Milf da banca gostosa 1

Bom, vim contar uma história de sexo com uma vizinha. Ela tem um mercadinho/bar do lado da minha casa, é de Santiago del Estero, uma mulher quieta e meio submissa na aparência. Ficou muito amiga da minha mãe e, toda vez que vai comprar alguma coisa, ficam conversando por umas 2 horas, enquanto ela conta várias coisas, e minha mãe nos conta em segredo. É uma milf de uns 45 anos, corpo muito bom, bunda gostosa, peitos bonitos, linda. Agora, com o tempo, nem tudo está no lugar como quando a conheci há 15 anos, mas ainda é uma mulher muito desejável.

Meu vizinho, o dono da casa, tem parentes em Santiago, então numa visita que fez, a conheceu. Ela tinha um filho de uns 4 ou 5 anos e, depois de um tempo de love à distância, veio morar aqui com o filho. Agora eles têm outro filho de uns 6 anos, mas parece que ela se cansou um pouco e já não dá muita bola pra ele, dormem separados e, pelo que confessou pra minha mãe, não têm intimidade nunca. Eu tenho 30 anos, tenho namorada, e me considero um cara bonito, não sou o típico banana, nada a ver, normal, mas me visto bem e tenho meu charme.

Depois de ouvir essas confissões, mesmo sempre tendo reparado nela — já que a conheci quando tinha uns 15 anos, e nessa idade qualquer motivo era bom pra uma punheta —, eu já tinha deixado essa tara de lado, embora sempre que pudesse olhasse pra bunda dela, que é o que mais me atrai. Mas aí a chama acendeu de novo, aquela tara. Comecei a ir mais vezes comprar, sempre na boa, sem fazer nada demais, mas sentia que tinha uma chance mínima e não queria desperdiçar. Afinal, por muito tempo ela foi motivo de várias bronhas, e mesmo não estando como quando a conheci, queria realizar esse desejo.

