Perdido com a Mamãe 7 - Edição 2026

Perdido com a Mamãe 7ª Edição 2026

Depois daqueles dias intensos com a mamãe, nossa relação já era sólida. Ela deixava meu pai na mão para fugir de noite e vir foder no meu quarto. Passamos pelas tempestades que ameaçavam nossa relação. Eu já era a prioridade dela, ela queria foder comigo, escapava de cada investida do meu pai e as coisas entre eles iam ficando cada vez mais tensas.

Cada dia com ela era uma aventura. Adorava como ela escapava do quarto dela para vir ao meu, ou como vinha me buscar para nos escondermos em algum lugar da casa longe do quarto principal, onde pudéssemos foder à vontade: duro, selvagem, na buceta ou no cu, mas duro e selvagem. E isso provocava gemidos, uivos, gritos de prazer que ecoavam alto no meu quarto, sem contar que o sexo calminho deixava um gosto ruim na boca dos dois. O lugar mais comum era a garagem, dentro do carro dela, fodendo como animais.

A última vez que fodemos foi já na chegada da primavera, antes do meu aniversário. Papai tinha um jantar de negócios para fechar o assunto de Londres e, antes de sair, disse à minha mãe que talvez não voltasse para dormir. Assim que meu pai foi embora, olhei para a mamãe, que me sorria de um jeito perverso.

— O que a gente pede pra comer hoje? Não quero que você cozinhe.
Falei, e ela me olhou com uma expressão que eu não conseguia decifrar.
— Que tal a buceta da mamãe com creme do filho, ou meu cu com salaminho do filho bem dotado?
Ela disse e soltou uma gargalhada, mas eu sabia que por trás daquela brincadeira ela estava me pedindo sexo do bom. Ela se aproximou de mim, me abraçou pelo pescoço.
— Vamos foder primeiro na minha cama, e depois saímos pra comer juntos!
Ela disse e estendeu a mão para que eu a levasse até o quarto dela no andar de cima. Peguei a mão dela e, antes de guiá-la até o quarto, segurei sua cintura e a beijei de um jeito que, quando separamos nossas bocas, ela estava ofegante.
— Uau, isso foi intenso! Tem mais surpresas?
Ela perguntou, divertida, e eu a beijei de novo, e dessa vez a levantei nos meus braços. Ela... Ela ria enquanto se agarrava no meu pescoço, divertida.
– Te amo, nunca pensei que me fariam sentir assim! – disse ela, sussurrando no meu ouvido.
– Assim como? – perguntei. Ela me beijou nos lábios.
– Como uma rainha, Mario, você me faz sentir como uma rainha, e você é meu rei! –
disse ela, me dando um beijo de língua que não parou até entrarmos no quarto principal. Ela se jogou na cama de barriga pra cima e me olhou com um olhar felino, começou a se despir devagar, com muita sensualidade em cada movimento, até ficar só de calcinha e sutiã.

Depois me olhou com aquele olhar de predadora e fez sinal com o dedo pra eu chegar perto dela, com uma expressão de leoa faminta. Assim que me aproximei, ela me agarrou pela camisa e me puxou pra cama com ela.
– Deixa que a mamãe cuida dessa roupa chata. –

Ela começou a me despir com a mesma sensualidade com que se livrou da roupa dela, só que diferente de mim, assim que tirou minha camisa, começou a beijar meu peito, lamber meus mamilos e continuou até me deixar só de cueca na cama King Size dela.

Quando ela terminou de preparar o terreno, se jogou em cima de mim e começou, como sempre, a clássica mamada que a cada vez ficava melhor. Como ela tentava me levar ao limite, me enlouquecer, cada lambida e cada chupada buscava me dar prazer. Quando conseguiu o que queria, parou. Tinha deixado minha pica dura como um mastro, apontando pro teto. Primeiro, ela montou de um jeito incrível, e depois eu segurei ela pela cintura e, com um movimento simples, coloquei ela debaixo de mim. Abri as pernas dela e fodi do jeito que ela mais gostava. Comecei a meter naquela buceta sem piedade até o barulho dos nossos corpos se chocando ficar ensurdecedor.

– Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh! Porraaaaaa Caralhoooo Siiim Assiiim Filho da Puuutaaa Me Fodeee Assiiim Filho da Puuutaaa Forteee Me Fode Forteee A Sua Vadiiiaaa Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh!

