Passaram-se alguns dias, a gente mal se falou, só uns mensagens bestas pra saber como o outro tava, nada demais. A real é que, mesmo com vontade de comer ela, não ia falar nada. Até que um dia de semana, depois de umas trocas de mensagens, ela me contou o seguinte:
L: Tenho umas notícias ruins e outras boas
N: Começa pelas ruins
L: "C" vai sair de férias e quer que a gente vá uns dias pra algum lugar, tipo praia. O ruim é que depois do outro dia que eu tava de saia, despertou algum tipo de tesão nele, sei lá.
Eu: Por quê?
L: Ele quis que a gente transasse e, sinceramente, nem gozei, fiquei super no fogo. Além disso, queria falar putaria e não me esquentava nem um pouco. Talvez se fosse você, eu ficava louca, mas não foi o caso.
Eu: Quer me contar agora ou quando a gente se ver?
L: Vem daqui meia hora que eu fecho o negócio.
Eu: Vou agora, preciso comprar uma coisa.
Fui no negócio, ela esperava que eu beijasse ela ou algo assim, mas não fiz. Me apoiei no balcão expositor: "Conta aí", falei.
L: A real é que não fiz de propósito, mas uso fio-dente pequenininho toda hora. Deitei sem o short e ele começou a me tocar e esfregar a rola. Fingi que tava dormindo e queria tirar ele, mas ele insistiu pra caralho e falou que há muito tempo a gente não transava e mais um monte de coisa, um rapidinho pelo menos, tô muito no fogo, sei lá.
Eu: Hum, e aí?
L: E aí tive que ceder num momento porque ele não me deixava em paz, então de lado ele me comeu um pouco e depois me virou pra subir em cima, queria se fazer de machão que me comia forte, mas a verdade é que ele transa horrível. Também ficou falando umas coisas do outro dia que os amigos vieram.
Eu: Que coisas?
L: Que falaram que eu tava muito gostosa, que ele levantou uma mina sexy pra caralho, que eu tenho uma bunda divina, que da próxima vez não apostasse dinheiro, que apostasse em mim. Coisas assim, tavam todos bêbados.
Eu: E ele, o que disse?
L: Que ia pensar em apostar em mim, também falou pra eles que eu transava muito bem e que tinha uma bunda enorme. Se fez de machão como sempre, que talvez apostasse alguma calcinha minha. Ele me falava tudo isso e me comia, depois colocou a pica na minha boca, gozou e mandou eu tomar, então foi isso. Depois dormiu na hora e eu nem gozei, foi mais rápido que um rapidinha. Eu: E é, fazer o quê. L: Você ficou brava? Eu: Não, de jeito nenhum. L: Vem aqui, fica um pouco que já vou fechar. Eu: Pra quê? L: Quero que você me dê uma boa fodida. Eu: Não, não vou facilitar pra você, vai ter que merecer. L: O que você quer que eu faça? Fala e eu faço, sem problema. Eu: Sei lá, usa sua imaginação. L: Vou vestir algo bonito pra você, o que quiser. Eu: Não, muito pouco. L: Chupo sua pica toda e engulo toda a porra. Onde você quiser. Eu: Não. L: Me amarra. Eu: Não, mas tá indo bem. L: Me amarra e arrebenta meu cu todo, faz o que quiser comigo. Nisso entrou uma vizinha pra comprar, eu olhei pra ela com um sorriso safado. Eu: Desculpa, o que foi que você disse por último? L: Que era o que você ia levar? Pedi duas besteiras e falei que depois te transfiro, e tava indo embora. Claramente ela não queria que eu fosse, então me chamou e disse que precisava de ajuda com uma coisa. Eu: Do que você precisa? L: Me ajuda com uma coisa no computador que não entendo, não tenho a quem perguntar. Eu: Agora vou fazer umas coisas em casa e te ajudo, ou me faz uma videochamada e te dou uma força, tchau, até mais. Fui embora, dois minutos depois ouvi ela baixando a persiana mais forte que o normal. E segundos depois, ela me mandou mensagem. L: O que você quer que eu faça? Eu: Sei lá, você tem que merecer, e se eu te falar o que fazer, fica muito fácil pra você. L: Não quero mais enrolação, deixei a porta destrancada, vou pro sofá ou pra cama me tocar. Se quiser vir, já sabe. Eu: O que você vai vestir? E no que vai pensar? L: Na sua pica me comendo, chupando ela, engolindo sua porra. E