Tudo começou como uma brincadeira (17)

Passaram-se alguns dias e chegou uma reunião social em que estávamos com minhas duas irmãs. Lúcia, a mais velha, que está namorando o Marcos, e Martina, a mais nova, que começou a namorar faz pouco tempo o Mati, um cara que foi colega de escola dela.
Não vou dizer que foi a primeira vez que as via como mulheres, mas a sacanagem do que a gente tinha fantasiado com a Sol tava me dando um tesão danado toda vez que eu via uma das minhas irmãs.
O negócio é que, num dos olhares pra Lúcia, a Sol me viu e cochichou no meu ouvido: “O que foi? Tá percebendo como a Lúcia, sua irmãzinha, é gostosa?”
Esse comentário da Sol me desmontou por completo, porque, mesmo tendo uma cumplicidade total, ela falar aquilo no meio da festa era algo que ela não costumava fazer.
O comportamento da Sol me surpreendeu, mas mais ainda quando a vi rindo junto com minha irmã Lúcia.
Eu fui pro jardim e cruzei com o namorado da minha irmã; fiquei conversando um pouco com ele e ele me contou que na semana seguinte ia pro Brasil a trabalho e precisava ficar lá pelo menos 15 dias.
Tava nessa quando vejo a Sol sair pro jardim junto com minha irmã Lúcia, as duas rindo.
A festa acabou e fiquei com a curiosidade do que a Sol e minha irmã estavam falando.            Não vai me contar do que vocês estavam falando com a minha irmã?            Coisas de mulher            Vai – falei pra ela            Sério, coisas de mulher.            Eu via elas bem sorridentes            Pode ser, com certeza durante a semana a gente sai pra tomar umas cervejas à tarde…            Ah, olha, seria a primeira vez que vocês duas saem sozinhas?            Sim, não sei por que, se sempre gostei pra caralho da sua irmã            Você não ia querer misturar…            Pode ser
Chegou o dia e vi a Sol indo se encontrar com minha irmã. A verdade é que passaram pelo menos 3 horas até minha mulher voltar.            Como é que foi?" – perguntei pra Sol quando vi ela entrar.
Olhei pra ela com calma e reparei como ela tava gostosa. Dava pra ver que ela tava meio alta por causa dos drinques que com certeza tomou com a minha irmã, e isso só deixava ela ainda mais gostosa.            A verdade é que me diverti pra caralho            Sim?            Sim, tua irmã é uma foda, ri pra caralho e me diverti pra cacete com ela.            Sim, a verdade é que a Lucía é muito divertida – eu reconheci            Não só divertida…            O que mais?            Tenho novidades! – ela me disse, toda sorridente.            Que tipo de novidades?            No começo, só posso te contar que sua irmãzinha não é nenhuma santa, nem freira, nem nada que se pareça.            Por que você tá dizendo isso?            Bom, vou te contar – dizia ela enquanto começava a se despir para trocar de roupa.            Já tô gostando – falei pra ela e fui pra cima.            Espera aí que vou te contar – dizia Sol, mas não parava de me beijar e corresponder aos meus carinhos.
Eu já tava de pau duro de tanto imaginar coisas da minha irmã. Não importava o que fosse, mas saber que ela não era tão santinha me deixava com muito tesão.            Só posso te contar umas poucas coisas, porque prometi pra sua irmã que não ia falar nada e não vou quebrar essa promessa.            Nããão, me conta tudo, por favor            Olha, Gonza, se você quer que eu ganhe a confiança dela, isso é parte do que eu tenho que fazer.
Minha decepção foi tão grande que ela percebeu e continuou:
            Só posso te dizer que ela não é nenhuma santa, que adora sexo e é fogosa igual ao irmãozinho.            E aí, não pode me dar mais detalhes?            Não.
Fiquei com tesão e acabamos transando com a Sol. Ela, enquanto me comia, dizia que com certeza minha irmã transava igual, igual ela, gostosa e bem putinha. Gozei que nem um porco.