Nem com meu avô eu tinha sido tão De um jeito tão vulgar e sexual. Eu cumpri as ordens e desejos dela, comi ela quase deixando sem ar, a cada dez minutos ela gozava violentamente, dava pra sentir as vibrações no corpo dela. Quando eu gozei dentro dela, mamãe já tinha gozado quase seis vezes.
Caiu exausta em cima do meu corpo, ainda de pernas abertas, com meu pau no fundo da buceta dela. Eu só tirei pra arrombar o cu dela numa fodida desumana, os gritos da mamãe dava pra ouvir a quilômetros, mas ela falava:
“Meee Dói Marioooo Meee Dóiiii Mas Não Paaara Sooou Sua Putaaaa Me Fodeee Assiiim Me Arrombaaa Inteiraaa Faz O Que Quiisseeer Teee Amooo Filhoooo Teee Amooooo”
Eu comi ela por uns minutos e gozei que nem um cavalo no cu dela, ela me olhava com os olhos virados, gozando de novo no orgasmo anal. Caímos juntos abraçados na cama e nos beijávamos com paixão enquanto recuperávamos o fôlego.
Depois de uns minutos descansando, fomos juntos pro chuveiro do banheiro do quarto da mamãe, tomamos banho juntos, ela pediu pra eu não comer ela, que tinha ficado sensível por causa do que rolou, que depois que voltássemos do resto a gente continuava. Ela ensaboava meu corpo e a puta pegava no meu pau — Não quer, mas me provoca, não seja histérica. Falei pra ela, ela entre brava e brincando, me deu um tapa com a esponja nas costas.
— Tô te ensaboando, seu cabrão pervertido. Ela disse
— Quer que eu pare? Soltei
— Nem louca, nem pensa nisso, assim eu adoro e assim te quero, seu cabrão!
Disse e depois beijou minhas costas
— Sábado a gente comemora seu aniversário, amor. Ela disse me enchendo de beijinhos nas costas
— Quer um presente meu?
— Um especial e você já sabe do que tô falando. Eu disse
— Amor, você sabe que é complicado, tem muita gente, a gente pode arrumar confusão por algo que a gente pode dar um tempo de espera!
Ela disse, percebi que minhas costas ficaram tensas, sabia que eu tinha me irritado — Tá bom, seu cabrão, deixa eu ver como faço!
Disse, saímos do chuveiro, me vesti com minha melhor roupa, ela com um vestido lindo que fazia ela parecer sensual e sofisticada ao mesmo tempo. Certo dia, decidimos ir a um restaurante longe de onde pudesse ter gente conhecida. Aos olhos dos clientes, éramos um casal meio peculiar, já que um garotão com uma mulher madura, mas ninguém suspeitava dos nossos laços familiares. Ela me dava comida do prato dela, e eu dava a ela do meu — tudo desculpa pra gente se beijar, sem medo de ser descoberto.

De volta pra casa, agarrei ela pela cintura na garagem, encostei ela no porta-malas do carro dela, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela do jeito que ela gostava. Ela gozou duas vezes. Depois, coloquei ela de quatro, com as mãos apoiadas no porta-malas, e pus meu pau na entrada da buceta dela, mas ela afastou com a mão e mudou pro cu dela. Meti até gozar. Depois, ela ainda tava excitada e me levou pro quarto dela, onde a gente fodeu como loucos até ouvir passos na escada.

— Merda, porra! Seu pai, Mário, seu pai!

Pulei da cama e corri pra debaixo da cama. Ela vestiu um roupão antes do meu pai entrar, como se aquilo escondesse muito a nudez do corpo dela, fodido pelo filho, o macho alfa dela.

— O que cê tá fazendo assim, quase nua? — ele perguntou.

— Juan Carlos, é assim que eu durmo toda noite — ela disse, se desculpando.

Depois que ela acalmou as preocupações do meu pai corno, tive que esperar os roncos dele começarem pra sair de perto da minha mãe. Eu tava saindo pelado quando senti ela atrás de mim.

— Shhh! Continua sem fazer barulho, quero terminar o que você deixou pela metade no seu quarto. Não pense que vai me deixar no meio do caminho, seu filho da puta! — ela disse, beijando minhas costas.

Saímos do quarto dela e fomos pro meu. Fodemos por duas horas, e quando ela tava indo embora, virou:

— Até sábado! Vou te deixar na seca, mesmo que doa, quero algo intenso no seu presente! — ela disse, rindo.

