Sou o mais velho de 3 irmãos, acabei de fazer 18 anos porque minha mãe foi uma putinha desde novinha e, por ficar trepando com vários caras, acabaram engravidando ela aos 14 anos. Ela me teve aos 15 e, apesar dos anos e de dar à luz três filhos, ainda continua muito gostosa.

Minha mãe é uma senhora baixinha, um pouco gordinha, cara de putinha. A pele dela é bem branca, uma bundona branca enorme e uns peitos bem grandes também.


Quanto a mim, sou consideravelmente mais alto que ela, do meu lado ela parece meio pequenininha. Não sou bonito, mas meu pau é grande pra caralho. Mesmo nunca tendo conhecido meu pai, pelo menos ele me deixou de herança uma genética boa. Ela sempre sai do banho cheirosa pra caralho, com cheiro de baunilha, a putinha. Se eu tô por perto, ela passa mais devagar pra me hipnotizar com aquelas duas tetonas de leite que ficam saltando pra fora da toalha.


Sinceramente, meu pau quase explodia, não vou mentir, queria arrancar a calcinha dela e fazer dela minha puta. Penetrar ela selvagemente, queria fazer ela minha, queria dizer que ela viraria minha mulher, minha puta. Entrei no banho e me masturbei que nem um gorila pensando na minha mãe, imaginava penetrando ela com força e puxando o cabelo dela.
Minha mãe sempre foi submissa, medrosa, tímida, inocente e carinhosa. Tudo isso, junto com o corpo de putona gostosa que ela tem, é normal que todo mundo que conhece ela queira comer ela.


Um dia, conversando com uns amigos, me falaram de um comprimido que eles colocavam nos drinks das minas quando saíam da balada.
—Elas apagam e você leva pra casa pra foder do jeito que quiser—
Obviamente, aconteceu o que você tá pensando. Juntei dinheiro suficiente e na hora pedi pra eles arrumarem um pouco daquilo pra mim. Voltei pra casa todo animado e excitado, só pensando em todas as sacanagens que ia fazer com a minha mãe se o tal comprimido funcionasse.

Uma noite que ela chegou bêbada, soube que era a oportunidade. Dissolvi o comprimido num copo d'água e dei pra ela. Depois de tomar, ela foi pro quarto dela. Não sabia quanto tempo esperar, então, depois de duas horas, tentei entrar no quarto dela. Tava trancado!! Consegui abrir com um cartão, sorte que era uma fechadura de maçaneta. Já imaginam o que aconteceu quando vi minha mãe completamente apagada e bêbada no quarto dela.
Tipo meia hora depois de estar curtindo a putinha, acho que pela adrenalina minha mãe recobrou a consciência. Aqui a cara dela quando percebeu que era eu e ainda tava gravando ela.

Quando ela me olhou direto nos olhos, um impulso primário em mim me fez largar o celular de lado, pegar ela pelos cabelos e meter com tudo na reta final. Minhas bolas batiam com força no cu dela, os gritos da minha mãe ecoavam pelo prédio inteiro.
Com as unhas dela nas minhas costas e um beijo de língua, ela me dava a aprovação dela como mulher de uma foda bem dada... Na manhã seguinte, olhar na cara dela foi constrangedor...


Minha mãe é uma senhora baixinha, um pouco gordinha, cara de putinha. A pele dela é bem branca, uma bundona branca enorme e uns peitos bem grandes também.


Quanto a mim, sou consideravelmente mais alto que ela, do meu lado ela parece meio pequenininha. Não sou bonito, mas meu pau é grande pra caralho. Mesmo nunca tendo conhecido meu pai, pelo menos ele me deixou de herança uma genética boa. Ela sempre sai do banho cheirosa pra caralho, com cheiro de baunilha, a putinha. Se eu tô por perto, ela passa mais devagar pra me hipnotizar com aquelas duas tetonas de leite que ficam saltando pra fora da toalha.


Sinceramente, meu pau quase explodia, não vou mentir, queria arrancar a calcinha dela e fazer dela minha puta. Penetrar ela selvagemente, queria fazer ela minha, queria dizer que ela viraria minha mulher, minha puta. Entrei no banho e me masturbei que nem um gorila pensando na minha mãe, imaginava penetrando ela com força e puxando o cabelo dela.
Minha mãe sempre foi submissa, medrosa, tímida, inocente e carinhosa. Tudo isso, junto com o corpo de putona gostosa que ela tem, é normal que todo mundo que conhece ela queira comer ela.


Um dia, conversando com uns amigos, me falaram de um comprimido que eles colocavam nos drinks das minas quando saíam da balada. —Elas apagam e você leva pra casa pra foder do jeito que quiser—
Obviamente, aconteceu o que você tá pensando. Juntei dinheiro suficiente e na hora pedi pra eles arrumarem um pouco daquilo pra mim. Voltei pra casa todo animado e excitado, só pensando em todas as sacanagens que ia fazer com a minha mãe se o tal comprimido funcionasse.


Uma noite que ela chegou bêbada, soube que era a oportunidade. Dissolvi o comprimido num copo d'água e dei pra ela. Depois de tomar, ela foi pro quarto dela. Não sabia quanto tempo esperar, então, depois de duas horas, tentei entrar no quarto dela. Tava trancado!! Consegui abrir com um cartão, sorte que era uma fechadura de maçaneta. Já imaginam o que aconteceu quando vi minha mãe completamente apagada e bêbada no quarto dela.
Tipo meia hora depois de estar curtindo a putinha, acho que pela adrenalina minha mãe recobrou a consciência. Aqui a cara dela quando percebeu que era eu e ainda tava gravando ela.

Quando ela me olhou direto nos olhos, um impulso primário em mim me fez largar o celular de lado, pegar ela pelos cabelos e meter com tudo na reta final. Minhas bolas batiam com força no cu dela, os gritos da minha mãe ecoavam pelo prédio inteiro.
Com as unhas dela nas minhas costas e um beijo de língua, ela me dava a aprovação dela como mulher de uma foda bem dada... Na manhã seguinte, olhar na cara dela foi constrangedor...
4 comentários - Minha mãe foi minha puta