A primeira parte está mais abaixo.
Ao sentir minha tia como se enchesse toda a buceta com meu leite que tinha acumulado a semana inteira, ela se excitou muito mais e começou a rebolar aquele rabão enorme, apertando as paredes da buceta como se estivesse ordenhando meu pau e tirando até a última gota de leite. Quando conseguiu, teve outro orgasmo, deu um grito e deixou o corpo cair na cama, ficando completamente imóvel. Eu beijava o pescoço dela, e ela não se mexia, com os olhos fechados como se estivesse dormindo de novo. Deixei ela lá, fui tomar um banho, depois preparei um suco especial pra recuperar um pouco do meu vigor e fui encontrar meus amigos pra jogar futebol. Mas foi uma péssima ideia, porque joguei tão mal que todo mundo perguntou o que tinha acontecido comigo, e tive que falar que não tinha conseguido dormir nada a noite toda como desculpa. — Caralho, te entendo, eu também não teria conseguido dormir bem com sua tia tão perto e com aquele rabo gostoso. Agora que vocês estão sozinhos aí, é melhor tu aproveitar, porque só de imaginar já fico de pau duro... hahaha!
Sabia que era verdade, mas não ia deixar o Pepé falar assim da minha tia. Não pensei duas vezes e fui direto dar um soco na cara dele, e não liguei que ele fosse muito maior e mais forte que eu. No fim, acabamos nos pegando no tapa, até que uns senhores vieram tentar separar a briga, e depois a polícia chegou.
— Bom, o que aconteceu aqui? Vocês vão me dizer por que foi a briga?
Como ninguém falou, nos levaram todos pra delegacia... a pedido dos vizinhos, pra servir de lição e não ter mais briga na quadra de futebol. Um tenente na delegacia perguntou de novo o que tinha acontecido, e ninguém respondeu. Então, puto, ele disse que ia nos jogar no xadrez junto com bandidos, e isso assustou um cara que contou tudo que rolou.
Deixaram todo mundo ir, menos eu e o Pepé, e mandaram chamar nossos responsáveis. Mas acho que o motivo principal era curiosidade pra ver minha tia. Quando ela chegou na delegacia, mesmo com um vestido discreto, dava pra ver as cadeironas dela e a bunda rebolando a cada passo. Todos os policiais ficaram olhando com tesão pra ela. Já a mãe do Pepé era uma mulher gorda.
O tenente, enquanto falava com ela, devorava ela com os olhos, então minha tia perguntou se a gente já podia ir embora. Dava pra ver que ela tava incomodada, e me olhava enquanto eu tava com o rosto machucado, um galo na maçã do rosto e a boca com um pouco de sangue. — Sim, senhora, já pode ir, e não se preocupe, essa briga é coisa de moleque, só não quero que se repita. Quando saímos, virei o rosto e vi o tenente olhando pra bunda da minha tia com muita vontade. Noutra sala, tavam Pepé e a mãe dele, que ouviram o que o filho tinha feito e ela deu um puxão de orelha nele. Já saindo da delegacia, minha tia tava claramente irritada e me disse que nunca imaginou que ia parar numa delegacia pra me buscar, e que tava muito decepcionada comigo. Um policial que ouviu isso se aproximou pra olhar ela melhor e falou: — Senhora, não fala assim com seu filho, ele não fez nada de errado, pelo contrário. Fique orgulhosa, porque ele não teve medo nenhum de enfrentar um moleque muito maior por falar besteiras sobre a senhora. Em casa, ela mandou eu ir tomar banho enquanto procurava álcool e algodão pra me curar. Depois, disse pra eu sentar no sofá do lado dela e começou a me tratar. — Agora me conta: o que aconteceu que fez você brigar com o Pepé, que era seu amigo? Quero saber a verdade. O álcool ardia nos meus ferimentos. Não repeti as palavras exatas que o Pepé disse, só falei que ele tinha falado um monte de merda e desrespeitado ela, e que eu não ia deixar ninguém fazer isso. Falei também que, se todo mundo achava que, por meu tio não estar em casa, não tinha quem defendesse ela, tavam muito enganados. — Sabe, não ligo pro que os outros falam de mim, desde que não mexam comigo. Só não quero que você brigue mais por minha causa... e muito obrigada, mesmo. — Mas tia, não me pede isso. Se eu ouvir alguém