Essa é a continuação da minha história anterior com minha prima (transformei minha prima na minha putinha pessoal). Depois do almoço, decidimos tirar um cochilo, já que todo mundo tava cansado: minha irmã por causa da ressaca, e eu e minha prima pela sessão de sexo matinal que tivemos. Acordei lá pelas 8 da noite. Minha irmã e minha prima estavam na sala, deitadas no sofá vendo TV. Minha irmã tava usando um vestido bem leve que marcava todo o corpo gostoso dela.
Minha prima tava vestida com um short de lycra esportivo que destacava a bunda enorme dela.
Junto com um top esportivo também, enfim, parecia que elas tinham se combinado pra deixar qualquer homem excitado, e conseguiram, porque quando vi ela tive uma ereção que consegui esconder pra minha irmã não notar (naquela época ainda não tinha rolado nada das histórias que escrevi sobre ela). Quando cheguei, sentei no meio das duas, segurando uma perna de cada uma e perguntei:
Eu: Como vocês estão?
Irmã: Eu me sinto um lixo
Prima: Pois é, você bebeu quase meia garrafa sozinha, prima, haha
I: Pois é, porque vocês sumiram no meio da noite, o que tanto faziam lá fora?
Eu: Só fumando, irmã
I: Demoraram tanto só pra fumar?
P: Bom, fumando e conversando, a gente não se via há muito tempo
Eu: É, tínhamos muito o que conversar
Minha irmã não sei se acreditou ou não, mas pela ressaca que tava, nos deixou em paz. Depois de um tempo sentados vendo TV, ela falou que tava com fome, mas não se sentia bem pra dirigir, então me pediu se eu podia buscar a janta no carro dela. Aceitei e falei que levaria minha prima pra ela poder descansar mais um pouco (coisa que obviamente era mentira). Ela só me deu as chaves, e eu e minha prima saímos no carro dela pra procurar o que comprar pra janta. Já no carro, ela disse:
P: Gostou da roupa que sua puta vestiu pra você, primo?
Eu: Claro, puta, você tá muito gostosa, marca toda essa raba
P: Que bom que você gostou
Eu: Sim, mas vamos ter que fazer algo com isso — falei segurando minha pica
P: Por isso não se preocupa, pra isso que serve sua puta — disse ela se ajoelhando no banco do carro, depois puxando minha pica pra fora e começando a me fazer um boquete
Eu: ah que puta gostosa eu arrumei - falei pra ela dando um tapinha leve
P: ah sim que delícia, papi, me bate mais
Eu: ah que puta submissa você é - dei outros tapas, mas agora mais fortes
P: ai sim sim assim agg agg
Eu dei outros tapas e antes de chegar no lugar onde compramos o jantar, peguei ela pela cabeça e comecei a comer a boca dela
O som das arcadas dela combinado com os sons da minha pica cheia da saliva dela tava muito gostoso, pensei em gozar mas me segurei e puxei ela pelo cabelo tirando minha pica da boca dela pra depois dar um beijo bem safado nela. P: que gostoso, papi, mas eu queria meu leite. Eu: e você vai ter, putinha, mas isso vai ser quando voltar pra casa, agora desce e pede a janta que tô com fome. Ela desceu do carro e entrou no lugar pra comprar a janta, depois de uns 40 minutos que pareceram uma eternidade ela voltou, abriu a porta, entrou no carro, colocou a comida no banco de trás e sem falar nada começou a chupar minha pica de novo. Eu: cê tá com muita fome, putinha? P: sim, papi, muita, ag ahgg. Eu: e o que a minha putinha quer? P: leite, papi, agg quero seu leite. Eu não aguentei mais, então estacionei o carro e peguei ela pela cabeça de novo pra foder a boca dela mais uma vez, fiquei fazendo isso por uns 5 minutos até gozar e fazer ela engolir todo meu sêmen. Eu: ah, toma aí, putinha, agora engole tudo, não quero que sobre nem uma gota. Ela virou pra mim e abriu a boca mostrando o pouco de sêmen que sobrou, depois engoliu e voltou a chupar minha pica pra tirar até a última gota. Eu liguei o carro rumo a casa e enquanto isso ela continuava chupando minha pica até ela ficar mole. Chegando em casa, minha irmã tava dormindo no sofá, acordamos ela pra jantar com a gente, jantamos os três de boa conversando sobre as histórias da noite anterior e outras antigas de quando éramos crianças. Depois da janta, minha irmã foi pro quarto dela e a prima foi junto, já que tavam dividindo o quarto. Eu fui pro meu e me deitei umas 11 da noite, depois de uns 20 minutos notei que a porta abriu, era minha prima, acendeu a luz e eu fiquei duro só de saber o que vinha, já que ela tava só de conjunto de sutiã e calcinha fio dental pretos, que fazia o corpo dela, mas principalmente a bunda gostosa dela, ficar ainda mais linda.
