16 marcas de sissy (inferioridade)

16 marcas de sissy (inferioridade)Olá, pessoal! Trago um novo formato pra essas histórias de Gender Bender, pra não ficar repetitivo e chato. Se eu ver que vocês tão gostando, vou continuar completando as marcas.

Pra todas aquelas pessoas que tão insatisfeitas com seus corpos atuais, que nasceram homens mas se sentem mulheres, tem uma chance, uma chance de mudar. Através do novo programa (Gender Change Male to Female), vocês vão poder ter a vida que sempre quiseram. Mas não é tão fácil assim. Embora seja grátis e vocês não precisem pagar um centavo, vão ser marcadas com uma das 16 marcas das sissies, que vai indicar a nova função de vocês na nova vida. Eu diria que são uma maldição, mas nunca existiu uma mulher que tenha reclamado.

Felipe era um homem hétero que nunca teve sorte com as mulheres. Já com os homens, era diferente. Por isso, com o tempo, ele se tornou bissexual e começou a experimentar com o próprio corpo. Cada dia que passava, ele gostava mais de ser uma mariquinha, de transar com homens, chupar paus e dar o cu.

Quando ficou sabendo desse novo programa, quase não hesitou e foi decidido a começar uma nova vida sendo o que ele sentia que era: uma mulher. Então, ele entrou nesse programa, que ia transformá-lo 100% numa mulher. E foi exatamente o que aconteceu.vadiaFelipe, um macho de 27 anos, com uma aparência meio magricela, altura abaixo da média, pouca barba, menos ainda pelos no corpo, um pau extremamente pequeno, quase um micropênis, acabou se tornando isso.submissaoUma mulher linda e extravagante, ainda mais baixinha, mal chegando ao 1,55m, mas com uma longa cabeleira. Só que, sim, quase sem pelos no corpo, isso se manteve. Mas tinha um detalhe: na bunda dela, uma marca, uma das 16 marcas das sissys. Ela tinha ficado com a Inferioridade. O que isso significa? Que toda vez que cruzasse com um homem, ela se autoperceberia como inferior, como o que realmente é: uma sissy patética, inferior aos homens.

Terminada a conversão para mulher, o médico se aproximou dela. Um médico muito prestigiado, que era o chefe principal do programa. Com uma voz bem cortante, mandou ela abaixar a cabeça e se ajoelhar.submissaSurpreendentemente, ela (Felipe) fez isso, olhando para o chão ajoelhada na frente do homem, enquanto na cabeça só pensava em obedecer a ordem do superior que falou com ela. O médico esboçou um sorriso, tudo tinha saído perfeitamente, a marca tinha sido feita, agora ela era inferior a qualquer homem.

Médico: Muito bem, Felipe, pode se levantar.

Felipe se levanta.

Médico: Bom, agora você precisa de outro nome, já não podem mais te chamar assim. Me diga, você tinha outro nome em mente?

Felipe: Sim, senhor. O nome que eu gostava, se me permite, é Raquel.

Doutor: Muito bem. A partir de agora você não é mais Felipe, mas sim vai se chamar Raquel.

Ele aperta a mão dela e sai do quarto, o trabalho dele já tinha terminado. A primeira pessoa do programa tinha sido convertida com eficiência.

Depois disso, começaria o verdadeiro inferno dela, embora ela não sentisse assim, já que de certa forma se sentir inferior aos homens a agradava e até a excitava bastante. Ela não conseguia nem olhar na cara do colega de quarto, mais que isso, não só limpava a casa inteira de cima a baixo, como também cozinhava para ele. Toda vez que ele chegava do trabalho, ela já tinha o jantar servido, um pouco mais e estaria dando na boca dele. Era impressionante o quão ridícula e minúscula ela se sentia ao lado do colega homem. Ele percebeu bem rápido o que estava rolando e decidiu testar ela.TravestiUm dia ele chegou e deu um tapa forte na bunda dela, deixando a marca dos cinco dedos da mão no rabo dela. Ela soltou um gemido bem alto, porque o tapa ecoou bastante, mas a coisa não parou por aí. Além disso, ele apertou a bochecha da bunda dela com força enquanto dizia que a transformação dela tinha ficado muito boa. Ela agradeceu pelas palavras e, ao ver que ela não reagiu mal, o colega de quarto esboçou um sorriso.

Colega de quarto: Não ficaria mais confortável pra você andar com menos roupa pela casa? (Perguntou com um sorriso cheio de confiança e safadeza)

Raquel: É, pode ser. Você acha que eu deveria usar menos roupa? Seria assim que você gostaria?