se você não vier, fico nua, agora se vier, visto o que você quiser e te espero do jeito que você quiser. Eu: Tá com tanta vontade da minha pica? Vou te dar uma chance, veste algo pra mim e me mostra, se eu gostar, vou. L: Amo sua pica, e amo esses joguinhos que a gente faz. me espera. (FOTOS) L: Você vem? Eu: Me convence um pouco mais. Claramente eu ia, mas queria tirar mais umas fotos dela (FOTOS) L: E agora? Não respondi, levantei e fui direto, abri a porta e tranquei, passei pela garagem e entrando na casa dela me deparei com ela, abriu os braços como se fosse me abraçar e beijar, não deixei chegar e a empurrei. "No sofá" ordenei, ela sorriu e foi andando na minha frente, rebolando de um jeito bem provocante, dei um tapa na bunda dela, ela mordeu o lábio e me olhou por cima do ombro, "Ai" disse num tom brincalhão. Ela ficou parada na frente do sofá enquanto eu pegava uma cadeira e colocava de frente pra ela a uns 2 metros, pra sentar confortavelmente e poder aproveitar o que tinha em mente. Eu: Não pode falar uma palavra, dança pra mim e se despe. Ela se mexeu um pouco de frente, se tocando nos peitos por cima da roupa, virou de costas e rebolava a bunda se apoiando no sofá, se abaixava, procurava meu olhar mas não encontrava, eu tava perdido na bunda dela. Ela tirou o vestido justo, tipo de couro que tava usando, mas por baixo tinha mais roupa ainda, uma lingerie preta que combinava com o vestido, tinha uma saia transparente que pra tirar ela chegou perto de mim de costas, cada movimento dela fazia meu pau dar um pulo, uma batida incontrolável dentro da cueca. Continuou com o sutiã deixando os peitos dela no ar, uns bicos gostosos e duros apareceram, brincou com a calcinha fio dental um pouco até tirar e jogar pra mim. Por último apoiou os braços no encosto do sofá ficando de quatro, com a bunda e a buceta no ar, rebolando devagar de um lado pro outro. Eu: Chupa os dedos e se toca na buceta. Comecei a massagear meu pau por cima da calça. Eu: Muito bem assim, olha como você já tá se molhando. Chupa tudo isso que ficou nos dedos sujo. Eu: Enfia dois dedos e continua, cada vez mais forte. Ela reclamou um pouco ao enfiar os dedos mas se acostumou rápido, apoiou o rosto no encosto e fechou os olhos, o Eu estava adorando. Cada vez aumentava mais a velocidade e ela ficava mais molhada, até que começou a fazer barulho com os dedos e a palma da mão contra a buceta completamente encharcada. Eu: "Agora enfia os dedos no seu cu." Vocês não têm ideia do quanto isso a excita, eu falar assim com ela. Ela fez, primeiro devagar, rodeando o ânus até começar a relaxar e enfiava uma falange de cada vez, chupava e enfiava de novo, cada vez um pouco mais fundo, embora a velocidade fosse lenta. Fiquei sentado onde estava, mas tirei meu pau para me tocar melhor. Eu: "Olha pra mim, olha como meu pau tá, durão. Eu diria pra você se apressar com esse seu cuzinho e molhar bem, porque vai ser o primeiro lugar onde vou meter o pau." Quando ela viu, fechou os olhos, mordendo o lábio e colocando uma quantidade enorme de saliva no rabo. Apoiei a cabeça do pau no ânus dela, afastei a mão dela e segurei firme para me firmar e evitar qualquer movimento brusco. Com um movimento lento e contínuo, fui abrindo caminho até o fundo do reto; ela suspirava enquanto sentia. Embora ainda não estivesse perfeitamente lubrificada para aguentar minhas estocadas, não me importei e comecei o movimento de vai e vem. Agora os suspiros dela viraram gemidos de dor, que aumentavam no mesmo ritmo das minhas estocadas. Com a única mão que tinha livre, ela tentava me afastar para eu parar, mas pela posição em que estava e pela minha força, estava em desvantagem e não podia fazer nada para me impedir. Eu: "Não queria que eu arrebentasse todo o seu cu?" Enquanto tirava o pau, cuspia no meu próprio tronco um pouco antes de enfiar de novo para lubrificar um pouco. L: "Sim, mas você