Perdido Com a Mamãe 7ª Edição 2026
Depois daqueles dias intensos com a mamãe, nossa relação já era sólida. Ela deixava meu pai na mão para escapar de noite e vir foder no meu quarto. Passamos pelas tempestades que ameaçavam nossa relação. Eu já era a prioridade dela, ela queria foder comigo, escapava de cada investida do meu pai e as coisas entre eles iam ficando cada vez mais tensas.
Cada dia com ela era uma aventura. Eu adorava como ela escapava do quarto dela para vir ao meu, ou como vinha me buscar para nos escondermos em algum lugar da casa longe do quarto principal, onde pudéssemos foder à vontade: duro, selvagem, na buceta ou no cu, mas sempre duro e selvagem. E isso provocava gemidos, uivos, gritos de prazer que ecoavam alto no meu quarto, sem contar que sexo tranquilo deixava um gosto ruim na boca dos dois. O lugar mais comum era a garagem, dentro do carro dela, fodendo como animais.
A última vez que fodemos foi já na chegada da primavera, antes do meu aniversário. Papai tinha um jantar de negócios para fechar o assunto de Londres, e antes de sair disse à minha mãe que talvez não voltasse para dormir. Assim que meu pai foi embora, olhei para a mamãe, que me sorria de um jeito perverso.
— O que vamos pedir para comer hoje? Não quero que você cozinhe.
Falei, e ela me olhou com uma expressão que eu não conseguia decifrar.
— Que tal a buceta da mamãe com creme do filho, ou meu cu com salaminho do filho bem dotado?
Ela disse e soltou uma gargalhada, mas eu sabia que por trás daquela brincadeira ela estava pedindo sexo do bom. Ela se aproximou de mim, me abraçou pelo pescoço.
— Vamos foder primeiro na minha cama, e depois saímos para comer juntos!
Ela disse e estendeu a mão para que eu a levasse até o quarto dela no andar de cima. Peguei a mão dela e, antes de guiá-la até o quarto, segurei sua cintura e a beijei de um jeito que, quando separamos nossas bocas, ela estava ofegante.
— Uau, isso foi intenso! Tem mais surpresas?
Ela perguntou, divertida, e eu a beijei de novo, e dessa vez a levantei nos meus braços. Ela ria enquanto se agarrava no meu pescoço, divertida.
– Te amo, nunca pensei que me faria sentir assim! – disse ela, sussurrando no meu ouvido.
– Assim como? – perguntei. Ela me beijou nos lábios.
– Como uma rainha, Mario, você me faz sentir como uma rainha, e você é meu rei! –
disse ela, me dando um beijo de língua que não parou até entrarmos no quarto principal. Ela se jogou na cama de barriga pra cima e me olhou com um olhar felino, começou a se despir devagar, com muita sensualidade em cada movimento, até ficar só de calcinha e sutiã.
Depois me olhou com aquele olhar de gata e fez sinal com o dedo pra eu chegar perto dela, com uma expressão de leoa faminta. Assim que me aproximei, ela me agarrou pela camisa e me puxou pra cama com ela.
– Deixa que a mamãe cuida dessa roupa chata. –
Ela começou a me despir com a mesma sensualidade que se livrou da roupa dela, só que diferente de mim, assim que tirou minha camisa, começou a beijar meu peito, lamber meus mamilos e continuou até me deixar só de cueca na cama King Size dela.
Quando ela deixou tudo pronto pra começar a brincadeira, se jogou em mim e começou, como sempre, o clássico boquete que a cada vez ficava melhor. Como ela tentava me levar ao limite, me enlouquecer, cada lambida e cada chupada buscava me dar prazer. Quando conseguiu o que queria, parou, tinha deixado minha pica dura como um mastro, apontando pro teto. Primeiro, ela montou de um jeito incrível, e depois eu segurei ela pela cintura e, com um movimento simples, coloquei ela debaixo de mim. Abri as pernas dela e fodi do jeito que ela mais gostava. Comecei a meter sem pena naquela buceta até o barulho dos nossos corpos se chocando ficar ensurdecedor.
– Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Ohhhhh Merdaaaaa Porraaaa Siiim Assiiim Caaaralho Fodeeeeee Assiiim Caaaralho Forteee Fode Forteee A Sua Putiiiiinha Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh!