falando mal da senhora, vou enfrentar eles, sim. Ela me abraçou forte, e eu senti os peitos dela no meu peito. Fiquei de pau duro, ela percebeu, se levantou do sofá e foi pra cozinha pegar meu almoço. E disse que a gente não ia... Não contar nada da briga pro meu tio, e muito menos que fui levado pra delegacia. Tava voltando da escola e cruzei com o Pepé na rua, ele foi se aproximando, então fiquei na defensiva caso ele ainda quisesse continuar a briga, mas ele estendeu a mão em sinal de paz. — Quero te pedir desculpas pelo que falei da sua tia, não vai acontecer de novo, fui um idiota, não quero perder sua amizade... Somos amigos? Aceitei as desculpas dele e cheguei em casa. Sobre a briga que tive, meu tio acabou sabendo por um vizinho que contou tudo quando ele voltou pra Lima. Então, quando estávamos juntos no almoço, ele fez a pergunta. — Por que eu tenho que ficar sabendo pelos outros o que acontece na minha casa? E me digam por que não me contaram sobre a briga? Quem respondeu primeiro foi minha tia, e disse que ele sabia muito bem que ela não gosta de violência, e que não tinha falado nada pra ele não ficar me incentivando a brigar, e que já tinha conversado comigo. — Não, mulher, você não entende o que meu sobrinho fez. Ele tá certo, te ama como se fosse sua mãe e te defendeu. Então, agora que eu não tô aqui, todo mundo já sabe que você não tá sozinha, e ele é meu segundo na casa e tem todo o meu apoio. Meu tio ia viajar de novo de manhã, então naquela noite ele se trancou com a mulher dele e transaram. Sempre foram discretos, sabendo que meu quarto era perto, mas dessa vez dava pra ouvir os gemidos da minha tia, parecia que ela fazia de propósito pra eu ouvir.
De manhã, a porta dela ainda tava fechada e elas dormiam depois de uma noite inteira de paixão. Preparei um café com um pão com manteiga e fui pra escola. Quando voltei à tarde e abri a porta, o que encontrei me deixou de boca aberta: minha tia tava deitada no sofá, só de calcinha preta, mostrando aquela bunda gostosa. Essa vista linda fez minha rola ficar dura na hora.
Me aproximo dela e acariciava as nádegas dela, e ela tava dormindo, sabendo que quando ela tava de olho fechado, me deixava fazer o que eu quisesse. Soltei meu pau e fiquei passando ele por toda a racha da bunda dela, torcendo pra minha tia não abrir os olhos, senão tudo acabava ali e era certeza que ela ia pro quarto dela.. E aconteceu o que eu mais temia: ela abriu os olhos e virou a cabeça pra ver quem tava brincando com a bunda gostosa dela e me sorriu. Eu tava olhando com vergonha porque agora ela ia embora, me deixando com o meu pau todo duro. — Ah, que bom que você já chegou em casa, e muda essa cara, querido. Ela levantou do sofá e sentou do meu lado, mostrando a bunda enorme dela e acariciando meu cabelo. Eu ainda não tava acreditando no que ela tava fazendo, e ela me disse pra não ter medo, porque meu tio tinha falado que quando ele não tivesse em casa, eu ia ocupar o lugar dele. E ela sentou em cima de mim, vendo que eu ainda tava com o pau pra fora, e foi se mexendo, puxando a calcinha fio dental preta dela pro lado pra cabeça do pau entrar mais fácil. Aí, do jeito que deu, tirei a calça. Ninguém ia imaginar que minha tia era tão fogosa, sendo que ela era tão distante e não aceitava proposta de nenhum homem que olhava pra ela. Ela sofria pra ser fiel ao marido por falta de um pau por tanto tempo, e esse tesão ela... combatia com banhos frios e se masturbando, e conseguia na base do sacrifício. Mas tudo mudou quando eu cheguei na casa dela: me ter por perto deixava ela nervosa. E tudo começou quando eu vi ela na cama, mostrando a bunda, e não consegui me segurar e acabei comendo minha tia. E depois que ela provou meu pau, ela nunca mais me disse não. E um jeito dela não se sentir culpada era fechar os olhos, igual na primeira vez. Mas agora que meu tio tinha dito que eu era o substituto, ela já tinha se soltado de vez, se dando o luxo de aproveitar um pau jovem e com mais vigor que o do marido dela.
