Era sexta-feira, umas 11 da noite, quando recebi uma mensagem da L, estranhei porque era muito raro ela me mandar mensagem do nada, ainda mais numa sexta-feira naquela hora, o marido deveria estar em casa com ela. L: Oi, cê tá na sua casa? Eu sou policial, mas não uma qualquer. Por causa do trampo, trabalho vários dias seguidos e folgo vários dias seguidos também. Eu: Não, tô de plantão. O que foi? L: Não me fala, quando você volta? Eu: Amanhã à tarde, mas o que houve? L: É que o C foi pescar com a família e levou as crianças, então tô sozinha. Eu: E daí? L: É que pensei que cê tava em casa, queria que você viesse me foder todinha a noite inteira. Eu: Não faz assim, que vai me fazer endurecer o pau. L: Vai pra algum lugar onde não tenha ninguém, porque se alguma colega sua ver teu pau duro, vai querer te comer e ele é só meu. Eu: Sim, ainda tem umas novinhas dando em cima de mim, então vim pro meu quarto. L: Ah é? Mas nenhuma seria tão puta quanto eu sou com você. Já tô toda molhada. Eu: Amanhã, assim que chegar, tomo um banho e vou na sua casa. L: Nem pense em me fazer esperar tanto. Quando chegar, vem do jeito que tiver, me algema e me fode pela casa toda, faz o que quiser comigo. Eu: Por essas coisas, prefiro guardar toda a porra pra você. Vou te algemar e arrebentar teu cu pela casa toda. L: Hummm, já tô preparando desde agora. Tava me tocando na cama enquanto a gente conversava, mas agora enfiei um dedo na buceta. (Ela me manda uma foto) Eu: Você vai fazer meu pau explodir. L: Cê me deixa muito tesuda, amanhã faço de tudo com você. Eu: Mal posso esperar pra chegar. Esperei um pouco pra me acalmar e saí de novo pra conversar com meus colegas, a gente tava na base. As horas passavam e eu, de vez em quando, entrava no chat pra ver a foto de novo. Umas 3 da manhã, o celular tocou de novo, abri o chat e era ela. L: Não aguento mais, tô me tocando de novo, preciso de você agora. Por favor, traz esse pau. Eu: Faltam poucas horas, putinha, para de me esquentar tanto porque vou chegar com menos porra. L: Você vai se tocar por mim? Eu: Não, vou pegar uma vadia policial daqui pra ela me chupar a noite toda. L: E você daria a porra na boca dela? Eu: Óbvio, tenho que recompensar ela, você sabe disso. L: Me excita pensar nisso, faria você trazer ela e eu chuparia a boca dela com gosto da sua porra. Eu: Talvez eu faça isso um dia, hoje vou tentar segurar pra dar tudo pra você. L: Por favor, porque fico com ciúmes. Continuo te esperando (foto) Eu: Chega, vadia, não me faz mudar de ideia. L: Desculpa. Já no sábado antes do meio-dia me deram folga, finalmente a espera pela porra ia acabar, as horas pareciam eternas pra ir na casa da minha vadia descarregar toda a porra e o estresse acumulado, tava imaginando colocando ela de quatro e comendo a bunda linda que ela tem. Como ia mais cedo, decidi avisar. Eu: Oi, vou tomar um banho rápido aqui e chego mais ou menos na hora que você fechar. L: Não, nem pense em tomar banho. Eu: Por quê? L: Quero que você venha e sinta o cheiro de macho que você tem. Me excita só de pensar. Eu: Daqui a pouco tô aí, te aviso quando tiver chegando. A putaria que eu tava era inacreditável, tentava me acalmar, senão ia gozar muito rápido e queria aproveitar, mesmo sabendo que dessa vez ia ter ela por muitas horas pra mim. Imaginava tudo que queria fazer e ainda ficava devendo. L: Falta muito? Eu: Uns 20 minutos mais ou menos. Que isso, tão desesperada assim? L: Sim, quero preparar tudo e não quero perder tempo nem pra fechar o negócio. Eu: O que você quer preparar? Vai fechando então, você tem tempo. L: Tenho umas surpresas, já vai ver. Queria tirar o motorista do ônibus e dirigir eu mesmo pra chegar mais rápido, mas me armei de paciência. Eu: Em menos de 5 minutos tô aí. E mandei a localização em tempo real pelo WhatsApp, pra ela ir vendo. L: Ok, entra como sempre. Pra minha surpresa, assim que virei a esquina e faltava um pouco mais de meia quadra até a casa dela, ela