa: sou de pele clara, baixinha, só 1,58m de altura, cabelo longo e loiro, olhos castanhos, com um corpo bom porque gosto de malhar — cintura fina, quadril largo, barriga tanquinho, pernas longas, uma bunda firme e durinha, e uns peitos de bom tamanho, redondos e pontudos.

Sempre fui uma garota super safada, mas naquela manhã quente acordei muito tarada. Tava há um tempão sem namorado e, obviamente, sem sexo. Me sentia uma puta no cio, precisava dar. Tomei um banho frio pra me acalmar, mas foi impossível — minha cabeça não parava de pensar em transar e meu corpo tava cada vez mais quente. Decidi me vestir super putinha, porque adoro sentir os olhares dos homens em mim, ainda mais dos caras que têm namorada — gosto de deixar as minas com raiva, isso me excita pra caralho. Coloquei uma saia preta de tecido fino e justa, que ia até a coxa, uma camisa branca colada com um decote gostoso, uns saltos pretos de tiras e um conjunto de lingerie lindo: sutiã meia-taça vermelho transparente na área dos mamilos e uma fio dental com um triângulo de renda.

Fui trabalhar e, no caminho até o trampo, senti os olhares cheios de tesão de vários caras e a raiva de várias mulheres. As horas foram passando... e entre o calor e minha excitação já não aguentava mais, só queria chegar em casa pra poder me masturbar, mas me fizeram fazer hora extra e saí tarde demais. Sempre vou com umas amigas que moram perto da minha casa, já era tarde e decidimos pegar um Uber, mas ninguém aceitava nossa corrida, então pegamos um táxi. Não gosto de sentar na frente, mas não tive escolha. Minhas amigas foram descendo e fiquei sozinha com o taxista (um senhor de uns 57 anos, moreno, um pouco gordo, com uma barriga que sobressaía, cabelo preto e um pouco mais alto que eu). Ele tentou puxar conversa, e embora eu nunca me interesse em falar com motoristas numa cidade tão violenta, aceitei, porque queria sondar se dava pra confiar.

A conversa começou com o clássico: onde você trabalha, como se chama e o que faz no trabalho. Meu motorista disse que se chamava Hernán, que era viúvo há 4 anos e ainda tinha dois filhos pra cuidar e sustentar. Me contou que desde que a esposa morreu, ele se dedicava de corpo e alma a criar os filhos sentado naquele táxi, porque sendo mais velho ninguém mais o contratava. Só queria dar um futuro pros filhos e nem pensava em arrumar outra mulher, porque não tinha tempo.

V — Não se preocupe, senhor, eu também não tenho namorado há um tempão e não reclamo — falei pra animar ele um pouco.

H — Impossível, moça, a senhora é muito gostosa.

V — Sério mesmo que acha? — ele respondeu na hora.

H — Sim, tem uns olhos lindos demais.

V — Só meus olhos? — ele não perdeu tempo e continuou me elogiando.

H — Na verdade, a senhora tem um corpo muito bonito.

Sem perceber, a paquera começou e o seu Hernán sabia muito bem como responder. De vez em quando, eu sentia ele me olhando de cima a baixo pelo retrovisor ou baixava o olhar pra ver minhas pernas, porque minha saia subia por mais que eu tentasse puxar pra baixo. Mas, verdade, não me incomodava nada, pelo contrário, começou a me excitar.

V — E sua mulher era bonita?

H — Sim, muito gostosa quando era mais nova, tinha umas... pernas muito lindas
V – tão lindas quanto as minhas? – perguntei vaidosa e provocante
H – sim, tão longas, lindas e macias quanto as suas –
Eu ri e perguntei – como você sabe que são macias? –
H – bom, dá pra ver que você cuida bem delas kkkk –

Nessa altura eu já tava super cachorra, não sei se era pelo calor que fazia ou pela putaria que tava guardada desde de manhã, mas me senti muito excitada, minha cabeça começou a viajar pensando que tava há tempos sem ser acariciada e tava desperdiçando minha juventude,
V – volta naquela rua e segue até o final –
H – tem certeza, mocinha? – ele disse, porque era uma rua super escura