Nem com meu avô eu tinha sido assim. Que jeito tão vulgar e sexual. Eu cumpri as ordens e desejos dela, fodi ela quase deixando sem ar, a cada dez minutos ela gozava violentamente, dava pra sentir as vibrações no corpo dela. Quando eu gozei dentro dela, a mamãe já tinha gozado umas seis vezes.
Caiu exausta em cima do meu corpo, ainda de pernas abertas com meu pau no fundo da buceta dela. Eu só tirei pra arrebentar o cu dela numa fodida desumana, os gritos da mamãe dava pra ouvir a quilômetros, mas ela dizia:
“Meee Dóiiii Marioooo Meee Dóiiii Maaaas Não Paaaaara Sooou Sua Putiiinha Me Fode Assiiim Me Parte Toda Faaaz O Que Quiisseeer Teee Amooo Filhoooo Teee Amooo”
Fodi ela por uns minutos e gozei que nem um cavalo no cu dela, ela me olhava com os olhos virados, gozando de novo no orgasmo anal. Caímos juntos abraçados na cama e nos beijamos com paixão enquanto recuperávamos o fôlego.
Depois de uns minutos descansando, fomos juntos pro chuveiro do banheiro do quarto da mamãe, tomamos banho juntos, ela pediu pra eu não foder ela, que tinha ficado sensível por causa do que rolou, que depois que voltássemos do resto a gente continuava. Ela me ensaboava o corpo e a puta me pegava no pau – Não quer, mas me provoca, não seja histérica. Falei pra ela, entre brava e brincando, ela me deu um tapa com a esponja nas costas.
– Tô te ensaboando, cabrão pervertido. Ela disse
– Quer que eu pare? Soltei
– Nem louca, nem se atreva, assim eu adoro e assim eu te quero, cabrão!
Disse e depois beijou minhas costas
– Sábado a gente comemora seu aniversário, amor. Ela disse me enchendo de beijinhos nas costas
– Quer um presente meu?
– Um especial e você já sabe do que tô falando. Eu disse
– Amor, sabe que é complicado, tem muita gente, a gente pode arrumar confusão por algo que dá pra esperar um tempo!
Ela disse, senti minhas costas tensas, sabia que eu tinha ficado puto – Tá bom, cabrão, deixa eu ver como faço!
Disse, saímos do chuveiro, me vesti com minha melhor roupa, ela com um vestido lindo que a fazia parecer sensual e sofisticada ao mesmo tempo. Uma vez decidimos ir a um restaurante longe de onde pudesse ter gente conhecida. Aos olhos dos clientes, éramos um casal meio peculiar, já que um garotão com uma mulher madura, mas ninguém suspeitava dos nossos laços familiares. Ela me dava comida do prato dela e eu dava a ela do meu, tudo uma desculpa para nos beijarmos quando fazíamos isso sem medo de sermos descobertos.
De volta pra casa, agarrei ela pela cintura na garagem, encostei ela no porta-malas do carro dela, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela do jeito que ela gostava. Ela gozou duas vezes. Depois, coloquei ela de quatro com as mãos apoiadas no porta-malas do carro e coloquei meu pau na entrada da buceta dela, mas ela afastou com a mão e mudou pro cu dela, e eu meti até gozar. Depois, ela ainda estava excitada e me levou pro quarto dela, onde fodemos como loucos até ouvirmos passos na escada.
— Merda, porra! Seu pai, Mário, seu pai!
Pulei da cama e corri pra debaixo dela. Ela vestiu um roupão antes do meu pai entrar, como se aquilo escondesse muito a nudez do corpo dela, fodido pelo filho dela, o macho alfa dela.
— O que você tá fazendo assim, quase nua? — ele perguntou.
— Juan Carlos, é assim que eu durmo todas as noites.
Ela disse, se desculpando. Depois que ela acalmou as preocupações do meu corno de pai, tive que esperar os roncos dele começarem pra sair do lado da minha mãe. Eu tava indo embora pelado quando senti ela atrás de mim.
— Shhh, continua sem fazer barulho que eu quero terminar o que você deixou pela metade no seu quarto. Não pense que vai me deixar no meio do caminho, seu safado!
Ela disse, beijando minhas costas. Saímos do quarto dela e fomos pro meu. Fodemos por duas horas e, quando ela tava indo embora, se virou:
— Até sábado! Vou te deixar na mão, mesmo doendo, quero algo intenso no seu presente!