tá me matando, para, por favor." Eu: "Você pediu, aguenta." L: "Você vai me rasgar toda, para, por favor, tá doendo muito." Sim, era verdade que doía, mas também era verdade que ela gostava; a voz dela deixava isso claro. Além disso, a saliva que eu colocava no meu tronco já tinha feito efeito, e o vai e vem passou a ser um movimento mais leve. Agora, sim, com ela de quatro, eu tirava o pau e abria ela. Nalgas pra contemplar minha obra de arte, tava abrindo a bunda dela de um jeito delicioso. Depois de um tempo, mandei ela levantar pra eu sentar no sofá e, enquanto segurava a base da minha pica, mexendo ela, convidei a gata pra subir. Com um pouco de esforço ela conseguiu, verdade seja dita, o cu dela tava doendo, mas mesmo assim subiu, cavalgou um pouco, mas a ardência na bunda limitava ela, então levantei ela segurando no ar e apoiando as coxas dela nos meus braços. Movia ela pra cima e pra baixo, e ela só aguentava minhas estocadas, ecoando nas nalgas dela, e quando dava, algum dedo meu brincava com a rabeta dela de novo. Ela só se segurava me abraçando o pescoço com os dois braços e escondendo a cabeça entre eles e meu peito. Depois de mais algumas estocadas, veio o orgasmo dela e um espasmo fodido invadiu o corpo dela, tirando as poucas forças que sobravam. Pendurada do jeito que tava, levei ela pro quarto pra jogar na cama, aproximei minha pica da boca dela e ela só abriu pra receber toda minha porra, cobri ela um pouco e, exausta do jeito que tava, só me olhava com os olhos semi-cerrados. Eu: "Da próxima vez que quiser pedir pra eu arrebentar sua bunda, pensa duas vezes." Ela só concordou. Eu: "Mas mesmo assim conseguiu o que queria, dei uma foda do caralho em você." Ela sorriu e concordou de novo, a putinha tava adorando ter ficado toda quebrada na cama dela. Eu: "Da próxima vez vai pensar duas vezes antes de falar tudo que me falou, olha como ficou, vou embora, vou deixar você dormir." Com as últimas forças que sobravam, ela respondeu: "Da próxima vez, vou falar coisas piores." Sorri, pensando: que puta que essa santiaguense de merda acabou sendo, e que rabo do caralho que ela tem. Dessa vez o comprovante de pagamento quem recebeu fui eu e tava escrito "OBRIGADO PELOS SEUS SERVIÇOS, ATÉ A PRÓXIMA".
L: Tenho umas notícias ruins e outras boas
N: Começa pelas ruins
L: "C" vai sair de férias e quer que a gente vá uns dias pra algum lugar, tipo praia. O ruim é que depois do outro dia que eu tava de saia, despertou algum tipo de tesão nele, sei lá.
Eu: Por quê?
L: Ele quis que a gente transasse e, sinceramente, nem gozei, fiquei super no fogo. Além disso, queria falar putaria e não me esquentava nem um pouco. Talvez se fosse você, eu ficava louca, mas não foi o caso.
Eu: Quer me contar agora ou quando a gente se ver?
L: Vem daqui meia hora que eu fecho o negócio.
Eu: Vou agora, preciso comprar uma coisa.
Fui no negócio, ela esperava que eu beijasse ela ou algo assim, mas não fiz. Me apoiei no balcão expositor: "Conta aí", falei.
L: A real é que não fiz de propósito, mas uso fio-dente pequenininho toda hora. Deitei sem o short e ele começou a me tocar e esfregar a rola. Fingi que tava dormindo e queria tirar ele, mas ele insistiu pra caralho e falou que há muito tempo a gente não transava e mais um monte de coisa, um rapidinho pelo menos, tô muito no fogo, sei lá.
Eu: Hum, e aí?
L: E aí tive que ceder num momento porque ele não me deixava em paz, então de lado ele me comeu um pouco e depois me virou pra subir em cima, queria se fazer de machão que me comia forte, mas a verdade é que ele transa horrível. Também ficou falando umas coisas do outro dia que os amigos vieram.
Eu: Que coisas?
L: Que falaram que eu tava muito gostosa, que ele levantou uma mina sexy pra caralho, que eu tenho uma bunda divina, que da próxima vez não apostasse dinheiro, que apostasse em mim. Coisas assim, tavam todos bêbados.
Eu: E ele, o que disse?
