Li por aí que uma coisa que te faz feliz e uma coisa que te dá prazer são coisas diferentes. A gente pode ser feliz conversando com alguém querido, e a lembrança desse momento fica na nossa mente. Mas a gente pode sentir prazer comendo um bolo de chocolate ou um sorvete, e essa lembrança é de curto prazo, porque só vamos sentir de novo quando repetirmos ou melhorarmos a experiência. Desde que nascemos, estamos num aprendizado constante sobre coisas que nos dão prazer. Um bebê sente prazer quando coçam a cabeça dele e ele dorme, e assim, conforme crescemos, encontramos novas sensações de prazer. No caso dos homens, a primeira vez que tocamos na pika e depois gozamos, começa uma nova jornada de sensações novas. Então, de repente, alguns de nós passamos para o que chamamos de punheta cruzada, e aos poucos a curiosidade nos leva a quebrar limites que não sei quem impôs. Na maioria das vezes, o que nos dá prazer nos rende um rótulo, geralmente dado por quem aponta o diferente. Esse rótulo pode ser: heterossexual, homossexual, bissexual, travesti, lésbica, cross e muitos outros que inventaram nesses tempos. Por que colocar um rótulo em alguém pelo que lhe dá prazer? Um cantor famoso uma vez foi perguntado se era gay, porque muitas vezes o associavam a homens. Ele respondeu que, se às vezes curtia estar com homens, mantinha um tipo de relação que não conseguia definir, sentia saudades, sentia falta quando não estava com ele, curtia a companhia e fazer coisas juntos, em outras palavras, sentia borboletas no estômago quando pensava nele, mas que em nenhum momento passava pela cabeça dele ter um encontro carnal com aquele homem. Ele não se imaginava na cama com alguém que tinha entre as pernas um pênis igual ao dele. Então, acabou respondendo que não era homossexual, mas sentia prazer em estar com outra pessoa de quem gostava, mas não carnalmente, e isso ele não sabia definir. Tinha, mas tinha certeza de que não era gay. Toda essa introdução me leva a contar algo que aconteceu comigo em algum momento e que lembro sempre. Há um tempo, numa viagem que fiz sozinho pra Buenos Aires, numa noite muito, muito fria de julho, ia pela rota 7 e, uns quilômetros antes de chegar em Villa Mercedes, em San Luis, vejo duas pessoas correndo pela estrada. Uma só de calcinha e sutiã, e a outra com uma minissaia e uma camiseta. Diminuí a velocidade e, quando passei por elas, fizeram sinal pra eu parar. Aí vi direito que eram duas travestis bem novinhas. A que estava só de calcinha tinha um corpo bem feminino; a outra tinha um peitão do caralho, mas a bunda era magra e chata. Parei o carro e elas me disseram que tinham sido roubadas, perguntando se eu podia levá-las até o posto de gasolina. Ofereci chamar a polícia, mas elas disseram que queriam ir até a entrada do posto pra pedir o celular de uma amiga e pedir ajuda. Subiram no carro e as duas estavam chorando. Foi aí que percebi, olhando bem, que elas estavam com o rosto todo inchado e sangrando da boca e do nariz, porque tinham levado uma surra de porrada. Liguei o aquecedor no máximo e fui devagar até o posto. Então elas me contaram que uma caminhonete parou se passando por cliente e, quando as duas subiram, foram roubadas. Tentaram se defender, mas eram três caras, que deram vários socos nelas, a ponto de a que estava só de calcinha desmaiar. Elas foram jogadas pra fora da caminhonete na estrada e os caras foram embora. Roubaram as bolsas delas com os celulares, as jaquetas e o casaco. A que estava só de calcinha sentou do meu lado e estava pálida de frio; lá fora fazia vários graus abaixo de zero. Então peguei, tirei o moletom que eu tava usando e dei pra ela vestir. Quando chegamos no posto, elas esperavam que a amiga estivesse na entrada, mas a fogueira que ela tinha aceso ao lado da estrada estava sozinha; aparentemente, ela tinha ido com algum cliente. Como tava um frio do caralho, não ia deixar elas lá, e então... Ofereci pra levar elas pra casa e elas disseram que não, porque era num bairro meio perigoso pra ir de noite. Aí peguei e ofereci um café quente que tava levando numa garrafa térmica. Quando entreguei a xícara de café pra que tava do meu lado, ela pegou das mãos dela e mandou ela se acalmar, e dei uns lenços de papel pra ela limpar um pouco o sangue do rosto. Aí, sem saber o que fazer, uma das trans me perguntou se podia emprestar o celular pra fazer uma ligação. Com essa história de celular moderno, ninguém decora número nenhum, às vezes nem o próprio. Enquanto tomavam o café quente, tentavam lembrar o número que queriam ligar. Até que lembraram qual era. Uma delas ligou pra mãe pra vir buscar elas e trazer um agasalho. Minutos depois, de um carro, desceu a amiga que elas tavam procurando. Pisquei o farol e ela veio na direção do meu carro, pensando que era um cliente. Quando chegou perto, vi que era uma mulher, uma baixinha bem peituda e bunduda, uns 30/35 anos. Abri o vidro e ela se assustou ao ver as amigas todas machucadas. Aí contaram o que tinha acontecido, e a gostosa agradeceu por não estar lá na hora, porque talvez também tivesse subido na caminhonete. Depois de conversar um pouco, decidiram não chamar a polícia e saíram do carro pra esperar a mãe de uma das trans. Quando ela desceu, quis me devolver o moletom, mas falei pra ficar, porque tava muito frio e mesmo com a fogueira que elas tinham lá fora, não ia ser suficiente pra amenizar o frio. Depois que foram pro lado do fogo, procurei outra blusa na minha roupa, vesti e segui viagem. Uns dias depois, já em Buenos Aires, recebo um WhatsApp de um número de San Luis. Só dizia: - Oi. E uma foto do meu moletom dobrado. Na hora não pude responder, então deixei pra lá. Muito mais tarde, respondi a mensagem achando que era a mãe da travesti que tinham ligado, porque era o único jeito de terem meu número. Só Respondi com