Ela cumpriu a palavra. Me deixou na vontade quase a semana toda. Não comi ela desde aquele dia que a gente tinha ido ao restaurante. Eu tava desesperado. Até que finalmente chegou o sábado do meu aniversário. O dia começava promissor. Acordei... com alguém chupando meu pau ao abrir os olhos, esfregando-os, percebi quem era — era a mamãe.
—Feliz aniversário, meu amor!
Ela disse ao tirar meu pau da boca, e depois continuou o boquete, mas não terminou o serviço. Nos beijamos apaixonadamente antes dela ir para o andar de baixo. Quando desci, comecei a tomar café da manhã. Ao olhar para o jardim, notei que tudo já estava pronto para a festa. —Às catorze horas os convidados vão começar a chegar.
Disse mamãe enquanto me entregava minha xícara e me lançou um sorriso que prometia um aniversário diferente dos anteriores. Já passava das 13h30, tudo estava pronto e os primeiros convidados não demorariam a chegar. Os primeiros a chegar eram parentes, depois amigas do trabalho da mamãe, e então meus amigos.
Eu estava com o Luis e uns amigos meus, tentando integrá-lo no grupo, quando chega uma amiga da mamãe que é muito gostosa. Ela já estava meio bêbada e começou a dar em cima de mim, e eu não sabia como sair dessa elegantemente antes que ela visse isso e desse uma merda. Tarde demais, mamãe saiu de casa para o jardim e viu a cena. Ela observou atentamente tudo que estava rolando antes de acontecer. A safada tinha visto tudo e não falou absolutamente nada. Ela se aproximou bem na hora em que a amiga estava me fazendo uma proposta meio indecente.
—Vem, querido, posso te levar e fazer sua festinha valer a pena, te dar um presente único que você nunca vai esquecer.
Disse a amiga da mamãe bem na hora em que ela mesma estava atrás dela.
—Aonde você pensa que vai levar meu filho, sua sem-vergonha?!
Aquela voz eu conhecia bem, era o tom de voz quando ela ficava puta da vida. A mulher de uns trinta e poucos anos deu um pulo de susto ao ver o rosto da mamãe com uma raiva que me dizia que isso não ia acabar bem.
—Ai, Sara, desculpa, é que… eu…
—Julia, cai fora, e se eu te ver perto do meu filho de novo, vamos ter problemas, você e eu, sérios problemas!
Disse mamãe ameaçadora, e quando a Julia foi embora, ela me olhou:
—Você vem comigo, seu filho da puta! Ela disse com a mesma raiva. Entramos em casa. Casa e nos trancamos no banheiro do andar de cima.
–Mãe, eu não fiz nada, juro, não sabia como sair dessa sem ser grosso, sabendo que ela era do seu círculo. Falei com o medo na sangue, ela me olhou puta da vida e depois foi mudando a expressão.
–Acredito em você, filho, vi tudo antes de intervir, queria garantir de não te castrar no seu aniversário. Ela disse, fazendo eu engolir seco.
–Mario, te vi como tava desconfortável com a situação, como não sabia como sair dessa, por isso intervim. Disse a mãe.
–E agora vamos, que foda-se o seu presente, já percebi que tem muitos urubus dando volta.
Ela falou, saímos do banheiro e entramos no meu quarto. Já dentro, o vestido perfeito dela era uma mistura de formal e sensual ao mesmo tempo. Ela quis começar como de costume com o boquete inicial e eu parei.
–Espera, mãe, dessa vez vai ser diferente, é meu aniversário, mas você também vai ser minha anfitriã.
Falei enquanto levantava a saia do vestido dela e jogava ela na cama. Abri as pernas dela e puxei pra um lado a minúscula calcinha preta de renda que ela tava usando.
–Isso é pra mim?
Perguntei segurando o tecido da fio dental, ela sorriu.
–Comprei especialmente pra essa ocasião.
Disse a mãe, a calcinha tava puxada pro lado e a buceta dela, perfeitamente depilada, começava a soltar um calor especial e um cheiro de sexo que pedia uma dedicação especial. Quando mergulhei minha cabeça naquela buceta, a mãe começou a gritar de prazer.
–Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ohhhh Porraaaaaa Caralhoooo Filhoooo daaaa Puuutaaa Cadaaaa Diaaaa Cooomee Minhaaa Bucetaaa Meeeelhorrr Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
Gritou quando comecei a lamber a racha e quando enfiei minha língua como se fosse meu pau, a mãe fez uma expressão de que o orgasmo dela tava perto, os olhos dela ficaram brancos e ela abriu a boca ofegante e gritou:
–Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ohhhhh Porraaaaaa Caralhoooo Voocêeee Éeee Uuuum Filhoooo Deeee Puuutaaa Ohhhh Meuuu Deeeus Tô Gozandoooooo Vouuuu Amooooor Meeee Vooou GooozaaaarMarioooo Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
E quando tirei minha língua devagarinho de dentro da buceta dela, só precisei morder o clitóris dela com meus lábios e a vagabunda gozou igual uma puta.
–Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh Aiiii Meu Deus Saaanto Maaaldito Caaabrão Meeeee Gooozoooo Deus Siiiiim Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
Nunca tinha visto ela gozar assim, com squirt e tudo, aquela buceta explodiu de um jeito que me dizia que, se antes eu já tinha marcado a diferença entre o avô e eu, com esse orgasmo eu acabei de cravar um precedente na vida sexual dela — e isso era só o começo.
Ela me olhava, completamente agitada, e fazia sinal com o dedo pra eu ir até ela. Quando me aproximei, ela desabotoou minha calça, puxou o zíper e arrancou minha calça pra baixo até ficar abaixo dos meus joelhos. Ela começou um boquete que deixou meu pau duro que nem um mastro. Me agarrou, me jogou na minha cama e me deitou de barriga pra cima, e ela montou em mim com o vestido ainda vestido, mas quando enfiei as mãos pra pegar a bunda dela, surpresa: a calcinha fio dental não tava no lugar. Ela riu e disse:
–Tá procurando isso? – falou rindo, balançando a calcinha na mão.
Eu segurei ela pela bunda e enfiei, e começamos a foder do jeito que a gente gostava, do jeito que começamos a fazer depois do incidente com o avô.
–Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh Aiiiiim Siiim Assiiim Caaabrão Assiiim Me Fodeee Assiiim Durooo Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
Ela gritava enquanto se mexia igual uma vagabunda, os movimentos dela eram frenéticos, selvagens, e não demorei pra dar a primeira descarga nela, e ela chegou ao orgasmo ao sentir como esses Dias em claro estavam enchendo a buceta dela de um leite grosso e quente, e cada movimento lento gerava uma nova descarga mais abundante que a anterior. Depois, ela, como se estivesse num transe sexual, me beijava o queixo, os lábios, o pescoço e voltava aos lábios num beijo de língua.