L: Que ia pensar em apostar em mim, também falou pra eles que eu transava muito bem e que tinha uma bunda enorme. Se fez de machão como sempre, que talvez apostasse alguma calcinha minha. Ele me falava tudo isso e me comia, depois colocou a pica na minha boca, gozou e mandou eu tomar, então foi isso. Depois dormiu na hora e eu nem gozei, foi mais rápido que um rapidinha. Eu: E é, fazer o quê. L: Você ficou brava? Eu: Não, de jeito nenhum. L: Vem aqui, fica um pouco que já vou fechar. Eu: Pra quê? L: Quero que você me dê uma boa fodida. Eu: Não, não vou facilitar pra você, vai ter que merecer. L: O que você quer que eu faça? Fala e eu faço, sem problema. Eu: Sei lá, usa sua imaginação. L: Vou vestir algo bonito pra você, o que quiser. Eu: Não, muito pouco. L: Chupo sua pica toda e engulo toda a porra. Onde você quiser. Eu: Não. L: Me amarra. Eu: Não, mas tá indo bem. L: Me amarra e arrebenta meu cu todo, faz o que quiser comigo. Nisso entrou uma vizinha pra comprar, eu olhei pra ela com um sorriso safado. Eu: Desculpa, o que foi que você disse por último? L: Que era o que você ia levar? Pedi duas besteiras e falei que depois te transfiro, e tava indo embora. Claramente ela não queria que eu fosse, então me chamou e disse que precisava de ajuda com uma coisa. Eu: Do que você precisa? L: Me ajuda com uma coisa no computador que não entendo, não tenho a quem perguntar. Eu: Agora vou fazer umas coisas em casa e te ajudo, ou me faz uma videochamada e te dou uma força, tchau, até mais. Fui embora, dois minutos depois ouvi ela baixando a persiana mais forte que o normal. E segundos depois, ela me mandou mensagem. L: O que você quer que eu faça? Eu: Sei lá, você tem que merecer, e se eu te falar o que fazer, fica muito fácil pra você. L: Não quero mais enrolação, deixei a porta destrancada, vou pro sofá ou pra cama me tocar. Se quiser vir, já sabe. Eu: O que você vai vestir? E no que vai pensar? L: Na sua pica me comendo, chupando ela, engolindo sua porra. E se você não vier, fico nua, agora se vier, visto o que você quiser e te espero do jeito que você quiser. Eu: Tá com tanta vontade da minha pica? Vou te dar uma chance, veste algo pra mim e me mostra, se eu gostar, vou. L: Amo sua pica, e amo esses joguinhos que a gente faz. me espera. (FOTOS) L: Você vem? Eu: Me convence um pouco mais. Claramente eu ia, mas queria tirar mais umas fotos dela (FOTOS) L: E agora? Não respondi, levantei e fui direto, abri a porta e tranquei, passei pela garagem e entrando na casa dela me deparei com ela, abriu os braços como se fosse me abraçar e beijar, não deixei chegar e a empurrei. "No sofá" ordenei, ela sorriu e foi andando na minha frente, rebolando de um jeito bem provocante, dei um tapa na bunda dela, ela mordeu o lábio e me olhou por cima do ombro, "Ai" disse num tom brincalhão. Ela ficou parada na frente do sofá enquanto eu pegava uma cadeira e colocava de frente pra ela a uns 2 metros, pra sentar confortavelmente e poder aproveitar o que tinha em mente. Eu: Não pode falar uma palavra, dança pra mim e se despe. Ela se mexeu um pouco de frente, se tocando nos peitos por cima da roupa, virou de costas e rebolava a bunda se apoiando no sofá, se abaixava, procurava meu olhar mas não encontrava, eu tava perdido na bunda dela. Ela tirou o vestido justo, tipo de couro que tava usando, mas por baixo tinha mais roupa ainda, uma lingerie preta que combinava com o vestido, tinha uma saia transparente que pra tirar ela chegou perto de mim de costas, cada movimento dela fazia meu pau dar um pulo, uma batida incontrolável dentro da cueca. Continuou com o sutiã deixando os peitos dela no ar, uns bicos gostosos e duros apareceram, brincou com a calcinha fio dental um pouco até tirar e jogar pra mim. Por último apoiou os braços no encosto do sofá ficando de quatro, com a bunda e a buceta no ar, rebolando devagar de um lado pro outro. Eu: Chupa os dedos e se toca na buceta. Comecei a massagear meu pau por cima da calça. Eu: Muito bem assim, olha como você já tá se molhando. Chupa tudo isso que ficou nos dedos sujo. Eu: Enfia dois dedos e continua, cada