Ela sabia que eu gostava da posição de quatro e antes eu sofria pra meter a pica nela deitada assim, agora ela ia me satisfazer e, se colocando de quatro, me ofereceu aquele rabão que na hora eu fiz meu.
-! Me dá tudo, amor, agora vou sentir tudo.. ohh.. siim, que gostoso. mm..
Agora minha tia Meche já se sentia liberada ao receber meu pau entrando e saindo da buceta dela, e os gemidos dela eram seguidos e fortes, igual quando meu tio Leonardo passou a noite toda macetando ela no quarto. Agora que parecia que tudo tinha mudado, já era a vez de aproveitar o cu dela.
-! Tia, quero meter no teu cu, por favor.. ¡
-! Tá bom, faz isso, mas vai com calma, amor. Eu vou te guiar.. ¡ Ela me disse pra enfiar dois dedos no cu dela primeiro pra ir abrindo, e foi o que eu fiz. Ela ia me dizendo o que fazer. Depois, quando abriu, ela segurou as próprias nádegas com as mãos e pediu pra eu ir metendo devagar no cu. A cabeça foi entrando na bunda dela, e minha tia virou e me deu um beijo, dizendo: "Mete agora, meu amor". Meu pau já tava entrando naquele buraquinho gostoso, apertado e quente.
- Tia, uma pergunta: ontem à noite meu tio não enfiou no teu cu..?
-! Não, meu amor, não deixei dessa vez. Guardei pra você, quero que sinta ele te abrindo aos poucos.. ohh.. sim.. devagarzinho assim.. uff.. uff..
Ela tentava não gritar, mas dava pra ver como segurava minha calça com muita força. Eu meti com tudo na bunda dela e entrou todinho. No começo ela gemia de dor, mas como não era a primeira vez que tinha uma pica no cu, não demorou pra começar a gostar e já tava gemendo de prazer.
-! Ohh... mm.. ohh.. mm.. agora sim você é meu macho.. que delícia..!
Que gostoso era sentir como o cu dela apertava meu pau, foi uma experiência inesquecível pra mim, que só consegui aguentar 10 minutos metendo no rabo dela. Talvez eu nem tava lutando pra não gozar, só curtindo o momento, e acabei esporrando uma boa quantidade de leite dentro do cu dela.
-! Tia, me desculpa por gozar tão rápido e te deixar na vontade..
-! Tudo bem, não se sinta mal, é sua primeira vez e não foi nada ruim. Agora vamos tomar banho..
Minha mão passava sabão pelo corpo todo dela, e depois ela fez o mesmo comigo. Em seguida, fomos pra cama dela. Eu já tava com o pau duro de novo, pronto pra continuar, e ela ia me dar a primeira chupada de pau quando o celular dela tocou. Era meu tio, numa videochamada.
-! Amor, pera aí que vou falar com seu tio.. Depois a gente continua..
Então tive que sair rápido. Era sempre aquele costume do meu tio: quando chegava no destino, ligava pra saber como estavam as coisas em casa. E eu fiquei com muita vontade. Ia bater uma, mas resolvi esperar minha vez com minha tia Meche pra ela terminar o que tinha deixado pendente. Deixei ela na cama, na videochamada, e saí rápido pra meu tio não me ver lá. Fui pra minha cama, esperando ela me chamar, mas depois do banho o sono bateu e acabei dormindo, ainda com vontade de continuar aprendendo mais com minha tia Meche.
