Pra todas aquelas pessoas que tão insatisfeitas com o corpo que têm, que nasceram homens mas se sentem mulheres, chegou a chance, a oportunidade de mudar. Através do novo programa (Gender Change Male to Female), vocês vão poder ter a vida que sempre quiseram. Mas não é tão fácil assim. Mesmo sendo de graça, sem precisar pagar um centavo, vocês vão ser marcados com uma das 16 marcas das sissies, que vai indicar qual vai ser a função de vocês na nova vida. Até daria pra dizer que é uma maldição, mas nunca existiu uma mulher que tenha reclamado.
Felipe era um homem hétero que nunca teve sorte com as mulheres. Já com os homens, era outra história. Por isso, com o tempo, ele virou bi, e foi experimentando o próprio corpo. Cada dia que passava, ele tava gostando mais e mais de ser uma bichinha, de transar com homem, chupar pica e dar o cu.
Quando ficou sabendo desse novo programa, quase nem pensou duas vezes. Foi decidido a começar uma vida nova, sendo o que ele sentia que era: uma mulher. Então entrou nesse programa, onde iam transformar ele 100% numa mulher. E foi exatamente o que aconteceu.
Uma mulher linda e extravagante, ainda mais baixinha, mal chegando a 1,55m, mas com uma longa cabeleira. Só que, isso sim, quase sem pelos corporais, isso permaneceu. Mas tinha um detalhe: na bunda dela, uma marca, uma das 16 marcas das sissys. Ela tinha ficado com a marca da Inferioridade. O que isso significa? Que toda vez que cruzasse com um homem, ela se autoperceberia como inferior, como o que realmente é: uma sissy patética, inferior aos homens.Finalizada a conversão para mulher, o médico se aproximou dela — um médico muito prestigiado, que era o chefe principal do programa — e, com uma voz bem cortante, mandou ela abaixar a cabeça e se ajoelhar.
Surpreendentemente, ela (Felipe) fez isso, olhando para o chão ajoelhada na frente do homem, enquanto na cabeça só pensava em obedecer a ordem do superior que falou com ela. O médico esboçou um sorriso, tudo tinha saído perfeitamente, a marca tinha sido feita, agora ela era inferior a qualquer homem.Médico: Muito bem, Felipe, pode se levantar.
Felipe se levanta.
Médico: Bom, agora você precisa de outro nome, já não podem mais te chamar assim. Me diga, você tinha outro nome em mente?
Felipe: Sim, senhor. O nome que eu gostava, se me permite, é Raquel.
Médico: Muito bem, a partir de agora você não é mais Felipe, e sim vai se chamar Raquel.
Ele aperta a mão dela e sai do quarto, seu trabalho já tinha terminado. A primeira pessoa do programa tinha sido convertida com eficiência.
Depois começaria o verdadeiro inferno dela, embora ela não sentisse assim, já que de certo modo se sentir inferior aos homens a agradava e até a excitava bastante. Ela não conseguia nem olhar na cara do colega de quarto, mais que isso, não só limpava a casa inteira de cima a baixo, como também cozinhava pra ele. Toda vez que ele chegava do trabalho, ela já tinha o jantar servido, um pouco mais e ela colocava na boca dele. Era impressionante o quão ridícula e minúscula ela se sentia ao lado do colega de quarto homem. Ele percebeu bem rápido o que estava rolando e decidiu testar ela.
Um dia ele chegou e deu um tapa forte na bunda dela, deixando a marca dos cinco dedos da mão no rabo. Ela soltou um gemido bem alto, porque o tapa ecoou pra caralho, mas a parada não parou por aí. Além disso, ele apertou a bochecha da bunda dela com força enquanto dizia que a transformação dela tinha ficado muito boa. Ela agradeceu pelas palavras e, ao ver que ela não reagiu mal, o colega de quarto esboçou um sorriso.Colega: Não ia ser mais confortável pra você andar com menos roupa pela casa? (Perguntou com um sorriso cheio de confiança e safadeza)
Raquel: É, pode ser. Você acha que eu devia usar menos roupa? É assim que você ia gostar?
Colega: (Percebendo o que tava rolando) Com certeza, em casa a gente não precisa andar com tanta roupa. Olha pra mim, só tô de regatinha e um shortinho.