No fim de semana, a gente ia ter um churrasco e piscina à tarde na casa dos meus pais. Fomos pra lá e, depois do almoço, o show começou.
Minha irmã tava usando um biquíni violeta, com a parte de cima de dois triângulos e a de baixo uma fio-dental fininha, toda enfiada na racha. Também tava com uma regatinha curta por cima, então a bunda ficava totalmente à mostra.
A Sol chega por trás e fala:            Disfarça um pouco e para de olhar tanto pra bunda da sua irmã Lucía.            O que eu faço? Fico olhando pra Martina um tempinho? – falei com um sorriso.
Sol me beija e sussurra no meu ouvido:            Se você tá muito na pica, vamos pro seu quarto.            Vamos, bora.
O melhor de tudo era que meu quarto de solteiro ficava em cima e a janela dava pro jardim. Dava pra ver qualquer um que entrasse na casa.
Enquanto subíamos a escada, a Sol não largava o celular. Ela vira e me fala:            Faz tempo que não transamos nesse quarto.            Siiii – eu ataquei ela, beijando com desespero            Tenho uma ideia…            O quê?            E se a gente for pro quarto da sua irmã?            É que daqui de cima não dá pra ver lá pra baixo – tento explicar pra ela            Mas seria uma situação gostosa se você me comesse no quarto delas
Claro, era o quarto atual da minha irmã Martina que antes dividia com a Lucía. Sol pega na minha mão e me leva pro quarto delas.
Não demora pra se ajoelhar e começar a chupar meu pau. Tá diferente. Ela abaixa meu short totalmente e começa a acariciar minhas bolas enquanto me chupa com uma arte que é um poema.
Eu me deixo levar e fecho os olhos.            Que buceta gostosa que você tem" – ela me fala
Eu me surpreendo com o comentário, não porque ela não pense isso ou nunca tenha me dito, mas ela fala num tom animado e bem alto, dava pra ouvir.
Quando baixo a cabeça pra olhar pra ela, vejo que o olhar dela está na porta do quarto. Ali está a Lucía, minha irmã, vendo tudo.            Desculpa, Lucía – falo me afastando            Não… tá de boa – ela diz, mas não sai.
Meu pau perde um pouco da ereção e Sol volta a chupar ele. Eu fico surpreso e olho pra Sol e pra minha irmã alternadamente.            Desculpa, Lu – fala a Sol            Não, tá de boa, continuem – fala minha irmã            É que a gente tava muito na pica            Continua que eu fico de olho pra ninguém chegar" – fala minha irmã.
Agora a Lucía, minha irmã, olha pelo corredor e volta o olhar pra chupada magistral de pau que minha mulher tá me dando.
Agora eu troco olhar com minha irmã, que me sorri.            Vejo que sua mulher é uma gostosa – ele me diz            É a melhor – digo enquanto acaricio o cabelo ruivo da Sol.
A Sol tira meu pau da boca e fala pra minha irmã.            É que a pica do teu irmão também é a melhor, olha – Agora a Sol me bate uma olhando pra minha irmã
Conheço minha irmã e sei que ela tá muito nervosa. Não sabe o que fazer nem o que dizer. As narinas dela se abrem de nervoso, a boca treme e ela não consegue articular palavra.
A Sol coloca minha pica de novo na boca
-            Aghhhh Mmmmm – tá escapando de mim            Mmmmm – chupa, Sol            Siiiii – minha irmã diz.
Não sei se ela tá falando isso por causa do comentário da Sol sobre minha pica, mas o fato é que ouvir minha irmã soltar só um Siiiii já me faz gozar igual um louco.            Aghhhh Ahhhhhh aghhhhh – quase gritei            Aghhhh mmmmmm – O Sol chupa e chupa, engolindo todo o meu gozo, que é abundante como poucas vezes.            Mmmmm siiiim – diz minha irmã            Aghhhh Aghhhh Só agora ela olha pra minha irmã com meu pau na boca e eu vejo ela realmente gostosa. Por outro lado, minha irmã me olha nos olhos mordendo o lábio inferior.            Gostou do que viu? – Sol diz pra ele            Muito…            Quer que a gente te deixe sozinha no quarto? – diz a Sol            Acho que vou precisar disso.
