Mãe gordinha (curta)

Minha mãe é uma mulher gorda, loira e branca. Ela é muito insegura com o corpo dela e muito ciumenta, vive me perguntando se tal roupa fica bem nela ou se o que ela tá vestindo não está muito apertado, até me pede opinião sobre o que fica melhor nela quando ela tá só de calcinha. É minha mãe, eu amo ela, mas ver o corpo dela me deixa desconfortável às vezes. Tô acostumado a ver corpos sarados quando vejo pornô no celular, minhas favoritas são as de peitão. Os peitos da minha mãe são grandes, mas como ela é meio gordinha, pro tamanho dela seriam mais peitos pequenos, e eu reparei nos mamilos dela quando ela sai do banho com uma blusa folgada e sem sutiã, ainda com o cabelo molhado. Fica bem marcado, e antes que ela me veja olhando, eu viro o rosto pra outro lado. Mesmo eu gostando de peitos firmes e redondos, nada se compara a ver eles pessoalmente, então sim, me excito um pouco. Por causa das inseguranças dela e do ciúme que às vezes é doentio, meu pai nos largou há alguns meses e foi embora com uma mulher muito mais magra que a minha mãe. Ela sofreu muito, fez terapia pra melhorar, mas a dor dela não era fácil de acalmar. Um dia, o psicólogo dela pediu pra falar comigo depois de uma das sessões dela, e eu aceitei, amo minha mãe e quero vê-la bem. O psicólogo me disse que a autoestima dela tava no chão e que ela não tinha ninguém pra levantar ela, e me falou: "Se você ama sua mãe, ajuda ela, faz elogios, fala que ela é linda, que ela é muito gostosa, que essa cor fica muito bem nela ou que com aquele outro vestido ela fica ainda melhor. Fala que ama muito ela, dá um abraço de vez em quando, qualquer coisa que você pensar pra fazer ela se sentir melhor." Me senti o pior filho do mundo, minha mãe tava sofrendo e eu não fazia nada por ela. Agradeci ao doutor pelos conselhos e prometi que faria de tudo pra ela melhorar. Desde aquele dia, eu comecei a falar pra minha mãe como ela era linda e gostosa, e dava pelo menos um abraço nela por dia. No começo, ela não sabia como lidar com os elogios, porque sempre respondia com "mentira, não tô bonita não". O chão ficava triste. Mas a rotina ajudou e fui ganhando confiança, ela já aceitava meus elogios e devolvia na mesma moeda, "você é um verdadeiro galã, me dizia" ou "isso você deve falar pra todas", a gente brincava junto e isso fazia ela sorrir. Eu convidava ela pro cinema e ajudava a escolher a roupa dela depois do banho, e aproveitava pra ver os biquinhos do peito dela de novo por baixo da blusa. Era tipo um encontro pra ela e isso fazia ela se sentir gostosa, ela era muito gostosa e eu tava começando a perceber isso, e isso me dava uma raiva do meu pai. A gente ficou muito próximo e a confiança da minha mãe só aumentava, mas algo também tava mudando em mim, comecei a gostar das "gordinhas" quando via pornô sozinho e elas me excitavam pra caralho.

Uma vez aconteceu uma coisa muito sem graça, ela me pediu meu celular emprestado e eu dei, depois fui no banheiro e pedi pra ela cuidar dele quando terminasse de usar. Quando saí do banheiro, fui procurar ela e tava na sala, quando me viu ela se assustou um pouco, como se tivesse fazendo algo errado. Talvez ela tivesse procurando uns caras, pensei, isso era bom, talvez já tivesse pronta pra sair de novo, fiquei com um pouco de ciúmes, ela me entregou o celular meio surpresa e me deu um sorrisinho. Não liguei e sorri de volta, depois no meu quarto liguei o celular e ia ver umas gordinhas dando o cu, e vi tudo que minha mãe tinha visto. Ela não tava procurando ninguém, na verdade tava vendo tudo que eu tinha visto, tava aberta a aba de um site cheio de gordinhas transando, eu tinha esquecido de limpar meu histórico e tinha deixado aberto. O sangue gelou na hora, quase tive um treco quando percebi que minha mãe, que era uma "gordinha", tinha visto no celular do filho dela um monte de mulher milf e gordinha dando o cu com um cara jovem. Não queria sair do quarto, não conseguia olhar na cara dela, não queria nem descer pra jantar. Fiquei com tanta vergonha que parei de fazer elogios e de chamar ela pra sair, e ela também ficou meio distante de mim. A autoestima dela começou a Cair de novo e percebi. Um dia encontrei ela muito triste e chorando na sala, no celular dela ela me mostrou o perfil do papai onde ele estava com aquela outra senhora. Sentei do lado dela e abracei. — Você já não acha que sou bonita? — ela me perguntou entre lágrimas. — Claro que sim, mãe — eu disse — você é muito, muito bonita, muito mais do que aquela foxy de pernas finas — foi a única coisa que me veio à cabeça. — Você já não me