Sempre que vou ao mercadinho, faço transferência e mando o comprovante pelo WhatsApp, e é só isso: mando o comprovante com um "obrigado, L" (L é o nome dela), e ela responde com um "obrigada a você, A" (A é o meu). nome). Dessa vez, quando fui e estava comprando umas coisas, elogiei o cabelo dela, ela me sorriu com um obrigada, e seguiu tudo normal, mandei o comprovante e ficou por isso. Dois dias depois, fui e ela estava com uma legging de academia e uma jaqueta, era tipo um conjunto. Eu: Que outfit hein, ficou bem em você. L: Ai obrigada, comprei faz um tempo mas não usava, me dava vergonha, sei lá. Eu: Nada, vergonha de quê? L: Ah, sei lá, sou mais do jeans, sinto que a legging marca muito e tenho que ficar subindo em cadeira ou algo assim, pra pegar coisas lá em cima e não dá. Eu: Claro, entendo. Mas ficou bem em você, uma pena que não usa. Além disso, de jeans ou não, o que tem, tem, não dá pra esconder muito. Ela entendeu a indireta, sobre a bunda dela, que mesmo de legging ou não, marca do mesmo jeito. L: Não me fala assim que me deixa noiada kkk agora não vou querer subir pra pegar nada. Eu: E eu cada vez que vier, vou pedir algo lá em cima, qualquer coisa, não tô nem aí kkkk te vejo, vou nessa, Valeu. L: Valeu você. Ia deixar passar uns dias, mas achei que tinha avançado um pouco e a verdade é que sou impaciente, então esperei umas 3 horas e voltei. Eu: Oooolha ela. L: Justo ia fechar, chegou na hora. Eu: Por isso me apressei, sei que ao meio-dia você sempre fecha. L: O que precisa? Olhei o que tinha em alguma altura que precisasse subir na cadeira, e tinha coisas atrás do balcão, e também do lado onde o pessoal entra, então olhei lá e falei, meio sem vontade. Eu: Um macarrão comprido, qual você tem? Olhei pro lugar, fazendo sombra com a mão, e ela disse: deixa eu ver. L: Tenho esses spaghetti, esses outros. Enquanto ia me passando, e eu, sem ela perceber, curtia a vista. Eu: E esses outros, o que são? L: Bucatinni. Eu: Só tem dessa marca? (Tentava fazer de tudo pra ela subir, talvez ela sacasse o porquê) L: Não, esses também. Tinha 4 pacotes de macarrão na mão e era o que menos me importava, escolhi o último que ela me deu. Eu: Vou levar esse, toma, te devolvo esses outros. L: Beleza, valeu. Terminei de arrumar os pacotes, que eu ia passando um por um pra ganhar tempo. Pelo menos, com o que eu já tinha visto até aquele momento, já tava claro que eu ia voltar e ela ia me pegar, não tinha chance de não rolar. Além disso, subida ali dava pra ver a tanga preta que ela tava usando, só dava pra ver o triângulo em cima, devia ser um fiozinho na bunda, pior ainda. Mas primeiro eu ia tentar uma jogada que tinha planejado. Fui embora, agradeci e falei que ia transferir. Quando cheguei em casa, mandei o comprovante e outra foto, mais 3 pacotes de macarrão comprido que eu tinha guardado. L: Não me diga que você não sabia que tinha isso guardado, traz o pacote depois que te devolvo o dinheiro, sem problema. Era agora ou nunca. Eu: Na real, não precisava de nada, só fui pedir algo que ficasse alto em você, como tinha falado antes, e cumpri. Passaram 2, 3 minutos e não recebi resposta, mas ela tinha lido a mensagem. Por dentro, pensei: ferrei tudo, com que cara vou voltar agora? Tava no chat dela esperando, ia mandar uma mensagem pedindo desculpas, mas de repente ela começou a escrever e parava, escrevia de novo e parava. Naquela altura, só queria não ter confusão, mas chegou a mensagem que mudou tudo. L: Por que você fez isso? Agora sim, era tudo ou nada, definitivamente. Eu: Porque queria ver melhor como ficava a legging em você, embora na imaginação já tivesse tirando ela. L: E aí? Eu: E aí o quê? L: Gostou? Eu: Amei, do jeito que imaginei. Um pouco transparente dava pra ver quando você subiu, e isso me deixou louco. L: É mesmo um pouco transparente? Eu: Muito pouco, mas sim, quando você se estica. L: Olha, tô sozinha, e ia justamente arrumar o negócio, não quer vir me ajudar e de quebra, se quiser, me dá o pacote? Eu: O pacote de macarrão fica comigo, te trago outro pacote. L: Tomara que seja um pacote comprido então, toca a campainha da garagem quando vier. A garagem era colada na calçada, continuava o mercadinho e as persianas estavam desce. Toquei a campainha e ouvi um grito "quem é?" "Sou eu, A". Entra e tranca a porta, deixa a chave. Eu: Onde cê tá? L: Aqui no escritório, vem. Eu: Ah tá, é assim que me recebe? Tava na escada, apontando a raba pra porta onde eu entrava, organizando mercadoria. L: Te falei que tinha que arrumar haha Eu: Tomara que demore, tenho a tarde toda. L: Então, capaz que eu tire folga, e eu também tirei a tarde toda. Ficamos assim um tempão, eu passava as coisas pra ela e ela parava a raba, um roçada ou outra na bunda dela, mas nada além. Os dois sabíamos o que tava rolando, a tensão sexual tava no ar, ninguém avançava mas a gente curtia o momento. Não perdia chance de cravar os olhos naquela raba monumental, e toda vez que ela percebia, ria e pedia pra eu passar algo. L: Vai lá pra trás, tem uma caixa com umas coisas pra arrumar aqui, traz ela por favor, é a única que tá em cima da mesa. Quando voltei, fiquei de boca aberta, ela tinha tirado a legging, tava só de fio dental, que na parte entre as nádegas era um barbante, e tinha tirado a jaqueta pra vestir uma regata branca justa e decotada. Não conseguia falar nada, e ela quebrou o silêncio. L: Não queria que você ficasse imaginando como era sem a legging, como você disse na mensagem, e por me ajudar, te recompensei. Agora me passa o que tá na caixa. Hipnotizado, fui e agarrei a raba dela, dei um tapa e quando surpresa ela tentou falar