Ela disse, rindo. Ela cumpriu a palavra: me deixou na seca quase a semana inteira. Não comi ela desde aquele dia que fomos ao restaurante. Eu tava desesperado. Até que finalmente chegou o sábado do meu aniversário. O dia começava promissor. Acordei... alguém mamando meu pau quando abri os olhos, esfregando-os, percebi quem era
aquela alguém era a mamãe
–Feliz aniversário, meu amor!
Ela disse ao tirar meu pau da boca
e depois continuou o boquete, mas não terminou o serviço. Nos beijamos
apaixonadamente antes dela ir para o andar de baixo. Quando desci, comecei a tomar café da manhã.
Ao olhar para o jardim, notei que tudo já estava pronto para a festa. –Às catorze
os convidados vão começar a chegar.
Dizia mamãe enquanto me entregava minha
xícara e me lançou um sorriso que me prometia um aniversário diferente dos
anteriores. Já tinham passado das 13:30, tudo estava pronto e os primeiros
convidados não demorariam a chegar. Os primeiros a chegar eram parentes, depois
amigas do trabalho da mamãe, depois meus amigos.
Eu estava com o Luis e uns amigos meus
e tentava integrá-lo ao grupo quando chega uma amiga da mamãe que é muito
gostosa. Ela estava meio bêbada e começou a dar em cima de mim, e eu não sabia como
sair dessa elegantemente antes que ela visse aquilo e desse uma merda.
Tarde demais, mamãe saiu de casa para o jardim e viu a cena. Olhou atentamente tudo
o que estava acontecendo antes de acontecer. A muito safada tinha visto tudo e não me
disse absolutamente nada. Se aproximou bem na hora em que a amiga dela estava me fazendo uma
proposta meio indecente.
–Vem, querido, posso te levar e fazer
com que sua festinha valha a pena e te dar um presente único que você jamais esquecerá.
Disse a amiga da mamãe bem na hora em que ela mesma estava
atrás dela.
–Aonde você pensa que vai levar meu
filho, sua safada sem vergonha?!
Aquela voz eu conhecia bem, era o tom
de voz quando ela ficava puta da vida. A mulher de uns trinta e poucos deu
um pulo assustada ao se virar e ver o rosto da mamãe com uma raiva que me dizia
que isso não ia terminar bem.
–Ai, Sara, desculpa, é que… eu…
–Julia, vaza, e se eu te ver perto do
meu filho de novo, vamos ter problemas, você e eu, sérios problemas!
Disse mamãe ameaçadora, e quando Julia
foi embora, ela me olhou:
–Você vem comigo, seu filho da puta! Disse com a mesma raiva. Entramos na Casa e nos trancamos no banheiro do andar de cima.
–Mãe, eu não fiz nada, juro, não sabia como sair dessa sem ser grosso, sabendo que ela era do teu círculo. Falei com o medo na sangue, ela me olhou puta e depois foi mudando a cara.
–Acredito em você, filho, vi tudo antes de intervir, queria garantir de não te castrar no seu aniversário. Ela disse, fazendo eu engolir seco.
–Mario, te vi como tava desconfortável com a situação, como não sabia como sair dessa, foi por isso que intervim. Disse mãe.
–E agora vamos, que foda-se o teu presente, já percebi que tem muito urubu dando volta.
Ela falou, saímos do banheiro e entramos no meu quarto. Já dentro, o vestido perfeito dela era uma mistura de formal e sensual ao mesmo tempo. Ela quis começar como de costume com o boquete inicial e eu parei.
–Espera, mãe, dessa vez vai ser diferente, é meu aniversário, mas você também vai ser minha anfitriã.
Falei enquanto levantava a saia do vestido dela e jogava ela na cama. Abri as pernas dela e puxei pra um lado a micro calcinha preta de renda que ela tava usando.
–Isso é pra mim?
Perguntei segurando o tecido da fio dental, ela sorriu.
–Comprei especialmente pra essa ocasião.
Disse mãe, a calcinha tava puxada pro lado e a buceta dela perfeitamente depilada começava a soltar um certo calor especial e um cheiro de sexo que pedia dedicação especial. Quando mergulhei minha cabeça naquela buceta, mãe começou a gritar de prazer.
–Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ohhhh Porraaaaaa Caralhooooo Filhoooo daaa Puuutaaa Cadaaa Diaaa Meee Cooomeee Meeeelhor Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
Ela gritou quando comecei a lamber a racha e quando enfiei minha língua como se fosse meu pau, mãe fez uma expressão de que o orgasmo dela tava perto, os olhos dela ficaram brancos e ela abriu a boca ofegante e gritou:
–Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ohhhhh Porraaaaaa Caralhooooo Voooocêee Éééé Uuum Filhoooo Da Puuutaaa Ohhhh Meuuu Deeeus Meee Vou gozaaaar Amooooor Meee Vouuuu GozaaaarMarioooo Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
E quando eu tirei devagar minha línguade dentro da buceta dela, só precisei morder o clitóris dela com meus lábios e a vadase gozou igual uma puta.