Peguei a mão dele e guiei entre minhas pernas, seu Hernán sorriu e obedeceu, acariciou minha coxa macia com doçura com a mão calejada enquanto a gente avançava, a mão dele foi se perdendo no meio da minha saia, ele parou no meio da rua e se jogou em cima de mim, a gente se beijou selvagemente mordendo os lábios um do outro e entrelaçando as línguas como dois adolescentes, eu segurava ele pela nuca enquanto ele acariciava minhas coxas com tanta maestria que eu já começava a me molhar, a mão dele abriu caminho até minha buceta quente passando os dedos por cima do tecido da minha calcinha fio dental pra cima e pra baixo arrancando um gemido longo que eu abafei mordendo meus lábios, ele afastou minha calcinha de lado e eu senti os dedos calejados dele acariciando delicadamente minha buceta, um arrepio percorreu meu corpo inteiro enquanto eu soltava gemidos leves, os dedos fortes dele pousaram no meu clitóris e com habilidade começaram a esfregar, meu coração batia cada vez mais rápido e meus gemidos ficavam mais altos só se apagando nos nossos beijos, de repente seu Hernán enfiou dois dedos dentro da minha buceta, eu fechei os olhos e apoiei a testa no ombro dele, ele começou a mexer os dedos dentro de mim puxando e empurrando, aquele cara era um mestre e me deixou no paraíso, eu ofegava igual uma louca e os movimentos dele ficavam cada vez mais rápidos e eu só pedia pra ele não parar
V – aaaah continua por favorrr ahhh continua –
H – isso, putinha, aproveita como toda uma cadela no cio – V -aaah siii não paraa por favoooor não paraa-
Ele colocou minha mão no pau dele -toca no que você vai comer, puta-
Fiquei impressionada porque o pau dele já tinha um bom tamanho, acariciei aquela coisa por cima da calça enquanto sentia que a cada segundo que passava ele ficava maior, dom Hernán tirou os dedos da minha buceta completamente encharcados com meus sucos e lambeu eles, saboreando meus fluidos, empurrei ele contra o banco e ele reclinou o máximo que pôde, subi em cima dele e nos beijamos de novo, dom Hernán terminou de levantar minha saia até a cintura e amassou minhas nádegas com as mãos robustas, eu aproveitava cada carícia enquanto as mãos dele afundavam na minha pele, ele desceu os lábios para beijar meu pescoço, passou pelo meu peito até chegar nos meus peitos, meus mamilos já estavam tão excitados que marcavam por cima da minha blusa, ele passou a língua sobre minha blusa e contornou meus mamilos com a saliva, o roçar do sutiã contra meus mamilos me dava tanto tesão que eu soltava uns gemidos tímidos, dom Hernán tirou minha blusa e habilmente soltou meu sutiã, deixando meus peitos pontudos no ar, passou a língua áspera por toda a auréola deles enquanto amassava o outro, a boca e a mão dele brincavam com meus peitos como um verdadeiro expert, lambia, chupava, mordia, puxava e acariciava, eu semicerrava os olhos e gemia de prazer, naquele momento ele já me tinha na mão, não tinha mais volta, eu segurava ele pelo cabelo para que não conseguisse se desgrudar dos meus peitos enquanto esfregava minha buceta molhada na calça dele, aproveitando o roçar daquele volume enorme entre minhas nádegas, dom Hernán escapou dos meus peitos e me empurrou contra o outro banco, deixando minhas costas na porta, abriu minhas pernas e os olhos dele brilharam ao ver minha calcinha fio dental

H -então você já tava com vontade de dar, né jajaja- não falei nada, só fiquei vermelha