Tive uma das melhores formas de acordar quando senti minha pica sendo chupada e, ao abrir os olhos, vi minha tia Meche que tinha enfado tudo na boca dela e me dava o meu primeiro boquete.
-! Bom dia, gostosa, eu sempre cumpro uma promessa, Glup. glup ¡ -! Ohh.. tia.. mm... mm.. obrigada..¡ Ali estava minha tia ajoelhada com meu pau na boca, chupando, lambendo e beijando a cabeça, depois descendo pelo tronco e terminando enfiando as bolas na boca dela, ela gostava tanto de fazer isso que não parou até conseguir me fazer gozar na boca dela e engoliu todo meu leite sem desperdiçar uma gota. -! Ahh.. tiaaa.. que delícia.. mm.. ¡
-! Promessa cumprida e que bom que você gostou, sabe, eu amei o gosto da sua porra.. Puxei minha tia para perto de mim e fiz ela se deitar na minha cama, abri as pernas dela e comecei a chupar toda a buceta dela no começo, depois brinquei com o clitóris dela, meti meus dedos ao mesmo tempo que lambia a boceta dela, era minha vez de devolver a surpresa da manhã.
-! Ahh... mm... siii, como você tá fazendo bem... ahh... mm... igual ela fez comigo, eu não parei até ela começar a gemer cada vez mais alto e as mãos dela pousaram na minha cabeça, fazendo pressão contra a... buceta dela, até que ela gozou, soltando os fluidos dela no orgasmo. -! Ahh... mm... ahh... nmm... Aos meus 16 anos, eu tinha vigor pra recuperar a ereção rápido, então coloquei meu pau ereto na entrada do cu dela e enfiei com cuidado, mas com firmeza, tudo naquela bunda quente e apertada. Olhei e tinha um espelho do lado onde a gente podia se ver transando, e isso me deixou ainda mais excitado. Agora eu tava fodendo devagar, num ritmo não tão rápido, pra não repetir o mesmo erro de novo, e tirava e colocava o pau inteiro com suavidade, sentindo de novo como o cu dela se ajustava, o que era uma delícia. Ela começou a gemer de um jeito que eu nunca tinha ouvido, então mantive o ritmo lento, mas firme.
Toda vez que entrava, soltava um gemido, que foi ficando cada vez mais forte, até que soltou um bem agudo e o corpo inteiro tremeu — ela tava tendo outro orgasmo. Nessa hora, me aproximei e procurei a boca dela; minha tia abriu e eu beijei. Continuei metendo meu pau um pouco mais e gozei dentro do cu dela. Quando tirei meu pênis, foi impressionante ver a quantidade de porra que tinha saído. — Ahh... meu furacãozinho, agora sim você mandou muito... mm... A experiência foi gostosa de novo, nos beijamos e deitamos na minha cama juntos. Minha tia Meche ficou me olhando, colocou a mão no meu peito e a gente dormiu. Quando abri os olhos, ela já não estava mais do meu lado. Levantei e fui procurar ela, encontrei na cozinha preparando o café da manhã, só de roupão, sem nada por baixo. Abracei ela forte por trás.
-! Já chega por hoje, vai tomar um banho rápido que você tem que ir pra escola, vai se atrasar.. A tia Meche, que conheci quando cheguei na casa dela, voltou com toda autoridade, então tive que obedecer. Tomei café da manhã e saí correndo, e encontrei o Pepé, que ao me ver sorriu como se já soubesse de algo, mas não disse nada, e fomos pra escola. Tava na aula e lembrava do que tinha rolado com minha tia naquela manhã, contando as horas pra passar logo e voltar pra casa. Essa história é de O sobrinho, em Relatos-Eroticos-Club-X.