–¡Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh Aiii Meu Deeeus Saantooo Maaaldiiitoo Caaabroooon MeeeGooooroo Deeeus Siiiii Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
Nunca tinha visto ela gozar assim comSquirt e aquela buceta toda explodiu de um jeito que me dizia que se antes já tínhamosmarcado a diferença entre o avô e eu, com esse orgasmo acabei de marcar um precedentesexual na vida dela e isso tava só começando.
Ela me olhava, completamenteagitada, e me chamava com o dedo pra eu ir até ela. Quando me aproximei,ela me tirou a calça, abaixou o zíper e puxou minha calçapra baixo até ficar abaixo dos meus joelhos. Ela começou um boquete atédeixar meu pau durinho que nem um mastro. Me agarrou e me jogou na minha cama, meacomodou de barriga pra cima e ela montou em mim com o vestido vestido, mas quando meti as mãospra pegar a bunda dela, surpresa: a calcinha não tava no lugar. Ela rindo medisse: –Tá procurando isso? Disse rindo com a calcinha na mão balançando. Eu tava segurandoa bunda dela e enfiei, e começamos a foder do jeito que a gente gostava, como a gentecomeçou a fazer depois do incidente com o avô.
–¡Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, AhhhhhhhhhAiii Siiim Assiiim Caaabroooon Assiiim Me Fodeee Assiiim Duurooo Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh!
Ela gritava enquanto se mexiaque nem uma puta, os movimentos dela eram frenéticos, selvagens, e eu não demorei pra dar aprimeira descarga nela e ela chegou ao orgasmo ao sentir como esses Dias em claro estavam enchendo a buceta dela de um leite grosso e quente, e cada movimento lento gerava uma nova descarga mais abundante que a anterior. Depois, como se estivesse num transe sexual, ela beijava meu queixo, meus lábios, meu pescoço e voltava aos lábios num beijo de língua.
Quando separou os lábios dela dos meus, me olhou fixo. Havia luxúria e sensualidade, mas uma última descarga disparou dentro dela e a levou ao orgasmo. Mamãe se abraçou em mim e fez pressão, tentando fazer meu pau chegar o mais fundo possível.
Depois de alguns minutos, ela começou a se mover de novo e começamos a foder de novo, e o rosto dela me dizia o que queria fazer, e eu deixei. Ela me olhava enquanto gemia, ofegava e fazia expressões de que estava realmente gozando. O rosto dela mudou quando sentiu minha nova gozada. Tínhamos chegado juntos ao clímax, era maravilhoso. Nos beijamos como amantes loucos de paixão.
—Feliz aniversário, amor!
Disse ela e me beijou de novo. Depois ficamos um tempo nos acariciando, nos beijando na minha cama, e então ela se levantou e arrumou a roupa, mas eu ainda com vontade de mais. No beijo de despedida, antes de voltar pra festa, segurei ela pela cintura e a levei até minha escrivaninha. Posei ela de quatro e só falei: —Alguma objeção? Ela me olha.
—Não, bebê, faz de mim o que quiser, sabe bem que sou sua, sua foxy, sua dona!
Disse ela. Levantei a saia do vestido dela de novo, abri o zíper e tirei meu pau, já tava duro de novo sem ela precisar fazer nada.
—Uau, filho da puta, já tá assim de novo, garanhão? Mario, acabou de me foder duas vezes e já tá pronto pra terceira!
Disse ela, e quando ia falar mais alguma coisa, meu pau já tava entrando no cu dela. Fodi ela como um animal, e ela gozava como uma puta. O barulho era notório, qualquer um que entrasse ou ficasse atrás da porta podia ouvir o som da nossa foda.

Quando gozei no cu dela, consegui olhar para a porta e vi ele ali: meu primo Luis. Meu pau ainda continuava metendo no cu da minha mãe, e ele estava paralisado, vendo a cena sexual entre uma mãe e seu filho safado. Luis estava de boca aberta, rosto pálido — meu primo tinha nos pegado no flagra.Continua…
Depois daqueles dias intensos com a mamãe, nossa relação já era sólida. Ela deixava meu pai na mão para escapar de noite e vir foder no meu quarto. Passamos pelas tempestades que ameaçavam nossa relação. Eu já era a prioridade dela, ela queria foder comigo, escapava de cada investida do meu pai e as coisas entre eles iam ficando cada vez mais tensas.