algo, puxei o fio dental e enfiei a cara, na minha boca ficou a buceta dela e no meu nariz o cu, ela pediu pra parar uma ou duas vezes, mas enquanto equilibrava na escada, eu não parava de chupar, agora também seguia na raba dela e aí sim ela começou a gemer. Terminei de tirar o fio dental e fiz ela descer da escada, virei ela, beijei fundo, enquanto agarrava a bunda dela e apertava forte meu volume na barriga dela, fui levando ela até umas caixas empilhadas num costado, de repente se transformaram numa poltrona onde ela se sentou e eu continuei chupando a buceta dela. Como ela tava tão molhada e é uma mulher grande, imaginei que podia fazer algo e, aproveitando a umidade de toda a área, fui direto com o dedo maior pra porta do cu dela, enfiando sem aviso uma falange. Ela prendeu o ar, tremeu, relaxou o corpo e, ao mesmo tempo que soltava um gemido, mexeu um pouco a raba na minha direção, com certeza sem pensar, mas num ato de luxúria me convidando a continuar enfiando o dedo. Quando sentiu ele completo lá dentro, me agarrou pelo cabelo e apertou minha cara contra a buceta dela, e enquanto eu mantinha meu dedo firme naquela posição, ela começou a rebolar a cintura, de um jeito que brincava sozinha com meu dedo no cu dela. L: Me come, não aguento mais. Tirei meu dedo do cu dela e, de um pulo, enfiei a pica na buceta dela, deu pra sentir o alívio que ela sentiu. Eu: Faz quanto tempo que você não sente uma pica, hein? L: Faz muito, mas igual a sua, nunca. Mostrei o dedo que tinha enfiado na raba dela e chupei ele pra sentir o gosto. Ela jogou a cabeça pra trás e, como se as mãos fossem duas garras, cravou elas no meu peito. L: Você é um filho da puta, como você faz isso comigo? Comecei a meter forte, o mais forte que podia, tirava praticamente a pica toda e enfiava com força. Eu: Gostou do dedo no cu, não é, puta? L: Amei, faz tempo que não sinto um dedo na raba que não seja o meu. Isso me incendiou. Eu: Você enfia o dedo no cu direto? L: Sim, adoro, como você acha que eu tenho essa raba? Eu: Você fez ela crescer na dedada e eu vou manter ela na pica. Ela me agarrou pela cintura e começou a fazer eu continuar metendo com força. L: É todo seu, usa quando quiser. Mas me come pelo amor de Deus, tô quase gozando. E foi assim, me enfiei no fundo da buceta dela, pra sentir como pulsava, enquanto ela gozava. Depois de um tempo, ela se recuperou e me disse. L: Onde você vai? Eu: Achei que você ia querer que eu fosse embora. L: Ainda não. (Ela) Levantou e, me pegando pela mão, me fez sentar num sofá dentro da casa dela. "Ainda quero mais, e além disso não provei uma gota do seu gozo, não posso deixar você ir." Ela se ajoelhou e me fez um boquete do caralho, ninguém na minha vida tinha feito igual. Ela chupava a cabeça e fazia garganta profunda, de repente tinha saliva demais em toda a minha pica, até os ovos estavam cobertos de baba e ela aproveitava pra massagear eles, o prazer era imenso. Ela parou de chupar e, ajoelhada no chão, começou a escalar meu corpo até chegar no ponto de colocar os peitos na minha cara. Enquanto isso, ela pegava na minha pica e tentava encaixar pra sentar, demorava um pouco e dava leves pulinhos, molhava os dedos na língua e tentava de novo, enquanto eu me distraía com os peitos enormes dela, até que senti que conseguiu o que queria e percebi por que tava difícil: ela tava enfiando minha rola no cu. Ela apoiou a testa no meu peito e, sem parar de mexer a cintura pra baixo, enfiando toda a minha pica, começou a gemer com uma voz muito aguda, só dizendo "ahh ah". Ela cavalgou, cada vez mais forte, e mais forte. Quando senti que ela tinha relaxado e o cu dela acostumou, comecei eu a levantar ela um pouco no ar e enfiar com força. Eu apertava e dava tapas fortes nos peitos dela, ela reclamava, queria tirar minhas mãos. Respondi dando um tapa na cara dela e enfiando vários dedos na boca, segurando a mandíbula, dando uma ordem. Eu: "Cala a boca, puta, e arrebenta teu cu sozinha, usa minha pica, vai." Ela começou a cavalgar forte. Eu: "Você tem que me agradecer por emprestar minha rola pra você arrebentar teu cu, sabe quantas queriam estar aqui?" Ela continuou e continuou cavalgando. Tirei os dedos da boca dela e dei outro tapa. Eu: "Me agradece ou não venho mais." L: "Obrigada, obrigada." Eu: "Obrigada por quê?" L: "Por emprestar sua pica pra arrebentar meu cu, faço o que você quiser, mas por favor continua vindo." Eu: "Issooo, assim que eu gosto, a partir de agora você me pertence." Não aguento mais, faz tempo que não... Tratavam ela assim, como a puta que ela realmente é, e pros outros ela mostra outra cara. Gozei, ela teve um orgasmo com meu pau no cu dela e, logo depois disso, tirei ela de cima de mim, deixando ela de joelhos, sem forças no chão. Eu: "Abre a boca." E aí, soltei anos de punheta que eu tinha batido pensando nela e o tesão que eu tava desde de manhã, enchi a boca e a cara dela de porra. Eu: "Engole." Ela fez isso e, sem eu pedir, abriu a boca e mostrou a língua, provando que não tinha gozo sem engolir. Peguei minha roupa, me troquei e fui embora, mas antes falei: "Essa calcinha vou levar de lembrança. Agora você é minha puta sempre que eu precisar." Ah, ia esquecendo: quando chegar em casa, te mando o comprovante...

3 comentários - Milf da banca gostosa 1

si tenes la serie completa, pasala porfa siempre la dan de baja
Anto266 +1
Ya era hora de repostear! Los tenía en favoritos y no me dejaba leerlos. +10!
Es que me bajaron como 5 cuentas, espero que esta vez no suceda. Gracias por bancar !
Lo bueno de las milf es que puedes terminar dentro y no se pueden embarazar
Tal vez si eh, ojoo