Olá! Dando continuidade ao relato anterior, a Maggi, depois de quase 4 meses morando na minha casa, teve que voltar pra morar com a filha na casa da mãe, já que até aquele momento a família dela não me conhecia. E como eu mencionei no relato anterior, eu me tornei bem dominante com ela, e ela fazia tudo que eu pedia sem questionar. Ela começou a se masturbar sozinha, e toda vez que a gente tomava banho juntos, eu notava que a calcinha dela estava úmida e manchada com os sucos da buceta dela. Então, comprei uns brinquedos e lubrificantes pra ela usar sozinha ou quando a gente transasse, pra aumentar ainda mais o tesão dela e deixar cada vez mais intenso.

O último dia que acordamos juntos em casa, antes dela se mudar, ela acordou super tarada e fogosa. Me acordou com a respiração acelerada, gemidos e suspiros. Quando consegui abrir os olhos, vi ela se masturbando a buceta, os dedos dela estavam bem molhados e a buceta escorrendo o mel dela. Ela esfregava o clitóris, começou a enfiar um dedo e depois a mão inteira. Quando percebeu que eu tinha descoberto, pediu desculpas e me contou que estava muito excitada, porque teve sonhos molhados. Como me viu bem dormindo, não quis me acordar.

Depois que gozou super gostoso, a boca dela começou a me beijar enquanto eu, com a pica bem dura, tremia de tesão e aí ela enfiou a língua na minha boca. Minhas mãos começaram a percorrer os peitos dela enquanto ela se ajeitava em cima da minha pica, cravou as unhas no meu peito e soltou um gemido, antes de sentar de vez na minha pica. Depois disso, começou a rebolar rapidinho em cima de mim, eu comecei a ofegar – Oooohhhhhh, Ahhhhhh… tô… tô quase gozando de novo!! – dizia Maggi entre gritos e gemidos. Eu também tava quase gozando, e ela percebeu, porque parou de rebolar rápido, deu uma leve pausa, eu aproveitei pra pegar nos peitos dela com as mãos. Depois disso, Maggy voltou a pular que nem uma louca na minha pica enquanto pedia pra eu chupar e morder os bicos dos peitos dela. Eu fiz, minha língua começou a brincar com os bicos dela enquanto ela apertava minha cabeça contra o peito dela. Maggy deu um grito e balançou a cabeça de um lado pro outro enquanto tava gozando, parou de repente, com minha pica dentro dela, me olhou direto nos olhos e implorou: "Já quero seu leite". Ela saiu de cima e agarrou minha pica com a mão direita, pediu pra eu levantar e ela se ajoelhou na minha frente, começou a me chupar e com as mãos massageava minhas bolas. Eu tava cada vez mais tarado, com minhas bolas cheias de porra esperando pra encher a boca dela de leite. Ela passou as mãos por trás e me agarrou pelas pernas, empurrando a pica até o fundo pra entrar na garganta dela até o talo. Eu não aguentava mais e falei: "Vou gozar". Ela tirou minha pica da boca por um momento e disse: – Quero que você goze agora, quero comer seu leite – depois enfiou a pica toda de novo na boca e, apertando com os lábios, começou a chupar pra frente e pra trás mais rápido. Eu gozei entre gemidos e enchi a boca dela de porra, ela engoliu tudo que conseguiu, e lambeu o que ficou nos lábios dela, também o que escorreu pelas minhas bolas; depois que terminou. limpa meu pau, ele se levantou e me olhou com cara de cachorro no cio e soltou essa pergunta: "Você gostou? Porque a partir de agora vou ser mais puta com você e quero que me satisfaça e faça de tudo". A gente tomou banho e se vestiu rápido, já que tínhamos que preparar o café da manhã e organizar tudo da mudança dela. À noite, depois da mudança, dormi como uma pedra e na manhã seguinte acordei com uma ereção enorme, tinha sonhado com a Maggy e com tudo que queria fazer com ela e continuar experimentando. Não precisei de muito pra gozar pensando no que faria com ela depois. Depois de me lavar, me vesti, tomei café e