Cada dia com ela era uma aventura. Eu adorava como ela escapava do quarto dela para vir ao meu, ou como vinha me buscar para nos escondermos em algum lugar da casa longe do quarto principal, onde pudéssemos foder à vontade: duro, selvagem, na buceta ou no cu, mas sempre duro e selvagem. E isso provocava gemidos, uivos, gritos de prazer que ecoavam alto no meu quarto, sem contar que sexo tranquilo deixava um gosto ruim na boca dos dois. O lugar mais comum era a garagem, dentro do carro dela, fodendo como animais.
A última vez que fodemos foi já na chegada da primavera, antes do meu aniversário. Papai tinha um jantar de negócios para fechar o assunto de Londres, e antes de sair disse à minha mãe que talvez não voltasse para dormir. Assim que meu pai foi embora, olhei para a mamãe, que me sorria de um jeito perverso.
— O que vamos pedir para comer hoje? Não quero que você cozinhe.
Falei, e ela me olhou com uma expressão que eu não conseguia decifrar.
— Que tal a buceta da mamãe com creme do filho, ou meu cu com salaminho do filho bem dotado?
Ela disse e soltou uma gargalhada, mas eu sabia que por trás daquela brincadeira ela estava pedindo sexo do bom. Ela se aproximou de mim, me abraçou pelo pescoço.
— Vamos foder primeiro na minha cama, e depois saímos para comer juntos!
Ela disse e estendeu a mão para que eu a levasse até o quarto dela no andar de cima. Peguei a mão dela e, antes de guiá-la até o quarto, segurei sua cintura e a beijei de um jeito que, quando separamos nossas bocas, ela estava ofegante.
— Uau, isso foi intenso! Tem mais surpresas?
Ela perguntou, divertida, e eu a beijei de novo, e dessa vez a levantei nos meus braços. Ela ria enquanto se agarrava no meu pescoço, divertida.
– Te amo, nunca pensei que me faria sentir assim! – disse ela, sussurrando no meu ouvido.
– Assim como? – perguntei. Ela me beijou nos lábios.
– Como uma rainha, Mario, você me faz sentir como uma rainha, e você é meu rei! –
disse ela, me dando um beijo de língua que não parou até entrarmos no quarto principal. Ela se jogou na cama de barriga pra cima e me olhou com um olhar felino, começou a se despir devagar, com muita sensualidade em cada movimento, até ficar só de calcinha e sutiã.
Depois me olhou com aquele olhar de gata e fez sinal com o dedo pra eu chegar perto dela, com uma expressão de leoa faminta. Assim que me aproximei, ela me agarrou pela camisa e me puxou pra cama com ela.
– Deixa que a mamãe cuida dessa roupa chata. –
Ela começou a me despir com a mesma sensualidade que se livrou da roupa dela, só que diferente de mim, assim que tirou minha camisa, começou a beijar meu peito, lamber meus mamilos e continuou até me deixar só de cueca na cama King Size dela.
Quando ela deixou tudo pronto pra começar a brincadeira, se jogou em mim e começou, como sempre, o clássico boquete que a cada vez ficava melhor. Como ela tentava me levar ao limite, me enlouquecer, cada lambida e cada chupada buscava me dar prazer. Quando conseguiu o que queria, parou, tinha deixado minha pica dura como um mastro, apontando pro teto. Primeiro, ela montou de um jeito incrível, e depois eu segurei ela pela cintura e, com um movimento simples, coloquei ela debaixo de mim. Abri as pernas dela e fodi do jeito que ela mais gostava. Comecei a meter sem pena naquela buceta até o barulho dos nossos corpos se chocando ficar ensurdecedor.
– Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Ohhhhh Merdaaaaa Porraaaa Siiim Assiiim Caaaralho Fodeeeeee Assiiim Caaaralho Forteee Fode Forteee A Sua Putiiiiinha Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh, Aaaahhhhhhhhhhh!
Nem com meu avô eu tinha sido assim. Que jeito tão vulgar e sexual. Eu cumpri as ordens e desejos dela, fodi ela quase deixando sem ar, a cada dez minutos ela gozava violentamente, dava pra sentir as vibrações no corpo dela. Quando eu gozei dentro dela, a mamãe já tinha gozado umas seis vezes.