Ao sentir minha tia como se enchesse toda a buceta com meu leite que tinha acumulado a semana inteira, ela se excitou muito mais e começou a rebolar aquele rabão enorme, apertando as paredes da buceta como se estivesse ordenhando meu pau e tirando até a última gota de leite. Quando conseguiu, teve outro orgasmo, deu um grito e deixou o corpo cair na cama, ficando completamente imóvel. Eu beijava o pescoço dela, e ela não se mexia, com os olhos fechados como se estivesse dormindo de novo. Deixei ela lá, fui tomar um banho, depois preparei um suco especial pra recuperar um pouco do meu vigor e fui encontrar meus amigos pra jogar futebol. Mas foi uma péssima ideia, porque joguei tão mal que todo mundo perguntou o que tinha acontecido comigo, e tive que falar que não tinha conseguido dormir nada a noite toda como desculpa. — Caralho, te entendo, eu também não teria conseguido dormir bem com sua tia tão perto e com aquele rabo gostoso. Agora que vocês estão sozinhos aí, é melhor tu aproveitar, porque só de imaginar já fico de pau duro... hahaha!
Sabia que era verdade, mas não ia deixar o Pepé falar assim da minha tia. Não pensei duas vezes e fui direto dar um soco na cara dele, e não liguei que ele fosse muito maior e mais forte que eu. No fim, acabamos nos pegando no tapa, até que uns senhores vieram tentar separar a briga, e depois a polícia chegou.— Bom, o que aconteceu aqui? Vocês vão me dizer por que foi a briga?
Como ninguém falou, nos levaram todos pra delegacia... a pedido dos vizinhos, pra servir de lição e não ter mais briga na quadra de futebol. Um tenente na delegacia perguntou de novo o que tinha acontecido, e ninguém respondeu. Então, puto, ele disse que ia nos jogar no xadrez junto com bandidos, e isso assustou um cara que contou tudo que rolou.
Deixaram todo mundo ir, menos eu e o Pepé, e mandaram chamar nossos responsáveis. Mas acho que o motivo principal era curiosidade pra ver minha tia. Quando ela chegou na delegacia, mesmo com um vestido discreto, dava pra ver as cadeironas dela e a bunda rebolando a cada passo. Todos os policiais ficaram olhando com tesão pra ela. Já a mãe do Pepé era uma mulher gorda.
O tenente, enquanto falava com ela, devorava ela com os olhos, então minha tia perguntou se a gente já podia ir embora. Dava pra ver que ela tava incomodada, e me olhava enquanto eu tava com o rosto machucado, um galo na maçã do rosto e a boca com um pouco de sangue. — Sim, senhora, já pode ir, e não se preocupe, essa briga é coisa de moleque, só não quero que se repita. Quando saímos, virei o rosto e vi o tenente olhando pra bunda da minha tia com muita vontade. Noutra sala, tavam Pepé e a mãe dele, que ouviram o que o filho tinha feito e ela deu um puxão de orelha nele. Já saindo da delegacia, minha tia tava claramente irritada e me disse que nunca imaginou que ia parar numa delegacia pra me buscar, e que tava muito decepcionada comigo. Um policial que ouviu isso se aproximou pra olhar ela melhor e falou: — Senhora, não fala assim com seu filho, ele não fez nada de errado, pelo contrário. Fique orgulhosa, porque ele não teve medo nenhum de enfrentar um moleque muito maior por falar besteiras sobre a senhora. Em casa, ela mandou eu ir tomar banho enquanto procurava álcool e algodão pra me curar. Depois, disse pra eu sentar no sofá do lado dela e começou a me tratar. — Agora me conta: o que aconteceu que fez você brigar com o Pepé, que era seu amigo? Quero saber a verdade. O álcool ardia nos meus ferimentos. Não repeti as palavras exatas que o Pepé disse, só falei que ele tinha falado um monte de merda e desrespeitado ela, e que eu não ia deixar ninguém fazer isso. Falei também que, se todo mundo achava que, por meu tio não estar em casa, não tinha quem defendesse ela, tavam muito enganados. — Sabe, não ligo pro que os outros falam de mim, desde que não mexam comigo. Só não quero que você brigue mais por minha causa... e muito obrigada, mesmo. — Mas tia, não me pede isso. Se eu ouvir alguém falando mal da