Eu: que foi, vadia? Ficou com vontade?
P: sim, pai, minha bucetinha tá toda molhada
Eu: uff, traz pra cá, quero provar essa delícia
Ela veio andando até minha cama, eu me levantei e joguei ela na cama, depois puxei ela pra beirada e tirei a calcinha fio dental dela, que tava toda encharcada na parte que ficava bem na buceta dela. Ao ver aquela delícia, afundei minha cara na buceta dela e comecei a chupar tudo.
Ela pegou um travesseiro e mordeu pra minha irmã não ouvir os gemidos dela, já que eu tava chupando toda a buceta dela. Quando percebi que as pernas começaram a tremer, enfiei dois dedos na xereca molhada dela até fazer ela dar um squirt forte.
Depois disso, comecei a chupar e morder os bicos dos peitos dela, fiz isso pra ela dar uma pequena pausa antes de colocá-la de quatro como a boa puta que ela é. Quando ela tava nessa posição, comecei a meter a pica sem piedade, dando tapas naquele rabão enorme que ela tem, junto com umas estocadas fortes. Ela tava possuída pelo tesão e por mim, tanto que eu parei e ela sozinha começou a se empalar na minha pica, me dizendo
P: ahh sim, primo, assim sim, ahh que gostoso, papai
Eu: cê gosta da minha pica, puta? — falei dando um tapa bem forte na bunda dela
P: aaay sim, sim, papai, adoro sua pica, ahh
Eu: puta gritona, quer que te escutem? — puxei ela pelo cabelo, aproximando a cabeça dela da minha — quer que minha irmã e todo mundo saibam que você é minha puta, hein?
P: sim, papai, ayy sim, quero que todo mundo saiba que sou sua puta, ahh, Nmms, que gostoso, ah
Eu: então grita, grita o que você é, puta
P: SOU SUA PUTA, PAPAI, AAHH, SOU A PUTA DO MEU PRIMO, AHH
Isso me deixou com muito tesão, pensar que minha irmã, meus vizinhos ou meus pais podiam ter ouvido, e mesmo assim a puta não se importava com mais nada além de me satisfazer. Então pensei: se ela era capaz disso, seria capaz de tudo. Decidi tirar minha pica e colocar na entrada do cu dela. Quando ela sentiu, virou e disse:
P: não, papai, por aí não
Eu: o quê? Minha puta tá me negando o que é meu? — dei um tapa forte nela por desobediente
P: ah, não, não, papai, não é isso
Eu: então parece, ou não tá me negando seu cu?
P: sim, papai, mas por um bom motivo
Eu: e qual é esse motivo?
P: é que não fiz a higiene anal, papai
Eu: eu não ligo pra isso, nem um pouco — falei colocando a ponta na entrada do cu dela e dando uma leve estocada
P: mas eu ligo, papai — ela disse afastando a bunda de mim — quero que você arrebente ele, mas amanhã, depois que eu fizer uma boa limpeza
Eu: já te falei que não me importa, tô nem aí se sujar minha pica de merda
P: por favor, papai, vai ser a primeira vez que faço por lá e quero que seja especial pra mim e pra você, por favor, espera até amanhã, pela sua puta, sim?
Eu: tá bom, puta, vou esperar, mas você vai ter que tirar meu leite sentando, e de castigo hoje não vai poder engolir
P: tá bom, papai, mereço por ter te negado
Depois ela virou de costas e começou a cavalgar minha pica como a boa puta que é.
Depois de uns 10 minutos montando em mim, gozei dentro dela, enchendo ela de porra. Ela esperou sair os últimos jatos e depois tirou pra se limpar.
Eu: O que cê tá fazendo?
P: Me limpando, papai.
Eu: Claro que não, sua puta. Você se comportou mal, então vai dormir com a porra do papai dentro.
P: Mas papai, minha prima...
Eu: Não tô nem aí, não ligo se ela perceber. Você vai dormir com minha porra dentro e pronto.