um "oi", achando que a mensagem era da mãe do travesti. "Sou a Jéssica, como faço pra te devolver o moletom?", ela respondeu. Aí eu falo pra ela que quando eu voltar, a gente combina e se encontra em algum lugar pra ela me entregar. Quando ela percebeu que era eu, já mandou mensagem num outro tom e disse: "Não sabia se era você ou sua colega, por isso não me arriscava a te mandar mensagem. Claro, quando você passar por aqui, foda-se o moletom, foda-se o que você quiser, já que você salvou a gente de morrer de frio na estrada." Depois ela me mandou uma foto da bunda dela com uma legging bem apertada. Era perfeito, igual um pêsseguinho, aquele rabo. "Esse vou te dar com o moletom, se você também quiser." "Claro que quero", respondi. Cada vez as mensagens foram ficando mais quentes. Ela me mandava foto dos peitinhos com o sutiã. "Esses também te dou?", perguntava. "Tiro o sutiã com os dentes", falei. Depois ela me manda uma foto da virilha de fio dental. "E essa, você tira com os dentes? Olha que vem com surpresinha, se você gostar", ela pergunta. Respondo: "Óbvio que também tiro com os dentes." "E você, o que vai me dar?", ela diz. Aí mando uma foto da minha rola bem dura. "Nossa, como você me excita, não vejo a hora de você passar aqui e me deixar toda cheia de porra", ela termina dizendo. A partir daí, a gente trocou mensagens várias vezes, e no dia que eu ia voltar, ela perguntou que horas eu ia passar por Villa Mercedes. Falei umas 20h, pra dormir por lá e no outro dia seguir viagem. Então ela me diz: "Passa um pouco mais tarde, assim eu fico pra dormir com você. Trabalho um pouco e saio cedo." Combinamos que umas 0h eu passava pra buscá-la no mesmo lugar onde tinha deixado. Então saí um pouco mais tarde de Buenos Aires e fui tranquilo pra chegar na hora combinada. Logo cedo ela me manda uma foto do moletom e da bunda dela, dizendo: "Estamos te esperando." Quando faltavam uns quilômetros pra chegar, ela manda uma mensagem: "Sai com um cliente, me espera um pouquinho que volto já." A noite. Estava bem frio e com um pouco de neblina. Quando cheguei no lugar, a neblina estava mais densa. Mal dava pra ver a fogueira acesa do lado da estrada. Não tinha ninguém perto do fogo. Enquanto esperava, recebo uma mensagem: "chego em 10 minutos". Daí a pouco, vejo alguém descer de um carro e parar do lado da fogueira. Chego perto com o carro, pensando que era a Jéssica. Mas era a garota que eu tinha visto no outro dia. Ela se aproximou do carro e eu abaixei o vidro. "Oi, me chamo Carla. A Jéssica já vem, ela me disse pra você esperar." "Quer que eu fique com você até ela chegar, pra não esperar sozinho?", me disse a Carla. Abri a porta pra ela e fomos esperar na marginal. Sentada do meu lado, dava pra ver as coxas enormes que a Carla tinha por causa da minissaia que ela usava. Ela colocava as mãos na saída do aquecedor pra esquentar. Enquanto se aquecia, me contava que estava na estrada desde as 19h e só tinha feito um cliente. "Tá muito frio e com muita neblina. Quando a Jéssica chegar, vou pra casa", me disse a Carla. De repente, não sei de onde, apareceu uma caminhonete e desceu uma garota com um casacão. Era a Jéssica. "Aí chegou", me disse a Carla. Ela veio direto pro meu carro e, quando ia entrar na frente, se deparou com a amiga sentada. Então sentou atrás. Depois que entrou, passou por entre os bancos e me beijou na boca de uma vez. Aí pude ver ela direito e, sinceramente, era muito gostosa. Sem o rosto inchado e sangrando, dava pra ver que ela tinha traços faciais bem femininos. As lentes de contato verdes não combinavam com ela, pareciam muito artificiais, mas o cabelo curto dela me lembrava muito a transexual Deisy Taylor. Depois que me cumprimentou, tirou da bolsa o meu moletom bem limpo e passado. Me entregou nas mãos e, de novo, passou por entre os bancos e me beijou de novo, enquanto me agradecia. Quando ela sentou atrás de novo, a Carla disse que estava me acompanhando até ela chegar e que já ia embora. Então a Jéssica disse: "Quer vir com a gente? Depois ela me olha e fala
— Vai um ménage?
Antes que eu pudesse responder, Carla diz
— Bora, vamos pra um lugar onde não faça frio. Quando eu for embora, me dá uma gorjeta.
— Ok, vamos — respondo.
E vou direto pro hotel, que não era muito longe.
Pedi um quarto pra pernoitar, e Carla me fala:
— Eu fico um pouco e vou embora, porque amanhã meu filho vai pra escola.
Quando estávamos entrando no quarto, por segurança, falei que ia voltar ao carro pegar uma coisa. Deixei carteira e celular lá dentro, e depois de fechar, escondi as chaves em um dos pneus.
Quando entro no quarto, as duas estavam paradas na frente do aquecedor, parecendo duas velhas.
Vendo que estavam com frio, perguntei se queriam um café.
As duas falaram ao mesmo tempo que o café daquele lugar era muito ruim.
Depois, como se já tivessem um show armado, me disseram:
— Senta na cama e vai se acomodando.
Yessica foi até um sofá, tirou o casaco e por baixo estava só de lingerie.
Ela usava um conjunto rosa que mal escondia o volume da buceta na frente.
Depois, se colocou na frente de um espelho e passava batom nos lábios, enquanto Carla tirava as botas, a jaqueta e o casaco, ficando só de sutiã e minissaia.
Ela tinha dois peitões enormes, meio caídos, mas sustentados pelo sutiã gigante.
Então, elas se posicionaram no meio do quarto e começaram a dançar abraçadas, se beijando e se tocando.
Na hora, me levantei e me juntei a elas.
Jessica segurou meu rosto e, com os lábios bem vermelhos, recém-pintados, me beijava como se fôssemos namorados.
Enfiava a língua na minha boca como se estivesse procurando algo.
Carla não me beijou na boca, mas foi descendo pelo meu corpo, beijando tudo, até chegar na minha cueca, que puxou pra baixo de uma vez.
Ao ver minha pica, falou pra Jessica:
— Você tinha razão, é igual à sua.