fui trabalhar. A Maggy me deixava encantado com tudo que a gente fazia junto na cama. Umas 5 dias depois, a gente se encontrou no trabalho (já que voltamos da pandemia no fim de julho, trabalhávamos 4 dias por semana e descansávamos 3). Foi só então que a gente se viu. Ela me cumprimentou normal e depois se aproximou e falou no meu ouvido com uma voz safada e um olhar malicioso nos olhos: que queria comer meu pau, que já estava com saudades e queria que fosse ali no trabalho, porque essa era uma das fantasias pendentes dela, além de querer que eu comesse ela no trabalho. Ela me cortou na hora depois de falar isso, porque uma colega chegou pra cumprimentar a gente. A gente agiu normal a manhã toda. Depois do almoço, pediram pra nós dois fazer um inventário nuns depósitos que tinham móveis. Então mandei mensagem pra Maggy pra gente ir fazer isso, já que ela tinha ido resolver outras coisas. Além disso, se ela queria realizar a fantasia, era a hora de tornar real, já que a gente ia ficar sozinho um bom tempo. Ela demorou uns 10 minutos, quando de repente abriu a porta do depósito onde eu estava. Reagi com surpresa, mas já sabia que naquele momento eu estava decidido a realizar as fantasias dela. Ela se colocou na minha frente de um jeito muito atrevido, como toda uma mulher, com letra maiúscula. A Maggy tinha prendido o cabelo, me olhou sensual, passou a língua nos os lábios, lenta e provocadoramente, ela foi fechando a porta, passou por mim, agarrou com a mão meu pau, que já tava bem duro, e sorrindo pra mim disse: "Ummmmm, sinto algo duro por aqui, que gostoso". Com essas palavras, esqueci completamente meus afazeres, as dúvidas se é que existiam, preocupações ou remorsos por estar fazendo aquilo no meu trabalho, e minha mente foi invadida pelo desejo selvagem de possuir e dominar aquela mulher imediatamente. Ela se colocou na minha frente e, flexionando os joelhos, se ajoelhou diante de mim. Eu olhava nos olhos dela e naquele olhar havia luxúria. A mão dela rapidamente desceu pelo zíper da minha calça, tirou meu pau pra fora e começou um boquete incrível, da cabeça até as bolas, babava bastante e, de vez em quando, enfiava até o fundo da garganta. Eu não fiquei inativo por muito tempo, seguindo meu instinto, passei minha mão pelo pescoço da Maggy e comecei a ditar o ritmo do boquete dela. Agüentei uns 10 minutos assim até encher a boca dela de porra. Depois de engolir, ela se levantou e começamos a nos beijar. Com uma mão, eu agarrava os peitos dela, enquanto com a outra, acariciava a bunda dela. Desabotoei a calça dela e foi quando encontrei a calcinha dela e puxei pra um lado, procurando com meus dedos a buceta dela. Ela, com uma das mãos, me mostrou o caminho até a entrada da vagina dela, empurrou levemente os quadris e um dos meus dedos encontrou os lábios maiores dela, quentes e abertos. Eu os acariciei, antes de meter o dedo na rachadura dela, a masturbei por um momento até que ela não agüentou mais e ficou de quatro num sofá que tinha no depósito.

Me virei e fiquei atrás dela, coloquei a ponta da minha pica na mão dela e ela enfiou de uma só vez, dada a umidade da buceta dela. Assim que entrou, ela disse: "Vamos! Mete bem forte, me fode, me fode!" — soltou um gemido de prazer, se movendo no meu ritmo, rebolando a cintura e não parava de soltar frases obscenas. Dizia: "Sou sua putinha, abre minha buceta com sua pica gostosa e deixa ela inchada, quero que doa quando eu for mijar." Isso me animava a foder ela mais e mais rápido. Ela gozou em poucos minutos, mas eu não parei, ela não parava de gemer. Meu corpo suava e minha mente estava no prazer que aquela mulher me dava e em não sermos descobertos. Senti a buceta dela se contrair e apertar minha pica, como se estivesse sugando pra dentro. Me agarrei nos