H -mas não se preocupa, Vale, que agora eu te faço o favor de meter o pau-

Dom Hernán tirou meus saltos com delicadeza e começou a beijar e acariciar minhas pernas devagar, chego até minha buceta que já estava toda molhada graças aos seus dedos deliciosos, ele puxou minha calcinha fio dental de lado e deu uns tapinhas leves na minha buceta totalmente raspada, o que me fez soltar uns gemidos. Ele aproximou a boca, beijou e mordeu delicadamente ao redor da minha buceta, abriu meus lábios vaginais com as mãos e passou a língua áspera de cima pra baixo na minha buceta, a língua dele percorria cada cantinho da minha xota sem deixar nenhum lugar sem salivar. Ele enfiou a língua dentro de mim e começou a me foder com ela, segurando minhas pernas trêmulas pra eu não fechá-las enquanto eu gemia igual uma puta sem me importar com nada, me agarrando onde dava. Ele entrava e saía, chupando e lambendo igual um louco, subiu a boca até meu clitóris e chupou ele, me enlouquecendo cada vez mais.
V —suiigue paaapi seguiiiiii aiihhh nãooo paara haaa nãooo paara—
Meus gemidos aumentaram de força, inundando o carro inteiro. Levei minhas mãos aos meus bicos dos peitos, apertando e puxando eles por vários segundos. Desci minhas mãos até a cabeça dele pra segurá-lo e fazer ele devorar toda minha buceta com a boca. Ele chupava cada vez mais forte e rápido, minha buceta ardia, sentia meu clitóris se expandindo de prazer, meus gemidos estavam dizendo tudo, don Hernán me levava à glória. Depois de vários minutos me deixando no céu, ele diminuiu o ritmo, tirou a cabeça de entre minhas pernas, me olhou, trocamos sorrisos maliciosos, ele se aproximou e demos um beijinho. Senti o gosto dos lábios dele, e tinham gosto de mim.
H —vamos, gostosa, agora é sua vez—
Com dificuldade consegui me ajeitar, minhas pernas tremiam e minha buceta ainda pulsava. Nos beijamos de novo apaixonadamente, mas dessa vez eu tomei a iniciativa. Beijei o pescoço dele e fui descendo entre beijos, tirei a camiseta dele e pude ver uma selva de pelos no peito e na barriga. Não sei por que, mas isso me excitou ainda mais. Desci entre beijos até os mamilos peludos dele, parei neles e lambi os dois fazendo círculos. Continuei beijando o torso dele no meio daquela selva de Pelos, acariciava o pau dele com as duas mãos, cheguei até a cintura dele, me apressei pra tirar a calça e a cueca, tava super ansiosa, queria ver o pau lindo dele pela primeira vez. O pau dele saltou igual mola, a cabeça brilhava por causa do líquido pré-seminal que tinha, tava durasso apontando pro teto do carro. Fiquei de boca aberta vendo aquele pau peludo, media uns 18 centímetros, mas o que me impressionou foi a grossura daquela beleza morena e cheia de veias. Não perdi tempo, coloquei a mão nos ovos dele e fiquei acariciando. Aproximei minha boca da cabeçona do pau dele, passei a língua devagar, saboreando aquele líquido viscoso que tinha na ponta. Deslizei a língua pelo pau dele até a base, beijei os ovos dele delicadamente, fui aumentando o ritmo e comecei a chupar, lamber e sugar igual uma louca, deixando eles cheios de saliva enquanto batia uma pra ele no mesmo ritmo. Dom Hernán soltava gemidos tímidos. Subi com beijos por todo o pau dele até ficar de frente pra ele, abri minha boca e devagar engoli o pau dele. Meus lábios abraçaram a cabeçona, que eu sugava. Fechei meus olhos e comecei a acariciar com calma cada centímetro do pau dele com a boca. Descia por ele sentindo como ficava mais grosso a cada vez, não consegui enfiar tudo, deixando uns 5 centímetros pra fora da boca. Comecei a mamar devagar, aumentando o ritmo. Minha boca encheu de saliva em segundos, gerada pelaquele tesão irresistível que tava sendo saciado. Minha mão passou pros ovos dele, massageando. Meus lábios abraçavam toda a grossura do pau dele enquanto eu subia e descia igual uma desesperada.