Depois, enfiou ela na boca e começou a chupar com muita saliva.
Aos poucos, as duas foram me levando pra cama.
Enquanto faziam isso, eu apertava a bunda de Jessica com uma mão e, com a outra... Eu passei a mão na pica dela, que já começava a aparecer por cima da calcinha. Jessica nunca parou de me beijar enquanto me fazia sentar na cama. E Carla continuava chupando minha pica e minhas bolas. — Manda ver com os peitos, — Jessica falou pra Carla. E ela tirou o sutiã e envolveu minha pica com os peitos, mas antes cuspiu bem neles. Não sei se era por causa do Viagra que tinha tomado ou do momento gostoso que eu tava passando, mas minha pica tava enorme e deslizava pelo canal dos peitos enquanto Carla subia e descia, e de vez em quando parava e beijava a ponta da minha pica. Depois, Jessica também se ajoelhou e colocou a boca entre os peitos de Carla, e quando minha pica subia, ela chupava a cabeça. Eu continuava apalpando a bunda de Jessica e, quando dava, enfiava o dedo no cu dela. Também tentava puxar a pica dela pra fora, e Jessica me disse: — Espera um pouco que vai demorar pra subir, o cliente de agora era um velhinho promíscuo que comeu ela toda. Mesmo assim, fiz ela ficar de pé e enfiei a cabeça entre as pernas dela, mordendo a pica por cima da calcinha. Como me excita ver as picas dos travestis por baixo das tangas deles. Quando começou a endurecer, puxei pra fora e coloquei na minha boca. Ela começou a rebolar na hora, acompanhando o boquete. Carla parou de fazer o boobs fuck e, com a mão, segurou minha cabeça e empurrou pra eu enfiar a pica inteira na boca. Eu segurei o rosto de Carla e quis colocá-la pra chupar a pica junto comigo. Mas ela se levantou, tirou a calcinha e ficou nua. Enquanto ela se deitava na cama, Jessica continuava de pé, metendo na minha boca. Eu devorava a pica dela, e ela tinha razão, era igual à minha. Carla pegou uma camisinha e deu pra Jessica, que me fez levantar e colocou em mim. — Come ela, que eu já vou entrar junto, — ordenou Jessica, enquanto Carla me esperava no meio da cama, deitada de costas com as pernas abertas. Quando eu fui meter, ela colocou um travesseiro embaixo da bunda pra levantar a buceta. pelvis Enquanto eu me aproximava pra penetrar ela, enfiava uns dedos na pussy dela. Apontei meu cock e enfiei devagar, me jogando por cima pra sentir as tetonas dela no meu peito. Eu abraçava ela enquanto comia bem devagar. De vez em quando chupava uma teta e tentava beijar ela, mas ela desviava minha boca. Enquanto isso, a Jessica, já totalmente nua, pintava a boca de novo com batom bem vermelho. Já totalmente nu, pude ver umas tetinhas só começando a crescer. Daí ela veio pra cama, deitou do nosso lado, ficava tocando a gente e me beijava de novo fundo com aqueles lábios bem vermelhos. A mão dela apoiada na minha bunda acompanhava o ritmo do meu corpo. Cada vez ela foi descendo mais e começou a tocar meu cu — "abre mais as pernas", ordenou pra Carla, e se ajoelhou atrás de mim. Me fez abrir mais as pernas e começou a beijar minha Booty. Descia pelas minhas nádegas beijando até chegar no meu cu, e ali tentava enfiar a língua. Cada vez que fazia isso, eu ficava parado, imóvel, com meu cock dentro da pussy da Carla. Daí pegou lubrificante e começou a enfiar primeiro um dedo, depois outro, até serem 3 dentro do meu cu. Enquanto me comia o cu com os dedos, beijava minhas bolas e com a outra mão às vezes punhetava meu cock quando tirava da pussy da Carla. Eu não aguentava mais de vontade de ser comida. Então falei — "me come enquanto você fode ela". — "vira", ordena pra Carla. Ela fica de quatro e enche a barriga de travesseiros. Eu fico atrás e penetro ela de novo. A Jessica fica do meu lado e coloca meu cock na boca dela pra eu deixar bem duro. Quando consegui, ela já tinha uma camisinha na mão, pronta. Colocou e rapidamente, antes de amolecer, ficou atrás de mim. Apoiou a mão na minha Booty e enfiou o cock de uma vez dentro do meu cu. Não senti dor porque já tava dilatado pelos dedos que tinha enfiado antes. Ficou uns segundos parada e depois começou a me comer devagar. Se jogava por cima de mim. e me dizia no ouvido -você gosta, promíscua, que eu te coma enquanto você come minha amiga -sim, sim, sim me come toda enquanto fode sua amiga eu respondia Depois ele me disse vou te comer gostoso porque já não tenho tanta porra essa noite Eu estava em êxtase, Carla chupava com a buceta meu pau e Jessica enfiava até o fundo Que prazer que eu estava tendo Com as investidas que Jessica me dava quase caímos da cama Aí quando nos ajeitamos de novo falei pras duas que ficassem bem quietas Comecei a mexer minha cintura pra frente e pra trás e metia o pau na buceta da Carla ao mesmo tempo que tirava o pau da Jessica do meu cu e depois ao contrário Comecei a pegar ritmo e na noite toda foi a primeira vez que ouvi Carla gemer enquanto Carla atrás de mim puxava meus cabelos pra levar minha cabeça pra trás e enquanto me beijava apaixonadamente me dizia -Tira toda a porra promíscua, continua comendo, continua comendo mais rápido Segundos depois notei que Carla começou a empurrar a bunda pra trás com muita força e teve um orgasmo Depois continuando na posição enquanto eu comia ela só com as investidas da Jessica virei a cabeça e olhei pra Jessica e falei -Vai, enche o cu dele de porra que não aguento mais, que tesão gostoso esse cara Meu êxtase era tão grande que não conseguia gozar O prazer daquele pedaço de carne dentro do meu cu me fazia esquecer que eu tinha meu pau dentro de uma buceta Então Carla se vira de novo de barriga pra cima e eu penetro ela de novo e Jessica também me penetra de novo e me agarra pela cintura e começa a me comer com muita força Tão forte que eu não precisava me mexer pra comer Carla Ela estava tão excitada que me abraçava forte e falava com os lábios colados nos meus -Goza em mim, me enche de porra, me come mais ela dizia Minha boca tocava os lábios dela enquanto ela falava mas eu não beijava ela Podia sentir a respiração dela entrando pelo meu nariz Às vezes restos da minha saliva caíam na boca dela e Ela não parava de me falar pra eu gozar. Até que de repente me abraçou mais forte e me beijava quase sem me deixar respirar, enquanto a Jessica percorria todo o meu cu com a rola dela. E aí eu gozei, e meu corpo meio que desvaneceu em cima da Carla. Ficamos os dois assim por um tempo, exaustos, com nossas bocas encostando os lábios, enquanto a Jessica continuava me metendo no cu até que ela também se jogou em cima de mim e disse: — Não aguento mais, não consigo gozar, que puta foda gostosa que a gente deu.