peitos da Maggy e comecei a me mover mais rápido, com o objetivo de fazer ela gozar de novo. Cuspi no cu dela e com um dos meus dedos comecei a brincar com o ânus dela. Ela disse então: "Vai, papai! Mete um dedo no meu cu, vai, faz isso! Quero que me deixe com os buraquinhos bem abertos." Eu fiz, e ela gozou na hora. Eu também estava prestes a gozar, então ela pediu pra trocar de posição pra evitar. Tirou a calcinha, me olhou e montou em cima de mim, parecia uma fera descontrolada, faminta de sexo, possuída pela luxúria e pelo vício, e eu era a vítima dela. Depois de enfiar minha pica no cu dela, ela disse: "Quero gozar pelo cu, arrebenta meu cu, pica!" Abri as nádegas dela pra que o ânus se abrisse mais e minha pica entrasse e saísse sem problemas; me maravilhando que aquela mulher que há alguns meses conheci tão recatada e discreta agora me pedisse isso, sabia que tinha conseguido muito bem meu objetivo de transformá-la na minha putinha. Ela me mordia e beijava as orelhas e dizia: "Continua, papai! Não para! Continua, enfia até o fundo de uma vez só, sabe que eu gosto de dor! Sou uma safada! Me dá pelo cu! Aproveita a putinha em que você me transformou!" Quando ela disse Isso, minha mente saltou como uma mola, a luxúria me invadiu ainda mais e eu dei uma estocada selvagem com minha cintura, enterrando meu pau ainda mais fundo no cu dela: então perguntei "Você gosta da dor, sua puta? Eu vou te ensinar o que é dor de verdade!" — comecei a me mover com fúria dentro do cu dela, enquanto as lágrimas escorriam de dor, mas eu continuei me animando com as frases obscenas dela. Eu sentia meu pau engrossar a cada frase, a cada empurrão que eu dava, a cada grito, a cada soluço que ela soltava, eu ficava mais e mais excitado. Agarrei as nádegas dela e cravei minhas unhas nelas, rebolando com força no cu dela. Maggy começou a gemer de prazer, mais do que de dor. Segurei suas coxas, ela se deixou cair para frente para se masturbar com uma mão no clitóris, enquanto com a outra apertava os próprios peitos, enquanto meu pau perfurava sem piedade o cu dela. Ela pediu: "Morde meus mamilos!" — fiz sem hesitar, devagar no começo, mas com as obscenidades que ela soltava, apertei com mais força, me vinguei neles, fazendo Maggy gozar de novo. "Estou quase gozando, sua raposa!" — falei enquanto puxava o cabelo dela e levava a bunda dela cheia de porra quente. Me deixei cair no sofá, bufando e grunhindo. Ela ficou com a bunda escorrendo porra e os olhos dela refletiam uma grande satisfação, igual aos meus. Quando conseguiu falar alguma coisa, disse: "Você é uma fera! Foi incrível! Quando você me insultava e me chamava de puta ou raposa, eu ficava cada vez mais com tesão! Obrigada por realizar minhas fantasias, eu precisava me sentir viva!" Começamos a limpar e nos vestir. Ela foi ao banheiro se lavar, e eu fui lavar minhas mãos e a boca. Também aproveitei para pegar produtos de limpeza para disfarçar o cheiro de sexo que deixamos no depósito. Naquele dia, terminamos de fazer o inventário com toda a normalidade, sem que ninguém desconfiasse. O relacionamento continuou na mesma rotina por mais alguns meses, até que em dezembro, que é o mês do meu aniversário, aí muitas coisas mudaram entre nós. Continua...


O último dia que acordamos juntos em casa, antes dela se mudar, ela acordou super tarada e fogosa. Me acordou com a respiração acelerada, gemidos e suspiros. Quando consegui abrir os olhos, vi ela se masturbando a buceta, os dedos dela estavam bem molhados e a buceta escorrendo o mel dela. Ela esfregava o clitóris, começou a enfiar um dedo e depois a mão inteira. Quando percebeu que eu tinha descoberto, pediu desculpas e me contou que estava muito excitada, porque teve sonhos molhados. Como me viu bem dormindo, não quis me acordar.