— Uff, assim, assim, porra, que boca você tem —
Disse Dom Hernán. A respiração e os gemidos dele ficavam cada vez mais fortes, ele tava adorando a mamada gostosa que eu tava dando. Subia até deixar a cabeçona na minha boca, sentindo com os lábios as bordas da glande. Sugava forte, como se quisesse ordenhar, e descia rápido até sentir o pau dele batendo na minha campainha, me fazendo arcadas, aí eu voltava a chupar o pau dele enquanto acariciava com a língua, dom Hernán enterrou a mão no meu cabelo puxando e começou a controlar a velocidade e a profundidade das mamadas que eu dava com minha boquinha, apoiei minhas mãos no banco do carro e deixei ele usar minha boca do jeito que quisesse, subia e descia minha boca rapidamente querendo que eu engolisse o pau dele inteiro mas não conseguia, ele puxou meu cabelo e mexeu os quadris pra foder minha boca enquanto movia minha cabeça rápido também, o barulho das minhas mamadas ecoava pelo carro inteiro
-Engole, puta, engole tudo-
Ele apertou minha cabeça contra o pau dele chegando no fundo da minha garganta me fazendo engasgar com ele, provocando arcada atrás de arcada e sem conseguir respirar, eu tentava me afastar mas ele não deixava
H -Vai, come ele toda, puta, come ele toda-
Depois de alguns segundos ele puxou meu cabelo tirando o pau da minha boca, eu dei uma longa tragada de ar enquanto meus olhos lacrimejavam, virei pra olhar ele e ele sorriu pra mim ofegante
H -Ahhh, que boquinha gostosa você tem, hein-
V -Sim, love, gostou de como chupei?-
H -Sim, você é toda uma expert, puta-
Ele me puxou pelo braço pra gente se beijar selvagemente, subi em cima dele e podia sentir o calor do pau dele tão perto da minha bucetinha, ele desceu pros meus peitos e começou a brincar com eles igual um louco, chupava, mordia e babava tudo com raiva, eu desci meu quadril e o pau dele ficou entre minha buceta, meus lábios vaginais se abriram em volta da vara dele abraçando ela, eu mexia devagar minha buceta molhada contra o pau dele enchendo ele dos meus fluidos, o roçar entre os dois tava me matando, já não aguentava mais, queria sentir o pau dele dentro de mim
V -Ahhh, por favooor, mete logo, haaa, tua piroca-
H -Hahaha, já tá com vontade de sentir meu pau, puta?-
V -Siiim, meu reii, mete logo tua piroca aaah-
H -Me pede como a boa putinha que você é-
V -Haaa, por favor, love, mete logo teu paaaau, aaah, já quero sentir ele dentrro de miiim, mete ele pra mim, por favor, meu reiiii- Ele ignorou e agora esfregava o pau dele na minha buceta enquanto continuava me beijando, eu tava tão desesperada pra sentir aquela pedaço enorme de carne dentro de mim que não tava nem aí se não tinha camisinha, parei, levantei meus quadris e peguei o pau dele, deixando a cabeçona entre minha buceta, fui descendo devagar naquele pau enorme, moreno e peludo, minha bucetinha pequena e faminta fazia o pedaço de carne dele desaparecer de tão molhada que tava, soltava uns gemidinhos baixos a cada segundo que passava, meus lábios vaginais iam se abrindo cada vez mais com cada centímetro do pau dele entrando em mim, cheguei até a metade e parei porque minha buceta já não aguentava mais, comecei a subir e descer devagar naquele pedaço de carne lindo, meus gemidos aumentavam junto com o ritmo, me segurava na nuca do seu Hernán e ele nas minhas cadeiras,
H- vai vagabunda haaa pula no meu pau-
V- aiii sim seu Herrrnaaan-
H- isso vagabunda haaa come come-
V- você gosta amorrr haaa você gostaaaa-
De repente senti um par de palmadas na bunda do seu Hernán (tas, tas) que deixaram os dedos marcados, eu continuava cavalgando nele, minhas investidas eram cada vez mais fortes e rápidas, sentia minhas paredes se dilatando cada vez mais e uma ardência e coceira que sabiam a glória, seu Hernán me pegou pelo braço e me puxou pra ele, levantou minha bunda e começou a bombar em mim rapidamente, sentia ele enfiando cada vez mais fundo na minha feminilidade, minha buceta apertava que nem louca o pau dele enquanto eu gemia freneticamente, levantei a cara e vi no rosto dele o quanto ele tava gostando, então não hesitei em beijá-lo, o ritmo foi diminuindo e eu mexia meus quadris devagar em círculos, seu Hernán me tirou de cima dele e me passou pro outro banco, me deixando de quatro, minhas mãos se apoiavam no vidro, tas, tas se ouviram mais umas palmadas que deixaram minha bunda vermelha
H- minha putinha, cê tá pronta pra eu meter o pau de novo?-Não falei nada, então ele repetiu
H- eu perguntei se cê tá pronta pra eu meter o pau maldita slut -
V - sim, meu rei, já quero sentir sua deliciosa cock dentro de mim de novo -
H - me diz o quanto você deseja que eu te coma, foxy -
V - eu desejo demais, meu amor, já mete sua cock em mim, por favor, já mete -

Dom Hernán me segurou pelas cadeiras e, sem aviso, meteu de uma só vez. Soltei um gemido enorme e profundo que ecoou por todos os lados. Ele começou a me comer ferozmente, sem piedade. Eu sentia sua cock grossa esticando meus lábios da buceta ao máximo, tentando entrar completamente dentro de mim. As estocadas eram contínuas, entrava e saía como um louco. Ele me dava tapas na bunda cada vez mais seguidos e fortes, minha bunda estava totalmente vermelha. Tentei colocar a mão para ele diminuir o ritmo, mas ele a tirou bruscamente. Desesperado, me jogou contra o banco, deixando meu peito e cabeça grudados nele. Minhas costas estavam totalmente arqueadas, minha bunda empinada e completamente à mercê dele. Ele me segurou pela cintura e meteu de uma estocada o mais fundo que pude.

V - ahhhh haaaa - gemi

Dessa vez era diferente. As estocadas eram mais lentas, mas muito mais fortes. Parecia que ele queria me partir ao meio. Aos poucos, minha pussy foi cedendo e se acostumando com a grossura da cock dele. Pela primeira vez, as bolas dele bateram na minha bunda.