Depois disso, sentamos na cama e a Jessica, mesmo com o frio que fazia lá fora, abriu uma janela pra fumar um cigarro com a Carla quando ela saiu do banheiro. Enquanto elas fumavam, eu estava largado na cama, olhando a rola meio mole da Jessica pendurada e a Carla se vestindo. De repente, a Carla fala: — São quase 5 da manhã. Pede um remédio pra mim na recepção, ela diz, e avisa que vou sair.
Assim que terminou de se vestir, depois de se despedir, ficou parada do lado da cama como se esperasse alguma coisa. Aí lembrei que ela tinha vindo com a gente por uma gorjeta. Ainda bem que tinha deixado um dinheiro na calça por precaução. Dei tudo pra ela. Não pareceu muito, porque ela disse, olhando pra Jessica: — Dá pro remédio. Depois saiu em silêncio. Tanto tempo com a janela aberta tinha esfriado o quarto, e eu me cobri com o edredom. A Jessica terminou o cigarro e fechou a janela, e os mamilos dela pareciam dois botõezinhos, e a rola dela estava encolhida de frio. Antes de voltar pra cama, ela se colocou na frente do espelho e passou batom de novo. Parece que essa mina era obcecada com isso. Deitou comigo debaixo do edredom e eu abracei ela porque o corpo dela estava gelado. De novo, começou a me beijar como se fôssemos namorados. A verdade é que ela fazia muito bem e eu curtia pra caralho. Ela levou a mão fria pro meu pau e começou a bater uma punheta pra mim. Eu fiz o mesmo. Quando ficou bem dura, ela enfiou a cabeça debaixo do edredom e começou a me fazer um boquete descomunal. Lambeu minhas bolas, meu pau, minha pélvis. meu umbigo e eu enterrava meu pau de novo na boca dela. Ela ficou um tempo assim, saiu de novo debaixo do cobertor e me beijou de novo com o gosto do meu pau na boca dela. Enquanto fazia isso, continuava me punhetando e levou a mão dela pro meu cu e enfiou um dedo. Depois pegou uma camisinha e colocou em mim sem olhar, enquanto continuava me beijando de boca aberta. Aí ela se levantou e sentou no sofá erótico, inclinando o corpo pra frente com as pernas abertas de cada lado e a bunda bem pra trás. — Vem, arromba meu cu como você me prometeu, ela disse. Então fiquei atrás dela e, bem devagarinho, comecei a enfiar meu pau dentro do cu apertado dela. Quando entrou tudo, ela descansou o corpo pra frente e esticou os braços pra cima. Depois disse: — Fica quieto. E começou a mexer o quadril e devorar meu pau. Eu esticava meu corpo sobre o dela e beijava o pescoço e as costas dela. Às vezes, ela virava a cabeça pra trás como podia e me beijava. Mas eu queria sentir aquela bunda de outro jeito. Então envolvi a cintura dela com as mãos, levantei ela e fiquei de pé com ela, sem tirar meu pau do cu dela. — O que você quer fazer? — ela perguntou. Eu, sem dizer nada, levei ela até o espelho grande na parede e, assim de pé, fiz ela apoiar as mãos e comecei a comer ela com força. No espelho, dava pra ver o corpo dela sendo comido pelo meu. O pau dela, meio duro, balançava pra todo lado. Ela gritava que nem uma louca, pedindo pra eu comer mais forte. E foi o que eu fiz. A ponto de o corpo dela todo estar esmagado contra o espelho. Ela empinava bem a bundinha dela pra trás e as nádegas encaixavam perfeitamente na minha pélvis. Peguei o cabelo curto dela e mantive a cabeça dela contra o vidro, a ponto de a boca dela deixar a marca do batom no espelho. Fiquei na ponta dos pés pra meter mais forte e gozei. Assim, sem tirar o pau, andei pra trás e me deixei cair na cama com o corpo dela em cima de mim. No espelho do teto, dava pra ver as pernas abertas dela com o pau dela. Dormida virada pra um lado e a minha já dormida dentro do cu dela. Os dois respirando pesado e todo suado. Uns minutos antes, a gente tava morrendo de frio. Ela se levantou e foi no banheiro enquanto eu pedia um refrigerante pra tomar. Quando saiu do banheiro, a gente tomou nossas bebidas e conversou um tempão sobre como foi gostoso e contou coisas das nossas vidas. A gente voltou pra cama, mas antes ela passou batom de novo. A gente se cobriu pra dormir um pouco e, enquanto continuava a conversa, ficamos de frente um pro outro. Ela encostou o corpo no meu, pegou meu pau e começou a bater uma pros dois bem devagar. A gente continuou conversando enquanto ela não parava de bater uma pras duas picas. Adorava sentir o calor e a dureza do pau dela junto do meu. Aproximei meu rosto e a gente se beijava enquanto ela continuava batendo uma pras duas picas. Aos poucos, ela começou a acelerar. Eu beijava ela e falava: — Assim, assim, continua assim, goza pra mim. Já que tava vendo que ela tava muito excitada. Comecei a beijar ela mais e, com minhas mãos, envolvi as dela e ajudei a bater uma pras duas picas. De repente, o corpo dela tremeu e ela gozou. Nas minhas mãos, senti tudo molhado do esperma dela. Meu pau tava todo molhado da gozada dela. Ela levou meus dedos à boca e chupou, depois se enfiou debaixo das cobertas e limpou meu pau com a boca. Quando saiu de baixo dos lençóis, pediu desculpas: — Essa gozada era pra você, me perdoa — e me beijou. Depois disso, foi pro banheiro e, quando voltou, apagamos as luzes e a TV, que tinha ficado ligada sem som a noite inteira à toa. Tava exausto, então dormi na hora. Na manhã seguinte, ouço barulhos e vejo a Jessica saindo de novo, na frente do espelho do banheiro, passando