Caiu exausta em cima do meu corpo, ainda de pernas abertas com meu pau no fundo da buceta dela. Eu só tirei pra arrebentar o cu dela numa fodida desumana, os gritos da mamãe dava pra ouvir a quilômetros, mas ela dizia:
“Meee Dóiiii Marioooo Meee Dóiiii Maaaas Não Paaaaara Sooou Sua Putiiinha Me Fode Assiiim Me Parte Toda Faaaz O Que Quiisseeer Teee Amooo Filhoooo Teee Amooo”
Fodi ela por uns minutos e gozei que nem um cavalo no cu dela, ela me olhava com os olhos virados, gozando de novo no orgasmo anal. Caímos juntos abraçados na cama e nos beijamos com paixão enquanto recuperávamos o fôlego.
Depois de uns minutos descansando, fomos juntos pro chuveiro do banheiro do quarto da mamãe, tomamos banho juntos, ela pediu pra eu não foder ela, que tinha ficado sensível por causa do que rolou, que depois que voltássemos do resto a gente continuava. Ela me ensaboava o corpo e a puta me pegava no pau – Não quer, mas me provoca, não seja histérica. Falei pra ela, entre brava e brincando, ela me deu um tapa com a esponja nas costas.
– Tô te ensaboando, cabrão pervertido. Ela disse
– Quer que eu pare? Soltei
– Nem louca, nem se atreva, assim eu adoro e assim eu te quero, cabrão!
Disse e depois beijou minhas costas
– Sábado a gente comemora seu aniversário, amor. Ela disse me enchendo de beijinhos nas costas
– Quer um presente meu?
– Um especial e você já sabe do que tô falando. Eu disse
– Amor, sabe que é complicado, tem muita gente, a gente pode arrumar confusão por algo que dá pra esperar um tempo!
Ela disse, senti minhas costas tensas, sabia que eu tinha ficado puto – Tá bom, cabrão, deixa eu ver como faço!
Disse, saímos do chuveiro, me vesti com minha melhor roupa, ela com um vestido lindo que a fazia parecer sensual e sofisticada ao mesmo tempo. Uma vez decidimos ir a um restaurante longe de onde pudesse ter gente conhecida. Aos olhos dos clientes, éramos um casal meio peculiar, já que um garotão com uma mulher madura, mas ninguém suspeitava dos nossos laços familiares. Ela me dava comida do prato dela e eu dava a ela do meu, tudo uma desculpa para nos beijarmos quando fazíamos isso sem medo de sermos descobertos.
De volta pra casa, agarrei ela pela cintura na garagem, encostei ela no porta-malas do carro dela, abri as pernas dela e comecei a chupar a buceta dela do jeito que ela gostava. Ela gozou duas vezes. Depois, coloquei ela de quatro com as mãos apoiadas no porta-malas do carro e coloquei meu pau na entrada da buceta dela, mas ela afastou com a mão e mudou pro cu dela, e eu meti até gozar. Depois, ela ainda estava excitada e me levou pro quarto dela, onde fodemos como loucos até ouvirmos passos na escada.
— Merda, porra! Seu pai, Mário, seu pai!
Pulei da cama e corri pra debaixo dela. Ela vestiu um roupão antes do meu pai entrar, como se aquilo escondesse muito a nudez do corpo dela, fodido pelo filho dela, o macho alfa dela.
— O que você tá fazendo assim, quase nua? — ele perguntou.
— Juan Carlos, é assim que eu durmo todas as noites.
Ela disse, se desculpando. Depois que ela acalmou as preocupações do meu corno de pai, tive que esperar os roncos dele começarem pra sair do lado da minha mãe. Eu tava indo embora pelado quando senti ela atrás de mim.
— Shhh, continua sem fazer barulho que eu quero terminar o que você deixou pela metade no seu quarto. Não pense que vai me deixar no meio do caminho, seu safado!
Ela disse, beijando minhas costas. Saímos do quarto dela e fomos pro meu. Fodemos por duas horas e, quando ela tava indo embora, se virou:
— Até sábado! Vou te deixar na mão, mesmo doendo, quero algo intenso no seu presente!
Ela disse, rindo. Ela cumpriu a palavra: me deixou na seca quase a semana inteira. Não comi ela desde aquele dia que fomos ao restaurante. Eu tava desesperado. Até que finalmente chegou o sábado do meu aniversário. O dia começava promissor. Acordei... alguém mamando meu pau quando abri os olhos, esfregando-os, percebi quem era
aquela alguém era a mamãe
–Feliz aniversário, meu amor!