Ela me obedeceu, vestiu a tanguinha e saiu do meu quarto com meu sêmen escorrendo pelas pernas. No dia seguinte, saiu bem cedo e me mandou mensagem dizendo que ia numa sexshop comprar tudo que a gente ia usar pro anal que eu faria nela mais tarde. Mas isso é história pra outro relato.
Minha prima tava vestida com um short de lycra esportivo que destacava a bunda enorme dela.
Junto com um top esportivo também, enfim, parecia que elas tinham se combinado pra deixar qualquer homem excitado, e conseguiram, porque quando vi ela tive uma ereção que consegui esconder pra minha irmã não notar (naquela época ainda não tinha rolado nada das histórias que escrevi sobre ela). Quando cheguei, sentei no meio das duas, segurando uma perna de cada uma e perguntei:Eu: Como vocês estão?
Irmã: Eu me sinto um lixo
Prima: Pois é, você bebeu quase meia garrafa sozinha, prima, haha
I: Pois é, porque vocês sumiram no meio da noite, o que tanto faziam lá fora?
Eu: Só fumando, irmã
I: Demoraram tanto só pra fumar?
P: Bom, fumando e conversando, a gente não se via há muito tempo
Eu: É, tínhamos muito o que conversar
Minha irmã não sei se acreditou ou não, mas pela ressaca que tava, nos deixou em paz. Depois de um tempo sentados vendo TV, ela falou que tava com fome, mas não se sentia bem pra dirigir, então me pediu se eu podia buscar a janta no carro dela. Aceitei e falei que levaria minha prima pra ela poder descansar mais um pouco (coisa que obviamente era mentira). Ela só me deu as chaves, e eu e minha prima saímos no carro dela pra procurar o que comprar pra janta. Já no carro, ela disse:
P: Gostou da roupa que sua puta vestiu pra você, primo?
Eu: Claro, puta, você tá muito gostosa, marca toda essa raba
P: Que bom que você gostou
Eu: Sim, mas vamos ter que fazer algo com isso — falei segurando minha pica
P: Por isso não se preocupa, pra isso que serve sua puta — disse ela se ajoelhando no banco do carro, depois puxando minha pica pra fora e começando a me fazer um boquete
Eu: ah que puta gostosa eu arrumei - falei pra ela dando um tapinha leve P: ah sim que delícia, papi, me bate mais
Eu: ah que puta submissa você é - dei outros tapas, mas agora mais fortes
P: ai sim sim assim agg agg
Eu dei outros tapas e antes de chegar no lugar onde compramos o jantar, peguei ela pela cabeça e comecei a comer a boca dela
O som das arcadas dela combinado com os sons da minha pica cheia da saliva dela tava muito gostoso, pensei em gozar mas me segurei e puxei ela pelo cabelo tirando minha pica da boca dela pra depois dar um beijo bem safado nela. P: que gostoso, papi, mas eu queria meu leite. Eu: e você vai ter, putinha, mas isso vai ser quando voltar pra casa, agora desce e pede a janta que tô com fome. Ela desceu do carro e entrou no lugar pra comprar a janta, depois de uns 40 minutos que pareceram uma eternidade ela voltou, abriu a porta, entrou no carro, colocou a comida no banco de trás e sem falar nada começou a chupar minha pica de novo. Eu: cê tá com muita fome, putinha? P: sim, papi, muita, ag ahgg. Eu: e o que a minha putinha quer? P: leite, papi, agg quero seu leite. Eu não aguentei mais, então estacionei o carro e peguei ela pela cabeça de novo pra foder a boca dela mais uma vez, fiquei fazendo isso por uns 5 minutos até gozar e fazer ela engolir todo meu sêmen. Eu: ah, toma aí, putinha, agora engole tudo, não quero que sobre nem uma gota. Ela virou pra mim e abriu a boca mostrando o pouco de sêmen que sobrou, depois engoliu e voltou a chupar minha pica pra tirar até a última gota. Eu liguei o carro rumo a casa e enquanto isso ela continuava chupando minha pica até ela ficar mole. Chegando em casa, minha irmã tava dormindo no sofá, acordamos ela pra jantar com a gente, jantamos os três de boa conversando sobre as histórias da noite anterior e outras antigas de quando éramos crianças. Depois da janta, minha irmã foi pro quarto dela e a prima foi junto, já que tavam dividindo o quarto. Eu fui pro meu e me deitei umas 11 da noite, depois de uns 20 minutos notei que a porta abriu, era minha prima, acendeu a luz e eu fiquei duro só de saber o que vinha, já que ela tava só de conjunto de sutiã e calcinha fio dental pretos, que fazia o corpo dela, mas principalmente a bunda gostosa dela, ficar ainda mais linda.