batom, vestida com uma roupa íntima diferente da que tava usando ontem à noite. Ela voltou pra cama e me disse: — São 9 horas, temos mais uma hora. Vira de costas que eu te abraço. Assim, meio dormindo, virei de costas e ela me abraçou por trás. Uns minutos depois... Mais tarde, mano, eu descia e me masturbava a rola, depois parava e ficava passando a mão na minha bunda. Eu fiquei parado um tempo, aí estiquei a mão pra trás, puxei a tanga dela pra baixo e peguei na rola dela, que tava dura igual um cacete. — Vira pra cá — ela ordenou. E quando eu virei, ela levou minha cabeça pra debaixo do cobertor e enfiou a rola dela dentro da minha boca. Tinha cheiro e gosto de sabão. Vi que ela tinha lavado bem ali. Ela comeu minha boca por um tempo e mandou eu virar de novo. Obedeci sem reclamar. Aí sinto ela abrir minha bunda e encostar a rola no meu cu. Viro a cabeça e falo que sem camisinha não. Ela diz: — Fica tranquilo, só vou encostar até você implorar pra eu te comer. E foi assim. Ela encostou a rola e ficava deslizando pra cima e pra baixo na minha bunda toda, encostava na entrada do meu cu e empurrava pra frente sem penetrar. Enfiava entre minhas coxas e fazia movimentos como se tivesse me comendo. Ficou nisso por um bom tempo até que eu não aguentei mais e, como ela tinha dito, implorei pra ela me comer. Peguei uma camisinha e entreguei pra ela. Enquanto ela colocava, mandou eu ficar de frente pra ela. Pensei que ia me comer por trás. Ela fica na minha frente e diz: — Quero ver sua cara quando eu te foder. Assim de frente, de lado, me fez abrir bem as pernas e ela se enfiou entre as minhas. Depois disso, ela falou: — Enterra a rola. Fiz bem devagar porque tava doendo. Ela me olhava e me beijava enquanto mexia só um pouco o quadril pra frente pra ajudar a entrar tudo. Enquanto me beijava, olhava nos meus olhos e perguntava: — Tá gostando? Tá sentindo? Dói? Tá gostando, safado? Tá sentindo bem dura? Respondia sim pra tudo enquanto ela começava a me comer devagar. O que eu pensei que ia ser uma posição desconfortável acabou sendo o contrário. Ela conseguia me comer bem à vontade. A rola dela enterrava até o fundo. Minha rola ficava encostada na barriga dela. Depois de um tempo, a ardência e a dor foram embora e viraram um prazer enorme. Minha rola ficou duríssima e ela molhava a ponta dos dedos com saliva. e passava a cabeça do meu pau na minha própria cara. De vez em quando ela parava, me beijava, e eu só sentia o pau dela pulsando dentro do meu cu. Num momento, começamos a nos mover os dois, e eu sentia o pau dela entrando até a base no meu cu. Meu pau começou a soltar pequenos jatos de porra sozinho. Aí ela falou: "Fica de quatro". E então ela se colocou atrás de mim e começou a meter forte. Ela quicava no meu cu como se eu fosse a putinha dela. Até que apertou minhas nádegas com força e eu senti ela gozando grandes jatos de porra. Quando ela tirou o pau, meu cu ficou doendo, com aquela sensação de que eu ia me cagar. Bem naquele momento, tocou a campainha avisando que nosso horário tinha acabado. A gente tinha 15 minutos pra tomar banho e se vestir. Tomamos banho juntos e, antes de sair do chuveiro, ela chupou meu pau de novo e rapidamente eu jorrei toda a porra na boca dela, e ela engoliu. Depois disso, deixei ela no posto de gasolina e segui viagem tomando um café enquanto dirigia. Meu cu continuava doendo e pulsando. Depois daquele dia, às vezes quando passo por Villa Mercedes, procuro por ela, mas agora pago pelo serviço dela. Tentei algumas vezes fazer outro menage com a Carla, mas as pretensões financeiras dela não estavam à altura do serviço. Voltando ao começo da história, não sei por que alguém deveria me dar um título. No fim das contas, sou hétero, mas gosto de pau às vezes, gosto de ser penetrado às vezes, gosto de chupar um pau às vezes, adoro travestis. Só quem já foi penetrado enquanto penetrava outra pessoa sabe o prazer que é isso, e nem por isso precisa dar um título pros próprios gostos. E, consequentemente, quem dá esse título é quem nunca passou por essa experiência. Espero muitas opiniões sobre esse relato, e se alguém já teve alguma experiência igual, que compartilhe. Como já disse em outros relatos meus, não compartilho dados de quem está na história. Se quiserem contatar a Jéssica ou a Carla, não são os nomes reais delas, mas pela descrição dá pra encontrá-las. encontrar do lado da estrada em Villa Mercedes
— Vai um ménage?
Antes que eu pudesse responder, Carla diz
— Bora, vamos pra um lugar onde não faça frio. Quando eu for embora, me dá uma gorjeta.
— Ok, vamos — respondo.
E vou direto pro hotel, que não era muito longe.
Pedi um quarto pra pernoitar, e Carla me fala:
— Eu fico um pouco e vou embora, porque amanhã meu filho vai pra escola.
Quando estávamos entrando no quarto, por segurança, falei que ia voltar ao carro pegar uma coisa. Deixei carteira e celular lá dentro, e depois de fechar, escondi as chaves em um dos pneus.
Quando entro no quarto, as duas estavam paradas na frente do aquecedor, parecendo duas velhas.
Vendo que estavam com frio, perguntei se queriam um café.
As duas falaram ao mesmo tempo que o café daquele lugar era muito ruim.
Depois, como se já tivessem um show armado, me disseram:
— Senta na cama e vai se acomodando.