senhora, vou enfrentar eles, sim. Ela me abraçou forte, e eu senti os peitos dela no meu peito. Fiquei de pau duro, ela percebeu, se levantou do sofá e foi pra cozinha pegar meu almoço. E disse que a gente não ia... Não contar nada da briga pro meu tio, e muito menos que fui levado pra delegacia. Tava voltando da escola e cruzei com o Pepé na rua, ele foi se aproximando, então fiquei na defensiva caso ele ainda quisesse continuar a briga, mas ele estendeu a mão em sinal de paz. — Quero te pedir desculpas pelo que falei da sua tia, não vai acontecer de novo, fui um idiota, não quero perder sua amizade... Somos amigos? Aceitei as desculpas dele e cheguei em casa. Sobre a briga que tive, meu tio acabou sabendo por um vizinho que contou tudo quando ele voltou pra Lima. Então, quando estávamos juntos no almoço, ele fez a pergunta. — Por que eu tenho que ficar sabendo pelos outros o que acontece na minha casa? E me digam por que não me contaram sobre a briga? Quem respondeu primeiro foi minha tia, e disse que ele sabia muito bem que ela não gosta de violência, e que não tinha falado nada pra ele não ficar me incentivando a brigar, e que já tinha conversado comigo. — Não, mulher, você não entende o que meu sobrinho fez. Ele tá certo, te ama como se fosse sua mãe e te defendeu. Então, agora que eu não tô aqui, todo mundo já sabe que você não tá sozinha, e ele é meu segundo na casa e tem todo o meu apoio. Meu tio ia viajar de novo de manhã, então naquela noite ele se trancou com a mulher dele e transaram. Sempre foram discretos, sabendo que meu quarto era perto, mas dessa vez dava pra ouvir os gemidos da minha tia, parecia que ela fazia de propósito pra eu ouvir.
De manhã, a porta dela ainda tava fechada e elas dormiam depois de uma noite inteira de paixão. Preparei um café com um pão com manteiga e fui pra escola. Quando voltei à tarde e abri a porta, o que encontrei me deixou de boca aberta: minha tia tava deitada no sofá, só de calcinha preta, mostrando aquela bunda gostosa. Essa vista linda fez minha rola ficar dura na hora.
Me aproximo dela e acariciava as nádegas dela, e ela tava dormindo, sabendo que quando ela tava de olho fechado, me deixava fazer o que eu quisesse. Soltei meu pau e fiquei passando ele por toda a racha da bunda dela, torcendo pra minha tia não abrir os olhos, senão tudo acabava ali e era certeza que ela ia pro quarto dela.. E aconteceu o que eu mais temia: ela abriu os olhos e virou a cabeça pra ver quem tava brincando com a bunda gostosa dela e me sorriu. Eu tava olhando com vergonha porque agora ela ia embora, me deixando com o meu pau todo duro. — Ah, que bom que você já chegou em casa, e muda essa cara, querido. Ela levantou do sofá e sentou do meu lado, mostrando a bunda enorme dela e acariciando meu cabelo. Eu ainda não tava acreditando no que ela tava fazendo, e ela me disse pra não ter medo, porque meu tio tinha falado que quando ele não tivesse em casa, eu ia ocupar o lugar dele. E ela sentou em cima de mim, vendo que eu ainda tava com o pau pra fora, e foi se mexendo, puxando a calcinha fio dental preta dela pro lado pra cabeça do pau entrar mais fácil. Aí, do jeito que deu, tirei a calça. Ninguém ia imaginar que minha tia era tão fogosa, sendo que ela era tão distante e não aceitava proposta de nenhum homem que olhava pra ela. Ela sofria pra ser fiel ao marido por falta de um pau por tanto tempo, e esse tesão ela... combatia com banhos frios e se masturbando, e conseguia na base do sacrifício. Mas tudo mudou quando eu cheguei na casa dela: me ter por perto deixava ela nervosa. E tudo começou quando eu vi ela na cama, mostrando a bunda, e não consegui me segurar e acabei comendo minha tia. E depois que ela provou meu pau, ela nunca mais me disse não. E um jeito dela não se sentir culpada era fechar os olhos, igual na primeira vez. Mas agora que meu tio tinha dito que eu era o substituto, ela já tinha se soltado de vez, se dando o luxo de aproveitar um pau jovem e com mais vigor que o do marido dela.