Eu: que foi, vadia? Ficou com vontade? P: sim, pai, minha bucetinha tá toda molhada
Eu: uff, traz pra cá, quero provar essa delícia
Ela veio andando até minha cama, eu me levantei e joguei ela na cama, depois puxei ela pra beirada e tirei a calcinha fio dental dela, que tava toda encharcada na parte que ficava bem na buceta dela. Ao ver aquela delícia, afundei minha cara na buceta dela e comecei a chupar tudo.
Ela pegou um travesseiro e mordeu pra minha irmã não ouvir os gemidos dela, já que eu tava chupando toda a buceta dela. Quando percebi que as pernas começaram a tremer, enfiei dois dedos na xereca molhada dela até fazer ela dar um squirt forte.
Depois disso, comecei a chupar e morder os bicos dos peitos dela, fiz isso pra ela dar uma pequena pausa antes de colocá-la de quatro como a boa puta que ela é. Quando ela tava nessa posição, comecei a meter a pica sem piedade, dando tapas naquele rabão enorme que ela tem, junto com umas estocadas fortes. Ela tava possuída pelo tesão e por mim, tanto que eu parei e ela sozinha começou a se empalar na minha pica, me dizendo
P: ahh sim, primo, assim sim, ahh que gostoso, papai Eu: cê gosta da minha pica, puta? — falei dando um tapa bem forte na bunda dela
P: aaay sim, sim, papai, adoro sua pica, ahh
Eu: puta gritona, quer que te escutem? — puxei ela pelo cabelo, aproximando a cabeça dela da minha — quer que minha irmã e todo mundo saibam que você é minha puta, hein?
P: sim, papai, ayy sim, quero que todo mundo saiba que sou sua puta, ahh, Nmms, que gostoso, ah
Eu: então grita, grita o que você é, puta
P: SOU SUA PUTA, PAPAI, AAHH, SOU A PUTA DO MEU PRIMO, AHH
Isso me deixou com muito tesão, pensar que minha irmã, meus vizinhos ou meus pais podiam ter ouvido, e mesmo assim a puta não se importava com mais nada além de me satisfazer. Então pensei: se ela era capaz disso, seria capaz de tudo. Decidi tirar minha pica e colocar na entrada do cu dela. Quando ela sentiu, virou e disse:
P: não, papai, por aí não
Eu: o quê? Minha puta tá me negando o que é meu? — dei um tapa forte nela por desobediente
P: ah, não, não, papai, não é isso
Eu: então parece, ou não tá me negando seu cu?
P: sim, papai, mas por um bom motivo
Eu: e qual é esse motivo?
P: é que não fiz a higiene anal, papai
Eu: eu não ligo pra isso, nem um pouco — falei colocando a ponta na entrada do cu dela e dando uma leve estocada
P: mas eu ligo, papai — ela disse afastando a bunda de mim — quero que você arrebente ele, mas amanhã, depois que eu fizer uma boa limpeza
Eu: já te falei que não me importa, tô nem aí se sujar minha pica de merda
P: por favor, papai, vai ser a primeira vez que faço por lá e quero que seja especial pra mim e pra você, por favor, espera até amanhã, pela sua puta, sim?
Eu: tá bom, puta, vou esperar, mas você vai ter que tirar meu leite sentando, e de castigo hoje não vai poder engolir
P: tá bom, papai, mereço por ter te negado
Depois ela virou de costas e começou a cavalgar minha pica como a boa puta que é.
Depois de uns 10 minutos montando em mim, gozei dentro dela, enchendo ela de porra. Ela esperou sair os últimos jatos e depois tirou pra se limpar. Eu: O que cê tá fazendo?
P: Me limpando, papai.
Eu: Claro que não, sua puta. Você se comportou mal, então vai dormir com a porra do papai dentro.
P: Mas papai, minha prima...
Eu: Não tô nem aí, não ligo se ela perceber. Você vai dormir com minha porra dentro e pronto.
Ela me obedeceu, vestiu a tanguinha e saiu do meu quarto com meu sêmen escorrendo pelas pernas. No dia seguinte, saiu bem cedo e me mandou mensagem dizendo que ia numa sexshop comprar tudo que a gente ia usar pro anal que eu faria nela mais tarde. Mas isso é história pra outro relato.
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