Yessica foi até um sofá, tirou o casaco e por baixo estava só de lingerie.
Ela usava um conjunto rosa que mal escondia o volume da buceta na frente.
Depois, se colocou na frente de um espelho e passava batom nos lábios, enquanto Carla tirava as botas, a jaqueta e o casaco, ficando só de sutiã e minissaia.
Ela tinha dois peitões enormes, meio caídos, mas sustentados pelo sutiã gigante.
Então, elas se posicionaram no meio do quarto e começaram a dançar abraçadas, se beijando e se tocando.
Na hora, me levantei e me juntei a elas.
Jessica segurou meu rosto e, com os lábios bem vermelhos, recém-pintados, me beijava como se fôssemos namorados.
Enfiava a língua na minha boca como se estivesse procurando algo.
Carla não me beijou na boca, mas foi descendo pelo meu corpo, beijando tudo, até chegar na minha cueca, que puxou pra baixo de uma vez.
Ao ver minha pica, falou pra Jessica:
— Você tinha razão, é igual à sua.
Depois, enfiou ela na boca e começou a chupar com muita saliva.
Aos poucos, as duas foram me levando pra cama.
Enquanto faziam isso, eu apertava a bunda de Jessica com uma mão e, com a outra... Eu passei a mão na pica dela, que já começava a aparecer por cima da calcinha. Jessica nunca parou de me beijar enquanto me fazia sentar na cama. E Carla continuava chupando minha pica e minhas bolas. — Manda ver com os peitos, — Jessica falou pra Carla. E ela tirou o sutiã e envolveu minha pica com os peitos, mas antes cuspiu bem neles. Não sei se era por causa do Viagra que tinha tomado ou do momento gostoso que eu tava passando, mas minha pica tava enorme e deslizava pelo canal dos peitos enquanto Carla subia e descia, e de vez em quando parava e beijava a ponta da minha pica. Depois, Jessica também se ajoelhou e colocou a boca entre os peitos de Carla, e quando minha pica subia, ela chupava a cabeça. Eu continuava apalpando a bunda de Jessica e, quando dava, enfiava o dedo no cu dela. Também tentava puxar a pica dela pra fora, e Jessica me disse: — Espera um pouco que vai demorar pra subir, o cliente de agora era um velhinho promíscuo que comeu ela toda. Mesmo assim, fiz ela ficar de pé e enfiei a cabeça entre as pernas dela, mordendo a pica por cima da calcinha. Como me excita ver as picas dos travestis por baixo das tangas deles. Quando começou a endurecer, puxei pra fora e coloquei na minha boca. Ela começou a rebolar na hora, acompanhando o boquete. Carla parou de fazer o boobs fuck e, com a mão, segurou minha cabeça e empurrou pra eu enfiar a pica inteira na boca. Eu segurei o rosto de Carla e quis colocá-la pra chupar a pica junto comigo. Mas ela se levantou, tirou a calcinha e ficou nua. Enquanto ela se deitava na cama, Jessica continuava de pé, metendo na minha boca. Eu devorava a pica dela, e ela tinha razão, era igual à minha. Carla pegou uma camisinha e deu pra Jessica, que me fez levantar e colocou em mim. — Come ela, que eu já vou entrar junto, — ordenou Jessica, enquanto Carla me esperava no meio da cama, deitada de costas com as pernas abertas. Quando eu fui meter, ela colocou um travesseiro embaixo da bunda pra levantar a buceta. pelvis Enquanto eu me aproximava pra penetrar ela, enfiava uns dedos na pussy dela. Apontei meu cock e enfiei devagar, me jogando por cima pra sentir as tetonas dela no meu peito. Eu abraçava ela enquanto comia bem devagar. De vez em quando chupava uma teta e tentava beijar ela, mas ela desviava minha boca. Enquanto isso, a Jessica, já totalmente nua, pintava a boca de novo com batom bem vermelho. Já totalmente nu, pude ver umas tetinhas só começando a crescer. Daí ela veio pra cama, deitou do nosso lado, ficava tocando a gente e me beijava de novo fundo com aqueles lábios bem vermelhos. A mão dela apoiada na minha bunda acompanhava o ritmo do meu corpo. Cada vez ela foi descendo mais e começou a tocar meu cu — "abre mais as pernas", ordenou pra Carla, e se ajoelhou atrás de mim. Me fez abrir mais as pernas e começou a beijar minha Booty. Descia pelas minhas nádegas beijando até chegar no meu cu, e ali tentava enfiar a língua. Cada vez que fazia isso, eu ficava parado, imóvel, com meu cock dentro da pussy da Carla. Daí pegou lubrificante e começou a enfiar primeiro um dedo, depois outro, até serem 3 dentro do meu cu. Enquanto me comia o cu com os dedos, beijava minhas bolas e com a outra mão às vezes punhetava meu cock quando tirava da pussy da Carla. Eu não aguentava mais de vontade de ser comida. Então falei — "me come enquanto você fode ela". — "vira", ordena pra Carla. Ela fica de quatro e enche a barriga de travesseiros. Eu fico atrás e penetro ela de novo. A Jessica fica do meu lado e coloca meu cock na boca dela pra eu deixar bem duro. Quando consegui, ela já tinha uma camisinha na mão, pronta. Colocou e rapidamente, antes de amolecer, ficou atrás de mim. Apoiou a mão na minha Booty e enfiou o cock de uma vez dentro do meu cu. Não senti dor porque já tava dilatado pelos dedos que tinha enfiado antes. Ficou uns segundos parada e depois começou a me comer devagar. Se jogava por cima de mim. e me dizia no ouvido -você gosta, promíscua, que eu te coma enquanto você come minha amiga -sim, sim, sim me come toda enquanto fode sua amiga eu respondia Depois ele me disse vou te comer gostoso porque já não tenho tanta porra essa noite Eu estava em êxtase, Carla chupava com a buceta meu pau e Jessica enfiava até o fundo Que prazer que eu estava tendo Com as investidas que Jessica me dava quase caímos da cama Aí quando nos ajeitamos de novo falei pras duas que ficassem bem quietas Comecei a mexer minha cintura pra frente e pra trás e metia o pau na buceta da Carla ao mesmo tempo que tirava o pau da Jessica do meu cu e depois ao contrário Comecei a pegar ritmo e na noite toda foi a primeira vez que ouvi Carla gemer enquanto Carla atrás de mim puxava meus cabelos pra levar minha cabeça pra trás e enquanto me beijava apaixonadamente me dizia -Tira toda a porra promíscua, continua comendo, continua comendo mais rápido Segundos depois notei que Carla começou a empurrar a bunda pra trás com muita força e teve um orgasmo Depois continuando na posição enquanto eu comia ela só com as investidas da Jessica virei a cabeça e olhei pra Jessica e falei -Vai, enche o cu dele de porra que não aguento mais, que tesão gostoso esse cara Meu êxtase era tão grande que não conseguia gozar O prazer daquele pedaço de carne dentro do meu cu me fazia esquecer que eu tinha meu pau dentro de uma buceta Então Carla se vira de novo de barriga pra cima e eu penetro ela de novo e Jessica também me penetra de novo e me agarra pela cintura e começa a me comer com muita força Tão forte que eu não precisava me mexer pra comer Carla Ela estava tão excitada que me abraçava forte e falava com os lábios colados nos meus -Goza em mim, me enche de porra, me come mais ela dizia Minha boca tocava os lábios dela enquanto ela falava mas eu não beijava ela Podia sentir a respiração dela entrando pelo meu nariz Às vezes restos da minha saliva caíam na boca dela e Ela não parava de me falar pra eu gozar. Até que de repente me abraçou mais forte e me beijava quase sem me deixar respirar, enquanto a Jessica percorria todo o meu cu com a rola dela. E aí eu gozei, e meu corpo meio que desvaneceu em cima da Carla. Ficamos os dois assim por um tempo, exaustos, com nossas bocas encostando os lábios, enquanto a Jessica continuava me metendo no cu até que ela também se jogou em cima de mim e disse: — Não aguento mais, não consigo gozar, que puta foda gostosa que a gente deu.
