Ana, Luz e eu 2

Combinamos com a Luz de sair pra comer no sábado. Como a gente mora um de frente pro outro, falei pra ela me avisar quando tivesse pronta, que eu tirava o carro. Depois de quase uma hora, chegou a mensagem. Tirei o carro e buzinei. O clima de primavera ajudou o look dela a ser um pouco mais revelador, mais sexy. Ela tava usando um vestido preto meio justinho, centímetros abaixo da bunda, umas botas cano alto e uma jaquetinha de couro. Loira, com uma maquiagem básica, botou toda a carne no fogo, como se diz. Quando ela virou pra trancar o portão de casa, reparei na bunda linda dela, redonda e bem empinada. Como todo cavalheiro, abri a porta pra ela entrar e cumprimentei com um beijo no rosto. Liguei o carro, ela olhou pra casa e acenou sorrindo. Me virei e lá estava a Ana, parada. Também acenei pra ela, sorrindo. Ela tava mais séria, me olhando nos olhos, como se quisesse me dizer algo ou me xingar, mas não podia, e eu sabia bem por quê. Era exatamente o que eu queria.

Eu: "Cê tá linda. Valeu por aceitar o convite."
Luz: "Valeu você por me chamar, tava com vontade de ter um encontro com você."
Acho que escapou, porque ela rapidamente olhou pra frente. "Falei demais", deve ter pensado. Não fiz questão disso pra não deixar ela sem graça. A viagem foi tranquila, boa conversa e risadas. A gente já se conhecia, então isso ajudou bastante.

Chegamos no restaurante, e vários olhares foram direto pra ela. E sim, era uma loira deslumbrante, vestida bem sexy, mas sem ser vulgar. Comemos e tomamos dois drinks cada um. Isso ajudou a soltar um pouco e relaxar. Ela levantou duas vezes pra ir ao banheiro. Quando ia, dava pra ver aquela bunda linda apertada no vestido, e a cada poucos passos ela puxava o vestido pra baixo pra não deixar o rabo à mostra. Era extremamente sexy. E na volta, a mesma coisa. O corpo dela e os peitos eram tudo harmônico, ainda mais quando eu percebia que ela me olhava nos olhos e soltava um sorrisinho. Ela era uma gostosa, e eu, a inveja de vários.

Subimos no carro e fechamos o trato sem dizer uma palavra. palavra, só nos olhamos e beijamos, ela se afastava de mim pra me olhar nos olhos, minha boca e continuar nos beijando, a conexão não era falsa, ambos nos desejávamos e esperávamos esse momento há um tempão. Eu: Te levo em casa? Luz: Tenho uma pergunta antes de responder. Eu: Fala Luz: O que você quer comigo? Qual é sua intenção? Eu: Não entendi Luz: Você quer algo sério comigo ou só se ver de vez em quando? Eu: Gosto muito de você, de verdade. Quero que a gente se conheça melhor e, se rolar, passar pra outra fase. E você? Luz: Você sempre me atraiu, e quero o mesmo que você. Eu: Beleza, então o que a gente faz? Luz: Me leva pra onde você quiser, e vamos nos conhecer melhor, se é isso que você quer. Fomos pra minha casa, umas 20 quadras da dela, entrei e ofereci algo pra beber, ela pediu um copo d'água, tomou apoiada na mesa, terminou e deixou o copo lá, só me olhando nos olhos, me aproximei e beijei ela, nos acariciamos e depois de um tempo, pela primeira vez levantei o vestido dela pra pegar na bunda dela, minhas mãos estavam tocando o paraíso. Fomos pro quarto, ela desabotoava minha camisa e tocava minha pele, eu abaixava devagar o zíper do vestido dela, ela continuou com o cinto da minha calça, pra desabotoar tudo. Num instante nos separamos pra ficar de roupa íntima, ao ver ela não me segurei "Você está linda" falei, um conjunto de lingerie branco, imaculado como ela, angelical e gostosa ao mesmo tempo, nos jogamos na cama nos beijando e beijando nossos corpos. Luz: Faz amor comigo, sussurrou no meu ouvido. Subi em cima e fui entrando devagar, o interior dela estava quente, o movimento não era brusco, mas sim tranquilo, tirei o sutiã dela e beijei os peitos dela, o pescoço, a orelha, ela gemia de prazer se agarrando nas minhas costas e na minha bunda. Tinha uma necessidade imensa de ver a bunda dela de perto, não aguentava mais, embora tivesse um pouco de medo de ficar excitado demais e gozar rápido, arrisquei e virei ela de lado, passei um braço por baixo do pescoço dela e enquanto a penetrava, com a outra mão eu roçava o clitóris dela, a barriga, os peitos. Luz: Adoro como você me ama, não para. Eu: Vou fazer isso todas as vezes que você quiser, você é demais. Luz: Vou gozar, continua assim. Me segurei na cintura dela admirando como aquela bunda se mexia a cada estocada minha, enquanto ela, com as duas mãos, se segurava na minha que estava passada por baixo do pescoço dela, e gemia abafado, até que gozou, suspirava forte, tremia um pouco, mas depois de recuperar o fôlego, se virou e subiu em cima de mim, me cavalgava de um jeito tão sensual que raramente se vê, até que avisei que ia gozar, porque não estávamos usando camisinha. Ela saiu de cima de mim e ficou de quatro, entre minhas pernas e, sinceramente, tinha os dotes da mãe dela, envolvia meu pau com a boca, descia e subia, chupava, passava a língua, era um boquete de luxo. Avisei que ia gozar, mas ela não parou, nem tirou a boca, estava claro o que ela queria e eu realizei, enchi a boca dela de porra que ela engoliu sem problemas e se deitou em cima de mim, ficamos um tempo assim. Depois do encontro foda e do date, levei ela pra casa e nos despedimos. Pouco depois de voltar pra minha casa, ela me escreveu, queria repetir o encontro e pediu pra eu não demorar muito pra convidar ela, mas que não precisava sair pra comer num restaurante, só ver um filme na minha casa ou tomar algo, já ia ficar super feliz. "Domingo de filmes em casa" propus, então em pouco mais de um dia, a gente ia se ver de novo.

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