Quando separou os lábios dela dos meus, me olhou fixo — tinha luxúria e sensualidade, mas uma última descarga disparou dentro dela e a levou ao orgasmo. Mamãe se abraçou em mim e fazia pressão, tentando fazer meu pau chegar o mais fundo possível.

Depois de alguns minutos, ela começou a se mexer de novo e começamos a foder de novo, e o rosto dela me dizia o que queria fazer, e eu deixei. Ela me olhava enquanto gemia, ofegava e fazia expressões de que estava realmente gozando. O rosto dela mudou quando sentiu minha nova gozada. Tínhamos chegado juntos ao clímax, era maravilhoso. Nos beijamos como amantes loucos de paixão.

— Feliz aniversário, amor! — Ela disse e me beijou de novo. Depois, ficamos um tempo nos acariciando e nos beijando na minha cama, e então ela se levantou e arrumou a roupa, mas eu ainda com vontade de mais. No beijo de despedida, antes de voltar pra festa, segurei ela pela cintura e a levei até minha escrivaninha. Posei ela de quatro, só falei: — Alguma objeção? Ela me olha.

— Não, bebê, faz de mim o que quiser, sabe bem que sou sua, sua foxy, sua dona! — Ela disse. Levantei a saia do vestido dela de novo, abri o zíper e tirei meu pau, já tava duro de novo, sem hesitação da parte dela.

— Uau, cabrão, já tá assim de novo, cavalo? Mario, acabou de me foder duas vezes e já tá pronto pra terceira! — Ela disse, e quando ia falar mais alguma coisa, meu pau já tava entrando no cu dela. Fodi ela como um animal, e ela gozava como uma puta. O barulho era notório, qualquer um que entrasse ou ficasse atrás da porta podia ouvir o som da nossa foda.
Perdido com a Mamãe 7 - Edição 2026

Quando gozei no cu dela, olhei pra porta e vi ele ali: meu primo Luís. Meu pau ainda tava metendo no cu da minha mãe e ele ficou paralisado, vendo a cena de sexo entre uma mãe e o filho tarado. Luís tava de boca aberta, cara pálida — meu primo tinha nos pegado no flagra.Continua...

0 comentários - Perdido com a Mamãe 7 - Edição 2026