Depois disso, sentamos na cama e a Jessica, mesmo com o frio que fazia lá fora, abriu uma janela pra fumar um cigarro com a Carla quando ela saiu do banheiro. Enquanto elas fumavam, eu estava largado na cama, olhando a rola meio mole da Jessica pendurada e a Carla se vestindo. De repente, a Carla fala: — São quase 5 da manhã. Pede um remédio pra mim na recepção, ela diz, e avisa que vou sair.
Assim que terminou de se vestir, depois de se despedir, ficou parada do lado da cama como se esperasse alguma coisa. Aí lembrei que ela tinha vindo com a gente por uma gorjeta. Ainda bem que tinha deixado um dinheiro na calça por precaução. Dei tudo pra ela. Não pareceu muito, porque ela disse, olhando pra Jessica: — Dá pro remédio. Depois saiu em silêncio. Tanto tempo com a janela aberta tinha esfriado o quarto, e eu me cobri com o edredom. A Jessica terminou o cigarro e fechou a janela, e os mamilos dela pareciam dois botõezinhos, e a rola dela estava encolhida de frio. Antes de voltar pra cama, ela se colocou na frente do espelho e passou batom de novo. Parece que essa mina era obcecada com isso. Deitou comigo debaixo do edredom e eu abracei ela porque o corpo dela estava gelado. De novo, começou a me beijar como se fôssemos namorados. A verdade é que ela fazia muito bem e eu curtia pra caralho. Ela levou a mão fria pro meu pau e começou a bater uma punheta pra mim. Eu fiz o mesmo. Quando ficou bem dura, ela enfiou a cabeça debaixo do edredom e começou a me fazer um boquete descomunal. Lambeu minhas bolas, meu pau, minha pélvis. meu umbigo e eu enterrava meu pau de novo na boca dela. Ela ficou um tempo assim, saiu de novo debaixo do cobertor e me beijou de novo com o gosto do meu pau na boca dela. Enquanto fazia isso, continuava me punhetando e levou a mão dela pro meu cu e enfiou um dedo. Depois pegou uma camisinha e colocou em mim sem olhar, enquanto continuava me beijando de boca aberta. Aí ela se levantou e sentou no sofá erótico, inclinando o corpo pra frente com as pernas abertas de cada lado e a bunda bem pra trás. — Vem, arromba meu cu como você me prometeu, ela disse. Então fiquei atrás dela e, bem devagarinho, comecei a enfiar meu pau dentro do cu apertado dela. Quando entrou tudo, ela descansou o corpo pra frente e esticou os braços pra cima. Depois disse: — Fica quieto. E começou a mexer o quadril e devorar meu pau. Eu esticava meu corpo sobre o dela e beijava o pescoço e as costas dela. Às vezes, ela virava a cabeça pra trás como podia e me beijava. Mas eu queria sentir aquela bunda de outro jeito. Então envolvi a cintura dela com as mãos, levantei ela e fiquei de pé com ela, sem tirar meu pau do cu dela. — O que você quer fazer? — ela perguntou. Eu, sem dizer nada, levei ela até o espelho grande na parede e, assim de pé, fiz ela apoiar as mãos e comecei a comer ela com força. No espelho, dava pra ver o corpo dela sendo comido pelo meu. O pau dela, meio duro, balançava pra todo lado. Ela gritava que nem uma louca, pedindo pra eu comer mais forte. E foi o que eu fiz. A ponto de o corpo dela todo estar esmagado contra o espelho. Ela empinava bem a bundinha dela pra trás e as nádegas encaixavam perfeitamente na minha pélvis. Peguei o cabelo curto dela e mantive a cabeça dela contra o vidro, a ponto de a boca dela deixar a marca do batom no espelho. Fiquei na ponta dos pés pra meter mais forte e gozei. Assim, sem tirar o pau, andei pra trás e me deixei cair na cama com o corpo dela em cima de mim. No espelho do teto, dava pra ver as pernas abertas dela com o pau dela. Dormida virada pra um lado e a minha já dormida dentro do cu dela. Os dois respirando pesado e todo suado. Uns minutos antes, a gente tava morrendo de frio. Ela se levantou e foi no banheiro enquanto eu pedia um refrigerante pra tomar. Quando saiu do banheiro, a gente tomou nossas bebidas e conversou um tempão sobre como foi gostoso e contou coisas das nossas vidas. A gente voltou pra cama, mas antes ela passou batom de novo. A gente se cobriu pra dormir um pouco e, enquanto continuava a conversa, ficamos de frente um pro outro. Ela encostou o corpo no meu, pegou meu pau e começou a bater uma pros dois bem devagar. A gente continuou conversando enquanto ela não parava de bater uma pras duas picas. Adorava sentir o calor e a dureza do pau dela junto do meu. Aproximei meu rosto e a gente se beijava enquanto ela continuava batendo uma pras duas picas. Aos poucos, ela começou a acelerar. Eu beijava ela e falava: — Assim, assim, continua assim, goza pra mim. Já que tava vendo que ela tava muito excitada. Comecei a beijar ela mais e, com minhas mãos, envolvi as dela e ajudei a bater uma pras duas picas. De repente, o corpo dela tremeu e ela gozou. Nas minhas mãos, senti tudo molhado do esperma dela. Meu pau tava todo molhado da gozada dela. Ela levou meus dedos à boca e chupou, depois se enfiou debaixo das cobertas e