Ela sabia que eu gostava da posição de quatro e antes eu sofria pra meter a pica nela deitada assim, agora ela ia me satisfazer e, se colocando de quatro, me ofereceu aquele rabão que na hora eu fiz meu.
-! Me dá tudo, amor, agora vou sentir tudo.. ohh.. siim, que gostoso. mm..
Agora minha tia Meche já se sentia liberada ao receber meu pau entrando e saindo da buceta dela, e os gemidos dela eram seguidos e fortes, igual quando meu tio Leonardo passou a noite toda macetando ela no quarto. Agora que parecia que tudo tinha mudado, já era a vez de aproveitar o cu dela.
-! Tia, quero meter no teu cu, por favor.. ¡ -! Tá bom, faz isso, mas vai com calma, amor. Eu vou te guiar.. ¡ Ela me disse pra enfiar dois dedos no cu dela primeiro pra ir abrindo, e foi o que eu fiz. Ela ia me dizendo o que fazer. Depois, quando abriu, ela segurou as próprias nádegas com as mãos e pediu pra eu ir metendo devagar no cu. A cabeça foi entrando na bunda dela, e minha tia virou e me deu um beijo, dizendo: "Mete agora, meu amor". Meu pau já tava entrando naquele buraquinho gostoso, apertado e quente.
- Tia, uma pergunta: ontem à noite meu tio não enfiou no teu cu..? -! Não, meu amor, não deixei dessa vez. Guardei pra você, quero que sinta ele te abrindo aos poucos.. ohh.. sim.. devagarzinho assim.. uff.. uff..
Ela tentava não gritar, mas dava pra ver como segurava minha calça com muita força. Eu meti com tudo na bunda dela e entrou todinho. No começo ela gemia de dor, mas como não era a primeira vez que tinha uma pica no cu, não demorou pra começar a gostar e já tava gemendo de prazer.
-! Ohh... mm.. ohh.. mm.. agora sim você é meu macho.. que delícia..!
Que gostoso era sentir como o cu dela apertava meu pau, foi uma experiência inesquecível pra mim, que só consegui aguentar 10 minutos metendo no rabo dela. Talvez eu nem tava lutando pra não gozar, só curtindo o momento, e acabei esporrando uma boa quantidade de leite dentro do cu dela.
-! Tia, me desculpa por gozar tão rápido e te deixar na vontade.. -! Tudo bem, não se sinta mal, é sua primeira vez e não foi nada ruim. Agora vamos tomar banho..
Minha mão passava sabão pelo corpo todo dela, e depois ela fez o mesmo comigo. Em seguida, fomos pra cama dela. Eu já tava com o pau duro de novo, pronto pra continuar, e ela ia me dar a primeira chupada de pau quando o celular dela tocou. Era meu tio, numa videochamada.
-! Amor, pera aí que vou falar com seu tio.. Depois a gente continua..
Então tive que sair rápido. Era sempre aquele costume do meu tio: quando chegava no destino, ligava pra saber como estavam as coisas em casa. E eu fiquei com muita vontade. Ia bater uma, mas resolvi esperar minha vez com minha tia Meche pra ela terminar o que tinha deixado pendente. Deixei ela na cama, na videochamada, e saí rápido pra meu tio não me ver lá. Fui pra minha cama, esperando ela me chamar, mas depois do banho o sono bateu e acabei dormindo, ainda com vontade de continuar aprendendo mais com minha tia Meche.