Não consigo evitar de olhar pro triângulo roxo do biquíni da minha irmã e vejo uma mancha de umidade na parte de baixo. Sim, minha irmã ficou excitada e se molhou toda com meu pau.            Vamos pro teu quarto – a Sol me fala – quero que você me faça gozar            Sim, vamos – falo pra ela.
Sol me pega na mão e eu sigo. Ela chega no meu quarto, se joga de barriga pra cima na cama e puxa a calcinha de lado, me oferecendo a buceta rosada dela.
Não hesito em chupar. Começo com uma lambida longa e vejo que ela tá tão molhada quanto eu imaginava. Um fio de lubrificação estica na ponta da minha língua. Olho pra ela e ela sorri.            Que gostosa você está! – eu digo            Com certeza como a Lu – ela diz de forma perversa.
Isso me anima a chupar com mais tesão, se é que dava pra ter mais. Mergulho na buceta molhada dela e chupo, mordo com os lábios, e chupo de novo, vou pro clitóris, e volto a chupar. Fecho os olhos e os gemidos dela me envolvem.            Aghhhh aghhh aghhhh – o som que antecede o orgasmo            Mmmmm – continuo chupando            Aghhhh tô gozando… – Sol me avisa
Abro os olhos pra olhar pra ela. Ver minha mulher ruiva gozando deve ser um dos espetáculos mais gostosos que eu curto.
Mas a surpresa vem quando vejo que os olhos dela, em vez de estarem fechados ou procurando os meus, estão olhando pra porta do meu quarto.
Ali está a Lúcia, minha irmã, gemendo e gozando quase em silêncio.
Olho de novo pra Sol, que tem os peitos pra fora da malha, e me pergunto se ela tirou eles pra se tocar ou pra se exibir pra minha irmã.            Vai, goza, Lu, que a gente quer ver você gozando – fala a Sol            Aghhhh Mmmmm siiiiiii, agggggggghhhh Mmmmm – A Lucía tira a mão molhada da calcinha e olha pros dedos brilhando.            Você também tava muito tarada?" – pergunta Sol enquanto arruma o biquíni dela.            Siiii, muito Eu olho pros dedos brilhantes da minha irmã e meu pau já fica duro de novo praticamente. Pra piorar, a Sol que também tá olhando, sussurra no meu ouvido:            O que deve ser chupar esses dedos agora…            O que ela te disse?" – minha irmã me pergunta.            Não tenho coragem de te falar isso" – confesso pra ela.            Vai, não seja cagão            Não, não.
Apesar de tudo que a gente viveu, não tenho coragem de falar isso pra minha irmã.            fala você – minha irmã diz pra minha mulher            Não, é muito forte – diz Sol
Ouvimos um barulho e nos ajeitamos todos. Meu pau, por sorte, começou a murchar rapidamente.
Enquanto descemos as escadas, minha irmã reclama:            Não quero que tenham segredos comigo, é falta de educação.            Quer que eu te fale? – parece desafiar minha mulher pra cunhada dela.            Claro
Quando a gente tá saindo pro jardim, eu ouço a Sol falando pra minha irmã:            Eu falei pro seu irmão como deve ser gostoso chupar esses dedos com o gosto da sua buceta.
Olhei pra Sol como quem não acredita no que acabou de ouvir, e depois olhei pra minha irmã, que ficou toda vermelha e, sem dar resposta nenhuma, saiu correndo e se jogou na piscina.
Ela precisava se esfriar.







Continua…
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8 comentários - Tudo começou como uma brincadeira (17)

kokiCD +1
A esta altura del partido no me molestaría ser el perro de la familia (porque creo que en cualquier momento le toca a él darle a Solcito)
+ 10