A partir disso, Raquel começou a andar sem sutiã pela casa, com um top bem fininho, que marcava os bicos dos peitos e uma fio dental. Menos roupa que isso já era ficar completamente pelada.O roommate viu aquilo e se aproveitou. Ao ver como ela andava pela casa, encurralou ela contra a parede, passando a mão nela toda. Raquel começou a gemer com os amassos do parceiro, então ele aumentou o ritmo. Vendo que a colega de quarto não só não reclamava, como se deixava apalpar, arrancou o top dela, deixando os peitos à mostra, enquanto chupava e massageava eles, pra depois partir direto pra parte de baixo, metendo a mão na buceta dela, enquanto Raquel apertava o pulso do roommate e gemia baixinho.
Ele, completamente excitado, tirou a pica pra fora, deixando ela na frente dela, e mandou ela chupar. Raquel aceitou na hora, ajoelhou e começou a chupar a pica dura e comprida do parceiro. Começou devagar, enfiando só a ponta enquanto segurava o tronco com uma mão, até que foi aumentando o ritmo, metendo cada vez mais daquele pauzão na boca, saboreando e babando cada centímetro de pica. Mas o colega de apartamento era impaciente, e Raquel não era nenhuma expert — até já tinha feito isso antes e não era a primeira vez que colocava uma pica na boca, mas definitivamente não era algo que fazia sempre. O cara não teve pena: encostou ela na parede e começou a meter com força, fodendo a boca dela. Enquanto ela engasgava com aquele pinto venudo, ele segurou a cabeça dela e controlou o ritmo do jeito que queria. Uma porrada atrás da outra, ele enfiava até o fundo, segurando por 3 segundos em garganta profunda, e repetia sem descanso. Teve que soltar ela 4 vezes porque Raquel engasgava sem conseguir respirar.
Esse gozou na cara toda dela, que recebeu felizona o leite do colega de quarto, que não parava de sair, um, dois, três jatos seguidos na cara dela.
Não deixou ela nem limpar o rosto, pegou ela ali mesmo e levou pra cama, aquilo não tinha acabado e tava longe de acabar. Assim que ela ficou de quatro na cama, ele começou a meter, enquanto dava tapas na bunda dela e puxava o cabelo, batendo bem em cima da marca que ela tinha, aquela marca que justamente mostrava a superioridade do colega de quarto sobre ela. A partir dali, isso ia ser parte da vida dela, porque ela era isso: um ser inferior que tinha que abrir a buceta pra receber a pica dele. Ficaram assim por quase uma hora, ele comendo ela com força, enquanto ela gemia que nem a puta que é e não parava de levar tapão na bunda, que tava completamente vermelha.
Depois de uma foda selvagem, bem pesada e intensa, ele gozou dentro dela, obviamente enchendo ela por completo, enquanto ela dizia "dentro não" enquanto gemia sentindo o esperma sendo bombeado direto no útero.A partir daí, as coisas iam mudar drasticamente. Cada ordem que o colega de quarto dela dava, ela obedecia, ele virou o daddy dela, era como se ela pertencesse a ele. Ele não só tinha uma mulher que fazia todo o trabalho doméstico, como também proibiu ela de usar roupa dentro de casa — qualquer coisa que não fosse lingerie estava terminantemente proibida. E a diversão agora era muito maior.
Raquel, quando ele tava pronto pra brincar, ela não podia andar pela casa, tinha que ir de quatro, seguindo ele enquanto tentava chupar a pica dele. Ali tava ela, sendo uma putinha, caçando a pica do macho dela andando de quatro pela casa, até que ele se cansava de brincar com ela e esperava receber o boquete quase diário. Às vezes ele ficava de pé enquanto ela, de quatro ou ajoelhada, chupava ele; outras vezes, ele sentava no sofá admirando como ela, com a bunda bem empinada, recebia a chupada da vida dela.
Claro que o roommate dela, um cara bem fetichista, não ia deixar passar certas oportunidades, como fazer ela usar coleira e corrente feito uma putinha, levando ela pela casa toda de quatro e com uma coleira, ou colocando ela pra chupar o pau dele enquanto puxa ela pela coleira pra ela engolir inteiro.
Mas a diversão não para por aí: a Raquel sentia um certo prazer no BDSM, então ele usa ela como apoio sempre que precisa se acomodar no sofá, ou quando quer comer, ou fazer algum trabalho importante de casa.
Essa posição também é bem comum pra Raquel, já que é assim que ela normalmente leva no cu depois de um longo dia de trabalho. Num dia cansativo, Raquel tem que esperar ele com a bunda o mais alta possível e aberta, pra ele relaxar metendo sem nenhum cuidado, a ponto de quase arrebentar ela. Mas pra sorte dela, já tá acostumada com a selvageria do colega de quarto e com o jeito que ele arromba o rabo dela e deixa escorrendo de porra. Fim.
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