Tive uma das melhores formas de acordar quando senti minha pica sendo chupada e, ao abrir os olhos, vi minha tia Meche que tinha enfado tudo na boca dela e me dava o meu primeiro boquete.
-! Bom dia, gostosa, eu sempre cumpro uma promessa, Glup. glup ¡ -! Ohh.. tia.. mm... mm.. obrigada..¡ Ali estava minha tia ajoelhada com meu pau na boca, chupando, lambendo e beijando a cabeça, depois descendo pelo tronco e terminando enfiando as bolas na boca dela, ela gostava tanto de fazer isso que não parou até conseguir me fazer gozar na boca dela e engoliu todo meu leite sem desperdiçar uma gota. -! Ahh.. tiaaa.. que delícia.. mm.. ¡
-! Promessa cumprida e que bom que você gostou, sabe, eu amei o gosto da sua porra.. Puxei minha tia para perto de mim e fiz ela se deitar na minha cama, abri as pernas dela e comecei a chupar toda a buceta dela no começo, depois brinquei com o clitóris dela, meti meus dedos ao mesmo tempo que lambia a boceta dela, era minha vez de devolver a surpresa da manhã.
-! Ahh... mm... siii, como você tá fazendo bem... ahh... mm... igual ela fez comigo, eu não parei até ela começar a gemer cada vez mais alto e as mãos dela pousaram na minha cabeça, fazendo pressão contra a... buceta dela, até que ela gozou, soltando os fluidos dela no orgasmo. -! Ahh... mm... ahh... nmm... Aos meus 16 anos, eu tinha vigor pra recuperar a ereção rápido, então coloquei meu pau ereto na entrada do cu dela e enfiei com cuidado, mas com firmeza, tudo naquela bunda quente e apertada. Olhei e tinha um espelho do lado onde a gente podia se ver transando, e isso me deixou ainda mais excitado. Agora eu tava fodendo devagar, num ritmo não tão rápido, pra não repetir o mesmo erro de novo, e tirava e colocava o pau inteiro com suavidade, sentindo de novo como o cu dela se ajustava, o que era uma delícia. Ela começou a gemer de um jeito que eu nunca tinha ouvido, então mantive o ritmo lento, mas firme.
Toda vez que entrava, soltava um gemido, que foi ficando cada vez mais forte, até que soltou um bem agudo e o corpo inteiro tremeu — ela tava tendo outro orgasmo. Nessa hora, me aproximei e procurei a boca dela; minha tia abriu e eu beijei. Continuei metendo meu pau um pouco mais e gozei dentro do cu dela. Quando tirei meu pênis, foi impressionante ver a quantidade de porra que tinha saído. — Ahh... meu furacãozinho, agora sim você mandou muito... mm... A experiência foi gostosa de novo, nos beijamos e deitamos na minha cama juntos. Minha tia Meche ficou me olhando, colocou a mão no meu peito e a gente dormiu. Quando abri os olhos, ela já não estava mais do meu lado. Levantei e fui procurar ela, encontrei na cozinha preparando o café da manhã, só de roupão, sem nada por baixo. Abracei ela forte por trás.
-! Já chega por hoje, vai tomar um banho rápido que você tem que ir pra escola, vai se atrasar.. A tia Meche, que conheci quando cheguei na casa dela, voltou com toda autoridade, então tive que obedecer. Tomei café da manhã e saí correndo, e encontrei o Pepé, que ao me ver sorriu como se já soubesse de algo, mas não disse nada, e fomos pra escola. Tava na aula e lembrava do que tinha rolado com minha tia naquela manhã, contando as horas pra passar logo e voltar pra casa. Essa história é de O sobrinho, em Relatos-Eroticos-Club-X.
4 comentários - Não aguentei e minha tia Meche tirou meu leite 2