Ela disse ao tirar meu pau da boca
e depois continuou o boquete, mas não terminou o serviço. Nos beijamos
apaixonadamente antes dela ir para o andar de baixo. Quando desci, comecei a tomar café da manhã.
Ao olhar para o jardim, notei que tudo já estava pronto para a festa. –Às catorze
os convidados vão começar a chegar.
Dizia mamãe enquanto me entregava minha
xícara e me lançou um sorriso que me prometia um aniversário diferente dos
anteriores. Já tinham passado das 13:30, tudo estava pronto e os primeiros
convidados não demorariam a chegar. Os primeiros a chegar eram parentes, depois
amigas do trabalho da mamãe, depois meus amigos.
Eu estava com o Luis e uns amigos meus
e tentava integrá-lo ao grupo quando chega uma amiga da mamãe que é muito
gostosa. Ela estava meio bêbada e começou a dar em cima de mim, e eu não sabia como
sair dessa elegantemente antes que ela visse aquilo e desse uma merda.
Tarde demais, mamãe saiu de casa para o jardim e viu a cena. Olhou atentamente tudo
o que estava acontecendo antes de acontecer. A muito safada tinha visto tudo e não me
disse absolutamente nada. Se aproximou bem na hora em que a amiga dela estava me fazendo uma
proposta meio indecente.
–Vem, querido, posso te levar e fazer
com que sua festinha valha a pena e te dar um presente único que você jamais esquecerá.
Disse a amiga da mamãe bem na hora em que ela mesma estava
atrás dela.
–Aonde você pensa que vai levar meu
filho, sua safada sem vergonha?!
Aquela voz eu conhecia bem, era o tom
de voz quando ela ficava puta da vida. A mulher de uns trinta e poucos deu
um pulo assustada ao se virar e ver o rosto da mamãe com uma raiva que me dizia
que isso não ia terminar bem.
–Ai, Sara, desculpa, é que… eu…
–Julia, vaza, e se eu te ver perto do
meu filho de novo, vamos ter problemas, você e eu, sérios problemas!
Disse mamãe ameaçadora, e quando Julia
foi embora, ela me olhou:
–Você vem comigo, seu filho da puta! Disse com a mesma raiva. Entramos na Casa e nos trancamos no banheiro do andar de cima.
–Mãe, eu não fiz nada, juro, não sabia como sair dessa sem ser grosso, sabendo que ela era do teu círculo. Falei com o medo na sangue, ela me olhou puta e depois foi mudando a cara.
–Acredito em você, filho, vi tudo antes de intervir, queria garantir de não te castrar no seu aniversário. Ela disse, fazendo eu engolir seco.
–Mario, te vi como tava desconfortável com a situação, como não sabia como sair dessa, foi por isso que intervim. Disse mãe.
–E agora vamos, que foda-se o teu presente, já percebi que tem muito urubu dando volta.
Ela falou, saímos do banheiro e entramos no meu quarto. Já dentro, o vestido perfeito dela era uma mistura de formal e sensual ao mesmo tempo. Ela quis começar como de costume com o boquete inicial e eu parei.
–Espera, mãe, dessa vez vai ser diferente, é meu aniversário, mas você também vai ser minha anfitriã.
Falei enquanto levantava a saia do vestido dela e jogava ela na cama. Abri as pernas dela e puxei pra um lado a micro calcinha preta de renda que ela tava usando.
–Isso é pra mim?
Perguntei segurando o tecido da fio dental, ela sorriu.
–Comprei especialmente pra essa ocasião.
Disse mãe, a calcinha tava puxada pro lado e a buceta dela perfeitamente depilada começava a soltar um certo calor especial e um cheiro de sexo que pedia dedicação especial. Quando mergulhei minha cabeça naquela buceta, mãe começou a gritar de prazer.
–Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ohhhh Porraaaaaa Caralhooooo Filhoooo daaa Puuutaaa Cadaaa Diaaa Meee Cooomeee Meeeelhor Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
Ela gritou quando comecei a lamber a racha e quando enfiei minha língua como se fosse meu pau, mãe fez uma expressão de que o orgasmo dela tava perto, os olhos dela ficaram brancos e ela abriu a boca ofegante e gritou:
–Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ohhhhh Porraaaaaa Caralhooooo Voooocêee Éééé Uuum Filhoooo Da Puuutaaa Ohhhh Meuuu Deeeus Meee Vou gozaaaar Amooooor Meee Vouuuu GozaaaarMarioooo Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
E quando eu tirei devagar minha línguade dentro da buceta dela, só precisei morder o clitóris dela com meus lábios e a vadase gozou igual uma puta.