H - você é toda uma slut faminta, olha só sua puchita já comeu toda minha cock -

Dom Hernán começou a me comer num ritmo frenético, com estocadas sem piedade, cheias de luxúria e poder. As metidas não eram secas, eram molhadas e barulhentas. Eu adorava como aquele senhor me possuía ao bel-prazer dele. A cock linda dele fazia minha pussy trabalhar ao máximo. Meus lábios esticados apertavam como loucos toda a grossura da cock dele. Ele me fazia sentir completamente preenchida como nunca antes. Ele foi se abaixando aos poucos até ficar em cima de mim. Eu sentia a barriga peluda dele nas minhas costas e todo o esplendor da cock dele dentro de mim. Ele não parava as estocadas, na verdade parecia que ia mais rápido. Eu não parava de gritar com aquele lindo pedaço de carne cravado em mim. posição me fazia aproveitar cada centímetro do pau dele era tão delicioso e indescritível o prazer que eu sentia
V- ahhh dom Hernãao mete em mim nãooo para haaaa não para-
H- toma sua puta maldita toma todo meu pau haaa-
V-haaa que delícia aaah continnua contínua contínua-
H-você é uma puta suja que adora pau né-
V-simmm meu amorr sou sua putinha haaa suja e adoro seu pau haaaa-

Dom Hernán diminuiu o ritmo mas como toda puta eu mexia minha bunda pra continuar aproveitando o pau dele, ele parou e tirou ele de mim se jogando no banco, me virei e vi ele ofegante e suado, mas o pau dele continuava tão duro quanto no começo, me aproximei e chupei ele por uns minutos enquanto ele descansava um pouco, subi de novo em cima dele peguei o pau dele mas agora sem nenhum medo fui descendo nele até ter ele completamente dentro, Dom Hernán sorriu, comecei a cavalgar devagar e lentamente enquanto nos dávamos beijinhos sem aumentar o ritmo eu tirava quase todo o pau dele e me deixava cair até minha bunda bater nos ovos dele aí mexia meus quadris de um lado pro outro, a cada sentada que eu dava sentia Dom Hernán cada vez mais duro e os gemidos dele ficavam mais rápidos, eu gemia como uma louca enquanto mordia meus lábios aproveitando cada centímetro do pau dele
H-uffff você se mexe gostosíssimo-
V-você gosta haaa comooo aaah eu meto seu pau-
H-ahhh você é toda uma puta experiente-

Aumentei o ritmo até cavalgar ele como uma verdadeira louca, nossos gemidos se misturaram enchendo o carro deles, ele me segurou pela cintura e começou a me furar rápido e forte, sentia o pau dele pulsando dentro de mim, sabia que ele tava prestes a gozar, tentei me afastar pra ele gozar na minha boca mas ele me abraçou forte pela cintura só ouvi ele
H- vou gozar puta vou gozar aahh haaa-
H-toma haaa todo meu leite-

Senti os primeiros jatos dele um atrás do outro, super longos dentro de mim e acompanhados de gemidos fortes, ele não parou e a cada estocada sentia um longo jato Porra que jorrava até o fundo de mim e enchia toda a minha buceta, ele não parou de me foder até tirar a última gota de porra. Fiquei largada no banco, com a respiração acelerada, todo suado e exausto. Me aproximei dele e o beijei enquanto sentia o líquido viscoso escorrendo de mim entre o pau dele. Fiquei beijando ele por uns minutos, super satisfeita com a grande foda que o Dom Hernán tinha me dado. Desci de cima dele e o pau dele estava encharcado de porra. Ele pegou uns lenços, mas não me limpei; peguei o pau dele pra limpar e aproveitei pra chupar e saborear todo aquele líquido gostoso e viscoso que cobria a cabeçona dele até deixar limpinho. Depois, com um lenço, limpei meus lábios e minha buceta o melhor que pude. Me vesti enquanto o Dom Hernán me levava pra casa. Chegamos e ele pediu meu número pra ficar em contato. Só sorri, dei um último beijo e entrei na minha casa. Aí olhei a hora: já passava das 3 da manhã, a gente tinha passado mais de uma hora transando. Tomei um banho pra me limpar melhor e fui dormir, super quebrada mas muito feliz.

Espero que tenha gostado da minha história. Agradeceria se pudessem deixar algum comentário, assim vou saber que curtiram meu relato e me animo a continuar contando mais das minhas aventuras. Sem mais, me despeço.

2 comentários - Transando com um taxista

Me pasas tu número también tengo una verga grande te va convenir
TNo soy taxista pero te paso a buscar y te hago de taxi !!