abriu a porta. Era inacreditável o Que gostosa que ela tava, tava usando um tênis com umas meias um pouco mais altas que o calçado, um short de legging que deixava ver um pouco da bunda dela, barriga de fora e um top cinza clarinho. Ela levantou a mão direita apoiando no alto da porta e a outra na cintura, fazendo a rabeta dela se destacar pra aquele lado. Nunca na vida ela se vestiu assim, pelo menos na rua ou no negócio dela e que as pessoas pudessem ver, eu pensava "tá maluca", acelerei o passo e quando tava quase chegando ela saiu mais pra calçada, "deixou cair" as chaves, se abaixou sem dobrar os joelhos, apontando a bunda pra mim, nessa altura já tava com o pau duro dentro da calça. Sem parar, quando tava quase chegando ela falou "entra", não falei nada, só entrei. Ouvi a porta fechar atrás de mim, me virei e agarrei minha roupa me levando até ela, que se apoiou no portão e começou a me beijar fundo, inclinando a pélvis pra roçar no meu pau já duro, ela gemia, dava pra ver o quanto tava com tesão. Eu me afastei, ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela, tirou minha mochila e começou a me despir até eu ficar só de calça e coturno. Ela fez eu sentar no pé da cama, tirou meu calçado e as meias, agora me convidou pra deitar bem na cama. Me pediu as algemas e me colocou, não sei o que tinha na cabeceira da cama mas ela prendeu ali, e já imobilizado com as mãos pra trás ela tirou minha calça e depois continuou com minha cueca baixando até quase os joelhos. Começou a me cheirar do pescoço, passando pelo meu peito e descendo pro meu abdômen, de vez em quando colocava a língua pra fora e eu sentia o roçar uns centímetros, até que chegou no meu pau, pegou ele com uma delicadeza e suavidade única, cheirava e fazia o mesmo com minhas bolas. Dava respiradas fundas, enfiando a cara nas minhas partes. Ela: Isso que eu queria cheirar, queria sentir seu cheiro de macho. Eu: Uff Ela: Tá marcado na cueca, você ficou de pau duro muitas vezes até agora? Eu: Você me deixou de pau Pau dura desde ontem à noite, não aguento mais. L: Essa cueca, vou ficar com ela. Assim, quando você não está e eu quero transar, me toco sentindo seu cheiro. Isso me deixou a mil, queria fazer força pra pegar ela na cabeça e ela chupar minha pau, mas era impossível, tava imobilizado. Ela continuou cheirando, enquanto eu me revirava na cama até sentir o calor do fundo da boca dela, tava chupando minha pau melhor do que eu imaginava desde a noite anterior. Parou e colocou a buceta na minha cara, chupa, molha ela toda assim que eu sento no teu pau, ela disse. Tava difícil respirar e eu não alcançava direito, mas fazia um esforço danado pra conseguir, ela gemia em cima de mim, e quando achei que tava pronta, sentou no meu pau, se movia sem piedade com força, cravava as unhas no meu peito. Ela deve ter percebido pela minha cara que eu não ia aguentar muito mais. L: Quando você for gozar, me avisa, quero tomar todo seu gozo. Eu: Como você gosta de tomar meu gozo, que puta que você é, quer ele? L: Amo seu gozo, é o mais gostoso que já provei. Sim, quero, desejo ele. Eu: Então é seu, aí vem. Pulou e colocou a boca no meu pau, me masturbava com força e poucos segundos depois, enchi a boca dela de gozo, mas ela mentiu, não engoliu, deixou cair nos peitos dela. Voltou de novo a sentar perto da minha cara e disse “chupa meu cu”, com minha língua chegava bem, enquanto ela colocava a buceta em primeiro plano na minha cara e se masturbava. L: Eu também quero gozar na sua cara. Eu: Adoraria, faz isso por favor. L: Chupa meu cu, vai, tô muito tesuda. Com uma mão tocava a buceta dela, com a outra juntava meu gozo dos peitos dela e agora sim ia tomando. Era uma vista linda, até que não aguentou mais e com a mão que juntava o gozo, me pegou pelo cabelo, enquanto tinha um orgasmo, e eu via em primeira pessoa. Ela se deitou do meu lado, mas não tirou as algemas, pelo visto, isso tava só começando.
1 comentários - Milf da banca 4