Depois que gozou super gostoso, a boca dela começou a me beijar enquanto eu, com a pica bem dura, tremia de tesão e aí ela enfiou a língua na minha boca. Minhas mãos começaram a percorrer os peitos dela enquanto ela se ajeitava em cima da minha pica, cravou as unhas no meu peito e soltou um gemido, antes de sentar de vez na minha pica. Depois disso, começou a rebolar rapidinho em cima de mim, eu comecei a ofegar – Oooohhhhhh, Ahhhhhh… tô… tô quase gozando de novo!! – dizia Maggi entre gritos e gemidos. Eu também tava quase gozando, e ela percebeu, porque parou de rebolar rápido, deu uma leve pausa, eu aproveitei pra pegar nos peitos dela com as mãos. Depois disso, Maggy voltou a pular que nem uma louca na minha pica enquanto pedia pra eu chupar e morder os bicos dos peitos dela. Eu fiz, minha língua começou a brincar com os bicos dela enquanto ela apertava minha cabeça contra o peito dela. Maggy deu um grito e balançou a cabeça de um lado pro outro enquanto tava gozando, parou de repente, com minha pica dentro dela, me olhou direto nos olhos e implorou: "Já quero seu leite". Ela saiu de cima e agarrou minha pica com a mão direita, pediu pra eu levantar e ela se ajoelhou na minha frente, começou a me chupar e com as mãos massageava minhas bolas. Eu tava cada vez mais tarado, com minhas bolas cheias de porra esperando pra encher a boca dela de leite. Ela passou as mãos por trás e me agarrou pelas pernas, empurrando a pica até o fundo pra entrar na garganta dela até o talo. Eu não aguentava mais e falei: "Vou gozar". Ela tirou minha pica da boca por um momento e disse: – Quero que você goze agora, quero comer seu leite – depois enfiou a pica toda de novo na boca e, apertando com os lábios, começou a chupar pra frente e pra trás mais rápido. Eu gozei entre gemidos e enchi a boca dela de porra, ela engoliu tudo que conseguiu, e lambeu o que ficou nos lábios dela, também o que escorreu pelas minhas bolas; depois que terminou. limpa meu pau, ele se levantou e me olhou com cara de cachorro no cio e soltou essa pergunta: "Você gostou? Porque a partir de agora vou ser mais puta com você e quero que me satisfaça e faça de tudo". A gente tomou banho e se vestiu rápido, já que tínhamos que preparar o café da manhã e organizar tudo da mudança dela. À noite, depois da mudança, dormi como uma pedra e na manhã seguinte acordei com uma ereção enorme, tinha sonhado com a Maggy e com tudo que queria fazer com ela e continuar experimentando. Não precisei de muito pra gozar pensando no que faria com ela depois. Depois de me lavar, me vesti, tomei café e fui trabalhar. A Maggy me deixava encantado com tudo que a gente fazia junto na cama. Umas 5 dias depois, a gente se encontrou no trabalho (já que voltamos da pandemia no fim de julho, trabalhávamos 4 dias por semana e descansávamos 3). Foi só então que a gente se viu. Ela me cumprimentou normal e depois se aproximou e falou no meu ouvido com uma voz safada e um olhar malicioso nos olhos: que queria comer meu pau, que já estava com saudades e queria que fosse ali no trabalho, porque essa era uma das fantasias pendentes dela, além de querer que eu comesse ela no trabalho. Ela me cortou na hora depois de falar isso, porque uma colega chegou pra cumprimentar a gente. A gente agiu normal a manhã toda. Depois do almoço, pediram pra nós dois fazer um inventário nuns depósitos que tinham móveis. Então mandei mensagem pra Maggy pra gente ir fazer isso, já que ela tinha ido resolver outras coisas. Além disso, se ela queria realizar a fantasia, era a hora de tornar real, já que a gente ia ficar sozinho um bom tempo. Ela demorou uns 10 minutos, quando de repente abriu a porta do depósito onde eu estava. Reagi com surpresa, mas já sabia que naquele momento eu estava decidido a realizar as fantasias dela. Ela se colocou na minha frente de um jeito muito atrevido, como toda uma mulher, com letra maiúscula. A Maggy tinha prendido o cabelo, me olhou sensual, passou a língua nos os lábios, lenta e provocadoramente, ela foi fechando a porta, passou por mim, agarrou com a mão meu pau, que já tava bem duro, e sorrindo pra mim disse: "Ummmmm, sinto algo duro por aqui, que gostoso". Com essas palavras, esqueci completamente meus afazeres, as dúvidas se é que existiam, preocupações ou remorsos por estar fazendo aquilo no meu trabalho, e minha mente foi invadida pelo desejo selvagem de possuir e dominar aquela mulher imediatamente. Ela se colocou na minha frente e, flexionando os joelhos, se ajoelhou diante de mim. Eu olhava nos olhos dela e naquele olhar havia luxúria. A mão dela rapidamente desceu pelo zíper da minha calça, tirou meu pau pra fora e começou um boquete incrível, da cabeça até as bolas, babava bastante e, de vez em quando, enfiava até o fundo da garganta. Eu não fiquei inativo por muito tempo, seguindo meu instinto, passei minha mão pelo pescoço da Maggy e comecei a ditar o ritmo do boquete dela. Agüentei uns 10 minutos assim até encher a boca dela de porra. Depois de engolir, ela se levantou e começamos a nos beijar. Com uma mão, eu agarrava os peitos dela, enquanto com a outra, acariciava a bunda dela. Desabotoei a calça dela e foi quando encontrei a calcinha dela e puxei pra um lado, procurando com meus dedos a buceta dela. Ela, com uma das mãos, me mostrou o caminho até a entrada da vagina dela, empurrou levemente os quadris e um dos meus dedos encontrou os lábios maiores dela, quentes e abertos. Eu os acariciei, antes de meter o dedo na rachadura dela, a masturbei por um momento até que ela não agüentou mais e ficou de quatro num sofá que tinha no depósito.