limpou meu pau com a boca. Quando saiu de baixo dos lençóis, pediu desculpas: — Essa gozada era pra você, me perdoa — e me beijou. Depois disso, foi pro banheiro e, quando voltou, apagamos as luzes e a TV, que tinha ficado ligada sem som a noite inteira à toa. Tava exausto, então dormi na hora. Na manhã seguinte, ouço barulhos e vejo a Jessica saindo de novo, na frente do espelho do banheiro, passando batom, vestida com uma roupa íntima diferente da que tava usando ontem à noite. Ela voltou pra cama e me disse: — São 9 horas, temos mais uma hora. Vira de costas que eu te abraço. Assim, meio dormindo, virei de costas e ela me abraçou por trás. Uns minutos depois... Mais tarde, mano, eu descia e me masturbava a rola, depois parava e ficava passando a mão na minha bunda. Eu fiquei parado um tempo, aí estiquei a mão pra trás, puxei a tanga dela pra baixo e peguei na rola dela, que tava dura igual um cacete. — Vira pra cá — ela ordenou. E quando eu virei, ela levou minha cabeça pra debaixo do cobertor e enfiou a rola dela dentro da minha boca. Tinha cheiro e gosto de sabão. Vi que ela tinha lavado bem ali. Ela comeu minha boca por um tempo e mandou eu virar de novo. Obedeci sem reclamar. Aí sinto ela abrir minha bunda e encostar a rola no meu cu. Viro a cabeça e falo que sem camisinha não. Ela diz: — Fica tranquilo, só vou encostar até você implorar pra eu te comer. E foi assim. Ela encostou a rola e ficava deslizando pra cima e pra baixo na minha bunda toda, encostava na entrada do meu cu e empurrava pra frente sem penetrar. Enfiava entre minhas coxas e fazia movimentos como se tivesse me comendo. Ficou nisso por um bom tempo até que eu não aguentei mais e, como ela tinha dito, implorei pra ela me comer. Peguei uma camisinha e entreguei pra ela. Enquanto ela colocava, mandou eu ficar de frente pra ela. Pensei que ia me comer por trás. Ela fica na minha frente e diz: — Quero ver sua cara quando eu te foder. Assim de frente, de lado, me fez abrir bem as pernas e ela se enfiou entre as minhas. Depois disso, ela falou: — Enterra a rola. Fiz bem devagar porque tava doendo. Ela me olhava e me beijava enquanto mexia só um pouco o quadril pra frente pra ajudar a entrar tudo. Enquanto me beijava, olhava nos meus olhos e perguntava: — Tá gostando? Tá sentindo? Dói? Tá gostando, safado? Tá sentindo bem dura? Respondia sim pra tudo enquanto ela começava a me comer devagar. O que eu pensei que ia ser uma posição desconfortável acabou sendo o contrário. Ela conseguia me comer bem à vontade. A rola dela enterrava até o fundo. Minha rola ficava encostada na barriga dela. Depois de um tempo, a ardência e a dor foram embora e viraram um prazer enorme. Minha rola ficou duríssima e ela molhava a ponta dos dedos com saliva. e passava a cabeça do meu pau na minha própria cara. De vez em quando ela parava, me beijava, e eu só sentia o pau dela pulsando dentro do meu cu. Num momento, começamos a nos mover os dois, e eu sentia o pau dela entrando até a base no meu cu. Meu pau começou a soltar pequenos jatos de porra sozinho. Aí ela falou: "Fica de quatro". E então ela se colocou atrás de mim e começou a meter forte. Ela quicava no meu cu como se eu fosse a putinha dela. Até que apertou minhas nádegas com força e eu senti ela gozando grandes jatos de porra. Quando ela tirou o pau, meu cu ficou doendo, com aquela sensação de que eu ia me cagar. Bem naquele momento, tocou a campainha avisando que nosso horário tinha acabado. A gente tinha 15 minutos pra tomar banho e se vestir. Tomamos banho juntos e, antes de sair do chuveiro, ela chupou meu pau de novo e rapidamente eu jorrei toda a porra na boca dela, e ela engoliu. Depois disso, deixei ela no posto de gasolina e segui viagem tomando um café enquanto dirigia. Meu cu continuava doendo e pulsando. Depois daquele dia, às vezes quando passo por Villa Mercedes, procuro por ela, mas agora pago pelo serviço dela. Tentei algumas vezes fazer outro menage com a Carla, mas as pretensões financeiras dela não estavam à altura do serviço. Voltando ao começo da história, não sei por que alguém deveria me dar um título. No fim das contas, sou hétero, mas gosto de pau às vezes, gosto de ser penetrado às vezes, gosto de chupar um pau às vezes, adoro travestis. Só quem já foi penetrado enquanto penetrava outra pessoa sabe o prazer que é isso, e nem por isso precisa dar um título pros próprios gostos. E, consequentemente, quem dá esse título é quem nunca passou por essa experiência. Espero muitas opiniões sobre esse relato, e se alguém já teve alguma experiência igual, que compartilhe. Como já disse em outros relatos meus, não compartilho dados de quem está na história. Se quiserem contatar a Jéssica ou a Carla, não são os nomes reais delas, mas pela descrição dá pra encontrá-las. encontrar do lado da estrada em Villa Mercedes
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