diz que sou bonita há um tempo. — Desculpa, mãe, andei muito ocupado com minhas tarefas e trabalhos e esqueci por um momento como você é linda e gostosa — tirei isso da manga. — E você acha que sou sexy? — ela me olhou nos olhos. — Claro que você é sexy — fiquei desconfortável e não soube o que dizer — você é a mulher mais sexy que conheço — não consegui evitar de exagerar. — Então por que ninguém quer ficar comigo? — ela perguntou. — Porque são uns idiotas cegos — tirei isso da manga de novo e depois exagerei demais sem perceber. — Sabe, se você não fosse minha mãe, eu estaria atrás de você — depois de falar, soou ainda mais estranho e fora de lugar. — Sério? — ela perguntou de novo, me olhando nos olhos. — Claro, você é muito sexy — eu não sabia mais o que dizer para amenizar a situação. — O que você gosta em mim? — ela perguntou depois. — Bem, bem, eu gosto das suas... Pernas, sim, adoro suas pernas — foi a primeira coisa que me veio à cabeça para não dizer peitos ou bunda. — Você gosta das minhas pernas? — ela perguntou meio surpresa, como se esperasse que eu dissesse que adorava a bunda enorme dela. — Ah, sim, são muito lindas, eu gosto de pernas grossas — droga, já estava muito metido e não sabia como sair. — Ok — ela disse — obrigada, precisava ouvir isso — falou depois e se levantou. Finalmente tinha escapado daquela situação que já estava ficando muito estranha, mesmo que tivesse me excitado um pouco. Mãe saiu pelo resto da tarde e eu fiquei vendo pornô, vi tanto que já estava muito, muito excitado. Estava prestes a me aliviar quando mãe voltou. Não disse nada, só foi tomar banho, o que era estranho porque ela só tomava banho de manhã ou à noite, mas Dessa vez ela fez isso chegando de tarde. Quis me aliviar enquanto tava no banheiro, mas saí muito rápido e, pra minha desgraça, ela sentou do meu lado na sala. Tava usando uma espécie de pijama escuro com estrelas e luas, que era um shortinho curto que deixava ver todas as pernas grossas dela e parte da bunda também aparecia. Chegou e sentou primeiro no sofá do lado do meu e começou a ler um livro, como se não percebesse que tava muito provocante. Não sei se foi todo o pornô que eu tinha visto que me deixou muito excitado e sensível, ou se era que eu realmente tava morrendo de vontade de comer ela, mas meu pau ficou muito duro, como nunca, e eu não conseguia levantar porque ia aparecer tudo. Me segurei vendo TV e virando pra olhar ela, percebia que ela me olhava de canto pra ver se eu tava vendo. Comecei a tocar meu pau porque já não aguentava mais. Ela sorria quando notava que eu olhava pra ela ou quando eu me tocava pra me acalmar. Os minutos passavam e ela parecia estar ficando impaciente. Finalmente se levantou e demorou um pouco pra voltar. Quando voltou, sentou de novo, mas não se deitou, se reclinou no sofá e abriu as pernas. Quem diria, afinal ela tinha pernas lindas e eu já não aguentava mais, mas faltava uma coisa: ela tava mexendo as pernas e de vez em quando mexia o suficiente pra eu ver a virilha dela. Eu queria dar uma olhada na calcinha dela, mas não vi. Ela não tava usando. Pude ver a bucetinha rosada e linda dela, e além disso, tinha se depilado. Tava brilhante e molhadinha, como se tivesse acabado de raspar. Caralho, isso já era demais, ela queria ser comida e eu também queria demais. Não aguentei mais, me levantei e ela me olhou. Sem dizer nada, notou minha ereção e se deitou de novo, me dando as enormes nádegas dela. Abaixei o shorts e tirei a camisa. Fui até ela e subi em cima, me posicionei na bunda dela e comecei a acariciar, abrindo e fechando. O shorts não cobria tudo. Cada vez que eu abria, dava pra ver A bucetinha dela era pequena e rosada. Eu tava batendo uma punheta enquanto enfiava o pau entre as coxas enormes dela e já ia gozar, mas ela me interrompeu. Agarrou meu pau com a mão e puxou pra entre as pernas dela. Queria que eu metesse. Sem dizer nada, soltou, mas eu entendi. Não podia acreditar no que ia fazer: ia meter na minha mãe. Caralho, o sonho de todo jovem. Não pensei duas vezes. Passei saliva na cabeça do pau e comecei a enfiar entre a carne dela. Pra mim, parecia que já tava dentro, mas tenho que confessar que faltou tamanho pra chegar até a buceta dela. Tentei o máximo que pude pra conseguir entrar nela, mas acho que não consegui. Eu já tava no paraíso entre as coxas dela, tentando chegar lá, e era tão quente e apertado que não deu pra segurar a gozada. Ela percebeu que eu tinha terminado e só sorriu. Eu não queria sair de cima dela.Mãe gordinha (curta)
Gordinha
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