Me virei e fiquei atrás dela, coloquei a ponta da minha pica na mão dela e ela enfiou de uma só vez, dada a umidade da buceta dela. Assim que entrou, ela disse: "Vamos! Mete bem forte, me fode, me fode!" — soltou um gemido de prazer, se movendo no meu ritmo, rebolando a cintura e não parava de soltar frases obscenas. Dizia: "Sou sua putinha, abre minha buceta com sua pica gostosa e deixa ela inchada, quero que doa quando eu for mijar." Isso me animava a foder ela mais e mais rápido. Ela gozou em poucos minutos, mas eu não parei, ela não parava de gemer. Meu corpo suava e minha mente estava no prazer que aquela mulher me dava e em não sermos descobertos. Senti a buceta dela se contrair e apertar minha pica, como se estivesse sugando pra dentro. Me agarrei nos peitos da Maggy e comecei a me mover mais rápido, com o objetivo de fazer ela gozar de novo. Cuspi no cu dela e com um dos meus dedos comecei a brincar com o ânus dela. Ela disse então: "Vai, papai! Mete um dedo no meu cu, vai, faz isso! Quero que me deixe com os buraquinhos bem abertos." Eu fiz, e ela gozou na hora. Eu também estava prestes a gozar, então ela pediu pra trocar de posição pra evitar. Tirou a calcinha, me olhou e montou em cima de mim, parecia uma fera descontrolada, faminta de sexo, possuída pela luxúria e pelo vício, e eu era a vítima dela. Depois de enfiar minha pica no cu dela, ela disse: "Quero gozar pelo cu, arrebenta meu cu, pica!" Abri as nádegas dela pra que o ânus se abrisse mais e minha pica entrasse e saísse sem problemas; me maravilhando que aquela mulher que há alguns meses conheci tão recatada e discreta agora me pedisse isso, sabia que tinha conseguido muito bem meu objetivo de transformá-la na minha putinha. Ela me mordia e beijava as orelhas e dizia: "Continua, papai! Não para! Continua, enfia até o fundo de uma vez só, sabe que eu gosto de dor! Sou uma safada! Me dá pelo cu! Aproveita a putinha em que você me transformou!" Quando ela disse Isso, minha mente saltou como uma mola, a luxúria me invadiu ainda mais e eu dei uma estocada selvagem com minha cintura, enterrando meu pau ainda mais fundo no cu dela: então perguntei "Você gosta da dor, sua puta? Eu vou te ensinar o que é dor de verdade!" — comecei a me mover com fúria dentro do cu dela, enquanto as lágrimas escorriam de dor, mas eu continuei me animando com as frases obscenas dela. Eu sentia meu pau engrossar a cada frase, a cada empurrão que eu dava, a cada grito, a cada soluço que ela soltava, eu ficava mais e mais excitado. Agarrei as nádegas dela e cravei minhas unhas nelas, rebolando com força no cu dela. Maggy começou a gemer de prazer, mais do que de dor. Segurei suas coxas, ela se deixou cair para frente para se masturbar com uma mão no clitóris, enquanto com a outra apertava os próprios peitos, enquanto meu pau perfurava sem piedade o cu dela. Ela pediu: "Morde meus mamilos!" — fiz sem hesitar, devagar no começo, mas com as obscenidades que ela soltava, apertei com mais força, me vinguei neles, fazendo Maggy gozar de novo. "Estou quase gozando, sua raposa!" — falei enquanto puxava o cabelo dela e levava a bunda dela cheia de porra quente. Me deixei cair no sofá, bufando e grunhindo. Ela ficou com a bunda escorrendo porra e os olhos dela refletiam uma grande satisfação, igual aos meus. Quando conseguiu falar alguma coisa, disse: "Você é uma fera! Foi incrível! Quando você me insultava e me chamava de puta ou raposa, eu ficava cada vez mais com tesão! Obrigada por realizar minhas fantasias, eu precisava me sentir viva!" Começamos a limpar e nos vestir. Ela foi ao banheiro se lavar, e eu fui lavar minhas mãos e a boca. Também aproveitei para pegar produtos de limpeza para disfarçar o cheiro de sexo que deixamos no depósito. Naquele dia, terminamos de fazer o inventário com toda a normalidade, sem que ninguém desconfiasse. O relacionamento continuou na mesma rotina por mais alguns meses, até que em dezembro, que é o mês do meu aniversário, aí muitas coisas mudaram entre nós. Continua...
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