Colega de quarto: (Percebendo o que estava rolando) Com certeza, em casa a gente não precisa andar com tanta roupa. Olha pra mim, só estou com uma regatinha e um short.troca de corpoA partir disso, Raquel começou a andar sem sutiã pela casa, com um top bem fino, que marcava os bicos dos peitos e uma fio dental, menos roupa que isso já seria ir completamente nua.
O roommate viu isso e se aproveitou, ao ver como ela andava pela casa, encurralou ela contra a parede, apalpando ela. Raquel começou a gemer com as mãos do parceiro, então ele intensificou, ao ver que a colega de quarto não só não reclamava, mas se deixava apalpar, arrancou o top dela, deixando os peitos à mostra enquanto chupava e massageava, para depois atacar diretamente a parte de baixo, metendo a mão na buceta dela, enquanto Raquel apertava o pulso do roommate e gemia baixinho.homem dominanteEle, completamente excitado, tirou a pica pra fora, deixando ela bem na frente dela, e mandou ela chupar. Raquel aceitou na hora, ajoelhou e começou a chupar a pica dura e comprida do parceiro. Começou devagar, colocando só a ponta na boca enquanto segurava o tronco com uma mão, até que foi aumentando o ritmo, enfiando cada vez mais daquele pauzão na boca, saboreando e babando cada centímetro de pica. Mas o colega de apartamento era impaciente, e Raquel não era nenhuma expert. Até já tinha feito isso antes e não era a primeira vez que colocava uma pica na boca, mas definitivamente não era algo que fazia sempre. Só que o cara não teve pena: encostou ela na parede e começou a meter com força, fodendo a boca dela enquanto ela engasgava com aquele pinto venudo. Ele segurou a cabeça dela e controlou o ritmo do jeito que quis, uma metida atrás da outra, enfiando até o fundo, segurando por 3 segundos em garganta profunda e repetindo, sem descanso. Teve que soltar ela 4 vezes porque Raquel engasgava sem conseguir respirar.mudanca de generoEsse gozou na cara toda dela, que recebeu felizona o esperma do colega de quarto, que não parava de sair, um, dois, três jatos seguidos na cara dela.Desculpe nao posso ajudar comEle não deixou ela nem limpar o rosto, pegou ela na hora e levou pra cama, aquilo não tinha acabado e tava longe de acabar. Assim que ela ficou de quatro na cama, ele começou a meter, enquanto dava tapas na bunda dela e puxava o cabelo, batendo bem em cima da marca que ela já tinha, aquela marca que mostrava a superioridade do roommate sobre ela. A partir dali, isso ia ser parte da vida dela, porque ela era isso: um ser inferior que tinha que abrir a buceta pra receber a pica dele. Ficaram assim por quase uma hora, ele comendo ela gostoso, enquanto ela gemia que nem a puta que é e não parava de levar tapas na bunda, que já tava toda vermelha.De homem para mulherDepois de uma foda selvagem, bem pesada e intensa, ele gozou dentro obviamente, enchendo ela por completo, enquanto ela dizia "dentro não" enquanto gemia sentindo o esperma sendo bombeado direto no útero.

A partir daí, as coisas iam mudar drasticamente. Cada ordem que o colega de quarto dava, ela obedecia, ele virou o daddy dela, era como se ela pertencesse a ele. Não só ele tinha uma mulher que fazia todo o trabalho doméstico, como também proibiu ela de usar roupa dentro de casa — qualquer coisa que não fosse lingerie estava terminantemente proibida. E a diversão agora era muito maior.genero xRaquel, quando ele estava pronto pra brincar, ela não podia andar pela casa, tinha que ir de quatro, perseguindo ele enquanto tentava chupar a pica dele. Lá estava ela, sendo uma putinha, seguindo a pica do macho dela andando de quatro pela casa, até que ele se cansava de brincar com ela e esperava receber o boquete quase diário. Às vezes ele ficava de pé enquanto ela, de quatro ou ajoelhada, chupava ele; outras vezes, ele sentava no sofá admirando como ela, com a bunda bem empinada, recebia a chupada da vida dela.16 marcas de sissy (inferioridade)Claro que o roommate dela, um cara bem fetichista, não ia deixar passar certas oportunidades, tipo fazer ela usar coleira e corrente como uma putinha, levando ela pela casa toda de quatro e com uma coleira, ou colocando ela pra chupar o pau dele enquanto puxa ela pra engolir tudo.vadiaMas a diversão não para por aí: a Raquel sentia um certo tesão pelo BDSM, então ele usa ela como apoio toda vez que precisa se acomodar no sofá, ou quando quer comer, ou fazer algum trampo importante de casa.submissaoEssa posição também é bem comum pra Raquel, já que é assim que ela costuma levar no cu depois de um dia longo de trabalho. Não um dia exaustivo, Raquel tem que esperar ele com a bunda o mais alta possível e aberta pra ele relaxar, metendo sem nenhuma delicadeza, a ponto de quase rasgar ela. Mas pra sorte dela, já tá acostumada com a selvageria do roommate dela e com como ele arrebenta o rabo dela e deixa escorrendo de porra. Fim.

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