–¡Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh Aiii Meu Deeeus Saantooo Maaaldiiitoo Caaabroooon MeeeGooooroo Deeeus Siiiii Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh!
Nunca tinha visto ela gozar assim comSquirt e aquela buceta toda explodiu de um jeito que me dizia que se antes já tínhamosmarcado a diferença entre o avô e eu, com esse orgasmo acabei de marcar um precedentesexual na vida dela e isso tava só começando.
Ela me olhava, completamenteagitada, e me chamava com o dedo pra eu ir até ela. Quando me aproximei,ela me tirou a calça, abaixou o zíper e puxou minha calçapra baixo até ficar abaixo dos meus joelhos. Ela começou um boquete atédeixar meu pau durinho que nem um mastro. Me agarrou e me jogou na minha cama, meacomodou de barriga pra cima e ela montou em mim com o vestido vestido, mas quando meti as mãospra pegar a bunda dela, surpresa: a calcinha não tava no lugar. Ela rindo medisse: –Tá procurando isso? Disse rindo com a calcinha na mão balançando. Eu tava segurandoa bunda dela e enfiei, e começamos a foder do jeito que a gente gostava, como a gentecomeçou a fazer depois do incidente com o avô.
–¡Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, AhhhhhhhhhAiii Siiim Assiiim Caaabroooon Assiiim Me Fodeee Assiiim Duurooo Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh, Ahhhhhhhhh,Ahhhhhhhhh!
Ela gritava enquanto se mexiaque nem uma puta, os movimentos dela eram frenéticos, selvagens, e eu não demorei pra dar aprimeira descarga nela e ela chegou ao orgasmo ao sentir como esses Dias em claro estavam enchendo a buceta dela de um leite grosso e quente, e cada movimento lento gerava uma nova descarga mais abundante que a anterior. Depois, como se estivesse num transe sexual, ela beijava meu queixo, meus lábios, meu pescoço e voltava aos lábios num beijo de língua.
Quando separou os lábios dela dos meus, me olhou fixo. Havia luxúria e sensualidade, mas uma última descarga disparou dentro dela e a levou ao orgasmo. Mamãe se abraçou em mim e fez pressão, tentando fazer meu pau chegar o mais fundo possível.
Depois de alguns minutos, ela começou a se mover de novo e começamos a foder de novo, e o rosto dela me dizia o que queria fazer, e eu deixei. Ela me olhava enquanto gemia, ofegava e fazia expressões de que estava realmente gozando. O rosto dela mudou quando sentiu minha nova gozada. Tínhamos chegado juntos ao clímax, era maravilhoso. Nos beijamos como amantes loucos de paixão.
—Feliz aniversário, amor!
Disse ela e me beijou de novo. Depois ficamos um tempo nos acariciando, nos beijando na minha cama, e então ela se levantou e arrumou a roupa, mas eu ainda com vontade de mais. No beijo de despedida, antes de voltar pra festa, segurei ela pela cintura e a levei até minha escrivaninha. Posei ela de quatro e só falei: —Alguma objeção? Ela me olha.
—Não, bebê, faz de mim o que quiser, sabe bem que sou sua, sua foxy, sua dona!
Disse ela. Levantei a saia do vestido dela de novo, abri o zíper e tirei meu pau, já tava duro de novo sem ela precisar fazer nada.
—Uau, filho da puta, já tá assim de novo, garanhão? Mario, acabou de me foder duas vezes e já tá pronto pra terceira!
Disse ela, e quando ia falar mais alguma coisa, meu pau já tava entrando no cu dela. Fodi ela como um animal, e ela gozava como uma puta. O barulho era notório, qualquer um que entrasse ou ficasse atrás da porta podia ouvir o som da nossa foda.

Quando gozei no cu dela, consegui olhar para a porta e vi ele ali: meu primo Luis. Meu pau ainda continuava metendo no cu da minha mãe, e ele estava paralisado, vendo a cena sexual entre uma mãe e seu filho safado. Luis estava de boca aberta, rosto pálido — meu primo tinha nos pegado no flagra.Continua…
0 comentários - Perdido com a Mamãe 7 - Edição 2026