vez mais forte. Ela reclamou um pouco ao enfiar os dedos mas se acostumou rápido, apoiou o rosto no encosto e fechou os olhos, o Eu estava adorando. Cada vez aumentava mais a velocidade e ela ficava mais molhada, até que começou a fazer barulho com os dedos e a palma da mão contra a buceta completamente encharcada. Eu: "Agora enfia os dedos no seu cu." Vocês não têm ideia do quanto isso a excita, eu falar assim com ela. Ela fez, primeiro devagar, rodeando o ânus até começar a relaxar e enfiava uma falange de cada vez, chupava e enfiava de novo, cada vez um pouco mais fundo, embora a velocidade fosse lenta. Fiquei sentado onde estava, mas tirei meu pau para me tocar melhor. Eu: "Olha pra mim, olha como meu pau tá, durão. Eu diria pra você se apressar com esse seu cuzinho e molhar bem, porque vai ser o primeiro lugar onde vou meter o pau." Quando ela viu, fechou os olhos, mordendo o lábio e colocando uma quantidade enorme de saliva no rabo. Apoiei a cabeça do pau no ânus dela, afastei a mão dela e segurei firme para me firmar e evitar qualquer movimento brusco. Com um movimento lento e contínuo, fui abrindo caminho até o fundo do reto; ela suspirava enquanto sentia. Embora ainda não estivesse perfeitamente lubrificada para aguentar minhas estocadas, não me importei e comecei o movimento de vai e vem. Agora os suspiros dela viraram gemidos de dor, que aumentavam no mesmo ritmo das minhas estocadas. Com a única mão que tinha livre, ela tentava me afastar para eu parar, mas pela posição em que estava e pela minha força, estava em desvantagem e não podia fazer nada para me impedir. Eu: "Não queria que eu arrebentasse todo o seu cu?" Enquanto tirava o pau, cuspia no meu próprio tronco um pouco antes de enfiar de novo para lubrificar um pouco. L: "Sim, mas você tá me matando, para, por favor." Eu: "Você pediu, aguenta." L: "Você vai me rasgar toda, para, por favor, tá doendo muito." Sim, era verdade que doía, mas também era verdade que ela gostava; a voz dela deixava isso claro. Além disso, a saliva que eu colocava no meu tronco já tinha feito efeito, e o vai e vem passou a ser um movimento mais leve. Agora, sim, com ela de quatro, eu tirava o pau e abria ela. Nalgas pra contemplar minha obra de arte, tava abrindo a bunda dela de um jeito delicioso. Depois de um tempo, mandei ela levantar pra eu sentar no sofá e, enquanto segurava a base da minha pica, mexendo ela, convidei a gata pra subir. Com um pouco de esforço ela conseguiu, verdade seja dita, o cu dela tava doendo, mas mesmo assim subiu, cavalgou um pouco, mas a ardência na bunda limitava ela, então levantei ela segurando no ar e apoiando as coxas dela nos meus braços. Movia ela pra cima e pra baixo, e ela só aguentava minhas estocadas, ecoando nas nalgas dela, e quando dava, algum dedo meu brincava com a rabeta dela de novo. Ela só se segurava me abraçando o pescoço com os dois braços e escondendo a cabeça entre eles e meu peito. Depois de mais algumas estocadas, veio o orgasmo dela e um espasmo fodido invadiu o corpo dela, tirando as poucas forças que sobravam. Pendurada do jeito que tava, levei ela pro quarto pra jogar na cama, aproximei minha pica da boca dela e ela só abriu pra receber toda minha porra, cobri ela um pouco e, exausta do jeito que tava, só me olhava com os olhos semi-cerrados. Eu: "Da próxima vez que quiser pedir pra eu arrebentar sua bunda, pensa duas vezes." Ela só concordou. Eu: "Mas mesmo assim conseguiu o que queria, dei uma foda do caralho em você." Ela sorriu e concordou de novo, a putinha tava adorando ter ficado toda quebrada na cama dela. Eu: "Da próxima vez vai pensar duas vezes antes de falar tudo que me falou, olha como ficou, vou embora, vou deixar você dormir." Com as últimas forças que sobravam, ela respondeu: "Da próxima vez, vou falar coisas piores." Sorri, pensando: que puta que essa santiaguense de merda acabou sendo, e que rabo do caralho que ela tem. Dessa vez o comprovante de pagamento quem recebeu fui eu e tava escrito "OBRIGADO PELOS SEUS SERVIÇOS, ATÉ A PRÓXIMA".
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